Logo Passei Direto
Buscar
Material
details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

1
Expressão e 
Representação - Oficinas
Educação do olhar
Prof. Me. Adriana Zanon Theophilo
Abertura e Contextualização
Nesta aula vamos falar sobre:
§ O desenvolvimento da educação do olhar
através da aplicação prática da escala tonal
cromática e acromática e dos elementos de
composição: contraste e proporção na
criação de naturezas-mortas e paisagens.
Abertura e Contextualização
• Fonte:http://escolaproarte.com.br/wp-content/uploads/2015/08/desenho-arquitetonico-paisagismo-destaque.jpg
"Desenhar significa
tornar o pensamento
visível" - Paul Klee
Abertura e Contextualização
§ O desenho pode ser um excelente meio de
comunicação e de entendimento entre as pessoas.
§ Os artistas plásticos, por exemplo, são grandes
comunicadores, pois as suas representações
(desenhos, pinturas, gravuras ou esculturas)
não transmitem apenas o que vêem, mas também o
que sentem ou o que imaginam.
§ As suas obras apelam à "leitura" do espectador, aos
sentimentos, à cultura e ao entendimento da pessoa
que a vê, não tendo uma interpretação única.
Abertura e Contextualização
§ Nas artes plásticas, a expressividade é uma das
caraterísticas fundamentais da obra de arte. O artista
expressa-se com sensibilidade estética, manipulando
materiais e técnicas e imprimindo nas suas obras um
sentido e um significado.
§ O observador é tocado pela expressividade do artista,
"lendo" o que está para além das formas, das cores e
das texturas que nelas estão contidas.
Conceitos
Bloco 1:
O Desenho e a relação do 
observador com o objeto
2
Desenho
v Desenho = Linguagem
v Técnica de representação
v Meio de expressão
v Ferramenta de organização de ideias, 
pensamentos, percepções.
Desenho
ht
tp
s:
//
ed
is
ci
pl
in
as
.u
sp
.b
r/
pl
ug
in
fil
e.
ph
p/
51
61
6
66
/m
od
_r
es
ou
rc
e/
co
nt
en
t/
1/
Au
la
%
20
1%
20
de
se
nh
o%
20
na
%
20
co
nt
em
po
ra
ne
id
ad
e.
pd
f
Desenho
Ø Funções do desenho no processo de um projeto:
vpersuasão, 
vregistro do que existe, 
vregistro de ideias, 
vespeculação,
vplanejamento, 
vconceito, 
vproposta final.
Desenho
https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/5161666/mod_resource/content/1/Aula%201%20desenho%20na%20contemporaneidade.pdf
Desenho
https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/5161666/mod_resource/content/1/Aula%201%20desenho%20na%20contemporaneidade.pdf
Desenho
https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/5161666/mod_resource/content/1/Aula%201%20desenho%20na%20contemporaneidade.pdf
3
Desenho
https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/5161666/mod_resource/content/1/Aula%201%20desenho%20na%20contemporaneidade.pdf
Desenho
https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/5161666/mod_resource/content/1/Aula%201%20desenho%20na%20contemporaneidade.pdf
Desenho
Ø Desenho - percepção visual - imaginação - criação 
gráfica
v Desenho de observação direta 
v Desenho de memória 
Desenho
Ø O desenho de observação é uma forma de
registrar o que observamos no momento, é
um "pensamento" sobre o que se vê.
Parecendo que se refere, apenas, à sua
prática e habilidade, este depende da
capacidade mental de entender e
percepcionar o que se vê.
Desenho
v Natureza-morta
v Paisagem
• textura
• volume 
• proporção
• escala
Paul Cézzane, Pablo Picasso, Pierre-
Auguste Renoir, Vincent van Gogh,
Édouard Manet, Georges Braque,
Caravaggio, foram artistas que
exploraram a estética da natureza
morta em suas pinturas de forma
sublime.
Desenho
v Natureza-morta
• Still-leben/ 
objetos imóveis
Fo
nt
e:
 .
A
ce
ss
o 
em
: 8
 ja
n.
 2
01
7.
