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dIAGNÓSTICO iNTERVENÇÕES E Professora LAÍS NADAI A prática do psicólogo de excelênciaA prática do psicólogo de excelênciaA prática do psicólogo de excelência E-BOOK 02 diagnóstico O Diagnóstico é uma ferramenta muito importante no trabalho do psicólogo, pois ele auxilia na construção de um trabalho interventivo de qualidade, voltado para as demandas compartilhadas do cliente e também sua singularidade. diagnóstico É pelo diagnóstico que podemos compreender quais redes solicitar quando necessário, sejam elas familiares, de amizades ou mesmo interdisciplinares. diagnóstico “Trata-se de um suporte para o trabalho do terapeuta, para ajudar a compreender o cliente em sua totalidade e para aguçar a observação como terapeuta, ajudando a ver o melhor caminho a trilhar com este cliente específico (FRAZÃO, 2015) cuidados no diagnóstico É necessária uma grande investigação para irmos delimitando as características deste diagnóstico, com cuidados ainda maiores quando envolvem transtornos mais agravados. Precipitações No diagnóstico, precisamos abarcar a totalidade do ser, isso significa, prestar atenção a toda sua potência e suas dificuldades. Lembrando que no diagnóstico podem ser percebidos transtornos ou não. Adoecimento Não podemos esquecer que o cliente é muito mais que um sintoma e isso deve estar presente no diagnóstico. Visão reducionista Intervenção Em muitos casos o diagnóstico vai sugerir o curso de intervenção a ser seguido (JOYCE E SILLS, 2016). É pelo olhar diagnóstico que vamos conhecendo o cliente e consequentemente utilizando as ferramentas da psicologia e da abordagem terapêutica em nossa atuação com o cliente. Intervenção No processo interventivo nos colocamos disponível para o cliente, utilizando as ferramentas básicas da psicologia, principalmente as que envolvem a relação terapêutica, escuta qualificada e sem julgamento e abertura para que o outro se expresse em um ambiente seguro. Intervenção Assim, as considerações sobre a intervenção fazem parte de um plano de fundo que pode ser consultado pelo psicólogo e que precisará ser modificado constantemente de acordo com as mudanças do cliente (JOYCE E SILLS, 2016). Cuidados com a intervenção Existem muitos caminhos para auxiliar o cliente a experienciar situações que podem ajudar em seu desenvolvimento, o psicólogo deve ter conhecimento aprofundado das ferramentas que irá utilizar, sabendo como conduzir e os cuidados nesta condução. Conhecimento de Ferramentas Interventivas O tempo e a forma que acontecerá o processo interventivo dependerá da subjetividade do cliente e também do psicoterapeuta. Respeito Antes de qualquer técnica ou ferramenta, é fundamental que um bom vínculo seja criado com o cliente e que as qualidades da relação terapêutica estejam sempre presentes. A Relação Terapêutica deve ser a base Referências FRAZÃO, L. M., & FUKUMITSU, K. O. (2015). A CLÍNICA, A RELAÇÃO PSICOTERAPÊUTICA E O MANEJO EM GESTALT-TERAPIA. SÃO PAULO: SUMMUS. JOYCE, P. & SILLS, C. (2014). SKILLS IN GESTALT: COUNSELLING & PSYCHOTHERAPY. (THIRD EDITION). SKILLS IN PSYCHOTHERAPY & PSYCHOTHERAPY SERIES. CALIFORNIA: SAGE. Psicóloga clínica CRP 08/21107, Mestre em Psicologia pela Universidade Estadual de Maringá com ênfase em Existencialismo e Fenomenologia, Gestalt-terapeuta pela Escola Paranaense de Gestalt-terapia, atual Instituto Gestalt-parana, possui Formação Avançada em Gestalt-terapia, Especialista em Docência no Ensino Superior e Especialista em Ensino a Distância e Novas Tecnologias Educacionais. Possui treinamento em trabalho com crianças e adolescentes no modelo Violet Oaklander. É professora e supervisora Universitária na Unicesumar, além de coordenadora pedagógica do Instituto GestaltParana. LAÍS NADAI TAVARES ESSA OBRA NÃO DEVE SER REPRODUZIDA SEM CITAÇÃO, DEVIDO A LEI QUE PRESERVA OS DIREITOS AUTORAIS.