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1 Expressão e Representação - Oficinas Educação do olhar Prof. Me. Adriana Zanon Theophilo Abertura e Contextualização Nesta aula vamos falar sobre: § O desenvolvimento da educação do olhar através da aplicação prática da escala tonal cromática e acromática e dos elementos de composição: contraste e proporção na criação de naturezas-mortas e paisagens. Abertura e Contextualização • Fonte:http://escolaproarte.com.br/wp-content/uploads/2015/08/desenho-arquitetonico-paisagismo-destaque.jpg "Desenhar significa tornar o pensamento visível" - Paul Klee Abertura e Contextualização § O desenho pode ser um excelente meio de comunicação e de entendimento entre as pessoas. § Os artistas plásticos, por exemplo, são grandes comunicadores, pois as suas representações (desenhos, pinturas, gravuras ou esculturas) não transmitem apenas o que vêem, mas também o que sentem ou o que imaginam. § As suas obras apelam à "leitura" do espectador, aos sentimentos, à cultura e ao entendimento da pessoa que a vê, não tendo uma interpretação única. Abertura e Contextualização § Nas artes plásticas, a expressividade é uma das caraterísticas fundamentais da obra de arte. O artista expressa-se com sensibilidade estética, manipulando materiais e técnicas e imprimindo nas suas obras um sentido e um significado. § O observador é tocado pela expressividade do artista, "lendo" o que está para além das formas, das cores e das texturas que nelas estão contidas. Conceitos Bloco 1: O Desenho e a relação do observador com o objeto 2 Desenho v Desenho = Linguagem v Técnica de representação v Meio de expressão v Ferramenta de organização de ideias, pensamentos, percepções. Desenho ht tp s: // ed is ci pl in as .u sp .b r/ pl ug in fil e. ph p/ 51 61 6 66 /m od _r es ou rc e/ co nt en t/ 1/ Au la % 20 1% 20 de se nh o% 20 na % 20 co nt em po ra ne id ad e. pd f Desenho Ø Funções do desenho no processo de um projeto: vpersuasão, vregistro do que existe, vregistro de ideias, vespeculação, vplanejamento, vconceito, vproposta final. Desenho https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/5161666/mod_resource/content/1/Aula%201%20desenho%20na%20contemporaneidade.pdf Desenho https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/5161666/mod_resource/content/1/Aula%201%20desenho%20na%20contemporaneidade.pdf Desenho https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/5161666/mod_resource/content/1/Aula%201%20desenho%20na%20contemporaneidade.pdf 3 Desenho https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/5161666/mod_resource/content/1/Aula%201%20desenho%20na%20contemporaneidade.pdf Desenho https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/5161666/mod_resource/content/1/Aula%201%20desenho%20na%20contemporaneidade.pdf Desenho Ø Desenho - percepção visual - imaginação - criação gráfica v Desenho de observação direta v Desenho de memória Desenho Ø O desenho de observação é uma forma de registrar o que observamos no momento, é um "pensamento" sobre o que se vê. Parecendo que se refere, apenas, à sua prática e