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Este material é parte integrante do curso online "Atualização em Administração de Medicamentos" do
EAD (www.enfermagemadistancia.com.br) conforme a lei nº 9.610/98. É proibida a reprodução total e
parcial ou divulgação comercial deste material sem autorização prévia expressa do autor (Artigo 29).
Com certificado
online
60 horas Atualização em
Administração de
Medicamentos
Denise Santana Silva dos Santos
Este material é parte integrante do curso online "Atualização em Administração de Medicamentos" do
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Atualização em
Administração de
Medicamentos
Denise Santana Silva dos Santos
60 horas
Com certificado
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SUMÁRIO
APRESENTAÇÃO...............................................................................................................5
1.1 OBJETIVOS................................................................................................................ 6
1.2 PREMISSA.................................................................................................................. 6
PRINCÍPIOS BÁSICOS NA ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAÇÕES........................8
LEGISLAÇÃO NO PREPARO DAS MEDICAÇÕES.................................................. 10
3.1 CÓDIGO DE ÉTICA DOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM...................... 10
3.2 PROIBIÇÕES............................................................................................................ 11
RESPONSABILIDADES E DEVERES DOS PROFISSIONAIS NO PREPARO DAS
MEDICAÇÕES.................................................................................................................. 12
4.1 LEI Nº 5.991/73......................................................................................................... 12
ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTO POR VIA ENDOVENOSA.................... 13
5.1 CARACTERÍSTICAS............................................................................................... 13
5.2 OBJETIVOS.............................................................................................................. 14
5.3 EQUIPE......................................................................................................................14
5.4 PREPARAÇÃO E MATERIAIS NECESSÁRIOS................................................... 15
5.5 DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE............................................................................... 15
5.6 CUIDADOS NA ADMINISTRAÇÃO ENDOVENOSA......................................... 16
5.7 AÇÕES EM CASO DE NÃO CONFORMIDADE COM A TERAPÊUTICA
MEDICAMENTOSA.......................................................................................................17
ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTO POR VIA INTRAMUSCULAR.............18
6.1 CARACTERÍSTICAS............................................................................................... 19
6.2 OBJETIVO.................................................................................................................19
6.3 EQUIPE......................................................................................................................19
6.4 DESCRIÇÃO DA TÉCNICA.................................................................................... 19
6.5 CONSIDERAÇÕES...................................................................................................20
ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTO POR VIA SUBCUTÂNEA..................... 21
7.1 CARACTERÍSTICAS............................................................................................... 21
7.2 OBJETIVO.................................................................................................................22
7.3 EQUIPE......................................................................................................................22
7.4 DESCRIÇÃO DA TÉCNICA.................................................................................... 22
ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTO POR VIA INTRADÉRMICA................ 24
8.1 CARACTERÍSTICAS............................................................................................... 24
8.2 OBJETIVO.................................................................................................................25
8.3 EQUIPE......................................................................................................................25
8.4 DESCRIÇÃO DA TÉCNICA.................................................................................... 25
ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTO POR VIA ORAL..................................... 27
9.1 CARACTERÍSTICAS............................................................................................... 27
9.2 OBJETIVO.................................................................................................................28
9.3 EQUIPE......................................................................................................................28
9.4 DESCRIÇÃO DA TÉCNICA.................................................................................... 28
ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTO POR VIA NASAL................................... 30
10.1 OBJETIVO...............................................................................................................30
10.2 EQUIPE....................................................................................................................31
10.3 DESCRIÇÃO DA TÉCNICA.................................................................................. 31
ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTO POR VIA OCULAR............................... 32
11.1 OBJETIVO...............................................................................................................32
11.2 EQUIPE....................................................................................................................33
11.3 DESCRIÇÃO DA TÉCNICA.................................................................................. 33
ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTO POR VIA OTOLÓGICA....................... 34
12.1 OBJETIVO...............................................................................................................35
12.2 EQUIPE....................................................................................................................35
12.3 DESCRIÇÃO DA TÉCNICA.................................................................................. 35
ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTO POR VIA INALATÓRIA.......................36
13.1 OBJETIVO...............................................................................................................36
13.2 EQUIPE....................................................................................................................37
13.3 DESCRIÇÃO DA TÉCNICA.................................................................................. 37
ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTO POR VIA RETAL...................................39
14.1 CARACTERÍSTICAS............................................................................................. 39
14.2 OBJETIVO...............................................................................................................40
14.3 EQUIPE....................................................................................................................40
14.4 DESCRIÇÃO DA TÉCNICA.................................................................................. 40
ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTO POR VIA TÓPICA................................. 42
15.1 OBJETIVO...............................................................................................................42
15.2 EQUIPE....................................................................................................................43
15.3 DESCRIÇÃO DA TÉCNICA.................................................................................. 43
ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAÇÃO PELA VIA DA SONDA NASOENTERAL,
GASTROSTOMIAE JEJUNOSTOMIA........................................................................ 44
16.1 PROCEDIMENTOS................................................................................................ 45
RISCOS E CUIDADOS ENVOLVIDOS NO PROCEDIMENTO DA
ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS................................................................. 46
17.1 RISCOS....................................................................................................................47
17.2 CUIDADOS RELACIONADOS AOS RISCOS..................................................... 47
PRINCÍPIOS DA FARMACODINÂMICA.................................................................... 49
18.1 SELETIVIDADE DA AÇÃO DOS MEDICAMENTOS........................................49
PRINCÍPIOS DA FARMACOLOGIA CLÍNICA..........................................................51
SEGURANÇA DO PACIENTE NA ADMINITRAÇÃO DE MEDICAMENTOS......53
AVALIAÇÃO..................................................................................................................... 54
REFERÊNCIAS................................................................................................................. 58
Unidade 1 – Apresentação
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01
APRESENTAÇÃO
A administração de medicações exige da enfermeira e da sua equipe muita
responsabilidade e atenção no cálculo das drogas uma vez que a dosagem dos
medicamentos varia de acordo com o peso do paciente.
A administração de medicamentos é um dos procedimentos mais cruciais para a
enfermagem. Tão importante como ter conhecimento sobre os efeitos e reações que o
medicamento pode causar. Portanto, é necessário ter competência e habilidade para
administrar tais medicações, passando assim para o paciente confiança e segurança,
minimizando a ansiedade e aumentando assim a eficácia e a eficiência da medicação.
O enfermeiro, embora não sendo responsável pela prescrição medicamentosa, deve
conhecer todos os aspectos e fases envolvidas no processo, a fim de evitar erros e enganos,
com prejuízos aos pacientes.
O planejamento da administração dos medicamentos envolve desde os
conhecimentos das ciências básicas e das técnicas de administração, a orientação e
supervisão do pessoal técnico, a diluição do fármaco e o preparo do paciente.
É importante que a equipe de enfermagem tenha conhecimento do medicamento
que administra sua indicação, ação, efeito colateral, bem como, sinais de toxicidade dessas
medicações.
