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Observação em Lâminas 
Permanentes de Tecido Muscular e 
Nervoso
Apresentação
1. OBJETIVO
Nesta atividade, você irá aprender a diferenciar as variedades de tecido muscular e identificar as 
células do tecido nervoso.
 
Ao final deste experimento, você deverá ser capaz de:
identificar as características gerais do tecido muscular;•
diferenciar os tipos de tecido muscular, de acordo com a estrutura e morfologia das células;•
identificar as variedades de células do tecido nervoso presentes na medula óssea espinhal.•
 
2. ONDE UTILIZAR ESSES CONCEITOS?
A análise de células e tecidos utilizando o microscópio é um procedimento muito utilizado para o 
diagnóstico de diversas doenças, que podem ser identificadas a partir de análises citológicas e 
histopatológicas.
Dessa forma, é importante compreender a morfologia dos tecidos em sua fisiologia normal, para 
posteriormente inferir sobre suas alterações e correlacioná-las aos mecanismos desencadeados 
pelas doenças.
 
3. O EXPERIMENTO
Neste experimento, você irá analisar lâminas permanentes de medula espinhal, coração e língua de 
boi, utilizando um microscópio de luz.
Ao longo do experimento, você irá realizar representações gráficas, evidenciando as características 
morfológicas desses tecidos.
 
4. SEGURANÇA
Nesta prática, você deverá utilizar jalecos de manga longa e calça comprida (preferencialmente, 
jeans), evitando vestimentas com tecidos muito finos. É necessário também usar sapatos fechados 
que cubram o dorso do pé e manter os cabelos presos durante todo o tempo de permanência no 
laboratório, além de utilizar touca descartável.
 
5. CENÁRIO
O ambiente deste experimento apresenta uma bancada de trabalho com microscópio de luz, além 
dos seguintes materiais: lâmina histológica de medula espinhal; lâmina histológica de coração; 
lâmina histológica de língua de boi.
Bons estudos.
Sumário teórico
OBSERVAÇÃO EM LÂMINAS PERMANENTES 
DE TECIDO MUSCULAR E NERVOSO
 
As funções desempenhadas por todos os sistemas orgânicos que compõem os animais são 
coordenadas pela associação entre os sistemas nervoso e endócrino, também conhecida como 
sistema neuroendócrino.
Didaticamente, o sistema nervoso é compartimentalizado em: sistema nervoso central (SNC) e 
sistema nervoso periférico (SNP). O SNC é formado pelo encéfalo (cérebro, cerebelo e bulbo) e pela 
medula espinhal.
Ao analisar secções histológicas dos órgãos do SNC, é possível observar regiões esbranquiçadas, 
chamadas de substância branca. Essa região é rica em mielina, presente nas bainhas de mielina dos 
axônios dos neurônios. Outra região é observada nesses órgãos, a substância cinzenta, formada 
principalmente pelos corpos celulares dos neurônios, dendritos, porções iniciais não mielinizadas 
dos axônios e células da glia (JUNQUEIRA; CARNEIRO, 2017). Na substância cinzenta, a célula 
predominante e de mais evidente observação é o neurônio, que tem maior volume celular, com 
núcleo ovalado e claro, devido à predominância de eucromatina, contendo nucléolo muito evidente.
É interessante ressaltar que a cor da substância branca, ao se visualizarem lâminas histológicas de 
órgãos do sistema nervoso, se deve à característica lipídica da bainha de mielina. Durante a 
preparação da amostra biológica, os lipídeos são extraídos do tecido pelos solventes apolares 
utilizados, tais como o xilol, conferindo aspecto branco após as colorações histológicas.
A substância cinzenta predomina na camada superficial do cérebro, constituindo o córtex cerebral, 
enquanto a substância branca se localiza nas partes mais centrais do órgão. De maneira 
semelhante, no cerebelo, a substância branca se dispõe no centro do órgão, enquanto a substância 
cinzenta se dispõe na periferia, formando o córtex cerebelar. No entanto, a medula espinal e as 
substâncias branca e cinzenta localizam-se de maneira inversa à do cérebro e cerebelo. A 
substância cinzenta, em cortes transversais da medula (Figura 1), tem formato de uma borboleta ou 
da letra H, apresentando uma abertura, chamada de canal central da medula (JUNQUEIRA; 
CARNEIRO, 2017).
 
