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COMISSÃO PERMANENTE DE SELEÇÃO 
 
 COPESE 
 
 CONCURSO PÚBLICO TAE 2014 
 
 
 
 
 
CONCURSO PÚBLICO TAE – 2014 
 
CAMPUS DE JUIZ DE FORA - MG 
 
 
 
 
 
F 
 
NOME LEGÍVEL: ................................................................................................................................................................................ 
 
 
ASSINATURA: ..................................................................................................................................................................................... 
 
 
INSCRIÇÃO: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PROVA TEÓRICA 
 
TÉCNICO DE LABORATÓRIO / 
ÁREA: TECNOLOGIA DA 
CONFECÇÃO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ANOTE ABAIXO SUAS RESPOSTAS – Somente o fiscal poderá cortar a parte de baixo desta folha, para que você a leve consigo. 
 
 
UFJF – CONCURSO PÚBLICO TAE 2014 – CAMPUS DE JUIZ DE FORA – TÉCNICO DE LABORATÓRIO / ÁREA: TECNOLOGIA DA CONFECÇÃO 
01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 
13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 
25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 
37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 
49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 
 
 
 
 
 
Digiselo 
 LER COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DA PROVA (Edital 13/2014 - Item 7.3.1) 
Preenchimento do Cartão de Respostas – p. 3 
Instruções gerais – p. 4 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
UFJF – CONCURSO PÚBLICO TAE 2014 - TÉCNICO DE LABORATÓRIO / ÁREA: TECNOLOGIA DA CONFECÇÃO 
CÂMPUS DE JUIZ DE FORA - MG 
 
 3 
 
INSTRUÇÕES PARA MARCAÇÃO DO CARTÃO DE RESPOSTAS: 
 
 
 
 
1 - Na correção dos cartões de respostas, para efeito de pontuação, será 
desconsiderada: 
 
 questão que não apresentar nenhuma opção assinalada; 
 questão que contiver mais de uma opção assinalada, sejam 
estas marcações acidentais ou não, independentemente da 
dimensão, ocasionadas por borrões, corretivos, emendas, 
manchas, pontos, sombreados de lápis ou caneta, traços ou 
quaisquer outros tipos de rasuras. 
 
2 - Para que o candidato não se enquadre em nenhuma dessas situações, 
tendo alguma questão anulada devido a múltiplas marcações, é 
imprescindível que ele tenha o máximo de atenção, cuidado e capricho 
ao transcrever as respostas das questões do caderno de provas para o 
cartão de respostas. 
 
3 - Em hipótese alguma, será fornecido outro cartão de respostas, 
portanto, é preciso que o candidato fique atento e preencha, 
corretamente, apenas uma das cinco alternativas em cada questão, 
utilizando caneta esferográfica azul ou preta de corpo transparente, 
conforme a figura abaixo: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
UFJF – CONCURSO PÚBLICO TAE 2014 - TÉCNICO DE LABORATÓRIO / ÁREA: TECNOLOGIA DA CONFECÇÃO 
CÂMPUS DE JUIZ DE FORA - MG 
 
 4 
INSTRUÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DA PROVA 
 
(EDITAL 13/2014 - 7.3.1. As disposições e instruções contidas no(s) Cadernos de Prova 
constituirão normas complementares ao presente edital.) 
 
 Será excluído do concurso o candidato que em sala de prova portar 
celulares, armas e aparelhos eletrônicos. 
 
 O candidato não pode usar boné, capacete, chapéu, chaveiro de qualquer tipo, 
óculos escuros, relógio e similares. 
 
 Quando solicitado pelo Fiscal, o candidato deve assinar a Ata de Abertura do Lacre. 
 
 Junto ao candidato, só devem permanecer os objetos de identificação e os 
materiais para execução da prova. Todo e qualquer outro material, exceto 
alimentos, água em garrafa transparente e medicamentos, têm de ser colocados no 
saco plástico disponível, amarrado e colocado embaixo da cadeira. 
 
 O candidato que possuir cabelos compridos deve mantê-los presos, deixando as 
orelhas descobertas. 
 
 O candidato deve conferir se sua prova tem 15 questões de Língua Portuguesa, 10 
de Raciocínio Lógico-Quantitativo, 5 de Legislação e 30 de Conhecimentos 
Específicos do cargo, sendo cada questão constituída de 5 alternativas (a, b, c, d, e) 
e numeradas de 01 a 60. Caso haja algum problema, solicitar a substituição de seu 
caderno ou folha. 
 
 O candidato deve comunicar sempre aos fiscais qualquer irregularidade observada 
durante a realização da prova. Não sendo tomadas as devidas providências a 
respeito de sua reclamação, solicitar a presença do Coordenador do Setor ou 
comunicar-se com ele, na secretaria, ao final da prova. 
 
 O candidato não pode retirar nenhuma folha deste caderno. 
 
 A duração da prova, considerando a marcação do cartão de respostas, é de 4 
horas. O candidato só poderá sair decorridos 1h e 30min. 
 
 O candidato deve assinar a lista de presença e o cartão de respostas com a 
assinatura idêntica à da sua identidade. 
 
 O candidato, ao receber o cartão de respostas, deve ler, atentamente, as instruções 
contidas na página 3 deste caderno. 
 
 Os três últimos candidatos deverão permanecer até o final da prova para assinar a Ata de 
Encerramento. 
 
 
UFJF – CONCURSO PÚBLICO TAE 2014 - TÉCNICO DE LABORATÓRIO / ÁREA: TECNOLOGIA DA CONFECÇÃO 
CÂMPUS DE JUIZ DE FORA - MG 
 
 5 
C O N H E C I M E N T O S G E R A I S 
 
L Í N G U A P O R T U G U E S A 
 
 Leia com atenção o texto seguinte e volte a ele sempre que julgar necessário. 
 
Texto I 
 
Xifópagos 
 
1. Chego ao jornal, e, no estacionamento, um motorista da casa me aborda: "Professor, 
como é que se diz quando irmãos nascem grudados?". "Siameses", digo eu. "É outra palavra, professor. 
Qual é mesmo?" E eu: "Xifópagos". "Ah, então é isso?!" 
2. Não resisti à tentação de pedir-lhe a razão da pergunta. O rapaz fez uma prova de 
português de um concurso para estudar confeitaria. Exigiram dos candidatos o conhecimento da 
importantíssima palavra "xifópago", que, ao pé da letra, significa "consolidado, unido como espadas". O 
elemento grego "xifo-" significa "espada"; o também grego "-pago" significa "unido", "consolidado". 
3. Por que será que um examinador quer que futuros confeiteiros conheçam o termo 
"xifópago"? Deve ser porque há pães que saem do forno grudados, como irmãos siameses (ou 
"xifópagos", antes que me esqueça). Quanta bobagem, meu Deus! 
4. Um confeiteiro precisa entender ou escrever uma receita, o que não é pouco, não. É 
comum ficarmos sem saber como se preparam determinados alimentos porque não entendemos o que 
diz a mal redigida receita. 
5. É, caro Rubem Braga. Em 1951, escreveste a memorável crônica "Nascer no Cairo, ser 
fêmea de cupim", em que falavas justamente da falta de sentido de perguntas como a feita ao nosso 
candidato a confeiteiro ou como as que citas já no título da crônica. Diz o grande Mestre: "Por que fazer 
do estudo da língua portuguesa uma série de alçapões e adivinhas, como essas histórias que uma 
pessoa conta para 'pegar' as outras? O habitante do Cairo pode ser cairense, cairei, caireta, cairota ou 
cairiri – e a única utilidade de saber qual a palavra certa será para decifrar um problema de palavras 
cruzadas". 
6. É, caro Rubem, passaram-se 53 anos, mas nesse tempo muitas questões semelhantes 
foram feitas em provas e concursos. Certa vez, num concurso para oficial de Justiça, pediu-se o feminino 
de "peixe-boi". Claro! Todos sabemos que o peixe-boi é um malandro contumaz, incorrigível. Ao menor 
sinal da chegada do oficial de Justiça, dá no pé e larga a bomba na mão da dona peixa-vaca... 
7. O feminino de "peixe-boi" não é "peixa-vaca", não, caro leitor; é "peixe-mulher", forma 
usada por pescadores brasileiros e angolanos, segundo o "Aulete". Ouvi dizer quea genitália do peixe-
mulher é semelhante à da mulher, mas não fui até o fim na pesquisa sobre a origem desse termo. 
8. Quer outra barbaridade? Há 10 ou 15 anos dei carona a um policial rodoviário. Assim 
que entrou no carro e me reconheceu, foi logo perguntando: "Qual é o coletivo de cobras, professor?". E 
eu: "Por que o senhor quer saber isso?". Pela cara que fez, supus que ele estivesse pensando que eu o 
estava cozinhando, ganhando um tempo para pensar na resposta. E ele: "Fiz um concurso interno na 
polícia e...". Não preciso concluir, preciso? 
9. Sim, sim, policiais rodoviários que sabem o coletivo de cobras ganham tempo quando 
pedem socorro à central. Como sabemos, nossas rodovias são coalhadas de cobras, que põem em risco 
a segurança dos motoristas. Se o policial souber a palavra que nomeia isso, ganha tempo, já que é mais 
rápido dizer uma palavra do que uma locução. Há montes de cobras nas nossas rodovias, sim, caro 
leitor, mas elas são os nossos motoristas, de longe os mais irresponsáveis do planeta. 
10. Perguntei ao policial se nas alternativas da questão havia "ofidiário" ou "serpentário", o 
que o fez pular no banco do carro. "Então é isso?", disse ele. "Não", respondi. Só na cabeça de um 
examinador desocupado pode surgir a (falsa) ideia de que o coletivo de cobras seja "serpentário" ou 
"ofidiário", palavras que designam o lugar em que se criam cobras para finalidades científicas. 
11. Ainda há muitos examinadores que estão na idade da pedra. Saber uma língua é bem 
diferente de toda essa bobajada, caro leitor. É isso. 
 