Atualização em Administração de Medicamentos
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1.1 OBJETIVOS
Atualizar os graduandos de enfermagem e enfermeiros quanto aos princípios da
administração de medicamentos considerando as peculiaridades inerentes das medicações
administradas e as características do paciente.
Ressaltar a necessidade do aluno de manter uma técnica asséptica no preparo das
medicações, levando em conta a importância das lavagens das mãos. E também a
importância da anotação de enfermagem das reações adversas e recusa de medicações,
além da checagem com identificação das medicações administradas.
Apontar diretrizes para a prática de enfermagem na administração de medicamentos
associada a um embasamento teórico atual.
1.2 PREMISSA
É competência e responsabilidade do enfermeiro e da sua equipe a administração de
medicações pelas vias: endovenosa, intramuscular, subcutânea, intradérmica, oral, nasal,
ocular, otológica, inalatória, retal e tópica.
A administração de medicação lhe confere autonomia profissional e exige
conhecimento técnico-científico com relação aos cuidados específicos em cada via de
administração.
Faz-se necessário a compreensão dos nove certos antes da administração do
medicamento: paciente certo, via correta, dose correta, horário correto, medicação correta,
validade, tempo certo, abordagem certa e o registro correto.
Unidade 1 – Apresentação
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Com relação à interação e incompatibilidade físico-química medicamentosa vale
ressaltar que as interações medicamentosas têm importância considerável, uma vez que
estas exercem influência direta sobre o efeito farmacológico desejado.
As interações medicamentosas podem ser uma conduta terapêutica ser benéficas,
quando a somatória dos efeitos favorece a cura ou a supressão dos sintomas indesejados;
ou maléficas quando a somatória exacerba ou anula por mecanismos competitivos entre os
medicamentos, causando reações indesejadas ou imprevistas.
Atualização em Administração de Medicamentos
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02
PRINCÍPIOS BÁSICOS NA
ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAÇÕES
A administração de medicamentos deve ser feita com eficiência, segurança e
responsabilidade, para que sejam alcançados os objetivos terapêuticos implementados,
mostrando uma evolução no quadro clínico do cliente. Para isso, deve-se ter conhecimento
de dados do processo de administração: elementos farmacológicos do medicamento
(farmacocinética, farmacodinâmica, dose máxima e efetiva, além do intervalo entre as
doses etc.), assim como métodos, vias e técnicas de administração.
A administração dos medicamentos vai depende da rapidez da atuação da droga
oferecida, da classe e quantidade da droga a ser ministrada e das condições em que o
cliente está. Porém existem muitos fatores que irão limitar a aplicação das drogas sejam
orais, nasais, Intramuscular; subcutâneo, intradérmica. Portanto, as vias usadas para
administração de fármacos têm elementos que a contra-indicam em alguns casos.
Unidade 2 – Princípios Básicos na Administração de Medicações
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03
LEGISLAÇÃO NO PREPARO DAS
MEDICAÇÕES
A administração de medicamentos é uma prática comum no cotidiano da equipe de
enfermagem além de ser de sua responsabilidade legal. Portanto, destacamos os aspectos
legais que regem o exercício da enfermagem relacionado a esta temática, abordando seus
direitos e deveres.
3.1 CÓDIGO DE ÉTICA DOS PROFISSIONAIS DE
ENFERMAGEM
Art. 10º - Aprimorar seus conhecimentos técnicos, científicos e culturais que dão
sustentação a sua prática profissional.
Art. 12 - Assegurar à pessoa, família e coletividade assistência de enfermagem
livre de danos decorrentes de imperícia, negligência ou imprudência.
Art. 13 - Avaliar criteriosamente sua competência técnica, científica, ética e legal e
somente aceitar encargos ou atribuições, quando capaz dedesempenho seguro para si e
para outrem.
Art. 14 - Aprimorar os conhecimentos técnicos, científicos, éticos e culturais, em
benefício da pessoa, família e coletividade e do desenvolvimento da profissão.
Unidade 3 – Legislação no Preparo das Medicações
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Art. 17 - Prestar adequadas informações à pessoa, família e coletividade a respeito
dos direitos, riscos, benefícios e intercorrências acerca da assistência de enfermagem.
Art. 21 - Proteger a pessoa, família e coletividade contra danos decorrentes de
imperícia, negligência ou imprudência por parte de qualquer membro da equipe de saúde.
3.2 PROIBIÇÕES
Art. 30 - Administrar medicamentos sem conhecer a ação da droga e sem certificar-se da
possibilidade de riscos.
Art. 32 - Executar prescrições de qualquer natureza, que comprometam a segurança
da pessoa.
Parágrafo único - O profissional de enfermagem poderá recusar-se a executar
prescrição medicamentosa e terapêutica em caso de identificação de erro ou ilegibilidade.
Atualização em Administração de Medicamentos
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04
RESPONSABILIDADES E DEVERES
DOS PROFISSIONAIS NO PREPARO
DAS MEDICAÇÕES
Art. 39 - Participar da orientação sobre benefícios, riscos e consequências decorrentes de
exames e de outros procedimentos, na condição de membro da equipe de saúde.
4.1 LEI Nº 5.991/73
Dispõe sobre o controle sanitário do comércio de drogas, medicamentos, insumos
farmacêuticos e correlatos, e dá outras providências.
Farmácia: Estabelecimento de manipulação de fórmulas magistrais e oficinas, de
comércio de drogas, medicamentos, insumos farmacêuticos e correlatos, compreendendo a
dispensação e o atendimento privativo de unidade hospitalar ou de qualquer outra
equivalente de assistência médica.
Dispensário de Medicamentos: Setor de fornecimento de medicamentos
industrializados, privativo de pequena unidade hospitalar ou equivalente.
Unidade 5 – Administração de Medicamento por Via Endovenosa
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05
ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTO
POR VIA ENDOVENOSA
5.1 CARACTERÍSTICAS
A via endovenosa é o local onde se tem a mais rápida ação do fármaco administrado.
Nesta via há introdução da medicação diretamente na veia.
Os medicamentos injetados na veia devem ser soluções solúveis no sangue. Podem
ser líquidos hipertônicos, isotônicos ou hipotônicos, sais orgânicos, eletrólitos,
medicamentos não oleosos e não deve conter cristais visíveis em suspensão.
Atualização em Administração de Medicamentos
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Deve-se preferir puncionar, inicialmente, membros superiores, evitando-se
articulações.
O melhor local é a face anterior do antebraço. Sempre iniciando do mais distal para
o proximal em caso de acessos mais difíceis, para que não se inutilize um vaso sanguíneo
na porção proximal.
5.2 OBJETIVOS
Obter rápido efeito do medicamento injetado.
Administrar soluções em quantidade superior a 5 ml.
Grandes volumes de soluções para manter ou restaurar o equilíbrio hidroeletrolítico.
