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Copyright: Brabo Concursos
Diagramação: Equipe Brabo Concursos
Capa: Equipe Brabo Concursos
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É terminantemente proibida a reprodução total ou parcial, bem como a distribuição deste material por 
qualquer meio ou processo, sem a expressa autorização da Brabo Concursos. A violação dos direitos autorais 
caracteriza crime descrito na legislação em vigor, sem prejuízo das sanções civis cabíveis.
CONCURSOS
Esta apostila foi desenvolvida para auxiliar você, aluno, nos estudos para o 
concurso público de Técnico do Seguro Social do INSS.
Tudo foi pensado e desenvolvido para otimizar ainda mais seus estudos. Utilizamos 
papel da melhor qualidade para que você possa fazer grifos e anotações.
Aqui você vai encontrar todo o material didático das matérias básicas do conteúdo 
cobrado no último edital.
Além da parte teórica, você ainda conta com exercícios para treinar e fixar bem 
o conteúdo.
Todo material está atualizado para você e nos comprometemos a atualizá-lo, 
sem custo, sempre que necessário. Disponibilizaremos as atualizações em PDF dentro 
da plataforma do curso.
Nós da Brabo Concursos esperamos que você possa ter a melhor experiência 
possível com esse material que desenvolvemos com todo o cuidado, estrategicamente 
para você performar ainda mais nos seus estudos.
Apresentação
CONCURSOS
PORTUGUÊS BÁSICO .................................................................................. 5
PORTUGUÊS AVANÇADO ........................................................................... 41
REDAÇÃO OFICIAL ................................................................................... 99
RACIOCÍCNIO LÓGICO MATEMÁTICO ..................................................... 111
INFORMÁTICA ........................................................................................ 129
Índice
Atualizada 05/03/2026
CONCURSOS
PORTUGUÊS
BÁSICO
CONCURSOS
Sumário
ACENTUAÇÃO GRÁFICA ..................................................................................................... 7
ORTOGRAFIA ................................................................................................................... 13
NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO 2009 ................................................................................ 16
MORFOLOGIA .................................................................................................................. 19
SIGNIFICAÇÃO DAS PALAVRAS ....................................................................................... 39
CONCURSOS
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Português Básico 
 
 
 
 
ACENTUAÇÃO GRÁFICA 
 
Sílaba tônica é a sílaba emitida com mais ênfase. Em cada 
uma das palavras existe apenas uma sílaba tônica. 
 
Sílaba Tônica 
 
avaro – cateter – condor – filantropo – fortuito 
 
gratuito – ibero – ínterim – mister – Nobel 
 
pudico – recorde – rubrica – látex 
 
 
 
GABARITO: 
avaro – cateter – condor – filantropo – fortuito; 
gratuito – ibero – ínterim – mister – Nobel 
pudico – recorde – rubrica - látex 
 
 
REGRAS DE ACENTUAÇÃO 
1. paroxítonas 
2. proparoxítonas 
3. oxítonas 
4. ditongo crescente 
5. ditongo decrescente 
6. Hiatos 
 
CASOS ESPECIAIS 
 
 
O uso, ou não, do acento pode mudar uma classe 
gramatical, exemplos: 
 
● O religioso disse amem o seu próximo e depois disse 
amém. 
 
Amem – verbo amar 
Amém – interjeição 
 
 
A falta do acento pode causar incoerência e erro gramatical, 
veja o exemplo: 
 
CORRETO: 
 
● Amanhã ele destinará verbas ao projeto. 
 
 
ERRADO: 
 
● Amanhã ele destinara verbas ao projeto. 
 
 
Nome dos acentos 
 
água – acento agudo 
 
tênis – acento circunflexo 
 
àquela – acento grave 
 
(observação: acento grave será estudado na matéria de 
crase) 
Observação: o “TIL” (~) não é acento, é uma notação lexical 
ou sinal diacrítico. 
 
Sílaba Tônica 
 
Oxítona Última sílaba tônica 
Paroxítona Penúltima sílaba tônica 
Proparoxítona Antepenúltima sílaba tônica 
 
Exemplos de oxítonas: 
ca-ri-jó, vo-vó, vo-vô, de-fen-der, vo-cê 
 
Exemplos de paroxítonas: 
pa-re-de, re-mé-dio, pô-nei 
 
Exemplos de proparoxítonas: 
mé-di-co, cân-ti-co, ô-ni-bus 
 
 
SEPARE AS SÍLABAS: 
Farmácia – Páscoa – João – Tuiuiú 
Relógio – relojoaria – colégio – romaria 
Padaria – saudar – onírico – Jaime – paciência 
Abolia – jornais – Suíça – feijão – Saara 
Coelho - leiteiro – Paraguai – paraíso – fiéis 
 
 
GABARITO: 
far-má-cia, pás-coa, jo-ão, tui-ui-ú, re-ló-gio, re-lo-jo-a-ri-a, 
co-lé-gio, ro-ma-ri-a, pa-da-ri-a, sau-dar, o-ní-ri-co, Jai-me, 
pa-ci-ên-cia, a-bo-li-a, jor-nais, Su-í-ça, fei-jão, Sa-a-ra, co-e-
lho, lei-tei-ro, Pa-ra-guai, pa-ra-í-so, fi-éis 
 
 
PAROXÍTONAS 
Acentuam-se as Paroxítonas terminadas em: 
I – IS – UM – UNS - US 
L – N – R - X 
à – ÃS - ÃO – ÃOS 
Penúltima sílaba tônica 
 
Exemplos: 
 
I – IS – UM – UNS – US L – N – R – X 
bi-quí-ni 
lá-pis 
mé-dium 
ál-buns 
ví-rus 
mó-vel 
pó-len 
dó-lar 
fê-nix 
 
à – ÃS – ÃO – ÃOS PS – ONS 
í-mã 
í-mãs 
bên-ção 
bên-çãos 
bí-ceps 
fór-ceps 
e-lé-trons 
pró-tons 
 
 
 
CONCURSOS
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Português Básico 
 
 
 
 
 
 
Acentue e justifique pela regra das paroxítonas: 
 
açucar: 
afavel: 
almiscar: 
amavel: 
Anibal: 
cadaver: 
cortex: 
docil: 
eter: 
Felix: 
hifen: 
hifens: 
impar: 
reptil: 
eden: 
liquen: 
 
GABARITO: 
açucar: a-çú-car paroxítona terminada em R 
afavel: a-fá-vel paroxítona terminada em L 
almiscar: al-mís-car paroxítona terminada em R 
amavel: a-má-vel paroxítona terminada em L 
Anibal: A-ní-bal paroxítona terminada em L 
cadaver: ca-dá-ver paroxítona terminada em R 
cortex: cór-tex paroxítona terminada em X 
docil: dó-cil paroxítona terminada em L 
eter: é-ter paroxítona terminada em R 
Felix: Fé-lix paroxítona terminada em X 
hifen: hí-fen paroxítona terminada em N 
hifens: não tem acento pois é terminada em ENS 
impar: ím-par paroxítona terminada em R 
reptil: rép-til paroxítona terminada em L 
eden: é-den paroxítona terminada em N 
liquen: lí-quen paroxítona terminada em N 
 
 
 
 
 
Atenção para as seguintes palavras abaixo que podem ser 
usadas de duas formas e possuem duas pronúncias corretas: 
réptil / reptil 
Projétil / Projetil 
xérox / xerox 
 
 
PROPAROXÍTONAS 
Acentuam-se TODAS as Proparoxítonas 
Antepenúltima sílaba tônica 
 
Exemplos: 
 
relâmpago: re-lâm-pa-go 
médico: mé-di-co 
cântico: cân-ti-co 
 
Observação: Todas as palavras proparoxítonas são 
acentuadas independente da sua terminação. 
Amou daquela vez como se fosse a última 
Beijou sua mulher como se fosse a última 
E cada filho seu como se fosse o único 
E atravessou a rua com seu passo tímido 
 
Subiu a construção como se fosse máquina 
Ergueu no patamar quatro paredes sólidas 
Tijolo com tijolo num desenho mágico 
Seus olhos embotados de cimento e lágrima 
 
 
 
OXÍTONAS 
Acentuam-se as Oxítonas terminadas em: 
 
A – E – O – EM 
seguidos ou não de S 
 
Última sílaba tônica 
 
 
Exemplos: 
 
ma-ra-já: oxítona – última sílaba tônica 
ven-ti-la-dor: oxítona – última sílaba tônica 
vo-cê: oxítona – última sílaba tônica 
 
Observação: fé – monossílabo tônico – uma sílaba tônica 
 
 
 
 
 
 
Acentue e justifique pela regra das oxítonas: 
 
maraja: 
vatapa: 
cafe: 
voce: 
cipo: 
vovo: 
refem: 
refens: 
porem: 
 
GABARITO: 
marajá: ma-ra-já oxítona terminada em A 
vatapá: va-ta-pá oxítona terminada em A 
café: ca-fé oxítona terminada em E 
você: vo-cê oxítona terminada em E 
cipó: ci-pó oxítona terminada em O 
vovô/vovó: vo-vô/vo-vó oxítona terminada em O 
refém: re-fém oxítona terminada em EM 
reféns: re-féns oxítona terminada em ENS 
porém: po-rém oxítona terminada em EM 
 
 
Observação: porém não tem plural, pois é uma 
conjunção e conjunção não tem plural. 
CONCURSOS
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Acentue e justifique pela regra das paroxítonas: 
 
açucar: 
afavel: 
almiscar: 
amavel: 
Anibal: 
cadaver: 
cortex:espacial, temporal e referencial do texto. 
 
Próximo de quem 
fala (1ªpessoa) 
Próximo de 
quem ouve 
(2ªpessoa) 
Longe de quem 
fala e ouve 
(3ªpessoa) 
 
ESTE 
 
ESSE AQUELE 
 
ESTA 
 
ESSA 
 
AQUELA 
 
ISTO 
 
 
ISSO 
 
AQUILO 
 
 
 
Português Básico 
 
 
 
 
USO DOS DEMONSTRATIVOS 
 
Erros e acertos 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
TEMPO 
ESTE TEMPO PRESENTE 
ESSE PASSADO PRÓXIMO 
OU FUTURO 
AQUELE PASSADO DISTANTE 
 
Exemplos: 
 
Neste momento estudamos pronomes. 
(Agora) 
 
Essa manhã dei aulas para minha amiga. 
(Passado próximo) 
 
Essa tarde telefonarei para meus irmãos. 
(Futuro próximo) 
 
Em 1970, o Brasil foi campeão mundial, aquele ano 
ninguém esquecerá. 
(Passado distante) 
 
Você conhece este poema de Vinícius de Moraes: “Eu 
deixarei que morra em mim”... 
 
“Eu deixarei que morra em mim o desejo de amar os teus 
olhos que são doces”. Esse verso é de Vinícius de Moraes. 
 
 
 
Luiz e Henrique são escritores: este é poeta, aquele prosador. 
 
 
 
 
Luiz e Henrique são escritores: este é poeta, aquele prosador. 
 
 
 
 
 
01. Em “Eu sou o infinito: soberano das galáxias, dono de 
tudo o que existe...”, a palavra o classifica-se como: 
 
A) artigo definido nas duas ocorrências. 
B) pronome oblíquo nas duas ocorrências. 
C) pronome oblíquo e demonstrativo, respectivamente. 
D) artigo definido e pronome oblíquo, respectivamente. 
E) artigo definido e pronome demonstrativo, respectivamente. 
 
 
02. Assinale a alternativa na qual o termo sublinhado possa 
ser classificado como pronome demonstrativo. 
 
A) “quase todos servem para isso” (l.02-03). 
B) “traz algumas fotos de Lygia” (l.15). 
C) “Decerto uma mulher elegante, como Lygia.” (l.24). 
D) “Deus nunca me abandonou” (l.37). 
E) “O leitor termina sem saber direito o que aconteceu.” 
(l.43-44). 
 
 
GABARITO: 01. E; 02. E 
 
 
 
PRONOMES POSSESSIVOS 
 
Os pronomes possessivos indicam posse dentro de um 
contexto. 
 
MEU, TEU, SEU, NOSSO, VOSSO 
 
Exemplos: 
 
Tua mãe é uma pessoa magnífica, por isso, te admiro. 
 
obs.: O pronome sendo de segunda pessoa do singular (Tua) 
devemos usar o padrão para a oração inteira, por isso usa-
se o te. 
 
Tua mãe é uma pessoa magnífica, por isso, a admiro. 
ERRADO 
 
 
 
CONCURSOS
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Português Básico 
 
 
 
 
Sua mãe é uma pessoa magnífica, por isso, a admiro. CERTO 
 
Obs.: O pronome sendo de terceira pessoa do singular (Sua) 
devemos usar o padrão para a oração inteira, por isso, usa-
se o a. 
 
 
 
 
 
03. Quanto à classe gramatical das palavras selecionadas 
pela autora no verso “Não seja tua lágrima a maldição”, é 
correto afirmar que se tem respectivamente: 
 
A) uma conjunção adversativa, um verbo, um pronome 
possessivo, um substantivo, uma preposição, um 
substantivo. 
B) um advérbio de intensidade, um verbo, um pronome 
demonstrativo, um substantivo, uma preposição, um 
adjetivo. 
C) uma conjunção comparativa, um verbo, um pronome 
possessivo, um substantivo, uma preposição, um 
substantivo. 
D) um advérbio de modo, um verbo, um pronome 
demonstrativo, um substantivo, um artigo, um adjetivo. 
E) um advérbio, um verbo, um pronome possessivo, um 
substantivo, um artigo, um substantivo. 
 
GABARITO: 03. E 
 
 
 
 
PRONOMES RELATIVOS 
 
Resgatam termos já mencionados; 
Iniciam as orações adjetivas; 
Possuem função sintática; 
 
O QUAL, A QUAL, OS QUAIS, AS QUAIS 
CUJO, CUJA, CUJOS, CUJAS 
ONDE, AONDE 
QUEM/ QUE = O QUAL 
 
Exemplos: 
 
Cão que late não morde. 
 
O motorista cujo ônibus atrasou é meu irmão. 
 
O lugar onde moro é perto. 
 
O lugar aonde vou é encantador. 
 
Observação: jamais colocar artigo entre o pronome “cujo” 
e o substantivo que vier à frente. 
 
 
 
 
 
 
 
04. Assinale a alternativa que completa CORRETAMENTE a 
seguinte frase: 
 
Os encargos _________ nos obrigam são aqueles _____ o 
Promotor de Justiça se referia. 
 
A) de que/ cujos. 
B) a que/ a que. 
C) pelos quais/ de que. 
D) a que/ pelos quais. 
E) de que/ de que. 
 
GABARITO: 04. B 
 
 
 
PRONOMES INDEFINIDOS 
 
Os pronomes indefinidos são usados para expressar ideias 
de modo vago ou indeterminado. São eles: 
 
TUDO, NADA, NINGUÉM, ALGUÉM, ALGUM, 
NENHUM, TODO, TODA, ALGO, QUALQUER, CADA, 
VÁRIOS, OUTRO, OUTREM 
 
CASOS ESPECIAIS: 
 
Só vendi dois livros, os demais eu doei. 
Demais = outros 
 
Certos amigos somem nas dificuldades. 
Pronome indefinido 
 
Nas dificuldades, tenho amigos certos. 
Adjetivo 
 
Exemplos: 
 
Alguns alunos virão à aula. 
 
Toda definição é incompleta. 
 
Paguei dez reais em cada item. 
 
 
 
 
 
05. São pronomes indefinidos invariáveis: 
 
A) Todo – vário - qualquer. 
B) Pouco – certo – tanto. 
C) Alguém – cada – quem. 
D) Algo – qual – outrem. 
E) Que – todo – algo. 
 
GABARITO: 05. C 
CONCURSOS
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Português Básico 
 
 
 
 
Sua mãe é uma pessoa magnífica, por isso, a admiro. CERTO 
 
Obs.: O pronome sendo de terceira pessoa do singular (Sua) 
devemos usar o padrão para a oração inteira, por isso, usa-
se o a. 
 
 
 
 
 
03. Quanto à classe gramatical das palavras selecionadas 
pela autora no verso “Não seja tua lágrima a maldição”, é 
correto afirmar que se tem respectivamente: 
 
A) uma conjunção adversativa, um verbo, um pronome 
possessivo, um substantivo, uma preposição, um 
substantivo. 
B) um advérbio de intensidade, um verbo, um pronome 
demonstrativo, um substantivo, uma preposição, um 
adjetivo. 
C) uma conjunção comparativa, um verbo, um pronome 
possessivo, um substantivo, uma preposição, um 
substantivo. 
D) um advérbio de modo, um verbo, um pronome 
demonstrativo, um substantivo, um artigo, um adjetivo. 
E) um advérbio, um verbo, um pronome possessivo, um 
substantivo, um artigo, um substantivo. 
 
GABARITO: 03. E 
 
 
 
 
PRONOMES RELATIVOS 
 
Resgatam termos já mencionados; 
Iniciam as orações adjetivas; 
Possuem função sintática; 
 
O QUAL, A QUAL, OS QUAIS, AS QUAIS 
CUJO, CUJA, CUJOS, CUJAS 
ONDE, AONDE 
QUEM/ QUE = O QUAL 
 
Exemplos: 
 
Cão que late não morde. 
 
O motorista cujo ônibus atrasou é meu irmão. 
 
O lugar onde moro é perto. 
 
O lugar aonde vou é encantador. 
 
Observação: jamais colocar artigo entre o pronome “cujo” 
e o substantivo que vier à frente. 
 
 
 
 
 
 
 
04. Assinale a alternativa que completa CORRETAMENTE a 
seguinte frase: 
 
Os encargos _________ nos obrigam são aqueles _____ o 
Promotor de Justiça se referia. 
 
A) de que/ cujos. 
B) a que/ a que. 
C) pelos quais/ de que. 
D) a que/ pelos quais. 
E) de que/ de que. 
 