Figura 1 – Micrografia de luz da medula espinhal em corte transversal. Coloração de impregnação por prata. Fonte: 
Shutterstock.
 
No entanto, a morfologia do tecido muscular é muito diferente do tecido nervoso. O tecido 
muscular é formado por células alongadas com grande quantidade de proteínas filamentosas no 
citoplasma. A associação dessas proteínas confere a força necessária para a contração dessas 
células, utilizando a energia liberada pela quebra das ligações entre os grupos fosfato da molécula 
de trifosfato de adenosina (ATP), por meio de respiração celular ou fermentação. A contração 
concomitante dessas células fibrosas permite o encurtamento do músculo (JUNQUEIRA; 
CARNEIRO, 2017).
O tecido muscular pode ser diferenciado em três diferentes tipos, de acordo com a morfologia e 
estruturação de suas células: tecido muscular esquelético, tecido muscular cardíaco e tecido 
muscular liso. Neste experimento, não iremos abordar o tecido muscular liso.
O músculo estriado esquelético é formado por feixes de células cilíndricas multinucleadas longas, 
que podem alcançar até 30cm, contendo estriações transversais, devido à organização das 
miofibrilas. Essas estriações transversais, que conferem o nome ao tecido, são evidentes ao se 
observar o tecido estriado esquelético em preparações permanentes para microscopia de luz.
As miofibrilas são formadas pelas proteínas fibrosas, principalmente a actina e a miosina. Devido à 
morfologia cilíndrica e alongada, essas células também recebem a denominação de fibras 
musculares (JUNQUEIRA; CARNEIRO, 2017). Nessas fibras, o núcleo está localizado na periferia, 
logo abaixo do sarcolema (membrana plasmática que reveste a célula muscular) (Figura 2).
 
Figura 2 – Micrografia de luz da fibra muscular esquelética em corte longitudinal. Fonte: Shutterstock. 
 
O tecido muscular cardíaco, que compõe o coração, é formado por células cilíndricas alongadas e, 
às vezes, ramificadas. Diferentemente das fibras musculares esqueléticas, as células cardíacas são 
curtas e apresentam de um a dois núcleos elípticos, os quais se localizam no centro da fibra.
Além disso, as fibras musculares cardíacas se unem por meio de estruturas que lembram o formato 
de degraus de uma escada, denominadas discos intercalares (JUNQUEIRA; CARNEIRO, 2017).
 Essas características morfológicas do tecido muscular estriado cardíaco podem ser observadas ao 
se analisarem cortes histológicos ao microscópio de luz, conforme apresentado na Figura 3.
 
Figura 3 – Micrografia de luz da fibra muscular cardíaca em corte longitudinal. Fonte: Shutterstock.
 
Outra peculiaridade do tecido muscular cardíaco é a presença de grande quantidade de 
mitocôndrias em sua constituição, ocupando cerca de 40% do volume tecidual, situadas 
longitudinalmente entre as fibras musculares. No entanto, as mitocôndrias não são visualizadas por 
microscopia de luz, necessitando de equipamentos com maior resolução, como o microscópio 
eletrônico de transmissão. A marcante presença dessa organela reflete o alto consumo energético 
do tecido muscular cardíaco, responsável pelo bombeamento do sangue pelos vasos sanguíneos do 
corpo.
A partir desses conhecimentos, você irá identificar as características morfológicas do tecido 
nervoso presente na medula espinhal. Na sequência, aprenderá a identificar os componentes do 
tecido muscular estriado e a diferenciá-lo do tecido muscular cardíaco, baseando-se em suas 
peculiaridades morfológicas.
 