5.3 EQUIPE
 Enfermeiro
 Técnico e Auxiliar de Enfermagem
Unidade 5 – Administração de Medicamento por Via Endovenosa
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5.4 PREPARAÇÃO E MATERIAIS NECESSÁRIOS
 Bandeja
 Algodão
 Álcool a 70%
 Ampola de medicação
 Seringas apropriadas e agulhas
 Cateter endovenoso de calibre adequado ao tipo de medicação
 Luva de procedimento
 Soro fisiológico/ água destilada
 Prontuário.
5.5 DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE
 Observar a prescrição médica
 Lavar as mãos
 Separar, identificar a medicação conferindo os sete certos: paciente, dose via, hora,
medicação, técnica e validade.
 Lavar as ampolas que serão utilizadas
 Colocar o material lavado em bandeja limpa com álcool a 70% ou campo limpo
 Abrir pacote de seringa, agulha, algodão, gaze e luva de procedimento na bandeja
ou campo limpo.
 Colocar luva de procedimento
 Fazer a desinfecção da ampola com álcool a 70%
 Quebrar as ampolas com algodão, aspirar o conteúdo e reconstituir a medicação
(conforme a prescrição médica) se necessário.
Atualização em Administração de Medicamentos
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 Identificar o medicamento na seringa.
 Levar a bandeja arrumada, próximo o leito do paciente (recém-nascido ou criança)
com algodão embebido em álcool a 70% e SF 0,9% para lavagem do acesso venoso.
 Retirar a luva
 Lavar as mãos
 Calçar nova luva de procedimento
 Selecionar o acesso venoso adequado, observar sinais de permeabilidade e presença
de sinais flogístico.
 Fazer assepsia com algodão embebido com álcool a 70% na extremidade do polifix
ou cateter.
 Desconectar a agulha encapada da seringa e conectá-la de forma segura à
extremidade do cateter pó polifix.
 Lavar o acesso com SF 0,9% se certificando da permeabilidade do acesso.
 Injetar lentamente a medicação conferindo a reação do paciente.
 Lavar o acesso novamente com SF0, 9% para retirar resíduos da medicação.
 Fechar seguramente o cateter ou polifix com oclusor.
 Recolher todo o material da bandeja e desprezar os perfurocortantes em local
apropriado.
 Desprezar os materiais sujos em recipientes adequados e retirar as luvas.
 Lavar as mãos
 Deixar a unidade organizada e registrar procedimentos no prontuário.
5.6 CUIDADOS NA ADMINISTRAÇÃO ENDOVENOSA
 Administrar a medicação conforme prescrição médica.
 Evitar distrações ou conversas ao preparar ou administrar medicações.
 Nunca administrar medicações preparada por terceiros.
 Não administrar medicações se houver alteração na cor, odor ou consistência.
Unidade 5 – Administração de Medicamento por Via Endovenosa
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 Caso o paciente esteja em soroterapia, administrar a medicação no injetor lateral do
equipo ou conectar a seringa na torneirinha.
 Se o paciente estiver em uso de cateter hidrolisado, testar antes a permeabilidade do
acesso venoso e após a administração re-hidrolisar o cateter.
 Fazer desinfecção do injetor lateral com álcool a 70%, antes de administrar a
medicação.
 Nunca reencapar a agulha e desprezá-la em caixa pérfuro cortante.
5.7 AÇÕES EM CASO DE NÃO CONFORMIDADE COMA
TERAPÊUTICA MEDICAMENTOSA
Ao sinal de reação adversa, interromper a administração de qualquer reação administração,
comunicar ao médico assistente e registrar em prontuário, mantendo vigilância ao paciente.
Em caso de não administração da medicação, comunicar ao enfermeiro, justificar
em prontuário o motivo e rodelar o horário em prescrição.
Em caso de perda de acesso venoso ou impossibilidade de punção, contactar o
enfermeiro ou médico assistente.
No caso de perda do acesso venoso, remover o cateter o mais precocemente
possível.
Atualização em Administração de Medicamentos
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06
ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTO
POR VIA INTRAMUSCULAR
Unidade 6 – Administração de Medicamento por Via Intramuscular
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6.1 CARACTERÍSTICAS
Injeções Intramusculares depositam a medicação profundamente no tecido muscular, o
qual é bastante vascularizado podendo absorver rapidamente.
Esta via de administração fornece uma ação sistêmica rápida e absorção de doses
relativamente grandes.
6.2 OBJETIVO
 Administrar soluções aquosas e solução oleosas obtendo rápida absorção.
 Administrar medicamentos que poderiam ser alterados pelas enzimas digestivas.
 Administrar medicamentos em pacientes sem condição de deglutir.
6.3 EQUIPE
 Enfermeiro
 Técnico e Auxiliar de enfermagem
6.4 DESCRIÇÃO DA TÉCNICA
 Lavar as mãos e reunir o material
 Avaliar as condições dos músculos e escolher o local apropriado levando em
consideração a presença de lesões, cicatrizes, edemas, ou irritação da pele, a
distância de vasos e nervos importantes, espessura do tecido adiposo, irritabilidade
da droga, o tamanho da musculatura e a quantidade a ser administrada.
 Posicionar o paciente
 Expor apenas a área de aplicação, fazer antissepsia em sentido único com álcool a
70% deixar secar espontaneamente.
Atualização em Administração de Medicamentos
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 Segurar o algodão entre os dedos mínimos e anular.
 Distender a pele do local mantendo firme o músculo.
 Introduzir a agulha em ângulo 90º, perpendicular à pele.
 Soltar a pele e puxar o êmbolo segurando firmemente o corpo da seringa.
 Injetar lentamente a solução.
 Aguardar alguns segundos, tracionar discretamente a agulha e a seguir com
movimento único, retirá-la.
 Comprimir o local com algodão e álcool a 70% por alguns segundos.
 Recolher todo o material da bandeja e desprezar os perfurocortantes em local
apropriado.
 Desprezar os materiais sujos em recipientes adequados
 Lavar as mãos.
 Deixar a unidade organizada e registrar procedimentos no prontuário.
6.5 CONSIDERAÇÕES
 Atentar para a Idade do paciente
 Irritabilidade da droga
 Espessura do tecido adiposo
 Atividade do cliente
 Quantidade de medicação (em ml)
 Distância em relação a vasos e nervos importantes.
Unidade 7 – Administração de Medicamento por Via Subcutânea
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07
ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTO
POR VIA SUBCUTÂNEA
7.1 CARACTERÍSTICAS
A injeção subcutânea permite uma administração medicamentosa mais lenta e gradual que
a injeção intramuscular.
Esta via de administração também provoca um mínimo traumatismo tecidual e
comporta um pequeno risco de atingir vasos sanguíneos de grande calibre e nervos.
Atualização em Administração de Medicamentos
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Absorvida principalmente através dos capilares, as medicações recomendadas para
injeção subcutânea incluem soluções aquosas e suspensões não irritantes contidas em 0,5 a
2,0 ml de líquido.
