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Fisioterapia Desportiva Aula 1 (13/08) Débora Elem Débora Elem Especialidade da fisioterapia que cuida do bem-estar biopsicossocial do indivíduo no esporte e/ou na atividade física. Débora Elem Débora Elem Objetivos: · Reabilitação de atletas (profissionais, amadores e recreacionais) ou praticantes de atividade física.; · Melhora da performance; · Prevenção de lesão; · Contribuir na longevidade do atleta/praticante. Locais de atuação: · Clubes · Centros de treinamento (academias, estúdios) · Clínica / Consultório · Centros de avaliação e pesquisaCada profissional deve agir em sua área, mas de forma integrada, para oferecer o melhor suporte ao atleta, assim como promover a saúde e acompanhar seu ganho de habilidades e melhora da performance como um todo. Habilidades e competências: · Conhecimento multidisciplinar; · Boa relação multiprofissional; · Conhecimento de urgência e emergência (field of play); · Conhecimento de farmacologia (dopping) · Conscientização da realidade no alto rendimento;Na fisio esportiva, a discinesia só é corrigida se ela for a causa da lesão, caso ela não esteja ligada a lesão, ela não deve ser corrigida, pois pode alterar a performance do atleta no seu esporte. · Domínio da biomecânica do esporte · Dilema da discinesia: corrigir x não corrigir Avaliação na fisioterapia esportiva: Aula 2 (20/08) Objetivos: · Conhecer e avaliar os padrões ortostáticos e dinâmicos (biomecânica) do atleta / praticante de atividade físicaNa fisio esportiva, é imprescindível dominar, avaliar e analisar a toda a biomecânica de cada esporte. Quando for atender um atleta lesionado, tem que tratar o membro como um todo, ou seja, trabalhar toda a cadeia de transferência de energia, todos os movimentos que estão envolvidos na biomecânica daquele esporte. Na fisio esportiva, a performance é a prioridade, por isso, devemos dominar a posição/postura do paciente, isso não significa que seja a postura ideal para a saúde e sim a postura para praticar o seu determinado esporte/exercício. · Identificar fatores predisponentes de lesão, ou seja, se a postura que o atleta faz é condizente com o seu determinado esporte para não ser um fator predisponente de lesão. Exemplo: tenista que não faz a rotação de quadril no momento em que vai realizar o backhand, apenas inclina o tronco, ou seja, essa hipomobilidade de quadril pode ser um fator predisponente para lesão, uma vez que o quadril tem que se movimentar juntamente com o tronco. (isso funciona até como prevenção). · Conglomerar/Discutir com outras avaliações multiprofissionais (ex: médico, nutricionista, educador físico) · Traçar condutas de reabilitação, melhora de performance (saber prescrever exercício) e prevenção de lesão Pontos de Avaliação: · Dados iniciais do paciente (idade, ocupação, dentre outros) atleta amador, anotar tanto o esporte que ele pratica quanto a sua ocupação laboral, para ver se tem alguma relação com a lesão, por exemplo. Anamnese: · Queixa álgica: · Histórico de lesão atual: do dia que a lesão aconteceu até o dia em que foi ao fisio · Histórico de lesão pregressa: · Histórico de Doença Pregressa: hipertensão, diabetes, cardiopatia · Medicação (dopping) Exame físico: · Inspeção · Palpação: edema (sinais de cacifo); cicatriz (se tá mobilizada ou tensionada); temperatura da pele; tônus muscular · ADM · Força Muscular · Avaliação Postural (se tiver com má postura, mas tiver performando, não mexe na postura) · Sinais vitais (FC*, FR*, PA, SPO2) · Testes Especiais (ortopédicos e funcionais) Avaliação de força: · Hand Held (dinamômetro): mede a força de ambos os membros; a diferença/assimetria de força entre os membros não pode ultrapassar ou ser menor que 10%. O lado que der excessivamente mais fraco que o outro, significa que ele está predisponente a lesão, então é necessário fortalecer. · Isocinético: pico de força do atleta e em qual arco de movimento acontece esse pico de força, ou seja, o maior ponto de força. Avaliação postural: Tecnologia de avaliação: · Algômetro: quantifica a dor; até 30% (máximo) de dor o atleta pode continuar jogando. · Baropodometria: verificar a quantidade de pressão que o pé faz no solo; analisa tanto parado quanto em movimento. · quanto mais azul/roxo menos pressão o pé estar fazendo naquela área · cor averdeada/amarelada indica nem muita e nem pouca pressão na área · cor avermelhada indica pressão em excesso na área (fator predisponente para lesão) · Análise de Corrida: realizado na esteira; verificar o ângulo para saber se tá simétrico ou assimétrico (a assimetria não pode passar de 10%) · Termografia: avaliação da temperatura do músculo, não capta lesão, apenas