GABARITO: 04. B 
 
 
 
PRONOMES INDEFINIDOS 
 
Os pronomes indefinidos são usados para expressar ideias 
de modo vago ou indeterminado. São eles: 
 
TUDO, NADA, NINGUÉM, ALGUÉM, ALGUM, 
NENHUM, TODO, TODA, ALGO, QUALQUER, CADA, 
VÁRIOS, OUTRO, OUTREM 
 
CASOS ESPECIAIS: 
 
Só vendi dois livros, os demais eu doei. 
Demais = outros 
 
Certos amigos somem nas dificuldades. 
Pronome indefinido 
 
Nas dificuldades, tenho amigos certos. 
Adjetivo 
 
Exemplos: 
 
Alguns alunos virão à aula. 
 
Toda definição é incompleta. 
 
Paguei dez reais em cada item. 
 
 
 
 
 
05. São pronomes indefinidos invariáveis: 
 
A) Todo – vário - qualquer. 
B) Pouco – certo – tanto. 
C) Alguém – cada – quem. 
D) Algo – qual – outrem. 
E) Que – todo – algo. 
 
GABARITO: 05. C 
Português Básico 
 
 
 
 
PRONOMES INTERROGATIVOS 
 
Os pronomes interrogativos são usados na construção de 
perguntas diretas ou indiretas: 
 
QUEM? 
QUÊ? 
QUAL? 
QUANTO? 
 
Exemplos: 
 
Quem é você? 
Que você disse? 
Qual seu nome? 
Quanto você ganha? 
 
 
 
 
 
 
 
06. Em “quando pela manhã me acordei com um enorme 
barulho na casa toda.” (§ 1º), o pronome destacado faz 
parte de uma construção que provoca certo estranhamento 
no leitor. 
 
Seu uso sugere um sentido: 
 
A) passivo. 
B) recíproco. 
C) reflexivo. 
D) indeterminado. 
E) interrogativo. 
 
 
07. Releia o texto “Capital intelectual” e observe a 
passagem: “Ele é invisível e intangível, tornando-se difícil 
sua identificação e gestão adequada”.O termo “ele” é considerado na morfologia (01) _______. 
Na sintaxe, “ele” se refere a (02) ______. 
 
Assinale a alternativa que preencha correta e 
respectivamente as lacunas. 
 
A) (01) um pronome pessoal do caso oblíquo (pronome do 
objeto); (02) predicado. 
B) (01) um pronome pessoal do caso reto (pronome do 
sujeito); (02) sujeito. 
C) (01) um pronome do caso oblíquo (pronome do objeto); 
(02) adjunto adverbial de lugar. 
D) (01) um pronome pessoal do caso reto (pronome do 
sujeito); (02) predicativo do sujeito. 
 
 
 
 
08. “Essa vulnerabilidade é maior até os sete anos de idade, 
quando a personalidade ainda não está formada”. 
 
A palavra destacada: 
 
A) É um pronome demonstrativo com sentido catafórico, 
fazendo referência ao que é após o seu emprego. 
B) É um pronome demonstrativo com sentido anafórico, 
retomando uma informação citada anteriormente. 
C) É um pronome demonstrativo apenas com um intuito de 
indicar uma posição de temporalidade entre dois termos. 
D) É um pronome indefinido que visa a uma relação ao que 
foi citado anteriormente e ao que foi citado após o seu 
emprego. 
 
 
GABARITO: 06. C; 07. B; 08. B 
 
 
Observação: 
 
Anáfora é um termo que retoma algo já mencionado 
anteriormente. (Esse é anafórico) 
 
Catáfora é um termo que remete algo que irá acontecer ou vai 
ser apresentado ainda. (Este é catafórico) 
 
 
 
 
EMPREGO DOS PORQUÊS 
Dentro da língua portuguesa temos 4 formas diferentes 
de escrever “porquê” e cada uma delas deve ser usada 
em determinada situação. 
 
Por que 
Por quê 
Porque 
Porquê 
 
 
Nas frases interrogativas 
 
Por que: usado quando for começo de uma frase 
interrogativa. É usado em perguntas interrogativas diretas 
ou indiretas. 
 
Por quê: usado quando for final de uma frase interrogativa, 
ou seja, próximo à pontuação. 
 
Exemplos: 
 
Por que você falou de Camões? 
 
Você falou de Camões por quê? 
 
Eu falei porque queria ilustrar minha aula. 
 
 
 
 
 
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Como Motivo/ Razão 
 
Por que: usado também quando estamos nos referindo ao 
motivo ou razão de certo fato, devemos usar o “por que”. 
 
Não sei por que motivo/ razão você fez isso. 
 
Não sei por que você fez isso. 
(elíptico) 
 
O caminho por que passei era ruim. 
(pelo qual) 
 
OBS.: As palavras motivo ou razão podem ficar 
subentendidas na frase, ou seja, podem não aparecer na 
frase. Portanto para ter certeza de qual “por que” usar, basta 
adicionar uma dessas palavras na frente do “por que” e ver 
se o sentido da frase se mantém. 
 
 
Nas frases explicativas / causais 
 
Porque: usamos quando damos uma resposta a uma 
pergunta ou para dar uma explicação de algo. Nesse caso, o 
“porque” pode ser uma conjunção explicativa ou uma 
conjunção causal. 
 
Eu falei porque queria ilustrar minha aula. 
 
 
Como substantivo 
 
Porquê: é usado como substantivo, por isso, sempre nos 
referimos aos porquês usando essa variação. Para ver se é 
um substantivo, basta verificar se ele pode ser acompanhado 
de artigo. 
 
Agora entendi o porquê de sua citação. 
 
 
RESUMO: 
 
Por que interrogativo (?) – separado sem acento. 
 
Por quê? Interrogativo (?) – separado com acento. 
 
Porque usado como resposta – junto sem acento. 
 
Por que motivo ou razão – separado sem acento. 
 
Por que/ pelo qual – separado sem acento. 
 
O porquê (substantivo) – junto com acento. 
 
 
 
 
 
09. Com relação aos aspectos linguísticos do texto, julgue o 
item subsequente. 
 
“Os suspeitos foram soltos, pois não havia provas contra 
eles.” 
 
Seria mantida a correção gramatical do texto caso a 
conjunção “pois”, no último período do primeiro parágrafo, 
fosse substituída por “por que”. 
 
( ) CERTO 
( ) ERRADO 
 
GABARITO: 09. Errado 
 
 
 
VERBOS – MODOS 
 
Indicativo – certeza 
 
Subjuntivo – dúvida 
 
Imperativo – pedido, ordem, súplica 
 
 
PARA DESCOBRIR OS PARADIGMAS VERBAIS: 
 
PRESENTE DO INDICATIVO 
 
(NUNCA EM OUTRO TEMPO VERBAL) 
 
 
VERBOS 
 
 
 
REGULARES – quando os verbos possuem radicais iguais, 
possuem uma mesma terminação. 
 
IRREGULARES – quando os verbos possuem uma única 
alteração nos radicais ou primeira pessoa do singular não 
termina em o. 
 
ANÔMALOS – quando os verbos possuem muitas alterações 
nos radicais. 
 
DEFECTIVOS – são verbos que irão faltar pessoas na 
conjugação. 
 
 
VERBOS REGULARES 
 
AME / AM-AR 
 
Eu am-o 
Tu am-as 
Ele / Ela am-a 
Nós am-amos 
Vós am-ais 
Eles / Elas am-am 
 
 
 
 VERBOS 
 IRREGULARES ANÔMALOS DEFECTIVOS 
REGULARES 
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Como Motivo/ Razão 
 
Por que: usado também quando estamos nos referindo ao 
motivo ou razão de certo fato, devemos usar o “por que”. 
 
Não sei por que motivo/ razão você fez isso. 
 
Não sei por que você fez isso. 
(elíptico) 
 
O caminho por que passei era ruim. 
(pelo qual) 
 
OBS.: As palavras motivo ou razão podem ficar 
subentendidas na frase, ou seja, podem não aparecer na 
frase. Portanto para ter certeza de qual “por que” usar, basta 
adicionar uma dessas palavras na frente do “por que” e ver 
se o sentido da frase se mantém. 
 
 
Nas frases explicativas / causais 
 
Porque: usamos quando damos uma resposta a uma 
pergunta ou para dar uma explicação de algo. Nesse caso, o 
“porque” pode ser uma conjunção explicativa ou uma 
conjunção causal. 
 
Eu falei porque queria ilustrar minha aula. 
 
 
Como substantivo 
 
Porquê: é usado como substantivo, por isso, sempre nos 
referimos aos porquês usando essa variação. Para ver se é 
um substantivo, basta verificar se ele pode ser acompanhado 
de artigo. 
 
Agora entendi o porquê de sua citação. 
 
 
RESUMO: 
 
Por que interrogativo (?) – separado sem acento. 
 
Por quê? Interrogativo (?) – separado com acento. 
 
Porque usado como resposta – junto sem acento. 
 
Por que motivo ou razão – separado sem acento. 
 
Por que/ pelo qual – separado sem acento. 
 
O porquê (substantivo) – junto com acento. 
 
 
 
 
 
09. Com relação aos aspectos linguísticos do texto, julgue o 
item subsequente. 
 
“Os suspeitos foram soltos, pois não havia provas contra 
eles.” 
 
Seria mantida a correção gramatical do texto caso a 
conjunção “pois”, no último período do primeiro parágrafo, 
fosse substituída por “por que”. 
 
( ) CERTO 
( ) ERRADO 
 
GABARITO: 09. Errado 
 
 
 
VERBOS – MODOS 
 
Indicativo – certeza 
 
Subjuntivo – dúvida 
 
Imperativo – pedido, ordem, súplica 
 
 
PARA DESCOBRIR OS PARADIGMAS VERBAIS: 
 
PRESENTE DO INDICATIVO 
 
(NUNCA EM OUTRO TEMPO VERBAL) 
 
 
VERBOS 
 
 
 
REGULARES – quando os verbos possuem radicais iguais, 
possuem uma mesma terminação. 
 
IRREGULARES – quando os verbos possuem uma única 
alteração nos radicais ou primeira pessoa do singular não 
termina em o. 
 
ANÔMALOS – quando os verbos possuem muitas alterações 
nos radicais. 
 
DEFECTIVOS – são verbos que irão faltar pessoas na 
conjugação. 
 
 
VERBOS REGULARES 
 
AME / AM-AR 
 
Eu am-o 
Tu am-as 
Ele / Ela am-a 
Nós am-amos 
Vós am-ais 
Eles / Elas am-am 
 
 
 
 VERBOS 
 IRREGULARES ANÔMALOS DEFECTIVOS 
REGULARES 
Português Básico 
 
 
 
 
VERBOS IRREGULARES 
 
CABER / CAB-ER 
Eu caib-o 
Tu cab-es 
Ele / Ela cab-e 
Nós cab-emos 
Vós cab-eis 
Eles / Elas cab-em 
 
Observação para o verbo ESTAR, pois os radicais são iguais, 
porém a terminação do verbo é irregular (1ª pessoa do 
singular), por isso é classificado como VERBO IRREGULAR. 
 
 
ESTAR / EST-AR 
Eu est-ou 
Tu est-ás 
Ele / Ela est-á 
Nós est-amos 
Vós est-ais 
Eles / Elas est-ão 
 
 
VERBOS ANÔMALOS 
 
São verbos completamente irregulares que possuem mais de 
uma irregularidade. 
 
SER / IR 
Eu sou – vou 
Tu és – vais 
Ele é – vai 
Nós somos – vamos 
Vós sois – ides 
Eles são – vão 
 
 
VERBOS DEFECTIVOS 
 
ABOLIR 
Eu _______ 
Tu aboles 
Ele abole 
Nós abolimos 
Vós abolis 
Eles abolem 
 
 
REAVER 
Eu _________ 
Tu _________ 
Ele _________ 
Nós reavemos 
Vós reaveis 
Eles _________ 
 
 
PRESENTE INDICATIVO AGORA 
TERMINAÇÃO 
AR 
TERMINAÇAOER 
TERMINAÇÃO 
IR 
O 
AS 
A 
AMOS 
AIS 
AM 
O 
ES 
E 
EMOS 
EIS 
EM 
O 
ES 
E 
IMOS 
IS 
EM 
 
 
 
 
 
 
10. Assinale a alternativa em que a forma verbal destacada 
está no tempo presente. 
 
A) Qualquer imóvel fica pequeno... 
B) Primeiro enfrentou a mãe. 
C) Tudo para ela estava ruim. 
D) O irmão dela, que dirigia... 
E) ...fez de tudo para desatolar o carro... 
 
GABARITO: 10. A 
 
 
 
 
 
Presente tempo atual: 
Neste momento, penso em você. 
 
Fato permanente, verdade científica, religiosa, filosófica: 
A Terra gira no espaço. 
 
Em lugar do pretérito para dar vida à narrativa: 
Napoleão chega a Waterloo, descarrega as armas e é 
derrotado. 
 
 
PRETÉRITO 
PERFEITO INDICATIVO ONTEM 
TERMINAÇÃO 
AR 
TERMINAÇAO 
ER 
TERMINAÇÃO 
IR 
EI 
ASTE 
OU 
AMOS 
ASTES 
ARAM 
I 
ESTE 
EU 
EMOS 
ESTES 
ERAM 
I 
ISTE 
IU 
IMOS 
ISTES 
IRAM 
 
 
 
 
 
 
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Pretérito perfeito fato concluído: 
Paulo estudou, pois a esposa não o interrompeu. 
 
PRETÉRITO 
IMPERFEITO INDICATIVO 
AÇÃO 
INTERROMPIDA OU 
TRANSCORRENTE 
TERMINAÇÃO 
AR 
TERMINAÇAO 
ER 
TERMINAÇÃO 
IR 
AVA 
AVAS 
AVA 
ÁVAMOS 
ÁVEIS 
AVAM 
IA 
IAS 
IA 
ÍAMOS 
ÍEIS 
IAM 
IA 
IAS 
IA 
ÍAMOS 
ÍEIS 
IAM 
 
 
Pretérito imperfeito, passado não concluído: 
Paulo estudava, mas a esposa o interrompeu. 
 
Ação transcorrendo: 
A carne assava no espeto quando eu saí. 
 
Fato habitual ou duradouro: 
Aurélia vivia sempre quieta. 
 
 
PRETÉRITO + 
QUE PERFEITO INDICATIVO OUTRORA 
TERMINAÇÃO 
AR 
TERMINAÇAO 
ER 
TERMINAÇÃO 
IR 
ARA 
ARAS 
ARA 
ÁRAMOS 
ÁREIS 
ARAM 
ERA 
ERAS 
ERA 
ÉRAMOS 
ÊREIS 
ERAM 
IRA 
IRAS 
IRA 
ÍRAMOS 
ÍREIS 
IRAM 
 
 
 
 
 
 
11. Sobre o fragmento: “Naquela manhã estive em algum 
lugar perto do deserto” (9º parágrafo), assinale a alternativa 
CORRETA quanto à conjugação e classificação do verbo em 
destaque. 
 
A) Flexão do verbo “estar” na 1ª pessoa do singular do 
pretérito imperfeito do subjuntivo. 
B) Flexão do verbo “estar” na 1ª pessoa do singular do 
pretérito mais-que-perfeito do indicativo. 
C) Flexão do verbo “estar” na 1ª pessoa do singular do 
pretérito perfeito do indicativo. 
D) Flexão do verbo “estar” na 1ª pessoa do singular do 
futuro do subjuntivo. 
 
GABARITO: 11. C 
FUTURO DO 
PRESENTE INDICATIVO AMANHÃ 
TERMINAÇÃO 
AR 
TERMINAÇÃO 
ER 
TERMINAÇÃO 
IR 
REI 
RÁS 
RÁ 
REMOS 
REIS 
ARÃO 
REI 
RÁS 
RÁ 
REMOS 
REIS 
ARÃO 
REI 
RÁS 
RÁ 
REMOS 
REIS 
ARÃO 
 
 
Futuro do presente anuncia um fato que há de se 
realizar: 
Amanhã viajarei para a Europa. 
 
Dúvida: 
Será realmente verdade essa viagem? 
 
Usado como força de imperativo: 
Não furtarás! 
 
 
FUTURO DO 
PRETÉRITO INDICATIVO SE EU PUDESSE 
TERMINAÇÃO 
AR 
TERMINAÇAO 
ER 
TERMINAÇÃO 
IR 
RIA 
RIAS 
RIA 
RÍAMOS 
RÍEIS 
RIAM 
RIA 
RIAS 
RIA 
RÍAMOS 
RÍEIS 
RIAM 
RIA 
RIAS 
RIA 
RÍAMOS 
RÍEIS 
RIAM 
 
 
Futuro do pretérito exprime um fato futuro 
condicionado a outro: 
Eu iria à festa se não chovesse. 
 
Exprime um fato no futuro situado no passado: 
Naquela ocasião, afirmei que não iria à festa. 
 
Exprime dúvida: 
Seria verdade o que dizem dele? 
 
 
 
 
12. 
 
CONCURSOS
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Pretérito perfeito fato concluído: 
Paulo estudou, pois a esposa não o interrompeu. 
 
PRETÉRITO 
IMPERFEITO INDICATIVO 
AÇÃO 
INTERROMPIDA OU 
TRANSCORRENTE 
TERMINAÇÃO 
AR 
TERMINAÇAO 
ER 
TERMINAÇÃO 
IR 
AVA 
AVAS 
AVA 
ÁVAMOS 
ÁVEIS 
AVAM 
IA 
IAS 
IA 
ÍAMOS 
ÍEIS 
IAM 
IA 
IAS 
IA 
ÍAMOS 
ÍEIS 
IAM 
 
 
Pretérito imperfeito, passado não concluído: 
Paulo estudava, mas a esposa o interrompeu. 
 
