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RELATÓRIO DE PRÁTICA 01 
Wilton Barbosa Antonio Da Silva matrícula 28310355 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
ENSINO DIGITAL 
 
RELATÓRIO 01 
DATA: 
26/04/2025 
 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS: QUÍMICA ANALÍTICA QUANTITATIVA – AULA 1 
 
DADOS DO(A) ALUNO(A): 
 
NOME:Wilton Barbosa Antonio Da Silva MATRÍCULA: 28310355 
CURSO: Farmácia POLO: UNG GUARULHOS 
PROFPROFESSOR(A) ORIENTADOR(A): Fernanda Barbosa 
 
 
 
TEMA DE AULA: CALIBRAÇÃO DE MATERIAL DE VIDRO VOLUMÉTRICO 
 
 
RELATÓRIO: 
 
1. Qual é a importância da calibração de materiais volumétricos no laboratório, e quais 
tipos de equipamentos, como pipetas e balões volumétricos, são mais críticos para 
esse processo? 
A calibração de materiais volumétricos é essencial para garantir a precisão e a 
exatidão das medições, assegurando a confiabilidade dos resultados em análises 
laboratoriais. Os equipamentos mais críticos para esse processo são as pipetas 
(volumétricas e automáticas), os balões volumétricos e as buretas, pois pequenas 
variações nos volumes medidos por esses instrumentos podem comprometer 
significativamente a qualidade dos resultados obtidos. 
 
2. Quais são os procedimentos metodológicos para a calibração de pipetadores e balões 
volumétricos, e como a precisão das medições pode ser influenciada por fatores 
experimentais? 
 
A calibração de pipetadores e balões volumétricos consiste na verificação do volume 
real transferido ou contido, utilizando-se a pesagem de água destilada e a conversão 
da massa em volume com base na densidade correspondente à temperatura da água. 
No caso do balão volumétrico, o material deve estar limpo, seco e com tampa. 
Primeiramente, pesa-se o balão vazio. Em seguida, ele é preenchido com água até o 
menisco, e a nova massa é anotada. A diferença de massa, associada à densidade 
da água na temperatura medida, permite o cálculo do volume real. O procedimento 
deve ser repetido ao menos três vezes para garantir a exatidão. 
Para a pipeta volumétrica, a calibração é realizada aspirando-se água até o menisco, 
com ajuste cuidadoso. A água é então escoada de forma controlada em um recipiente 
como um béquer ou erlenmeyer previamente pesado. A massa final é registrada, e o 
volume é calculado. Importante: o líquido residual na ponta da pipeta não deve ser 
soprado, pois isso compromete a calibração. O processo também deve ser repetido 
algumas vezes para garantir a confiabilidade dos dados. 
A precisão das medições pode ser influenciada por diversos fatores experimentais, 
como: temperatura da água, técnica do operador, velocidade de escoamento, contato 
 
 
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RELATÓRIO 01 
DATA: 
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manual com os vidrados que pode alterar a temperatura do vidro, uso inadequado de 
estufa e impurezas presentes no material ou na água 
 
3. Como se diferencia a calibração direta da indireta em materiais volumétricos, e quais 
são as implicações de cada abordagem para a confiabilidade dos resultados obtidos? 
 
A calibração direta de materiais volumétricos consiste na medição do volume com 
base em um padrão primário, geralmente por meio da pesagem da água transferida 
utilizando uma balança analítica. A massa obtida é convertida em volume com base 
na densidade da água à temperatura ambiente. Esse método oferece alta 
rastreabilidade, precisão e controle sobre variáveis físicas, sendo ideal para garantir 
a exatidão metrológica dos instrumentos volumétricos. 
Por outro lado, a calibração indireta é realizada por comparação com outro 
instrumento já calibrado, como, por exemplo, usar uma bureta ou pipeta padrão para 
aferir o volume de um balão volumétrico. Essa abordagem pode introduzir incertezas 
adicionais, devido à dependência da precisão de ambos os instrumentos, o que pode 
acarretar erros acumulativos e interpretações mais subjetivas. 
As implicações de cada abordagem estão diretamente relacionadas à confiabilidade 
dos resultados obtidos. 
A calibração direta assegura maior precisão, reduz erros sistemáticos e permite 
correções mais confiáveis, sendo recomendada para laboratórios que exigem 
rastreabilidade e validação formal. 
A calibração indireta, embora mais prática e comum em ambientes com menor rigor 
metrológico, pode comprometer a robustez dos dados, especialmente quando envolve 
múltiplas etapas de manipulação, exigindo, assim, maior cautela na interpretação dos 
resultados. 
Calculo: 
 