 CIPRO NETO, Pasquale. Xifópagos. Folha de São Paulo. Disponível em: . 
Acesso em: 17 jan. 2014. 
 
 
 
UFJF – CONCURSO PÚBLICO TAE 2014 - TÉCNICO DE LABORATÓRIO / ÁREA: TECNOLOGIA DA CONFECÇÃO 
CÂMPUS DE JUIZ DE FORA - MG 
 
 6 
1. Com esse texto, o professor Cipro Neto: 
 
a) alerta o leitor para a complexidade dos aspectos semânticos da língua portuguesa. 
b) critica exames de português que se atêm a conteúdos de gramática normativa. 
c) ironiza provas de português que trazem perguntas desconectadas da realidade dos candidatos. 
d) não fornece nenhuma pista do que seria esperável em um concurso para confeiteiro. 
e) cita trecho de uma crônica de Rubem Braga como demonstração do que é o português castiço. 
 
 
2. Aponte a alternativa que contextualmente NÃO justifica a resposta à questão anterior. 
 
a) ―Não resisti à tentação de pedir-lhe a razão da pergunta.‖ (§ 2) 
b) ―Exigiram dos candidatos o conhecimento da importantíssima palavra ‗xifópago‘...‖ (§ 2) 
c) ―Deve ser porque há pães que saem do forno grudados...‖ (§ 3) 
d) ―Todos sabemos que o peixe-boi é um malandro contumaz, incorrigível.‖ (§ 6) 
e) ―...policiais rodoviários que sabem o coletivo de cobras ganham tempo quando pedem socorro à 
central.‖ (§ 9) 
 
 
3. Fieis às recomendações do novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa (1990) e aos princípios 
que regem a ortografia, escrevemos ACERTADAMENTE: 
 
a) Um bom examinador precisa distingüir o que é absolutamente necessário daquilo que é 
supérfluo. 
b) Em uma corajosa auto-crítica, o examinador reconheceu que algumas das questões 
ultrapassavam a programação. 
c) A plateia se dividia entre linguistas de diferentes correntes e professores de língua portuguesa. 
d) Navegando pela Internet, vemos que o Acordo Ortográfico é alvo de algumas correntes contra-
reformistas. 
e) O co-autor do livro de ortografia explanou acerca das mudanças no emprego do hifen e na 
acentuação gráfica. 
 
 
4. Ao final da crônica, a forma pronominal isso (§ 11): 
 
a) refere-se ao momento presente em que se encontra o articulista. 
b) refere-se ao que foi mencionado anteriormente, ou seja, o conjunto do texto. 
c) cria, estilisticamente, uma expectativa em relação a textos vindouros do cronista. 
d) aponta para a segunda pessoa do discurso, ou seja, o assunto do texto. 
e) aponta para o que se encontra próximo do cronista, no espaço físico. 
 
 
5. Releia os fragmentos: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
As sequências em destaque exemplificam, na ordem, o emprego das seguintes figuras de linguagem: 
 
a) pleonasmo, metonímia e metonímia. 
b) pleonasmo, metáfora e metáfora. 
c) silepse, prosopopeia e hipérbole. 
d) elipse, eufemismo e ironia. 
e) silepse, metonímia e metáfora. 
 
―Todos sabemos que o peixe-boi é um malandro contumaz, incorrigível.‖ (§ 6) 
 ―O feminino de "peixe-boi" não é "peixa-vaca", não, caro leitor; é "peixe-mulher", forma usada por 
pescadores brasileiros e angolanos, segundo o ‗Aulete‘‖. (§ 7) 
―Há montes de cobras nas nossas rodovias, sim, caro leitor, mas elas são os nossos motoristas, 
de longe os mais irresponsáveis do planeta.‖ (§ 9) 
 
 
UFJF – CONCURSO PÚBLICO TAE 2014 - TÉCNICO DE LABORATÓRIO / ÁREA: TECNOLOGIA DA CONFECÇÃO 
CÂMPUS DE JUIZ DE FORA - MG 
 
 7 
6. Avalie a veracidade das seguintes afirmações: 
 
I ) A sequência ―‘Professor, como é que se diz quando irmãos nascem grudados?‘‖ (§ 1) exemplifica o 
emprego de discurso direto. 
II ) Em ―Não resisti à tentação de pedir-lhe a razão da pergunta‖ (§ 2), o pronome oblíquo átono está 
enclítico ao verbo,contribui para a coesão textual retomando a expressão ―motorista da casa‖ e 
exerce a função sintática de complemento verbal. 
III ) Em ―Exigiram dos candidatos o conhecimento da importantíssima palavra ‗xifópago‘‖ (§ 2), o 
cronista se vale de um dos mecanismos de indeterminação do sujeito em língua portuguesa. 
IV ) No trecho ―É comum ficarmos sem saber como se preparam determinados alimentos...‖ (§ 4), a 
concordância verbal nos induz ao entendimento de que, para o cronista, a partícula ―se‖ funciona 
como índice de indeterminação do sujeito. 
V ) No trecho ―Como sabemos, nossas rodovias são coalhadas de cobras, que põem em risco a 
segurança dos motoristas‖ (§ 9), a vírgula antes do pronome relativo deixa clara a seguinte 
intenção comunicativa do autor: todas as cobras põem em risco a segurança dos motoristas. 
VI ) No trecho ―Assim que entrou no carro e me reconheceu, foi logo perguntando...‖ (§ 8), a conjunção 
temporal ―assim que‖ pode ser substituída por ―mal‖ sem prejuízo das regras ortográficas e do 
sentido original pretendido pelo cronista. 
 
Avaliadas as afirmações, aponte a alternativa CORRETA. 
 
a) Todas as afirmações são verdadeiras. 
b) Todas as afirmações são falsas. 
c) Somente as afirmações (I) e (VI) são falsas. 
d) Somente a afirmação (IV) é falsa. 
e) Somente as afirmações (I) e (II) são verdadeiras. 
 
 
7. Releia o fragmento: 
 
 
 
 
 
 
 
Quisesse o cronista valer-se de um período simples e expressar aproximadamente as mesmas ideias 
anteriores, uma das formas adequadas de fazê-lo encontra-se na seguinte alternativa: 
 
a) É comum ficarmos sem saber como se preparam determinados alimentos; na verdade, não 
entendemos o que diz a mal redigida receita. 
b) Frequentemente a receita fica mal redigida; isso nos impede a preparação adequada de 
determinados alimentos. 
c) Muitas vezes problemas na redação da receita nos impedem a preparação adequada de 
determinados alimentos. 
d) Porque não entendemos o que diz a mal redigida receita, é comum ficarmos sem saber como se 
preparam determinados alimentos. 
e) É comum não sabermos como se preparam determinados alimentos, porque não entendemos o 
que diz a mal redigida receita. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
―É comum ficarmos sem saber como se preparam determinados alimentos porque não 
entendemos o que diz a mal redigida receita.‖ (§ 4) 
 
UFJF – CONCURSO PÚBLICO TAE 2014 - TÉCNICO DE LABORATÓRIO / ÁREA: TECNOLOGIA DA CONFECÇÃO 
CÂMPUS DE JUIZ DE FORA - MG 
 
 8 
8. Nas alternativas seguintes, fazemos pequenas alterações em segmentos da crônica. Avalie essas 
novas construções segundo os princípios de concordância verbal ou nominal, assinalando a seguir a 
alternativa em que a nova construção materializa um ERRO, segundo as normas do português 
padrão.a) ―Chego ao jornal, e, no estacionamento, um motorista da casa me aborda...‖ (§ 1) → Chego ao 
jornal, e, no estacionamento, um motorista e um ascensorista estudiosos me abordam... 
b) ―Deve ser porque há pães que saem do forno grudados, como irmãos siameses...‖ (§ 3) → Deve 
ser porque existem pães que saem do forno grudados, como irmãos siameses. 
c) ―Todos sabemos que o peixe-boi é um malandro contumaz, incorrigível.‖ (§ 6) → Algum de nós 
sabemos que o peixe-boi é um malandro contumaz, incorrigível. 
d) ―Por que será que um examinador quer que futuros confeiteiros conheçam o termo ‗xifópago‘?‖ (§ 
3) → Por que será que um examinador quer que futuros confeiteiros e confeiteiras conheçam o 
termo ―xifópago‖? 
e) ―Ainda há muitos examinadores que estão na idade da pedra.‖ (§ 11) → A minoria dos 
examinadores está na idade da pedra. 
 
