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Tintas e vernizes Introdução Materiais de construção divididos em: Materiais de construção ou de resistência Materiais de proteção ou materiais auxiliares (tintas, lubrificantes, mastiques etc.) Genericamente, o nome tintas e vernizes compreende-se qualquer material de revestimento, de consistência líquida ou pastosa, apto a cobrir, proteger e colorir a superfície do objeto. Mariana Arruda (MA) - O mástique, mastique, mastic ou miski é uma resina obtida do lentisco (Pistacia lentiscus) ou aroeira. Mariana Arruda (MA) - Espécie de cola, para fechamento de juntas Principais consumidores Fonte: https://abrafati.com.br/dados-do-setor/ Funções das pinturas Ornamentar Proteger Outras Propaganda, sinalização e identificação Aplicação funcional da cor Corolário fundamental Cores diferentes despertam emoções diferentes Deterioração da madeira Putrefação – fungos, bactérias 60 % Insetos – térmites, cupins 10 % Moluscos e crustáceos 5 % Fogo 20 % Outros – vento, agentes químicos 5 % Mariana Arruda (MA) - proposição que deriva, em um encadeamento dedutivo, de uma asserção precedente, produzindo um acréscimo de conhecimento por meio da explicitação de aspectos que, no enunciado anterior, se mantinham latentes ou obscuros. Mariana Arruda (MA) - "a palavra não vem de cor" Mariana Arruda (MA) - a cor provoca diversas sensações Mariana Arruda (MA) - na verdade significa um comprovação Mariana Arruda (MA) - a Função proteção evita prejuízos com relação à deteriorização dos materiais, compensando o custo do sistema de proteção Processamento da pintura Preparação das superfícies Classificação das superfícies (natureza química dos materiais componentes) Madeira Alvenaria Concreto Metais Ferrosos Não ferrosos: Al, Zn, Sn, Cu Processamento da pintura O processamento de uma pintura realiza-se através das seguintes etapas: Preparação da superfície Aplicação eventual de fundos, massas e condicionador Aplicação da tinta de acabamento Processamento da pintura Superfície preparada (limpa, seca, lisa e plana) Superfície de madeira Considerar a umidade da madeira Lixamento: lixas cada vez mais finas superfícies planas e lisas Para exteriores Para interiores – lixas no 1, no 0 Superfícies irregulares – lã fina de aço Finos acabamentos – raspilha Mariana Arruda (MA) - A superfície bem preparada deve ser limpa, seca, lisa e geralmente plana. a Limpeza dever eliminar graxas, óleos, ceras, resinas não secativas, sais solúveis, ferrugem e poeiras. Mariana Arruda (MA) - raspilha está na ultima foto Processamento da pintura Alvenaria reboco grosso reboco fino pintura Processamento da pintura Superfícies metálicas desengraxe e eliminação de ferrugem Métodos mecânicos Abrasão Manual Mecânica Chama Jato de areia Métodos químicos Limpeza por solventes Limpeza alcalina ativa quimic. a superfície pintar rápido Limpeza por emulsão derivado do petróleo ou clorado Pickling ou decapagem ação de ácido mineral sobre a ferrugem Pickling fosfórico Fosfatização depositar uma camada de cristais pequenos e insolúveis sobre a superfície aderência da tinta Mariana Arruda (MA) - Decapagem = tradução de Pickling Mariana Arruda (MA) - a abrasão não elimina os óleos, por isso usar solventes Mariana Arruda (MA) - A decapagem é um tratamento de superfície de metal usado para remover impurezas, como manchas, contaminantes inorgânicos, ferrugem ou incrustações de metais ferrosos, cobre, metais preciosos e ligas de alumínio. [1] Uma solução chamada licor de picles, que geralmente contém ácido, é usada para remover as impurezas da superfície. É comumente usado para descalcificar ou limpar aço em vários processos siderúrgicos Mariana Arruda (MA) - Fosfatização é um processo em metalurgia de proteção superficial de metais, que consiste em se recobrir peças metálicas com fosfatos de zinco, ferro e manganês, tanto na forma de fosfatos neutros (PO4−3) quanto monoácidos (HPO4−2). Devido a pouca solubilidade dos fosfatos destes elementos químicos, depositam-se na superfície metálica na qual pretende-se a proteção na forma de fina camada de cristais