 Erlenmeyer Erlenmeyer+ Água Água H2O 
1º Peso 91,428 96,390 4,962g 
2º Peso 91,465 96,444 4,979g 
3º Peso 96,444 101,395 4,951g 
 
Média: 4,962+4,979+4,951: 4,964g 
 3 
Fator de Correção: FC 
FC=Média Correção pela densidade da água (1,0032) 
4,964g.1,0032=4,979g 
 
TEMA DE AULA: DETERMINAÇÃO DO TEOR DE ACIDEZ NO VINAGRE 
 
 
RELATÓRIO: 
 
1. Qual é o método analítico empregado para determinar o teor de acidez no vinagre, e 
quais reagentes são utilizados na titulação nesse processo? 
O método analítico utilizado para determinar o teor de acidez no vinagre é a titulação 
ácido-base, que consiste na neutralização do ácido acético presente no vinagre por 
 
 
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uma base de concentração conhecida, geralmente uma solução de hidróxido de sódio 
(NaOH). Nesse processo, utiliza-se um indicador ácido-base, como a fenolftaleína, 
que muda de cor no ponto de equivalência, indicando o fim da reação. A partir do 
volume da base gasto na titulação, é possível calcular a concentração de ácido acético 
no vinagre. 
 
2. Qual a relevância da quantificação do teor de acidez no vinagre para a indústria 
alimentícia e para a qualidade do produto final? 
A quantificação do teor de acidez no vinagre é crucial para a indústria alimentícia 
porque garante que o produto final esteja dentro dos padrões de qualidade e 
conformidade exigidos por normas regulatórias, como a que determina que o vinagre 
deve conter entre 4 g e 5 g de ácido acético por 100 mL. Essa padronização assegura 
não só a estabilidade do produto e seu poder conservante, mas também a segurança 
do consumidor, já que a acidez controla o crescimento de microrganismos. Além 
disso, influencia diretamente no sabor e nas propriedades funcionais do vinagre, 
impactando sua aceitação no mercado e a confiança na marca. 
 
3. Como se calcula a acidez em percentual a partir dos dados obtidos na titulação, e 
quais são as principais fontes de erro que podem afetar a precisão dos resultados? 
 
A acidez em percentual do vinagre é determinada a partir da titulação ácido-base, 
onde se utiliza uma solução padrão de hidróxido de sódio para neutralizar o ácido 
acético presente na amostra, e a concentração molar do ácido é calculada com base 
na relação entre volumes e concentrações das soluções envolvidas. Após encontrar 
a concentração molar, ela é convertida em massa por volume multiplicando-se pela 
massa molar do ácido acético, e o resultado é ajustado para a unidade g/100 mL, que 
corresponde à acidez percentual. O ponto final da titulação é identificado pela 
mudança de cor da fenolftaleína de incolor para rosa claro, o que indica a 
neutralização completa do ácido. Entre as principais fontes de erro que podem afetar 
a precisão dos resultados estão leituras imprecisas na bureta, excesso de base devido 
à identificação incorreta da viragem, concentração inadequada da solução titulante, 
vidrarias mal calibradas ou contaminadas e falta de homogeneização da amostra de 
vinagre antes da análise. 
 
Calculo Titulação: 
 
1º 17,9 T.T 
2º 17,9 T.T 
3º 18,0 T.T 
 
17,90+17,9+18,0= 53,8 53,8=17,93 média = 17,93 
 3 3 
 
Concentração Molar: 
 
M₁·V₁ = M₂·V₂ 17,93= M₂ M₂= 0,717 mol 
0,1.17,98= M₂ 2,5 2,5L 
 
 
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RELATÓRIO 01 
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Encontrando a massa: 
 
0,717mol.60052 g_ = 43,05g/L 
 L mol 
 
Convertendo para padão: 
43,05g_____________1000ml 43,05x100 = 4,3g 
43,05g_____________100ml 1000 
 
O resultado final de 4,3g/100mL de vinagre está dentro da faixa esperada pelas 
especificações de qualidade (normalmente entre 4,0 e 5,0 g/100mL), o que indica que 
o vinagre analisado está adequado os padrões de qualidade. 
 
 
TEMA DE AULA: PREPARAÇÃO E PADRONIZAÇÃO DE SOLUÇÃO DE HCL 0,1 MOL/L 
 
 
RELATÓRIO: 
 
1. Quais são os procedimentos adequados para a preparação de uma solução de HCl 
0,1 mol/L a partir de HCl concentrado, e quais cuidados de segurança devem ser 
observados durante esse processo? 
 