 
9. Releia o trecho: 
 
 
 
 
 
Observe, na reescrita do segmento anterior, a manutenção da relação semântica estabelecida entre as 
orações, a pontuação gráfica e a adequação do tempo verbal. Assim considerando, aponte a alternativa 
cuja nova redação está INADEQUADA sob qualquer um dos quesitos mencionados. 
 
a) Passaram-se 53 anos. Nesse tempo, não obstante, muitas questões semelhantes foram feitas 
em provas e concursos. 
b) Passaram-se 53 anos; nesse tempo, porém, muitas questões semelhantes foram feitas em 
provas e concursos. 
c) Embora se tenham passado 53 anos, nesse tempo muitas questões semelhantes foram feitas 
em provas e concursos. 
d) Passaram-se 53 anos; nesse tempo, entretanto, muitas questões semelhantes foram feitas em 
provas e concursos. 
e) Passaram-se 53 anos, embora nesse tempo muitas questões semelhantes foram feitas em 
provas e concursos. 
 
 
 Leia com atenção o texto seguinte e volte a ele sempre que julgar necessário. 
 
Texto II 
 
Nascer no Cairo, ser fêmea de cupim 
 
1. Conhece o vocábulo escardinchar? Qual o feminino de cupim? Qual o antônimo de 
póstumo? Como se chama o natural do Cairo? 
2. O leitor que responder "não sei" a todas estas perguntas não passará provavelmente em 
nenhuma prova de Português de nenhum concurso oficial. Aliás, se isso pode servir de algum consolo à 
sua ignorância, receberá um abraço de felicitações deste modesto cronista, seu semelhante e seu irmão. 
3. Porque a verdade é que eu também não sei. Você dirá, meu caro professor de 
Português, que eu não deveria confessar isso; que é uma vergonha para mim, que vivo de escrever, não 
conhecer o meu instrumento de trabalho, que é a língua. 
4. Concordo. Confesso que escrevo de palpite, como outras pessoas tocam piano de 
ouvido. De vez em quando um leitor culto se irrita comigo e me manda um recorte de crônica anotado, 
apontando erros de Português. Um deles chegou a me passar um telegrama, felicitando-me porque não 
encontrara, na minha crônica daquele dia, um só erro de Português; acrescentava que eu produzira uma 
"página de bom vernáculo, exemplar". Tive vontade de responder: "Mera coincidência" — mas não o fiz 
para não entristecer o homem. 
―...passaram-se 53 anos, mas nesse tempo muitas questões semelhantes foram feitas em provas 
e concursos.‖(§ 6) 
 
UFJF – CONCURSO PÚBLICO TAE 2014 - TÉCNICO DE LABORATÓRIO / ÁREA: TECNOLOGIA DA CONFECÇÃO 
CÂMPUS DE JUIZ DE FORA - MG 
 
 9 
5. Espero que uma velhice tranquila — no hospital ou na cadeia, com seus longos ócios — 
me permita um dia estudar com toda calma a nossa língua, e me penitenciar dos abusos que tenho 
praticado contra a sua pulcritude. (Sabem qual o superlativo de pulcro? Isto eu sei por acaso: 
pulquérrimo! Mas não é desanimador saber uma coisa dessas? Que me aconteceria se eu dissesse a 
uma bela dama: a senhora é pulquérrima? Eu poderia me queixar se o seu marido me descesse a 
mão?). 
6. Alguém já me escreveu também — que eu sou um escoteiro ao contrário. "Cada dia você 
parece que tem de praticar a sua má ação — contra a língua". Mas acho que isso é exagero. 
7. Como também é exagero saber o que quer dizer escardinchar. Já estou mais perto dos 
cinquenta que dos quarenta; vivo de meu trabalho quase sempre honrado, gozo de boa saúde e estou 
até gordo demais, pensando em meter um regime no organismo — e nunca soube o que fosse 
escardinchar. Espero que nunca, na minha vida, tenha escardinchado ninguém; se o fiz, mereço 
desculpas, pois nunca tive essa intenção. 
8. Vários problemas e algumas mulheres já me tiraram o sono, mas não o feminino de 
cupim. Morrerei sem saber isso. E o pior é que não quero saber; nego-me terminantemente a saber, e, 
se o senhor é um desses cavalheiros que sabem qual é o feminino de cupim, tenha a bondade de não 
me cumprimentar. 
9. Por que exigir essas coisas dos candidatos aos nossos cargos públicos? Por que fazer 
do estudo da língua portuguesa uma série de alçapões e adivinhas, como essas histórias que uma 
pessoa conta para "pegar" as outras? O habitante do Cairo pode ser cairense, cairei, caireta, cairota ou 
cairiri — e a única utilidade de saber qual a palavra certa será para decifrar um problema de palavras 
cruzadas. Vocês não acham que nossos funcionários públicos já gastam uma parte excessiva do 
expediente matando palavras cruzadas da "Última Hora" ou lendo o horóscopo e as histórias em 
quadrinhos de "O Globo?". 
10. No fundo o que esse tipo de gramático deseja é tornar a língua portuguesa odiosa; não 
alguma coisa através da qual as pessoas se entendam, mas um instrumento de suplício e de opressão 
que ele, gramático, aplica sobre nós, os ignaros. 
11. Mas a mim é que não me escardincham assim, sem mais nem menos: não sou fêmea de 
cupim nem antônimo do póstumo nenhum; e sou cachoeirense, de Cachoeiro, honradamente — de 
Cachoeiro de Itapemirim! 
 Rio, novembro, 1951 
 
BRAGA, Rubem. Nascer no Cairo, ser fêmea do cupim. Releituras. Disponível em: 
. Acesso em: 15 fev. 2014. 
 
 
10. Lida a crônica, avalie as seguintes proposições: 
 
I ) Além da afinidade temática entre os textos I e II, há, também, convergência de opiniões entre os 
autores. 
II ) Embora o cronista desconheça o vocábulo ―escardinchar‖, podemos interpretar que, para ele, tal 
palavra apresenta valor pejorativo. 
III ) Caso o cronista soubesse responder às perguntas estampadas no primeiro parágrafo, ele não se 
envaideceria desse tipo de conhecimento. 
IV ) O contexto nos permite afirmar que o vocábulo ―pulcritude‖ expressa uma avaliação positiva. 
V ) As dúvidas apresentadas pelo cronista no primeiro parágrafo são solucionáveis com 
conhecimentos de sintaxe portuguesa. 
VI ) O cronista Rubem Braga refere-se a hipotéticos leitores, os quais se restringem a um único grupo: 
o daqueles que compartilham com ele a ignorância no conhecimento de certas minúcias da língua 
portuguesa. 
 
Avaliadas as proposições, aponte a única alternativa CORRETA. 
 
a) Todas as proposições estão adequadas. 
b) Nenhuma das proposições está adequada. 
c) Somente as proposições (I), (II) e V estão adequadas. 
d) Somente as proposições (V) e (VI) não estão adequadas. 
e) Somente as proposições (II), (III) e (V) não estão adequadas. 
 
 
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CÂMPUS DE JUIZ DE FORA - MG 
 
 10 
11. Leia a seguinte informação: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Aponte a alternativa em que o cronista Rubem Braga NÃO considera a prescrição gramatical. 
 
a) ―Vários problemas e algumas mulheres já me tiraram o sono...‖ (§ 8) 
b) ―Concordo. Confesso que escrevo de palpite...‖ (§ 4) 
c) ―Um deles chegou a me passar um telegrama...‖ (§ 4) 
d) ―...não encontrara, na minha crônica daquele dia, um só erro...(§ 4) 
e) ―De vez em quando um leitor culto se irrita comigo...‖ (§ 4) 
 
 
12. O emprego do sinal indicativo da crase em ―... se isso pode servir de algum consolo à sua 
ignorância...‖ (§ 2) é: 
 
a) obrigatório, assim como na seguinte construção: Fiz um comentário elogioso à sua belíssima 
crônica. 
b) opcional,assim como na seguinte construção: O escritor dedicou a crônica à nossa maravilhosa 
gente. 
c) equivocado, assim como na seguinte construção: É um belo cronista; revela um estilo à Rubem 
Braga. 
d) facultativo, assim como na seguinte construção: O cronista leu à sua bela mensagem natalina. 
e) equivocado, assim como na seguinte construção: Passou o dia à escrever lindíssima crônica. 
 
 
13. Releia o trecho: 
 
 
 
 
 
 
Aponte a alternativa cuja substituição do trecho grifado atende aos princípios da língua escrita culta. 
 
a) No fundo o que esse tipo de gramático deseja é tornar a língua portuguesa odiosa; não alguma 
coisa a cujos princípios se recorre para a melhor comunicação. 
b) No fundo o que esse tipo de gramático deseja é tornar a língua portuguesa odiosa; não alguma 
coisa de cujos princípios possam ser imitados. 
c) No fundo o que esse tipo de gramático deseja é tornar a língua portuguesa odiosa; não alguma 
coisa a cujos princípios desejamos aprender. 
d) No fundo o que esse tipo de gramático deseja é tornar a língua portuguesa odiosa; não alguma 
coisa de cujos princípios podemos concordar. 
e) No fundo o que esse tipo de gramático deseja é tornar a língua portuguesa odiosa; não alguma 
coisa cujos princípios nos baseamos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Quando são antepostos ou intercalados, os adjuntos adverbiais devem ser obrigatoriamente 
separados por vírgulas. 
 