A heparina e a insulina, por exemplo, são geralmente administradas via subcutânea.
7.2 OBJETIVO
 Obter absorção lenta e contínua do medicamento.
 Manter a droga em níveis eficazes durante um tempo mais prolongado.
7.3 EQUIPE
 Enfermeiro
 Técnico e Auxiliar de enfermagem
7.4 DESCRIÇÃO DA TÉCNICA
 Lavar as mãos e reunir o material
 Escolher a área apropriada para aplicação: face interna do antebraço, face anterior
ou lateral da coxa, região abdominal (periumbilical), face externa do braço e região
escapular.
 Na escolha da área faça rodízio para aplicação.
 Posicionar o paciente
 Expor apenas a área de aplicação, fazer antissepsia em sentido único com álcool a
70% deixar secar espontaneamente.
 Segurar o algodão entre os dedos mínimos e anular.
 Pinçar a pele do local de aplicação entre os dedos polegar e indicador da mão
esquerda. Introduzir a agulha com ângulo de 90º perpendicular a pele (atentar para
Unidade 7 – Administração de Medicamento por Via Subcutânea
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o calibre da agulha e a espessura do tecido subcutâneo da área escolhida para
aplicação).
 Para as crianças com pouco tecido adiposo, fazer uma prega na pele segurando-a
firmemente e introduzir a agulha a 15º.
 Soltar a pele e puxar o êmbolo segurando firmemente o corpo da seringa.
 Injetar lentamente a solução.
 Retirar a agulha fazendo movimento firme e rápido.
 Comprimir o local com algodão a 70% sem friccioná-lo.
 Desprezar os materiais sujos em recipientes adequados.
 Lavar as mãos
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08
ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTO
POR VIA INTRADÉRMICA
8.1 CARACTERÍSTICAS
A via intradérmica é utilizada principalmente com fins de diagnóstico como em testes para
alergia ou tuberculina.
Unidade 8 – Administração de Medicamento por Via Intradérmica
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As injeções intradérmicas indicam quantidades pequenas, geralmente 0,5ml ou
menos, dentro das camadas mais externas da pele.
Por haver baixa absorção sistêmica dos agentes injetada via intradérmica, este tipo
de injeção é usado principalmente para produzir um efeito local.
A face ventral do antebraço é o local mais comumente utilizado por ser facilmente
acessívele ausente de pelos.
8.2 OBJETIVO
 Via indicada para realização de teste diagnóstico, como Mantoux.
 Administrar vacinas.
8.3 EQUIPE
 Enfermeiro
 Técnico e Auxiliar de enfermagem
8.4 DESCRIÇÃO DA TÉCNICA
 Lavar as mãos e reunir o material
 Escolher a área apropriada para aplicação, o local deverá ter pouca pigmentação,
ser pobre em pelos, ter pouca vascularização superficial e ser de fácil acesso para a
leitura dos resultados, das reações aos alérgenos introduzidos. A área mais utilizada
é a face ventral do antebraço, encontra-se também indicada à utilização da área
escapular (nas costas).
 Posicionar o paciente
 Expor apenas a área de aplicação,
 Fazer antissepsia em sentido único com álcool a 70% deixar secar espontaneamente.
Atualização em Administração de Medicamentos
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 Segurar o algodão entre os dedos mínimos e anular.
 Distender a pele do local, segurando firmemente entre os dedos.
 Introduzir a agulha 13 x 3,8 aproximadamente a 3 mm em ângulo de 15º com a pele,
com o bisel para cima, permitindo sua visualização.
 Soltar a pele e puxar o êmbolo segurando firmemente o corpo da seringa.
 Injetar o medicamento lentamente observando a formação da pápula.
 Retirar a agulha com movimentos firmes e rápidos.
 Comprimir suavemente o local com algodão seco.
 Desprezar os materiais sujos em recipientes adequados.
 Lavar as mãos
 Deixar a unidade organizada e registrar procedimentos no prontuário.
Unidade 9 – Administração de Medicamento por Via Oral
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09
ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTO
POR VIA ORAL
9.1 CARACTERÍSTICAS
A administração oral de medicamentos é segura, mais conveniente e menos dispendiosa,
portanto, a maior parte das medicações é normalmente administrada por esta via.
As medicações para administração oral são disponíveis em muitas formas:
comprimidos, comprimidos de cobertura entérica, cápsulas, xaropes, elixires, óleos,
líquidos, suspensões, pós e grânulos.
Atualização em Administração de Medicamentos
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9.2 OBJETIVO
Administrar medicamentos aos pacientes que tenham condição de deglutir.
Obter a absorção de medicamentos líquidos, comprimidos, cápsulas, pós, pastilhas
pela mucosa gástrica.
Poupar o paciente de procedimentos agressivos utilizando outras vias.
9.3 EQUIPE
 Enfermeiro
 Técnico e Auxiliar de enfermagem
9.4 DESCRIÇÃO DA TÉCNICA
 Verificar na prescrição a existência de jejum, restrição hídrica, dietas especiais,
suspensão de medicamentos, dificuldade de deglutição e alergias.
 Lavar as mãos e reunir o material
 Preparar a medicação
 Gotas: usar conta-gotas colocá-las no copinho descartável;
 Comprimido ou cápsula: retirá-los com a ajuda da tampa, com gaze colocá-los no
copinho descartável. Triturar com auxílio do epistilo se necessário.
 Diluir medicações irritantes ou de sabor desagradável em água se não houver
restrição médica.
 Solução: virar o rótulo do frasco para a palma da mão para não danificá-lo, usar o
copinho medida ou seringa descartável.
 Identificar a medicação com fita adesiva na face externa do copinho descartável,
com nome do paciente, nº do leito, dosagem, via, horário de administração.
 Oferecer o medicamento acompanhado de água.
Unidade 9 – Administração de Medicamento por Via Oral
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 Observar a deglutição.
 Lavar as mãos
 Deixar a unidade organizada e registrar procedimentos no prontuário.
Atualização em Administração de Medicamentos
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10
ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTO
POR VIA NASAL
10.1 OBJETIVO
 Tratar infecções e inflamação das mucosas nasais.
 Fluidificar secreções facilitando sua drenagem.
 Desobstruir vias aéreas superiores melhorando a ventilação.
Unidade 10 – Administração de Medicamento por Via Nasal
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 Provocar constrição da mucosa edemaciada.
10.2 EQUIPE
 Enfermeiro
 Técnico e Auxiliar de enfermagem
10.3 DESCRIÇÃO DA TÉCNICA
 Lavar as mãos e reunir o material
 Posicionar o paciente, mantendo a cabeça em extensão apoiada.
 Instilar as gotas mantendo a cabeça na mesma posição por 1 min.
 Evitar contato do conta-gotas com as narinas.
 Voltar à cabeça do paciente para a posição inicial.