Ação transcorrendo: 
A carne assava no espeto quando eu saí. 
 
Fato habitual ou duradouro: 
Aurélia vivia sempre quieta. 
 
 
PRETÉRITO + 
QUE PERFEITO INDICATIVO OUTRORA 
TERMINAÇÃO 
AR 
TERMINAÇAO 
ER 
TERMINAÇÃO 
IR 
ARA 
ARAS 
ARA 
ÁRAMOS 
ÁREIS 
ARAM 
ERA 
ERAS 
ERA 
ÉRAMOS 
ÊREIS 
ERAM 
IRA 
IRAS 
IRA 
ÍRAMOS 
ÍREIS 
IRAM 
 
 
 
 
 
 
11. Sobre o fragmento: “Naquela manhã estive em algum 
lugar perto do deserto” (9º parágrafo), assinale a alternativa 
CORRETA quanto à conjugação e classificação do verbo em 
destaque. 
 
A) Flexão do verbo “estar” na 1ª pessoa do singular do 
pretérito imperfeito do subjuntivo. 
B) Flexão do verbo “estar” na 1ª pessoa do singular do 
pretérito mais-que-perfeito do indicativo. 
C) Flexão do verbo “estar” na 1ª pessoa do singular do 
pretérito perfeito do indicativo. 
D) Flexão do verbo “estar” na 1ª pessoa do singular do 
futuro do subjuntivo. 
 
GABARITO: 11. C 
FUTURO DO 
PRESENTE INDICATIVO AMANHÃ 
TERMINAÇÃO 
AR 
TERMINAÇÃO 
ER 
TERMINAÇÃO 
IR 
REI 
RÁS 
RÁ 
REMOS 
REIS 
ARÃO 
REI 
RÁS 
RÁ 
REMOS 
REIS 
ARÃO 
REI 
RÁS 
RÁ 
REMOS 
REIS 
ARÃO 
 
 
Futuro do presente anuncia um fato que há de se 
realizar: 
Amanhã viajarei para a Europa. 
 
Dúvida: 
Será realmente verdade essa viagem? 
 
Usado como força de imperativo: 
Não furtarás! 
 
 
FUTURO DO 
PRETÉRITO INDICATIVO SE EU PUDESSE 
TERMINAÇÃO 
AR 
TERMINAÇAO 
ER 
TERMINAÇÃO 
IR 
RIA 
RIAS 
RIA 
RÍAMOS 
RÍEIS 
RIAM 
RIA 
RIAS 
RIA 
RÍAMOS 
RÍEIS 
RIAM 
RIA 
RIAS 
RIA 
RÍAMOS 
RÍEIS 
RIAM 
 
 
Futuro do pretérito exprime um fato futuro 
condicionado a outro: 
Eu iria à festa se não chovesse. 
 
Exprime um fato no futuro situado no passado: 
Naquela ocasião, afirmei que não iria à festa. 
 
Exprime dúvida: 
Seria verdade o que dizem dele? 
 
 
 
 
12. 
 
Português Básico 
 
 
 
 
O verbo “dizer” no primeiro quadrinho está conjugado em 
que tempo: 
 
A) Futuro do pretérito. 
B) Presente do indicativo. 
C) Pretérito perfeito. 
D) Pretérito imperfeito. 
E) Futuro do presente. 
 
GABARITO: 12. A 
 
 
PRESENTE SUBJUNTIVO TODOS 
ESPERAM QUE 
TERMINAÇÃO 
AR 
TERMINAÇAO 
ER 
TERMINAÇÃO 
IR 
E 
ES 
E 
EMOS 
EIS 
EM 
A 
AS 
A 
AMOS 
AIS 
AM 
A 
AS 
A 
AMOS 
AIS 
AM 
 
Presente do subjuntivo (dúvida, hipótese, 
possibilidade): 
Talvez eu viaje para a Europa. 
 
Frases optativas (frases prontas): 
Oxalá cesse um dia a fome do mundo. 
 
 
PRESENTE SUBJUNTIVO TODOS ESPERAM 
QUE 
TERMINAÇÃO 
AR 
TERMINAÇÃO 
ER 
TERMINAÇÃO 
IR 
SEJA 
SEJAS 
SEJA 
SEJAMOS 
SEJAIS 
SEJAM 
ESTEJA 
ESTEJAS 
ESTEJA 
ESTEJAMOS 
ESTEJAIS 
ESTEJAM 
 
 
 
 
PRETÉRITO - SUBJUNTIVO 
 
Frases optativas: 
Oxalá terminassem os conflitos entre os casais. 
 
Ideia hipotética: 
Talvez o poupassem de um castigo. 
 
PRETÉRITO 
IMPERFEITO SUBJUNTIVO SE EU... 
TERMINAÇÃO 
AR 
TERMINAÇAO 
ER 
TERMINAÇÃO 
IR 
SSE 
SSES 
SSE 
SSEMOS 
SSEIS 
SSEM 
SSE 
SSES 
SSE 
SSEMOS 
SSEIS 
SSEM 
SSE 
SSES 
SSE 
SSEMOS 
SSEIS 
SSEM 
 FUTURO SUBJUNTIVO QUANDO 
TERMINAÇÃO 
AR 
TERMINAÇAO 
ER 
TERMINAÇÃO 
IR 
AR 
ARES 
AR 
ARMOS 
ARDES 
AREM 
ER 
ERES 
ER 
ERMOS 
ERDES 
EREM 
IR 
IRES 
IR 
IRMOS 
IRDES 
IREM 
 
 
FUTURO QUANDO SUBJUNTIVO 
PUSER 
PUSERES 
PUSER 
PUSERMOS 
PUSERDES 
PUSEREM 
VIR 
VIRES 
VIR 
VIRMOS 
VIRDES 
VIREM 
 
 
Imperativo afirmativo é o mesmo presente do subjuntivo. 
 
Mudam o tu e o vós que vêm do presente do indicativo sem 
o S. 
 
Verbo no imperativo – fazendo ao vivo 
 
_________________ tu 
_________________ você 
_________________ nós 
_________________ vós 
_________________ vocês 
 
 
Pula tu 
Pule você 
Pulemos nós 
Pulai vós 
Pulem vocês 
 
Corre tu 
Corra você 
Corramos nós 
Correi vós 
Corram vocês 
 
Parte tu 
Parta você 
Partamos nós 
Parti vós 
Partam vocês 
 
 
PRESENTE SUBJUNTIVO IMPERATIVO NEGATIVO 
FALE 
FALES 
FALE 
FALEMOS 
FALEIS 
FALEM 
 
NÃO FALES TU 
NÃO FALE VOCÊ 
NÃO FALEMOS NÓS 
NÃO FALEIS VÓS 
NÃO FALEM VOCÊS 
 QUE 
 QUE 
QUE 
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13. Verifica-se emprego de verbo no modo imperativo no 
seguinte trecho: 
 
A) Se não sentirmos um amor eterno pela rotina do 
escritório. 
B) Sua cabeça nem sequer imaginava. 
C) Se o coração não palpita. 
D) Que pulam de trabalho em trabalho. 
E) Prefira abrir sua cabeça. 
 
 
14. Os verbos empregadosnos mesmos tempo e modo estão 
agrupados em: 
 
A) haja – tenha. 
B) poderiam – precisam. 
C) levará – faça. 
D) recebeu – durarão. 
E) vivem – enfrentou. 
 
GABARITO: 13. E; 14. A 
 
 
 
FORMAS NOMINAIS DOS VERBOS 
 
INFINITIVO (R) – AMAR 
 
PARTICÍPIO REGULAR (ADO, IDO) – AMADO 
 
GERÚNDIO (NDO) – AMANDO 
 
Porque são chamados de nominais: 
 
Exemplos: 
 
O caminhar faz bem à saúde. 
 
Água fervendo queima. 
 
O juiz é casado. 
 
 
VERBOS ABUNDANTES 
(mais de uma forma) 
 
Ele havia benzido o carro. 
 
O carro foi bento. 
 
benzido = particípio regular 
bento = particípio irregular 
 
Eu hei 
Tu hás 
Ele há 
Nós havemos/ hemos 
Vós haveis 
Eles hão 
 
LOCUÇÃO VERBAL 
 
Locução verbal é quando se usa dois verbos para expressar 
a mesma ideia. 
 
Locução verbal = verbo auxiliar + verbo principal 
 
Eu vou falar algumas coisas. 
 
Eu estou falando algumas coisas. 
 
Eu tenho falado algumas coisas. 
 
 
 
 
 
15. Relacione as colunas: 
 
MODOS VERBAIS 
 
A) indica uma certeza em relação a um estado ou uma ação 
no presente, no passado ou no futuro. 
B) indica uma incerteza em relação à existência ou não do 
fato, considerando-o como incerto, duvidoso, eventual 
ou, mesmo, irreal. 
C) indica uma exortação ao interlocutor para que este 
cumpra a ação expressa pelo verbo, podendo ser um 
conselho ou um convite. 
 
( ) modo subjuntivo 
( ) modo imperativo 
( ) modo indicativo 
 
 
16. Assinale a alternativa em que uma forma verbal foi 
empregada incorretamente: 
 
A) O superior interveio na discussão, evitando a briga. 
B) Se a testemunha depor favoravelmente, o réu será 
absolvido. 
C) Quando eu reouver o dinheiro, pagarei a dívida. 
D) Quando você vier a Campinas, ficará extasiado. 
E) Ele trará o filho, se vier a São Paulo. 
 
 
17. “Com o último trompejo do berrante, engarrafam no 
curral da estrada-de-ferro o rebanho” (Guimarães Rosa). 
 
A forma verbal “engarrafam” se encontra no tempo: 
 
A) presente do subjuntivo. 
B) imperfeito do indicativo. 
C) pretérito perfeito do indicativo. 
D) presente do indicativo. 
E) imperativo afirmativo. 
 
GABARITO: 15. B-C-A; 16. B; 17. D 
 
 
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Português Básico 
 
 
 
 
 
 
13. Verifica-se emprego de verbo no modo imperativo no 
seguinte trecho: 
 
A) Se não sentirmos um amor eterno pela rotina do 
escritório. 
B) Sua cabeça nem sequer imaginava. 
C) Se o coração não palpita. 
D) Que pulam de trabalho em trabalho. 
E) Prefira abrir sua cabeça. 
 
 
14. Os verbos empregados nos mesmos tempo e modo estão 
agrupados em: 
 
A) haja – tenha. 
B) poderiam – precisam. 
C) levará – faça. 
D) recebeu – durarão. 
E) vivem – enfrentou. 
 
GABARITO: 13. E; 14. A 
 
 
 
FORMAS NOMINAIS DOS VERBOS 
 
INFINITIVO (R) – AMAR 
 
PARTICÍPIO REGULAR (ADO, IDO) – AMADO 
 
GERÚNDIO (NDO) – AMANDO 
 
Porque são chamados de nominais: 
 
Exemplos: 
 
O caminhar faz bem à saúde. 
 
Água fervendo queima. 
 
O juiz é casado. 
 
 
VERBOS ABUNDANTES 
(mais de uma forma) 
 
Ele havia benzido o carro. 
 
O carro foi bento. 
 
benzido = particípio regular 
bento = particípio irregular 
 
Eu hei 
Tu hás 
Ele há 
Nós havemos/ hemos 
Vós haveis 
Eles hão 
 
LOCUÇÃO VERBAL 
 
Locução verbal é quando se usa dois verbos para expressar 
a mesma ideia. 
 
Locução verbal = verbo auxiliar + verbo principal 
 
Eu vou falar algumas coisas. 
 
Eu estou falando algumas coisas. 
 
Eu tenho falado algumas coisas. 
 
 
 
 
 
15. Relacione as colunas: 
 
MODOS VERBAIS 
 
A) indica uma certeza em relação a um estado ou uma ação 
no presente, no passado ou no futuro. 
B) indica uma incerteza em relação à existência ou não do 
fato, considerando-o como incerto, duvidoso, eventual 
ou, mesmo, irreal. 
C) indica uma exortação ao interlocutor para que este 
cumpra a ação expressa pelo verbo, podendo ser um 
conselho ou um convite. 
 
( ) modo subjuntivo 
( ) modo imperativo 
( ) modo indicativo 
 
 
16. Assinale a alternativa em que uma forma verbal foi 
empregada incorretamente: 
 
A) O superior interveio na discussão, evitando a briga. 
B) Se a testemunha depor favoravelmente, o réu será 
absolvido. 
C) Quando eu reouver o dinheiro, pagarei a dívida. 
D) Quando você vier a Campinas, ficará extasiado. 
E) Ele trará o filho, se vier a São Paulo. 
 
 
17. “Com o último trompejo do berrante, engarrafam no 
curral da estrada-de-ferro o rebanho” (Guimarães Rosa). 
 
A forma verbal “engarrafam” se encontra no tempo: 
 
A) presente do subjuntivo. 
B) imperfeito do indicativo. 
C) pretérito perfeito do indicativo. 
D) presente do indicativo. 
E) imperativo afirmativo. 
 
GABARITO: 15. B-C-A; 16. B; 17. D 
 
 
Português Básico 
 
 
 
 
PREPOSIÇÃO 
 
a, ante, após, até, com, contra, de, desde, em, 
entre, para, perante, por, sem, sob, sobre. 
 
 
 
A preposição é uma “ponte” que liga duas palavras, ou duas 
orações fazendo com que a oração ou frase tenha sentido. 
 
 
 
O Papel de parede é um nome, um tipo de cobertura, de 
revestimento que vai enfeitar a parede. 
 
 
 
O Papel na parede significa um papel colado na (em + a) 
parede. 
 
 
 
O Papel da parede é a função que a parede tem, no mínimo 
sustentar o teto, proteger. 
 
Exemplos: 
Nós fomos a Osasco. 
Nós fomos para Santo André. 
Ele lutou contra os vícios. 
Viaje com a Tam. 
Viaje pela Tam. (por + a) 
O livro está sobre a mesa. 
O livro está sob a mesa. 
Ele mora trás os montes. 
CONTRAÇÕES: 
 
EM + A = NA 
EM + O = NO 
DE + A = DA 
DE + AQUELE = DAQUELE 
A + A = À 
 
COMBINAÇÕES: 
 
A + O = AO 
A + OS = AOS 
A + ONDE = AONDE 
 
Observação: Nós usaremos o “AONDE” quando um verbo 
pedir a preposição “a”, e os demais quando der ideia de lugar 
usaremos “ONDE”. 
 
 
Numa tarde tão linda de sol, ela me apareceu; 
um sorriso tão triste, um olhar tão profundo, 
já sofreu. 
Suas mãos tão pequenas e frias, sua voz tropeçava. 
Também me falava da infância de lágrimas, 
nunca teve ninguém. 
Nunca teve amor, não sentiu calor de alguém. 
Nunca teve amor, não sentiu calor por alguém. 
 
A desconhecida, Fernando Mendes 
 
 
 
 
 
 
 
CONCURSOS
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Português Básico 
 
 
 
 
PREPOSIÇÕES ACIDENTAIS: 
 
Hoje tenho de sair mais cedo. 
 
Hoje tenho que sair mais cedo. 
 
Ela teve de prêmio uma medalha. 
 
Ela teve como prêmio uma medalha. 
 
 
 
RELAÇÃO DE SENTIDO DAS PREPOSIÇÕES: 
 
Causa: Morreu de fome. 
Companhia: Jantei com ele. 
Especialidade: Formou-se em medicina. 
Direção: Olhe para frente. 
Fim: Trabalha para viver. 
Falta: Estou sem recursos. 
Instrumentos: Escreveu a lápis. 
Lugar: Morto em São Paulo. 
Meio: Viajei de avião. 
Oposição: João falou contra nós. 
Posse: Vi o carro do professor. 
Matéria: Era uma casa de tijolos. 
Tempo: Viajei durante as férias. 
 
 
 
 
 
18. Todas as orações abaixo apresentam uma preposição de 
modo, EXCETO: 
 
A) Os estudantes estavam em fila. 
B) O representante de sala foi eleito por votação. 
C) Estava estudando com muita atenção. 
D) Trato os clientes com educação. 
E) Cortou a carne com uma faca afiada. 
 
 
 
19. As preposições podem apresentar diferentes valores 
semânticos, ou seja, elas são utilizadas para indicar relações 
de sentido nas orações. A alternativa abaixo que NÃO 
corresponde a explicação entre parênteses é: 
 
A) A próxima paragem fica a 5km daqui. (preposição de 
instrumento). 
B) Escrevemos o texto em inglês. (preposição de modo) 
C) Estou doente desde domingo. (preposição de tempo) 
D) Ana Paula se arrumou para o encontro. (preposição de 
finalidade) 
E) Ficaremos em casa esse final de semana. (preposição de 
lugar) 
 
 
20. As preposições que preenchem corretamente as lacunas 
são: 
 
I. Ele é especialista ____ comunicação e marketing. 
II. Comprei a passagem de ônibus ____ 20 reais. 
III. Estamos ____ 5 km de Manaus. 
 
A) de, por, há. 
B) de, a, em. 
C) em, por, a. 
D) em, a, desde. 
E) a, desde, há. 
 
 
21. As locuções prepositivas são duas ou mais palavras que 
exercem a função da preposição na frase. Assinale a 
alternativaque contém uma locução prepositiva. 
 
A) Às vezes me sinto esgotada. 
B) À medida que o tempo passava, a dor aumentava. 
C) Sem dúvida ganharemos as eleições. 
D) Estaremos em frente do cinema. 
E) Assim que parar de chover, irei às compras. 
 
 
GABARITO: 18.E 19.A 20.C 21.D 
 
 
 
 
ADVÉRBIO É INVARÁVEL 
 
ad (junto) + vérbio (verbo) 
 
Invariável: 
 
Não possui gênero, número e grau 
 
 
ADVÉRBIO É INVARIÁVEL, MODIFICA: 
 
O VERBO 
O ADJETIVO 
E O PRÓPRIO ADVÉRBIO 
 
 
O VERBO: 
Ela estuda. 
Ela estuda demais. 
 