John Constable, Flores 
num jarro, cerca de 
1830
4
Desenho
STILL LIFE WITH 
FRUIT- PIERRE-
AUGUSTE RENOIR-
1881
ht
tp
s:/
/l
aa
rt
.a
rt
.b
r/
bl
og
/n
at
ur
ez
a-
m
or
ta
/
Desenho
SUNFLOWERS –
VINCENT VAN GOGH-
1888
ht
tp
s:/
/l
aa
rt
.a
rt
.b
r/
bl
og
/n
at
ur
ez
a-
m
or
ta
/
Desenho
THE BASKET OF 
APPLES – PAUL 
CÉZZANE – 1893
ht
tp
s:/
/l
aa
rt
.a
rt
.b
r/
bl
og
/n
at
ur
ez
a-
m
or
ta
/
Desenho
NATUREZA MORTA 
COM FLORES – DI 
CAVALCANTI – 1958
ht
tp
s:/
/l
aa
rt
.a
rt
.b
r/
bl
og
/n
at
ur
ez
a-
m
or
ta
/
Desenho
VASO DE FLORES –
ALDEMIR MARTINS –
1985
ht
tp
s:/
/l
aa
rt
.a
rt
.b
r/
bl
og
/n
at
ur
ez
a-
m
or
ta
/
Desenho
• Paisagens marinhas
ht
tp
s:
//
as
se
ts
.s
aa
tc
hi
ar
t.c
om
/s
aa
tc
hi
/7
99
22
1/
ar
t/
27
44
49
0/
18
14
38
3-
AW
D
AS
G
ZI
-7
.jp
g
5
Desenho
• Paisagens terrestres
ht
tp
:/
/g
et
dr
aw
in
gs
.c
om
/i
m
ag
e/
pe
nc
il-
dr
aw
in
g-
of
-a
-f
or
es
t-
54
.jp
g
Desenho
• Paisagens terra-água
ht
tp
s:
//
im
ag
e.
sh
ut
te
rs
to
ck
.c
om
/i
m
ag
e-
ve
ct
or
/r
iv
er
-m
ou
nt
ai
ns
-s
ke
tc
h-
26
0n
w
-7
34
86
95
55
.jp
g
Observador e objeto
• Relação/ distância entre observador e objeto
h
tt
p
s:
//
im
ag
e
s.
u
n
sp
la
sh
.c
o
m
/p
h
o
to
-1
4
7
7
6
4
7
9
6
6
9
5
9-
5
a9
5
d
4
1
d
6
2
5
a?
ix
lib
=
rb
-
0
.3
.5
&
ix
id
=
e
yJ
h
cH
B
fa
W
Q
iO
jE
yM
D
d
9
&
s=
1
6
e
4
9
2
7
6
ce
2
cb
7
c4
d
f4
a6
b
5
5
5
9
e
b
9
3
b
a&
w
=
1
0
0
0
&
q
=
8
0
Observador e objeto
• Microvisão
ht
tp
:/
/s
hu
tt
er
ta
ct
ic
s.
co
m
/w
p-
co
nt
en
t/
up
lo
ad
s/
20
13
/1
0/
ka
rl4
.jp
g
Observador e objeto
• Macrovisão
ht
tp
s:
//
i1
.w
p.
co
m
/w
w
w
.fa
nt
as
tic
m
ap
s.
co
m
/w
p-
co
nt
en
t/
up
lo
ad
s/
20
15
/0
2/
ho
w
-to
-d
ra
w
-a
-
m
ap
-li
ne
-a
rt
.p
ng
Observador e objeto
• Mesovisão
Hubert Robert, Ditch at Place
de la Concorde, segunda 
metade do século XVIII
Fo
nt
e:
 
. A
ce
ss
o 
em
: 8
 ja
n.
 2
01
7.
6
Observador e objeto
• Panorama 
https://i.ytimg.com/vi/IPYjAUTGSyo/maxresdefault.jpg
Conceitos
Bloco 2:
Valores Tonais
Valores tonais
v A Cor:
o é um dos elementos mais importantes da linguagem
visual.
o nos dá informações importantes sobre o mundo a
nossa volta, do mesmo modo que nos propicia certos
ambientes ou atmosferas.
nos proporciona a sensação de beleza, influencia o
nosso comportamento e transmite-nos sensações de
calma ou inquietação, de alegria ou de tristeza, de
esperança ou de desânimo.
