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Ap osti la de P rótese Fixa Unitária@dentologa Karoliny da Veiga Licenciado para - R afael H enrique C am argo F erreira - 02461541108 - P rotegido por E duzz.com Licenciado para - T hais N ascim ento - 71437194478 - P rotegido por E duzz.com Seja bem-vindo! @dentologa Karoliny da Veiga Estou MUITO feliz por você ter adquirido esta apostila! Ela foi criada com muita dedicação e carinho para lhe auxiliar nos estudos. Espero tornar a sua caminhada um pouco mais leve durante a faculdade com esse material. Caso utilize-o, me marca em suas publicações e stories (@dentologa), para eu poder compartilhar. Ficarei muito feliz em vê-lo utilizando a minha apostila. Um grande abraço e bons estudos! Licenciado para - R afael H enrique C am argo F erreira - 02461541108 - P rotegido por E duzz.com Licenciado para - T hais N ascim ento - 71437194478 - P rotegido por E duzz.com Conteúdos @dentologa Karoliny da Veiga Nesta apostila você vai encontrar os seguintes assuntos: Preparos protéticos: conceitos básicos Preparos para coroas metalocerâmicas de dentes anteriores Preparos para coroas metalocerâmicas de dentes posteriores Términos cervicais Moldagem em prótese fixa Ajuste clínico em prótese parcial fixa Princípios da oclusão Pino-núcleo Cimentação Licenciado para - R afael H enrique C am argo F erreira - 02461541108 - P rotegido por E duzz.com Licenciado para - T hais N ascim ento - 71437194478 - P rotegido por E duzz.com @dentologa – Karoliny da Veiga Preparar um dente é o processo de redução de esmalte e dentina seletivo em quantidade e áreas do esmalte pré- determinadas, numa sequência operatória pré-estabelecida e com instrumental específico. REQUISITOS MECÂNICOS Para que a coroa se mantenha em boca, é preciso ter 1) Retenção Mais importante: capacidade de segurar no preparo 2) Estabilidade Não movimentar no próprio eixo 3) Rigidez estrutural Tenha resistência à fratura Metal dá resistência às cerâmicas antigas que eram frágeis A espessura da prótese determina o preparo (desgaste) do dente Qualidade do preparo para evitar deslocamento da restauração, contrária sua via de inserção Tem relação com a inclinação das paredes Movimentação no longo eixo do dente O formato do preparo evita remoção Deve haver paralelismo entre as paredes Paredes devem ser levemente convergentes com ângulo de 3 a 10° 1. Se expulsivo, a prótese sai com facilidade 2. Se muito menor de 3-10°, a prótese não entra Qualidade do preparo para impedir o deslocamento da restauração, diante de forças oblíquas Associação com a altura do preparo Coroas metalocerâmicas: metal + porcelana • Existem metalfree Licenciado para - R afael H enrique C am argo F erreira - 02461541108 - P rotegido por E duzz.com Licenciado para - T hais N ascim ento - 71437194478 - P rotegido por E duzz.com @dentologa – Karoliny da Veiga Menos altura → menos estabilidade O ideal é o preparo ter a altura da metade ou mais do comprimento da raiz Se desgastar demais, precisa repor a estrutura com resina (pino intrarradicular) CARACTERÍSTICAS DE UM DENTE PREPARADO E SUAS RELAÇÕES COM RETENÇAO E ESTABILIDADE 1) Paralelismo: mesma convergência das duas paredes 2) Altura 3) Área de superfície: + contato + fricção e atrito 4) Diâmetro 5) Geometria do preparo 6) Adição de sulcos e caixas: em preparos baixos, faz sulcos e canaletas para retenção 7) Via única de inserção Restauração deve apresentar espessura mínima de material capaz de resistir a cargas oclusais, sem se deformar Depende: Quantidade de redução tecidual Espessura do metal Liga utilizada ESPESSURAS MÍNIMAS Cerâmica = 0,7 mm Opaco = 0,2 mm Metal = 0,3 mm O opaco é uma cerâmica que serve para mimetizar o acinzentado do metal. Dentes anteriores Na vestibular: 1,2 mm Se desgastar menos, o dente fica vestibularizado ou perde porcelana (- estética + aparência do metal) e metal (+ fratura) REQUISITOS MECÂNICOS 1. Terminação em chanfro 2. Terminação em ombros 0,9 mm de cerâmica Licenciado para - R afael H enrique C am argo F erreira - 02461541108 - P rotegido por E duzz.com Licenciado para - T hais N ascim ento - 71437194478 - P rotegido por E duzz.com @dentologa – Karoliny da Veiga REQUISITOS BIOLÓGICOS 1. Pulpares ▪ Não desgastar muito, pois pode chegar na polpa e causar pulpite reversível ou irreversível 2. Periodontais ▪ “estética vermelha e estética branca” = gengiva e dente ▪ É preciso ter adaptação da coroa ▪ Se tiver excesso, ocorre acúmulo, gengivite crônica, recessão gengival e expõe a prótese O término cervical da prótese é no máximo 0,5 mm que entra no sulco, para não invadir o espaço biológico ▪ 120 micrometros ▪ Medir com sonda fina Licenciado para - R afael H enrique C am argo F erreira - 02461541108 - P rotegido por E duzz.com Licenciado para - T hais N ascim ento - 71437194478 - P rotegido por E duzz.com @dentologa – Karoliny da Veiga PASSO A PASSO 1) Delimitação cervical do preparo com grafite Marca de mesial para distal Na vestibular e palatina 