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RELATÓRIO DE ESTAGIO EM EDUCAÇÃO BASICA

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UNIVERSIDADE ESTACIO DE SÁ
RELATÓRIO DE ESTÁGIO EM EDUCAÇAO BÁSICA
 
 
 
 
 
 
 
 
SOLANGE DE ALMEIDA DE ORNELLAS
202004192507
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Cianorte
2025
UNIVERSIDADE ESTACIO DE SÁ
 ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM EDUCAÇÃO BÁSICA
 
 
 
 
 
Relatório final de Estágio Supervisionado, apresentado ao de Pedagogia como parte dos requisitos necessários para conclusão da disciplina de Estágio Supervisionado em Educação Básica sob a orientação da professora Therezinha Pinto.
 
 
 
Cianorte
2025
SUMÁRIO 
 
INTRODUÇÃO .......................................................................................................... 4 
1. Estrutura e Funcionamento da Escola ..................................................................... 5 
1.1. Aspectos físico, humano e material da escola ...................................................... 6 
1.2. Projeto Político-Pedagógico ................................................................................. 7 
1.3. A escola como um grupo social ............................................................................ 8 
1.4. Atividades docentes e discentes ............................................................................ 9 
CONSIDERAÇÕES FINAIS .......................................................................................10 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS .........................................................................11 
ANEXOS ......................................................................................................................12 
 INTRODUÇÃO 
 
O presente trabalho tem como objetivo retratar a realidade de determinado período da escola na qual foi realizada a vivência do estágio. Neste espaço, junto às informações obtidas pela observação em sala de aula serão agregados os conceitos adquiridos com leituras adicionais, com o conteúdo formal da disciplina e das matérias anteriormente cursadas. 
 Tendo como base a vivência em campo e a pesquisa bibliográfica, este relatório demonstra o ambiente de aprendizagem do Ensino Fundamental de uma Escola particular chamada Escola Adventista de Cianorte – Paraná. O estágio foi realizado no período de 16/09/2025 até 17/10/2025.
 A carga horária realizada nesta vivência foi de 144 horas com turmas do primeiro segmento do Ensino fundamental e Educação Infantil. Durante o período mencionado, dois professores da área foram acompanhados em suas atividades. O trabalho em questão remete à distinção entre prática e teoria, visando à melhor qualificação docente. 
 A escola Adventista foi escolhida por atuar na instituição como Apoio Pedagógico, realizando todo o suporte aos alunos, professores, responsáveis e gestão da escola.
 
1. Estrutura e Funcionamento da Escola
1.1. Aspectos físico, humano e material da escola. 
 
 A escola foi fundada em 1974, e uma escol a integral para alunos do 1º ao 5ºanos. Ela segue um modelo de escola proposto pelo governo Estadual que consiste em oferecer um ensino integral, capacitando que os alunos ficam nas escolas do que nas ruas. 
 Essa escola oferece etapas de ensino fundamental, como modalidade integral, nessa instituição possui aproximadamente 60 funcionários, os quais se dividem em Diretor, supervisores, coordenadores, secretaria escolar, professor, psicóloga, estagiaria, 
monitores, merendeira, serviço geral e manutenção, assistente em informática. E 
oferecida excelente condições de trabalho para seus funcionários, principalmente para 
os profess ores, que tem a sua disposição, diferentes meios fo r mas para enriquecer suas 
aulas, devido á imensa gama de material tecnológico r materiais escolares que fic am a 
sua disposição. 
 
 A escola apresenta para toda comun idade escolar, para seus alunos e 
professores uma or ganização que oferece um a mbiente acolhedor e motivador. 
Mostrando o quão e importante para o desenvolvimento do aprendizado. 
 
 O funcionamento e das 07: 0 0 às 17:00 horas, atendendo em cerca de 
quatrocentos alunos 14 tur mas do 1ºano ao 5ºano do ensino funda mental, co m a idade 
de 06 a 12anos. 
 A secretaria e compost a por três secretarias. Fazem atendimento aos 
responsáveis sobre a questão administrativa especificamente da Unidade infantil, f azem 
atendimento ao publico, para apresentar a escola ,resolver qu estões com o sist ema de 
aplicativos que dão suporte aos alunos, responsável e docente. No geral a secretaria 
auxilia na parte administrativa da coordenação, atendimentos aos pais por telefone, 
whats, e e-mail. 
 