Valores tonais
o Pela cor podemos percebermos a estações do ano,
distinguimos produtos semelhantes, identificamos
países, avançamos ou parámos no trânsito,
expressamos emoções...
https://sites.google.com/site/marlenecarvalhoevt/home/apoio-aneep/a-cor
Valores tonais
vValores tonais: Tom e Cor
• Cor: fenômeno da luz e da percepção visual 
ht
tp
s:
//
w
w
w
.m
ia
ti.
co
m
.b
r/
da
/b
lo
g/
pe
rc
ep
ca
o
-v
is
ua
l-
e-
as
-
co
re
s/
ht
m
l/
as
se
ts
/i
m
g/
co
r-
re
fle
tid
a.
jp
g
Valores tonais
ht
tp
s:/
/p
in
tu
ra
di
gi
ta
l.c
om
.b
r/
a-
im
po
rt
an
ci
a-
do
s-
va
lo
re
s-
to
na
is
/
Ø A importância dos valores tonais para nossa observação
7
Valores tonais
ht
tp
s:
//
pi
nt
ur
ad
ig
ita
l.c
om
.b
r/
a-
im
po
rt
an
ci
a-
do
s-
va
lo
re
s-
to
na
is
/
Valores tonais
v Cor: matiz, saturação, luminosidade (objetos) 
intensidade e brilho (fontes de luz)
ht
tp
:/
/2
.b
p.
bl
og
sp
ot
.c
om
/_
t6
90
XX
w
-
0W
c/
TK
CV
BZ
rF
JX
I/
A
A
A
A
A
A
A
A
A
N
A
/8
es
pr
I1
PR
tI
/s
40
0/
31
-
V
al
or
+d
a+
Co
r+
ou
+L
um
in
os
id
ad
e.
jp
g
Valores tonais
v Tom ou valor tonal 
• Relativa luminosidade ou ao brilho da cor
ht
tp
:/
/i
11
1.
ph
ot
ob
uc
ke
t.c
om
/a
lb
um
s/
n1
52
/c
al
eb
so
uz
a/
cc
.jp
g
Valores tonais
https://fabindustria.com.br/wp-content/uploads/2020/11/WhatsApp-Image-2020-11-17-at-13.16.58-1.jpeg
Valores tonais
v Pigmentos acromáticos
• branco, cinza, preto
ht
tp
s:
//
ht
tp
2.
m
ls
ta
tic
.c
om
/p
ap
el
-a
de
si
vo
-d
e-
pa
re
de
-g
eo
m
et
ri
co
-a
bs
tr
at
o-
to
ns
-c
in
za-3
m
-D
_N
Q
_N
P_
83
10
61
-M
LB
26
42
83
08
34
3_
11
20
17
-O
.jp
g
Valores tonais
v Escala tonal:
• Valor tonal alto: valor tonal entre o cinza médio e o
branco, chamado de tonalidade clara.
• Valor tonal baixo: valor tonal entre o cinza médio e o
preto, chamado de tonalidade escura.
Fonte: FERREIRA JR, José Augusto. Oficinas de expressão e representação / José Augusto Ferreira Junior, Raul Teixeira Penteado Neto, Miguel Luiz Ambrizzi. 
Londrina : Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2017, p.27.
8
Valores tonais
https://www.leticialampert.com.br/wp-content/uploads/2016/02/estudos-para-tons-de-cinza-3-leticia-lampert-1810x1280.jpg
Escala tonal monocromática
• Ponto
Fonte: FERREIRA JR, José Augusto. Oficinas de expressão e representação / José Augusto Ferreira Junior, Raul Teixeira Penteado Neto, Miguel Luiz Ambrizzi. Londrina : Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2017, 
p.30.
Escala tonal monocromática
• Ponto
https://st4.depositphotos.com/1002075/208
08/v/1600/depositphotos_208084126-stock-
illustration-blocks-structure-background-
black-white.jpg
Fonte: 
. 
Acesso em: 8 jan. 2017.