2) Por vestibular, entra 1 mm (toda a circunferência da ponta) e realiza-se a canaleta na linha marcada Ponta diamantada esférica n°1014 Ponta perpendicular ao longo eixo do dente 3) Por palatina, será feito desgaste apenas para dar lugar ao metal Na concavidade palatina = 1,2 mm de desgaste No terço cervical = 0,6 mm de desgaste Ponta diamantada esférica n°1014 Entra metade da ponta em 45° 4) Execução de sulcos de orientação nas superfícies axiais e incisais Realiza-se 3 canaletas Aprofunda-se toda a ponta diamantada n° 2215 e 3216 Vestibular 1,2 mm e palatina no terço cervical 0,6 mm Na vestibular, são 2 inclinações Na palatina é apenas no terço cervical (área de cíngulo) Vestibular e 1/3 proximal = 1,2 mm 2/3 proximais e lingual/palatina = 0,6 mm Licenciado para - 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T hais N ascim ento - 71437194478 - P rotegido por E duzz.com @dentologa – Karoliny da Veiga 9) Extensão intrassulcular Estética Apenas pela vestibular e terço proximal Acima da canaleta criada no início: 0,5 mm para dentro do sulco Ponta diamantada troncocônico com extremidade arredondada (chanfro) n° 4138 Licenciado para - R afael H enrique C am argo F erreira - 02461541108 - P rotegido por E duzz.com Licenciado para - T hais N ascim ento - 71437194478 - P rotegido por E duzz.com @dentologa – Karoliny da Veiga PASSO A PASSO 1) Delimitação cervical do preparo Vestibular e 1/3 proximal: 1,2mm 2/3 proximais e lingual: 0,6mm Ponta diamantada nº 1014 em ângulo de 45º 2) Execução de sulcos de orientação nas superfícies axiais e oclusal Superfície vestibular ▪ Inferior → 2/3 cervicais: 1,2 mm e 1/3 oclusal: 1,5mm ▪ Superior → 1,2mm Superfície lingual ▪ Inferior único plano → 0,6mm ▪ Superior → 2/3 cervicais: 0,6 mm e 1/3 oclusal: 1,5mm Superfície Oclusal ▪ Executar sulco no sentido proximoproximal com 1,2mm de profundidade → ponta diamantada 1014 ▪ Realizar 3 sulcos acompanhando os planos inclinados das cúspides com profundidade de 1,2mm → ponta diamantada 2215 e 3216 Licenciado para - 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R afael H enrique C am argo F erreira - 02461541108 - P rotegido por E duzz.com Licenciado para - T hais N ascim ento - 71437194478 - P rotegido por E duzz.com @dentologa – Karoliny da Veiga As margens da restauração devem sempre ser localizadas fora do ponto de contato, bem como devem permitir a adequada aplicação do material estético, para que se evite sobrecontorno e possibilite resistência. As terminações cervicais dos preparos protéticos podem ser dos seguintes tipos: Representa o desenho de 1/4 de circunferência. • A junção entre a parede axial e a gengival é feita por um segmento de círculo. VANTAGENS • Não gera estresse na prótese • permiti uma boa união entre a espessura e a estética • Permite melhor escoamento de cimento • Tem boa adaptação da margem Suas indicações são para términos de restaurações metálicas, metaloplásticas e metalocerâmicas. Em restaurações de ouro pode apresentar alguma deformação durante a aplicação da cerâmica, enquanto em restaurações com predominância de metais básicos essa distorção não é observada. Representa o desenho de uma leve curva no fim do preparo ou 1/4 de uma circunferência de menor diâmetro. • A junção entre a parede axial e a gengival é feita por um segmento de círculo de pequena dimensão, aproximadamente, a metade do chanfrado. • É mais conservador que o chanfro, no entanto é menos estético. Indicado quando a preservação do dente for essencial e as necessidades estéticas pequenas. Por exemplo, em coroas totais metálicas (2° e 3 molares) Representa um ângulo bem definido • A parede axial do preparo forma um ângulo de, aproximadamente, 90° com a parede cervical • Gera maior resistência aos arcos de deslocamento • Desgasta mais o dente, podendo gerar maior estresse da estrutura É indicado para alguns sistemas de restaurações de cerâmica pura e metalocerâmicas. Licenciado para - R afael H enrique C am argo F erreira - 02461541108 - P rotegido por E duzz.com Licenciado para - T hais N ascim ento - 71437194478 - P rotegido por E duzz.com @dentologa – Karoliny da Veiga Há a formação de um ângulo de 90° com a parede axial e cervical, com biselamento da aresta cavosuperficial, VANTAGENS • maior adaptação marginal • Menor chance de distorção durante a sinterização da cerâmica Tem como desvantagem desgastar mais dente. Suas indicações são para restaurações metalocerâmicas e para restaurações totalmente metálicas. Termina em “zero”, acompanhando suavemente o dente. • Apesar de ter um pequeno desgaste, representa uma margem facilmente deformável • Não permite a aplicação de material estético É indicado quando há a necessidade de preservação da estrutura dental. Durante o preparo do término cervical, deve-se evitar a formação de margens muito finas, que possam permanecer estrutura dental frágil e sem suporte. Comumente ocorre quando se usa a margem em chanfro, realizando um desgaste maior que um quarto de