O ADJETIVO: 
Sua amiga é legal. 
Sua amiga é muito legal. 
 
 
O PRÓPRIO ADVÉRBIO: 
Ele acordou cedo. 
Ele acordou muito cedo. 
 
 
 
 
 
CONCURSOS
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PREPOSIÇÕES ACIDENTAIS: 
 
Hoje tenho de sair mais cedo. 
 
Hoje tenho que sair mais cedo. 
 
Ela teve de prêmio uma medalha. 
 
Ela teve como prêmio uma medalha. 
 
 
 
RELAÇÃO DE SENTIDO DAS PREPOSIÇÕES: 
 
Causa: Morreu de fome. 
Companhia: Jantei com ele. 
Especialidade: Formou-se em medicina. 
Direção: Olhe para frente. 
Fim: Trabalha para viver. 
Falta: Estou sem recursos. 
Instrumentos: Escreveu a lápis. 
Lugar: Morto em São Paulo. 
Meio: Viajei de avião. 
Oposição: João falou contra nós. 
Posse: Vi o carro do professor. 
Matéria: Era uma casa de tijolos. 
Tempo: Viajei durante as férias. 
 
 
 
 
 
18. Todas as orações abaixo apresentam uma preposição de 
modo, EXCETO: 
 
A) Os estudantes estavam em fila. 
B) O representante de sala foi eleito por votação. 
C) Estava estudando com muita atenção. 
D) Trato os clientes com educação. 
E) Cortou a carne com uma faca afiada. 
 
 
 
19. As preposições podem apresentar diferentes valores 
semânticos, ou seja, elas são utilizadas para indicar relações 
de sentido nas orações. A alternativa abaixo que NÃO 
corresponde a explicação entre parênteses é: 
 
A) A próxima paragem fica a 5km daqui. (preposição de 
instrumento). 
B) Escrevemos o texto em inglês. (preposição de modo) 
C) Estou doente desde domingo. (preposição de tempo) 
D) Ana Paula se arrumou para o encontro. (preposição de 
finalidade) 
E) Ficaremos em casa esse final de semana. (preposição de 
lugar) 
 
 
20. As preposições que preenchem corretamente as lacunas 
são: 
 
I. Ele é especialista ____ comunicação e marketing. 
II. Comprei a passagem de ônibus ____ 20 reais. 
III. Estamos ____ 5 km de Manaus. 
 
A) de, por, há. 
B) de, a, em. 
C) em, por, a. 
D) em, a, desde. 
E) a, desde, há. 
 
 
21. As locuções prepositivas são duas ou mais palavras que 
exercem a função da preposição na frase. Assinale a 
alternativa que contém uma locução prepositiva. 
 
A) Às vezes me sinto esgotada. 
B) À medida que o tempo passava, a dor aumentava. 
C) Sem dúvida ganharemos as eleições. 
D) Estaremos em frente do cinema. 
E) Assim que parar de chover, irei às compras. 
 
 
GABARITO: 18.E 19.A 20.C 21.D 
 
 
 
 
ADVÉRBIO É INVARÁVEL 
 
ad (junto) + vérbio (verbo) 
 
Invariável: 
 
Não possui gênero, número e grau 
 
 
ADVÉRBIO É INVARIÁVEL, MODIFICA: 
 
O VERBO 
O ADJETIVO 
E O PRÓPRIO ADVÉRBIO 
 
 
O VERBO: 
Ela estuda. 
Ela estuda demais. 
 
O ADJETIVO: 
Sua amiga é legal. 
Sua amiga é muito legal. 
 
 
O PRÓPRIO ADVÉRBIO: 
Ele acordou cedo. 
Ele acordou muito cedo. 
 
 
 
 
 
Português Básico 
 
 
 
 
TIPOS DE ADVÉRBIOS: 
Hoje em dia temos dentro da gramática 8 tipos diferentes de 
advérbios, são os seguintes: 
 
De modo bem, mal, mente; 
De lugar aqui, ali, lá, perto, longe, dentro, fora; 
De tempo ontem, hoje, amanhã, agora, 
cedo, tarde, *nunca, *jamais; 
De afirmação sim, realmente, certamente; 
De dúvida talvez, provavelmente, acaso, 
porventura; 
De negação não, nunca, jamais; 
De intensidade muito, pouco, bastante, mais, menos, 
demais; 
De interrogação onde, aonde, quando. 
 
Observação1: nos exemplos do advérbio de modo, o 
“mente” é uma sufixação das palavras terminadas em 
“mente”, exemplo felizmente. O “mente” é um formador de 
advérbio, nem sempre será de modo. 
 
Observação 2: ONDE/ AONDE – usaremos quando indicar 
lugar, se o verbo exige a preposição “a” usaremos o aonde, 
se o verbo não exige preposição “a” usaremos o onde. 
 
Agora vocês ficarão aqui. 
 
 
Neste momento, vocês ficarão nesta sala. 
 
Uma palavra – advérbio 
Uma expressão – locução adverbial 
 
Neste momento – locução adverbial de tempo 
Nesta sala – locução adverbial de lugar. 
 
 
CUIDADO! 
Ele consertou muitos objetos valiosos. 
 
A palavras “muitos” nesse exemplo não é advérbio, pois 
sabemos que o advérbio é invariável. Além de “muitos” estar 
acompanhando o substantivo, e sabemos também que o 
advérbio não modifica o substantivo. Nesse caso, o “muitos” é 
um pronome de intensidade. 
 
 
 
 
22. Partindo do pressuposto de que os advérbios são 
invariáveis, analise os termos em evidência, caracterizando-
os de acordo com a classe gramatical a que pertencem. 
 
A) Ele teve melhores chances para se destacar, por que só 
agora resolveu se decidir? 
B) A aluna fala melhor do que escreve. 
C) Atualmente, ele anda meio triste. 
D) Passando por aqui, gasto menos tempo para chegar ao 
trabalho. 
E) Onde estou as oportunidades de trabalho são menores. 
23. Em todas as alternativas há dois advérbios, exceto em: 
 
A) Ele permaneceu muito calado. 
B) Amanhã, não iremos ao cinema. 
C) O menino, ontem, cantou desafinadamente. 
D) Tranquilamente, realizou-se, hoje, o jogo. 
E) Ela falou calma e sabiamente. 
 
 
GABARITO: 22. melhores – adjetivo; melhor – advérbio; meio – 
advérbio; menos – advérbio; menores – adjetivo; 
 
23. A 
 
 
ELEGIA AO VELHO RIO 
 
Ontem os peixes abundantes 
Eram espadas de ouro e prata 
Cintilando por entre as ondas 
 
Hoje o velho rio é espelho apagado 
A cidade não mais consegue ver-se 
Em suas águas escuras e doentes 
 
Hoje ele não reflete mais 
O sol, as estrelas, a lua 
Nem abriga em seu seio 
Peixes cintilantes de ouro e prata 
 
As asas da morte 
Já projetam sombra soturna 
Sobre o rosto dolorido do rio 
 
Carlos de Assumpção 
 
GABARITO: 
Advérbios: ontem – de tempo, hoje – de tempo, não – advérbio de 
negação, mais – advérbio de intensidade, hoje – de tempo, não – e 
negação, mais – de intensidade, já – de tempo, 
Locuções adverbiais: por entre as ondas – de lugar, em suas águas 
escuras e doentes – de lugar, em seu seio – de lugar, sobre o rosto 
dolorido do rio – de lugar 
 
 
 
 
Observação: cada linha indica um verso e um conjunto de 
versos indicam uma estrofe. 
 
 
TODO E TODA COMO ADVÉRBIO 
 
 
 
Os ipês estavam todos floridos. 
 
 
 
 
 
 As roupas estavam todas molhadas. 
 
 
 
 
 
CONCURSOS
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Português Básico 
 
 
 
 
CONJUNÇÕES COORDENATIVAS 
As conjunções estabelecem relação de sentido que elas 
impõem ao texto, e são chamadas de elementos de coesão, 
ligam uma oração a outra, podendo unir termos também. 
 
CONJUNÇÕES COORDENATIVAS 
ADITIVAS E, NEM, TAMBÉM, 
NÃO SÓ, MAS TAMBÉM; 
ALTERNATIVAS OU...OU, QUER...QUER, SEJA...SEJA, 
ORA...ORA, JÁ...JÁ; 
ADVERSATIVAS MAS, PORÉM, CONTUDO, TODAVIA, 
NO ENTANTO, ENTRETANTO; 
CONCLUSIVAS LOGO, PORTANTO, POR ISSO; 
EXPLICATIVAS ISTO É, POR EXEMPLO, A SABER, POIS. 
 
Conjunções Aditivas – significa que irá adicionar, adição, 
soma. 
 
Exemplos: 
O agricultor colheu o trigo e o vendeu. 
Não aprovo nem permitirei essas coisas. 
Ele estuda também trabalha. 
 
Observação: Não só os alunos, mas também os 
professores sairão mais cedo. 
 
 
Conjunções Alternativas – estabelecem sentido de 
alternância, de escolha. As conjunções alternativas trabalham 
em pares. Apenas o “ou” poderá trabalhar sozinho. 
 
Exemplos: 
Ora eles estudavam ora brincavam. 
Estude ou você não viajará. 
 
 
Conjunções Adversativas – ideia de contrariedade, 
contraste, ressalva. 
 
Exceção: Estudamos todos os capítulos e não caiu nada. 
 
 
Conjunções Conclusivas – ideia de conclusão, conclusão 
de um raciocínio. 
 
Exemplos: 
Estudamos todos os capítulos, logo seremos bem-sucedidos. 
Conjunções Explicativas – possuema função de explicar 
uma ideia. 
 
Exemplos: 
Ele comprou alguns objetos, a saber: lápis, borracha, caneta 
e caderno. 
 
 
 
 
CONJUNÇÕES SUBORDINATIVAS 
 
CONJUNÇÕES SUBORDINATIVAS 
INTEGRANTES QUE, SE; 
CAUSAL PORQUE, UMA VEZ QUE, JÁ QUE; 
COMPARATIVA COMO, TAL QUAL, SEMELHANTE A, 
IGUAL A; 
CONCESSIVA EMBORA, APESAR DE QUE, SE BEM 
QUE, AINDA QUE; 
CONDICIONAL SE, CONTANTO QUE, CASO; 
CONFORMATIVA CONFORME, COMO; 
CONSECUTIVA É O “QUE” DEPOIS DE TAL, TÃO, 
TANTO, TAMANHO; 
FINAL A FIM DE QUE, PARA QUE; 
PROPORCIONAL À PROPORÇÃO QUE, À MEDIDA QUE; 
TEMPORAL QUANDO, ENQUANTO, 
LOGO QUE, DEPOIS QUE; 
 
CAUSAL: as orações subordinadas adverbiais causais 
são as que tem a função de trazer o sentido de efeito, causa 
ou consequência na oração. 
Como estava cansado, saí. 
Como = porque, conjunção subordinativa causal. 
 
COMPARATIVA: as orações subordinadas adverbiais 
comparativas são as que dão ideia de comparação. 
Ela fala como falam as crianças. 
 
 
CONCESSIVA: uma oração subordinada adverbial 
concessiva traz o sentido de uma contrariedade 
suavizada. Dá ideia de contrariedade amenizada. 
Embora eu estude, apreendo pouco. 
 
 
CONDICIONAL: as orações subordinadas adverbiais 
condicionais trazem ideia de condição. 
 
Eu viajaria se eu pudesse. 
 
CONFORMATIVA: as orações subordinativas 
adverbiais conformativas dão ideias de conformidades 
nas orações, ou seja, está de acordo ou não. 
Ele explicou conforme pedimos. 
Ele explicou consoante nós pedimos. 
 
 
CONSECUTIVA: as orações subordinadas adverbiais 
consecutivas são as que trazem ideia de consequência 
da oração anterior. 
O barulho era tal que não dormi. 
 
 
 
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CONJUNÇÕES COORDENATIVAS 
As conjunções estabelecem relação de sentido que elas 
impõem ao texto, e são chamadas de elementos de coesão, 
ligam uma oração a outra, podendo unir termos também. 
 
CONJUNÇÕES COORDENATIVAS 
ADITIVAS E, NEM, TAMBÉM, 
NÃO SÓ, MAS TAMBÉM; 
ALTERNATIVAS OU...OU, QUER...QUER, SEJA...SEJA, 
ORA...ORA, JÁ...JÁ; 
ADVERSATIVAS MAS, PORÉM, CONTUDO, TODAVIA, 
NO ENTANTO, ENTRETANTO; 
CONCLUSIVAS LOGO, PORTANTO, POR ISSO; 
EXPLICATIVAS ISTO É, POR EXEMPLO, A SABER, POIS. 
 
Conjunções Aditivas – significa que irá adicionar, adição, 
soma. 
 
Exemplos: 
O agricultor colheu o trigo e o vendeu. 
Não aprovo nem permitirei essas coisas. 
Ele estuda também trabalha. 
 
Observação: Não só os alunos, mas também os 
professores sairão mais cedo. 
 
 
Conjunções Alternativas – estabelecem sentido de 
alternância, de escolha. As conjunções alternativas trabalham 
em pares. Apenas o “ou” poderá trabalhar sozinho. 
 
Exemplos: 
Ora eles estudavam ora brincavam. 
Estude ou você não viajará. 
 
 
Conjunções Adversativas – ideia de contrariedade, 
contraste, ressalva. 
 
Exceção: Estudamos todos os capítulos e não caiu nada. 
 
 
Conjunções Conclusivas – ideia de conclusão, conclusão 
de um raciocínio. 
 
Exemplos: 
Estudamos todos os capítulos, logo seremos bem-sucedidos. 
Conjunções Explicativas – possuem a função de explicar 
uma ideia. 
 
Exemplos: 
Ele comprou alguns objetos, a saber: lápis, borracha, caneta 
e caderno. 
 
 
 
 
CONJUNÇÕES SUBORDINATIVAS 
 
CONJUNÇÕES SUBORDINATIVAS 
INTEGRANTES QUE, SE; 
CAUSAL PORQUE, UMA VEZ QUE, JÁ QUE; 
COMPARATIVA COMO, TAL QUAL, SEMELHANTE A, 
IGUAL A; 
CONCESSIVA EMBORA, APESAR DE QUE, SE BEM 
QUE, AINDA QUE; 
CONDICIONAL SE, CONTANTO QUE, CASO; 
CONFORMATIVA CONFORME, COMO; 
CONSECUTIVA É O “QUE” DEPOIS DE TAL, TÃO, 
TANTO, TAMANHO; 
FINAL A FIM DE QUE, PARA QUE; 
PROPORCIONAL À PROPORÇÃO QUE, À MEDIDA QUE; 
TEMPORAL QUANDO, ENQUANTO, 
LOGO QUE, DEPOIS QUE; 
 
CAUSAL: as orações subordinadas adverbiais causais 
são as que tem a função de trazer o sentido de efeito, causa 
ou consequência na oração. 
Como estava cansado, saí. 
Como = porque, conjunção subordinativa causal. 
 
COMPARATIVA: as orações subordinadas adverbiais 
comparativas são as que dão ideia de comparação. 
Ela fala como falam as crianças. 
 
 
CONCESSIVA: uma oração subordinada adverbial 
concessiva traz o sentido de uma contrariedade 
suavizada. Dá ideia de contrariedade amenizada. 
Embora eu estude, apreendo pouco. 
 
 
CONDICIONAL: as orações subordinadas adverbiais 
condicionais trazem ideia de condição. 
 
Eu viajaria se eu pudesse. 
 
CONFORMATIVA: as orações subordinativas 
adverbiais conformativas dão ideias de conformidades 
nas orações, ou seja, está de acordo ou não. 
Ele explicou conforme pedimos. 
Ele explicou consoante nós pedimos. 
 
 
CONSECUTIVA: as orações subordinadas adverbiais 
consecutivas são as que trazem ideia de consequência 
da oração anterior. 
O barulho era tal que não dormi. 
 
 
 
Português Básico 
 
 
 
 
FINAL: nas orações subordinadas adverbiais finais 
trazem ideia de finalidade, objetivo. 
A fim de que me ouvissem, falei mais alto. 
Falei mais alto para que me ouvissem. 
 
 
PROPORCIONAL: as orações subordinativas adverbiais 
proporcionais são as que trazem ideia de 
proporcionalidade, ou seja, ideia de tempo que vai 
passando paulatinamente (pouco a pouco). 
À proporção que o tempo passa, fico mais apaixonado. 
Fico mais apaixonado à medida que o tempo passa. 
 
 
TEMPORAL: uma oração subordinada adverbial temporal 
traz o sentido de tempo. 
A aula ficou boa depois que eu saí. 
Quando saí, a aula ficou boa. 
 
 
 
 
 
24. “Ou você me engana ou não está madura”. 
 
A conjunção OU exprime: 
 
A) adversidade. 
B) alternância. 
C) explicação. 
D) conclusão. 
 
 
25. “Contudo, nenhum controle publicitário ou bom 
exemplo sob a forma de um desenho animado é suficiente 
sem a participação ativa da família”. 
 
Pode-se afirmar que a palavra destacada exprime um (a): 
 
A) Oposição. 
B) Adição. 
C) Alternativa. 
D) Explicação. 
 
 
26. No trecho do quarto parágrafo “Em 2015, a Organização 
Mundial da Saúde OMS) anunciou que a carne processada 
era “cancerígena para humanos”, citando “evidências 
suficientes” de que causava câncer colorretal.” 
 