Escala tonal monocromática
• Esfumado
http://www.aulafacil.com/uploads/cursos/169/editor/1010121.es.jpg
Fonte: FERREIRA JR, José Augusto. 
Oficinas de expressão e 
representação / José Augusto 
Ferreira Junior, Raul Teixeira 
Penteado Neto, Miguel Luiz 
Ambrizzi. Londrina : Editora e 
Distribuidora Educacional S.A., 
2017, p.32.
Escala tonal monocromática
• Esfumado
https://img.etsystatic.com/il/4f3eec/754622849/il_570xN.754622849
_4uv6.jpg?version=0
http://1.bp.blogspot.com/-
s0xtkSkVkFo/VXSTiUCgySI/AAAAAAAAgWs/ojNJIKcgGIg/s1600/charco
al_sticks.jpg
ht
tp
s:
//
i.p
in
im
g.
co
m
/2
36
x/
25
/e
f/
e9
/2
5e
fe
92
fd
0d
21
03
e7
1c
f
a3
88
8a
33
b7
cd
.jp
g
Resolução da SP
Projeto de fachada e 
jardim
9
Resolução da SPSituação Problema
q Seu cliente vai fazer a reforma da fachada da casa:
q E também um projeto para o jardim:
o Esboços da prévia do projeto;
o Visão geral do conjunto da fachada;
o Detalhes dos materiais a serem aplicados no projeto.
o Representação das texturas e cores das folhagens e flores
Resolução da SPVerossimilhança
ht
tp
s:
//
m
ym
od
er
nm
et
.c
om
/w
p/
w
p-
co
nt
en
t/
up
lo
ad
s/
20
18
/0
5/
ar
ch
ite
ct
ur
al
-d
et
ai
l-d
ra
w
in
gs
-3
.jp
g
ht
tp
s:
//
im
ag
en
s-
re
vi
st
a-
pr
o.
vi
va
de
co
ra
.c
om
.b
r/
up
lo
ad
s/
20
17
/1
2/
cr
oq
ui
-a
rq
ui
te
tu
ra
.jp
g
Resolução da SP
ht
tp
s:/
/i
.p
in
im
g.
co
m
/2
36
x/
c0
/1
3/
ef
/c
01
3e
f2
59
7e
05
3f
91
6d
3f
65
e2
e2
84
b1
c.
jp
g
Resolução da SP
https://www.edenbrothers.com/store/media/B
ulbs-Flowers/resized/HOSH%20101-H2500-
2_medium.jpg
Hosta
http://www.boynegardencentre.ie/images/pr
oducts/Acorus-gramineus-Ogon-2.jpg
Acorus
Hera-roxa
http://www.plantasonya.com.br/wp-
content/img/hera-roxa-2.j pg
Resolução da SP
http://flores.culturamix.com/blog/wp-
content/gallery/curiosidades-sobre-a-margarida-
4/Curiosidades-Sobre-a-Margarida-12.jpg
Margarida
Vinca
https://http2.mlstatic.com/sementes-de-vinca-
victory-mix-D_NQ_NP_399601-
MLB20382305654_082015-F.jpg
Primavera
http://www.mundodeflores.com/images/primave
ras-
flores.jpg?phpMyAdmin=9ea091c51a5aa3cf876fb
3cf0a5f7f3d
Conceitos
Bloco 3:
Hachuras e Hachuras 
aplicadas
10
Hachuras
v A Linha
o é uma forma unidimensional porque só tem uma
dimensão - o comprimento - e é infinita.
o é a "marca" deixada por um ponto que se desloca
numa direção qualquer e é por isso que ela está
associada a ação e ao movimento.
https://image.slidesharecdn.com/pontolinha-141027130304-conversion-gate01/95/teoria-de-
desenho-ponto-e-linha-27-638.jpg?cb=1415950927
Hachuras
v Tipos de linha
• Longa, 
• curta, 
• larga, 
• estreita, 
• reta, 
• curva, 
• aberta, 
• fechada, 
• quebrada 
• ou mista.