circunferência, que é o recomendado. Licenciado para - R afael H enrique C am argo F erreira - 02461541108 - P rotegido por E duzz.com Licenciado para - T hais N ascim ento - 71437194478 - P rotegido por E duzz.com @dentologa – Karoliny da Veiga Cópia do preparo. • É nesta cópia que iremos basear o dente definitivo. Deve ser muito fiel ao preparo do dente • Se não for, pode causar sobrecontorno, subcontorno ou GAP Ausência de sangramento Reparamento gengival Bom controle de placa Provisório bem adaptado Cicatrização periodontal • Silicona de adição • Silicona de condensação • Poliéter (Impregun) • Polissulfetos: borracha com ótima cópia, mas o cheiro é desagradável (fora de uso) SILICONA DE ADIÇÃO 2 pastas: pesada e leve • Cada uma tem um catalisador e uma base • Vaza 2 modelos de gesso Massa pesada leva o material leve para o sulco gengival Massa pesada não tem a mesma fidelidade que a massa leve Técnica de dois tempos/dupla impressão (reembassamento) 1) Misturam-se as duas pastas pesadas (catalisador + base) • Com as mãos e sem luva ou com luva de vinil • A luva de látex retarda/pausa 2) Coloca-se a massa pesada na moldeira 3) Leva-se em boca na região do preparo o conjunto moldeira e massa pesada 4) Aguarda-se um tempo para vulcanizar 1) Preparo 2) Prova casquete 3) Prova da porcelana 4) Cimentação 90% com siliconas Licenciado para - R afael H enrique C am argo F erreira - 02461541108 - P rotegido por E duzz.com Licenciado para - T hais N ascim ento - 71437194478 - P rotegido por E duzz.com @dentologa – Karoliny da Veiga 5) Remove-se a moldeira e a massa pesada 6) Desgasta-se internamente a massa pesada para dar espaço à massa leve (usa-se uma fresa com a peça reta) 7) Coloca-se o material leve sobre a massa pesada na moldeira (pode-se colocar um pouco de massa leve sobre o preparo também) 8) Leva-se em boca o conjunto na região do preparo DICA: pode moldar a pesada com o provisório junto, que o alívio já está pronto! Técnica de um tempo/simultânea/múltipla (pesada/leve) Coloca-se a massa pesada e leve juntas na moldeira e leva-se a moldeira em boca no preparo. Vantagem: empurra-se a massa leve para o sulco gengival e copia bem o término cervical do preparo, economia de tempo Desvantagem:pode não escoar bem Pesada • Proporções iguais de pasta base e catalisador • Mistura feita com os dedos e sem o uso de luva • Obtenção de uma massa de cor uniforme e sem incorporação de ar Leve • Utilizado uma pistola com ponteira misturadora • Uniformidade na mistura • Redução no tempo de manipulação Sempre que moldar com silicona precisamos copiar o término cervical intrassulcular Pacientes com doença periodontal e pouca inserção podem ter a extração de dentes. Pacientes ortodônticos coloca-se cera nos braquetes. Pacientes com mobilidade nem se pensa em moldar, pois é um material rígido. Licenciado para - R afael H enrique C am argo F erreira - 02461541108 - P rotegido por E duzz.com Licenciado para - T hais N ascim ento - 71437194478 - P rotegido por E duzz.com @dentologa – Karoliny da Veiga Para isso, é necessário, afastar a gengiva com fio retrator para o material leve da moldagem entrar no término intrassulcular Diâmetros: 000, 00, 0, 1, 2 → Mais fino para menos fino 1) Com sonda periodontal, ver profundidade do sulco e determinar o diâmetro do fio necessário • Pode ser necessário anestesiar • Logo após a moldagem, retira-se o fio retrator (pode ter inflamação gengival e dor se não retirar) Técnica de duplo fio 1) Coloca-se um fio mais fino no fundo sulco 2) Coloca-se um fio mais grosso acima do fio mais fino 3) Remove-se o fio mais grosso e o sulco permanece aberto por um tempo 4) Realiza-se a moldagem Fio fino permite um local seco com ausência do fluído crevicular Como determinar que uma moldagem está boa? Observar • Se copiou todo o preparo • Se houve a formação da pestana Possíveis erros na hora da moldagem • Látex da luva influenciar • Não usar fio retrator POLIÉTER OU POLISSULFETO Precisa de uma moldeira individual baseada no nosso preparo • Duas pastas fluídas Objetivos da moldeira 1) Segurar as pastas fluídas 2) Afastamento gengival com a moldeira reembasada Licenciado para - R afael H enrique C am argo F erreira - 02461541108 - P rotegido por E duzz.com Licenciado para - T hais N ascim ento - 71437194478 - P rotegido por E duzz.com @dentologa – Karoliny da Veiga Vantagens da moldagem individual • Menor risco de recessão gengival • Menor desconforto para o paciente em relação a colocação do fio retrator • Moldagem em etapas • Custo menor (relativo) Técnica sobre modelos de gesso 1) Preparo do dente 2) Moldagem com alginato 3) Vazamento de gesso 4) Realização de 2 moldeiras individuais (apenas para o dente preparado) 5) Reembasamento da moldeira individual: colocar resina acrílica em volta do preparo e colocar moldeira em cima → a resina irá entrar no sulco gengival e afastar a gengiva, formando a pestana 6) Aplicação de um adesivo na moldeira individual 7) Poliéter dentro da moldeira