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RELATÓRIO DE PRÁTICA 01 
Roberta Martins Pereira -04163648 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
ENSINO DIGITAL 
 
RELATÓRIO 01 
 
DATA: 
 
21 / 10 / 23 
 
 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS: Fluidos biológicos 
 
DADOS DO(A) ALUNO(A): 
 
NOME: Roberta Martins Pereira MATRÍCULA: 04163648 
CURSO: Biomedicina POLO: UNAMA -Santarém 
PROFESSOR(A) ORIENTADOR(A): Yan Vitor Silva Oliveira 
 
ORIENTAÇÕES GERAIS: 
 
• O relatório deve ser elaborado individualmente e deve ser escrito de forma clara e 
• concisa; 
• O relatório deve conter apenas 01 (uma) lauda por tema; 
• Fonte: Arial ou Times New Roman (Normal e Justificado); 
• Tamanho: 12; 
Margens: Superior 3 cm; Inferior: 2 cm; Esquerda: 3 cm; Direita: 2 cm; 
• Espaçamento entre linhas: simples; 
• Título: Arial ou Times New Roman (Negrito e Centralizado). 
 
 
TEMA DE AULA: URINÁLISE 
 
 
RELATÓRIO: 
 
1. URINÁLISE 
 
A. Quais foram os aspectos físicos e químicos observados na aula. 
Exame físico = Cheiro e estabilidade ou resistência Exame visual de aparência física 
= Tonalidade cítrica, turvação amarelada e tonalidade âmbar. 
 
B. Descreva o princípio das dosagens de glicose e proteínas na urina. 
A dosagem de glicose e proteínas na urina é uma parte importante da análise clínica 
que fornece informações valiosas sobre a saúde do paciente. Aqui estão descrições 
breves dos princípios envolvidos em cada dosagem: 
 
Dosagem de Glicose na Urina: 
Princípio: 
A dosagem de glicose na urina é realizada para avaliar os níveis de glicose presentes 
no fluido urinário. Normalmente, a glicose não deve estar presente na urina em 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
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RELATÓRIO 01 
 
DATA: 
 
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quantidades detectáveis, uma vez que os rins reabsorvem a maior parte da glicose 
filtrada no processo de filtração glomerular. 
 
Método: 
O método mais comum para medir a glicose na urina é usando tiras reagentes. Essas 
tiras contêm uma enzima chamada glicose oxidase. Quando a urina é aplicada na tira, 
qualquer glicose presente reage com a enzima, produzindo um produto oxidado que 
pode ser detectado por um colorímetro. 
 
Interpretação: 
Resultados positivos para glicose na urina podem indicar diabetes mellitus ou outras 
condições em que a capacidade dos rins de reabsorver glicose é excedida. 
 
Dosagem de Proteínas na Urina: 
Princípio: 
A dosagem de proteínas na urina é realizada para determinar a quantidade de 
proteínas presentes na amostra de urina. Em condições normais, apenas pequenas 
quantidades de proteínas são filtradas pelos rins e excretadas na urina. 
 
Método: 
Diferentes métodos podem ser usados, mas um método comum é a utilização de tiras 
reagentes que contêm substâncias que reagem com proteínas na urina, produzindo 
uma mudança de cor. Outros métodos mais avançados, como a eletroforese de 
proteínas, também podem ser empregados em laboratórios clínicos. 
 
Interpretação: 
Resultados positivos para proteínas na urina podem indicar problemas renais, como 
glomerulonefrite ou doença renal crônica. Também pode ser um sinal de outras 
condições, como infecções do trato urinário, hipertensão ou diabetes. 
 
C. Adicione uma ou mais fotos dos resultados dos testes realizado na aula que 
represente as 3 etapas da URINÁLISE (físico, químico e microbiológico). 
 
 
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RELATÓRIO 01 
 
DATA: 
 
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D. Como devemos interpretar os resultados para confeccionar o laudo de urinálise 
para liberação. 
 
A interpretação dos resultados de uma urinálise e a confecção do laudo são tarefas 
realizadas por profissionais de saúde, geralmente por médicos ou tecnólogos em 
laboratório clínico. Abaixo, apresento um guia geral sobre como interpretar resultados 
e elaborar um laudo de urinálise: 
 
1. Informações Iniciais: 
Identificação do Paciente: Inclua nome, idade e outros dados relevantes. 
Data e Hora da Coleta: Essas informações são cruciais para rastrear mudanças ao 
longo do tempo. 
 