https://sites.google.com/site/marlenecarvalhoevt/home/apoio-aneep/a-linha
Hachuras
v Linha 
• ponto em movimento
• elemento de força do gesto no 
desenho 
• demarca espaços, traça 
caminhos 
• registra um gesto numa 
superfície
• delimita a forma 
• atribui dinamismo ao desenho
ht
tp
s:
//
si
te
s.
go
og
le
.c
om
/s
ite
/m
ar
le
ne
ca
rv
al
ho
ev
t/
ho
m
e/
ap
oi
o-
an
ee
p/
a-
lin
ha
Hachuras
v Qualidades expressivas da linha: 
Técnica de hachura:
• criação de tonalidades através do 
cruzamento ordenado de linhas 
• criar a sensação de volume e textura
• linhas paralelas 
• linhas cruzadas
ht
tp
s:/
/s
ite
s.
go
og
le
.c
om
/s
ite
/m
ar
le
ne
ca
rv
al
ho
ev
t/
ho
m
e/
ap
oi
o-
an
ee
p/
a-
lin
ha
Hachuras
http://2.bp.blogspot.com/_voc
XIyK3Njk/TNoCWWkUCmI/AA
AAAAAANFM/bXxQCT8zmWo/
s1600/hachura+1.jpg
http://www.bigtimeattic.com/b
log/uploaded_images/bta_cros
shatch_gradient.jpg
http://media.gettyimages.com/vectors/vecto
r-collection-ink-hand-drawn-hatch-texture-
vector-id536246439?s=170667a&w=1007
Hachuras
http://www.zeichnen-lernen.net/bilder/01-zeichnen-grundlagen/05-schattieren-schraffieren-schummern/schraffur1.png
11
Hachuras
https://media.istockphoto.com/vectors/hat
ching-elements-set-vector-isolated-editable-
compound-paths-vector-
id933951896?k=6&m=933951896&s=612x61
2&w=0&h=15pCRmNQVh_vldad4hnDOOi91
BktRv1-jGtlHOrSK6o=
Hachuras aplicadas
Fonte: FERREIRA JR, José Augusto. 
Oficinas de expressão e 
representação / José Augusto 
Ferreira Junior, Raul Teixeira 
Penteado Neto, Miguel Luiz 
Ambrizzi. Londrina : Editora e 
Distribuidora Educacional S.A., 2017, 
p.79.
Hachuras aplicadas
https://i.pinimg.com/originals/ff/5c/66/ff5c661f6eb68445dccd6baf7ecb3e63.jpg https://i.pinimg.com/170x/38/bb/fe/38bbfec3861e185270cd3f98d848b13f.jpg
Hachuras aplicadas
Fonte: Ching (2012, p. 43)
• Hachuras paralelas
Hachuras aplicadas
https://laart.art.br/wp-content/uploads/2020/05/hachura-desenho-densidade.jpg
ht
tp
s:
//
i.p
in
im
g.
co
m
/o
rig
in
al
s/
4a
/c
e/
55
/4
a
ce
55
7d
af
69
37
22
9b
69
9a
e8
8c
7e
e8
31
.jp
g
Hachuras aplicadas
ht
tp
s:
//
i.p
in
im
g.
co
m
/o
rig
in
al
s/
fe
/8
5/
c2
/f
e8
5c
28
14
d6
5e
ff
22
cf
a9
0d
53
62
0b
81
6.
jp
g
12
Hachuras aplicadas
https://i.pinimg.com/originals/00/c6/22/00c6222fe0e0090a8726c3ff938f6f0d.jpg
Hachuras aplicadas
• Hachuras cruzadas
http://carlosdamascenodesenhos.com.br/wp-
content/uploads/2021/03/Screenshot_20210304-145602-3-2-2-2-2-2-2-2.png
Hachuras aplicadas
Fo
nt
e:
 
. A
ce
ss
o 
em
: 8
 ja
n.
 2
01
7.