habilidade, este depende da capacidade mental de entender e percepcionar o que se vê. Desenho v Natureza-morta v Paisagem • textura • volume • proporção • escala Paul Cézzane, Pablo Picasso, Pierre- Auguste Renoir, Vincent van Gogh, Édouard Manet, Georges Braque, Caravaggio, foram artistas que exploraram a estética da natureza morta em suas pinturas de forma sublime. Desenho v Natureza-morta • Still-leben/ objetos imóveis Fo nt e: . A ce ss o em : 8 ja n. 2 01 7. John Constable, Flores num jarro, cerca de 1830 4 Desenho STILL LIFE WITH FRUIT- PIERRE- AUGUSTE RENOIR- 1881 ht tp s:/ /l aa rt .a rt .b r/ bl og /n at ur ez a- m or ta / Desenho SUNFLOWERS – VINCENT VAN GOGH- 1888 ht tp s:/ /l aa rt .a rt .b r/ bl og /n at ur ez a- m or ta / Desenho THE BASKET OF APPLES – PAUL CÉZZANE – 1893 ht tp s:/ /l aa rt .a rt .b r/ bl og /n at ur ez a- m or ta / Desenho NATUREZA MORTA COM FLORES – DI CAVALCANTI – 1958 ht tp s:/ /l aa rt .a rt .b r/ bl og /n at ur ez a- m or ta / Desenho VASO DE FLORES – ALDEMIR MARTINS – 1985 ht tp s:/ /l aa rt .a rt .b r/ bl og /n at ur ez a- m or ta / Desenho • Paisagens marinhas ht tp s: // as se ts .s aa tc hi ar t.c om /s aa tc hi /7 99 22 1/ ar t/ 27 44 49 0/ 18 14 38 3- AW D AS G ZI -7 .jp g 5 Desenho • Paisagens terrestres ht tp :/ /g et dr aw in gs .c om /i m ag e/ pe nc il- dr aw in g- of -a -f or es t- 54 .jp g Desenho • Paisagens terra-água ht tp s: // im ag e. sh ut te rs to ck .c om /i m ag e- ve ct or /r iv er -m ou nt ai ns -s ke tc h- 26 0n w -7 34 86 95 55 .jp g Observador e objeto • Relação/ distância entre observador e objeto h tt p s: // im ag e s. u n sp la sh .c o m /p h o to -1 4 7 7 6 4 7 9 6 6 9 5 9- 5 a9 5 d 4 1 d 6 2 5 a? ix lib = rb - 0 .3 .5 & ix id = e yJ h cH B fa W Q iO jE yM D d 9 & s= 1 6 e 4 9 2 7 6 ce 2 cb 7 c4 d f4 a6 b 5 5 5 9 e b 9 3 b a& w = 1 0 0 0 & q = 8 0 Observador e objeto • Microvisão ht tp :/ /s hu tt er ta ct ic s. co m /w p- co nt en t/ up lo ad s/ 20 13 /1 0/ ka rl4 .jp g Observador e objeto • Macrovisão ht tp s: // i1 .w p. co m /w w w .fa nt as tic m ap s. co m /w p- co nt en t/ up lo ad s/ 20 15 /0 2/ ho w -to -d ra w -a - m ap -li ne -a rt .p ng Observador e objeto • Mesovisão Hubert Robert, Ditch at Place de la Concorde, segunda metade do século XVIII Fo nt e: . A ce ss o em : 8 ja n. 2 01 7. 6 Observador e objeto • Panorama https://i.ytimg.com/vi/IPYjAUTGSyo/maxresdefault.jpg Conceitos Bloco 2: Valores Tonais Valores tonais v A Cor: o é um dos elementos mais importantes da linguagem visual. o nos dá informações importantes sobre o mundo a nossa volta, do mesmo modo que nos propicia certos ambientes ou atmosferas. nos proporciona a sensação de beleza, influencia o nosso comportamento e transmite-nos sensações de calma ou inquietação, de alegria ou de tristeza, de esperança ou de desânimo. Valores tonais o Pela cor podemos percebermos a estações do ano, distinguimos produtos semelhantes, identificamos países, avançamos ou parámos no trânsito, expressamos emoções... https://sites.google.com/site/marlenecarvalhoevt/home/apoio-aneep/a-cor Valores tonais vValores tonais: Tom e Cor • Cor: fenômeno da luz e da percepção visual ht tp s: // w w w .m ia ti. co m .b r/ da /b lo g/ pe rc ep ca o -v is ua l- e- as - co re s/ ht m l/ as se ts /i m g/ co r- re fle tid a. jp g Valores tonais ht tp s:/ /p in tu ra di gi ta l.c om .b r/ a- im po rt an ci a- do s- va lo re s- to na is / Ø A importância dos valores tonais para nossa observação 7 Valores tonais ht tp s: // pi nt ur ad ig ita l.c om .b r/ a- im po rt an ci a- do s- va lo re s- to na is / Valores tonais v Cor: matiz, saturação, luminosidade (objetos) intensidade e brilho (fontes de luz) ht tp :/ /2 .b p. bl og sp ot .c om /_ t6 90 XX w - 0W c/ TK CV BZ rF JX I/ A A A A A A A A A N A /8 es pr I1 PR tI /s 40 0/ 31 - V al or +d a+ Co r+ ou +L um in os id ad e. jp g Valores tonais v Tom ou valor tonal • Relativa luminosidade ou ao brilho da cor ht tp :/ /i 11 1. ph ot ob uc ke t.c om /a lb um s/ n1 52 /c al eb so uz a/ cc .jp g Valores tonais https://fabindustria.com.br/wp-content/uploads/2020/11/WhatsApp-Image-2020-11-17-at-13.16.58-1.jpeg Valores tonais v Pigmentos acromáticos • branco, cinza, preto ht tp s: // ht tp 2. m ls ta tic .c om /p ap el -a de si vo -d e- pa re de -g eo m et ri co -a bs tr at o- to ns -c in za-3 m -D _N Q _N P_ 83 10 61 -M LB 26 42 83 08 34 3_ 11 20 17 -O .jp g Valores tonais v Escala tonal: • Valor tonal alto: valor tonal entre o cinza médio e o branco, chamado de tonalidade clara. • Valor tonal baixo: valor tonal entre o cinza médio e o preto, chamado de tonalidade escura. Fonte: FERREIRA JR, José Augusto. Oficinas de expressão e representação / José Augusto Ferreira Junior, Raul Teixeira Penteado Neto, Miguel Luiz Ambrizzi. Londrina : Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2017, p.27. 8 Valores tonais https://www.leticialampert.com.br/wp-content/uploads/2016/02/estudos-para-tons-de-cinza-3-leticia-lampert-1810x1280.jpg Escala tonal monocromática • Ponto Fonte: FERREIRA JR, José Augusto. Oficinas de expressão e representação / José Augusto Ferreira Junior, Raul Teixeira Penteado Neto, Miguel Luiz Ambrizzi. Londrina : Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2017, p.30. Escala tonal monocromática • Ponto https://st4.depositphotos.com/1002075/208 08/v/1600/depositphotos_208084126-stock- illustration-blocks-structure-background- black-white.jpg Fonte: . Acesso em: 8 jan. 2017. Escala tonal monocromática • Esfumado http://www.aulafacil.com/uploads/cursos/169/editor/1010121.es.jpg Fonte: FERREIRA JR, José Augusto. Oficinas de expressão e representação / José Augusto Ferreira Junior, Raul Teixeira Penteado Neto, Miguel Luiz Ambrizzi. Londrina : Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2017, p.32. Escala tonal monocromática • Esfumado https://img.etsystatic.com/il/4f3eec/754622849/il_570xN.754622849 _4uv6.jpg?version=0 http://1.bp.blogspot.com/- s0xtkSkVkFo/VXSTiUCgySI/AAAAAAAAgWs/ojNJIKcgGIg/s1600/charco al_sticks.jpg ht tp s: // i.p in im g. co m /2 36 x/ 25 /e f/ e9 /2 5e fe 92 fd 0d 21 03 e7 1c f a3 88 8a 33 b7 cd .jp g Resolução da SP Projeto de fachada e jardim 9 Resolução da SPSituação Problema q Seu cliente vai fazer