A palavra em destaque estabelece coesão entre os 
elementos do texto e é classificada como: 
 
A) Conjunção integrante, pois introduz oração subordinada 
substantiva. 
B) Pronome relativo, uma vez que recupera o termo “OMS”. 
C) Preposição, porque liga orações contíguas. 
D) Pronome relativo, porque introduz oração adjetiva 
explicativa. 
27. Considerando a relação com sentido de oposição que a 
frase que inicia o 2º parágrafo estabelece com as 
informações do parágrafo anterior, essa relação de sentido 
permanece corretamente preservada com a inserção da 
conjunção destacada em: 
 
A) Como esse panorama começou a mudar nos últimos 
anos, com a publicação de livros... 
B) Porque esse panorama começou a mudar nos últimos 
anos, com a publicação de livros... 
C) Enquanto esse panorama começou a mudar nos últimos 
anos, com a publicação de livros... 
D) Se esse panorama começou a mudar nos últimos anos, 
com a publicação de livros... 
E) Todavia esse panorama começou a mudar nos últimos 
anos, com a publicação de livros... 
 
 
28. “Essa vulnerabilidade é maior até os sete anos de 
idade, quando a personalidade ainda não está formada.” 
É correto afirmar que a palavra destacada estabelece uma 
relação de: 
 
A) Tempo. 
B) Causa. 
C) Finalidade. 
D) Condição. 
 
 
29. O conector embora (l.18) é uma conjunção que introduz 
uma oração ________, podendo ser substituído 
corretamente por _________. 
 
 
Assinale a alternativa que preenche, correta e 
respectivamente, as lacunas do trecho acima. 
 
A) consecutiva – porque. 
B) causal – visto que. 
C) modal – contanto que. 
D) concessiva – conquanto. 
E) conformativa – à medida que. 
 
 
30. “Tudo é deslumbrante nesse livro, que simboliza melhor 
do que qualquer outro a infinita variedade da língua 
espanhola para expressar a condição humana com todas as 
nuances, a fantasia que leva o ser humano a transformar a 
vida.” 
 
Os termos sublinhados acima constituem, respectivamente:A) uma conjunção – uma conjunção – um pronome. 
B) um pronome – um pronome – uma conjunção. 
C) uma conjunção – um pronome – um pronome. 
D) uma conjunção – um pronome – uma conjunção. 
E) um pronome – uma conjunção – um pronome. 
 
 
GABARITO: 24. B; 25. A; 26. A; 27. E; 28. A; 29. D; 30. E 
 
 
CONCURSOS
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Português Básico 
 
 
 
 
INTERJEIÇÃO 
 
A interjeição é uma palavra que transmite emoção, e é 
sempre acompanhada de um ponto de exclamação (!). 
 
 
 
 
ADVERTÊNCIA 
cuidado! olhe! atenção! fogo! olha lá! 
alto lá! calma! devagar! sentido! 
alerta! vê bem! volta aqui! 
AFUGENTAMENTO fora! toca! xô pra lá! passa! sai! roda! 
arreda! rua! cai fora! vaza! 
AGRADECIMENTO graças a Deus! obrigado! agradecido! 
muito obrigada! valeu! valeu a pena! 
ALEGRIA ah! eh! oh! oba! eba! viva! olá! olé! 
eta! eita! eia! uhu! que bom! 
ALÍVIO ufa! uf! arre! ah! eh! puxa! ainda bem! 
nossa senhora! 
ÂNIMO coragem! força! ânimo! avante! 
vamos! firme! inteirinho! bora! 
APELO socorro! ei! ó! oh! alô! psiu! olá! eh! 
misericórdia! 
APLAUSO 
muito bem! bem! bravo! bis! é isso ai! 
isso! parabéns! boa! apoiando! ótimo! 
viva! fiufiu! hup! hurra! 
CONTRARIEDADE droga! porcaria! credo! 
DESCULPA perdão! opa! desculpa! desculpe! foi mal! 
DESEJO Oxalá! tomara! quisera! queira Deus! 
quem me dera! 
DESPEDIDA adeus! até logo! tchau! até amanhã! 
DOR ai! ui! ah! oh! meu Deus! ai de mim! 
DÚVIDA hum? ham? hã? ué! epa! 
ESPANTO 
oh! puxa! quê! nossa! nossa mãe! 
Virgem! caramba! xi! meu Deus! 
Senhor Jesus! ui! crê em Deus pai! 
ESTÍMULO 
ânimo! coragem! adiante! avante! 
vamos! firme! força! toca! upa! vai 
nessa! 
MEDO 
oh! credo! cruzes! ui! ai! uh! 
barbaridade! socorro! francamente! 
que medo! Jesus! Jesus, Maria e José! 
SATISFAÇÃO viva! oba! boa! bem! bom! upa! ah! 
SAUDAÇÃO alô! oi! olá! adeus! tchau! salve! Ave! 
viva! 
SILÊNCIO psiu! shh! silêncio! basta! chega! 
calado! quieto! bico fechado! 
 
 
 
 
 
1. No trecho “Um desesperar, nada por vir”, o vocábulo 
“desesperar” está empregado como substantivo. 
 
( ) Certo ( ) Errado 
 
 
2. O vocábulo “num” (l.9) é formado pela contração da 
preposição em com o numeral um. 
 
( ) Certo ( ) Errado 
 
 
3. Nos trechos "para viabilizar a elevada participação de energias 
renováveis" e " negócios de menor intensidade de carbono", os 
vocábulos "elevada" e "menor" classificam-se gramaticalmente 
como adjetivos. 
 
( ) Certo ( ) Errado 
 
 
4. A supressão da preposição “a”, em “lojas que se recusam 
a atender clientes de determinada raça”, prejudicaria a 
correção gramatical do texto. 
 
( ) Certo ( ) Errado 
 
 
5. Em “Um cenário que já podemos imaginar é a produção 
e comercialização de uma vacina eficaz contra a covid-19”, 
o vocábulo “já” foi empregado com o sentido de: 
 
A) primeiramente. 
B) antecipadamente. 
C) prontamente. 
D) inicialmente. 
E) anteriormente. 
 
 
 
GABARITO COMENTADO 
 
1. Há uma substantivação! 
Processo denominado de derivação imprópria pelos 
gramáticos e nele consiste na formação de novas palavras. 
Um exemplo é quando um verbo no infinitivo se transforma 
em sujeito. 
GABARITO: CERTO 
 
 
2. É a contração da preposição "em" + artigo indefinido 
"um": num. 
GABARITO: ERRADO 
 
 
3. Participação elevada (O que a participação é? Elevada) 
Intensidade menor (O que a Intensidade é? Menor) 
Participação e intensidade são substantivos que recebem os 
adjetivos "elevada" e "menor" por estes estarem 
qualificando aqueles. 
GABARITO: CERTO 
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INTERJEIÇÃO 
 
A interjeição é uma palavra que transmite emoção, e é 
sempre acompanhada de um ponto de exclamação (!). 
 
 
 
 
ADVERTÊNCIA 
cuidado! olhe! atenção! fogo! olha lá! 
alto lá! calma! devagar! sentido! 
alerta! vê bem! volta aqui! 
AFUGENTAMENTO fora! toca! xô pra lá! passa! sai! roda! 
arreda! rua! cai fora! vaza! 
AGRADECIMENTO graças a Deus! obrigado! agradecido! 
muito obrigada! valeu! valeu a pena! 
ALEGRIA ah! eh! oh! oba! eba! viva! olá! olé! 
eta! eita! eia! uhu! que bom! 
ALÍVIO ufa! uf! arre! ah! eh! puxa! ainda bem! 
nossa senhora! 
ÂNIMO coragem! força! ânimo! avante! 
vamos! firme! inteirinho! bora! 
APELO socorro! ei! ó! oh! alô! psiu! olá! eh! 
misericórdia! 
APLAUSO 
muito bem! bem! bravo! bis! é isso ai! 
isso! parabéns! boa! apoiando! ótimo! 
viva! fiufiu! hup! hurra! 
CONTRARIEDADE droga! porcaria! credo! 
DESCULPA perdão! opa! desculpa! desculpe! foi mal! 
DESEJO Oxalá! tomara! quisera! queira Deus! 
quem me dera! 
DESPEDIDA adeus! até logo! tchau! até amanhã! 
DOR ai! ui! ah! oh! meu Deus! ai de mim! 
DÚVIDA hum? ham? hã? ué! epa! 
ESPANTO 
oh! puxa! quê! nossa! nossa mãe! 
Virgem! caramba! xi! meu Deus! 
Senhor Jesus! ui! crê em Deus pai! 
ESTÍMULO 
ânimo! coragem! adiante! avante! 
vamos! firme! força! toca! upa! vai 
nessa! 
MEDO 
oh! credo! cruzes! ui! ai! uh! 
barbaridade! socorro! francamente! 
que medo! Jesus! Jesus, Maria e José! 
SATISFAÇÃO viva! oba! boa! bem! bom! upa! ah! 
SAUDAÇÃO alô! oi! olá! adeus! tchau! salve! Ave! 
viva! 
SILÊNCIO psiu! shh! silêncio! basta! chega! 
calado! quieto! bico fechado! 
 
 
 
 
 
1. No trecho “Um desesperar, nada por vir”, o vocábulo 
“desesperar” está empregado como substantivo. 
 
( ) Certo ( ) Errado 
 
 
2. O vocábulo “num” (l.9) é formado pela contração da 
preposição em com o numeral um. 
 
( ) Certo ( ) Errado 
 
 
3. Nos trechos "para viabilizar a elevada participação de energias 
renováveis" e " negócios de menor intensidade de carbono", os 
vocábulos "elevada" e "menor" classificam-se gramaticalmente 
como adjetivos. 
 
( ) Certo ( ) Errado 
 
 
4. A supressão da preposição “a”, em “lojas que se recusam 
a atender clientes de determinada raça”, prejudicaria a 
correção gramatical do texto. 
 
( ) Certo ( ) Errado 
 
 
5. Em “Um cenário que já podemos imaginar é a produção 
e comercialização de uma vacina eficaz contra a covid-19”, 
o vocábulo “já” foi empregado com o sentido de: 
 
A) primeiramente. 
B) antecipadamente. 
C) prontamente. 
D) inicialmente. 
E) anteriormente. 
 
 
 
GABARITO COMENTADO 
 
1. Há uma substantivação! 
Processo denominado de derivação imprópria pelos 
gramáticos e nele consiste na formação de novas palavras. 
Um exemplo é quando um verbo no infinitivo se transforma 
em sujeito. 
GABARITO: CERTO 
 
 
2. É a contração da preposição "em" + artigo indefinido 
"um": num. 
GABARITO: ERRADO 
 
 
3. Participação elevada (O que a participação é? Elevada) 
Intensidade menor (O que a Intensidade é? Menor) 
Participação e intensidade são substantivos que recebem os 
adjetivos "elevada" e "menor" por estes estarem 
qualificando aqueles. 
GABARITO: CERTO 
Português Básico 
 
 
 
 
4. Regência do verbo recusar: 
→ com pronome: obrigatório preposição. ''ele recusou-se à'' 
→ sem pronome: não usar preposição '' ele recusou o convite'' 
GABARITO: CERTO 
 
 
5. Já podemos imaginar = prontamente podemos imaginar 
(de maneira imediata/pronta). 
GABARITO: C 
 
 
 
 
SIGNIFICAÇÃO DAS PALAVRAS 
 
 
SINÔNIMOS 
São palavras de sentido semelhante: felicidade e alegria; 
brado e grito; reflexão e elucubração. 
 
ANTÔNIMOS 
São palavras de sentido oposto: alto e baixo; rico e pobre; 
mal e bem. 
 
Observação: 
 
Palavras antônimas podem ser construídas por meio de 
prefixo de sentido oposto ou negativo: bendizer e 
maldizer; simpático e antipático. 
 
 
PALAVRAS HOMÔNIMAS 
São palavras que possuem igualdade de som ou de escrita, 
ou ambas. 
 
Essas palavras em um concurso podem ser exigidas somente 
como PALAVRAS HOMÔNIMAS ou pode ocorrer uma 
subdivisão, vejam os exemplos: 
 
Antes de mais nada saibam: 
Homo – igual 
Hétero - diferente 
 
 
Homônimos, Homógrafos, Heterófonos 
São palavras iguais na escrita e diferentes na pronúncia: 
Harley foi colher milho em uma de suas fazendas. (colhêr) 
Lorena usa colher de prata em suas refeições. (colhér) 
As palavras entre parêntesesforam acentuadas somente 
para que se perceba a diferença de pronúncia. 
 
 
Homônimos, Homófonos, Heterógrafos 
São palavras iguais na pronúncia e diferentes na escrita. 
Mariah sela seu pônei para cavalgar por serras verdejantes. 
Pedro, preso por embriaguez, ainda permanece em uma 
cela escura. 
 
 
 
 
Homônimos, Homófonos, Homógrafos 
 
São palavras iguais na escrita e na pronúncia: 
 
Marciel se lambuzou todo ao chupar mangas muito 
maduras. 
 
Abotoaduras douradas enfeitavam as mangas da camisa do 
Mateus, dando-lhe um ar aristocrático. 
 
 
PARÔNIMOS 
 
São palavras parecidas na escrita e na pronúncia, porém 
com significados diferentes: 
 
Aprender e apreender um conteúdo é essencial para se 
gabaritar uma prova. 
 
Aprender – entender 
Apreender – guardar, reter 
 
O eminente escritor se apresentaria naquela noite. (ilustre, 
elevado) 
 
Correndo assim, o risco de colisão é iminente. (prestes a 
ocorrer) 
 
 
POLISSEMIA 
 
Poli = muitos 
Semia = sentido 
 
POLISSEMIA são os vários sentidos que uma palavra pode 
ter, vejam os exemplos: 
 
Bruna quebrou o cabo do machado. 
Marcelo será promovido a cabo da polícia. 
Os vilões do filme deram cabo do mocinho. 
 
HIPERONÍMIA E HIPONÍMIA 
 
Maçã, banana, laranja e morango fazem parte da minha 
dieta diária, pois frutas são sempre bem vindas. 
 
Maçã, banana, laranja e morango são palavras 
HIPÔNIMAS, pois são palavras de uma mesma 
familiaridade e valor semântico. 
 
Frutas é uma palavra HIPERÔNIMA, possui sentido com as 
demais e estão ligadas dentro de seu valor semântico. 
 
 
 
 
 
01. (TRF-GF) Assinale a alternativa, que apresenta palavras 
antônimas: 
 
A) inédito / original. 
B) incauto / precavido. 
C) intrépido / resoluto. 
D) inexorável / rigoroso. 
E) incisivo / categórico. 
 
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02. (Alerj/Fesp) A alternativa que apresenta um par de 
vocábulos homônimos e: 
 
A) descrição / discrição. 
B) fenecer / morrer. 
C) seção / sessão. 
D) crente /crível. 
E) casa / morada. 
 
 
03. (Alerj/Fesp) O único par de vocábulos classificado 
como parônimo é: 
 
A) coser / cozer. 
B) seção / sessão. 
C) maça / massa. 
D).iminente /eminente. 
E) consertar / concertar. 
 
 
GABARITO: 01. B; 02. C; 03. D 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
1. No trecho “A linguagem usada para descrever os 
alimentos que comemos pode ter um grande efeito em como 
os percebemos: orgânicos, artesanais, caseiros e 
selecionados soam um pouco mais tentadores que os 
prosaicos enlatados ou reidratados”, o vocábulo “prosaicos” 
está empregado com o sentido de comuns, corriqueiros. 
 
( ) Certo 
( ) Errado 
 
 
2. No trecho “O professor Henrique Rattner pontua que, 
entre os cientistas sociais que se debruçam sobre os 
fracassos do desenvolvimento e suas causas...”, a forma 
verbal “pontua” é empregada como sinônimo de assinalar. 
 
( ) Certo 
( ) Errado 
 
 
3. No trecho “A discussão sobre um gênero neutro na 
linguagem deriva do uso do gênero gramatical masculino para 
denotar homens e mulheres...”, o verbo “denotar” apresenta o 
mesmo sentido de demonstrar, por isso é correto afirmar que 
são vocábulos homônimos. 
 
( ) Certo 
( ) Errado 
 
 
4. No trecho “Por um lado, a Internet aproxima as pessoas e 
abre muitas possibilidades de aprendizado e entretenimento. 
Por outro, há o risco de exagero no tempo conectado, de acesso 
a conteúdos inapropriados ou de golpes e exposição indevida, 
ainda mais quando se trata de jovens.”, a substituição do termo 
“inapropriados” por inadequados alteraria o sentido original da 
frase. 
 
( ) Certo ( ) Errado 
 
 
5. No trecho “Empresas que antes pensavam só em lucro 
agora otimizam seus processos por meio da sustentabilidade 
empresarial”, os verbos pensar e otimizar são sinônimos, 
respectivamente, de 
 
A) imaginar e reduzir. 
B) refletir e ampliar. 
C) pretender e aperfeiçoar. 
D) projetar e intensificar. 
E) engendrar e reforçar. 
 
 
 
 
GABARITO COMENTADO 
 
1. Prosaico: o que é comum, banal, trivial, corriqueiro, 
usual, simples. 
GABARITO: CERTO 
 
 
2. Veja que o texto nos diz que o professor Henrique Rattner 
pontua algo; ou seja, esse verbo foi usado com o sentido de 
"colocar algo em destaque; assinalar; ressaltar". 
 
GABARITO: CERTO 
 
 
3. HOMÔNIMOS são palavras que possuem ESCRITA e 
PRONÚNCIA iguais, mas sentidos diferentes. 
Exemplo de homônimos: colher (substantivo) e colher (verbo) 
 
GABARITO: ERRADO 
 
 
4. A substituição do termo "inapropriados" por "inadequados" não 
alteraria o sentido original. Ambas as palavras têm um sentido 
semelhante, indicando algo que não é adequado ou apropriado 
para determinado contexto. 
 