Albrecht Dürer, 
Xilogravura, séc. XVI
• Hachuras cruzadas
Hachuras aplicadas
Giovanni Battista
Piranesi - Túmulo 
de Caecilia
Metella, 1748
https://artsandculture.google.com/asset/tomb-of-caecilia-metella-called-capo-di-bove-ox-head-sepolcro-di-metela-detto-capo-di-bove/cgH9HJHHcAQqvg?hl=en
Hachuras aplicadas
Giovanni Battista
Piranesi -
Túmulo de 
Caecilia Metella, 
1748 (detalhe)
ht
tp
s:
//
ar
ts
an
dc
ul
tu
re
.g
oo
gl
e.
co
m
/a
ss
et
/t
o
m
b-
of
-c
ae
ci
lia
-m
et
el
la
-c
al
le
d-
ca
po
-d
i-b
ov
e-
ox
-h
ea
d-
se
po
lc
ro
-d
i-m
et
el
a-
de
tt
o-
ca
po
-d
i-
bo
ve
/c
gH
9H
JH
H
cA
Q
qv
g?
hl
=e
n
Hachuras aplicadas
https://desenheirosofficial.files.wordpress.com/2013/07/sem-tc3adtulo-1.png
ht
tp
:/
/z
eb
ux
ito
.c
om
/w
p-
co
nt
en
t/
up
lo
ad
s/
20
20
/1
0/
53
W
rI.
jp
g
13
Conceitos
Bloco 4:
Contraste
Contraste
v Contraste
• oposição ou diferença;
• dois elementos com características opostas
na mesma área ;
• relação visual entre elementos e sua
interação(cor, tom e textura);
• dinâmica visual.
Contraste
v Harmonia
v Equilíbrio
v Monotonia
v Tensão 
v Contraste = interesse 
visual
https://media.istockphoto.c
om/id/165032204/pt/vetori
al/homem-no-
escuro.jpg?s=612x612&w=0
&k=20&c=hy26-
yUpqUoUjRnuFuo4POl8jg_II
vv-KZZTfRzFCOw=
Contraste
ht
tp
s:
//
i.pin
im
g.
co
m
/o
rig
in
al
s/
30
/f
6/
42
/3
0f
64
26
31
6d
72
10
f1
f2
34
47
84
76
b8
8c
3.
jp
g
Contraste
ht
tp
s:
//
i.p
in
im
g.
co
m
/o
rig
in
al
s/
15
/f
2/
d0
/1
5f
2d
0b
c5
c5
3d
85
54
2c
22
e7
85
40
c4
f3
2.
jp
g
ht
tp
s:/
/w
w
w
.fa
ce
bo
ok
.c
om
/a
br
a.
ar
te
Contraste
• Contraste simultâneo
Fonte: FERREIRA JR, José Augusto. Oficinas 
de expressão e representação / José 
Augusto Ferreira Junior, Raul Teixeira 
Penteado Neto, Miguel Luiz Ambrizzi. 
Londrina : Editora e Distribuidora 
Educacional S.A., 2017, p.52.
14
Contraste
https://revospace.com.br/artigo/tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre-valores-tonais/
Contraste
• Definição do contraste –
Intensidade e direção da luz
• Luz intensa = contrastes 
agressivos 
• Luz difusa = contrastes 
suaves
https://imagenes.universia.net/gc/net/images/educacion/f/
fo/fot/foto-barroco-davi-com-a-cabeca-de-golias-de-
caravaggio.PNG
https://artsandculture.google.com/asset/young-girl-
reading/JgFJCH9wxBktkg?hl=pt-PT
Composição
• Sequência tonal – do mais claro para o mais escuro
http://1.bp.blogspot.com/-6cAXskRqb1w/VAYO7b8tzuI/AAAAAAAAAeQ/6I_uzBksQ5U/s1600/tonos.jpeg
Composição
• Tons médios
Paul Cadden - One, lápis s/ 
papel
ht
tp
s:
//
en
cr
yp
te
d-
tb
n0
.g
st
at
ic
.c
om
/i
m
ag
es
?q
=t
bn
:A
N
d9
G
cR
W
_v
O
Cd
g1
Im
TI
G
pu
bm
R9
S4
sq
iH
H
H
Q
L4
M
4t
34
A
12
_d
jc
0q
vf
S2
X
Composição
Fo
nt
e:
 F
ER
RE
IR
A
 JR
, J
os
é 
A
ug
us
to
. O
fic
in
as
 d
e 
ex
pr
es
sã
o 
e 
re
pr
es
en
ta
çã
o
/ 
Jo
sé
 
A
ug
us
to
 F
er
re
ir
a 
Ju
ni
or
, R
au
l T
ei
xe
ir
a 
Pe
nt
ea
do
 N
et
o,
 M
ig
ue
l L
ui
z 
A
m
br
iz
zi
. 