 Lavar as mãos
 Deixar a unidade organizada e registrar procedimentos no prontuário.
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11
ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTO
POR VIA OCULAR
11.1 OBJETIVO
 Tratar infecção ocular.
 Aliviar a dor
 Anestesia
 Auxiliar exames oftálmicos
Unidade 11 – Administração de Medicamento por Via Ocular
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11.2 EQUIPE
 Enfermeiro
 Técnico e Auxiliar de enfermagem
11.3 DESCRIÇÃO DA TÉCNICA
 Lavar as mãos e reunir o material
 Limpar as pálpebras e os cílios do paciente com uma gaze + SF 0,9%.
 Segurar o paciente em posição supina, deitada com a cabeça em extensão, com uma
das mãos puxar a pálpebra inferior para baixo, com a outra mão apoiar a cabeça do
paciente e segurar o conta-gotas ou frasco com o medicamento.
 Instilar o medicamento no saco conjuntival, nunca diretamente no globo ocular.
 Verificar a entrada no medicamento.
 Aplicar pequena pressão digital no ponto lacrimal no ângulo interno da pálpebra.
 Enxugar o excesso do medicamento com gaze, algodão ou lenço de papel.
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12
ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTO
POR VIA OTOLÓGICA
Unidade 12 – Administração de Medicamento por Via Otológica
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12.1 OBJETIVO
 Aliviar a dor.
 Auxiliar no tratamento de doenças otológicas.
 Favorecer a limpeza do canal auditivo com remoção do cerúmen após aplicação de
solução emoliente.
12.2 EQUIPE
 Enfermeiro
 Técnico e Auxiliar de enfermagem
12.3 DESCRIÇÃO DA TÉCNICA
 Lavar as mãos e reunir o material
 Aquecer a solução, mantendo-a com temperatura agradável.
 Posicionar o paciente em decúbito direito ou esquerdo de forma que o ouvido
afetado fique exposto.
 Puxe suavemente o lóbulo da orelha para baixo e para trás.
 Instilar cuidadosamente as gotas no conduto auditivo. Certificar-se de que
realmente penetraram.
 Manter o paciente deitado na mesma posição por alguns minutos.
 Reposicionar o paciente, mantendo-o confortável.
 Lavar as mãos
 Deixar a unidade organizada e registrar procedimentos no prontuário.
Atualização em Administração de Medicamentos
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13
ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTO
POR VIA INALATÓRIA
13.1 OBJETIVO
 Favorecer a broncodilatação promovendo melhor ventilação.
 Fluidificar secreções brônquicas facilitando sua drenagem.
Unidade 13 – Administração de Medicamento por Via Inalatória
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13.2 EQUIPE
 Enfermeiro
 Técnico e Auxiliar de enfermagem
13.3 DESCRIÇÃO DA TÉCNICA
 Lavar as mãos e reunir o material
 Serrar a ampola e fazer a desinfecção da mesma com álcool a 70%. Quebrá-la com
o auxílio de uma gaze.
 Adaptar a agulha 40x12 à seringa, aspirar à solução fisiológica e, após, injetar a
solução no copinho do inalador.
 Juntar à solução fisiológica o medicamento prescrito utilizando o conta-gotas.
 Identificar o inalador com fita adesiva colocando o nome do paciente, nº do leito,
dosagem e horário da administração.
 Colocar o paciente em Fowler no leito.
 Cobrir o tórax do paciente com papel toalha.
 Adaptar a extensão do inalador ao fluxômetro de oxigênio ou ar comprimido. Abra-
o mantendo um fluxo de 5 l/min.
 Observar a formação da névoa e adaptar a máscara do inalador ao rosto do paciente.
 Segurar a mascaro do inalador próximo ao resto do paciente, ou quando for
possível pedir para que o mesmo segure até o término da inalação.
 Reposicionar o paciente, mantendo-o confortável.
 Lavar as mãos.
 Deixar a unidade organizada e registrar procedimentos no prontuário.
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Unidade 14 – Administração de Medicamento por Via Retal
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14
ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTO
POR VIA RETAL
14.1 CARACTERÍSTICAS
A via retal é utilizada em pacientes que apresentam vômitos, estão inconscientes ou não
sabem deglutir.
As formas farmacêuticas empregadas são soluções, suspensões e supositórios.
Atualização em Administração de Medicamentos
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Suas maiores limitações de uso são incomodidade de administração, possibilidade
de efeitos irritativos para a mucosa e absorção errática devido à pequena superfície
absortiva e incerta retenção no reto.
14.2 OBJETIVO
 Administrar medicamentos que são contraindicados por via oral ou de difícil
administração por esta via.
 Estimular evacuação.
 Remover o bolo fecal, esvaziando o reto e o cólon para exames e cirurgias.
14.3 EQUIPE
 Enfermeiro
 Técnico e Auxiliar de enfermagem
14.4 DESCRIÇÃO DA TÉCNICA
 Lavar as mãos e reunir o material
 Aquecer a solução prescrita quando necessário.
 Deslocar a coxa em leque, colocar o paciente em Sims.
 Colocar o forro móvel sobre o paciente (proteger sua integridade).
 Expor apenas a região glútea.
 Colocar luvas de procedimento.
 Afastar as pregas interglútea.
 Supositório: introduzir de 1 a2 cm dentro do reto, aplicar pressão sobre o ânus.
Unidade 14 – Administração de Medicamento por Via Retal
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 Minilax ou Fleetenema: utilizar sonda de calibre adequado para introduzir o
medicamento, injetar o líquido lentamente.
 Reposicionar o paciente mantendo-o confortável.
 Lavar as mãos
 Deixar a unidade organizada e registrar procedimentos no prontuário.
Atualização em Administração de Medicamentos
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15
ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTO
POR VIA TÓPICA
15.1 OBJETIVO
 Lubrificar a pele
 Anestesiar e aliviar a dor
Unidade 15 – Administração de Medicamento por Via Tópica
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 Combater a infecção
 Auxiliar na cicatrização de feridas
 Impedir a proliferação de microrganismos
 Favorecer a limpeza e remoção de secreções ou tecidos necrosados.
 Estimular a formação de tecido granulado.
15.2 EQUIPE
 Enfermeiro
 Técnico e Auxiliar de enfermagem
15.3 DESCRIÇÃO DA TÉCNICA
 Lavar as mãos e reunir o material
 Posicione o paciente, visualizando a área de aplicação.
 Administrar o medicamento: pomada (com auxílio da espátula, espalhar sobre a
lesão de forma que toda a extensão do ferimento seja recoberto por uma fina
camada); loções (utilizar luva estéril, umedecer gaze estéril com a solução e aplicar
diretamente sobre a lesão, outra forma de aplicação consiste em montar a gaze em
pinça estéril umedecê-la com a solução e aplicá-la sobre o ferimento).
 Repetir o procedimento tantas vezes quanto for necessário e ou prescrito.
 Colocar o paciente em posição confortável.