GABARITO: ERRADO 
 
 
5. Pensar significa refletir, meditar, pretender. 
Otimizar significa melhorar, aprimorar, aperfeiçoar. 
 
GABARITO: C 
CONCURSOS
PORTUGUÊS
AVANÇADO
CONCURSOS
Sumário
SINTAXE ......................................................................................................................... 43
TIPOS DE SUJEITO ........................................................................................................... 46
TIPOS DE PREDICADO ..................................................................................................... 50
REGÊNCIA NOMINAL ....................................................................................................... 52
REGÊNCIA VERBAL .......................................................................................................... 53
CRASE ............................................................................................................................. 58
ORAÇÕES COORDENADAS ASSINDÉTICAS E SINDÉTICAS ................................................ 62
PERÍODO COMPOSTO POR SUBORDINAÇÃO .................................................................... 64
ORAÇÃO SUBORDINADA ADJETIVA EXPLICATIVA E RESTRITIVA .................................... 67
ORAÇÕES SUBORDINADAS SUBSTANTIVAS ..................................................................... 69
CONCORDÂNCIA VERBAL ................................................................................................. 72
CONCORDÂNCIA NOMINAL .............................................................................................. 74
PONTUAÇÃO .................................................................................................................... 78
VÍRGULA ......................................................................................................................... 81
INTERPRETAÇÃO DE TEXTO ............................................................................................. 83
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SINTAXE 
 
PERÍODO É DA MAIÚSCULA AO PONTO FINAL. 
 
O esperto aluno chegou cedo. 
 
ORAÇÃO POSSUI VERBO. 
 
Eu quero que você aprenda o conteúdo. 
 
FRASE É UM ENUNCIADO DE SENTIDO COMPLETO. 
 
Socorro! 
Meu amigo, dê-me uma ajuda. 
 
Observação: 
Oração tem que ter verbo. 
Período e frase são sinônimos (parecido). 
 
PREDICAÇÃO VERBAL OU TRANSITIVIDADE VERBAL: 
 
VERBO INTRANSITIVO (I) ou (VI) 
 
VERBO DE LIGAÇÃO (L) ou (VL) 
 
VERBO TRANSITIVO DIRETO (TD) ou (VTD) 
 
VERBO TRANSITIVO INDIRETO (TI) ou (VTI) 
 
 
VERBO (I) INTRANSITIVO: 
 
SOZINHO OU ACOMPANHADO SOMENTE DE ADVÉRBIO. 
 
Exemplos: 
 
Ele chegou, à escola, mais cedo hoje? 
 
Sim, ele chegou. 
 
Ele chegou. 
 
 
 
Observação 1: Qualquer verbo da língua portuguesa, 
dentro de um determinado contexto, pode ser (VI) 
intransitivo. 
 
Observação 2: na análise sintática o que era locução 
adverbial ou advérbio será chamado de adjunto adverbial. 
 
Observação 3: o verbo intransitivo não precisa de 
complemento. 
 
 
VERBO (L): 
 
LIGA O PREDICATIVO AO SUJEITO. 
 
PREDICATIVO: é a qualidade dada ao sujeito. 
 
Exemplos: 
 
 
Nós estamos alegres. 
 
 
Nós ficamos contentes.Observação: o verbo de ligação tem que ligar o sujeito ao 
predicativo do sujeito. O predicativo do sujeito concorda 
com o sujeito. Sujeito no plural, o predicativo também ficará 
no plural ou sujeito no singular, o predicativo ficará no 
singular. 
 
Alguns exemplos de verbos de ligação, porém nem sempre 
funcionarão como verbos de ligação, depende do contexto: 
 
Ser 
Estar 
Ficar 
Parecer 
Permanecer 
Continuar 
Andar 
Tornar-se 
Viver 
Virar 
 
 
VERBO (TD) TRANSITIVO DIRETO: 
 
Segue o modelo de desejar: 
 
quem deseja, deseja? 
ALGUMA COISA OU ALGUÉM 
 
Sendo o verbo TD “alguma coisa” ou “alguém” pede objeto 
direto (OD). 
 
Observação: o objeto direto ou objeto indireto é chamado 
de complemento verbal (nos editais costumam vir como 
complemento verbal). 
 
Exemplo: 
 
Ele deseja um carro novo. 
 VTD OD 
 
Ele deseja uma nova secretária. 
 VTD OD 
 
Alguns verbos que funcionam como transitivos diretos, 
dentro de determinado contexto: 
 
cantar 
falar 
querer 
pedir 
escrever 
amar 
ter 
ler 
comprar 
 
 
 
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VERBO (TI) TRANSITIVO INDIRETO: 
 
Segue o modelo de gostar: 
 
quem gosta, gosta? 
(DE) ALGUMA COISA ou (DE) ALGUÉM 
 
Observação: no verbo transitivo indireto pode aparecer 
outras preposições, exemplos: em..., nem sempre será a 
preposição “DE”. 
 
Nós gostamos de chocolate. 
 VTI OI 
 
Nós gostamos de bons alunos. 
 VTI OI 
 
Sendo o verbo TI “de alguma coisa” ou “de alguém” pede 
objeto indireto (OI). 
 
 
VERBO TI: 
 
PREPOSIÇÃO + ALGUMA COISA 
 
PREPOSIÇÃO + ALGUÉM 
 
Alguns verbos que funcionam como transitivos indiretos, 
dentro de determinado contexto: 
 
crer 
confiar 
assistir 
referir-se 
acreditar 
carecer 
precisar 
necessitar 
gostar 
 
 
Veja a diferença de um verbo TD para um TI: 
 
Nós queremos chocolate. 
 VTD OD 
 
Nós gostamos de chocolate. 
 VTI OI 
 
 
 
RESUMO: 
 
PREPOSIÇÕES: 
a, ante, após, até; 
com, contra; 
de, desde; 
em, entre; 
para, perante, por; 
sem, sob, sobre; 
 
Observação: 
Os verbos: ser, estar, parecer, permanecer, andar, 
tornar-se, viver – serão verbos intransitivos ou de ligação, 
sendo este último mais comum. 
 
Esses verbos nunca serão verbos transitivos diretos ou 
indiretos. 
 
Eu preciso de você. (TI) 
 
Quem precisa, precisa? De alguma coisa ou de alguém. 
 
Eu venho de Osasco. (VI) 
 
Quem vem, vem de algum lugar. 
 
 
VERBO TRANSITIVO DIRETO (TD) 
 
Ele comprou um carro. 
 VTD OD 
 
Ele comprou para sua esposa. 
 VTI OI 
 
 
VERBO TD E TI: 
 
É um verbo que possui dois objetos, o objeto direto e o 
indireto. 
 
Ele comprou um carro para sua esposa. 
 VTDI OD OI 
 
 
 
01. Classifique os verbos quanto à transitividade: 
 
A) Eu escutei algo. 
B) Pais lamentam o descaso com a educação. 
C) Preciso de carona. 
D) Agradeço a todos a presença. 
E) Ao filho o pai chamou. 
 
 
Observação: usamos objeto direto preposicionado para 
dar ênfase na frase. 
 
Exemplos: 
Ao filho o pai chamou. 
Matou o policial à ladra. 
 
Observação: não existe sujeito preposicionado. 
 
 
02. Assinale a alternativa em que o verbo é transitivo direto: 
 
A) Comprei um terreno e construí a casa. 
B) Os guerreiros dormem agora. 
C) O cego não vê. 
D) João parece zangado. 
 
 
03. Indique a alternativa em que o verbo é transitivo indireto: 
 
A) Cumpri as expectativas. 
B) Concordo com ele. 
C) Amar a Deus. 
D) Agradeceu a ajuda ao colega. 
E) Morreu de fome. 
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04. Identifique os complementos verbais que são objeto 
direto, objeto indireto e objeto direto e indireto. 
 
A) Duvido das suas intenções. 
B) O tema interessa à banca. 
C) Ninguém gostava dele. 
D) Não provou do bolo. 
E) Conhece o funcionário novo? 
F) Ofereceram um presente ao aniversariante. 
G) Amem a Deus. 
 
 
05. Classifique os termos em sublinhado: 
 
A) Adorava as piadas. 
B) O anel pertence à Maria. 
C) Maria recebeu o anel. 
D) João escolheu o anel mais bonito para Maria. 
E) Dê algo para ele comer. 
F) Informei a data dos exames aos alunos. 
 
 
06. Classifique os verbos das orações abaixo em: 
 
I. Verbo transitivo direto 
II. Verbo transitivo indireto 
III. Verbo transitivo direto e indireto 
IV. Verbo intransitivo 
 
A) Saiu a pé. 
B) Duvido das suas intenções 
C) Nasceu! 
D) Distribuiu doces para as crianças. 
E) Os cães dão muito trabalho. 
 
 
GABARITO: 
01. escutei – VTD 
lamentam – VTD 
preciso – VTI 
agradeço – VTDI 
chamou – VTD 
02.A 
03.B 
04.(A) das suas intenções – OI 
(B) à banca – OI 
(C) dele – OI 
(D) do bolo – OD preposicionado 
(E) o funcionário novo? – OD 
(F) um presente – OD ao aniversariante – OI 
(G) a Deus – OD preposicionado 
05. (A) as piadas – OD 
(B) à Maria – OI 
(C) o anel – OD 
(D) o anel [OD] mais bonito para Maria [OI] 
(E) algo [OD] para ele comer [OI] 
(F) a data dos exames [OD] aos alunos [OI] 
06. A) Saiu – VI 
B) Duvido – TI 
C) Nasceu – VI 
D) Distribuiu – TD e TI 
E) dão – TD 
 
 
1. No trecho “Assim, em certas ocasiões, conversa ou 
recomenda algum livro; em outras, permanece em silêncio 
ou se oculta para deixar que livro e leitor conversem.”, O 
vocábulo “conversa” pertence à classe gramatical dos 
substantivos e está exercendo a função de sujeito da oração. 
 
( ) Certo 
( ) Errado 
 
 
2. No trecho “Se aceitássemos essa visão, bastaria ficarmos 
quietos esperando que a história se fizesse de acordo com 
seus mecanismos. ”, a oração “ficarmos quietos” funciona, 
sintaticamente, como complemento da forma verbal 
“bastaria”. 
 
( ) Certo 
( ) Errado 
 
 
3. No trecho “Há um estreito vínculo entre a identidade 
singular, estável, reproduzível dos textos”, o termo “dos 
textos” funciona como complemento do adjetivo 
“reproduzível”. 
 
( ) Certo 
( ) Errado 
 
 
4. O verbo ser, flexionado no presente do indicativo no 
trecho “do qual o fechamento de fronteiras em tempos de 
pandemia é mero sintoma”, é transitivo direto. 
 
( ) Certo 
( ) Errado 
 
 
5. No trecho “A CF declara o MP como instituição permanente 
e essencial à função jurídica, incumbindo-lhe a defesa da ordem 
jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais e 
individuais indisponíveis. ”, o segmento “como instituição 
permanente e essencial à função jurídica” funciona, 
sintaticamente, como predicativo do termo “o MP”. 
 
( ) Certo 
( ) Errado 
 
 
 
 
 
GABARITO COMENTADO 
 
 
1. Vemos que o vocábulo “conversa” está indicando uma 
ação, o que nos demonstra que ela é um verbo, Cegalla nos 
afirma que "Verbo é uma palavra que exprime ação, estado, 
fato ou fenômeno". 
GABARITO: ERRADO 
 
 
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2. O verbo "bastaria" foi empregado como verbo 
intransitivo, e por isso não possui complemento verbal. 
A oração "ficarmos quietos" exerce função de adjunto 
adverbial. 
GABARITO: ERRADO 
 
 
3. Na verdade, “dos textos” complementa a ideia do 
substantivo “identidade” 
A identidade reproduzível dos textos. 
Ao trazer a ideia de posse, temos um adjunto adnominal 
GABARITO: ERRADO 
 
 
4. O verbo "ser" é verbo de ligação e indica um estado, 
ligando uma característica ao sujeito. São também 
chamados de verbos não nocionais ou verbos copulativos. O 
verbo "é" = ser é verbo de ligação, pois liga o sujeito "o 
fechamento de fronteiras" ao seu predicativo "mero 
sintoma". 
GABARITO: ERRADO 
 
 
5. A frase em análise poderia ser rescrita da seguinte forma: 
“A CF declara: o MP é a instituição permanente e essencial 
à função jurídica.” 
Do ponto de vista sintático, há uma relação entre um sujeito 
e um predicativo do sujeito. Portanto, a expressão "como 
instituição permanente e essencial à função jurídica" 
funciona, sintaticamente, como o predicativo do sujeito "o 
MP". 
GABARITO: CERTO 
 
 
 
 
 
 
TIPOS DE SUJEITO 
 
Sujeito simples 
Sujeitocomposto 
Sujeito indeterminado 
Oração sem sujeito 
Sujeito oculto* 
 
1º Grife o verbo 
 
Para encontrar o sujeito: 
 
2º Pergunte o que é quê? (Coisa) 
3º Pergunte quem é quê? (Pessoa) 
 
Exemplos: 
 
O carro estragou ontem. 
Sujeito simples 
 
O marido daquela menina estragou meus planos. 
Sujeito simples 
 
TIPOLOGIA DE SUJEITO: 
 
SUJEITO SIMPLES: 
Uma só palavra. – Um só núcleo. 
 
(Eles) fizeram uma linda serenata. 
 
(Os meus amigos) fizeram uma linda serenata. 
 
CUIDADO!! algumas bancas colocam o sujeito no final para 
confundir o candidato. 
 
Exemplo: 
 
A Paula, nesta data, darei um presente. 
 (eu) sujeito oculto 
 
Um bom romance, neste inverno, li com meus filhos. 
 (eu) sujeito oculto 
 
 
SUJEITO COMPOSTO: 
Mais de um núcleo. 
 
Paulo e Roberto são amigos. 
Sujeito composto 
 
Chegaram mais cedo Maria, Roberto, Fátima e Célia. 
 Sujeito composto 
 
SUJEITO SIMPLES 
UMA SÓ PALAVRA, UM SÓ NÚCLEO 
 
SUJEITO COMPOSTO 
MAIS DE UM NÚCLEO 
 
 
 
 
 
 
 
01. Identifique e classifique os sujeitos: 
 
A) Ninguém trovejou de tanta raiva quanto eu. 
B) Haveria desejado ele tudo isso? 
C) Alguém havia aberto a porta. 
D) Choveu papel picado nas ruas de Curitiba. 
 
 
GABARITO: (A) Ninguém – sujeito simples; (B) ele – sujeito 
simples; (C) Alguém – sujeito simples; (D) papel picado – sujeito 
simples 
 
 
 
SUJEITO INDETERMINADO: 
 
3ª (pessoa) do plural 
I + SE 
TI + SE 
 
(ÍNDICE SE DE INDETERMINAÇÃO DO SUJEITO) 
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Exemplos: 
 
1. Roubaram o banco. 
2. Perderam o ônibus. 
3. Falaram muito bem de você. 
4. Gritaram na rua. 
5. Roubaram o banco (os ladrões). 
 Sujeito simples - os ladrões 
 
Observação: dentro do sujeito indeterminado quer dizer 
que temos um sujeito, porém não conseguimos determinar. 
No sujeito indeterminado não pode ter o sujeito escrito. 
 
CUIDADO!!! para os casos de verbos no imperativo 
(indicam ordem), exemplo: 
 
Prestem atenção. 
3ª p. plural 
Verbo imperativo 
 
Nesse caso acima, sabemos que o sujeito é oculto – vocês. 
 
 
 
VERBO INTRANSITIVO + SE 
 
(I + SE) – quando o verbo está sozinho ou 
acompanhado somente de advérbio ele é verbo 
intransitivo. E quando tem a palavra “se” significa 
sujeito indeterminado. 
 
Vive-se muito bem aqui? 
Sujeito indeterminado 
 
Vive-se. 
Sujeito indeterminado 
 
Estuda-se demais nesta escola. 
Sujeito indeterminado 
 
SUJEITO INDETERMINADO 
I + SE 
TI + SE 
(ÍNDICE DE INDETERMINAÇÃO DO SUJEITO) 
 
 
 
VERBO TRANSITIVO INDIRETO 
 
(TI + SE) – sujeito indeterminado, quando o verbo 
pede complemento objeto indireto. Nesses casos a 
palavra “se” funciona como índice de indeterminação 
do sujeito (função sintática do “se”). 
 
Crê-se em Deus. 
 
Precisa-se de ajuda. 
 
Gosta-se de doces. 
 
Necessita-se de ajuda. 
 
 
 
 
 
Identifique e classifique os sujeitos: 
 
01. Alguém falou muito. 
02. Todas as pessoas saíram. 
03. Falaram demais. 
04. Tudo me aborrece. 
05. Escreve-se pouco. 
06. O aluno e a aluna eram ótimos. 
 
 
GABARITO: 
01. Alguém – sujeito simples 
02. Todas as pessoas – sujeito simples 
03. sujeito indeterminado 
04. Tudo – sujeito simples 
05. sujeito indeterminado 
06. O aluno e a aluna - sujeito composto 
 
 
 
 
CUIDADO!! 
 
TD + SE = SEMPRE TEM SUJEITO 
 
A função sintática do “se” será de partícula 
apassivadora. 
 
Aluga-se moto. 
 
Alugam-se motos. 
 
Observação: 
 
Alugaram-se casas para os amigos. 
 VTDI Suj. OI 
 
Neste caso abaixo o verbo funciona como TD + SE: 
 
Amam-se, em dias de muito calor, em momentos de muita 
alegria, praias paradisíacas. 
 Sujeito simples 
 
 
 
 
 
Identifique e classifique os sujeitos: 
 
01. Todos sabiam a lição. 
02. Quebraram meu retrovisor. 
03. Escreveu-se uma carta. 
04. Escreveu-se para Verônica. 
05. Pedra e Pedro me dão satisfação nesta data. 
06. Você precisa de mim? 
 