após o contato com soluções destes, sob determinadas condições. Mariana Arruda (MA) - Estas películas de fosfato possuem as seguintes propriedades principais: alto poder isolante químico e elétrico e baixa porosidade, as quais em conjunto atuarão para impedir a transmissão de correntes elétricas galvânicas, grande aderência à superfície metálica, boa adesividade aos lubrificantes (visando melhorar a lubricidade) e tintas e vernizes, com baixo custo de aplicação. São usadas sobre peças de aço para aumentar a resistência à corrosão. Mariana Arruda (MA) - A chama elimina matéria orgânica e devido à diferença de coeficiente de dilatação do ferro no aço e ferrugem, este salta da peça Processamento da pintura Aplicações de fundos, massas e condicionador Funções dos fundos: Aumentar adesão da tinta de acabamento Aumentar o rendimento da tinta de acabamento (ex. superfícies porosas) Homogeneizar a coloração Inibir o desenvolvimento de ferrugem São utilizados pigmentos anticorrosivos, como zarcão, cromatos e condicionador conhecido como wash primer (Composto de 2 componentes: O “A” protege o aço carbono da oxidação - barreira de proteção. O “B” ataca quimicamente o substrato, melhorando a aderência da tinta) Mariana Arruda (MA) - diz-se de ou substância que se acrescenta a um material ou a um produto para melhorar o seu estado físico. Processamento da pintura Aplicações de fundos, condicionador e massas Aplicação das massas: Corrigir defeitos pequenos. Vedação dos nós. Devem ser aplicadas em finas camadas e deve-se secar bem. Clarice Pereira Gonçalves (CPG) - condicionadores = auxiliam da proteção ao desgaste, reduz atrito, anticorrosivo Métodos de aplicação de tintas Aplicação com pincel e rolo manual Qualidades que a tinta deve ter Espalhar-se com facilidade Não deve ficar com as marcas do pincel Em paredes não deve escorrer Nebulização a ar comprimido Tintas de baixa viscosidade Processamento da pintura Métodos de aplicação de tintas Nebulização sem ar Necessita de pouca ventilação Entupimento dos bocais Nebulização eletrostática Neste método de aplicação estão envolvidas cargas eletrostáticas A tinta é eletrizada na pistola e projetada contra a peça que está aterrada e portanto com carga de sinal contrário Métodos de aplicação de tintas Métodos de aplicação de tintas Imersão Dificuldades Bolhas Pontos de drenagem Cobertura pequenos orifícios Soluções Velocidade de entrada e saída Viscosidade da tinta Pinturas de veículos Métodos de aplicação de tintas Pode-se necessitar de grandes tanques de imersão Risco de incêndio tintas à base d`água Tintas impróprias Instáveis Gelificação – polimerização dentro do recipiente Separação de cor Sedimentação do pigmento Métodos de aplicação de tintas Aplicação por jorro Elimina o tanque de tinta Mesmos problemas da imersão Adaptável a peças de formas complexas Métodos de aplicação de tintas Aplicação por rolo Processo de impressão Espessura da película Viscosidade da tinta Utilizado para superfícies planas Métodos de aplicação de tintas Métodos de aplicação de tintas Métodos de aplicação de tintas Aplicação por “cortina” Muito empregado em chapas de madeira Difícil ajuste da cortina Composição básica das tintas e vernizes Nem sempre são utilizados todos os componentes Mariana Arruda (MA) - Especialmente os minerais são mais resistentes e ajudam na durabilidade PIGMENTOS RESINA ADITIVOS TINTA SOLVENTE ORGÂNICOS INORGÂNICOS ÁGUA SOLVENTES ORGÂNICOS Visam alterar alguma propriedade Aditivos Emulsificantes Dispersantes Plastificantes Secantes Antibolhas Biocidas Composição das tintas e vernizes Tintas Pigmento (pó) cobre e decora a superfície Veículo (líquido) aglutina o pó e forma a película de proteção Cargas (inertes) barateiam, dão corpo e facilitam a aplicação da tinta Fundos pouco pigmento, veículo e alguma carga Massas tem mais cargas com consistência sólida 1 2 3 Composição das tintas e vernizes Constituição Brilhante Fosca Solvente 10% 25% Não voláteis 65% 25% Pigmento 25% 50% Rendimento m2/galão/demão 55 - 65 35 - 40 Composição das tintas e vernizes Tintas fosca e brilhante A tinta brilhante