 Lavar as mãos
 Deixar a unidade organizada e registrar procedimentos no prontuário.
Atualização em Administração de Medicamentos
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16
ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAÇÃO
PELA VIA DA SONDA NASOENTERAL,
GASTROSTOMIA E JEJUNOSTOMIA
A administração via sonda, gastrostomia e jejunostomia permitem a colocação da
medicação diretamente no trato gastrointestinal em pacientes que não podem ingerir por
via oral.
Unidade 16 – Administração de Medicação pela Via da Sonda Nasoenteral, Gastrostomia e Jejunostomia
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16.1 PROCEDIMENTOS
Verificar o posicionamento da sonda/gastrostomia a cada medicação. No caso da sonda
gástrica, verificar posicionamento pela ausculta gástrica.
Macerar o comprimido e diluir com 5 ml de água ou mais, se necessário. Sempre
administrar medicamentos em forma líquida, sem resíduo de medicamento para evitar
obstrução.
Administrar os medicamentos separadamente, para evitar risco de interação
medicamentosa ou mesmo precipitação dos medicamentos, sob risco de obstrução da sonda.
Entre cada medicação, lavar com 5 ou 10 ml de água, para garantir que não haja
medicamentosa, e manter a sonda pérvia.
Na última administração, lavar a sonda/gastrostomia sob pressão com 20 ml de
água, para garantir a permeabilidade da sonda, e nunca administrar medicação junto à
alimentação (dieta), pois poderá ocorrer interação medicamentosa, exceto em situações sob
prescrição médica.
Após a administração dos medicamentos, fechar a sonda/ gastrostomia e/ou
infundir a dieta. Atentar para a manutenção adequada do aporte nutricional e, se necessário,
pausa de uma hora ou mais, para evitar interações medicação-alimento.
Notar o total de líquido infundido, incluindo a diluição, a fim de garantir o controle
do balanço hídrico.
Atualização em Administração de Medicamentos
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17
RISCOS E CUIDADOS ENVOLVIDOS
NO PROCEDIMENTO DA
ADMINISTRAÇÃO DE
MEDICAMENTOS
Os riscos envolvidos no procedimento de preparo e na administração de medicamentos
relacionam-se ao preparo, à administração e às reações ao medicamento.
Os riscos relativos aos medicamentos podem ser ocasionados por propriedades
relacionadas a ele, como efeitos colaterais e reações adversas, que variarão para cada
paciente, mas podem ocorrer por reação do próprio paciente ao medicamento. Esse fato
deve ser relatado em seu histórico de internação, sendo essa informação de conhecimento e
de fácil acesso a todos os profissionais que possam ter contato direto com esse paciente.
Os eventos adversos relacionados ao preparo e a administração de medicamentos
pode ocorrer em diversas etapas, pois é um processo longo, desde a prescrição médica até a
administração e a monitorização do paciente, e envolve a participação de diversos
profissionais, como médico, equipe de enfermagem e farmacêutico.
É um dos eventos adversos mais comuns que ocorre dentro do ambiente hospitalar,
podendo resultar em aumento do tempo de internação e custos, bem como da mortalidade.
Medidas que ressaltam as reações alérgicas podem estar presentes no planejamento
de cuidados, no programa da prescrição médica, nas etapas de checagem, em que o
profissional de enfermagem realizará a medicação, e em pulseiras de identificação, de
forma a ressaltar a atenção do profissional.
Unidade 17 – Riscos e Cuidados Envolvidos no Procedimento da Administração de Medicamentos
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17.1 RISCOS
 Prescrição médica ilegível ou que promova dúvida no seu entendimento.
 Solicitação inadequada seja quanto à medicação ou dose.
 Dispensa da medicação errada.
 Preparo sem a técnica adequada.
 Erros quanto ao paciente, dose, via de administração, diluição correta e horário.
 Medicação fora do prazo de validade.
17.2 CUIDADOS RELACIONADOS AOS RISCOS
Alguns princípios devem ser ressaltados no processo de preparo e de administração de
medicamentos, e promover uma assistência segura e livre de riscos para o paciente e para a
equipe.
Ter absoluta certeza da medicação prescrita pelo médico e aprazamento quanto a
todos os itens: paciente, medicação, dose, via de administração, diluição, tempo de infusão
e horário correto.
Conhecer a medicação quanto à classe farmacológica, indicações, cuidados
especiais, efeitos esperados e reações adversas.
Avaliar as condições clínicas dos pacientes e perguntar se o mesmo está recebendo
tal medicação, estiverem atento as reações alérgicas e aos cuidados especiais antes do
procedimento.
Realizar o preparo e a administração com técnica asséptica, prevenindo transmissão
de microrganismos.
Orientar ao paciente e a família sobre o procedimento e a medicação.
Conhecer o passo a passo e os cuidados de cada técnica, sabendo avaliar indicações
e contraindicações.
Checar a permeabilidade da via ou local a ser utilizado, de acordo com a técnica
apropriada.
Atualização em Administração de Medicamentos
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As medicações devem ser encaminhadas ao quarto em bandejas, exceto nos casos
de pacientes com algum tipo de precaução, quando devem ser acondicionadas em
embalagens plásticas.
Adequar o volume de lavagem após medicação para pacientes com restrição hídrica.
Na administração de medicamentos em comprimidos/ cápsulas, checar sempre a
bula do medicamento para ter a certeza de que pode ser triturado, pois algumas substâncias,
como as preparações de liberação lenta, revestimento entérico, líquidos encapsulados,
sublinguais, irritantes e sabor desagradável, não devem ser triturados para administração.
Atentar para pacientes renais, para os quais muitas medicações devem ter doses
ajustadas, principalmente medicações nefrotóxicas e de eliminação renal.
Os equipes e buretas utilizadas para medicação endovenosa devem receber uma
etiqueta com data de troca, de acordo com o estabelecido na instituição.
Cuidados específicos no preparo, na administração e com o paciente devem ser
ressaltados na prescrição médica, para garantir sejam realizados adequadamente.
Unidade 18 – Princípios da Farmacodinâmica
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18
PRINCÍPIOS DA FARMACODINÂMICA
A farmacodinâmica descreve uma infinidade de modos pelos quais as substâncias afetam o
corpo. Depois de terem sido engolidos, injetados ou absorvidos através da pele, quase
todos os medicamentos entram na corrente sanguínea, circulam pelo corpo e interagem
com diversos locais alvos. Mas dependendo de suas propriedades ou da via de
administração, um medicamento pode atuar apenas em uma área específica do corpo (por
exemplo, a ação dos antiácidos fica em grande parte confinada ao estômago).
A interação com o local-alvo comumente produz o efeito terapêutico desejado,
enquanto a interação com outras células, tecidos ouórgãos pode resultar em efeitos
colaterais (reações medicamentosas adversas).
