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Encefalopatia crônica não progressiva Paralisia Cerebral •A encefalopatia ou paralisia cerebral: •Grupo de desordens permanentes do desenvolvimento do movimento e postura •Distúrbio não progressivo que ocorre durante o desenvolvimento do cérebro fetal ou infantil •Podendo ocorrer limitações no perfil de funcionalidade da pessoa, que podem ser acompanhadas de distúrbios sensoriais, perceptivos, cognitivos, de comunicação e comportamental, por epilepsia e por problemas musculoesqueléticos secundários. •Normalmente vem acompanhada de •Problemas musculoesqueléticos secundários, •Contraturas musculares e tendíneas, •Rigidez articular, •Deslocamento de quadril, •Deformidade na coluna podem se desenvolver ao longo da vida e estão relacionados ao crescimento físico, à espasticidade muscular, entre outros. (ROSENBAUM et al., 2007) •Dentre as principais sequelas, destaca-se: ¼ das crianças com PC não consegue falar; ¼ não conseguem andar; ½ tem deficiência intelectual; ¼ tem epilepsia. •(M.S. 2020) • Etiologia Infecções Traumas A etiologia da PC envolve diversos fatores; Fatores pré-natais: Infecções congênitas (rubéola, toxoplasmose, sífilis) Oxigenação insuficiente; Fatores pós-natais Fatores perinatais Anóxia neonatal Eclampsia •Sinais clínicos Envolvem alterações de tônus e presença de movimentos atípicos e a distribuição topográfica do comprometimento. A severidade de comprometimentos da PC está associada de às limitações das atividades e a presença comorbidades •BAX et al., 2005) •Epidemiologia Estima-se que a incidência da PC no Brasil, seja de 7 casos para cada 1000 nascidos vivos; 2.904.027 nascidos vivos em 2013 Aproximadamente 20,3 mil crianças com PC no ano de 2013 •Fatores de risco mais comuns Baixa idade gestacional; Baixo peso ao nascer; Asfixia perinatal; Hemorragia intraventricular grave; Isquemia cerebral; Lesão da substância cinzenta profunda •Atenção à Saúde da Pessoa com PC TRATAMENTO: Diagnóstico precoce; Estimulação precoce – Plasticidade; Reabilitação física; Órteses, próteses e meios auxiliares para locomoção •Definição e Caracterização: acordo com o tônus muscular) Classificação Fisiológica (de •Paralisia Cerebral Espástica (75%) Quando há uma desordem no movimento voluntário, o que faz com que todo o corpo participe de um movimento que, normalmente, envolveria apenas uma parte do corpo. Pode agravar-se conforme o estado emocional. Tônus muscular muito alto (tenso) •Paralisia Cerebral Espástica O dano ocorre no trato piramidal, ou seja, na via eferente. Observa-se que o tônus muscular é aumentado, os músculos encontram-se mais tensos e os reflexos tendinosos são exacerbados •Paralisia Cerebral Espástica Os quadros de tetraplegia espástica estão relacionados a problemas mais difusos e graves no tecido cerebral (infecções, hipóxia e traumas), ou ainda com má formações cerebrais graves São os mais frequentes entre as espásticas •Paralisia Cerebral Espástica São frequentemente acometidos por infecções, principalmente nos pulmões e vias aéreas superiores. A evolução segue para as atrofias musculares do tecido subcutâneo e esquelético, levando ainda a comprometimento de centros vegetativos do cerebro, responsáveis pelo trofismo •Paralisia Cerebral Espástica Quando a lesão está localizada em uma área mais próxima dos ventrículos, a PC apresenta como forma clínica a Diplegia espástica, tendo envolvimento dos membros inferiores maior do que dos membros superiores •Paralisia Cerebral Espástica Diplegia espástica em grande maioria está relacionada com prematuridade A região periventricular é extremamente vascularizada; Bebês prematuros estão mais suscetíveis a hemorragias nesta região •Paralisia Cerebral Espástica Esta forma é menos grave do que a tetraplegia e a grande maioria das crianças adquire marcha independente antes dos oito anos de idade. •Paralisia Cerebral Espástica Nas hemiplegias espásticas, as causas mais frequentes estão relacionadas à malformação cerebral, acidentes vasculares ocorridos ainda na vida intrauterina e traumatismos cranioencefálicos •Paralisia Cerebral Espástica Pacientes com este acometimento possuem melhor prognóstico motor e adquirem marcha independente; Apresentam deformidades articulares devido ao não crescimento normal dos músculos: •Paralisia Espástica