 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
 
JUNQUEIRA, L. C.; CARNEIRO, J. Histologia básica. 13. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 
2017.
Roteiro
 
INSTRUÇÕES GERAIS
 
1. Neste experimento, você irá observar o tecido muscular e diferenciar as duas categorias do 
tecido. Além disso, irá identificar e esquematizar as células presentes no tecido nervoso.
2. Utilize a seção “Recomendações de Acesso” para melhor aproveitamento da experiênciavirtual e 
para respostas às perguntas frequentes a respeito do Laboratório Virtual.
3. Caso não saiba como manipular o Laboratório Virtual, utilize o “Tutorial” presente neste Roteiro.
4. Caso já possua familiaridade com o Laboratório Virtual, você encontrará as instruções para 
realização desta prática na subseção “Procedimentos”.
5. Ao finalizar o experimento, responda aos questionamentos da seção “Avaliação dos Resultados”.
 
RECOMENDAÇÕES DE ACESSO
 
DICAS DE DESEMPENHO
 
Para otimizar a sua experiência no acesso aos laboratórios virtuais, siga as seguintes dicas de 
desempenho:
Feche outros aplicativos e abas: Certifique-se de fechar quaisquer outros aplicativos ou abas 
que possam estar consumindo recursos do seu computador, garantindo um desempenho mais 
eficiente.
•
Navegador Mozilla Firefox: Recomendamos o uso do navegador
Mozilla Firefox, conhecido por seu baixo consumo de recursos em comparação com outros 
navegadores, proporcionando uma navegação mais fluida.
•
Aceleração de hardware: Experimente habilitar ou desabilitar a aceleração de hardware no 
seu navegador para otimizar o desempenho durante o acesso aos laboratórios virtuais.
•
https://www.mozilla.org/pt-BR/firefox/new/
Requisitos mínimos do sistema: Certifique-se de que seu computador atenda aos requisitos 
mínimos para acessar os laboratórios virtuais. Essa informação está disponível em nossa 
Central de Suporte.
•
Monitoramento do sistema: Utilize o Gerenciador de Tarefas (Ctrl + Shift + Esc) para verificar o 
uso do disco, memória e CPU. Se estiverem em 100%, considere fechar outros aplicativos ou 
reiniciar a máquina para otimizar o desempenho.
•
Teste de velocidade de internet: Antes de acessar, realize um teste de velocidade de internet 
para garantir uma conexão estável e rápida durante o uso dos laboratórios virtuais.
•
Atualizações do navegador e sistema operacional: Mantenha seu navegador e sistema 
operacional atualizados para garantir compatibilidade e segurança durante o acesso aos 
laboratórios.
•
 
PRECISA DE AJUDA?
 
Em caso de dúvidas ou dificuldades técnicas, visite nossa Central de Suporte para encontrar artigos 
de ajuda e informações para usuários. Acesse a Central de Suporte através do link: https://suporte-
virtual.algetec.com.br
Se preferir, utilize os QR Codes abaixo para entrar em contato via WhatsApp ou ser direcionado 
para a Central de Soporte. Estamos aqui para ajudar! Conte conosco!
 
 
 
 
https://suporte-virtual.algetec.com.br/
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DESCRIÇÃO DO LABORATÓRIO
 
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Algodão;•
C2H6O (álcool etílico);•
Cotonete;•
Kit de lâminas;•
Laminário;•
Microscópio óptico;•
Solução de limpeza (50% éter sulfúrico e 50% clorofórmio).•
 
PROCEDIMENTOS
 
SEGURANÇA DO EXPERIMENTO
Higienize as mãos na pia. Coloque o equipamento de proteção individual localizado no “Armário de 
EPIs”. Nesse experimento é obrigatório o uso de jaleco e luvas.
 
ESCOLHENDO A LÂMINA
Abra o laminário, selecione uma lâmina e mova para o microscópio. No laminário contém as 
seguintes lâminas: medula óssea, coração, intestino e língua.
 
VISUALIZANDO A LÂMINA NO MICROSCÓPIO
Ligue o microscópio. Visualize a lâmina na objetiva de 4x, 10x e 40x.
Atente-se à instrução de que, para movimentação do revólver ou para efetuar as configurações de 
posicionamento dos parafusos, condensador ou diafragma, deve-se clicar com o botão esquerdo 
do mouse sobre a área desejada e movimentar o cursor do mouse para a direita ou esquerda.
 