tem uma camada de verniz de elevado poder de refringência superfície lisa Na tinta fosca o verniz serve para aglutinar o pigmento superfície irregular Mariana Arruda (MA) - refrigência --> refração Composição das tintas e vernizes Pigmentos Pó, insolúvel no aglutinante Funções Dar consistência Facilitar a secagem Colorir Proteger dos raios ultra violeta Classificações Origem Naturais Artificiais Natureza Minerais Orgânicos (vegetais, animais e sintéticos) 1 Composição das tintas e vernizes Pigmentos Propriedades Poder de cobertura Endurecimento Estabilidade Capacidade de proteção aos raios nocivos do sol Cor Absorção e reflexão relativas das radiações luminosas Radiações de diferentes comprimentos de onda implicam em tonalidades diferentes Composição das tintas e vernizes Pigmentos Poder de cobertura Capacidade de tapar o fundo = protegem a pintura dos efeitos da luz solar Diferença de cor diferentes composições diferentes resistências à ação do tempo Composição das tintas e vernizes Exemplos de pigmentos Brancos Alvaiade - carbonato básico de chumbo Branco de zinco Litopon - mistura de sulfato de bário e sulfeto de zinco Branco de titânio Vermelho Zarcão - tetróxido de chumbo Vermelho de ferro Cinábrio - sulfeto de mercúrio Vermelho de cromo Amarelos Amarelo de cromo Litargírio - óxido de chumbo Exemplos de pigmentos Azuis Ultramar Azul de cobalto Verdes Verde de cromo Verde de Scheele Negros Grafite Negro de fumo Negro de marfim Violetas Violeta de cobalto Composição das tintas e vernizes Composição das tintas e vernizes Resina (chamado de veículo ou polímero) É a parte líquida das tintas Parte volátil solvente: facilita a aplicação Parte não volátil ligante: formador de filme São óleos ou resinas ou misturas dos dois, mais o solvente Aglutinantes das partículas de pigmento 2 Composição das tintas e vernizes Resina - Funções: Propriedades mecânicas, como tração e elasticidade Resistência ao intemperismo como radiação UV, água, poluentes Resistência química, como a alcalinidade da argamassa Aderência etc. Composição das tintas e vernizes *Alquídica = resina sintética que resulta da reação de vários álcoois com ácidos ou anidridos Clarice Pereira Gonçalves (CPG) - Emulsão = mistura heterogênea de dois ou mais líquidos, os quais normalmente não se dissolvem um no outro, mas quando são mantidos em suspensão por agitação, mais frequentemente por pequenas quantidades de substâncias conhecidas como emulsificantes, formam uma mistura estável Clarice Pereira Gonçalves (CPG) - Soluções é qualquer mistura homogênea, é uma substância que contém soluto e solvente. Uma solução pode ser líquida ou sólida. Ex.: água do mar Clarice Pereira Gonçalves (CPG) - Aquosa (que contem água) Mariana Arruda (MA) - O óleo de tungue é um óleo extraido a partir da prensagem das sementes dos frutos da árvore da espécie Vernicia fordi Resinas Emulsões aquosas Esmaltes sintéticos Tintas bicomponentes Resinas em solução Mistura heterogênea de partículas Contudo, com emulsificantes formam uma mistura estável No mercado são chamadas de tinta látex devido ao aspecto semelhante ao látex Têm como solvente a água e os polímeros e copolímeros estão na forma de emulsão (e não solução), diferente das tintas a base de solvente (esmaltes sintéticos) À base de óleos vegetais (linhaça, soja ou tungue) Esmalte (acabamento brilhante) Hoje em dia pode ser a base de solvente ou de base aquosa (Tinta alquídica* ou tinta a óleo) Esse tipo de tinta também pode ser encontrado modificado com outras resinas, como poliuretano ou silicone Fornecido em duas embalagens Típicas: epóxi ou a polieruetana Este tipo de tinta tem elevada resistência ao ataque químico e abrasão. Podem ser misturadas às tintas alquídicas* para melhorar as características dessas últimas São tintas ou vernizes que curam por simples evaporação do solvente. Mais comuns são: nitrocelulose, betume e borracha clorada Composição das tintas e vernizes Resinas não voláteis: formadores de filmes Secagem da tinta Evaporação do solvente e Pega e endurecimento dos óleos secantes Formador de filme base da tinta Tinta à base