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1
Técnicas Psicanalíticas
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O Inconsciente
● Há numerosas provas de sua existência
● Os dados da consciência apresentam lacunas
● Dizer que tudo que ocorre na mente é conhecido pela 
consciência insustentável
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● Equivaler o psíquico e o consciente é inadequado
● Há atos psíquicos que carecem de consciência
● As experiências com a hipnose já haviam 
demonstrado a existência do inconsciente
 4
O Caso Anna O.
● Josef Breuer (1842-1925)
● Caso de histeria tratado por 
Breuer entre 1880 e 1882 
através do método catártico 
(kátharsis= purgação)
● Objetivo: produzir a ab-reação (purgação dos afetos)
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O método catártico
● Através da hipnose (estado alterado de consciência), 
era possível remontar ao momento traumático (cena 
do trauma)
● O método catártico visava produzir a ab-reação, 
ou seja, uma descarga do afeto que estava ligado ao 
trauma
● Ab-reação: liberação da carga de afeto e, 
consequentemente, desaparecimento dos sintomas
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● O método catártico é abandonado, pois nem 
todos os sujeitos eram hipnotizáveis, o que 
restringia o tratamento a apenas algumas pessoas. 
Além disso, a remissão dos sintomas geralmente era 
temporária, o que tornava o método pouco eficaz. 
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O método psicanalítico
● Regra fundamental: associação-livre
● O analisante deve falar livremente o que vier à sua 
mente
● O analista procura exercer a atenção flutuante
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O início do tratamento psicanalítico
● Apenas as aberturas e finais
permitem uma apresentação
sistemática
● Há uma infinidade de jogadas possíveis, ou seja,
não pode haver uma mecanização da técnica
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O início do tratamento psicanalítico
● Tratamento de ensaio ou entrevistas 
preliminares: realização de uma “sondagem”
● Deixar o paciente falar e não explicar nada além do 
necessário para que ele continue falando
● O conhecimento prévio entre analista e analisante traz 
desvantagens
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As 4 + 1 condições da análise
● Entrevistas preliminares
● Tempo
● Dinheiro
● Divã
● Ato analítico
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Transferência
● Condição sine qua non do tratamento, ou seja, não 
há psicanálise sem transferência
● Sentimentos dirigidos à pessoa do analista
● Inclusão da representação do analista nas séries 
psíquicas do analisante
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A dinâmica da transferência (1912)
“Assim, é perfeitamente normal e inteligível que a catexia 
libidinal de alguém que se acha parcialmente insatisfeito, 
uma catexia que se acha pronta por antecipação, dirija-se 
também para a figura do médico. Decorre de nossa 
hipótese primitiva que esta catexia recorrerá a protótipos, 
ligar-se-á a um dos clichês estereotípicos que se acham 
presentes no indivíduo; ou, para colocar a situação de 
outra maneira, a catexia incluirá o médico numa das 
‘séries’ psíquicas que o paciente já formou.” (Freud)
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Transferência
● A resistência acompanha o tratamento analítico 
passo a passo
● Transferência: motor da análise e ao mesmo tempo 
principal meio de resistência 
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Transferência
● Luta travada nos fenômenos da transferência
● Estratégia: corresponde ao manejo/manobra da 
transferência pelo analista
● O conceito de repetição em psicanálise e sua 
relação com a transferência
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Transferência 
“Processo constitutivo do tratamento psicanalítico 
mediante o qual os desejos inconscientes do 