individual (pasta/pasta de comprimentos iguais) 8) Leva em boca no preparo 9) Moldagem de toda a boca com alginato acima da moldeira individual Moldeira bem-feita = visualiza-se a pestana Técnica do molde da restauração provisória 1) Limpar o provisório 2) Preparar alginato 3) Colocar o provisório dentro do alginato em um pote dappen 4) Retira-se o provisório e fica o formato no alginato 5) Coloca-se resina acrílica nos formatos deixados pelo provisório 6) Espera-se polimerizar e retira-se a resina (fica o formato do provisório = moldagem visual → precisa ter pestana) 7) Reembasamento → técnica do pincel 8) Aplicação de adesivo 9) Poliéter na moldeira individual 10) Leva em boca no preparo 11) Moldagem com alginato de toda a boca Para acelerar a polimerização da resina, coloca-se água quente. Técnica direta sobre o dente 1) Moldeira direto sobre o preparo 2) Moldar todo o conjunto com alginato Licenciado para - R afael H enrique C am argo F erreira - 02461541108 - P rotegido por E duzz.com Licenciado para - T hais N ascim ento - 71437194478 - P rotegido por E duzz.com @dentologa – Karoliny da Veiga Ajustes são necessários para tornar a peça adequada do ponto de vista biológico, funcional e estética São consequências de: • Alterações dimensionais dos materiais de moldagem e do gesso • Imprecisão na montagem dos modelos em articulador • Dificuldades técnicas nas fases laboratoriais de enceramento, inclusão e fundição O que deve ter Forma adequada Ângulos arredondados (exceto áreas de limite da cerâmica) Superfícies sem irregularidades Espessura adequada Espaço para a cerâmica Adaptação marginal 1. Avaliar adaptação da IE no troquel de gesso Pequenas bolhas podem dificultar a adaptação sobre os preparos → correção com rotatórios diamantados 2. Remoção da coroa provisório e limpeza do preparo 3. Prova e ajuste no paciente 4. Avaliar a adaptação cervical da peça UTILIZAR EVIDENCIADORES DE CONTATO INTERNO Tintas hidrossolúveis são aplicadas na superfície interna Áreas de contato irão remover a tinta ELIMINAR CONTATOS PROXIMIAS NA REGIÃO CERVICAL Contato indesejável entre a cinta metálica proximal e a região cervical do dente adjacente ou entre duas cintas metálicas proximais ELIMINAR ÁREAS DE ISQUEMIA Preparos subgengivais O modelo de trabalho deve fornecer ao laboratório informações da posição do tecido gengival para confeccionar uma peça com perfil de emergência adequado Um sobrecontorno na infra-estrutura gera pressão excessiva no tecido gengival marginal e provoca isquemia Licenciado para - R afael H enrique C am argo F erreira - 02461541108 - P rotegido por E duzz.com Licenciado para - T hais N ascim ento - 71437194478 - P rotegido por E duzz.com @dentologa – Karoliny da Veiga ACALIAR A RELAÇÃO HORIZONTAL INFRA-ESTRUTURA/DENTE NA REGIÃO CERVICAL Degrau positivo • Excesso da IE em relação à estrutura dental • Tentar ajustar com pontas e discos • Se causar um espaço entre a peça e o dente, está indicada a repetição da moldagem e um novo troquel Degrau negativo • Margem da IE termina um pouco antes de atingir a margem do preparo, no sentido horizontal • Para eliminar, utiliza-se instrumentos manuais ou rotatórios multilaminados • Em áreas de difícil acesso, repetir a moldagem para novo troquel 5. Avaliar a retenção friccional da peça O ideal é estar estável na boca quando posicionada, mas facilmente removível com os dedos AVALIAÇÃO OCLUSAL Espaço ideal para a aplicação da cerâmica (0,9 a 2,0 mm) → avaliar em MIH e RC Usar vaselina a IE e acrescentar resina acrílica na superfície oclusal solicitando que o paciente oclua Medir com espessímetro a resina Caso insuficiente → medir a espessura da IF ▪ Se o espaço entre o preparo e o antagonista é adequado e após a instalação da IR é insuficiente = IE está muito espessa ou muito espaço interno (reduzir pontas diamantadas ou laminadas) ▪ Se espaço adequado = espaço interno muito grande entre a IE e o preparo (alteração no enceramento-inclusão-fundição) → repetição da peça CONTATOS PROXIMAIS 1. Remoção total do cimento provisório das paredes do preparo 2. Auxílio de fio dental e papel radicular A posição do contato em incisivos é mais coronal e em posteriores é mais para apical CONTATO GENGIVAL DOS PÔNTICOS O contato gengival dos pônticos não deve oferecer grande resistência durante a passagem do fio O excesso de pressão além do limite de tolerância da mucosa provoca uma isquemia ADAPTAÇÃO ÀS MARGENS DO PREPARO A verificação da adaptação às margens do preparo Licenciado para - R afael H enrique C am argo F erreira - 02461541108 - P rotegido por E duzz.com Licenciado para - T hais N ascim ento - 71437194478 - P rotegido por E duzz.com @dentologa – Karoliny da Veiga Excesso deve ser removido com discode borracha abrasiva ou brocas diamantadas PERFIL DE EMERGÊNCIA O contorno adequado favorece que a cerâmica saia reta de dentro so sulco gengival, sem exercer pressões laterais no epitélio sulcular PLANO OCLUSAL Uso do arco facial em reabilitações na região