 A coordenação pedagógica e o loc al par a resolver assuntos acadêmicos: 
organização de dependência, calendário acadêmico, horários de aulas, currículo escolar
etc. o apoio pedagógico realiza junto com a coordenação pedagógica, um trabalho e m 
parceria para atende r a escola de forma integrad a, o qual ta mbém e feito atendimento 
aos alunos e aos responsáveis. Ao lado esta a sala das psicopedagogas, onde ficam por 
dias determinadas. Nesta sala e feita intervenções com os alunos e atendimento aos 
responsáveis. A copa e o ambiente utilizado para f uncionários de forma e m geral 
fazerem a suas refeições do almoço, e os funcionários do setor administrativo e 
operacional fazem o seu lanche e passar o tempo de descanso. 
 
 A escola possui estrutura térrea e 1ºandar. A dos professores fica ao lado da 
sala do fundamental I, onde os professores e funcionários do setor pedagógico passam 
seu tempo de descanso, e pequenas reuniões com coordenação pedagógica ocorram. 
 Há dois bebedouros na escola, todos no 1ºandar, um próximo do refeitório, 
outro próximo ao banheiro. 
 
 A três banheiros, um dos funcionários, uma para meninas e outro para os 
meninos. 
 
 
 As cadeiras e mesas dos alunos são individuais, já a mesas da sala de leitura são 
redondas com capacidade a quatro alunos. 
 Todas as salas são bem iluminadas, com ventiladores, possuem varias janelas. 
 
 
 
1.2. Projeto Político-Pedagógico 
 
 Sendo uma instituição fornecedora de ensino fundamental, o maior propósito 
pedagógico aprender é educar e formar cidadãos e profissionais qualificados par a o 
mercado de trabalho, proporcionando uma educação básica completa. 
FREIRE, Paulo. Ninguém educa ninguém, nin guém educa a si mesmo, os homens se 
educam entre si, mediatiz ados pelo mundo. In: Pedagogia do oprimido. 64. ed. Ri o 
de Janeiro / São Paulo: Ed. Paz e Terra, 2017. p. 95-101. 
8 
 
 Em sua proposta, a escola Nelson Cardim de Brito, se mostra a serviço do 
aluno como centro no processo de ensino, como um ser único, responsável pela 
conduta, do seu processo de aprendizagem, respeitando cada historia, por ser única. 
 Tem como visão de pilares com ética, respeito, valorização, 
reconhecimento, comprometimento, responsabilidade, integração. Sua missão e 
contribuir para uma educação de qualidade, por meio de ações inovadoras que 
estimulam os indivíduos a se formarem protagonistas sociais fundamentados em valores 
intelectuais, morais e humanos. 
 
1.3. A escola como um grupo socialA sala de a ula mais observada foi á tur ma do 1º Ano do ensino fundamental. 
No período observado, a sala de aula possui 23 alunos matriculados, sendo um dos 
alunos com Transtorno de Espectro Autista (TEA), 
 
 
1.4. Atividades docentes e discentes
Durante esse período em que fiquei na Escola Nelson Cardim de Brito, pude 
conhecer toda a estrutura e o funcionamento da escola. Também observei as aulas dos 
professores e os ajudei na elaboração da s atividades, auxiliando os alunos e fazendo o 
acompanhamento dos materiais de suporte e avaliação. Auxiliei os alunos nas 
atividades. A ssim como p articipei de reu niões pedagógica, como o conselho de cl asse, 
posturas, condutas docentes, conteúdo programáticos, entre outros. 
A matéria-prima do tr abalho do professor é o conhecimento. Não é conseguir 
que o aluno faça is to o u aquilo, mas conse guir que ele compreenda, por 
reflexionamento próprio, como fez isto ou aquilo. Se uma criança desmontou 
e remontou corretamente um brinquedo por sugestão do professor (...) não 
significa que el e tenha progredido em termos de conhecimento. (BECKER, 
2001, p. 56) 
 Freire ( 2002, p. 27) já apontou a i mportância de que a personalidade de um 
profissional deixa marcas não só na vida estudantil da criança, como também e m sua 
formação socia l e histórica. A prática pedagógica é capaz de alterar profunda mente a 
percepção de um aluno. 
 