analisando concernentes a objetos externos passam 
a se repetir, no âmbito da relação analítica, na 
pessoa do analista, colocado na posição desses 
diversos objetos.” (Roudinesco e Plon)
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Transferência 
“Designa em psicanálise o processo pelo qual os 
desejos inconscientes se atualizam sobre 
determinados objetos no quadro de um certo tipo de 
relação estabelecida com eles e, eminentemente, no 
quadro da relação analítica. Trata-se aqui de uma 
repetição de protótipos infantis vivida com um 
sentimento de atualidade acentuada.” (Laplanche e 
Pontalis)
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Transferência
 amizade, simpatia, confiança
● Positiva 
 prolongamentos no 
 inconsciente (sexuais)
● Negativa hostilidade, ódio, raiva 
 
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Transferência
● Transferência negativa NÃO é ausência de 
transferência
● Pessoas admiradas e respeitadas do ponto de vista do 
consciente podem ser objetos sexuais do ponto de 
vista do inconsciente
● Regra da abstinência: consequência da regra 
fundamental (associação livre)
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Observações sobre o amor transferencial (1915)
● Situação a ser atravessada no tratamento analítico e 
remontada às suas origens inconscientes
● A repetição com outros analistas
● Amor que compõe-se de repetições e cópias de 
reações anteriores vida infantil
● Motivos éticos e técnicos para não retribuir este tipo 
de amor
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Observações sobre o amor transferencial (1915)
● Enamoramento 
1) Induzido pela situação analítica
2) Intensificado pelo trabalho da resistência
3) Desconsidera a realidade, sendo muitas vezes 
insensato e inconsequente
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Observações sobre o amor transferencial (1915)
“É, portanto, tão desastroso para a análise que o anseio da paciente 
por amor seja satisfeito, quanto que seja suprimido. O caminho que 
o analista deve seguir não é nenhum destes; é um caminho para o 
qual não existe modelo na vida real. Ele tem de tomar cuidado para 
não se afastar do amor transferencial, repeli-lo ou torná-lo 
desagradável para a paciente; mas deve, de modo igualmente 
resoluto, recusar-lhe qualquer retribuição. Deve manter um firme 
domínio do amor transferencial, mas tratá-lo como algo irreal, como 
uma situação que se deve atravessar no tratamento e remontar às 
suas origens inconscientes e que pode ajudar a trazer tudo que se 
acha muito profundamente oculto na vida erótica da paciente para 
sua consciência e, portanto, para debaixo de seu controle.” (Freud)
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Observações sobre o amor transferencial (1915)
“Quanto mais claramente o analista permite que se 
perceba que ele está à prova de qualquer tentação, mais 
prontamente poderá extrair da situação seu conteúdo 
analítico. A paciente, cuja repressão sexual naturalmente 
ainda não foi removida, mas simplesmente empurrada 
para segundo plano, sentir-se-á então segura o bastante 
para permitir que todas as suas precondições para amar, 
todas as fantasias que surgem de seus desejos sexuais, 
todas as características pormenorizadas de seu estado 
amoroso venham à luz. A partir destas, ela própria abrirá o 
caminho para as raízes infantis de seu amor.” (Freud)
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Observações sobre o amor transferencial (1915)
“O papel desempenhado pela resistência no amor transferencial 
é inquestionável e muito considerável. Entretanto, a resistência, 
afinal de contas, não cria esse amor; encontra-o pronto, à mão, 
faz uso dele e agrava suas manifestações. Tampouco a 
genuinidade do fenômeno deixa de ser provada pela 
resistência. (…) É verdade que o amor consiste em novas 
adições de antigas características e que ele repete reações 
infantis. Mas este é o caráter essencial de todo estado amoroso. 