2. Aspecto e Cor: 
Descreva a cor da urina e seu aspecto (transparente, turva, etc.). 
Cores anormais podem indicar problemas, como icterícia ou hemólise. 
 
 
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RELATÓRIO 01 
 
DATA: 
 
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3. Densidade ou Gravidade Específica: 
A densidade urinária é um indicador da capacidade dos rins em concentrar a urina. 
Resultados fora da faixa normal podem indicar problemas renais. 
 
4. pH: 
O pH urinário reflete a acidez ou alcalinidade da urina. 
Valores fora da faixa normal podem indicar distúrbios metabólicos ou renais. 
 
5. Proteínas: 
A presença de proteínas na urina (proteinúria) pode indicar problemas renais. 
Classifique a quantidade de proteínas como traços, leve, moderada ou intensa. 
 
6. Glicose: 
A presença de glicose na urina pode indicar diabetes ou outros distúrbios metabólicos. 
Relate os resultados e interprete em relação à condição clínica do paciente. 
 
7. Cetonas: 
Cetonas na urina podem indicar cetose, como ocorre em diabetes não controlado ou 
dietas cetogênicas. 
Avalie e forneça interpretação clínica. 
 
8. Urobilinogênio e Bilirrubina: 
Valores elevados podem indicar problemas hepáticos ou biliares. 
Forneça informações sobre a presença ou ausência dessas substâncias. 
 
9. Sedimento Urinário: 
Avalie a presença de células sanguíneas, células epiteliais, cilindros, cristais, bactérias, 
etc. 
Relate a quantidade e descreva qualquer anormalidade observada. 
 
10. Células Sanguíneas: 
 
 
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RELATÓRIO 01 
 
DATA: 
 
21 / 10 / 23 
 
 
A presença de células sanguíneas pode indicar problemas renais ou do trato urinário. 
Descreva se são hemácias ou leucócitos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RELATÓRIO DE PRÁTICA 02 
Roberta Martins Pereira -04163648 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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RELATÓRIO 02 
 
DATA: 
 
21 / 10 / 23 
 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS: Fluidos biológicos 
 
DADOS DO(A) ALUNO(A): 
 
NOME: Roberta Martins Pereira MATRÍCULA: 04163648 
CURSO: Biomedicina POLO: UNAMA -SANTARÉM 
PROFESSOR(A) ORIENTADOR(A): Yan Vitor Silva Oliveira 
 
ORIENTAÇÕES GERAIS: 
 
• O relatório deve ser elaborado individualmente e deve ser escrito de forma clara e 
• concisa; 
• O relatório deve conter apenas 01 (uma) lauda por tema; 
• Fonte: Arial ou Times New Roman (Normal e Justificado); 
• Tamanho: 12; 
Margens: Superior 3 cm; Inferior: 2 cm; Esquerda: 3 cm; Direita: 2 cm; 
• Espaçamento entre linhas: simples; 
• Título: Arial ou Times New Roman (Negrito e Centralizado). 
 
 
TEMA DE AULA: EXAME DE LCR 
 
 
RELATÓRIO: 
 
1. Exame de LCR 
 
A. Qual a metodologia dos testes químico e citológico para o exame de LCR? 
O exame do líquido cefalorraquidiano (LCR) é uma análise laboratorial importante para 
avaliar a saúde do sistema nervoso central. Existem duas abordagens principais para 
o exame de LCR: o teste químico e o teste citológico. 
 
Teste Químico do LCR: 
Princípio: 
 
O teste químico do LCR é projetado para avaliar a composição química do líquido 
cefalorraquidiano. 
 
 
 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
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RELATÓRIO 02 
 
DATA: 
 
21 / 10 / 23 
 
 
Componentes Avaliados: 
 
⚫ Proteínas: A presença de proteínas no LCR pode indicar inflamação ou outras 
condições. 
⚫ Glicose: Avaliação dos níveis de glicose no LCR. Níveis reduzidos podem indicar 
condições como meningite bacteriana. 
⚫ Cloridez: O teste de cloridez pode fornecer informações sobre a presença de 
infecções. 
 