Os procedimentos adequados para preparar uma solução de HCl 0,1 mol/L a partir do 
HCl concentrado envolvem, inicialmente, o cálculo do volume de ácido concentrado 
necessário, considerando a concentração percentual do rótulo, sua densidade e 
massa molar. Com o exaustor ligado, deve-se medir cuidadosamente o volume 
calculado do HCl concentrado e transferi-lo para um balão volumétrico de 1000 mL 
contendo cerca de 400 mL de água destilada, adicionando sempre o ácido sobre a 
água para evitar reações violentas e liberação de calor excessivo. Após a adição, o 
balão é completado com água destilada até o volume final e a solução é 
homogeneizada. Os cuidados de segurança incluem uso obrigatório de jaleco, luvas, 
óculos de proteção e manipulação em capela, devido à liberação de vapores 
corrosivos. 
 
2. Por que a padronização de soluções é fundamental em análises químicas, e quais 
métodos podem ser empregados para padronizar uma solução de HCl? 
 
A padronização de soluções é fundamental em análises químicas porque assegura a 
exatidão da concentração real do reagente, garantindo resultados confiáveis, 
reprodutíveis e quantitativamente corretos nas reações. No caso do HCl, um ácido 
forte e volátil, sua concentração pode variar devido à evaporação ou absorção de 
umidade, o que torna essencial sua padronização antes do uso analítico. Para isso, 
emprega-se a titulação ácido-base utilizando uma base primária, como o carbonato 
de sódio Na₂CO₃, cuja pureza é conhecida e estável. Durante a titulação, usa-se um 
indicador ácido-base adequado ao pH do ponto de equivalência, como o alaranjado 
 
 
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RELATÓRIO 01 
DATA: 
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de metila, que muda de cor ao final da reação. Com base no volume de HCl gasto e 
na reação estequiométrica, calcula-se a concentração real da solução. 
 
3. Como determinar a concentração exata da solução padronizada de HCl, considerando 
as possíveis variáveis que podem afetar a precisão dos resultados? 
 
Para determinar a concentração exata da solução de HCl padronizada, realizou-se 
uma titulação ácido-base utilizando carbonato de sódio Na₂CO₃ como base primária 
e alaranjado de metila como indicador. A partir do volume de HCl gasto para atingir o 
ponto de viragem (cor rosa-claro a incolor), aplicou-se a relação estequiométrica da 
reação entre HCl e Na₂CO₃ para o cálculo da concentração real do ácido. Durante a 
prática, foram consideradas variáveis que podem afetar a precisão dos resultados, 
como a calibração e limpeza das vidrarias, a correta leitura do menisco, o uso 
adequado do indicador, a volatilização do HCl e a temperatura ambiente, adotando-
se cuidados experimentais rigorosos para minimizar erros. 
Encontrando a massa 
Fórmula: 
m = M. MM. V 
 
m = 0,1. 36,46.0,250 
m = 0,9115 g de HCl 
 
Corrigindo a massa de HCI com base na pureza 
 
0,9115g__________37% 37.X=0,9115.100 
 Xg__________100% 
 
X= 91,15=2,463513g 
 37 
Encontrar o volume de HCL concentrado 
 
Dados: 
d = 1,19 g/mL 
d = m 
 v 
Cálculo: 
1,19 =2,4635 
 V 
V=2,4635 
 1,19 
V=2,070ml 
 
Solução de HCL 
 
Massa da amostra 0,134 
m1. v1=m.2 
 mm 
 
 
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 m1.v1= m.2 
 106 
1º titulação 17 
2º titulação 17,2 
3º titulação 17 
 
m1.v1= m.2 
 106 
Calculando a média: 
 
m.0,017= 0,134. 2 m=0,1487 
 106 
 
m1.0,072= 0,138.2 m=0,1513 
 106 
 
m . 0,017 . 0,132 .2 m=0,1465 
 106 
 
0,1487+0,1513+0,1465= 0,4465 0,4465 = 0,14883 
 3 3 
 
Média =0,14883 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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RELATÓRIO 02 
DATA: 
03/05/2025 
 
 
 
RELATÓRIO DE PRÁTICA 02 
Wilton Barbosa Antonio Da Silva matrícula 28310355 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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RELATÓRIO 02 
DATA: 
03/05/2025 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS: QUÍMICA ANALÍTICA QUANTITATIVA– AULA 2 
 
DADOS DO(A) ALUNO(A): 
 
NOME: Wilton Barbosa Antonio Da Silva MATRÍCULA: 28310355 
CURSO: Farmácia POLO:UNG GUARULHOS 
PROFPROFESSOR(A) ORIENTADOR(A): Fernanda Barbosa 
 
 
 
TEMA DE AULA: 
PREPARAÇÃO E PADRONIZAÇÃO DE SOLUÇÃO NAOH 0,1 MOL/L 
 
 
RELATÓRIO: 
 
1. Quais são os procedimentos recomendados para a preparação de uma solução de 
NaOH 0,1 mol/L, considerando as propriedades físico-químicas do composto? 
 