predisposição para lesão; pode dar um falso negativo caso seja feito após o jogo ou caso ele já chegue com uma temperatura elevada. Quanto menos infravermelho (muito aquecido) captar, menor é predisposição de lesão. · Ergoespirometria: realizado na esteira com uma máscara e eletrodos no atleta; mensurar a FC e FR; verificar o limiar do VO2/da capacidade pulmonar (o máximo). Força, resistência e flexibilidade na fisioterapia esportiva Aula 3 (03/09) Fibras tipo 1 = vermelha = fibras lentas = vascularizadas = estão presentes em grandes quantidades no endomísio, porque é nele que se encontram as organelas citoplasmáticas, especialmente a mitocôndria que é responsável pela respiração celular. Fibras tipo 2 = brancas = fibras rápidas = avascularizadas = estão presentes em grandes quantidades no epimísio Perimísio: parte mais central (mais volumosa) Quando se fala de treinamento resistido (força e resistência), têm-se dois tipos de estímulos que podem ser dados ao paciente (ambos geram hipertrofia), os quais são: · Estímulo tensional: tensiona a fibra muscular no máximo do seu potencial. Esse estímulo é gerado na parte mais externa do músculo, chamada de epimísio (fibras tipo 2) e consequentemente o músculo é microlesionado nessa parte. Esse tipo de estímulo é usado no treino de FORÇA. · Estímulo metabólico: tensiona a fibra muscular no máximo do seu potencial. Esse estímulo é gerado na parte mais interna do músculo, chamada de endomísio (frbras tipo 1) e consequentemente o músculo é microlesionado nessa parte. O músculo é hipertrofiado de dentro para fora. Esse tipo de estímulo é usado no treino de RESISTÊNCIA. *A escolha do estímulo depende da demanda funcional do atleta. · Força: Intensidade: alta Volume: baixo (poucas séries e repetições) séries: até 3; repetições: até 8 ADM: total (para poder tensionar o máximo) Velocidade: baixa (arco de movimento maior) Intervalo: longo de 91 até 300 segundos · Resistência: Intensidade (carga/peso): moderada/baixa Volume: alto séries: acima de 4; repetições: acima de 12 ADM: semitotal Velocidade: alta Intervalo: moderado/curto até 30 segundos · Flexibilidade: Alongamento ativo (balístico): aquecer a fibra muscular; dinâmico; é feito de forma repetitiva. · Ex: pré-jogo Alongamento passivo: · Relaxamento: alongar no mínimo de 20 a 30 segundos; é feito após a prática do exercício. · Flexibilidade: alongar no máximo de 20 a 30 segundos; dependendo do esporte, pode ser feito antes. (Para alongar o músculo, é preciso fazer o movimento antagonista do músculo). Lesões Musculares no Esporte: Aula 4 (10/09) Lesões causadas nas estruturas ou camadas do tecido muscular: 1) Fibra muscular 2) Tecido conectivo: epimísio; perimísio; endomísio. Lesão no ventre muscular (parte central): cicatrização é mais rápida, por ser uma área com mais mobilidade e mais vascularização; Lesão na junção miotendínea (junção do músculo com o tendão): cicatrização lenta, por ser uma área com menos mobilidade e menos vascularizada · Fases da lesão: Quando o músculo é lesionado começa o processo inflamatório, o qual é uma resposta recuperativa do corpo. A fisioterapia entra para controlar o processo inflamatório e acelerar o processo de recuperação do músculo, não para inibir esse processo, pois ele precisa acontecer. Fase de destruição: Quando tem uma lesão propriamentedita, essa fase ocorre do 2° ao 3° dia. Nessa fase, as células pró inflamatórias (macrofagos, fagócitos, proteoglicanos, linfócitos T, linfócitos C) são carreadas para a área da lesão, para que seja feita uma “limpeza” nessa área. Não se deve usar anti-inflamatórios esteiroidais. Momento que o paciente sentirá mais DOR. Fase de reparo: Quando as células pró inflamatórias terminam a “limpeza” na área lesada e começa a atuação dos miócitos, os quais refazem a fibra muscular (a partir do 5° ao 14° dia). Fase de remodelamento (cicatrização): Miocitos repararam o tecido lesado (14° dia até 21° dia). *A Terapia manual é contraindicada nas fases da lesão, pois atrapalha o processo de cicatrização. · Tipos de lesão: Contusão: impacto/trauma direto na estrutura muscular Estiramento (distensão): afastamento estrutural por forças longitudinais; movimento excêntrico excessivo/abrupto Contratura: sobreposição de fibras por ação brusca ou fadiga; movimento concêntrico excessivo · Graus de lesão: Grau 1: · Quando há apenas o estiramento da fibra muscular ou tecido conectivo, *se ocorrer ruptura, é de até, 5% da fibra. (a qual não compromete a estrutura Grau 2: · Ruptura em até 50% da estrutura muscular; · Ruptura de vasos sanguíneos, o que gera equimose no músculo · Pouca mobilidade, claudicando Grau 3: · Ruptura a partir de 50% da estrutura muscular; músculo