anterior da arcada superior para corrigir uma pequena discrepância do plano oclusal em relação ao plano horizontal Se ajuste inadequado, causa “linha de sorriso invertida” OCLUSÃO Ajuste oclusal correto Presença de contatos oclusais mais fortes ou mal distribuídos que causam desgaste/fratura da cerâmica, do dente ou dentes antagonistas AJUSTE FONÉTICO Comprimento dos incisivos centrais são responsáveis pela emissão do “F e V” • A borda incisal dos incisivos centrais toca suavemente a linha seca/úmida do lábio inferior AJUSTE ESTÉTICO Analisar: posição dentária (forma e contorno), textura superficial, cor, abertura interproximal, abertura incisal, corredor bucal e curva do lábio inferior Licenciado para - R afael H enrique C am argo F erreira - 02461541108 - P rotegido por E duzz.com Licenciado para - T hais N ascim ento - 71437194478 - P rotegido por E duzz.com @dentologa – Karoliny da Veiga Termo oclusão vem do latim occlusive que pode ser definido como o ato de fechar ou estar fechado (Ash e Ramfjord) Na odontologia, esse conceito se estende ao relacionamento funcional entre os dentes e os outros componentes do sistema estomatognático SISTEMA ESTOMATOGNÁTICO Rsponsável pela mastigação, fonação, respiração, deglutição e manutenção da condição postural da cabeça • Ossos da face, músculos, ligamentos, periodonto de proteção e sustentação, língua, lábios, bochechas, ATM, dentes, vértebras cervicais de C1 a C7, sistema vascular, nervoso e linfático • O relacionamento oclusal do arco maxilar com o mandibular acontece por meio dos contatos dentários em superfícies de dentes antagonistas • Os contatos dentários, quando estão em harmonia, proporcional estabilidade oclusal ao arco TIPOS DE OCLUSÃO FISIOLÓGICA Permite ter função com eficiência e conforto e é bem tolerada pelo periodonto, pela ATM e músculos que participam da mastigação • Forças agindo sobre os dentes são dissipadas normalmente • Há equilíbrio entre as forças e a capacidade adaptativa dos tecidos de suporte, músculos mastigadores e ATMs • É tipicamente visto em paciente saudáveis que não requerem tratamento • Mesmo se a oclusão não for do tipo estereotipada ou “ideal” Qualquer contato entre os dentes superiores e inferiores. A definição só está completa quando considerado a relação dinâmica, morfológica e funcional entre todos os componentes do órgão mastigatório (dentes, estruturas de suporte dos dentes, sistema neuromuscular, articulações temporomandibulares e esqueleto craniofacial) Oclusão ideal Contatos oclusais bilaterais e simultâneos Movimentos livres e sem interferências oclusais (guias) Forças direcionadas ao longo eixo dos dentes e contatos interproximais estabelecidos Licenciado para - R afael H enrique C am argo F erreira - 02461541108 - P rotegido por E duzz.com Licenciado para - T hais N ascim ento - 71437194478 - P rotegido por E duzz.com @dentologa – Karoliny da Veiga NÃO-FISIOLÓGICA Os tecidos do sistema perderam seu equilíbrio funcional ou homeostático, em resposta à demandas funcionais OCLUSÃO CENTRAL (OC) ou MÁXIMA INTERCUSPIDAÇÃO HABITUAL (MIH) ou OCLUSÃO CÊNTRICA • É a máxima intercuspidação entre as arcadas RELAÇÃO CENTRAL (RC) • Posição mais ântero-superior do côndilo na cavidade glenóide POSIÇÃO DE REPOUSO ou DIMENSÃO VERTICAL DE REPOUSO (DVR) Medida feita da espinha nasal anterior a base do mento MIH (DIMENSÃO VERTICAL DE OCLUSÃO) ou DVO A partir da posição de repouso, a mandíbula pode ser elevada até o contato máximo dos dentes inferiores com os superiores, que é a posição de maior número de contatos entre os dentes • Em MIH, não há contato de dentes anteriores Pode-se também fazer uma medida dos mesmos pontos utilizados para se fazer a dimensão vertical de repouso (DVR), porém com a mandíbula em MIH que determinará a dimensão vertical de oclusão (DVO) DVO = DVR -EFL (3 mm) RELAÇÃO CÊNTRICA (RC) Diz respeito a posição da ATM, na qual a cabeça da mandíbula se encontra em uma posição mais superior e anterior dentro da fossa articular (cavidade glenóide) • Independe da presença ou ausência de dentes • Usada como referência nas reabilitações orais extensas (paciente não possui mais MIH) Oclusão de relação cêntrica (ORC): menos de 10% → normalmente há uma distância entre MIH e RC Licenciado para - R afael H enrique C am argo F erreira - 02461541108 - P rotegido por E duzz.com Licenciado para - T hais N ascim ento - 71437194478 - P rotegido por E duzz.com @dentologa – Karoliny da Veiga • Quando existe a coincidência de RC com MIH temos a ORC (oclusão em relação cêntrica) Técnica de obtenção de relação cêntrica 1) Técnica de manipulação frontal de Ramfjord 2) Técnica de manipulação bilateral de Dawson 3) Técnica da deglutição ESPAÇO FUNCIONAL LIVRE (E.F.L) Espaço existente entre os dentes quando a mandíbula se encontra em posição de repouso, na qual o tônus muscular está em estado de equilíbrio. DVR – DVO = EFL Oclusão bilateral balanceada Oclusão que preconiza que o máximo de dentes entrem em contato em todas