 
CONSIDERAÇÕES FINAIS 
 
 A qualidade do ensino do segundo segmento da Educação Funda mental 
determina, em boa parte, o d esenvolvimento do aluno no restante de sua vida acadêmica 
e refletirá em sua vida adulta. A formação destes alunos deve possuir. 
(...) planejamento e diretrizes norteadoras para o atendimento integral da 
criança em seu aspecto fí sico, psico lógico, intelectual e social, além d e metas 
para a expansão do atendimento, com garantia de qualidade. Essa qualidade 
implica asse gurar um processo educativo respeitoso e construído com b ase 
nas múl tiplas dimensões e na especificidade do tempo da infância (MEC, 
2004) 
 
. As atividades propostas foram realizadas de forma significativa. Se mpre co m 
orientação da professora, no entanto se mpre com possibilidades de opinar em cada aula 
observada. Foi muito produtivo. 
 
 O objetivo foi cumprido e m relação às possibilidades de participação critica e 
flexiva a qual fui designada no campo de estágio. Foi possível observar e vivenciar na 
pratica como funciona a rotina de uma sala de aula. 
 
 Nesse pouco tempo que fiquei observando, pude ver amor, carrinho e 
compaixão por cada aluno que as professoras tê m alunos com variados problemas, e 
com todo cuidado elas os aconselhavam e ajudavam a melhorar. 
 
 Os dias foram de muito aprendizado, pois tive o grande privilegio de estagiar 
em u ma escola muito bem organi zada e estruturada, aproveitando cada momento para 
adotar u ma postura onde pudesse absorver tudo de melhor que cada profissional tinha
para oferecer, sem deixar de mostrar tudo aquilo que v enho aprendendo em aulas e 
conteúdos. 
 
 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
 
AZANHA, José Mário Pires. Proposta pedagógica e autonomia da escola. Cadernos de 
História e Filosofia da Educação, São Paulo, v. 2, n. 4, p. 11 -21, 1998. 
BECKER, F. Educação e construção do conhecimento. São Paulo: Editora Artmed, 
2001, p.56. 
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Ensino Fundamental 
de nove anos: Diretrizes Gerais. Brasília: MEC, 2004. 
FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São 
Paulo: Editora Paz e Terra, 2002, p. 27. 
LIMA, Maria Socorro Lucena. Reflexão sobre o estágio /prática de ensino na formação 
de professores. Revista Diálogo Educacional. Curitiba, v. 8 , n. 2 3 , p. 19 5 -205, jan/ 
abr. 20 08. 
HORN, Maria da Graça de Souza, Sabores, cores, sons, aromas. A organização dos 
espaços na educação infantil. Porto Alegre: Artmed, 2004. 
PASSERINI, G. A. O estágio supervisionado na formação inicial de professores de 
matemática na ótica de estudantes do curso de licenciatura em matemática da UEL. 
VEIGA, Ilma. Passos Alencastro. Projeto político pedagógico: uma construção possível. 
São Paulo: Cortez, 2001.
 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
 
AZANHA, José Mário Pires. Proposta pedagógica e autonomia da escola. Cadernos de 
História e Filosofia da Educação, São Paulo, v. 2, n. 4, p. 11 -21, 1998. 
BECKER, F. Educação e construção do conhecimento. São Paulo: Editora Artmed, 
2001, p.56. 
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Ensino Fundamental 
de nove anos: Diretrizes Gerais. Brasília: MEC, 2004. 
FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São 
Paulo: Editora Paz e Terra, 2002, p. 27. 
LIMA, Maria Socorro Lucena. Reflexão sobre o estágio /prática de ensino na formação 
de professores. Revista Diálogo Educacional. Curitiba, v. 8 , n. 2 3 , p. 19 5 -205, jan/ 
abr. 20 08. 
HORN, Maria da Graça de Souza, Sabores, cores, sons, aromas. A organização dos 
espaços na educação infantil. Porto Alegre: Artmed, 2004. 
PASSERINI, G. A. O estágio supervisionado na formação inicial de professores de 
matemática na ótica de estudantes do curso de licenciatura em matemática da UEL. 
VEIGA, Ilma. Passos Alencastro. Projeto político pedagógico: uma construção possível. 
São Paulo: Cortez, 2001. 
 
 
 
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