é rompido quase na totalidade ou é rompido totalmente; · Equimose e déficit de mobilidade · Tratamento fisioterapêutico: Objetivos:Entender biomecanicamente a forma que o músculo se machucou para poder passar os exercícios corretos. Ex: lesão por estiramento – tratar com exercícios da posição neutra a concêntrica; Lesão por contratura - tratar com exercícios da posição neutra a excêntrica. · Reduzir/controlar sinais flogísticos · Cinesioterapia precoce (movimento mesmo com o músculo lesionado – ATLETAS) · Respeitar tempo de cicatrização para uso de terapia manual* · Tratamento grau 1: · Eletrotermofototerapia (início de todos os graus): Laser: Anti-inflamatório 1 – 3 J Analgésico 2 – 4 J Reparo (cicatrização) 3 – 6 J Ultrassom: Pulsado na fase inflamatória Contínuo após o processo inflamatório para aquecimento. Correntes: Analgésicas (Tens); Eletroestimulção (Fes, Russa, etc.) Mobilização tecidual*: · não atrapalha o processo de cicatrização, pois não tem ruptura, mas gera dor, normalmente o atleta opta por não fazer. Exercícios resistidos: · Aplicar carga tanto no músculo lesado quanto nas adjacentes · Respeitar a limitação do paciente, no início. · Mantendo ângulo de segurança, no início, e graduando conforme a tolerância do atleta Exercícios sensório-motores: · já no início (junto com o exercício resistido) e graduando conforme a tolerância do atleta Gestos esportivos (fase de transição): · Momento em que o atleta será exposto aos movimentos que ele realiza no seu esporte, ou seja, é nesse momento que ocorre a implementação de exercícios específicos do esporte desse atleta. Avaliação para critério de alta: · Avaliação ortostática, dinâmica · Testes funcionais Tempo de recuperação: 1 a 3 semanas · Tratamento grau 2: Eletrotermofototerapia Mobilização tecidual: a partir do 21º dia* Exercícios resistidos: · Resistidos para músculos adjacentes; · livre para local lesado · sempre respeitando a tolerância do paciente Exercícios resistidos (depois da fase de cicatrização): · Resistido tanto para o músculo lesado quanto para os adjacentes Exercícios sensório-motores: junto com o resistido Gesto esportivo para análise funcional (fase de transição) Avaliação para critério de alta Tempo de recuperação: 4 a 8 semanas · Tratamento grau 3 Prováveis pontos de fibrose, porque a cicatrização normalmente não é feita de forma correta nesse grau. Leves algias ao início do movimento Eletrotermofototerapia Mobilização tecidual: a partir do 30º - 45º dia* *O restante do tratamento é igual ao de grau 2, o que muda é o tempo de recuperação, o qual dura de: 8 a 12 semanasPrimeiros Socorros no Esporte: Aula 5 (17/09) Primeiro atendimento – fisioterapia na emergência do esporte: · Retorno imediato; · Bandagens; enfaixamentos; massagens; mobilizações. · Emergência no esporte: Tempo curto – decisão rápida · Avaliar o cenário que o atleta está inserido · Avaliar o atleta (se precisa fazer uma bandagem, por exemplo – tudo isso para que ele consiga voltar, se for possível) · Determinar o problema · Tratar ou minimizar o problema · Transporte se necessário · Abordagem primária: Trata-se de uma visão global e simultânea do estado do paciente, com o objetivo de identificar os problemas externos óbvios relacionados à oxigenação, circulação, hemorragia ou deformidades. · Diminuição do nível de consciência; · Obstrução de vias aéreas; (RCP, caso necessário) · Ausência de circulação; · hemorragia grave; · choque · Avaliação do trauma: Avaliação inicial – protocolo ABCDE · A: Airway – restrição cervical (imobilizar a cervical) · B: Breathing – respiração (se tiver respirando coloca em repouso, se não tiver faz RCP) · C: Circulation – controle hemorrágico · D: Disability – disfunção neurológica · E: Exposure – controle da temperatura Exame físico Histórico de saúde · Déficit neurológico: Descartar sinais e sintomas neurológicos A – Alerta (conversar em tom de voz alto) V – Estímulo Verbal (fazer pergunta para que ele responda/fazer o atleta reproduzir a fala)Se der positivo para qualquer um desses estímulos, o atleta não pode voltar para o campo. D – Estímulo Doloroso (tocar na área dolorosa pra ver se refere dor) N – Resposta Nula (é o resultado das 3 primeiras perguntas). Escala de coma de Glasgow – saber o grau de comprometimento neurológico · Primeiros socorros – lesões musculoesqueléticas Exame físico: usar a sequência DFaFI · Deformidade · Ferimento aberto · Flacidez · Inchaço Sangramento (externo): · Elevar e flexionar o membro para desacelerar o sangramento (caso tenha fratura, não pode elevar). · Colocar um equipamento estéril para fazer a compressão em cima da lesão (plaquetas serão responsáveis por estancar o sangue) · Após