 INFANTE, Ulisses. Curso de gramática aplicada aos textos. 6. ed. São Paulo: Scipione: 2001. p. 467. 
―No fundo o que esse tipo de gramático deseja é tornar a língua portuguesa odiosa; não 
alguma coisa através da qual as pessoas se entendam...‖ (§ 10) 
 
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14. ―O leitor que responder ‗não sei‘ a todas estas perguntas não passará provavelmente em nenhuma 
prova de Português de nenhum concurso oficial.‖ (§ 2) Sem nos preocuparmos com a fidelidade ao 
sentido original, propomos, nas alternativas seguintes, reescritas da parte em destaque no trecho . 
Em uma delas, entretanto, a flexão verbal NÃO está adequada. Aponte-a. 
 
a) O leitor que não se predispor a muito estudo não passará provavelmente em nenhuma prova de 
Português de nenhum concurso oficial. 
b) O leitor que disser ―não‖ aos estudos de minúcias não passará provavelmente em nenhuma 
prova de Português de nenhum concurso oficial. 
c) O leitor que vier de um fraco ensino básico não passará provavelmente em nenhuma prova de 
Português de nenhum concurso oficial. 
d) O leitor que se entretiver com jogos não passará provavelmente em nenhuma prova de 
Português de nenhum concurso oficial. 
e) O leitor que não reouver o tempo perdido não passará provavelmente em nenhuma prova de 
Português de nenhum concurso oficial. 
 
 
15. Releia o seguinte fragmento, em que fazemos leve alteração no texto original. 
 
 
 
 
 
 
 
Aponte a alternativa em que a identificação do tempo do verbo e a explicação para o seu emprego estão 
CORRETAS. 
 
a) (1) presente do indicativo: traduz um fato que ocorre no momento em que se escreve a crônica; 
(2) pretérito perfeito do indicativo: traduz um fato totalmente concluído no momento em que se 
encontrava o cronista; (3) pretérito mais-que-perfeito do subjuntivo: traduz um fato anterior ao 
momento em que fora passado o telegrama ao cronista. 
b) (1) presente do indicativo: traduz um fato habitual; (2) pretérito imperfeito do indicativo: traduz um 
fato totalmente concluído no momento em que se encontrava o cronista; (3) pretérito mais-que-
perfeito do indicativo: traduz um fato anterior ao momento em que fora passado o telegrama ao 
cronista. 
c) (1) presente do indicativo: traduz um fato corriqueiro, habitual; (2) pretérito perfeito do indicativo: 
traduz um fato totalmente concluído no momento em que se encontrava o cronista; (3) pretérito 
mais-que-perfeito do indicativo: traduz um fato anterior ao momento em que fora passado o 
telegrama ao cronista. 
d) (1) presente do indicativo: realça algo que aconteceu no passado; (2) pretérito perfeito do 
indicativo: traduz um processo durativo, no passado; (3) pretérito mais-que-perfeito do 
subjuntivo: traduz um fato anterior ao momento em que fora passado o telegrama ao cronista. 
e) (1) presente do subjuntivo: traduz um fato que ocorre no momento em que se escreve a crônica; 
(2) pretérito perfeito do indicativo: traduz um fato que está em processo de conclusão, no 
momento em que escreve o cronista; (3) pretérito mais-que-perfeito do subjuntivo: traduz um fato 
simultâneo ao momento em que fora passado o telegrama ao cronista. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Confesso que escrevo (1) de palpite, como outras pessoas tocam piano de ouvido. De vez em 
quando um leitor culto se irrita comigo e me manda um recorte de crônica anotado, apontando 
erros de Português. Um deles me passou (2) um telegrama, felicitando-me porque não 
encontrara (3), na minha crônica daquele dia, um só erro de Português... (§ 4. Adaptado) 
 
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R A C I O C Í N I O L Ó G I C O - Q U A N T I T A T I V O 
 
 
16. Em um terreno, na forma de um triângulo retângulo com catetos medindo 20 e 30 metros, deseja-se 
construir um galpão retangular de dimensões x e y , como indicado na figura. A lei matemática da 
função que relaciona y em função de x e o valor de x para o qual a área ocupada pelo galpão será 
máxima é, respectivamente: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
. 
 
 
17. Dois vendedores A e B recebem seus salários em função da quantidade de unidades vendidas de 
certos produtos de acordo com as seguintes leis matemáticas: o vendedor A recebe 
A(x)= 600+26 x , e B recebe B(x)= 840+18 x , onde x é a quantidade de unidades vendidas. 
Sabendo disso, o conjunto que melhor representa a quantidade x para a qual o salário de A será 
maior do que o de B é: 
 
a) { / 29}x x  
b) { / 30}x x  
c) { / 30}x x  
d) { / 30}x x  
e) { / 28 30}x x   
 
 
 
18. O diretor de um clube deseja construir uma piscina para crianças no formato de um círculo de raio 
―R‖. Contudo, ele precisa aproveitar uma área ociosa do clube que tem a forma de um triângulo 
retângulo de medidas 8 m, 15 m e 17 m. A medida de ―R‖, para que a piscina fique na forma de um 
círculo inscrito no referido triângulo retângulo, é: 
 
a) 3 m. 
b) 4 m. 
c) 5 m. 
d) 6 m. 
e) 2 m. 
 
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19. No gráfico a seguir, os pontos A, B e C, cujas ordenadas são desconhecidas, pertencem ao gráfico 
da função ay = log x , com a > 1 . Se a área do trapézio BCDE mede 3 cm², então a área do 
triângulo ABD é: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
a) 2 2 cm
2
. 
b) 0,9 cm
2
. 
c) 1 cm
2
. 
d) 2 cm
2
. 
e) 0,5 cm
2
. 
 
 
20. A agência Molicar fez um estudo com os índices de desvalorização dos automóveis, no Brasil, e 
elaborou um ranking dos carros com base nesse requisito. O Mille Economy, da Fiat, por exemplo, 
com 10% de depreciação, ocupa o segundo lugar do ranking. Sendo assim, se uma pessoa adquiriu 
um Mille Economy zero quilômetro por R$ 25.000,00, qual é o seu valor, considerando a depreciação 
de 10% ao ano, após 3 anos? 
 
Disponível em: . Acesso em: 23 out. 2012. Adaptado. 
 
a) R$ 20.000,00 
b) R$ 16.402,50 
c) R$ 17.500,00 
d) R$ 20.250,00 
e) R$ 18.225,00 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
http://www.car.blog.br/2012/01/ranking-de-desvalorizacao-de-carros.html
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21. Há diferenças de hábitos alimentares entre as pessoas que têm menos e maisinstrução formal. É o 
que mostra o gráfico do Ministério da Saúde a seguir: 
 
 
 
 
 
Disponível em: . Acesso em: 5 
ago. 2013. Adaptado. 
 
De acordo com o gráfico, é CORRETO afirmar: 
 
a) Quanto mais tempo de estudo, maior o consumo de carne gordurosa. 
b) Pessoas entre 9 e 11 anos de estudo têm um consumo regular de frutas e hortaliças (5x 
semana) maior do que pessoas com mais de 12 anos de estudo. 
c) O consumo recomendado de frutas e hortaliças (5 x dia) por pessoas com 12 anos ou mais de 
estudo é 40% maior do que pessoas com 9 a 11 anos de estudo. 
d) Pessoas com mais estudo consomem mais frutas e hortaliças do que carne gordurosa. 
e) O consumo de carne gordurosa é igual para os três intervalos de tempo de estudo. 
 
 
22. Uma pesquisa sobre cosméticos apontou que 28 mulheres preferem o produto Belabela. Sabendo 
que, do total dos entrevistados, 56 são mulheres e 44 são homens, qual é a probabilidade de que 
uma mulher selecionada ao acaso no total de entrevistados prefira o produto Belabela? 
 
a) 28% 
b) 64% 
c) 44% 
d) 50% 
e) 100% 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
http://saude.ig.com.br/minhasaude/taxa-de-obesidade-bate-recorde-no-pais/n1597737564864.html
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23. Os rádios comunicadores são aparelhos com longo alcance de sinal. Um fazendeiro, a fim de 
otimizar o contato com seus funcionários, decidiu adquirir um modelo que oferece um raio de alcance 
de até 37 quilômetros. No entanto, para decidir por esse modelo, era preciso certificar-se de que o 
ponto de trabalho mais distante em sua propriedade também estaria coberto. Desse modo, ele fez 
um esquema sobre o mapa da fazenda e iniciou os cálculos. 
 
 
 
 
No ponto A, está localizada a sede da fazenda, de onde o fazendeiro fará a maioria dos contatos com os 
funcionários, utilizando-se do rádio comunicador. A distância do ponto C até o ponto D é de 10 
quilômetros. Desse modo, determine a distância entre B e C e identifique, se posicionado o fazendeiro 
no ponto B, haverá alcance de sinal de rádio para que ele se comunique com um funcionário que esteja 
no ponto C: (Atenção, se necessário, utilize 3 1,7 ). 
 
a) A distância de B a C é de 14,2 quilômetros e, posicionado o fazendeiro no ponto B, ele terá 
alcance do sinal de rádio para se comunicar com seu funcionário no ponto C. 
b) A distância de B a C é de 44,3 quilômetros e, posicionado o fazendeiro no ponto B, ele não terá 
alcance do sinal de rádio para se comunicar com seu funcionário no ponto C. 
c) A distância de B a C é de 24,2 quilômetros e, posicionado o fazendeiro no ponto B, ele terá 
alcance do sinal de rádio para se comunicar com seu funcionário no ponto C. 
d) A distância de B a C é de 34,3 quilômetros e, posicionado o fazendeiro no ponto B, ele terá 
alcance do sinal de rádio para se comunicar com seu funcionário no ponto C. 
e) A distância de B a C é de 50 quilômetros e, posicionado o fazendeiro no ponto B, ele não terá 
alcance do sinal de rádio para se comunicar com seu funcionário no ponto C. 
 