a reforma da fachada da casa: q E também um projeto para o jardim: o Esboços da prévia do projeto; o Visão geral do conjunto da fachada; o Detalhes dos materiais a serem aplicados no projeto. o Representação das texturas e cores das folhagens e flores Resolução da SPVerossimilhança ht tp s: // m ym od er nm et .c om /w p/ w p- co nt en t/ up lo ad s/ 20 18 /0 5/ ar ch ite ct ur al -d et ai l-d ra w in gs -3 .jp g ht tp s: // im ag en s- re vi st a- pr o. vi va de co ra .c om .b r/ up lo ad s/ 20 17 /1 2/ cr oq ui -a rq ui te tu ra .jp g Resolução da SP ht tp s:/ /i .p in im g. co m /2 36 x/ c0 /1 3/ ef /c 01 3e f2 59 7e 05 3f 91 6d 3f 65 e2 e2 84 b1 c. jp g Resolução da SP https://www.edenbrothers.com/store/media/B ulbs-Flowers/resized/HOSH%20101-H2500- 2_medium.jpg Hosta http://www.boynegardencentre.ie/images/pr oducts/Acorus-gramineus-Ogon-2.jpg Acorus Hera-roxa http://www.plantasonya.com.br/wp- content/img/hera-roxa-2.j pg Resolução da SP http://flores.culturamix.com/blog/wp- content/gallery/curiosidades-sobre-a-margarida- 4/Curiosidades-Sobre-a-Margarida-12.jpg Margarida Vinca https://http2.mlstatic.com/sementes-de-vinca- victory-mix-D_NQ_NP_399601- MLB20382305654_082015-F.jpg Primavera http://www.mundodeflores.com/images/primave ras- flores.jpg?phpMyAdmin=9ea091c51a5aa3cf876fb 3cf0a5f7f3d Conceitos Bloco 3: Hachuras e Hachuras aplicadas 10 Hachuras v A Linha o é uma forma unidimensional porque só tem uma dimensão - o comprimento - e é infinita. o é a "marca" deixada por um ponto que se desloca numa direção qualquer e é por isso que ela está associada a ação e ao movimento. https://image.slidesharecdn.com/pontolinha-141027130304-conversion-gate01/95/teoria-de- desenho-ponto-e-linha-27-638.jpg?cb=1415950927 Hachuras v Tipos de linha • Longa, • curta, • larga, • estreita, • reta, • curva, • aberta, • fechada, • quebrada • ou mista. https://sites.google.com/site/marlenecarvalhoevt/home/apoio-aneep/a-linha Hachuras v Linha • ponto em movimento • elemento de força do gesto no desenho • demarca espaços, traça caminhos • registra um gesto numa superfície • delimita a forma • atribui dinamismo ao desenho ht tp s: // si te s. go og le .c om /s ite /m ar le ne ca rv al ho ev t/ ho m e/ ap oi o- an ee p/ a- lin ha Hachuras v Qualidades expressivas da linha: Técnica de hachura: • criação de tonalidades através do cruzamento ordenado de linhas • criar a sensação de volume e textura • linhas paralelas • linhas cruzadas ht tp s:/ /s ite s. go og le .c om /s ite /m ar le ne ca rv al ho ev t/ ho m e/ ap oi o- an ee p/ a- lin ha Hachuras http://2.bp.blogspot.com/_voc XIyK3Njk/TNoCWWkUCmI/AA AAAAAANFM/bXxQCT8zmWo/ s1600/hachura+1.jpg http://www.bigtimeattic.com/b log/uploaded_images/bta_cros shatch_gradient.jpg http://media.gettyimages.com/vectors/vecto r-collection-ink-hand-drawn-hatch-texture- vector-id536246439?s=170667a&w=1007 Hachuras http://www.zeichnen-lernen.net/bilder/01-zeichnen-grundlagen/05-schattieren-schraffieren-schummern/schraffur1.png 11 Hachuras https://media.istockphoto.com/vectors/hat ching-elements-set-vector-isolated-editable- compound-paths-vector- id933951896?k=6&m=933951896&s=612x61 