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Malas pedagógicas: como elas fortalecem laços entre aluno, família e escola - Veja exemplos dessa prática que trabalha afetividade, motivação, leitura e até matemática. Com certeza você conhece ou pelo menos já ouviu falar, em sua escola, da tal “Mala Viajante”. Para quem ainda não conhece, a Mala Viajante é uma prática pedagógica, que geralmente faz parte de um projeto desenvolvido em sala de aula, onde os alunos levam para casa uma pasta ou sacola, com uma tarefa escolar para realizar com o apoio e participação da família. A Mala Viajante mais comum nas escolas é a de leitura e a proposta é que as crianças levam para casa a Mala com um livro de literatura infantil para ler com sua família. Além da leitura por prazer, o aluno precisa fazer um registro, escrito e em desenho, em um caderno que também acompanha a mala, contando como foi o momento de leitura em família, onde o aluno e os pais dão sua opinião, falam sobre suas impressões sobre o livro, e as vezes também escrevem um breve resumo sobre a história, se recomenda o livro para outras crianças, entre outras coisas. Hoje em dia muitas creches também realizam essa prática, onde até os bebês tem sua própria Mala Viajante de Leitura, como a que eu contei em outro post aqui no blog. Mas essa prática pedagógica vem tomando outros rumos. Além dos projetos de incentivo à leitura, muitos professores a utilizam como instrumento potencializador na aprendizagem da Matemática, em malas que carregam diversos jogos matemáticos e outros elementos que exploram a disciplina como calculadora, instrumentos de medida, números móveis, etc. Mas não para por aí, conheço Malas Viajantes onde os alunos têm acesso à brinquedos como pião, bolinhas de gude, elástico, vai-e-vem, corda e muitos outros, todos para brincar em família. Em todas as propostas a ideia é explorar uma aprendizagem iniciada em sala de aula, geralmente como atividade de desenvolvimento de um projeto da turma ou escola, que necessariamente a família participa diretamente e se envolve, onde há sempre um relato escrito acompanhado de desenho ou uma fotografia do momento em família, que depois é compartilhado em sala, na devolutiva, com os colegas de classe. “Maleta Mágica” Estive na cidade de Assis (SP), para falar aos professores e gestores de algumas escolas sobre a alfabetização, Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e práticas pedagógicas. Lá conheci a professora de uma turma de 1º ano, alfabetização, Marcia Regina Escame Gimilani, da Escola Emeif. Professora Angélica Amorim Pereira, onde a Diretora é Adriane Gallo, ganhadora do Prêmio educador Nota 10 em 2017, no segmento Gestão Pedagógica. Marcia também adotou em sua prática pedagógica a Mala Viajante, que lá tem o nome de “Maleta Mágica” “A Maleta Mágica faz parte do Projeto ‘Motivando, Brincando e Aprendendo com Responsabilidade e Organização’ do 1º ano B. Este projeto visa trabalhar a afetividade, a motivação, o respeito e o estabelecimento de vínculos entre os pares, a professora e a família. A fim de atingir os objetivos mencionados é proposto um conjunto de ações como: o semáforo dos combinados, o pote das estrelinhas que são adquiridas durante as aulas por meio da participação do aluno nos desafios Matemáticos, de leitura e de escrita, e de respeito entre os pares, além da pasta itinerante”, explica Marcia. “Maleta Mágica” Estive na cidade de Assis (SP), para falar aos professores e gestores de algumas escolas sobre a alfabetização, Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e práticas pedagógicas. Lá conheci a professora de uma turma de 1º ano, alfabetização, Marcia Regina Escame Gimilani, da Escola Emeif. Professora Angélica Amorim Pereira, onde a Diretora é Adriane Gallo, ganhadora do Prêmio educador Nota 10 em 2017, no segmento Gestão Pedagógica. Marcia também adotou em sua prática pedagógica a Mala Viajante, que lá tem o nome de “Maleta Mágica” “A Maleta Mágica faz parte do Projeto ‘Motivando, Brincando e Aprendendo com Responsabilidade e Organização’ do 1º ano B. Este projeto visa trabalhar a afetividade, a motivação, o respeito e o estabelecimento de vínculos entre os pares, a professora e a família. A fim de atingir os objetivos mencionados é proposto um conjunto de ações como: o semáforo dos combinados, o pote das estrelinhas que são adquiridas durante as aulas por meio da participação do aluno nos desafios Matemáticos, de leitura e de escrita, e de respeito entre os pares, além da pasta itinerante”, explica Marcia. FONTE – SITE – NOVA ESCOLA//