 
24. Três amigos decidiram abrir uma empresa em sociedade. O acordo foi de que 95% do lucro seriam 
sempre divididos em três partes em progressão geométrica na razão de 3/2, sendo a primeira parte 
para Fábio, a segunda parte para Anderson e a terceira parte para Antônio, sempre nessa ordem. 
Os outros 5% seriam reinvestidos na empresa, não entrando na divisão. Desse modo, determine 
qual a porcentagem aproximada do lucro dividido que Antônio irá receber a cada mês. 
 
a) 47% 
b) 30% 
c) 20% 
d) 15,9% 
e) 45% 
 
 
25. Um sólido tem formato de um paralelepípedo reto retângulo e suas arestas têm medidas 
proporcionais a 3, 4 e 5. Sabendo que a área da superfície do paralelepípedo é de 376 m², detemine 
as dimensões do sólido. 
 
a) 6m, 7m e 8m 
b) 6m, 8m e 10m 
c) 9m, 12m e 15m 
d) 12m, 16m e 20m 
e) 24m, 32 m e 40m 
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L E G I S L A Ç Ã O 
 
26. Segundo a Lei nº. 8.112/90, a penalidade de demissão é aplicada nos seguintes casos, EXCETO: 
 
a) crimes contra a Administração Pública. 
b) inassiduidade habitual. 
c) incontinência pública e conduta escandalosa, na repartição. 
d) coação ou aliciamento de subordinados no sentido de filiarem-se à associação profissional ou 
sindical, ou a partido político. 
e) revelação de segredo do qual se apropriou em razão do cargo. 
 
 
27. Segundo a Constituição Federal, é correto afirmar, EXCETO: 
 
a) os cargos, empregos e funções públicas são acessíveis aos brasileiros que preencham os 
requisitos estabelecidos em lei, assim como aos estrangeiros, na forma da lei. 
b) a investidura em cargo ou emprego público depende de aprovação prévia em concurso público 
de provas ou de provas e títulos ou apenas de títulos, de acordo com a natureza e a 
complexidade do cargo ou emprego, na forma prevista em lei, ressalvadas as nomeações para 
cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração. 
c) o prazo de validade do concurso público será de até dois anos, prorrogável uma vez, por igual 
período. 
d) durante o prazo improrrogável previsto no edital de convocação, aquele aprovado em concurso 
público de provas ou de provas e títulos será convocado com prioridade sobre novos 
concursados para assumir cargo ou emprego, na carreira. 
e) as funções de confiança, exercidas exclusivamente por servidores ocupantes de cargo efetivo, e 
os cargos em comissão, a serem preenchidos por servidores de carreira nos casos, condições e 
percentuais mínimos previstos em lei, destinam-se apenas às atribuições de direção, chefia e 
assessoramento. 
 
 
28. Segundo as regras deontológicas previstas no Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil 
do Poder Executivo Federal, são primados maiores norteadores do servidor público no exercício de 
seu cargo ou função, EXCETO: 
 
a) a dignidade. 
b) o decoro. 
c) o respeito aos valores religiosos. 
d) o zelo. 
e) a consciência dos princípios morais. 
 
 
29. Segundo a Lei nº. 9.784/99, terão prioridade na tramitação, em qualquer órgão ou instância, os 
procedimentos administrativos em que figure como parte ou interessado, EXCETO: 
 
a) pessoa com idade igual ou superior a 65 anos. 
b) pessoa portadora de deficiência física. 
c) pessoa portadora de deficiência mental. 
d) pessoa portadora de cardiopatia grave. 
e) pessoa portadora de síndrome de imunodeficiência adquirida. 
 
 
30. O funcionário público que retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício, ou praticá-lo 
contra disposição expressa de lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal, comete o crime de: 
 
a) condescendência criminosa. 
b) peculato. 
c) corrupção passiva. 
d) prevaricação. 
e) corrupção ativa. 
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C O N H E C I M E N T O S E S P E C Í F I C O S 
 
 
31. A moulage é a técnica que envolve modelar ou dar forma a um tecido em um manequim 
(também chamado de busto) ou em um modelo vivo (FISCHER, 2010, p. 121). 
 
A respeito da moulage, todas as afirmativas a seguir são verdadeiras, EXCETO: 
 
a ) A melhor opção para trabalhar a moulage é modelar já no tecido final, contudo, é 
também a mais cara. Uma alternativa é modelar, com um tecido similar em peso, o 
caimento e a textura do tecido final. 
b ) Alix Gres (nos anos 1920) e Madeleine Vionnet (nos anos 1930) foram as primeiras 
estilistas de alta-costura a dedicar seu tempo e talento à arte da moulage. 
c ) O sentido do fio afeta, significativamente, o caimento do tecido sobre o corpo. O fio pode 
ser usado em três sentidos: paralelo ao urdume, paralelo à trama ou no viés. 
d ) Depois de criar um molde queveste o manequim, o modelista usa a modelagem plana 
para graduá-lo. 
e ) As roupas podem ser modeladas no manequim junto ao contorno do corpo ou com um 
formato mais real, estruturado longe do corpo. 
 
 
32. Além de lidar com a falta de padronização de tamanhos, as confecções de vestuário enfrentam a 
baixa capacitação dos profissionais de modelagem, em especial, quanto à adaptação dos 
produtos da empresa para os diferentes biótipos brasileiros (SABRÁ, 2009, p. 80). 
 
Considerando o papel relevante do modelista em um mercado cada vez mais exigente, é CORRETO 
afirmar: 
 
a ) Não é competência do modelista identificar e reparar defeitos em protótipos. 
b ) O modelista deve saber interpretar e adaptar estilos. 
c ) O modelista não precisa conhecer características de normalização, padrões de 
qualidade e definições de conformidade com produtos desenvolvidos. 
d ) Além dos conhecimentos técnicos, qualquer outra característica é irrelevante para o 
modelista. 
e ) O modelista deve usar somente as técnicas de modelagem plana para obter melhores 
resultados no caimento dos produtos confeccionados em escala. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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33. A imagem abaixo representa um esquema de interpretação de base de blusa. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Figura 1: Interpretação de base de blusa frente. 
DUARTE, Sônia; SAGGESE, Sylvia. Modelagem industrial brasileira. 4. ed. Rio de Janeiro: Guarda 
Roupa, 2008, p. 104. 
 
O que obtemos como resultado da interpretação acima é um decote: 
 
a ) plissado. 
b ) pregueado. 
c ) godê. 
d ) evasê. 
e ) drapeado. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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34. Técnica responsável pela construção de peças do vestuário, a modelagem é a estrutura da 
roupa. É ela que dará a forma, os volumes e o caimento perfeito, quando bem executada 
(ROSA, 2008, p. 22). 
 
Considerando que a modelagem pode ser desenvolvida em dois planos: bidimensional e tridimensional, 
analise as afirmações a seguir, atribuindo V para as verdadeiras e F para as falsas. 
 
1. A técnica de modelagem tridimensional é desenvolvida sobre o próprio corpo ou sobre um 
busto de costura industrial, o que possibilita a visualização do corpo nas duas dimensões: 
altura e largura. 
2. A modelagem bidimensional sempre é produzida de forma manual e utiliza os princípios 
de geometria para o traçado. 
3. A modelagem tridimensional pode ser planificada e, assim, atender toda a sequência de 
técnicas necessárias para a produção em escala industrial. 
4. A peça do vestuário, produzida a partir da técnica de modelagem plana, possui três 
dimensões: altura, largura e profundidade. 
5. A modelagem bidimensional é denominada como modelagem plana, e é construída a 
partir do estudo da anatomia do corpo humano. 
 
Marque a opção CORRETA. 
 
a ) 1-F, 2-V, 3-V, 4-V e 5-F 
b ) 1-V, 2-F, 3-F, 4-F e 5-F 
c ) 1-F, 2-F, 3-V, 4-F e 5-V 
d ) 1-F, 2-F, 3-V, 4-V e 5-V 
e ) 1-V, 2-V, 3-F, 4-F e 5-F 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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35. A calça é, hoje em dia, uma peça fundamental em qualquer guarda-roupa. É composta de duas 
partes: a primeira compreende parte da cintura até o gancho, passando pelo quadril, e a segunda 
corresponde às pernas. Podem-se alterar: altura da cintura, comprimento do gancho, a largura do 
quadril e pernas, modificando, assim, o estilo da calça (DUARTE; SAGGESE, 2008, p. 186). 
 