Não existe estado deste tipo que não reproduza protótipos 
infantis. É precisamente desta determinação infantil que ele 
recebe seu caráter compulsivo, beirando, como o faz, o 
patológico.” (Freud)
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Observações sobre o amor transferencial (1915)
“O amor transferencial caracteriza-se por certos aspectos que lhe 
asseguram posição especial. Em primeiro lugar, é provocado pela 
situação analítica; em segundo, é grandemente intensificado pela 
resistência, que domina a situação; e, em terceiro, falta-lhe em 
alto grau consideração pela realidade, é menos sensato, menos 
interessado nas consequências e mais ego em sua avaliação da 
pessoa amada do que estamos preparados para admitir no caso 
do amor normal. (…) O psicanalista evocou este amor, ao instituir 
o tratamento analítico a fim de curar a neurose. Para ele, trata-se 
de consequênciainevitável de uma situação médica, tal como a 
exposição do corpo de um paciente ou a comunicação de um 
segredo vital.” (Freud)
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Recordar, repetir e elaborar (1914)
● O conceito de repetição em psicanálise: um dos 
conceitos fundamentais
● A compulsão à repetição (Wiederholungszwang)
● O paciente repete ao invés de recordar (repete sem 
saber o que está repetindo)
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Recordar, repetir e elaborar (1914)
“Há um tipo especial de experiências da máxima 
importância, para a qual lembrança alguma, via de 
regra, pode ser recuperada. Trata-se de experiências 
que ocorreram em infância muito remota e não 
foram compreendidas na ocasião, mas que 
subsequentemente foram compreendidas e 
interpretadas.” (Freud)
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Recordar, repetir e elaborar (1914)
“O paciente não diz que recorda que costumava ser desafiador 
e crítico em relação à autoridade dos pais; em vez disso, 
comporta-se dessa maneira para com o médico. Não se recorda 
de como chegou a um impotente e desesperado impasse em 
suas pesquisas sexuais infantis; mas produz uma massa de 
sonhos e associações confusas, queixa-se de que não consegue 
ter sucesso em nada e assevera estar fadado a nunca levar a 
cabo o que empreende. Não se recorda de ter-se envergonhado 
intensamente de certas atividades sexuais e de ter tido medo 
de elas serem descobertas; mas demonstra achar-se 
envergonhado do tratamento que agora empreendeu e tenta 
escondê-lo de todos.” (Freud)
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Recordar, repetir e elaborar (1914)
“O que nos interessa, acima de tudo, é, 
naturalmente, a relação desta compulsão à repetição 
com a transferência e com a resistência. Logo 
percebemos que a transferência é, ela própria, 
apenas um fragmento da repetição e que a repetição 
é uma transferência do passado esquecido, não 
apenas para o médico, mas também para todos os 
outros aspectos da situação atual”. (Freud)
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Recordar, repetir e elaborar (1914)
“Aprendemos que o paciente repete ao invés de recordar e 
repete sob as condições da resistência. Podemos agora 
perguntar o que é que ele de fato repete ou atua (acts out). 
A resposta é que repete tudo o que já avançou a partir das 
fontes do reprimido para sua personalidade manifesta - suas 
inibições, suas atitudes inúteis e seus traços patológicos de 
caráter. Repete também todos os seus sintomas, no decurso 
do tratamento. (...) o estado de enfermidade do paciente 
não pode cessar com o início de sua análise, e que devemos 
tratar sua doença não como um acontecimento do passado, 
mas como uma força atual.” (Freud)
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Recordar, repetir e elaborar (1914)
“Posso citar o caso de uma senhora de idade que 
havia repetidamente fugido de casa e do marido em 
estado crepuscular e ido para onde ninguém sabia, 
sem sequer tornar-se consciente de seu motivo para 
partir desta maneira. Ela chegou ao tratamento com 
uma acentuada transferência afetuosa que cresceu 
em intensidade com misteriosa rapidez nos primeiros 
dias; ao final da semana, havia-me abandonado 
também, antes que tivesse tempo de dizer-lhe algo 
que pudesse ter impedido esta repetição.” (Freud)
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Recordar, repetir e elaborar (1914)
“(…) o instrumento principal para reprimir a 
compulsão do paciente à repetição e transformá-la 
num motivo para recordar reside no manejo da 
transferência.” (Freud)
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Recomendações aos médicos que exercem a 
psicanálise (1912)
● Primeiro desafio para o analista: lembrar das inúmeras 
informações relativas à cada analisante sem misturar 
o material com informações de outros pacientes
● O analista não deve anotar enquanto o analisante está 
na sessão
● Atenção flutuante: corresponde à atenção 
uniformemente suspensa do analista, permitindo que 