REPETINDO A VISUALIZAÇÃO
Retorne a lâmina para o laminário. Selecione as demais lâminas para observação. Desligue o 
microscópio e higienize-o após concluir as observações.
 
AVALIANDO OS RESULTADOS
Siga para a seção “Avaliação dos Resultados” e responda de acordo com o que foi observado nos 
experimentos, associando também com os conhecimentos aprendidos sobre o tema.
 
 
AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS
 
1. Por que é costumeiro nos livros de Histologia o uso do termo “fibra muscular estriada 
esquelética” em vez de “célula muscular estriada esquelética”?
2. Os núcleos das fibras musculares estriadas esqueléticas são centrais ou periféricos?
3. Justifique a posição dos núcleos no citoplasma em relação aos outros componentes da fibra 
muscular estriada esquelética.
 
 
TUTORIAL
 
SEGURANÇA DO EXPERIMENTO
Este laboratório tem auxílio de um tutor virtual ou pode ser usado livremente; selecione a opção 
desejada clicando com o botão esquerdo do mouse sobre uma das opções.
 
 
Lave as mãos clicando com o botão esquerdo do mouse sobre a torneira.
 
 
Visualize o armário de EPIs clicando com o botão esquerdo do mouse na câmera com o nome 
“Armário de EPIs”, localizada dentro do painel de visualização no canto superior esquerdo da tela. 
Se preferir, também pode ser utilizado o atalho do teclado “Alt+2”.
 
 
Abra o armário de EPIs clicando com o botão esquerdo do mouse sobre as portas.
 
 
Selecione os EPIs necessários para a realização do ensaio clicando com o botão esquerdo do mouse 
sobre eles. Neste experimento, é obrigatório o uso de jaleco e luvas.
 
 
Feche as portas do armário clicando com o botão esquerdo do mouse sobre elas.
 
 
Visualize a mesa clicando com o botão esquerdo do mouse na câmera com o nome “Bancada” ou 
através do atalho do teclado “Alt+3”.
 
 
ESCOLHENDO A LÂMINA
Abra o laminário clicando com o botão esquerdo do mouse na parte superior do laminário.
 
 
Selecione a primeira lâmina clicando com o botão esquerdo do mouse na lâmina.
 
 
VISUALIZANDO A LÂMINA NO MICROSCÓPIO
Visualize o interruptor do microscópio clicando com o botão esquerdo do mouse na câmera com o 
nome “Microscópio direita” ou através do atalho do teclado “Alt+5”.
 
 
Ligue o microscópio clicando com o botão esquerdo do mouse no interruptor localizado na base 
lateral do equipamento.
 
 
Visualize a parte frontal do microscópio clicando com o botão esquerdo do mouse na câmera com o 
nome “Microscópio Frontal” ou através do atalho do teclado “Alt+4”.
 
 
Movimente as lentes objetivas pressionando com o botão esquerdo do mouse sobre o revólver e 
movimentando o cursor à direita ou à esquerda.
 
 
Realize o ajuste do foco pressionando o botão esquerdo do mouse sobre o parafuso macrométrico 
e movimentando o cursor à direita ou à esquerda.
 
 
Se for necessário um ajuste mais apurado do foco, gire o botão micrométrico pressionando o botão 
esquerdo do mouse sobre ele e movimentando o cursor à direita ou à esquerda.
 
 
Para movimentar a lâmina à direita ou à esquerda, gire a peça inferior do charriot pressionando com 
o botão esquerdo do mouse sobre ela e movimentando o cursor à direita ou à esquerda.
 
 
Para movimentar a lâmina para a frente ou para trás, gire a peça superior do charriot pressionando 
com o botão esquerdo do mouse sobre ela e movimentando o cursor à direita ou à esquerda.
 
 
Visualize a lâmina clicando com o botão esquerdo do mouse sobre o ícone “Ver ocular”, localizado 
abaixo do ícone da engrenagem no canto superior direito da tela.
 
 
Visualize a lâmina na objetiva de 4x, 10x e 40x pressionando com o botão esquerdo do mouse 
sobre o revólver e movimentando o cursor à direita ou à esquerda.
 
