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DIREITOS HUMANOS
	São um conjunto de direitos/condições considerados essenciais para qualquer ser humano, independente da condição, origem, seu credo, sua raça ou orientação política, viva com dignidade. Não sendo necessidades individuais e culturais, mas condições coletivas e básicas, que atingem qualquer ser humano no mundo (Os europeus, os asiáticos, os muçulmanos, brasileiros etc.).
	A ciência prega que um profissional entenda do assunto para além do senso comum e que tenha conhecimento suficiente para utilizar de forma correta a informação.
ONU
	A Organização das Nações Unidas foi fundada após a Segunda Guerra Mundial, com o intuito de promover o diálogo entre as nações, evitar um novo conflito e garantir os direitos básicos á todas as nações. Com esses objetivos foi escrita a Declaração Universal dos Direitos Humanos. 
 DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS: https://www.unicef.org/brazil/declaracao-universal-dos-direitos-humanos 
	Essa declaração é um documento de referência mundial. Com a característica curiosa de possuir o termo: “Universal” em sua denominação. 
TEORIA DAS ONDAS RENOVATÓRIAS DO DIREITO
As ondas renovatórias são como propostas para efetivar o acesso à justiça dentro do sistema jurídico. O jurista-processualista italiano Mauro Cappelletti e Bryant Garth traduziram o que seria acesso à justiça, em uma de suas principais obras, por meio do movimento renovatório que se dividia em três ondas.
Devemos ter cuidado ao dizer que o acesso à justiça é somente um acesso ao judiciário, pois, ele alcança também o acesso ao aconselhamento, consultoria e por último a justiça social.
A DIFERENÇA ENTRE OS DIREITOS FUNDAMENTAIS E OS DIREITOS HUMANOS
· A primeira onda renovatória (1960): Buscou garantir o acesso à justiça, independente da condição de baixa renda. Uma vez que, os honorários advocatícios são caros, o vocabulário e o ambiente podem parecer ameaçadores e a falta de informação se torna ainda maior quando o indivíduo possui uma menor condição financeira. 
- LEI 1060, DE 5 DE FEVEREIRO DE 1950: Foi a lei que colocou em vigor o acesso à justiça aos menos favorecidos através da assistência pública.
E por último depois de 40 anos, por meio da lei Complementar 80, de 12 de janeiro de 1994. Distando sobre a função das Defensorias Públicas.
· A segunda onda renovatória (1980): Fala sobre a defesa dos direito difusos que são direitos comuns a um grupo de pessoas não determináveis e que apenas se encontram unidas em razão de uma situação de fato, um exemplo disso seria o Direito ao meio ambiente e Direitos coletivos que são transindividuais, indivisíveis e pertencentes a um grupo determinável de pessoas como exemplos podemos citar o direito do consumidor.
Vemos que essa segunda onda é um complemento da primeira, pois a primeira só dizia a respeito dos direitos individuais que eram menos afortunados, e não dava o devido foco aos interesses difusos e de grupos.
· A terceira onda renovatória:
Vemos que os juizados especiais seguem alguns princípios de acordo com o referido artigo, o primeiro descrito é o da oralidade que tem como objeto promover a proximidade entre o jurisdicionado e magistrados fazendo com o que a solução do litígio seja mais rápida, o segundo princípio é o da simplicidade e informalidade nesse princípio temos com a principal característica a desburocratização da justiça reunindo somente matérias essenciais, e por último o terceiro princípio é o economia processual e celeridade que escolhe a alternativa menos onerosa tanto para as partes quanto para o estado.
Além do processo nos juizados ser mais simples e mais rápido, ele ajuda a desafogar o judiciário, pois, abre um acesso em casos de menor complexidade, incluindo casos na maioria das vezes de marginalização de lides advindas de pessoas sem condições de serem representadas por advogados particulares.
- Lei 9.099/95 no Art. 1º que diz:
Art. 1º Os Juizados Especiais Cíveis e Criminais, órgãos da Justiça Ordinária, serão criados pela União, no Distrito Federal e nos Territórios, e pelos Estados, para conciliação, processo, julgamento e execução, nas causas de sua competência. 
Art. 2º O processo orientar-se-á pelos critérios da oralidade, simplicidade, informalidade, economia processual e celeridade, buscando, sempre que possível, a conciliação ou a transação.

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