A preparação de uma solução de NaOH 0,1 mol/L exige rigor técnico devido à 
natureza higroscópica e reativa da substância. Primeiramente, calcula-se a massa 
necessária com base na molaridade e no volume desejado, utilizando a massa molar 
de 40,0 g/mol. O hidróxido de sódio é então pesado com precisão em balança sem 
analítica, evitando exposição prolongada ao ar para não absorver umidade. Em 
seguida, dissolve-se o sólido em cerca de 50 mL de água destilada, após a completa 
dissolução, a solução é transferida cuidadosamente para um balão volumétrico, 
lavando o recipiente original com pequenas porções de água para garantir a 
transferência total do soluto. O volume é então completado até a marca com água 
destilada também, e a solução é homogeneizada com leve agitação. Todo o processo 
requer uso de equipamentos limpos e calibrados, e a solução obtida deve ser 
armazenada em frasco bem vedado, rotulado com a concentração e a data de 
preparo, sendo recomendável sua padronização imediata com um ácido primário para 
assegurar a exatidão da concentração 
 
2. Qual a importância da padronização da solução de NaOH em análises titulométricas, 
e quais métodos são utilizados para garantir sua precisão? 
 
A padronização da solução de NaOH é essencial em análises titulométricas porque o 
hidróxido de sódio, por ser higroscópico e reagir facilmente com o dióxido de carbono 
do ar, não permite uma pesagem direta precisa que garanta sua concentração exata, 
tornando necessário ajustar essa concentração por meio de padronização. Para 
garantir a precisão, utiliza-se um ácido primário como o biftalato de potássio, que 
possui alta pureza, estabilidade e massa molar conhecida, permitindo reações 
estequiometricamente definidas. A titulação é realizada com indicador adequado, 
como a fenolftaleína, que revela o ponto de equivalência com a mudança de cor de 
incolor para rosa. O volume gasto da base é comparado com a quantidade conhecida 
de ácido, possibilitando o cálculo do fator de correção e, consequentemente, a 
 
 
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RELATÓRIO 02 
DATA: 
03/05/2025 
 
obtenção da concentração real da solução de NaOH, assegurando resultados 
confiáveis nas análises subsequentes. 
 
3. Como a variação da temperatura pode afetar a concentração e a reatividade da 
solução de NaOH, e quais medidas podem ser adotadaspara minimizar esses 
efeitos? 
 
A variação da temperatura pode afetar significativamente a concentração e a 
reatividade da solução de NaOH, pois o calor acelera a absorção de dióxido de 
carbono do ar, formando carbonato de sódio e reduzindo a concentração efetiva da 
base, além de influenciar o volume da solução pela dilatação térmica, alterando a 
precisão das medidas volumétricas. A reatividade também pode ser impactada, já que 
reações químicas geralmente ocorrem mais rapidamente em temperaturas elevadas, 
o que pode desestabilizar soluções não imediatamente utilizadas. Para minimizar 
esses efeitos, é recomendável utilizar água destilada recém fervida para dissolver o 
NaOH, o que reduz a quantidade de CO₂ dissolvido, e preparar e armazenar a solução 
em frascos bem vedados e protegidos da luz e do calor. Além disso, a solução deve 
ser padronizada logo após o preparo, e os ensaios devem ser realizados em ambiente 
com temperatura controlada para garantir consistência nos resultados. 
 
Cálculo da massa de NaOH para preparar 250 mL de solução 0,1 mol/L 
Fórmula: 
M=M.MM.V 
 
Onde: 
M=0,1mol/L 
MM=40,0g/mol 
V=0,250L 
Cálculo: 
M=0,1.40,0.0,250=1g 
 
Cálculo da massa de biftalato de potássio 
Fórmula: 
M=M.MM.V 
Cálculo: 
M=0,1.204,22.0,025=0,510g 
 
Cálculo do Fator de Correção 
Formula: 
Fc=0,2042 
 M 
Cálculo 
Fc= 0,2042 =0,4003 
 0,510 
Fator de correção: 0,4003g 
 
TEMA DE AULA: 
 
 
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RELATÓRIO 02 
DATA: 
03/05/2025 
 
AFERIÇÃO DE MATERIAL VOLUMÉTRICO 
 
 
RELATÓRIO: 
 
1. Quais são os critérios para a escolha de materiais volumétricos adequados para 
medições precisas, e como a aferição contribui para a confiabilidade dos resultados? 
 