Duarte e Saggese (2008) propõem uma classificação para os comprimentos relacionados à interpretação 
da base de calça. Observe a imagem a seguir e marque a alternativa CORRETA. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Figura 2: Interpretação de calça básica feminina. 
DUARTE, Sônia; SAGGESE, Sylvia. Modelagem industrial brasileira. 4. ed. Rio de Janeiro: Guarda Roupa, 
2008. p. 186. 
 
a ) D: Calça corsário ou pescador. 
b ) E: Calça cigarrete. 
c ) B: Bermuda. 
d ) F: Toureiro. 
e ) A: Ciclista. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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36. Para o desenvolvimento do trabalho de modelagem, o modelista deverá ter à sua disposição 
alguns materiais de apoio, que irão agilizar a construção dos moldes (ROSA, 2008, p. 45). 
 
Considerando os diferentes utensílios do modelista, identifique as afirmativas abaixo como verdadeiras 
ou falsas. 
 
I ) A curva francesa apresenta vários tipos de curvas e é utilizada no traçado de decotes, cavas, 
cabeças de mangas, entre outras curvaturas pequenas. 
II ) A régua de alfaiate de madeira é a mais indicada que a de acrílico, pois não quebra com facilidade. 
III ) A régua milimetrada de aço é mais precisa que a de acrílico. 
IV ) O jogo de esquadros é composto por dois esquadros, sendo um com um ângulo de 90° e dois de 
45° e o segundo com os ângulos de 90°, 60° e 30°. 
 
Marque a opção CORRETA. 
 
a ) Somente a II é verdadeira. 
b ) Somente I, III e IV são verdadeiras. 
c ) Somente III e IV são verdadeiras. 
d ) Somente a IV é verdadeira. 
e ) Todas as afirmativas são verdadeiras. 
 
 
37. A figura abaixo representa uma sequência de quatro diferentes esquemas de interpretação para 
modelagem de mangas femininas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Figura 3: Interpretação de mangas femininas. 
DUARTE, Sônia; SAGGESE, Sylvia. Modelagem industrial brasileira. 4. ed. Rio de Janeiro: Guarda 
Roupa, 2008. p. 128, 131, 136, 138. Adaptado. 
 
Marque a sequência CORRETA que corresponde aos modelos de mangas acima ilustrados. 
 
a ) 1- Duas folhas; 2- Princesa; 3- Quimono; 4- Dólmã. 
b ) 1. Princesa; 2- Bufante; 3- Quimono; 4- Dólmã. 
c ) 1- Presunto; 2- Princesa; 3- Japonesa; 4- Raglã. 
d ) 1- Tulipa; 2- Sino; 3- Japonesa; 4- Raglã. 
e ) 1- Tulipa; 2- Princesa; 3- Raglã; 4- Dólmã. 
 
 
 
 
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38. A vista botão coberto, ideal para camisas compondo looks refinados, também pode ser detalhe 
forte em criações modernas e despojadas. Os pespontos coloridos e os travetes são alguns 
acabamentos que poderão valorizar o modelo (ROSA, 2008, p. 76). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Figura 4: Interpretação de vista de camisa masculina. 
ROSA, Stefania. Alfaiataria: modelagem plana masculina. São Paulo: Senac, 2008. p. 76. 
 
Considerando a interpretação da vista para botão coberto acima, a ser executada em tecido plano para 
um botão com 1 cm de diâmetro, marque a sequência CORRETA de valores a ser usada nos segmentos 
ab, bc, cd, de, ef, respectivamente. 
 
a ) 2 cm, 2 cm, 2cm, 2 cm, 1 cm 
b ) 3 cm, 3 cm, 3 cm, 3 cm, 1 cm 
c ) 3 cm, 3 cm, 2,5 cm, 2,5 cm, 1cm 
d ) 2,5 cm, 2,5 cm, 2,5 cm, 2,5 cm, 0,5 cm 
e ) 1,5 cm, 1,5 cm, 2 cm, 2 cm, 1 cm 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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39. Os modelos de uma peça de roupa podem ser produzidos para vestir um único consumidor ou 
ser graduados e alterados para servir em usuários de diferentes tamanhos. Em ambas as 
situações, o conhecimento completo e detalhado sobre tamanho e graduação é essencial para 
qualquer designer que espera criar uma vestimenta com bom caimento. Ser capaz de traduzir as 
proporções do corpo para o papel, criando um vestuário tridimensional, requer muita prática e 
atenção minuciosa aos detalhes (FISCHER, 2010, p. 16). 
 
A respeito de tabelas de medidas, considere as afirmativas abaixo.I ) As medidas de cada tamanho podem ser encontradas em tabelas de livros de modelagem plana. 
Contudo, quando possível, o ideal é obter medidas reais de um modelo vivo. 
II ) No vestuário infantil, a variação acontece somente na altura. A numeração, portanto, é regida pela 
idade. 
III ) Os tamanhos para camisaria são dados pela medida do pescoço. 
IV ) A numeração do vestuário feminino é baseada nas medidas de altura, busto, cintura e quadril. 
V ) Graduação ou gradação é o processo de escalonamento do molde para outro tamanho. Essa 
mudança se dá por meio da ampliação de pontos importantes, com base em um conjunto de 
medidas formatadas em uma tabela. 
 
Assinale a alternativa CORRETA. 
 
a ) Somente I, III, IV e V são verdadeiras. 
b ) Somente I, II e V são verdadeiras. 
c ) Somente II, III e IV são verdadeiras. 
d ) Somente I, II e III são verdadeiras. 
e ) Somente I, III e IV são verdadeiras. 
 
 
40. Os sistemas interactivos computadorizados para a gradação e o risco são uma ferramenta 
sofisticada de elevado valor para os modelistas. O computador possibilita gradar e riscar 
rapidamente e com precisão, aumentando, significativamente, a produtividade dos modelistas 
(ARAÚJO, 1996, p. 136). 
 
Dentro do contexto da utilização de um sistema de CAD/CAM para confecção de vestuário, marque a 
opção INCORRETA. 
 
a ) A ordem mais comum para se trabalhar uma modelagem no computador é: digitalizar, 
conferir, gradar e riscar. 
b ) Dados a largura da peça de tecido ou malha e o comprimento da mesa de corte, o 
objetivo consiste em encaixar os moldes, de modo a obter a melhor utilização possível 
de tecido na largura dada, até o limite máximo do comprimento da mesa. 
c ) O computador substitui a função do modelista, aumentando a produtividade da empresa. 
d ) Os vários sistemas de criação de moldes existentes podem mover linhas, aumentar e 
diminuir moldes e executar outras funções de acordo com as instruções do operador. 
e ) A foto digitalização é o processo pelo qual uma imagem de um molde é convertida em 
uma linguagem vetorial. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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41. Ao montar uma peça-piloto, deve-se estudar a melhor forma para produzi-la, testando tipos de 
pontos e máquinas que sejam adequadas para a operação a ser desenvolvida, levando-se em 
consideração a produtividade e o custo da peça (SABRÁ, 2009, p. 132). 
 
Sobre a função da peça-piloto, todas as alternativas estão corretas, EXCETO: 
 
a ) A peça-piloto serve para testar a modelagem desenvolvida e realizar os ajustes 
necessários. 
b ) A sequência operacional de montagem de uma peça de vestuário é definida no momento 
da pilotagem. 
c ) Depois de desenvolvida e aprovada a peça-piloto, todas as observações devem ser 
anotadas na ficha técnica, a fim de otimizar o processo produtivo. 
d ) A peça-piloto pode ser confeccionada em qualquer tipo de tecido, pois sua função 
principal é verificar se a modelagem está correta. 
e ) A peça-piloto deve acompanhar a ficha técnica para o setor produtivo, para ser 
consultada, em caso de dúvidas, no processo de montagem. 
 
 
42. A organização da produção mais adequada à montagem de determinado produto é um aspecto 
fundamental e dela depende o rendimento do processo. Em um sistema de costura, consideram-
se os materiais, as máquinas de costura, os operadores, os sistemas de transporte, os métodos 
de produção e as técnicas de planejamento e controle de produção (ARAÚJO, 1996, p. 210). 
 
Tomando como exemplo a montagem de uma calça jeans com cinco bolsos, assinale a sequência de 
montagem CORRETA que trará eficiência à produção. 
 
a ) Braguilha, bainha, bolsos, laterais, entrepernas, gancho, cós. 
b ) Bolsos, braguilha, laterais, gancho, entrepernas, cós, bainha. 
c ) Cós, gancho, entrepernas, braguilha, bolsos, laterais, bainha. 
d ) Gancho, laterais, entrepernas, cós, braguilha, bolsos, bainha. 
e ) Laterais, entrepernas, cós, bainha, braguilha, gancho, bolsos. 
 
 
43. Em alguns tipos de artigos, em que é exigida certa consistência, é necessário colar entretela. É o 
caso, por exemplo, dos punhos, colarinhos, frente dos casacos, etc. (ARAÚJO, 1996, p. 203). 
 
A respeito das entretelas, leia as afirmativas abaixo e as classifique como verdadeiras ou falsas. 
 
I ) A escolha de um termocolante depende do tipo de vestuário. 
II ) A seleção de um termocolante depende do modo de conservação, lavagem ou limpeza a seco do 
vestuário. 
III ) A seleção de uma entretela depende das condições de aplicação, ou seja, a pressão e a 
temperatura devem ser compatíveis com o tecido. 
IV ) Se o ponto de fusão de uma termocolante for demasiado baixo, podem surgir problemas no corte 
ou durante a picagem da agulha. 
 