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ORAÇÃO SEM SUJEITO OU SUJEITO INEXISTENTE 
 
HAVER – NO SENTIDO DE EXISTIR. 
PRIMEIRO FAZER – TEMPO DECORRIDO. 
SEGUNDO FAZER – TEMPO CLIMÁTICO. 
VERBO SER – TEMPO, DATAS E HORAS. 
AMANHECER – FENÔMENOS DA NATUREZA. 
 
 
07. Há alunos brilhantes nesta sala. 
 
08. Faz dez dias que ela partiu. 
 
09. Fez verões maravilhosos naquelas temporadas. 
 
10. Há anos que não a vejo. 
 
11. Era outono. 
 
12. Eram 07 de setembro. 
 
13. Era 07 de setembro. 
 
14. São duas horas. 
 
15. Relampejou muito ontem à noite. 
 
16. Choveram palavrões no campo de futebol. 
 
 
 
GABARITO: 
01. Todos – sujeito simples 
02. sujeito indeterminado 
03. uma carta – sujeito simples 
04. sujeito indeterminado 
05. Pedra e Pedro – sujeito composto 
06. Você – sujeito simples 
07. oração sem sujeito 
08. oração sem sujeito 
09. oração sem sujeito 
10. oração sem sujeito 
11. oração sem sujeito 
12. oração sem sujeito 
13. oração sem sujeito 
14. oração sem sujeito 
15. oração sem sujeito 
16. palavrões – sujeito simples 
 
 
 
 
 
Observação 1: 
Era 07 de setembro – a concordância está correta, pois a 
palavra “Era” está concordando com a palavra subentendida 
“dia”. 
 
Observação 2: 
Choveram palavrões no campo de futebol. Nesse caso a 
expressão “choveram palavrões” está no sentido figurado 
(conotativo) por isso, temos o sujeito “palavrões”. 
 
 
01. “Nesse momento começaram a feri-lo nas mãos, a pau.” 
Nessa frase o sujeito do verbo é: 
 
A) nas mãos. 
B) indeterminado. 
C) eles (determinado) 
D) inexistente ou eles: dependendo do contexto. 
E) n.d.a. 
 
 
02. Assinale a alternativa em que há oração sem sujeito. 
 
A) Esperanças haverá sempre. 
B) Ninguém trovejou de tanta raiva quanto eu. 
C) Haveria desejado ele tudo isso? 
D) Alguém havia aberto a porta. 
E) Choveu papel picado nas ruas de Curitiba. 
 
 
03. Qual o sujeito na oração abaixo? Classifique-o. 
 
Faltam-me palavras para dizer o quanto te amo. 
 
 
04. Identifique a oração em destaque cujo sujeito é 
indeterminado. 
 
A) Está garoando. 
B) Ligaram para saber como você se sente. 
C) Depois de telefonar para os vizinhos, eles ficaram com o 
meu número e ligaram para dizer que a encomenda 
havia chegado. 
D) Faz anos que não falo com ele. 
E) Aluga-se casa. 
 
 
GABARITO: 01. B; 02. A; 03. palavras – sujeito simples; 04.B 
 
 
 
Exemplos: 
 
Lia-se muito ali. 
VI + SE = sujeito indeterminado – justificativa da ação 
anterior 
 
Hoje, adora-se demasiadamente a vida. 
TD+SE = Sujeito simples 
 
Furtaram meus sentimentos. 
Sujeito indeterminado 
 
Leu-se demais ontem cedo. 
VI + SE = sujeito indeterminado 
 
Aqui não há um sobrevivente. 
Oração sem sujeito 
 
 
 
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Um livro longo e romântico escrevi nas férias. 
Sujeito oculto (eu) 
 
O professor corrigiu as provas. 
Sujeito simples 
 
O mensageiro entregou a carta do capitão. 
Sujeito simples 
 
Deus é bom? 
Sujeito simples 
 
 
Observação: No caso acima, o verbo “é” funciona como 
verbo de ligação. Neste caso abaixo, o verbo “é” funciona 
como intransitivo, pois o verbo está sozinho. 
 
Deus é ________. 
Sujeito simples 
 
Alegremente, eu estou aqui. 
 Sujeito simples 
 
As almas são incomunicáveis. 
Sujeito simples 
 
Cumpram o seu dever. Mantenham a ordem. 
Sujeito oculto (vocês) 
 
Todos nós ficamos muito felizes. 
Sujeito simples 
 
Fico agitadíssimo. 
Sujeito oculto (eu) 
 
Fico em casa. 
Sujeito oculto (eu) 
 
Fico vendo o movimento dos carros. 
Sujeito oculto (eu) 
 
A criança estava faminta. 
Sujeito simples 
 
Ficou em casa o dia todo. 
Sujeito oculto (ele/ela) 
 
 
 
 
 
1. Nos trechos: “Diversamente, Bergson, ao analisar o 
desenvolvimento do impulso vital na obra Evolução 
criadora, observa que “torpor vegetativo, instinto e 
inteligência” são os elementos comuns às plantas e aos 
animais.” “E, definindo a inteligência pela fabricação de 
objetos, fenômeno identificadodocil: 
eter: 
Felix: 
hifen: 
hifens: 
impar: 
reptil: 
eden: 
liquen: 
 
GABARITO: 
açucar: a-çú-car paroxítona terminada em R 
afavel: a-fá-vel paroxítona terminada em L 
almiscar: al-mís-car paroxítona terminada em R 
amavel: a-má-vel paroxítona terminada em L 
Anibal: A-ní-bal paroxítona terminada em L 
cadaver: ca-dá-ver paroxítona terminada em R 
cortex: cór-tex paroxítona terminada em X 
docil: dó-cil paroxítona terminada em L 
eter: é-ter paroxítona terminada em R 
Felix: Fé-lix paroxítona terminada em X 
hifen: hí-fen paroxítona terminada em N 
hifens: não tem acento pois é terminada em ENS 
impar: ím-par paroxítona terminada em R 
reptil: rép-til paroxítona terminada em L 
eden: é-den paroxítona terminada em N 
liquen: lí-quen paroxítona terminada em N 
 
 
 
 
 
Atenção para as seguintes palavras abaixo que podem ser 
usadas de duas formas e possuem duas pronúncias corretas: 
réptil / reptil 
Projétil / Projetil 
xérox / xerox 
 
 
PROPAROXÍTONAS 
Acentuam-se TODAS as Proparoxítonas 
Antepenúltima sílaba tônica 
 
Exemplos: 
 
relâmpago: re-lâm-pa-go 
médico: mé-di-co 
cântico: cân-ti-co 
 
Observação: Todas as palavras proparoxítonas são 
acentuadas independente da sua terminação. 
Amou daquela vez como se fosse a última 
Beijou sua mulher como se fosse a última 
E cada filho seu como se fosse o único 
E atravessou a rua com seu passo tímido 
 
Subiu a construção como se fosse máquina 
Ergueu no patamar quatro paredes sólidas 
Tijolo com tijolo num desenho mágico 
Seus olhos embotados de cimento e lágrima 
 
 
 
OXÍTONAS 
Acentuam-se as Oxítonas terminadas em: 
 
A – E – O – EM 
seguidos ou não de S 
 
Última sílaba tônica 
 
 
Exemplos: 
 
ma-ra-já: oxítona – última sílaba tônica 
ven-ti-la-dor: oxítona – última sílaba tônica 
vo-cê: oxítona – última sílaba tônica 
 
Observação: fé – monossílabo tônico – uma sílaba tônica 
 
 
 
 
 
 
Acentue e justifique pela regra das oxítonas: 
 
maraja: 
vatapa: 
cafe: 
voce: 
cipo: 
vovo: 
refem: 
refens: 
porem: 
 
GABARITO: 
marajá: ma-ra-já oxítona terminada em A 
vatapá: va-ta-pá oxítona terminada em A 
café: ca-fé oxítona terminada em E 
você: vo-cê oxítona terminada em E 
cipó: ci-pó oxítona terminada em O 
vovô/vovó: vo-vô/vo-vó oxítona terminada em O 
refém: re-fém oxítona terminada em EM 
reféns: re-féns oxítona terminada em ENS 
porém: po-rém oxítona terminada em EM 
 
 
Observação: porém não tem plural, pois é uma 
conjunção e conjunção não tem plural. 
Português Básico 
 
 
 
 
Explicação de como 
utilizar a tabela: 
assistir a aula 05 de 
Acentuação Gráfica 
 
 
 
Acentue e justifique as palavras abaixo com suas respectivas 
regras: 
 
lapis: 
revolver: 
Bauru: 
ninguem: 
chines: 
rubrica: 
cateter: 
interim: 
níquel: 
 
GABARITO: 
lapis: lá-pis paroxítona terminada em IS 
revolver: re-vól-ver paroxítona terminada em R 
Bauru: Bau-ru oxítona terminada em U não recebe acento 
ninguem: nin-guém oxítona terminada em EM 
chines: chi-nês oxítona terminada em ES 
rubrica: ru-bri-ca paroxítona terminada em A não tem acento 
cateter: ca-te-ter oxítona terminada em ER não tem acento 
interim: ín-te-rim proparoxítona todas são acentuadas 
niquel: ní-quel paroxítona terminada em L 
 
 
 
DITONGO 
Os ditongos são encontros de duas vogais dentro de uma 
mesma sílaba. 
 
Exemplos: 
• pei-xe – ditongo decrescente 
• re-mé-dio – ditongo crescente 
 
Observação: no ditongo teremos uma vogal e uma 
semivogal juntas na mesma sílaba. 
 
 
 
 
HIATO 
O hiato é encontro de duas vogais na palavra, mas na 
separação silábica elas ficam separadas. 
 
Exemplo: 
• hiato: hi-a-to 
• saúde: sa-ú-de 
TRITONGO 
O tritongo é encontro vocálico em que a semivogal + vogal + 
semivogal juntas, mesmo quando se faz a separação silábica. 
 
Exemplo: 
Paraguai: pa-ra-guai 
 
 
 
Classifique as vogais abaixo: 
 
caixa: 
frouxo: 
Célia: 
remédio: 
farmácia: 
história: 
 
GABARITO: 
caixa: cai-xa ditongo decrescente 
frouxo: frou-xo ditongo decrescente 
Célia: Cé-lia ditongo crescente 
remédio: re-mé-dio ditongo crescente 
farmácia: far-má-cia ditongo crescente 
história: his-tó-ria ditongo crescente 
 
 
 
DITONGO CRESCENTE 
Acentuam-se as palavras terminadas em 
Ditongo crescente 
 
Exemplos: 
remédio: re-mé-dio (ditongo crescente) 
sério: sé-rio (ditongo crescente) 
farmácia: far-má-cia (ditongo crescente) 
 
 
 
Acentue, ou não, as palavras abaixo e justifique: 
 
melancia: 
dubio: 
petroleo: 
urutu: 
biju: 
refem: 
trolebus: 
medico: 
Nobel: 
notavel: 
condor: 
 
GABARITO: 
melancia: me-lan-ci-a paroxítona terminada em A não tem acento 
dubio: dú-bio ditongo crescente tem acento 
 
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petroleo: pe-tró-leo ditongo crescente tem acento 
urutu: u-ru-tu oxítona terminada em U não tem acento 
biju: bi-ju oxítona terminada em U não tem acento 
refem: re-fém oxítona terminada em EM tem acento 
trólebus: tró-le-bus proparoxítona tem acento 
medico: mé-di-co proparoxítona tem acento 
Nobel: No-bel oxítona terminada em L não tem acento 
notável: no-tá-vel paroxítona terminada em L tem acento 
condor: con-dor oxítona terminada em OR não tem acento 
 
 
Observação: a palavra “médico” é substantivo, existe 
também a palavra “medico” sendo um verbo. 
 
 
ÉI/ ÉU/ ÓI 
 
Acentuam-se as palavras terminadas em 
ÉI/ ÉU/ ÓI 
Seguidas ou não de S 
 
Exemplo: 
 
pastéis – pas-téis 
carretéis – car-re-téis 
céu – céu 
herói – he-rói 
 
 
ATENÇÃO!! HOUVE ALTERAÇÃO ORTOGRÁFICA NAS 
PALAVRAS QUE POSSUEM DITONGO NO MEIO. NÃO 
POSSUEM MAIS ACENTO, exemplos: 
 
ideia – i-dei-a 
joia – joi-a 
heroico – he-roi-co 
 
 
 
 
Acentue, ou não, as palavras abaixo e justifique: 
 
rubi: 
avaro: 
farois: 
papeis: 
coroneis: 
GABARITO: 
rubi: ru-bi oxítona terminada em i não tem acento 
avaro: a-va-ro paroxítona terminada em O não tem acento 
farois: fa-róis ditongo decrescente tem acento 
papeis: pa-péis ditongo decrescente tem acento 
coroneis: co-ro-néis ditongo decrescente tem acento 
 
 
 
HIATO 
 
HIATO AS VOGAIS SE SEPARAM 
 
Exemplos: 
 
hi-a-to 
pa-ra-í-so 
sa-ú-de 
ca-í-da 
pi-e-da-de 
“I” e “U” 
 
Acentuam o “I” e o “U” tônicos em hiato 
Seguidos ou não de “S” 
 
Exemplos: 
 
sa-í-da 
fa-ís-ca 
ba-ú 
ba-ús 
Lu-ís 
Lu-iz 
 
i-a-te 
Eu i-a 
Tu i-as 
 
Nós í-a-mos 
 
Observação: no caso “i-a” é uma exceção, pois se o “i” 
estiver iniciando a palavra não tem acento. 
 
No caso da palavra “íamos” é proparoxítona. 
 
 
 
 
PAROXÍTONA ANTECEDIDA DE DITONGO 
 
Somente as palavras paroxítonas antecedidas de ditongo 
não possuem mais acento, perderam o acento. 
 
Fei-ú-ra (tinha acento) 
 
Fei-u-ra (não possui mais) 
 
Outros exemplos: 
 
Pi-au-í – oxítona 
 
Tui-ui-ú – oxítona 
 
Mai-ús-cu-la – proparoxítona 
 
 
 
 
 
 Acentue, ou não, as palavras abaixo e justifique 
todas: 
 
Jau: 
policia: 
caju: 
aneis: 
Itau: 
colegio: 
bambu: 
 
GABARITO: 
Jaú: Ja-ú tem acento pois o “U” é tônico em hiato 
policia: po-lí-cia ditongo crescente 
caju: ca-ju oxítona terminada em U não tem acento 
aneis: a-néis ditongo decrescente 
Itau: I-ta-ú o U tônico em hiato 
colegio: co-lé-gio ditongo crescente 
bambu: bam-bu não tem acento, oxítona terminada em U 
 
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petroleo: pe-tró-leo ditongo crescente tem acento 
urutu: u-ru-tu oxítona terminada em U não tem acento 
biju: bi-ju oxítona terminada em U não tem acento 
refem: re-fém oxítona terminada em EM tem acento 
trólebus: tró-le-bus proparoxítona tem acento 
medico: mé-di-co proparoxítona tem acento 
Nobel: No-bel oxítona terminada em L não tem acento 
notável: no-tá-vel paroxítona terminada em L tem acento 
condor: con-dor oxítona terminada em OR não tem acento 
 
 
Observação: a palavra “médico” é substantivo, existe 
também a palavra “medico” sendo um verbo. 
 
 
ÉI/ ÉU/ ÓI 
 
Acentuam-se as palavras terminadas em 
ÉI/ ÉU/ ÓI 
Seguidas ou não de S 
 
Exemplo:como comum aos animais, 
encontra no ser humano a particularidade da fabricação 
de objetos artificiais, o que lhe permite avançar à 
seguinte conclusão...”, o termo que funciona como sujeito 
das orações expressas pelas formas verbais “observa” 
(primeiro período) e “encontra” (segundo período) está 
elíptico. 
 
( ) Certo 
( ) Errado 
2. No trecho “Quando se trata da construção da imagem de 
uma organização, ressalta-se o papel dos veículos de 
imprensa.”, a partícula “se”, em ambas as suas ocorrências, 
indica que é indeterminado o sujeito sintático de cada uma 
das orações que formam o período. 
 
( ) Certo 
( ) Errado 
 
 
3. No trecho “Na Coreia do Sul, por exemplo, 21% se 
interessam pela profissão e só 7% ingressam, de fato, na 
universidade, porque há muita concorrência e maior 
seleção. “, classifica-se como oração sem sujeito o 
segmento “há muita concorrência e maior seleção”. 
 
( ) Certo 
( ) Errado 
 
 
4. No trecho “Não importa o quão ocupadas algumas 
pessoas estejam, é difícil não participarem de alguma 
conversa na tela à sua frente, para opinar sobre assuntos 
dos quais elas sabem pouco e se importam menos ainda.”, 
as orações “o quão ocupadas algumas pessoas estejam” e 
“não participarem de alguma conversa na tela à sua frente” 
são ambas orações que exercem a função de sujeito. 
 
( ) Certo 
( ) Errado 
 
 
5. No trecho “À área da linguística que se ocupa em 
contribuir para a solução de problemas judiciais e que auxilia 
também na compreensão de discursos e interações 
produzidos em ambiente jurídico chamamos de linguística 
forense.”, o sujeito da oração principal: 
 
 
A) está indeterminado, haja vista o emprego do vocábulo 
“se”. 
B) é o termo “área da linguística”. 
C) é o termo “linguística forense”. 
D) está elíptico e corresponde à primeira pessoa do plural. 
E) é composto. 
 
