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BASTOS, Alice Beatriz B. Izique. A técnica de grupos-operativos à luz de Pichon-Rivière e Henri Wallon. Psicólogo inFormação, São Bernardo do Campo, ano 14, n. 14, p. 161-169, jan./dez. 2010.
	
Texto 1
	
ARAÚJO, J. H. Q.; JACÓ-VILELA, A. M. Grupo operativo com psicólogos do SUS: das armadilhas ao brincar. Psicologia: Ciência e Profissão, Brasília, v. 43, 2023.
	
Texto 2
Nome: João Victor Marinho 
RA: N714069
Data: 10/08/2025
O texto discorre sobre as contribuições de Pichon Reviére acerca da teoria, que norteia uma prática para com a psicologia social e grupos operativos, considerando comunidades formadas e desenvolvidas em dinâmicas sociais. O autor descreve a teoria de Wallon em diversos aspectos para compreender o funcionamento de grupos, envolvendo membros, dinâmicas, subjetividades, relações e outros.
O autor apresenta teorias sobre o papel que um grupo tem no desenvolvimento de um sujeito pertencente a ele, como explorado na personalidade de crianças que são inseridos em grupos e então passam a produzir/reproduzir pensamentos e comportamentos, desenvolvendo interpretações sobre o mundo e a comunidade. Para esta compreensão, o autor traz conceitos pautados, principalmente em Wallon, como as dinâmicas de identificação e diferenciação que acontecem dentro do grupo. Wallon apresenta essa dinâmica de convívio grupal em contextos diversos, como essencial para o processo de aprendizagem social do sujeito, pois instiga senso crítico, autonomia, desenvolvimento de personalidade e subjetividade. Levanta apontamentos sobre esse movimento e sua presença na vida de cada indivíduo desde a infância, isto é, na escola e em grupos diversos em toda a vida.
Considerando a teoria de Wallon, o texto também articula Pichon e sua vivência com grupos operativos em hospitais, sinalizando que o trabalhar grupal incentivou aproveitamento e comprometimento de pacientes com os cuidados necessários para a saúde a partir de convivência e identificação com indivíduos que se mostravam engajados nesses cuidados, motivando e integrando os pacientes pouco comprometidos.
Os estudos de Pichon também levantam conceitos como o vínculo tripessoal dentro das relações, ilustrada pelo texto como relacionamentos em formato de triangulo, diferenciando da idéia de bilateralidade entre duas pessoas e sim, a presença de um personagem que compõe essa relação, isto é, figuras internalizadas de partes individuais que são externalizadas durante as interações sociais e a criação de vínculo. O texto sugere a importância desse saber para trabalhar com grupos, pois realça a subjetividade enquanto aspecto ligado a história e realidade de cada um, que se apresentará nas interações mediante ao fortalecimento do vínculo, entendendo-o como uma ferramenta direcional para a ação social que ocorre entre o grupo.
O texto 2 traz informações sobre o trabalhar realizado em contribuição com psicólogos que atendem no SUS sobre a prática de grupos operativos, visando refletir sobre seu funcionamento e ferramentas de facilitação para a resolução de demandas neste contexto, elaborando grupos entre profissionais para debates acerca dos pensamentos em relação a prática, em que, é evidenciado pelo texto, bom desempenho na criação de vínculo e na autonomia dos membros ao serem inseridos a um tratamento que rompe com a individualização fundamentada na clínica tradicional, ensinada nas áreas da saúde.

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