 
REPETINDO A VISUALIZAÇÃO
Retire a lâmina do microscópio clicando com o botão esquerdo do mouse na lâmina de vidro.
 
 
Visualize a bancada clicando com o botão esquerdo do mouse na câmera com o nome “Bancada” ou 
através do atalho do teclado “Alt+3”.
 
 
Repita os procedimentos anteriores com as demais lâminas. Selecione a lâmina para visualização no 
microscópio. Visualize a lâmina nas objetivas de 4x, 10x e 40x.
 
 
Ao finalizar a visualização das lâminas, feche o laminário clicandocom o botão esquerdo do mouse 
na tampa do laminário.
 
 
Visualize o interruptor do microscópio clicando com o botão esquerdo do mouse na câmera com o 
nome “Microscópio direita” ou através do atalho do teclado “Alt+5”.
 
 
Desligue o microscópio clicando com o botão esquerdo do mouse no interruptor.
 
 
Visualize a bancada clicando com o botão esquerdo do mouse na câmera com o nome “Bancada” ou 
através do atalho do teclado “Alt+3”.
 
 
Mova as garrafas de álcool etílico e de solução de limpeza para a bancada clicando com o botão 
esquerdo do mouse sobre elas.
 
 
Molhe o algodão com álcool etílico clicando com o botão esquerdo do mouse sobre o algodão.
 
 
Limpe a mesa do microscópio clicando com o botão esquerdo do mouse sobre o algodão.
 
 
Molhe o cotonete com a solução de limpeza clicando com o botão esquerdo do mouse sobre o 
cotonete.
 
 
Limpe o ocular clicando com o botão direito do mouse sobre o cotonete.
 
 
AVALIANDO OS RESULTADOS
Siga para a seção “Avaliação dos Resultados” e responda de acordo com o que foi observado nos 
experimentos, associando também com os conhecimentos aprendidos sobre o tema.
Pré-teste
1) 
“O músculo esquelético é um órgão especializado na transformação de energia química em 
movimento (energia mecânica), desenvolvido para otimizar esta função utilizando um 
conjunto bem ordenado de proteínas relacionadas com o movimento” (FERREIRA, 2005, p. 
60).
 
Entre um conjunto de proteínas envolvidas no processo de contração muscular, podemos 
citar: 
A) A mielina.
B) A actina. 
C) A albumina. 
2) 
“As células deste músculo são originadas da fusão de centenas de células precursoras, os 
mioblastos, o que as torna grandes e alongadas, de formato cilíndrico, com um diâmetro de 
10 a 100mm e até 30cm de comprimento, e multinucleadas, sendo que os núcleos ficam em 
posição periférica” (MONTANARI, 2016, p. 102).
 
As fibras musculares, ao serem observadas pelo microscópio de luz, apresentam estriações 
no citoplasma, devido: 
A) À associação dos filamentos contráteis formados pelas proteínas actina e miosina. 
B) À presença de microtúbulos no citoplasma, envolvidos no processo de divisão celular das 
fibras.
C) À presença de filamentos intermediários, que se ligam à membrana plasmática das células, 
promovendo a contração. 
3) 
“As objetivas permitem diferentes aumentos do objeto, podendo ser, por exemplo, de 5, 10, 
40 e 100x. Elas também diferem na qualidade da imagem devido à sua abertura numérica” 
(MONTANARI, 2016, p. 2).
 
Para observar as características morfológicas que distinguem as fibras musculares estriadas, 
indica-se utilizar: 
A) Objetiva de 5x. 
B) Objetiva de 10x. 
C) Objetiva de 40x.
“A capacidade de contração do músculo cardíaco é regulada pela quantidade de cálcio no 
interior de suas células, cujo fornecimento depende dos canais de cálcio situados na 
membrana celular” (FAPESP, 1999). 
 