estancar a passagem do sangue, enfaixar. Obs: Enfaixamento SEMPRE é feito de distal para proximal, para impedir a passagem do sangue para o restante do corpo. · Encaminhar para o hospital (hemorragia grave o atleta não volta para o jogo). · Sangramento Nasal: · Manter a cabeça neutra ou flexionada para baixo. · Dedos em forma de pinça no nariz. · Comprimir por mais ou menos 5 minutos · Após estancar o sangue, pode ser colocado uma bolsa de gelo na região. Obs: NUNCA fazer extensão cervical · Sangramento interno: · Repouso da área afetada. · Aplicar bolsa ou compressa de gelo na área da lesão. · Caso não haver fratura, elevar o membro · Monitorar a respiração e colocar o indivíduo de lado, caso o sangue queira sair, vai ter mais facilidade. · Pequenos ferimentos: · Limpeza do local · Retirada do dendrito/sujeira · Fazer o curativo simples e o atleta volta para jogo. · Amputações: · Protocolo de estancamento de hemorragia. · Controlar o estado de choque; · Recuperar a parte amputada · Fazer a limpeza da parte amputada; · Envolver o membro amputado com gaze estéril · Colocar dentro de um saco sem ar (vácuo) · Colocar em um local resfriado (bolsa ou compressa de gelo), não pode deixar congelar, pois se isso acontecer, ocorrerá necrose; · encaminhar para o hospital (o atleta e a parte amputada) · Torções leves: · Avaliar a gravidade/funcionalidade (usando DFaFi) · em caso de lesão leve, o atleta volta para o jogo. · Fraturas: · Verificar se há ferimento, se tiver, é necessário fazer a limpeza · Imobilizar a fratura de forma correta: imobilizar com a tala a partir de uma articulação acima e abaixo do local lesado, iniciar o enfaixamento da extremidade para o centro (não apertar muito as talas para não afetar a circulação do sangue para uma extremidade). Quando possível posicionar as extremidades em posição anatômica e alinhada. Se houver resistência e deformidades, imobilizar na posição encontrada. · Encaminhar para o hospital*o atleta não pode mais voltar para jogo, pois fratura é contraindicação para voltar para o jogo. Fraturas abertas ou expostas: · Osso visível; · Possível sangramento; · Deformidade e perda de função. Fraturas fechadas: · Deformidade e perda de função; · Osso não exposto · Possível ferimento na pele · Local roxo e edemaciado. · Empalamentos: · Tentar remover o objeto · Protocolo de estancamento hemorrágico Obs: Em caso de objetos grandes ou difíceis de tirar, deve imobilizar/enfaixar e encaminhar ao hospital. · Trauma na cabeça - concussão: Verificar se o atleta está consciente, respirando Se o atleta estiver acordado: 1. Se ele tiver acordado, o fisio cruza as mãos e comprime a testa do atleta (para garantir que a cabeça fique totalmente parada) e faz o protocolo AVDN. 2. Se ele responder corretamente as perguntas, não tiver sentindo dor, ele sai do campo andando normalmente. Se o atleta não tiver acordado (desmaiado): 1. Verificar se o atleta está respirando, caso ele não esteja respirando, começa imediatamente a reanimação cardiopulmonar (RCP) ou mudança de decúbito; Se o atleta estiver respirando, faz-se a retirada dele do campo, essa remoção é feita da seguinte forma: Proteger a cervical (1 pessoa para isso) e o restante fica na lateral do atleta com as mãos no corpo (tem que levantar ao mesmo tempo) Depois de sair de campo, caso a ambulância ainda não tenha chegado, ele deve ser colocado em posição de repouso, esse movimento é feito da seguinte forma: · O fisio se posiciona contralateral ao lado que vai colocar o paciente, coloca ele com o braço em abdução de ombro e flexão de cotovelo, esse mesmo braço logo em seguida é colocado em adução horizontal, depois flexiona o joelho e cruza. Depois o fisio coloca uma de suas mãos na região do pescoço do paciente e a outra é usada para rolar o paciente. · Hipoglicemia: Ocorre quando os níveis de glicose no sangue descem abaixo dos 60mg/di ou 3,3 mmol/L associados a sintomas, podendo ser mais leves como visão turva, fadiga, dor de cabeça ou mais evidentes como o desmaio. É caracterizada por sintomas como: •tremores, •sudorese, •sonolência, •náuseas, •fraqueza, * visão turva, * má coordenação motora, * confusão mental, * irritabilidade, * convulsão * e inconsciência O que fazer: •Preferencialmente, verifique a glicemia através de glicosímetros. •Se a vítima estiver alerta (consciente), o socorrista pode administrar glicose por via oral (qualquer líquido contendo glicose). •Administre 20g de glicose (2 colheres de sobremesa) de açúcar em meio copo de água, via oral. · Hipotensão Ocorre quando a pressão arterial se encontra baixa, geralmente inferior a 90mmHg/60mmHg Causas: Calor em excesso, dor, mudança brusca de posição, desidratação, acidentes