Cerebral Padrão flexor e rotação interna dos quadris, flexão dos joelhos e o pé equino são deformidades mais comuns às crianças que adquirem a marcha. •Paralisia Atetótica ou Discinética (cerca de 17%) Reflexo que causa um movimento involuntário do corpo, até mesmo quando em repouso. Tônus muscular variante (às vezes mais alto – às vezes mais baixo) •Paralisia Atetótica Discinética ou A lesão se localiza nas regiões que regulam o tônus muscular, ou seja, no trato extrapiramidal; •Paralisia Atetótica ou Discinética •A criança com PC tipo atetótica ou discinética apresenta movimentos intermitentes de torção devido à contração simultânea da musculatura agonista e antagonista, muitas vezes acometendo somente um lado do corpo •Paralisia Atetótica ou Discinética •Os movimentos involuntários podem ser leves ou acentuados e são raramente observados durante o primeiro ano de vida. •Nas formas graves, antes desta idade a criança apresenta hipotonia ( tônus muscular diminuído) e o desenvolvimento motor é bastante atrasado. •Paralisia Atáxica Distúrbio motor que causa problemas na postura e na coordenação motora, causando dificuldades no equilíbrio e na percepção tátil; Apresenta tônus muscular baixo e dificuldade de coordenação de movimentos; Mais rara •Paralisia Atáxica Está relacionada com lesões cerebelares ou das vias cerebelares; Função do cerebelo: Controlar os a coordenação dos movimentos e equilíbrio •Paralisia Atáxica Em lesões muito extensas, o atraso do desenvolvimento motor é importante e é possível que a criança nunca seja capaz de andar sem apoio; Devido ser uma lesão extrapiramidal de PC, durante o primeiro ano de vida, a alteração observada é a hipotonia •Paralisia Atáxica Possui como alteração mais frequentemente a ataxia associada a sinais piramidais (tônus muscular aumentado e reflexos tendinosos exacerbados); Raramente apresenta como sequela na PC apenas ataxia •Classificação topográfica • Hemiplegia/hemiparesia •Acometimento de um lado do corpo • Monoplegia/monoparesia •Acometimento de um único membro • Paraplegia/paraparesia •Acometimento do tronco e membros inferiores •Diplegia/diparesia •Membros inferiores mais afetados que os superiores •Dupla hemiplegia/dupla hemiparesia •Quatro membros afetados, um lado mais comprometido •Quadriplegia(tetraplegia) / Quadriparesia (tetraparesia) •Quatro membros afetados de forma semelhante Encefalopatia crônica não progressiva Paralisia Cerebral movimento e postura •Normalmente vem acompanhada de •Problemas musculoesqueléticos secundários, •Contraturas musculares e tendíneas, •Rigidez articular, •Deslocamento de quadril, •Deformidade na coluna podem se desenvolver ao longo da vida e estão relacionados ao crescimento físico, à espasticidade muscular, entre outros. •Dentre as principais sequelas, destaca-se: ¼ das crianças com PC não consegue falar; ¼ não conseguem andar; ½ tem deficiência intelectual; ¼ tem epilepsia. • Etiologia Fatores pós-natais Fatores perinatais Anóxia neonatal Eclampsia •Sinais clínicos comorbidades Envolvem alterações de tônus e presença de movimentos atípicos e a distribuição topográfica do comprometimento. A severidade de comprometimentos da PC está associada de às limitações das atividades presença •Epidemiologia •Fatores de risco mais comuns •Atenção à Saúde da Pessoa com PC •Definição e Caracterização: •Paralisia Cerebral Espástica (75%) •Paralisia Cerebral Espástica •Paralisia Cerebral Espástica •Paralisia Cerebral Espástica •Paralisia Cerebral Espástica •Paralisia Cerebral Espástica •ParalisiaCerebral Espástica •Paralisia Cerebral Espástica •Paralisia Cerebral Espástica •Paralisia Espástica Cerebral •Paralisia Atetótica ou Discinética (cerca de 17%) •Paralisia Atetótica Discinética ou •Paralisia Atetótica ou Discinética •Paralisia Atetótica ou Discinética •Paralisia Atáxica •Paralisia Atáxica •Paralisia Atáxica Devido ser uma lesão extrapiramidal de PC, durante o primeiro ano de vida, a alteração observada é a hipotonia •Paralisia Atáxica Raramente apresenta como sequela na PC apenas ataxia •Classificação topográfica •Diplegia/diparesia •Membros inferiores mais afetados que os superiores •Quadriplegia(tetraplegia) / Quadriparesia (tetraparesia) •Quatro membros afetados de forma semelhante •Dupla hemiplegia/dupla hemiparesia •Quatro membros afetados, um lado mais comprometido