seus próprios processos inconscientes entrem em cena
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Recomendações aos médicos que exercem a 
psicanálise (1912)
“Assim que alguém deliberadamente concentra 
bastante a atenção, começa a selecionar o material 
que lhe é apresentado; um ponto fixar-se-á em sua 
mente com clareza particular e um outro será, 
correspondentemente, negligenciado, e, ao fazer 
essa seleção, estará seguindo suas expectativas ou 
inclinações. Isto, contudo, é exatamente o que NÃO 
deve ser feito.” (Freud)
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Recomendações aos médicos que exercem a 
psicanálise (1912)
“O analista deve voltar seu próprio inconsciente, como um 
órgão receptor, na direção do inconsciente transmissor do 
paciente. Deve ajustar-se ao paciente como um receptor 
telefônico se ajusta ao microfone transmissor. Assim como 
o receptor transforma de novo em ondas sonoras as 
oscilações elétricas na linha telefônica, que foram criadas 
por ondas sonoras, da mesma maneira o inconsciente do 
analista é capaz, a partir dos derivados do inconsciente 
que lhe são comunicados, de reconstruir esse 
inconsciente, que determinou as associações livres do 
paciente.” (Freud)
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Recomendações aos médicos que exercem a 
psicanálise (1912)
● É necessário que o próprio analista tenha passado 
pela análise pessoal
● Todas as suas questões não solucionadas podem 
influenciar na condução da análise de seus 
pacientes, como uma espécie de “ponto cego” do 
analista
● Quem não tomar a precaução de ser analisado, pode 
acabar projetando suas próprias questões nos 
pacientes
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Recomendações aos médicos que exercem a 
psicanálise (1912)
● “O analista deve ser opaco aos seus pacientes e, 
como um espelho, não mostrar-lhes nada, exceto o 
que lhe é mostrado” (Freud)
● A análise não pode ser educativa e as intervenções 
não devem ser meramente sugestivas
● O analista não deve determinar tarefas ao analisante 
e nem fornecer conhecimento técnico da psicanálise, 
como sugerir a leitura de livros, por exemplo
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Os sonhos
● A interpretação de sonhos (1900)
● Tese central: o sonho é a realização velada de um 
desejo inconsciente
● O sonho é a estrada principal (via régia) de acesso ao 
inconsciente
● Conteúdo manifesto x Conteúdo latente
● Quem associa é o analisante
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O manejo da interpretação de sonhos na 
psicanálise (1911)
“Devemos em geral evitar demonstrar interesse 
muito especial na interpretação de sonhos, ou 
despertar no paciente a ideia de que o trabalho se 
interromperia se ele não apresentasse sonhos; de 
outra maneira, há o perigo de a resistência ser 
dirigida para a produção de sonhos, com a 
consequente cessação destes.” (Freud)
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O manejo da interpretação de sonhos na 
psicanálise (1911)
“A interpretação que possa ser realizada em uma 
sessão deve ser aceita como suficiente e não se deve 
considerar prejuízo que o conteúdo do sonho não seja 
inteiramente descoberto. No dia seguinte, a 
interpretação do sonho não deve ser retomada 
novamente, como coisa natural, até que se tenha 
tornado evidente que nada mais, nesse meio tempo, 
abriu caminho para o primeiro plano dos pensamentos 
do paciente (…) a primeira coisa que vem à cabeça do 
paciente é a primeira coisa a ser tratada.”(Freud)
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O manejo da interpretação de sonhos na 
psicanálise (1911)
“Em geral, podemos ficar certos de que todo impulso 
de desejo que cria hoje um sonho reaparecerá 
noutros sonhos, enquanto não tiver sido 
compreendido e retirado do domínio do inconsciente. 
Por isso acontece frequentemente que a melhor 
maneira de completar a interpretação de um sonho 
seja abandoná-lo e dedicar a atenção a um sonho 
novo, que pode conter o mesmo material sob forma 
possivelmente mais acessível.” (Freud)
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Os sonhos
● Existem dois principais mecanismos de formação dos 
sonhos: condensação e deslocamento
● Jacques Lacan: “o inconsciente é estruturado como 
uma linguagem”
● A condensação corresponde à figura de linguagem 
da metáfora
● O deslocamento corresponde à figura de linguagem 
da metonímia 
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Para concluir...
● A psicanálise é uma prática de tratamento do sujeito 
através da fala estimulada pela associação livre 
● Existem várias recomendações técnicas e 
coordenadas de trabalho que orientam o analista
● Os sonhos são a estrada principal de acesso ao 
inconsciente, masnão a única
● Alguns dos principais conceitos presentes nos artigos 
sobre a técnica são: inconsciente, recalque, 
transferência, repetição e resistência
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