as posições excursivas da mandíbula • Sugerida em prótese total, com objetivo de estabilizar a prótese durante os movimentos excursivos • Posteriores e anteriores se tocam na protusão • Toque nos pré-molares dos dois lados para a dentadura não deslocar Oclusão unilateral balanceada Preconiza o contato de todos os dentes do lado de trabalho, desocluindo todos os do lado de balanceio durante os movimentos excursivos da mandíbula • Conhecida por desoclusão em grupo • Alternativa para caninos desfavoráveis → alta atividade muscular Técnica de manipulação bilateral de Dawson Licenciado para - R afael H enrique C am argo F erreira - 02461541108 - P rotegido por E duzz.com Licenciado para - T hais N ascim ento - 71437194478 - P rotegido por E duzz.com @dentologa – Karoliny da Veiga Oclusão mutuamente protegida Oclusão na qual os dentes posteriores desocluem durante os movimentos protusivos, havendo contato apenas nos anteriores e quando em MIH os dentes anteriores estão em desoclusão ou em contato mínimo, havendo contato apenas nos dentes posteriores Cêntrica Lado de trabalho: quando há contado entre os dentes posteriores no lado de trabalho, ou seja, no mesmo lado da direção do movimento da mandíbula (necessidade de ajuste, pois pode ocorrer fratura, mobilidade e necrose) → em lateralidade, só os caninos do lado de trabalho se tocam Lado de balanceio: contato oclusal entre os dentes posteriores no lado oposto ao da direção em que a mandíbula se move na excursão lateral Protusão: contato oclusal entre os dentes posteriores quando a mandíbula se desloca para anterior → posteriores não suportam forças horizontais Licenciado para - R afael H enrique C am argo F erreira - 02461541108 - P rotegido por E duzz.com Licenciado para - T hais N ascim ento - 71437194478 - P rotegido por E duzz.com @dentologa – Karoliny da Veiga QUANDO USAR UM PINO-NÚCLEO? ● Ausência de coroa ● Fratura coronária Existem pinos de metal e pino de fibra (vidro ou carbono) É a restauração parcial, coronária ou corono-radicular elaborada de forma direta ou indireta Direta: realiza-se na hora da consulta com resina acrílica (1-2 dentes) Indireta: modelagem dos condutos e se realiza no laboratório ● Restituir a estrutura mineralizada perdida, devolvendo aoremanescente dental retenção e estabilidade para a futura prótese ● Pinos tem função de reter um núcleo ● A presença de pinos não reforça as raízes, e sim, muitas vezes favorece a fraturas DENTES VITAIS Utiliza-se núcleo-complemento (sem pino intrarradicular) → Utiliza-se remanescente coronário 1. Núcleo complemento por técnica direta = coloca resina sobre o remanescente da coroa 2. Núcleo complemento com pinos dentários = áreas de retenção da resina na dentina (não se utiliza mais) DENTES NÃO-VITAIS Realização da endodontia Desobturação do conduto em 5 mm (delta apical fica obturado para não infiltrar) Deixar 4 mm de remanescente endodôntico no ápice 1. Núcleo metálico fundido 2. Núcleo com pinos pré-fabricados Núcleo metálico fundido ● Endodontia ● Realizar radiografia periapical: medir todo o comprimento aparente da obturação e descontar quanto remove para ficar com 4 mm Comprimento do pino tem que ser no mínimo o comprimento da coroa Licenciado para - R afael H enrique C am argo F erreira - 02461541108 - P rotegido por E duzz.com Licenciado para - T hais N ascim ento - 71437194478 - P rotegido por E duzz.com @dentologa – Karoliny da Veiga ● Remover uns 2-3 mm a menos do material obturador (broca largo com cursor) ● Realiza nova radiografia ● Remove restante do material para chegar aos 4 mm Se alargar muito o conduto, mais frágil a raiz se torna e maior o risco de fratura Diâmetro não ultrapassar ⅓ do diâmetro da raiz Comprimento maior ou igual ao comprimento da coroa ou ⅔ do comprimento da raiz Limitadores: raízes curvas e raízes curtas Se a forma do canal ficar redonda, o pino pode girar Oval → impede o giro do pino Paredes lisas levemente expulsivas Núcleo de metal fundido tem um grande módulo de elasticidade e a dentina tem um módulo menor = forças externas podem fraturar a raiz Pino de vidro tem o módulo semelhante a dentina (flexionam igual) 1) Realiza-se uma “tira” de resina acrílica (duraley) e se coloca no canal 2) Coloca-se o pinjet em cima (modelagem do conduto) 3) Aguarda-se a resina se polimerizar 4) Constrói-se o núcleo 5) Remove-se todo o conjunto do canal 6) Envia-se para o protético realizar a estrutura metálica 1) Moldagem das raízes com silicone e auxílio da broca Lentulo ou Mc spadden 2) Realiza-se os condutos na moldagem de gesso OBSERVAÇÃO Quando dois condutos na mesma raiz → canais paralelos é tranquilo de realizar Quando dois canais e divergentes → realiza-se um completo/desobtura (principal) e um desobtura só uma pontinha (núcleo bipartido) 1) Modela conduto principal 2) Modela outro conduto 3) Fundição separados 4) Cimentados separados Licenciado para - R afael H enrique C am argo F erreira - 02461541108 - P rotegido por E duzz.com Licenciado para - T hais N ascim ento - 71437194478 - P rotegido por E duzz.com @dentologa – Karoliny da Veiga Observar na endodontia ● Material atingiu o ápice ● Presença de lesão ou não Se tiver lesão, perguntar quanto tempo faz da endodontia Recentemente feita, demora para desaparecer a imagem (esperar ou colocar pino) Muito tempo, retratar Pinos pré-fabricados Fibra de vidro • Estética • Facilidade de fabricação • Fratura antes da raiz PASSO A PASSO 1. Preparo do conduto 2. Seleção do pino 3. Corte do pino 4. Condicionamento ácido e sistema adesivo dentro do conduto 5. Cimentação do pino 6. Inserção da resina composta 7. Preparo do núcleo Licenciado para - R afael H enrique C am argo F erreira - 02461541108 - P rotegido por E duzz.com Licenciado para - T hais N ascim ento - 71437194478 - P rotegido por E duzz.com @dentologa -Karoliny da Veiga CIMENTO PROVISÓRIO → deve permitir a remoção facilitada do provisório • A base de óxido de zinco e eugenol • A base de óxido de zinco sem eugenol • Hidróxido de cálcio CIMENTO DEFINITIVO • Fosfato de zinco • Ionômero de vidro • Cimento resinoso Características e indicações de uso CIMENTOS TEMPORÁRIOS CARACTERÍSTICAS FÍSICAS • Baixa resistência a tração • Espessura de película grande • Resistência a compressão baixa CARACTERÍSTICAS BIOLÓGICAS • Sedação pulpar • Baixa solubilidade (curto prazo) • Bactericida Nomes comerciais: Temp-Bond, Z.O.E e Fynal QUAL A DIFERENÇA DE RETENÇÃO DOS CIMENTOS ÓXIDO DE ZINCO E DOS CIMENTOS RESINOSOS? Cimento de óxido de zinco tem retenção micromecânica e não tem adesão química, enquanto os cimentos resinosos têm retenção micromecânica e adesão química. Nomes comerciais: Temp-Bond NE e RelyX Temp NE Eugenol inibe polimerização → evitar em cimentação provisória se for usado um cimento a base de resinoso para cimentação definitiva Licenciado para - R afael H enrique C am argo F erreira - 02461541108 - P rotegido por E duzz.com Licenciado para - T hais N ascim ento - 71437194478 - P rotegido por E duzz.com @dentologa -Karoliny da Veiga CARACTERÍSTICAS FÍSICAS • Baixa resistência a tração • Baixa resistência a compressão • Espessura de película grande CARACTERÍSTICAS BIOLÓGICAS • Excelentes Nomes comerciais: Life, Dycal, Renew e Hydro C. QUAL ESCOLHER: HIDRÓXIDO DE CÁLCIO OU OXIDO DE ZINCO E EUGENOL? Óxido de zinco e eugenol tem mais resistência a compressão → pode ficar mais tempo em boca CIMENTOS DEFINITIVOS CARACTERÍSTICAS FÍSICAS • Resistência a compressão elevada • Espessura de película satisfatória • Tempo de trabalho razoável • Não é adesivo Situação clínica: após a cimentação, teve toque prematuro → erro na cimentação (pode levar a inflamação por ter GAP) Causas: ajuste clínico não foi bem adaptado (prova do casquete e cerâmica) o Se perfurar metal, é devido a um espaço inadequado no preparo CARACTERÍSTICAS BIOLÓGICAS pH-tempo No início, tem pH muito baixo 3 minutos 1 hora 24 horas 48 horas 7 dias 3,5 5,0 6,6 6,8 8,9 MANIPULAÇÃO • Deve ser homogêneo • Tempo de trabalho de 3 minutos Licenciado para - R afael H enrique C am argo F erreira - 02461541108 - P rotegido por E duzz.com Licenciado para - T hais N ascim ento - 71437194478 - P rotegido por E duzz.com @dentologa -Karoliny da Veiga • Dosagem 3/2: 1,2 g de pó e 0,5 ml de líquido • Tempo de mistura não pode passar de 1 minuto e 30 segundos • Tempo de endurecimento de 7-8 minutos • Segurar no local ou colocar algodão para o paciente ocluir PASSO A PASSO Dosador tem 3 ou 4 marcações, dependendo do lado utilizado, utiliza-se 3 ou 4 gotas 1) Divisão do pó em 4 porções, sendo que a 4ª porção é dividida em 2 2) Une uma parte do pó com o líquido, quando homogeneizar, une mais uma parte de pó 3) Deve ficar com consistência de fio 4) Colocar cimento apenas na margem da coroa – não colocar no interior da coroa (oclusão não tem importância na adesão) Não pode ser provisório, pois ele tem união química com o cálcio na dentina (quelação) e se adere firmemente CARACTERÍSTICAS FÍSICAS • Adesividade • Espessura de película satisfatória • Resistência a tração elevada • Tempo de trabalho razoável • Solubilidade crítica • Autocondicionante CARACTERÍSTICAS BIOLÓGICAS • Reação pulpar suave • Atividade anticariogênica (liberação de flúor) Nomes comerciais: Ketac Cem, Fuji, Protec Cem., Vidrion C., Relyx luting MANIPULAÇÃO • 2 gotas para 1 medida de pó • Tempo de mistura de 30 segundos • Tempo de trabalho 3 minutos e 30 segundos • Tempo de endurecimento: 7 minutos Licenciado para - R afael H enrique C am argo F erreira - 02461541108 - P rotegido por E duzz.com Licenciado para - T hais N ascim ento - 71437194478 - P rotegido por E duzz.com @dentologa-Karoliny da Veiga Cuidados pós-cimentação Aplicar verniz na margem da coroa, pois não deve ter umidade no início CARACTERÍSTICAS FÍSICAS • Baixa solubilidade • Espessura de película satisfatória • Elevada resistência física (à compressão) • Adesividade química • Também tem microretenção mecânica Os cimentos resinosos podem ser químicos, duais, fotopolimerizáveis