18.1 SELETIVIDADE DA AÇÃO DOS MEDICAMENTOS
Alguns medicamentos são relativamente não seletivos, atuando em muitos tecidos ou
órgãos diferentes. Exemplificando, a atropina, uma substância administrada com o objetivo
de relaxar os músculos no trato gastrointestinal, também pode relaxar os músculos do olho
e do trato respiratório, além de diminuir a secreção das glândulas sudoríparas e mucosas.
Outros medicamentos são altamente seletivos e afetam principalmente um órgão ou
sistema isolado.
Tolerância: A administração repetida ou prolongada de alguns medicamentos
resulta em tolerância - uma resposta farmacológica diminuída. Tolerância ocorre quando o
corpo adapta-se à contínua presença da droga. Comumente, são dois os mecanismos
responsáveis pela tolerância:
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(1) o metabolismo da droga é acelerado (mais frequentemente porque aumenta a
atividade das enzimas que metabolizam os medicamentos no fígado).
(2) diminui o número de receptores ou sua afinidade pelo medicamento.
O termo resistência é utilizado para descrever a situação em que uma pessoa não
mais responde satisfatoriamente a um medicamento antibiótico, antiviral ou quimioterápico
para o câncer. Dependendo do grau de tolerância ou resistência ocorrente, o médico pode
aumentar a dose ou selecionar um medicamento alternativo.
Unidade 19 – Princípios da Farmacologia Clínica
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19
PRINCÍPIOS DA FARMACOLOGIA
CLÍNICA
Os efeitos farmacológicos podem incluir efeitos tóxicos. A aplicação generalizada desta
importante ferramenta na terapia clínica tem sido possível graças ao desenvolvimento de
métodos analíticos que permitem o doseamento de substâncias ativas com precisão em
diferentes líquidos biológicos e à possibilidade de expressar em termos quantitativos os
processos que experimentam os fármacos após sua administração; isto permite a
determinação de regimes de dosagem que se ajustam as necessidades dos pacientes.
A utilidade clínica da farmacocinética reside fundamentalmente nestes aspectos, ou
seja, a aplicação dos princípios farmacocinéticos no manejo, ajuste da terapêutica em
diferentes pacientes, e isto é o que constitui a disciplina de farmacocinética clínica.
O princípio básico da farmacocinética clínica é que a magnitude tanto da resposta
desejada quanto da toxicidade são funções da concentração do fármaco em seu sítio de
ação. No entanto, sabemos que raramente podemos dosar diretamente a concentração do
fármaco neste local; por isto, as concentrações são normalmente medidas em um sítio
alternativo e mais acessível, o plasma. Desta forma, podemos dizer que a hipótese
fundamental em farmacocinética clínica é a relação existente entre os efeitos
farmacológicos ou tóxicos de um medicamento e a concentração dele neste sítio facilmente
acessível do organismo.
A farmacocinética exerce um papel importantíssimo na promoção da eficácia dos
fármacos ao fornecer relações quantitativas entre a eficácia e a dose utilizada. Através das
avaliações das concentrações nos fluidos biológicos, conseguimos reduzir a toxicidade
relacionada aos níveis sanguíneos aumentando a segurança da utilização dos medicamentos.
O conhecimento da relação entre a eficácia e as concentrações dos medicamentos
nos fluidos biológicos permite ao clínico levar em consideração as características
Atualização em Administração de Medicamentos
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fisiológicas ou patológicas de um paciente, o que o torna diferente dos indivíduos normais
na resposta a uma determinada dose de um fármaco.
Unidade 20 – Segurança do Paciente na Administração de Medicamentos
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20
SEGURANÇA DO PACIENTE NA
ADMINITRAÇÃO DE MEDICAMENTOS
A administração de fármacos e soluções por cateteres, sondas e seringas é uma prática de
enfermagem comum que pode ser desenvolvida em ambientes de atendimento à saúde.
A infusão de fármacos em vias erradas, com dosagem errada, como soluções que
deveriam ser administrados em sondas enterais e serem realizados em cateteres
intravenosos, devido a possibilidade de conexões erradas, é um evento frequente, porém
pouco documentada, que pode causar graves consequências até a morte do paciente.
Por isso é fundamental a capacitação, a orientação e o acompanhamento contínuo
sobre os riscos à segurança do paciente frente às conexões erradas devem ser destinados a
todos os profissionais.
Dentre as medidas sugeridas, destaca-se:
 Orientar ao paciente e aos familiares não manusear os dispositivos.
 Identificar cateteres centrais, arteriais, peridurais e intratecais de cores diferentes
para garantir o manuseio seguro.
 Verificar todo o dispositivo desde sua inserção até as suas conexões.
Atualização em Administração de Medicamentos
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AVALIAÇÃO
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ou superior a 60% para poder emitir o seu certificado.
1. Com relação às vias de administração de medicamento assinale a alternativa que não
apresenta uma via:
a. Endovenoso
b. Inalatório
c. Pulmonar
d. Intradérmica
2. A administração de medicação é um dos procedimentos fundamentas nas atividades
diárias da equipe de enfermagem. Marque a alternativa incorreta com relação aos nove
certos da administração:
a. Via
b. Dose
c. Hora
d. Não administrar a medicação
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3. Com relação às ações em caso de não conformidade com a terapêutica medicamentosa
endovenosa. Marque a alternativa incorreta:
a. Ao sinal de reação adversa, interromper a administração de qualquer reação
administração, comunicar ao médico assistente e registrar em prontuário, mantendo
vigilância ao paciente.
b. Em caso de não administração da medicação, comunicar ao enfermeiro, justificar
em prontuário o motivo e rodelar o horário em prescrição.
c. No caso de perda do acesso venoso, remover o cateter o mais tardiamente possível.
d. Em caso de perda de acesso venoso ou impossibilidade de punção, contactar o
enfermeiro ou médico assistente.
4. Na administração por via oral, o paciente deve está acordado e deglutindo, essa
premissa evita:
a. Respiração
b. Broncoaspiração
c. Evaporação
d. Febre
5. Com relação à medicação via oral é incorretoafirmar:
a. Via para obter a absorção de medicamentos líquidos.
b. Via para obter absorção de comprimidos.
c. Via para obter absorção de cápsula.
d. Via para absorção de supositório.
6. O objetivo da administração de medicamentos via ocular são diversos exceto:
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a. Tratar infecção ocular.
b. Aliviar a dor
c. Tratar rinite
d. Anestesia
7. A administração de medicação retal tem alguns benefícios para o paciente, exceto:
a. Administrar medicamentos que são contraindicados por via oral
b. Administrar medicamentos de fácil administração por via oral.
c. Estimular evacuação.
d. Remover o bolo fecal,
8. Na administração por via inalatória deve-se atentar para algumas características exceto:
a. Juntar à solução fisiológica o medicamento prescrito utilizando o conta-gotas.
b. Identificar o inalador com fita adesiva colocando o nome do paciente, nº do leito,
dosagem e horário da administração.
c. Colocar o paciente em Fowler no leito.
d. Descobrir o tórax do paciente.