Lo
nd
ri
na
 : 
Ed
ito
ra
 e
 D
is
tr
ib
ui
do
ra
 E
du
ca
ci
on
al
 S
.A
., 
20
17
, p
.5
4.
• Proporção - relações das partes individuais com outras
partes ou com o todo
Leonardo da Vinci -
Homem Vitruviano, 
1490
ht
tp
:/
/w
w
w
.d
es
en
ho
on
lin
e.
co
m
/s
ite
/w
p-
co
nt
en
t/
up
lo
ad
s/
H
om
em
-V
itr
uv
ia
no
-L
eo
na
rd
o-
da
-V
in
ci
.jp
g
Composição
• Escala - quando a proporção diz respeito ao tamanho, à
medida padrão ou “norma”, para julgar a relação existente
entre dois objetos.
Fo
nt
e:
 F
ER
RE
IR
A
 JR
, J
os
é 
A
ug
us
to
. O
fic
in
as
 d
e 
ex
pr
es
sã
o 
e 
re
pr
es
en
ta
çã
o
/ 
Jo
sé
 A
ug
us
to
 F
er
re
ir
a 
Ju
ni
or
, R
au
l T
ei
xe
ir
a 
Pe
nt
ea
do
 N
et
o,
 M
ig
ue
l L
ui
z 
A
m
br
iz
zi
. L
on
dr
in
a 
: E
di
to
ra
 e
 
D
is
tr
ib
ui
do
ra
 E
du
ca
ci
on
al
 S
.A
., 
20
17
, p
.5
6.
15
Composição
https://www.archdaily.com.br/br/784336/a-escala-humana-no-desenho-de-arquitetura-do-modulor-a-desconstrucao-do-corpo
Resolução da SP
Alterações no projeto
Resolução da SP
q Seu cliente agora quer fazer um projeto para o jardim de inverno
e ainda gostaria de fazer uma pequena alteração das proporções
do muro e portão da fachada.
Situação Problema Resolução da SP
ht
tp
s:
//
i.p
in
im
g.
co
m
/o
rig
in
al
s/
84
/b
5/
23
/8
4b
52
30
a4
f1
0a
12
c
7e
78
ca
67
08
20
a6
6a
.jp
g
Resolução da SP
ht
tp
s:
//
im
ag
es
.fi
ne
ar
ta
m
er
ic
a.
co
m
/i
m
ag
es
-m
ed
iu
m
-la
rg
e-
5/
fa
m
ily
-g
ar
de
n-
m
ar
k-
lu
nd
e.
jp
g
Resolução da SP
ht
tp
s:
//
im
ag
es
.a
ds
tt
c.
co
m
/m
ed
ia
/i
m
ag
es
/5
b2
9/
39
a
9/
f1
97
/c
cf
2/
e8
00
/0
09
e/
la
rg
e_
jp
g/
Es
tu
%
CC
%
81
di
o_
M
RG
B.
jp
g?
15
29
42
83
86
16
Resolução da SP
ht
tp
s:
//
im
ag
es
.a
ds
tt
c.
co
m
/m
ed
ia
/i
m
ag
es
/5
31
9/
14
3c
/c
07
a/
80
6c
/d
90
0/
01
58
/l
ar
ge
_j
pg
/K
ill
ia
n_
pe
rs
pe
ct
iv
e.
jp
g?
13
94
15
24
96 FECHAMENTO
Fechamento
Nesta aula falamos sobre:
§ Natureza-morta e paisagem;
§ Escala tonal;
§ Escala tonal acromática;
§ Elementos de composição: contraste e
proporção.
Fechamento
https://www.dpsdesign.org/assets/uploads/blog/_650x330_crop_center-center_90/architectural-sketch-1.jpg

Mais conteúdos dessa disciplina