Metodologia: 
 
⚫ Utilização de métodos bioquímicos, como espectrofotometria ou reações químicas 
específicas. 
⚫ Para medira glicose, por exemplo, pode ser usado o método de glicose oxidase. 
 
Teste Citológico do LCR: 
Princípio: 
 
O teste citológico envolve a análise microscópica das células presentes no LCR. 
 
Componentes Avaliados: 
 
⚫ Células Sanguíneas: Avaliação das células sanguíneas, como eritrócitos 
(hemácias) e leucócitos (células brancas do sangue). 
⚫ Células do Sistema Nervoso: Identificação de células específicas, como células 
nervosas (neurônios) e células gliais. 
⚫ Micro-organismos: Procura por bactérias, vírus ou fungos que podem indicar 
infecções. 
 
Metodologia: 
 
⚫ Centrifugação do LCR para concentrar as células presentes. 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
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RELATÓRIO 02 
 
DATA: 
 
21 / 10 / 23 
 
 
⚫ Coloração das células utilizando corantes específicos para facilitar a visualização 
microscópica. 
⚫ Exame microscópico para identificação e contagem de células. 
 
Interpretação: 
 
⚫ A presença de um número aumentado de leucócitos pode indicar uma resposta 
inflamatória. 
⚫ A presença de células atípicas pode sugerir condições específicas, como tumores 
ou infecções. 
 
Observações Importantes: 
O exame de LCR é muitas vezes utilizado no diagnóstico de condições como 
meningite, encefalite, hemorragias e certas doenças neurodegenerativas. 
É essencial correlacionar os resultados do exame com o quadro clínico do paciente 
para uma interpretação precisa. 
A coleta do LCR geralmente é feita por punção lombar, um procedimento médico 
realizado por um profissional treinado. 
 
B. Adicione uma foto do resultado dos testes realizado na aula 
 
 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
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RELATÓRIO 02 
 
DATA: 
 
21 / 10 / 23 
 
 
C. Como devemos atribuir o laudo para o paciente 
 
A atribuição de um laudo para um paciente é uma responsabilidade crucial que 
geralmente é realizada por profissionais de saúde qualificados, como médicos ou 
patologistas clínicos. Aqui estão algumas etapas comuns envolvidas no processo 
de atribuição de um laudo: 
 
1. Revisão dos Resultados: 
⚫ Antes de atribuir um laudo, é fundamental revisar cuidadosamente todos os 
resultados dos testes laboratoriais. Certifique-se de que todos os dados estejam 
corretos e completos. 
 
2. Integração de Dados: 
⚫ Considere não apenas os resultados específicos do teste, mas também 
informações clínicas relevantes, histórico médico do paciente, sintomas 
apresentados e outros resultados de exames. 
 
3. Contextualização Clínica: 
⚫ Relacione os resultados com o quadro clínico do paciente. Isso envolve entender 
como os achados laboratoriais se encaixam nas queixas do paciente e nas 
suspeitas diagnósticas. 
 
4. Interpretação: 
⚫ Realize uma interpretação clínica dos resultados. Isso pode envolver a avaliação 
de valores normais e anormais, comparação com padrões de referência e 
determinação da relevância clínica de qualquer anormalidade encontrada. 
 
5. Correlação com Outros Exames: 
⚫ Se necessário, correlacione os resultados do exame em questão com outros 
exames ou testes que o paciente possa ter realizado. Isso ajuda a obter uma visão 
mais abrangente da condição do paciente. 
 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
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RELATÓRIO 02 
 
DATA: 
 
21 / 10 / 23 
 
 
6. Diagnóstico Diferencial: 
⚫ Considere possíveis diagnósticos diferenciais com base nos resultados e no 
contexto clínico. Isso pode envolver a exclusão de várias condições para chegar 
a um diagnóstico mais preciso. 
 
7. Elaboração do Laudo: 
⚫ Construa o laudo de forma clara e objetiva. Inclua informações como identificação 
do paciente, data e hora do exame, resultados específicos e interpretação clínica. 
Utilize uma linguagem compreensível para o paciente e, se necessário, forneça 
recomendações adicionais. 
 
 
8. Revisão Final: 
⚫ Faça uma revisão final do laudo para garantir que todas as informações estejam 
corretas e que a interpretação seja consistente com os achados laboratoriais e o 
estado clínico do paciente.

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