2&w=0&h=15pCRmNQVh_vldad4hnDOOi91 BktRv1-jGtlHOrSK6o= Hachuras aplicadas Fonte: FERREIRA JR, José Augusto. Oficinas de expressão e representação / José Augusto Ferreira Junior, Raul Teixeira Penteado Neto, Miguel Luiz Ambrizzi. Londrina : Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2017, p.79. Hachuras aplicadas https://i.pinimg.com/originals/ff/5c/66/ff5c661f6eb68445dccd6baf7ecb3e63.jpg https://i.pinimg.com/170x/38/bb/fe/38bbfec3861e185270cd3f98d848b13f.jpg Hachuras aplicadas Fonte: Ching (2012, p. 43) • Hachuras paralelas Hachuras aplicadas https://laart.art.br/wp-content/uploads/2020/05/hachura-desenho-densidade.jpg ht tp s: // i.p in im g. co m /o rig in al s/ 4a /c e/ 55 /4 a ce 55 7d af 69 37 22 9b 69 9a e8 8c 7e e8 31 .jp g Hachuras aplicadas ht tp s: // i.p in im g. co m /o rig in al s/ fe /8 5/ c2 /f e8 5c 28 14 d6 5e ff 22 cf a9 0d 53 62 0b 81 6. jp g 12 Hachuras aplicadas https://i.pinimg.com/originals/00/c6/22/00c6222fe0e0090a8726c3ff938f6f0d.jpg Hachuras aplicadas • Hachuras cruzadas http://carlosdamascenodesenhos.com.br/wp- content/uploads/2021/03/Screenshot_20210304-145602-3-2-2-2-2-2-2-2.png Hachuras aplicadas Fo nt e: . A ce ss o em : 8 ja n. 2 01 7. Albrecht Dürer, Xilogravura, séc. XVI • Hachuras cruzadas Hachuras aplicadas Giovanni Battista Piranesi - Túmulo de Caecilia Metella, 1748 https://artsandculture.google.com/asset/tomb-of-caecilia-metella-called-capo-di-bove-ox-head-sepolcro-di-metela-detto-capo-di-bove/cgH9HJHHcAQqvg?hl=en Hachuras aplicadas Giovanni Battista Piranesi - Túmulo de Caecilia Metella, 1748 (detalhe) ht tp s: // ar ts an dc ul tu re .g oo gl e. co m /a ss et /t o m b- of -c ae ci lia -m et el la -c al le d- ca po -d i-b ov e- ox -h ea d- se po lc ro -d i-m et el a- de tt o- ca po -d i- bo ve /c gH 9H JH H cA Q qv g? hl =e n Hachuras aplicadas https://desenheirosofficial.files.wordpress.com/2013/07/sem-tc3adtulo-1.png ht tp :/ /z eb ux ito .c om /w p- co nt en t/ up lo ad s/ 20 20 /1 0/ 53 W rI. jp g 13 Conceitos Bloco 4: Contraste Contraste v Contraste • oposição ou diferença; • dois elementos com características opostas na mesma área ; • relação visual entre elementos e sua interação(cor, tom e textura); • dinâmica visual. Contraste v Harmonia v Equilíbrio v Monotonia v Tensão v Contraste = interesse visual https://media.istockphoto.c om/id/165032204/pt/vetori al/homem-no- escuro.jpg?s=612x612&w=0 &k=20&c=hy26- yUpqUoUjRnuFuo4POl8jg_II vv-KZZTfRzFCOw= Contraste ht tp s: // i.pin im g. co m /o rig in al s/ 30 /f 6/ 42 /3 0f 64 26 31 6d 72 10 f1 f2 34 47 84 76 b8 8c 3. jp g Contraste ht tp s: // i.p in im g. co m /o rig in al s/ 15 /f 2/ d0 /1 5f 2d 0b c5 c5 3d 85 54 2c 22 e7 85 40 c4 f3 2. jp g ht tp s:/ /w w w .fa ce bo ok .c om /a br a. ar te Contraste • Contraste simultâneo Fonte: FERREIRA JR, José Augusto. Oficinas de expressão e representação / José Augusto Ferreira Junior, Raul Teixeira Penteado Neto, Miguel Luiz Ambrizzi. Londrina : Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2017, p.52. 