A escolha de materiais volumétricos deve ser baseada na necessidade de precisão 
da análise, sendo recomendados balões volumétricos, buretas e pipetas calibradas 
para medições que exigem exatidão. Esses instrumentos são fabricados para conter 
ou transferir volumes específicos com mínima tolerância de erro, tornando-se 
indispensáveis em análises quantitativas. A aferição, por sua vez, é um procedimento 
essencial que consiste em verificar se o volume indicado pela vidraria corresponde ao 
volume real transferido ou contido. Por meio da pesagem da água destilada 
transferida, considerando sua densidade à temperatura ambiente, é possível calcular 
o volume real com precisão. Esse processo contribui diretamente para a confiabilidade 
dos resultados, pois elimina desvios sistemáticos e assegura que os volumes 
utilizados estejam dentro dos limites aceitáveis. Além disso, a repetição das aferições 
permite identificar inconsistências e corrigir possíveis falhas operacionais, garantindo 
maior reprodutibilidade nos experimentos. 
 
2. Qual o procedimento padrão para aferir a precisão de pipetas e balões volumétricos, 
e quais fatores podem influenciar a exatidão das medições? 
 
A aferição de pipetas volumétricas e balões volumétricos consiste na comparação 
entre o volume teórico indicado pelo fabricante e o volume real determinado por 
pesagem da água destilada utilizada. Para pipetas, o procedimento envolve encher a 
pipeta com água destilada até o menisco, esvaziá-la lentamente sobre um recipiente 
previamente pesado, sem soprar o restante da solução, e calcular o volume 
transferido com base na massa de água e na densidade correspondente à 
temperatura medida. No caso do balão volumétrico, mede-se sua massa vazia, enche-
se até o traço de aferição com água destilada e determina-se a massa total, 
subtraindo-se a massa do balão para obter a massa da água contida, que é convertida 
em volume usando a densidade da água. A repetição de cada procedimento é 
essencial para validar a confiabilidade das medições. Entre os fatores que influenciam 
a exatidão estão a presença de bolhas de ar, a leitura incorreta do menisco, falhas na 
calibração da balança, diferenças de temperatura, contaminações, resíduos nas 
vidrarias e má secagem. O cuidado com esses detalhes é fundamental para garantir 
que os volumes utilizados em análises químicas sejam precisos e confiáveis 
 
3. Como as técnicas de aferição direta e indireta diferem na prática laboratorial, e quais 
são as implicações dessas abordagens na qualidade dos dados obtidos? 
 
As técnicas de aferição direta e indireta diferem quanto à forma de obtenção do 
volume real das vidrarias. Na aferição direta, como aplicada ao balão volumétrico, 
determina-se o volume com base na massa de água contida após o enchimento exato 
até o traço de aferição, utilizando uma balança analítica e a densidade da água a uma 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
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RELATÓRIO 02 
DATA: 
03/05/2025 
 
temperatura conhecida. Já na aferição indireta, como no caso da pipeta, o volume é 
verificado por meio da diferença de massa da água transferida entre pesagens 
sucessivas de um recipiente como um béquer, após a liberação controlada do líquido 
pela vidraria. Ambas as abordagens foram utilizadas na prática, para o balão 
volumétrico de 50 mL, obteve-se uma média de massa com água de 78,897 g, 
considerando a tara de 29,226 g, resultando em uma massa de água de 49,671 g, 
para a pipeta de 10mL, a média da massa da água transferida foi de 45,200 g – 35,252 
g = 9,948 g. Esses valores foram comparados às densidades da água à temperatura 
de 22,5 °C, confirmando a proximidade entre volume. A escolha da técnica e o rigor 
na execução impactam diretamente a confiabilidade dos dados experimentais, pois 
pequenas variações de leitura, temperatura ou manuseio podem comprometer a 
precisão das análises volumétricas. 
 
Cálculo balão volumétrico Temperatura Ambiente 20cº 
Peso inicial do balão volumétrico 50ml 29,226g 
1º peso 78,869g Temperatura 22,5cº 
2º peso 78,902g Temperatura 22,5cº 
3º peso 78,921g Temperatura 22,5cº 
Calculo média: 
78,869+78,902+78,921 = 236,692 236,692=78,897g valor da Média 78,897g 
 3 3 
Calculo pipeta 10ml 
Peso inicial béquer 35,252g 
1º peso 45,192g 
2º peso 45,274g 
3º peso 45,136g 
 
45,192+45,274+45,136= 135,602 135,602 = 45,200 valor da Média 45,200g 
 3 3

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