Marque a opção CORRETA. 
 
a ) Somente as afirmativas I e II são verdadeiras. 
b ) Somente a afirmativa III é verdadeira. 
c ) Somente as afirmativas I, II e IV são verdadeiras. 
d ) Somente as afirmativas III e IV são verdadeiras. 
e ) Todas as afirmativas são verdadeiras. 
 
 
 
 
 
 
 
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44. A imagem a seguir ilustra o cabeçote de uma máquina de costura overlock, muito utilizada na 
confecção de produtos com tecidos elásticos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Figura 5: Principais partes do cabeçote de máquina de costura overlock. 
SOUZA, Sidney Cunha de. Introdução à tecnologia da modelagem industrial. Rio de Janeiro: SENAI / 
CETIQT, 1997, p. 235. Adaptado. 
 
Marque a alternativa que faz a associação CORRETA entre os números e os nomes das partes 
principais do cabeçote da máquina de costura overlock. 
 
a ) 1- base da máquina; 2- cobertura inferior; 3- visor do fluxo de óleo; 4- agulha; 5- barra da 
agulha; 6- calcador; 7- braço do calcador; 8- visor do nível de óleo. 
b ) 1-calcador; 2- cobertura inferior; 3- visor do nível de óleo; 4- agulha; 5- barra da agulha; 
6- base da máquina; 7- braço do calcador; 8- visor do fluxo de óleo. 
c ) 1-cobertura inferior; 2- base da máquina; 3- visor do nível de óleo; 4- agulha; 5- barra da 
agulha; 6- calcador; 7- braço do calcador; 8- visor do fluxo de óleo. 
d ) 1- base da máquina; 2- cobertura inferior; 3- visor do nível de óleo; 4- agulha; 5- barra da 
agulha; 6- calcador; 7- braço do calcador; 8- visor do fluxo de óleo. 
e ) 1- base da máquina; 2- cobertura inferior; 3- visor do nível de óleo; 4- barra da agulha; 5- 
agulha; 6- calcador; 7- braço do calcador; 8- visor do fluxo de óleo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
javascript:nova_pesquisa(%22Souza,%20Sidney%20Cunha%20de%22,%2211395%22,100);
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45. As máquinas de costura normais em uma confecção enquadram-se, geralmente, nas classes 
300, 400, 500 e 600 (ARAÚJO, 1996, p. 291). 
 
Assinale a alternativa CORRETA, que indica a classificação dos pontos de costura 300 e 400, 
respectivamente. 
 
a ) Ponto de cadeia simples e pontos combinados. 
b ) Ponto cerzido e ponto de costura plano. 
c ) Ponto manual e ponto fixo. 
d ) Ponto de cadeia múltiplo e ponto fixo de uma só linha. 
e ) Ponto fixo e ponto de cadeia múltiplo. 
 
 
46. A respeito dos acessórios, calcadores e aparelhos auxiliares, marque a opção INCORRETA. 
 
a ) Todos eles são equipamentos colocados nas máquinas de costura para auxiliar na 
confecção, aumentando a produtividade e a qualidade do trabalho e oferecendo, ao 
mesmo tempo, segurança à operadora. 
b ) O cortador de linha é um acessório utilizado para substituir a tesoura, economizando 
movimentos da costureira. 
c ) O calcador é uma peça que segura o material enquanto a agulha perfura o mesmo, além 
de outras funções, conforme o seu tipo. 
d ) O calcador franzidor é usado para criar um franzimento durante a costura.e ) O protetor de dedo é um acessório fixado na barra do calcador, que também possui a 
função de cortar a linha. 
 
 
47. As máquinas de costura atuais são altamente sofisticadas e dão conta de uma grande variedade 
de tarefas muito específicas. No entanto, ainda existem áreas na construção de vestuário que, 
por escolha ou por falta de opção, exigem costura à mão (FISCHER, 2010, p. 84). 
 
Sobre a costura à mão e seus respectivos pontos, marque a alternativa CORRETA. 
 
a ) O ponto de alinhavo é usado para unir, permanentemente, as partes de uma roupa. 
b ) O ponto invisível é muito usado em bainhas, ficando invisível na parte externa da peça e 
um pouco à mostra na parte interna da mesma. 
c ) O ponto caseado serve para fazer acabamentos internos da roupa, não devendo ficar à 
mostra. 
d ) O ponto chuleado é usado para fazer pespontos em costuras externas da peça. 
e ) O ponto mosca é um ponto muito frágil, servindo apenas de elemento decorativo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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48. As costuras representam o jeito mais simples de unir duas ou mais partes de um material na 
construção de vestuário. Elas também são usadas para criar formas e causar impacto no design 
de uma peça, variando de acordo com o tipo de tecido e o efeito de design desejado (FISCHER, 
2010, p. 78). 
 
Analise a tabela abaixo sobre alguns tipos de costura e suas definições, fazendo a correlação entre as 
colunas numérica e alfabética. 
 
1 Costura reta A É um tipo de costura que, ao mesmo tempo em que une as partes do 
tecido, também cria um acabamento limpo, deixando a borda do tecido 
para o lado interno. Dispensa acabamento com overlock, sendo muito 
utilizada em tecidos transparentes, finos e peças de camisaria. 
2 Costura francesa B É uma costura forte e durável, que apresenta duas fileiras de costura 
paralelas no lado direito da peça e uma no lado avesso. Muito comum em 
peças confeccionadas em brim, camisas masculinas e uniformes. 
3 Costura inglesa 
rebatida 
C Essa costura pode ser confundida com a pespontada, porém, vista de 
perto, apresenta uma saliência lateral característica. É uma das mais 
fortes que existem, por isso é a preferida para peças de alfaiataria ou de 
brim. 
4 Costura welt D Trata-se de uma costura em máquina reta, criando uma linha contínua de 
pontos com comprimento básico variando entre 2,5 e 3 mm. Necessita de 
acabamento em overlock para não desfiar o tecido. 
 
Marque a alternativa que apresenta a relação CORRETA entre os tipos de costuras apresentados na 
tabela anterior. 
 
a ) [1–D]; [2–A]; [3–C]; [4–B]. 
b ) [1–D]; [2–A]; [3–B]; [4–C]. 
c ) [1–A]; [2–D]; [3–B]; [4–C]. 
d ) [1–D]; [2–B]; [3–A]; [4–C]. 
e ) [1–D]; [2–C]; [3–B]; [4–A]. 
 
 
49. A ficha técnica é o documento descritivo de uma peça de coleção do vestuário, e o seu formato 
pode variar de uma confecção para outra. No entanto, há alguns dados que são fundamentais e 
que devem constar no seu preenchimento, a fim de facilitar a comunicação entre os diversos 
setores de uma confecção (TREPTOW, 2007, p. 165). 
 
A respeito da ficha técnica, todas as afirmativas a seguir são verdadeiras, EXCETO: 
 
a ) É a partir da ficha técnica que o setor de custos e o departamento comercial estipularão 
o preço de venda do produto. 
b ) Por meio da ficha técnica, o setor de Planejamento e Controle de Produção (PCP) 
poderá calcular os insumos necessários para a fabricação do produto, conforme os 
pedidos. 
c ) A ficha técnica oferece dados de identificação do modelo a ser produzido, tais como 
coleção, referência e descrição. 
d ) O desenho técnico do modelo, feito na ficha técnica, apresenta importância fundamental 
para o setor de modelagem e confecção. 
e ) A ficha técnica possibilita que o setor de modelagem desenvolva os moldes e faça a 
graduação, de acordo com a grade de tamanhos a ser produzida, dispensando a 
confecção de um protótipo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
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50. A imagem a seguir apresenta o desenho técnico de uma jaqueta tradicional a ser confeccionada 
em material jeans, podendo ser consumida tanto pelo público masculino quanto pelo feminino. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Figura 6: Desenho técnico de jaqueta jeans. 
LEITE, Adriana Sampaio; VELLOSO, Marta Delgado. Desenho técnico de roupa feminina. 3. ed. Rio de 
Janeiro: SENAC, 2011, p. 148. Adaptado. 
 
De acordo com a imagem apresentada, marque a alternativa INCORRETA. 
 
a ) A abertura de carcela apresenta comprimento de 14 cm. 
b ) O bolso apresenta um comprimento central de 11 cm e lateral de 12,5 cm. 
c ) O comprimento dos ombros é de 14 cm. 
d ) A medida de circunferência do punho é de 23 cm. 
e ) As larguras apresentadas pela frente do desenho, considerando-se a jaqueta abotoada, 
é de 50 cm na linha da cava e de 48 cm na linha da barra. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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51. O desenho técnico de vestuário, também conhecido como desenho planificado ou desenho de 
especificação, tem por objetivo comunicar as ideias do designer ao setor de amostras 
(modelagem e pilotagem) (TREPTOW, 2007, p. 148). 
 
A respeito do desenho técnico, considere as afirmativas abaixo. 
I ) No desenho técnico, não aparece um corpo de manequim. 
II ) O desenho técnico deve ser alongado e estilizado, apresentando o movimento da roupa 
representada. 
III ) A riqueza de detalhes deve ser ressaltada no desenho técnico, apresentando o modelo, pelo 
menos, nas posições de frente e costas. 
IV ) O desenho técnico deve apresentar algumas partes ampliadas em outro desenho, para dar 
enfoque em detalhes de costuras e acabamentos. 
V ) No desenho técnico, é dispensável a colocação de pespontos, recortes, aberturas de bolsos e 
quantidade de botões, pois isso é função da costureira pilotista. 
 