14 Contraste https://revospace.com.br/artigo/tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre-valores-tonais/ Contraste • Definição do contraste – Intensidade e direção da luz • Luz intensa = contrastes agressivos • Luz difusa = contrastes suaves https://imagenes.universia.net/gc/net/images/educacion/f/ fo/fot/foto-barroco-davi-com-a-cabeca-de-golias-de- caravaggio.PNG https://artsandculture.google.com/asset/young-girl- reading/JgFJCH9wxBktkg?hl=pt-PT Composição • Sequência tonal – do mais claro para o mais escuro http://1.bp.blogspot.com/-6cAXskRqb1w/VAYO7b8tzuI/AAAAAAAAAeQ/6I_uzBksQ5U/s1600/tonos.jpeg Composição • Tons médios Paul Cadden - One, lápis s/ papel ht tp s: // en cr yp te d- tb n0 .g st at ic .c om /i m ag es ?q =t bn :A N d9 G cR W _v O Cd g1 Im TI G pu bm R9 S4 sq iH H H Q L4 M 4t 34 A 12 _d jc 0q vf S2 X Composição Fo nt e: F ER RE IR A JR , J os é A ug us to . O fic in as d e ex pr es sã o e re pr es en ta çã o / Jo sé A ug us to F er re ir a Ju ni or , R au l T ei xe ir a Pe nt ea do N et o, M ig ue l L ui z A m br iz zi . Lo nd ri na : Ed ito ra e D is tr ib ui do ra E du ca ci on al S .A ., 20 17 , p .5 4. • Proporção - relações das partes individuais com outras partes ou com o todo Leonardo da Vinci - Homem Vitruviano, 1490 ht tp :/ /w w w .d es en ho on lin e. co m /s ite /w p- co nt en t/ up lo ad s/ H om em -V itr uv ia no -L eo na rd o- da -V in ci .jp g Composição • Escala - quando a proporção diz respeito ao tamanho, à medida padrão ou “norma”, para julgar a relação existente entre dois objetos. Fo nt e: F ER RE IR A JR , J os é A ug us to . O fic in as d e ex pr es sã o e re pr es en ta çã o / Jo sé A ug us to F er re ir a Ju ni or , R au l T ei xe ir a Pe nt ea do N et o, M ig ue l L ui z A m br iz zi . L on dr in a : E di to ra e D is tr ib ui do ra E du ca ci on al S .A ., 20 17 , p .5 6. 15 Composição https://www.archdaily.com.br/br/784336/a-escala-humana-no-desenho-de-arquitetura-do-modulor-a-desconstrucao-do-corpo Resolução da SP Alterações no projeto Resolução da SP q Seu cliente agora quer fazer um projeto para o jardim de inverno e ainda gostaria de fazer uma pequena alteração das proporções do muro e portão da fachada. Situação Problema Resolução da SP ht tp s: // i.p in im g. co m /o rig in al s/ 84 /b 5/ 23 /8 4b 52 30 a4 f1 0a 12 c 7e 78 ca 67 08 20 a6 6a .jp g Resolução da SP ht tp s: // im ag es .fi ne ar ta m er ic a. co m /i m ag es -m ed iu m -la rg e- 5/ fa m ily -g ar de n- m ar k- lu nd e. jp g Resolução da SP ht tp s: // im ag es .a ds tt c. co m /m ed ia /i m ag es /5 b2 9/ 39 a 9/ f1 97 /c cf 2/ e8 00 /0 09 e/ la rg e_ jp g/ Es tu % CC % 81 di o_ M RG B. jp g? 15 29 42 83 86 16 Resolução da SP ht tp s: // im ag es .a ds tt c. co m /m ed ia /i m ag es /5 31 9/ 14 3c /c 07 a/ 80 6c /d 90 0/ 01 58 /l ar ge _j pg /K ill ia n_ pe rs pe ct iv e. jp g? 13 94 15 24 96 FECHAMENTO Fechamento Nesta aula falamos sobre: § Natureza-morta e paisagem; § Escala tonal; § Escala tonal acromática; § Elementos de composição: contraste e proporção. Fechamento https://www.dpsdesign.org/assets/uploads/blog/_650x330_crop_center-center_90/architectural-sketch-1.jpg