circulatórios. Sintomas: Tontura; sudorese; enjôo; escurecimento da visão; sensação de fraqueza; desmaio. O que fazer: Deitar o atleta em um local calmo e arejado e elevar os MMII Obs: Não elevar a cabeça Morte Súbita Avaliar respiração e consciência Começar o mais rápido possível a manobra de RCP (100 a 120 incursões): · Adulto/jovem senil: A cada 30 incursões faço 2 respirações na boca do paciente. · Criança/adolescente: A cada 15 incursões faço 2 respirações na boca do paciente. · Neonatal: A cada 3 incursões faço 2 respirações na boca do paciente Fisioterapia esportiva nos grupos especiais: Aula 6 (24/09) · Mulher atleta: História da participação feminina: · · Impossibilitada de disputar na Grécia antiga · Em 1896, Stamata Revithi correu a maratona dos Jogos Olímpicos, mas foi proibida de entrar no estádio · Em 1900, houve participação no tênis e no golfe · Kathrine Switzer (1967) – melhorou a participação feminina no esporte · Aumento da participação da mulher nos últimos 50 anos · Algumas particularidades envolvidas, como a Tríade da Mulher Atleta (TMA) Tríade da Mulher Atleta (TMA): · Disfunção menstrual · Baixa disponibilidade energética (por conta da perda excessiva de eletrólitos) · Baixa densidade mineral óssea · Fisiologia hormonal da mulher: · · No período menstrual, há aumento abrupto de estrógeno, dentre outros hormônios, nos quais repercutem alguns sinais clínicos. Por conta desse aumento o corpo precisa eliminar aquela produção de hormônio em excesso. · Ocorre a ¨perda¨ de sangue, além de substratos energéticos. Com isso, ocorre a perda de eletrólitos importantes para a prática esportiva (Daí a importância do acompanhamento do nutricionista) · Se não houver acompanhamento ideal, gerará déficits energéticos e minerais · Ingestão alimentar inadequada, também, pode gerar efeitos hormonais, culminando na menstruação e déficits minerais · Papel do fisioterapeuta esportivo: · · Estar em constante diálogo com o departamento médico (acompanhamento multidisciplinar) · Identificar sinais e sintomas, referentes à TMA · Informar a atleta suas atuais condições · Entender como e quando se dará tal processo (biopsicossocial) · Prescrever o tratamento mais adequado, quando passa pelo momento · Periodização adequada da cinesioterapia · Enquanto estiver no período menstrual, está fora da prática oficial. · Eletroterapia: Evitar aparelhos que estimulem o aumento do fluxo sanguíneo · Questionário PPGEO anticoncepcional é doping, então ele é proibido para a mulher atleta. Porém, em casos de disfunção hormonal ele é permitido, mas isso precisa ser documentado por meio da junta médica. · Atletas na maturidade: Classificação: · Livre (até 34 anos) · Master (35 – 44 anos) · Supermaster (a partir de 45 anos) · Fisiopatologias: · · Senescência - envelhecimento saudável, envelhecimento normal, ocorre sarcopenia.; · Senilidade - patologias que ocorrem em decorrência da idade, não saudável. · Redução metabólica · Degeneração musculoesquelética · Sarcopenia · Redução da hemodinâmica (sangue corre mais lentamente pelo corpo) · Papel do fisioterapeuta esportivo: · · Entender quais as patologias que o acomete · Entender qual a periodização da prática esportiva · Eletrotermofototerapia* – avaliar até que ponto é interessante de acordo com o feedback do paciente (devido a perda de sensibilidade) · Reforço muscular: 1 a 3x na semana (recomendado pela literatura) · Treino sensório-motor · Treino multicapacitivo (multitarefas) · Treinos cognitivos · · Grávidas: ¨Na ausência de contra-indicações absolutas, toda gestante deve ser estimulada a adotar um estilo de vida ativo durante a gestação¨ (ACOG). Gestação de risco habitual: não espera nenhuma recorrência, tem um acompanhamento correto. Gestação de alto risco: quando a mãe já tinha uma patologia pregressa. Condições que aumentam o risco gestacional: · · Extremos da vida reprodutiva · Doenças crônicas preexistentes · Complicações gestacionais · Multiparidade – grande quantidade de filhos (ruim para o esporte). Exercício físico na gravidez: · No primeiro trimestre da gravidez, a mulher sofre mudanças fisiológicas, mas se ela tiver histórico de exercício regular antes da gravidez, não tem problema continuar praticando exercícios (em caso de gravidez sem intercorrências). · Vem como medida preventiva e/ou terapêutica para reduzir complicações na gravidez · Otimizar a saúde materno-fetal (o desenvolvimento do bebê se dar de forma satisfatória) · Gerar bem-estar geral para a mulher (exercícios geram produção de neurotransmissores de bem estar). Esportes de impacto na gravidez: · Exemplo: corrida, crossfit, ginasta, artes macias. Continua só até o final do 4° mês, a partir