nitro – nitrocelulose, secagem rápida por evaporação do solvente Tinta à base alquídica - se realiza por reação da resina que contém óleos na sua composição e o oxigênio do ar. Tal mecanismo é chamado de cura por oxidação. Classificação dos formadores de filmes: Sofrem oxidação e polimerização Sistemas que sofrem polimerização Sistemas que não sofrem transformações químicas Principais óleos secantes naftenatos de Pb, Mn e Co Mariana Arruda (MA) - Co - colbalto Mariana Arruda (MA) - base nitro - secagem rápida por evaporação do solvente Mariana Arruda (MA) - A resina tem elevada influência nas propriedades das tintas, apesar de poder ser modificada pelo pigmento Classificação dos formadores de filme Sistemas que sofrem oxidação e polimerização Material Características Óleos secativos Linhaça, Tungue, Mamona desidratado Elasticidade e durabilidade Resinas alquídicas Médias e longas em óleo Aumentam a durabilidade das tintas a óleo, prolongam a duração do brilho sem sacrifício da elasticidade Sistemas que sofrem polimerização Materiais Características Resinas fenólicas Melhoram a adesão quando adicionadas a outras resinas e resistem a ácidos fracos Resinas epóxi Grande resistência a ácidos e bases fracas e médias Resinas vinílicas Semelhantes às anteriores, mas mais permeáveis. Filmes incolores Resinas uréia-formoldeído Resistência a ácidos e bases, boa durabilidade Siliconas Repelentes à água e resistentes a altas temperaturas (500 °C) Classificação dos formadores de filme Sistemas que não sofrem transformações químicas Materiais Características Resinas derivadas de celulose nitrocelulose Boa dureza e durabilidade Resinas de borracha sintética estireno, butadieno e borracha clorada Resistência excepcional a álcalis e boa a ácidos. Tem baixa permeabilidade Resinas vinílicas polimerizadas Usadas em dispersão aquosa nas tintas à base d`água Resinas acrílicas polimerizadas Preço elevado. Reúnem o maior número de características favoráveis. Grande elasticidade, boa adesão. Incolores Classificação dos formadores de filme Composição das tintas e vernizes Diluentes e solventes voláteis Diluente Função de aumentar a fluidez para facilitar a aplicação Solventes Além desta função são dotados de qualidades ativas (dissolvem os constituintes fixos do verniz) Para tintas a óleo Essências de terrebentina Aguarrás Álcool etílico Pinturas a base de cal Água (diluente) Clarice Pereira Gonçalves (CPG) - Podem ser adiconados para correção conforme a superfície Composição das tintas e vernizes Solventes especialmente formulados Hidrocarbonetos alifáticos Isa rás, ODD solvente, óleo rás, Varsol Shell rás etc. Hidrocarbonetos aromáticos Xilol, toluol etc. Thinners Misturas de solventes especiais Composição das tintas e vernizes Cargas Fillers minerais Melhoram a consistência e a capacidade de duração das tintas Mais usados Talco (silicato de magnésio), gesso, sulfato de bário, caulim e carbonato de cálcio 3 Composição das tintas e vernizes Vernizes São formados por um solvente e um produto dissolvido que gera o filme Substância filmógena Óleo Resina natural ou sintética Uma mistura Classificação Vernizes gordos Um óleo secante, uma resina e um diluente Vernizes a solventes voláteis Vernizes celulósicos Vernizes negros betuminosos não são transparentes e formados por betume Composição das tintas e vernizes O que difere uma tinta da outra é sua formulação proporcionamento das matérias-primas propriedades desejadasComposição genérica de vários tipos de tinta do mercado VOC componente orgânico volátil Clarice Pereira Gonçalves (CPG) - VOC - compostos orgânicos voláteis podem afetar a saúde de funcionários e usuários. As tintas que mais emitem VOC são aquelas de base solvente, como as tintas a óleo, o esmalte sintético e os produtos auxiliares usados durante a pintura como águarras e tíner, pois lançam hidrocarbonetos na atmosfera Clarice Pereira Gonçalves (CPG) - Os hidrocarbonetos (VOCs), em combinação com os óxidos de nitrogênio, a radiação UV e o calor reagem formando compostos oxidantes, como ozônio. Produção das tintas e vernizes A produção envolve: Controle de qualidade Pesagem das matérias-primas Pré-mistura Dispersão da mistura Moagem dos pigmentos Completagem - restante dos materiais (ex. restante da resina, solventes, etc.) Tingimento Controle de qualidade do produto final e acerto final Enlatamento ou envasamento Classificação das tintas e vernizes Classificação – mais usuais A composição conforme tipo de veículo Não volátil (resina) Alquídica ou látex Uso final Conforme ambiente: interno, externo, industrial, rural ou marítimo Conforme a base: madeira, metal, alvenaria, concreto, azulejo, etc. Modo de cura Formação de filme Evaporação do solvente Oxidação Aspecto final Transparente (verniz) Pigmentado (tinta) Ar Calor Fosco Brilhante Mariana Arruda Pereira (MAP) - resina alquídica = resina sintética que resulta da reação de vários álcoois com ácidos ou anidridos Classificação das tintas e vernizes Principais tintas e vernizes utilizados na construção civil Métodos de controle de qualidade das tintas Método de exposição acelerada (Weather - Ometer) Ações de luz e de radiações ultra violeta Ação de um chuveiro Método de exposição ao tempo Painéis de madeira sem nós, pintados e parcialmente cobertos, expostos em cavaletes inclinados a 45° na direção leste-oeste Desempenho até o aparecimento de falhas Vida útil da tinta é igual a 3 vezes o período de desempenho no ensaio NBR 11702 (2021) - Tintas para construção civil — Tintas, vernizes, texturas e complementos para edificações não industriais — Classificação e requisitos Alguns defeitos das tintas Gelificação Polimerização dentro da lata Excesso de temperatura na fabricação da resina Exposição da lata de tinta ao calor Existência de sedimento duro Sedimentação do pigmento Não mexer a tinta Pintura manchada e fosca em alguns lugares Defeito uniforme pode ser ou não da tinta Defeito restrito à certas área não provocado pela tinta resultante da aplicação Alguns defeitos das tintas Diluição em demasia A tinta “chora” muito diluída Utilizar viscosímento Tinta muito grossa Camada espessa e de baixa aderência A tinta não seca e enruga Adicionar solvente Aplicar em mais demãos e na viscosidade correta Tinta pobre em cobertura Diluição excessiva Cores claras sobre cores escuras Pigmentos transparentes aplicar mais demãos Alguns defeitos das tintas A tinta encrespa ou enruga Aplicar demãos sempre finas e Sobre a tinta seca A tinta não seca Por falta de secante Absorção do secante pelo pigmento Pintura sobre óleos, graxas ou resinas não secativas Alguns defeitos das tintas Perda de brilho Absorção intensa do veículo da tinta pela superfícies (usar selador) Solvente inadequado Calcinação A radiação ultravioleta destrói o formador de filme Falta de adesão Superfície inadequada Pintura sobre óleos, graxas ou gorduras Pintura sobre um filme de tinta velho Lixar ou aplicar um solvente para amolecer o filme vitrificado Alguns defeitos das tintas Desenvolvimento de mofo Lugares úmidos, sombras, quentes e de arborescência intensa Usar tintas não susceptíveis ao mofo Gretamento e fendilhamento – causas: Veículo pouco elástico Pigmento que favorece o gretamento Azul de ultramar Aplicação de tinta de interior no exterior Aplicação de filme menos elástico sobre outro mais elástico Base úmida (madeira) Alguns defeitos das tintas Descascamento Fase seguinte ao gretamento Formação de bolhas Defeitos de aplicação provenientes de um gás ou líquido em evaporação Madeira úmida Ferrugem Retenção de líquido Retenção de ar Tintas – impacto ambiental image4.jpeg image5.png image6.png image7.svg image8.png image9.jpg image10.jpg image11.jpg image12.jpeg image13.jpeg image14.jpeg image15.jpeg image16.bin image17.jpeg image18.jpeg image19.png image20.png image21.png image22.png image23.png image24.jpg image25.jpeg image26.png image27.gif image28.png image29.png image30.png image31.png image32.png image33.png image34.jpeg image35.jpeg media1.mp4 image36.png image37.jpeg image38.jpeg image39.png image40.png image41.jpeg image43.png image42.jpg image3.jpeg image44.jpg image45.jpeg image46.jpeg image47.jpeg image48.jpeg image49.jpeg image50.jpg image51.png