Assinale a alternativa CORRETA. 
 
a ) Somente I, II, III e IV são verdadeiras. 
b ) Somente I, II, IV e V são verdadeiras. 
c ) Somente II e V são verdadeiras. 
d ) Somente I, II e V são verdadeiras. 
e ) Somente I, III e IV são verdadeiras. 
 
 
52. Na fabricação de um tecido plano, o modo de tecer os fios determina a sua estrutura básica, ou 
seja, o seu padrão. A tecelagem pode ser feita de inúmeras maneiras, entretanto, são três os 
ligamentos ou ordens básicas de cruzamento dos fios de trama com os fios de urdume 
(PEZZOLO, 2007, p. 154). 
 
Marque a alternativa que identifica, CORRETAMENTE, os três tipos básicos de ligamentos da 
tecelagem. 
 
a ) tafetá, sarja e viscose 
b ) tafetá, cetim e viscose 
c ) tafetá, sarja e cetim 
d ) sarja, cetim e poliamida 
e ) tafetá, viscose e poliamida 
 
 
53. Os tecidos são constituídos por fios que se entrecruzam em movimento perpendicular para 
formar tecidos não elásticos ou planos, ou então, se entrecruzam em laçadas sucessivas para 
formar tecidos elásticos conhecidos como malhas (SOUZA, 1997, p. 19). 
 
A respeito do comportamento dos tecidos, todas as alternativas estão corretas, EXCETO: 
 
a ) O caimento de um tecido está diretamente ligado à direção dos seus fios em relação ao 
solo. 
b ) Quando uma roupa está cortada em fio reto, com o fio de urdume tombando no sentido 
vertical, ela apresenta um caimento firme, não tão rígido, exceto quando se trata de 
matéria-prima muito densa e com fios de baixa titulagem. 
c ) As peças cortadas em fio atravessado, na direção do fio de trama do tecido, apresentam 
um caimento com maior mobilidade. 
d ) O corte enviesado em diagonal, formando um ângulo de 45° em relação ao fio de urdume 
do tecido, oferece comportamento mais fluido na peça de roupa e é também chamado de 
corte em viés. 
e ) O fio atravessado, embora aceitável em algumassituações muito especiais, deve ser 
evitado, pois oferece um caimento bastante armado e visualmente não muito agradável. 
 
 
 
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54. O tecido plano é um retângulo bidimensional, que forma um cilindro ao envolver o corpo do 
usuário e, para que esse cilindro amolde-se na região superior do tronco, faz-se necessário o 
uso de pences. Sobre o significado de pences, é CORRETO afirmar que: 
 
a ) são pregas em forma de pirâmide, que, dobradas, possuem determinada profundidade. 
b ) correspondem a um franzido utilizado para dar volume ao modelo. 
c ) concebidas como um cone, elas têm forma triangular, sendo seu vértice posicionado no 
ponto de maior saliência do corpo, e a abertura do triângulo, denominada profundidade, 
está localizada na linha de redução do volume desejada. 
d ) são dobraduras em diagonal que geram na peça uma maior sustentação. 
e ) são marcações indispensáveis realizadas através de recortes. 
 
 
55. O beneficiamento têxtil, constituído por várias etapas, tem por finalidade melhorar as 
características físico-químicas de fibras, fios e tecidos. Os diversos tipos de beneficiamentos são 
classificados em primários, secundários e terciários. Na etapa final, eles conferem propriedades 
particulares aos tecidos (PEZZOLO, 2007, p. 159). 
 
As alternativas abaixo apresentam três tipos de beneficiamentos têxteis, EXCETO: 
 
a ) alvejamento, tingimento e lixagem. 
b ) desengomagem, tingimento e flanelagem. 
c ) branqueamento ótico, estamparia e impermeabilização. 
d ) alvejamento, estamparia e passadoria. 
e ) desengomagem, tingimento e impermeabilização. 
 
 
56. A maioria dos equipamentos de malharia foi desenvolvida a partir da técnica de tricô feito à mão. 
Hoje, o maquinário moderno pode produzir, em grande velocidade, tecidos e roupas muito mais 
complexos do que os que poderiam ser feitos à mão (JONES, 2005, p. 124). 
 
Sobre a malharia, é CORRETO afirmar que: 
 
a ) esse tipo de tecido apresenta elasticidade somente no sentido de sua largura. 
b ) são tecidos formados por laçadas de fios unidas entre si, formando carreiras 
superpostas. 
c ) são tecidos fabricados, em sua maioria, com fibras naturais. 
d ) a elasticidade que esses tecidos apresentam se deve, principalmente, aos 
beneficiamentos que recebem. 
e ) não é possível produzir peças de roupas por esse método, sem o uso de costuras. 
 
 
57. Durante muito tempo, somente as fibras naturais – vegetais e animais – foram usadas na 
tecelagem, até que a necessidade de criar o que não havia na natureza motivou o surgimento das 
fibras químicas, produzidas em laboratório. Essas podem ser de dois tipos básicos: artificiais e 
sintéticas (PEZZOLO, 2007, p. 118). 
 
A respeito das fibras químicas, marque a alternativa INCORRETA. 
 
a ) As fibras químicas artificiais são obtidas pelo tratamento de matéria-prima natural. 
b ) As fibras químicas sintéticas são obtidas pela sintetização de moléculas, principalmente 
de origem do petróleo. 
c ) As fibras químicas buscam imitar e melhorar as características das fibras naturais. 
d ) A viscose é um exemplo de fibra química sintética, produzida a partir de celulose de 
madeira e algodão. 
e ) O elastano é um tipo de fibra química responsável pela elasticidade de grande parte dos 
tecidos de malharia. 
 
 
 
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58. Os tecidos modernos e a sua comercialização diferem, consideravelmente, dos do passado 
quando só existiam fibras naturais e os países podiam proteger seus produtos e negócios. 
Empresas gigantes da indústria química entraram no setor têxtil e investem fortunas na criação e 
divulgação de fibras com ―bom desempenho‖ (JONES, 2005, p. 126). 
 
Levando em consideração que a indústria têxtil pesquisa uma série de inovações tecnológicas e, como 
resultado, são gerados diversos produtos denominados tecidos inteligentes, que possibilitam, entre 
outras propriedades: isolamento térmico, absorção e transporte de calor, proteção UVA e UVB, sensação 
de conforto na pele, assinale a alternativa INCORRETA sobre os tecidos inteligentes. 
 
a ) Eles interferem na aparência e no toque do produto confeccionado. 
b ) Eles agregam qualidade e resistência aos produtos confeccionados. 
c ) Eles diminuem o molde-base na confecção da peça-piloto. 
d ) Eles envolvem diversos conhecimentos. 
e ) Eles representam um avanço na pesquisa de matérias-primas. 
 
 
59. Assinale, abaixo, a característica que NÃO corresponde à fibra de poliéster. 
 
a ) É pouco absorvente. 
b ) Tende a formar bolinhas. 
c ) Acumula eletricidade estática. 
d ) É boa condutora de calor. 
e ) Conserva dobras vincadas sob efeito do calor. 
 
 
60. Leia, atentamente, as seguintes afirmações: 
 
I ) Um tecido com pé, como o veludo cotelê, permite uma maior liberdade de posicionamento dos 
moldes em um estudo de risco para corte. 
II ) O enfesto, que pode ser par ou ímpar, representa camadas de tecidos sobrepostas umas às outras 
e também é conhecido como colchão. 
III ) O tecido tipo Oxford, que não possui pé, requer um maior cuidado no posicionamento dos moldes 
para corte. 
IV ) A ficha técnica é um importante documento descritivo que deve conter informações relevantes, 
como: desenho técnico, matéria-prima, fornecedores de matéria-prima, sequência de montagem, 
entre outras. 
 
Marque a alternativa CORRETA. 
 
a ) Somente as afirmativas I e III são verdadeiras. 
b ) Somente as afirmativas II e IV são verdadeiras. 
c ) Somente as afirmativas III e IV são verdadeiras. 
d ) Somente a afirmativa IV é verdadeira. 
e ) Somente a afirmativa II é verdadeira. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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GABARITO PROVA -TÉCNICO DE LABORATÓRIO/ 
ÁREA: TECNOLOGIA DA CONFECÇÃO 
 
 
1. C 
2. A 
3. C 
4. B 
5. E 
6. D 
7. C 
8. C 
9. E 
10. D 
11. E 
12. B 
13. A 
14. A 
15. C 
16. C 
17. D 
18. A 
19. E 
20. E 
21. ANULADA 
22. D 
23. C 
24. E 
25. B 
26. D 
27. B 
28. C 
29. A 
30. D 
 
31. B 
32. B 
33. E 
34. D 
35. A 
36. B 
37. ANULADA 
38. C 
39. A 
40. C 
41. D 
42. B 
43. E 
44. D 
45. E 
46. E 
47. B 
48. B 
49. E 
50. B 
51. E 
52. C 
53. C 
54. C 
55. D 
56. B 
57. D 
58. C 
59. D 
60. B

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