do 5° mês é contraindicado, pois nessa fase gera impacto no tubo intrauterino. Porém, pode praticar outros exercícios que não geram impacto. Papel do fisioterapeuta esportivo: · Entender sob quais condições fisiológicas aquela atleta se encontra (ou seja, entender a oferta e propor uma demanda); · Ajuda a redesenhar a periodização de treinamento para cada nicho de atleta · Em caso de exercícios resistidos, pode aumentar a carga, mas sempre dentro do que ela consegue fazer! (apenas em exercícios que não geram impacto no tubo intrauterino) · Pode ter progressão de carga; podecontinuar isso até quando ela consegue, mas sempre analisando e controlando. · Em caso de gravidas que nunca praticaram nada de atividade física, é interessante começar com mobilidades pélvicas, exercícios mais simples, pilates, por exemplo. · Continua fazendo o trabalho de reabilitação, promoção de saúde e prevenção de lesão, dentro do que a gravidez permite. Conduta/repertório: · · Mobilidade pélvica; · Mobilização latero-lateral; · Ativações musculares; · Fortalecimento muscular (Abdutores e adutores de quadril são muito importante); · Stiff · Exercícios multiarticulares; · Exercícios de Membro Superiores; · Ativação de musculaturas paravertebrais; · Exercícios Funcionais Return to play – volta à prática esportiva após o parto: Parto vaginal: em média 15 dias para exercício físico Parto cesário: em média de 30 a 45 dias (tempo de cicatrização) · Infanto-juvenil: Contexto esportivo: · · ¨diversão¨ (inicialmente, em tese) · Aprendizado motor e melhora da psicomotricidade · Socialização · Disciplina Habilidades Esportivas: · · Velocidade · Destreza – acoplamento ação reação · Lateralidade (desenvolvida dos 3 aos 7 anos) · Coordenação · Força Contexto profissional: · Cada vez mais cedo, altos investimentos são aplicados nas bases esportivas (Contratos profissionais; gerenciamento de carreira) Papel do fisioterapeuta esportivo: · Aprimoramento motor x desenvolvimento motor (entender para não atrapalhar o desenvolvimento, ou seja, dosar de forma correta o estímulo / exercício; · Diversificação de habilidades = menor chance de lesão · Em conjunto com a equipe, evitar evasão do jovem atleta · Atividades lúdicas, desenvolvendo gestos funcionais · Treino resistido: a partir de 8 – 9 anos, porque a epífise de treinamento se dar de forma lenta · Aplicar gestos esportivosAtuação fisioterapêutica no paradesporto: Aula 7 (05/11) · Manifestação da prática esportiva por pessoas portadoras de necessidades físicas especiais, independente da modalidade escolhida ou do tipo de deficiência · Origem: Em 1948, Ludwig Guttman organizou uma competição esportiva que envolvia veteranos da Segunda Guerra Mundial com lesão na medula espinhal. O evento foi realizado em Stoke Mandeville, na Inglaterra. · Modalidades paralímpicas: 1. 2. Atletismo 3. Badminton 4. Basquetebol (em cadeira de rodas) 5. Bocha (o atleta não anda – pode ser amputado ou com deficiência em algum membro e possui também paralisia cerebral – limitação cognitiva); 6. Canoagem 7. Ciclismo (estrada e pista) 8. Esgrima (em cadeira de rodas) 9. Futebol de 5 10. Goalball (disfunção de MMII) 11. Hipismo 12. Judô 13. Levantamento de peso 14. Natação 15. Remo 16. Rugby (em cadeira de rodas) 17. Taekwondo 18. Tênis de mesa 19. Tênis (em cadeira de rodas) 20. Tiro esportivo 21. Tiro com arco 22. Triatlo 23. Vôlei sentado Existe uma categoria para cada limitação dentro de determinado esporte. Exemplo: natação apenas para amputados de MMII de apenas uma perna; natação para amputados de MMII de duas pernas. Ou seja, é tudo devidamente separado para que o paratleta possa competir com outro que possui uma mesma limitação. · Classificação de deficiência: · · Cego · Surdo · Surdo-mudo · Amputados de MMSS · Amputados de MMII · Paraplégico · Déficit cognitivo · Deficiência física em MMSS · Deficiência física em MMII · Papel do fisioterapeuta esportivo no paradesporto: · Socialização (inserção da pessoa ao esporte) – é um ponto muito importante!!! · Entender o déficit apresentado pelo atleta (suas repercussões) – ex: cadeirantes sentem bastante dor na coluna devido passar muito tempo sentado. · De que forma aquele atleta pode se adaptar no esporte (de que forma inserir) · Pode participar da orientação/prescrição da melhor órtese/prótese · Reabilitação; melhora de performance e minimização de lesões · Atuação fisioterapêutica - Cego: · · Mostrar, manualmente, o que deve ser feito · Intensificar estímulos sensório-motores · Estimular sonorização (para saber onde atacar, por exemplo). · Atuação fisioterapêutica - Surdo e Surdo-mudo: · Sinalizações por avisos, placas ou iluminação (estímulos visuais) · Atuação