e auto-condicionantes Químico: ao misturar duas pastas (catalisador e base), já inicia a polimerização química → sem muito tempo de trabalho o Necessita de condicionamento Duais: a polimerização começa ao incidir luz sobre e, posteriormente, se autopolimeriza → mais tempo de trabalho o Necessita de condicionamento Fotopolimerizável: polimerização através da luz → nunca usar em coroas metalo-cerâmicas (usa-se em metal free) o Não necessita de condicionamento Auto-condicionante: iniciam a polimerização algum tempo depois da mistura e condicionam a dentina e o esmalte (papel de ácido, primer e adesivo) → coroa metal free e metalo-cerâmica o Não necessita de condicionamento Auto-condicionante é o de escolha: mais prático e só necessita da limpeza com escova de robson Indicados para coroa metalo-cerâmica: fosfato de zinco, duais e auto-condicionantes Indicados para boa retenção: fosfato de zinco e resinosos Indicados para pouca retenção: cimentos resinosos Cimentos fotopolimerizáveis são apenas usados em metal free, facetas, inlay, onlay Duais tem mais força de retenção do que os auto-condicionantes Nomes comerciais: Panavia, All-Bond, EnForce, Relyx ARC, RelyX Unicem, Multinilink IVOCLAR, U200 3M, BISCEM bisco • Ler a bula antes, pois cada um tem uma peculiaridade Licenciado para - R afael H enrique C am argo F erreira - 02461541108 - P rotegido por E duzz.com Licenciado para - T hais N ascim ento - 71437194478 - P rotegido por E duzz.com @dentologa -Karoliny da Veiga CIMENTO NÃO RESINOSO 1. Jateamento prévio da peça com óxido de allumínio (interna da coroa) com auxílio do micro-etcher 2. Isolamento relativo 3. Remoção da restauração provisória 4. Limpeza do conduto com instrumento fino e pontiagudo (clorexidine) e secagem 5. Limpeza da coroa preparada com pedra pomes e escova de Robison 6. Proporcionar o cimento de fosfato de zinco sobre uma laje de vidro 7. Manipular pó / líquido 8. Colocar com auxílio de um pincel,ou com a ponta da espátula de manipulação, uma fina camada de cimento no pino (broca lentulo também) 9. Assentar lentamente o pino núcleo fundido no conduto radicular 10. Pressionar com o dedo polegar por 3 minutos 11. Aguardar o tempo final de presa do cimento 12. Remoção dos excessos do cimento CIMENTO NÃO RESINOSO 1. Jateamento prévio da peça com auxílio do micro-etcher. 2. Isolamento relativo do campo operatório. 3. Remoção da restauração temporária. 4. Limpeza Inicial do dente com espátula hollenback ou similar, e na sequência aplicar pedra-pomes em taça de borracha. 5. Lavar com água,e secar. 6. Posicionar a coroa protética sobre o dente preparado (avaliar) 7. Proporcionar cimento Fosfato de zinco sobre uma laje de vidro. 8. Manipular pó / líquido 9. Colocar com auxílio de um pincel,ou com a ponta da espátula de manipulação, uma fina camada de cimento no pino (broca lentulo também) 10. Assentar lentamente o pino núcleo fundido no conduto radicular 11. Pressionar com o dedo polegar por 3 minutos 12. Aguardar o tempo final de presa do cimento 13. Remoção dos excessos do cimento CIMENTO DUAL 1. Jateamento prévio da peça com auxílio do micro-etcher, 2. Lavar,e secar durante 1 minuto 3. Isolamento relativo do campo operatório. 4. Remoção da restauração temporária. 5. Lavar o dente com escova de robson + pedra pomes Licenciado para - R afael H enrique C am argo F erreira - 02461541108 - P rotegido por E duzz.com Licenciado para - T hais N ascim ento - 71437194478 - P rotegido por E duzz.com @dentologa -Karoliny da Veiga 6. Aplicar ácido fosfórico a 37% sobre o dente preparado durante 15 segundos. 7. Lavar durante 1 minuto e secar com bolinhas de algodão. 8. Proceder à hibridização 9. Proporcionar cimento resinoso dual sobre uma laje de vidro 10. Manipular comprimentos iguais de pasta base e catalisadora com auxílio da espátula de plástico no menor tempo possível até obter uma mistura homogênea. 11. Colocar com auxílio de um pincel ou com a ponta da espátula de manipulação, uma fina camada de cimento no terço cervical da coroa protética (se for faceta laminada aplicar em toda superfície interna) 12. Assentar lentamente a coroa protética sobre o dente preparado. 13. Remover os excessos de cimento de margens. 14. Fotopolimerizar por 40 segundos, em cada uma das faces. 15. Manter a restauração protética assentada durante a polimerização. 16. Remoção dos excessos do cimento. 17. Realizar ajuste oclusal. Licenciado para - R afael H enrique C am argo F erreira - 02461541108 - P rotegido por E duzz.com Licenciado para - T hais N ascim ento - 71437194478 - P rotegido por E duzz.com Referências @dentologa Karoliny da Veiga Este material foi criado baseado nas aulas da disciplina de Pré-Clínica de Prótese (Ulbra - Canoas) e no livro: Reabilitação Oral Contemporânea (Mezzomo, Elio - Suzuki, Roberto Makoto) Licenciado para - R afael H enrique C am argo F erreira - 02461541108 - P rotegido por E duzz.com Licenciado para - T hais N ascim ento - 71437194478 - P rotegido por E duzz.com