4) 
 
Ao analisar a morfologia das células musculares cardíacas no microscópio de luz, podem-se 
observar: 
A) Fibras longas e cilíndricas. 
B) Núcleos localizados na periferia das células. 
C) Fibras conectadas pelos discos intercalares. 
5) 
“O coração tem quatro câmaras: o átrio direito, que recebe sangue desoxigenado da 
circulação sistêmica; o ventrículo direito, que recebe sangue do átrio direito e o bombeia 
para os pulmões, onde é oxigenado; o átrio esquerdo, que recebe sangue dos pulmões e o 
envia para o ventrículo esquerdo, que, por sua vez, o bombeia para a circulação sistêmica” 
(MONTANARI, 2016, p. 114). 
 
O bombeamento de sangue realizado pelo tecido muscular cardíaco depende de grande 
produção de energia, produzida: 
A) Pelas mitocôndrias. 
B) Pelas proteínas contráteis. 
C) Pelos núcleos celulares. 
Experimento
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Pós-teste
1) "Em 1872, o anatomista italiano Camillo Golgi (1843-192aceitou o emprego em um hospital 
como cirurgião, mas, devido ao seu interesse pela pesquisa, montou um laboratório 
histológico em sua cozinha, onde trabalhava à noite. Ele fixou fragmentos de tecido nervoso 
em uma solução de bicromato de potássio por um longo período e depois os mergulhou em 
nitrato de prata. A prata impregnou algumas células, destacando-as contra um fundo claro. A 
sua reazione nera (reação negrcorava adequadamente as células do tecido nervoso, 
permitindo o seu estudo" (MONTANARI, 2016, p. 85). 
 
Considerando o texto, ao observar um corte histológico de medula espinhal ao microscópio, 
pode-se julgar que:
A) A substância branca, formada pelos corpos dos neurônios, se localiza na região periférica da 
medula espinhal.
B) A substância cinzenta, localizada na região central do órgão, é formada pelos axônios 
neuronais.
C) A substância branca, localizada na região periférica do órgão, é formada pelos axônios dos 
neurônios.
2) "O tecido nervoso encontra-se distribuído pelo organismo, mas está interligado, resultando 
no sistema nervoso. Forma órgãos como o encéfalo e a medula espinal, que compõem o 
sistema nervoso central (SNC)" (MONTANARI, 2016, p. 85). 
 
Considerando o texto, quais são as células do tecido responsáveis pela condução do impulso 
nervoso?
A) A micróglia.
B) Os astrócitos.
C) Os neurônios.
"No SNC, há uma segregação entre os corpos celulares dos neurônios e os seus 
prolongamentos, de modo que duas porções distintas sejam reconhecidas 
macroscopicamente: a substância cinzenta [...] e a substância branca" (MONTANARI, 2016, 
3) 
p. 89). 
 
Com base no texto, as características morfológicas que permitem a identificação dos corpos 
dos neurônios são:
A) Corpo celular grande e nucléolo muito evidente.
B) Núcleo pequeno e compacto.
C) Os corpos dos neurônios localizados na substância branca.
4) “O material biológico deve ser endurecido para ser cortado, o que é conseguido incluindo-o 
em uma substância que se solidifica depois de penetrá-lo, como, por exemplo, a parafina. 
Para isso, o órgão ou um pedaço deste, após a fixação, deve ser desidratado em uma série 
alcoólica de concentração crescente e diafanizado em xilol” (MONTANARI, 2016, p. 5). 
 
Durante a preparação da amostra de tecido nervoso, a substância branca perde a bainha de 
mielina, pois:
A) A mielina se solubiliza na parafina, durante o processo de infiltração.
B) A bainha de mielina apresenta características bioquímicas lipídicas, sendo extraída 
principalmente durante a diafanização pelo xilol.
C) A bainha de mielina apresenta características proteicas que, ao entrarem em contato com o 
etanol, se solubilizam, deixando o tecido.
5) "Nas atividades de vida diária, no trabalho e no esporte, a fadiga muscular apresenta-se 
muitas vezes como limitante do desempenho humano, e causadora de lesões em diversos 
níveis do sistema musculoesquelético" (SILVA; FRAGA; GONÇALVES, 2007, p. 226). 
 
O texto descreve a fadiga dos músculos estriados esqueléticos, que têm como característica 
histológica:
A) Células com morfologia oval.
B) Células com núcleo único.
C) Células com núcleos periféricos.

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