fisioterapêutica – Amputados: · Estimular a simetria biomecânica entre os membros (alinhamento corporal, controle de troco, controle de pelve etc.) · Estímulo sensório-motor · Atuação fisioterapêutica – Paraplégico: · Controle de tronco (sempre!!!) · Avaliar/ajustar padrão de movimentos e locomoção O paraplégico se locomove com os braços, então é necessário fazer uma reprogramação motora para ele se adaptar dessa forma, ensinando-o a andar, correr e girar a cadeira de forma correta, porém, durante esse processo irão surgir muitas discinesias até ele aprender a forma correta de se locomover. Nesse sentido, em relação as discinesias, o paratleta é dividido nos dois momentos a baixo: O atleta que está se tornando paratleta/aprendendo os movimentos: O atleta que já é paratleta: Pode corrigir as discinesias, pois elas surgem em relação a adaptação do paratleta durante a aprendizagem dos movimentos. Só corrige as discinesias se estiverem causando dor, lesão e caso estejam interferindo na performance. Caso contrário, não corrige!!! · Atuação fisioterapêutica – Déficit cognitivo: Autista; TDH; Paralisia cerebral · Exercícios cognitivo-estimulantes (demonstrar o exercício manualmente, devido a lenta e difícil compreensão verbal) · Exercícios sensório-motores (exercícios de multitarefas) · Atuação fisioterapêutica – Deficiência física: · Entender quais as características corporais · Simetria biomecânica entre os membros · Estímulo sensório-motorFisioterapia esportiva em lesões de MMSS: Aula 8 (12/11) Curiosidade: dos atletas que tiveram lesão de MMSS · 93% voltam ao esporte · 75% voltam ao nível competitivo Transferência de energia de movimento: analisar como a biomecânica está sendo executada pelo corpo inteiro, para saber onde está o erro. · Tipos de lesão: · Trauma direto; · Esportes de overhead (flexão, abdução e rotação acima de 90° - ombro) - isso porque esses movimentos “esmagam” a bursa subacromial e o tendão do supraespinhal, causando riscos de lesão (uma vez que esse atleta faz movimentos assim repetidas vezes durante o dia). · Vetores multiarticulares distintos - *na reabilitação esportiva, não devemos limitar o atleta a apenas movimentos uniarticulares, uma vez que no esporte ele nunca se movimentar de forma uniarticular. · Ausência/falha de transferência de energia – a dor no ombro pode está vindo de outro lugar, por exemplo. Posição ideal inicial do beacth tênis (esperando a bola): simiflexão de quadril, joelho e tornozelo; o braço que segura a raquete fica em semiflexão de ombro, cotovelo e extensão de punho, a outra mão dar a base de sustentação de punho. Receptividade da bola: quando a bola vem, é feito um movimento horizontal, ou seja, sai de uma semiflexão de cotovelo e vai para uma extensão. Posição no vôlei (saque): a mão de apoio faz o levantamento da bola com uma flexão e abdução de ombro, a outra que vai bater sai de uma abdução de ombro com rotação externa para adução, rotação interna e flexão de ombro. O cotovelo faz uma semiflexão antes do saque e uma extensão na hora do saque. O punho sai de uma flexão para uma extensão. O tronco faz uma rotação com inclinação lateral e uma extensão (na hora do levantamento), para voltar ele faz uma inclinação e rotação com flexão. O quadril faz uma rotação lateral, inclinação e extensão (na hora de preparar para o saque), quando volta faz uma rotação medial com flexão e adução. O joelho de base faz uma extensão quando está se preparando para o saque e uma flexão na hora do saque. O joelho de propulsão sai de uma extensão para uma flexão na hora do saque. O pé de base na preparação para o saque faz uma dorsiflexão e na hora do saque faz uma flexãoplantar. O pé de propulsão faz uma dorsiflexão na preparação e na hora do saque faz uma flexãoplantar junto com a rotação medial de quadril. · Objetivos do tratamento fisioterapêutico: · Amenizar o processo álgico; · Reconquistar os movimentoscinéticos funcionais, inserindo gestos esportivos · Recuperação funcional (força, resistência, mobilidades) · Monitoramento contínuo do nível de dor (EVA = 5) · Ex: Mobilidade articular, alongamentos, treino resistido, exercícios funcionais de acordo com a modalidade esportivas. · Obs.: analisar a capacidade do indivíduo para o acréscimo de exercícios que o ajudem a produzir potência. · Implementar/ajustar a transferência de energia (olhar todo o paciente, não só onde estar a dor); · Promover eficiência no uso e direcionamento de energia durante os movimentos. · Ex:. Exercícios que promovam transferência de energia do MI para o MS para executar determinada tarefa. · Ajustar a capacidade e demanda (trabalhar junto com o educador físico, por exemplo) · Equilibrar a capacidade atual do indivíduo com as exigências das atividades e esportes. · Potencializar a performance e minimizar lesões. (foco no aumento do desempenho e na redução de riscos de lesões) · Roteiro de tratamento: 1. Técnicas para amenizar dor e de facilitação de mobilidade: eletroterapia; fototerapia; termoterapia; mobilização tecidual (rolamento; pinçamento; amassamento); desbloqueio articular (decoaptação, tração) 2 Ajuste de padrão de movimento: análise cinético funcional (verificar se a discinesia estar ou não gerando dor e levando a lesão). 