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Plataforma de Ensino 1 - A crítica central do texto em relação à aplicação das leis e decretos sobre LIBRAS na realidade brasileira é que elas: São tecnicamente mal elaboradas e cheias de brechas que impedem sua execução. Têm foco excessivo na formação de intérpretes, negligenciando a formação de professores surdos. Não são suficientes por si só, esbarrando em desafios práticos como a falta de profissionais qualificados e de um planejamento pedagógico inclusivo. Priorizam a inclusão no ensino superior, deixando a educação básica completamente desassistida. 2 - A expressão "divisão dos papéis", utilizada para descrever a nova dinâmica da sala de aula inclusiva, refere-se principalmente à relação entre: O diretor da escola e o coordenador pedagógico. Os alunos surdos e os alunos ouvintes. O professor regente e o intérprete de LIBRAS. Os pais do aluno surdo e a equipe escolar. 3 - Lacerca (2006) aponta um desafio logístico para a efetiva implementação da inclusão. Qual é esse desafio? A concentração de cursos de formação de intérpretes nos grandes centros, dificultando o acesso em cidades do interior. A falta de interesse das pessoas em se tornarem intérpretes, devido aos baixos salários oferecidos. A inexistência de diretrizes nacionais que regulamentem a profissão de intérprete educacional. A preferência dos intérpretes por atuar em eventos e congressos em vez de em salas de aula. 4 - O texto menciona que a convivência na sala de aula inclusiva "nem sempre é pacífica". Qual é a causa fundamental para essa discórdia, segundo a análise apresentada? A recusa dos alunos surdos em utilizar a LIBRAS em ambiente escolar. A falta de clareza e harmonia na divisão de papéis e responsabilidades entre o professor regente e o intérprete. A inadequação física das salas de aula para acomodar um profissional adicional.  A resistência dos alunos ouvintes em aprender e interagir usando a LIBRAS. 5 - Qual é uma das "típicas (e indesejáveis) situações" apontadas por Gesser (2015) sobre a relação entre o intérprete e o professor regente? O professor assume completamente a responsabilidade pela aprendizagem do aluno surdo, excluindo o intérprete do processo. O intérprete se exime de suas funções de interpretação, cabendo ao professor a comunicação direta com o aluno surdo. O intérprete se empossa da figura de docente de modo arbitrário, e o professor regente se exonera da responsabilidade pelo aluno surdo. O aluno surdo recusa a ajuda do intérprete, preferindo comunicar-se diretamente com o professor por meio da leitura labial. 6 - De acordo com o Art. 4º da Lei nº 10.436/2002, qual é a obrigação dos sistemas educacionais em relação ao ensino da LIBRAS?  Substituir a modalidade escrita da língua portuguesa pela LIBRAS em todos os níveis de ensino. Oferecer a LIBRAS como disciplina obrigatória para todos os cursos de educação superior. Garantir a inclusão do ensino da LIBRAS nos cursos de formação de Educação Especial, Fonoaudiologia e Magistério. Tornar o uso da LIBRAS opcional nas instituições de ensino que possuírem alunos surdos. 7 - O Parágrafo único do Art. 1º da Lei 10.436/2002 caracteriza a LIBRAS como um sistema linguístico de natureza: Auditivo-verbal e com estrutura gramatical emprestada do Português. Visual-motora, com estrutura gramatical própria. Mista, combinando elementos visuais e orais. Tátil, destinado principalmente a surdocegos. 8 - O texto frequentemente recorre a citações de autores como Lacerda, Gesser e Montoan. Essa estratégia serve principalmente para: Preencher espaço textual com informações redundantes já apresentadas anteriormente. Demonstrar erudição do autor do texto, listando nomes de especialistas na área. Dar autoridade e embasamento teórico às argumentações e críticas apresentadas. Contrariar a legislação vigente, mostrando que as leis são baseadas em opiniões pessoais. 9 - De acordo com a perspectiva de Montoan (2006) citada no texto, como a inclusão escolar propõe alcançar a igualdade? Através do mérito individual e da oferta de oportunidades idênticas para todos os alunos, sem distinção. Pela segregação em classes especiais, onde as necessidades específicas podem ser melhor atendidas. Pela desigualdade de tratamento, oferecendo suportes diferenciados para restituir uma igualdade rompida. Priorizando o ensino da Língua Portuguesa como base comum para unificar a comunicação entre todos. 10 - No trecho: “ o aluno surdo é usuário de uma língua que nenhum companheiro ou professor efetivamente conhece. Ele é um estrangeiro... ”, a comparação do aluno surdo a um "estrangeiro" tem a função de: Criticar a política de imigração do país, que não prepara as escolas para receber alunos estrangeiros. Enfatizar dramaticamente o isolamento e a barreira linguística vividos pelo aluno surdo em um ambiente majoritariamente ouvinte. Sugerir que as escolas devem tratar o aluno surdo conforme as leis aplicadas a estrangeiros. Afirmar que a cultura surda é intrinsecamente superior à cultura ouvinte, da qual o aluno está alienado.

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