9. Na administração de medicação via retal, o paciente deve ser posicionado em:
a. Sims
b. Fowler
c. Semi-Fowler
d. Decúbito dorsal
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10. São objetivos da administração de medicação via tópica, exceto:
a. Lubrificar a pele
b. Anestesiar e aliviar a dor
c. Combater a infecção
d. Impedir a cicatrização de feridas
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REFERÊNCIAS
Aproveite para estudar também as referências bibliográficas e ampliar ainda
mais o seu conhecimento.
ACHER E et al. Procedimentos e protocolos. Revisão técnica: Moreira MC, Souza SR.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Higienização
das mãos em Serviços de Saúde. Brasília - DF, 2007.
BRUNNER/SUDDARTH. Tratado Médico-Cirúrgico. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2010.
CARPENITO, Lynda Jual. Manual de Diagnósticos de Enfermagem. Porto Alegre:
Artes Médicas Sul Ltda, 2010.
CARMAGNANI, M. I.S. et al. Procedimentos de enfermagem: guia prático. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2009.
CASTELLI, Moira; LACERDA, Denise Pourrat Dal-Ge; CARVALHO, Maria Helena
Ribeiro de. Enfermagem no Centro de Terapia Intensiva Pediátrico. São Paulo: Roca,
2006.
CIANCIARULLO, Tâmara Wanow. Instrumento Básicos para o cuidar: Um desafio
para a qualidade da assistência, São Paulo: Atheneu, 2006.
CINTRA, Eliane Araújo e Cols. Assistência de Enfermagem ao paciente gravemente -
enfermo. São Paulo: Atheneu, 2011.
COREN/SP. 10 Passos para a Segurança do Paciente. Conselho Regional de
Enfermagem do Estado de São Paulo. Rede Brasileira de Enfermagem e Segurança do
Paciente - REBRAENSP- São Paulo, 2010.
FAKIH, F. T. Manual de diluição e administração de medicamentos injetáveis. Rio de
Janeiro: R. A, 2010.
Guia de diluição e administração de injetável. São Paulo: Eurofarma, 2008.
Referência
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LOURO, E.; ROMANO- LIEBER,N.S; RIBEIRO, E. Eventos adversos a antibióticos em
pacientes internados em hospital universitário. Rev. Saúde Pública. v. 41, n. 6, p. 1042-
1048, dez/ 2007.
RESOLUÇÃO COFEN 311/2007.Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem.
RUIPÉREZ, Isidoro & LIORENTE, Paloma revisão técnica de Celina Castagnari Marra.
Guia Prático de Enfermagem. Rio de Janeiro: McGraw-HillIntamericana do Brasil
LTDA, 2008.
SILVA, A.E.B. de C.; CASSIANI, S. H. de B; MIASSO, A. I.; OPITZ, S. P. Problemas
na comunicação: uma possível causa de erro de medicações. Acta Paul. Enferm. V. 20,
n. 3, p. 272-276, jul/set, 2007.
SILVA, S C. Boas Práticas de Enfermagem em adultos: procedimentos básicos. São
Paulo: Atheneu, 2008.
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	01
	APRESENTAÇÃO
	1.1 OBJETIVOS
	1.2 PREMISSA
	02
	PRINCÍPIOS BÁSICOS NA ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAÇÕES
	03
	LEGISLAÇÃO NO PREPARO DAS MEDICAÇÕES
	3.1 CÓDIGO DE ÉTICA DOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGE
	3.2 PROIBIÇÕES
	04
	RESPONSABILIDADES E DEVERES DOS PROFISSIONAIS NO P
	4.1 LEI Nº 5.991/73
	05
	ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTO POR VIA ENDOVENOSA
	5.1 CARACTERÍSTICAS
	5.2 OBJETIVOS
	5.3 EQUIPE
	5.4 PREPARAÇÃO E MATERIAIS NECESSÁRIOS
	5.5 DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE
	5.6 CUIDADOS NA ADMINISTRAÇÃO ENDOVENOSA
	5.7 AÇÕES EM CASO DE NÃO CONFORMIDADE COM A TERAPÊ
	06
	ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTO POR VIA INTRAMUSCULAR
	6.1 CARACTERÍSTICAS
	6.2 OBJETIVO
	6.3 EQUIPE
	6.4 DESCRIÇÃO DA TÉCNICA
	6.5 CONSIDERAÇÕES
	07
	ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTO POR VIA SUBCUTÂNEA
	7.1 CARACTERÍSTICAS
	7.2 OBJETIVO
	7.3 EQUIPE
	7.4 DESCRIÇÃO DA TÉCNICA
	08
	ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTO POR VIA INTRADÉRMICA
	8.1 CARACTERÍSTICAS
	8.2 OBJETIVO
	8.3 EQUIPE
	8.4 DESCRIÇÃO DA TÉCNICA
	09
	ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTO POR VIA ORAL
	9.1 CARACTERÍSTICAS
	9.2 OBJETIVO
	9.3 EQUIPE
	9.4 DESCRIÇÃO DA TÉCNICA
	10
	ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTO POR VIA NASAL
	10.1 OBJETIVO
	10.2 EQUIPE
	10.3 DESCRIÇÃO DA TÉCNICA
	11
	ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTO POR VIA OCULAR
	11.1 OBJETIVO
	11.2 EQUIPE
	11.3 DESCRIÇÃO DA TÉCNICA
	12
	ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTO POR VIA OTOLÓGICA
	12.1 OBJETIVO
	12.2 EQUIPE
	12.3 DESCRIÇÃO DA TÉCNICA
	13
	ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTO POR VIA INALATÓRIA
	13.1 OBJETIVO
	13.2 EQUIPE
	13.3 DESCRIÇÃO DA TÉCNICA
	14
	ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTO POR VIA RETAL
	14.1 CARACTERÍSTICAS
	14.2 OBJETIVO
	14.3 EQUIPE
	14.4 DESCRIÇÃO DA TÉCNICA
	15
	ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTO POR VIA TÓPICA
	15.1 OBJETIVO
	15.2 EQUIPE
	15.3 DESCRIÇÃO DA TÉCNICA
	16
	ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAÇÃO PELA VIA DA SONDA NASOE
	16.1 PROCEDIMENTOS
	17
	RISCOSE CUIDADOS ENVOLVIDOS NO PROCEDIMENTO DA AD
	17.1 RISCOS
	17.2 CUIDADOS RELACIONADOS AOS RISCOS
	18
	PRINCÍPIOS DA FARMACODINÂMICA
	18.1 SELETIVIDADE DA AÇÃO DOS MEDICAMENTOS
	19
	PRINCÍPIOS DA FARMACOLOGIA CLÍNICA
	20
	SEGURANÇA DO PACIENTE NA ADMINITRAÇÃO DE MEDICAMEN
	AVALIAÇÃO
	REFERÊNCIAS

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