3 Ganhos musculoesqueléticos Em atletas, trabalha-se no máximo com EVA=5., a partir de 6 tira o paciente do jogo e analisa o movimento: · Quando a EVA não for condizente com a qualidade do movimento, tem que se pautar apenas na qualidade do movimento: · Caso estiver acusando EVA=2, mas o movimento está ruim, tem que corrigir o movimento. · Caso esse atleta estiver acusando EVA=8/9, por exemplo, e o movimento estiver bom, continua. 4 Depois que fez a análise acima, ajustou o movimento (caso tenha sido necessário), coloca esse atleta para realizar exercícios pliométricos, os quais são exercícios multiarticulares, complexos que ganham várias coisas ao mesmo tempo (força, potência, resistência, estabilidade e coordenação). 5 No final, faz-se os testes funcionais para poder liberar o atleta.: · Teste de Discinesia escapular · Closed Kinetic Chain Upper Extremity Stability Test (CKCUEST): avalia o desempenho de MMSS.Fisioterapia esportiva em lesões de MMII: Aula 9 (19/11) As lesões de MMII possuem maiores incidências e correspondem a 61,3% das lesões, mesmo em esportes que tem predominância biomecânica de MMSS. (ex: vôlei). Cabeça e pescoço - 5% (lesões com demandas específicas na cervical, exemplo: automobilismo). Lesões de tronco: 3% MMSS - 30% · Tipos de lesões: · Entorse (lesões articulares) – 34% · Tendinopatia – 28% · Contusão – 15% · Lesões (distensões) musculares – 12% · Fratura – 11% Dependendo da geografia, pode ter alterações nessas incidências. Por exemplo: Em locais fechados: · Espaço muito quente = lesões musculares mais recorrentes por desidratação; · Espaços mais frios = lesões articulares (entorses) mais recorrentes, pois, a articulação vai ser o primeiro lugar a capitar esse frio. Em locais abertos: · Solos mais instáveis/pesados = incidência maior de lesões musculares; · Solos rígidos = incidência maior de lesões articulares. Lesão por segmento anatômico: · Tornozelo – 31% · Tornozelo é a articulação mais acometida, pois, é a primeira articulação que recebe os impactos que a gente dá no corpo. É a articulação que vai receber a energia inicialmente ou o ponto final de transferência de energia. · Joelho – 27% · Coxa – 11% · Perna – 8% · Pé – 6% · Quadril – 4% · Outros – 13% Mecanismo de lesão · Trauma direto; · Lesões musculares (a principal causa é o desequilíbrio muscular, ou seja, agonista mais forte do que o antagonista); · Fratura (ex: aterrissagem); · Entorses. Atuação fisioterapêutica: Devo fazer o mais rápido possível: - Objetivos: · Controlar o processo álgico. (apenas controlar/amenizar, pois atleta convive com a dor). · Análise cinético funcional (para saber se precisa corrigir os movimentos durante o esforço). · Conversar com a equipe que trabalha com o atleta para alinhar a capacidade x demanda. · Reabilitação, melhora de performance e minimização de lesão. · Roteiro de tratamento: 1. Técnicas para amenizar dor e de facilitação de mobilidade: eletroterapia; fototerapia; termoterapia; mobilização tecidual (decoaptação, tração, rolamento; pinçamento; amassamento); exercícios de força, resistência, alongamento (sabendo em qual momento usar os tipos de alongamentos). 2. Ajuste de padrão de movimento: análise cinético funcional (verificar se a discinesia estar ou não gerando dor e levando a lesão). 3. Ganhos musculoesqueléticos: Em atletas, trabalha-se no máximo com EVA=5., a partir de 6 tira o paciente do jogo e analisa o movimento: · Quando a EVA não for condizente com a qualidade do movimento, tem que se pautar apenas na qualidade do movimento: · Caso estiver acusando EVA=2, mas o movimento está ruim, tem que corrigir o movimento. · Caso esse atleta estiver acusando EVA=8/9, por exemplo, e o movimento estiver bom, continua. 4 Exercícios pliométricos (exercícios multiarticulares e multifuncionais). *Se o atleta estiver cinesiofóbico, não é interessante liberá-lo para retornar ao esporte, pois ele vai se machucar. 5 Testes funcionais a critério de alta: Y teste: avalia instabilidade do tornozelo; Hope test: avalia a força de MMII Step up / Step down test: avaliação funcional de MMII Lunge test: avalia a dorsiflexão do tornozelo em cadeia cinética fechada