 
 
 
GABARITO COMENTADO 
 
1. O sujeito das orações é Bergson. No segundo período ele 
está elíptico, mas no primeiro está explícito. 
GABARITO: ERRADO 
 
 
2. O verbo “ressalta-se” está indicando que o sujeito é o 
“papel”. Faz a pergunta: que é que se ressalta? O papel!! O 
papel dos veículos é ressaltado. 
Já o segundo "se" indica voz passiva sintética. O sujeito não 
é indeterminado. Trata-se de um sujeito paciente, que é 
"papel dos veículos de imprensa" ("papel" é o núcleo). 
GABARITO: ERRADO 
 
 
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3. O verbo "haver", quando usado no sentido de "existir", 
"acontecer" ou "ocorrer", é impessoal, ou seja, não tem 
sujeito, devendo ser conjugado na terceira pessoa do 
singular. A oração em questão, portanto, não tem sujeito. 
GABARITO: CERTO 
 
 
4. Não importa o quão ocupadas algumas pessoas estejam. 
(O que não importa?) (O quão ocupadas algumas pessoas 
estejam). SUJEITO. 
É difícil não participarem de alguma conversa na tela à sua 
frente. (O que é difícil?) (Não participarem de alguma 
conversa na tela à sua frente). SUJEITO. 
Logo, as duas orações exercem papel de sujeito. 
GABARITO: CERTO 
 
 
5. "À área da linguística que se ocupa em contribuir para a 
solução de problemas judiciais e que auxilia também na 
compreensão de discursos e interações produzidos em 
ambiente jurídico (nós) chamamos de linguística forense." 
GABARITO: D 
 
 
 
TIPOS DE PREDICADO 
 
PREDICADO NOMINAL 
 
PREDICATIVO 
 
MAIS 
 
VERBOS DA LISTA 
 
Predicado = tira o sujeito, e tudo que sobrar é predicado. 
O predicado nominal terá uma qualidade para o sujeito, 
sendo assim, será o predicativo do sujeito. E juntamente 
com o predicativo terá um verbo de ligação. 
 
Exemplos: 
 
Juliana está apaixonada. 
 Predicado nominal 
 
Verônica é religiosa. 
 Predicado nominal 
 
Você parece eufórico. 
 Predicado nominal 
 
VERBOS DA LISTA 
SER CONTINUAR 
ESTAR ANDAR 
FICAR TORNAR-SE 
PARECER VIVER 
PERMANECER VIRAR 
 
Observação: quando for predicado nominal, a palavra mais 
importante será o nome - predicativo. 
 
PREDICADO VERBO-NOMINAL 
 
No predicado verbo-nominal teremos dois núcleos, o nome 
e o predicativo. Teremos o predicativo menos os verbos da 
lista. 
 
 
PREDICATIVO 
 
 
 
MENOS 
 
VERBOS DA LISTA 
 
Observação: No predicado nominal e no predicado 
verbo-nominal teremos algo em comum, o predicativo. O 
que diferencia os predicados são os verbos da lista, se tiver 
algum deles então teremos o predicado nominal. 
 
Exemplos: 
 
Paula chegou cansada. 
 Predicado verbo-nominal 
 
Triste, Marta trabalhou naquele dia. 
 Predicado verbo-nominal 
 
Os meninos apareceram na escola sonolentos. 
 Predicado verbo-nominal 
 
 
 
PREDICADO VERBAL 
 
No predicado verbal não teremos qualidade do sujeito, ou 
seja, não teremos o predicativo do sujeito. 
 
NÃO HÁ PREDICATIVO 
 
Exemplos: 
 
Os garotos jogam futebol. 
 Predicado verbal 
 
Os bons rapazes obedeceram aos pais. 
 Predicado verbal 
 
Ela está aqui na sala. 
 Predicado verbal 
 
 
 
 
 
01. O predicado verbal está presente em: 
 
A) Lúcia está adoentada. 
B) O empregado da loja foi atencioso. 
C) Eu considerava aquela mulher minha amiga. 
D) Os atletas terminaram a prova exaustos. 
E) Ponha a mão na consciência. 
 
 
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Observação: teremos o predicativo do objeto quanto 
tivermos nome próprio com uma qualidade momentânea 
para o nome, exemplos: 
 
Encontrei Ângela aborrecida. 
 Predicativo do objeto 
 
Encontramos a moça japonesa. 
 OD 
 (nesse caso a qualidade é permanente) 
 
Nós elegemos o Marquinho novo líder. 
 Predicativo do objeto 
 
Observação: não é toda qualidade que será predicativo. 
 
Comprei um carro azul. 
 
 
 
02. Identifique a oração em que o predicado é verbo-nominal. 
 
A) Marina comprou muitos vestidos ontem. 
B) Luís Fernando é competente. 
C) O pôr-do-sol é maravilhoso. 
D) Ana Maria continua triste. 
E) Iara chegou cansada. 
 
 
03. Qual o núcleo do predicado da oração: “Os alunos 
saíram do teatro encantados”? 
 
A) alunos. 
B) saíram. 
C) encantados. 
D) saíram encantados. 
E) saíram do teatro. 
 
 
04. Em qual das orações abaixo temos um predicado nominal? 
 
A) Sofia chegou cansada ao trabalho. 
B) Joana e Felipe caminharam muito hoje. 
C) Luísa e Paula estão fazendo torta de maracujá. 
D) Maria Vitória chegou ofegante à aula. 
E) Alan continua atencioso comigo. 
 
 
05. Na oração “No trajeto para o trabalho, passei pela 
biblioteca da cidade”, o tipo de sujeito é: 
 
A) simples. 
B) composto. 
C) oculto. 
D) indeterminado. 
E) inexistente. 
 
 
06. Na oração “As meninas do coral cantaram lindamente”, 
os núcleos do sujeito e predicado são respectivamente: 
 
A) meninas (núcleo do sujeito); lindamente (núcleo do 
predicado). 
B) meninas (núcleo do sujeito); cantaram (núcleo do 
predicado). 
C) coral (núcleo do sujeito); cantaram lindamente (núcleo 
do predicado). 
D) coral (núcleo do sujeito); as meninas (núcleo do 
predicado). 
E) lindamente (núcleo do sujeito); cantaram (núcleo do 
predicado). 
 
 
GABARITO: 01. E; 02. E; 03. D; 04. E; 05. C; 06. B 
 
 
 
 
 
1. “Daniel chegou ofegante à exibição”. Nesta frase, 
podemos dizer corretamente que temos um predicado: 
 
A) Verbal. 
B) Nominal. 
C) Verbo-Nominal. 
D) Predicativo do sujeito. 
 
 
2. A oração “Ele não deixa a oportunidade passar” é formada 
pelo predicado: 
 
A) “deixa a oportunidade passar”, que é nominal. 
B) “deixa a oportunidade passar”, que é verbal. 
C) “deixa a oportunidade passar”, que é verbo-nominal. 
D) “não deixa a oportunidade passar”, que é nominal. 
E) “não deixa a oportunidade passar”, que é verbal. 
 
 
3. 'O vírus de Marburg causa febre hemorrágica' e é 
transmitido por morcegos. 
 
Em relação à oração destacada, afirma-se que possui: 
 
A) Predicação verbal. 
B) Como predicado, a expressão 'causa'. 
C) Predicaçãonominal. 
D) Como predicado, toda a oração. 
E) Predicação verbo-nominal. 
 
 
4. Outros alimentos mudam de textura, como sorvete, 
margarina e queijo. 
 
Analisando a frase da questão, conclui-se que o predicado 
é: 
 
A) Verbal e regido pela expressão 'mudam de textura, como 
sorvete, margarina e queijo'. 
B) Verbo-nominal e núcleos 'mudam' e 'textura'. 
C) Nominal e regido pela expressão 'textura, como sorvete, 
margarina e queijo'. 
D) Nominal e núcleos 'textura, sorvete, margarina, queijo'. 
 
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5. A agricultura era a principal fonte de subsistência e 
sustento para uma pessoa comum nos tempos medievais. 
 
Em relação à análise sintática, afirma-se que o: 
 
A) Predicado é verbo-nominal. 
B) Predicado é nominal. 
C) Núcleo do sujeito é a expressão 'A agricultura'. 
D) Sujeito é o vocábulo 'Agricultura'. 
 
 
 
 
GABARITO COMENTADO 
 
1. O verbo chegou indica uma ação e em seguida temos uma 
característica " ofegante". 
Logo o predicado é verbo-nominal. 
GABARITO: C 
 
 
2. Em “Ele não deixa a oportunidade passar”, o sujeito é 
"Ele" e o predicado é “não deixa a oportunidade passar”. Ele 
consiste em um predicado verbal, visto que o seu elemento 
principal é um verbo transitivo. 
GABARITO: E 
 
 
3. A oração em destaque é assim estruturada 
sintaticamente: 
-> sujeito: O vírus de Marburg 
-> verbo transitivo direto: causa 
-> objeto direto: febre hemorrágica. 
 
A oração com verbo transitivo direto tem como núcleo um 
verbo. Nesse caso, o predicado é do tipo verbal 
GABARITO: A 
 
 
4. O predicado é a informação que diz algo sobre o sujeito. 
Vejamos cada termo: 
-> Sujeito: Outros alimentos 
-> Predicado: mudam de textura, como sorvete, margarina 
e queijo. 
Note que "mudam" não é verbo de ligação e, portanto, não 
é um predicado nominal. 
Logo, é predicado verbal. 
GABARITO: A 
 
 
5. No trecho em análise, há uma relação entre um sujeito e 
um termo que traz uma característica sobre esse sujeito. 
Nesse caso, a expressão "a principal fonte" funciona como 
núcleo do predicado e é ligada ao sujeito pelo verbo de 
ligação "era". Por ter um nome (substantivo) como núcleo 
do predicado, a frase em análise exerce a função sintática 
de predicado nominal. 
GABARITO: B 
 
 
 
 
REGÊNCIA NOMINAL 
 
É o emprego da preposição em relação a substantivos, 
adjetivos e advérbios. 
 
A necessidade de estudos é sua força, meu caro amigo! 
 
Nós estamos certos de nossa viagem amanhã. 
 
Moro bem perto de sua escola. 
 
Às vezes, um determinado nome aceita mais de uma 
preposição sem que haja a alteração de sentido. 
 
Vivi parece ter ódio contra pessoas arrogantes. 
Murilo tem ódio aos menos aplicados. 
 
Arlete está acostumada com o clima paulista. 
Salete está acostumada ao barulho. 
 
 
 
 
1. (TJ-SP) Que frase apresenta erro na regência nominal? 
 
A) Ninguém está imune a influências. 
B) Ela já está apta para dirigir. 
C) Tinha muita consideração por seus pais. 
D) Ele revela muita inclinação com as artes. 
E) Era suspeito de ter assaltado a loja. 
 
 
2. (TRT-SC) Assinale a oração que apresenta regência 
nominal incorreta: 
 
A) O tabagismo é prejudicial a saúde. 
B) Estava inclinado em aceitar o convite. 
C) Sempre foi muito intolerante com o irmão. 
D) É lamentável sentir desprezo por alguém. 
E) Em referência ao assunto, prefiro nada dizer. 
 
 
3. (TJ-SP) Observe as palavras destacadas e indique a 
frase que apresenta regência nominal correta: 
 
A) Por ser muito estudioso, ele tinha grande amor a seus 
livros. 
B) Havia muitos anos que não via o filho, por isso estava 
ansioso em vê-lo. 
C) Alheio para com o julgamento, o réu permanecia, 
calado. 
D) Coitado! Foi preso porque era suspeito por um crime 
que não cometeu. 
E) Tínhamos o propósito em dizer toda a verdade, mas nos 
impediram de fazê-lo. 
 
 
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4. (TJ-SP) Indique onde há erro de regência nominal: 
 
A) Ele é muito apegado em bens materiais. 
B) Estamos fartos de tantas promessas. 
C) Ela era suspeita de ter assaltado a loja. 
D) Ele era intransigente nesse ponto do regulamento. 
E) A confiança dos soldados no chefe era inabalável 
 
 
GABARITO: 01. D; 02. B; 03. A; 04. A 
 
 
 
 
 
 
1. No trecho “Entretanto, excluídas essas situações, estará 
ausente o juízo de censura necessário para a 
responsabilização com base na culpa.”, em “necessário para 
a responsabilização”, o segmento “para a” poderia ser 
substituído pelo vocábulo à. 
 
( ) Certo ( ) Errado 
 
 
2. No trecho “...uma vez que o processo decisório decorreu 
de um aprendizado automático que culminou com escolhas 
equivocadas realizadas pelo próprio sistema.”, em 
“culminou com escolhas”, a substituição da preposição 
“com” por em resultaria em incorreção gramatical no texto. 
 
( ) Certo ( ) Errado 
 
 
3. No trecho “necessidade de oferecer oportunidades 
educacionais a todas as faixas etárias que não tiveram 
acesso à educação formal” o emprego da preposição “a” em 
“a todas as faixas etárias” justifica-se pela regência do 
substantivo “oportunidades”. 
 
( ) Certo ( ) Errado 
 
 
4. No trecho “A Câmara dos Deputados brasileira aprovou, 
por 265 votos favoráveis e 61 contrários, a adesão da 
Venezuela ao MERCOSUL, bloco regional formado por Brasil, 
Argentina, Paraguai e Uruguai. ”, o emprego de preposição 
em “ao MERCOSUL” justifica-se pela regência de 
“contrários”, que exige preposição a. 
 
( ) Certo ( ) Errado 
 
 
5. No trecho “Por ironia, as notícias mais frequentes 
produzidas pelas pesquisas científicas relatam não a 
descoberta de novos seres ou fronteiras marinhas, mas a 
alarmante escalada das agressões impingidas aos oceanos 
pela ação humana.”, a presença de preposição em “aos 
oceanos” justifica-se pela regência do termo “impingidas”. 
 
( ) Certo ( ) Errado 
 
 
GABARITO COMENTADO 
 
1. O termo "necessário" também rege complemento com a 
preposição "a". Essa preposição, ao se juntar com o artigo 
definido "a" que determina o substantivo feminino 
"responsabilização", recebe crase. 
 
Vejamos no contexto: necessário à responsabilização. 
Veja que a substituição mantém a correção gramatical. 
GABARITO: CERTO 
 
 
2. O verbo "culminar" é transitivo indireto e pode receber 
complemento iniciado pelas preposições "com" ou "em", já 
que ambas são aceitas pela regência dele. 
GABARITO: ERRADO 
 
 
3. Em “oferecer oportunidades educacionais a todas as 
faixas etárias”, “oferecer” é um verbo transitivo direto e 
indireto (quem oferece, oferece algo a alguém). Nesse 
sentido, ele apresenta dois objetos: 
 
Objeto direto: “oportunidades educacionais” 
Objeto indireto: “a todas as faixas etárias” 
Dessa forma, a preposição “a” justifica-se pela regência 
verbal de “oferecer”. 
GABARITO: ERRADO 
 
 
4. A preposição a se deve à regência da palavra "adesão". 
GABARITO: ERRADO 
 
 
5. Alternativa Certa. 
O verbo impingir é transitivo indireto e exige a preposição 
"a". Segundo o dicionário Aulete, significa: "Fazer acreditar 
numa inverdade [TDI. + a: impingir mentiras aos eleitores.] 
[TD.: impingir uma interpretação.]" 
GABARITO: CERTO 
 
 
 
 
 
REGÊNCIA VERBAL 
 
Regência e preposição trabalham juntas. 
 
AGRADAR – ACARICIAR É TD: 
 
O verbo “Agradar” no sentido de acariciar será verbo 
transitivo direto. 
Eu agradei o meu filho. 
 
Eu agradei minha namorada. 
 
 
AGRADAR – SER AGRADÁVEL É TI - A 
 
Eu agradei ao meu patrão. 
 
Eu agradei à minha patroa. 
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ASPIRAR – RESPIRAR É TD 
 
Os rapazes aspiraram o perfume das lindas meninas. 
 
 
ASPIRAR – AMBICIONAR É TI - A 
 
Os rapazes aspiram ao cargo público. 
 
Eles aspiram à vaga de funcionário do governo. 
 
 
 
 
 
 
01. Assinale a frase com erro de regência: 
 
A) O deputado presidiu a reunião até o fim; 
B) Proibimos os alunos de usar os cadernos para fazer a 
prova; 
C) Certificamos nossa família de vossa decisão; 
D) Paguei osoperários no sábado; 
E) Atendemos ao seu desejo. 
 
GABARITO: 01. D 
 
 
PAGAR, PERDOAR E AGRADECER: 
 
Exemplos: 
 
Atendemos ao seu desejo. 
 OI 
 
Ele atendeu o freguês. 
 OD 
 
Ele atendeu ao diretor da escola e não fez mais bagunça. 
OI 
 
 
ASSISTIR – VER É TI - A 
 
 
 
ASSISTIR – SOCORRER, AJUDAR É TD 
 
 
 
Nós assistimos ao filme. 
 OI 
 
Nós assistimos à novela. 
 OI 
O professor assiste o aluno com dificuldade. 
 OD 
O médico assiste os pacientes do Janjão. 
 OD 
 
 
ASSISTIR – CABER É TI - A 
 
ASSISTIR – MORAR É I - EM 
 
Assiste ao juiz o direito de julgar. 
 OI 
 
Assiste à professora solucionar dúvidas. 
 OI 
 
O professor assiste em Franca. 
 VI 
 
O Marquinho e a Terezona assistem em um condomínio 
fechado. (pela polícia) VI 
 
 
 
 
 
 
02. Assinale a oração correta quanto à regência verbal. 
 
A) Os tolos admiram e obedecem os velhacos. 
B) Agradeci o convite ao anfitrião. 
C) Quero assistir esse filme. 
D) Marcela namorou com todos os meninos de sua sala. 
E) Meu pai custou a chegar ontem à noite. 
 
 
GABARITO: 02. B 
 
 
ERRADO: Os tolos admiram e obedecem os velhacos. 
 
CORRETO: Os tolos admiram os velhacos e lhes obedecem. 
 
CORRETO: Os tolos obedecem aos velhacos e os admiram. 
 
CORRETO: Os tolos obedecem aos velhacos e admiram-
nos. 
 
 
Verbo TD pede - OD 
 
Verbo TI pede – OI 
 
 
OBEDECER E DESOBEDECER SÃO TIs/A 
 
 
PREFERIR TD E TI/A 
 
Os filhos obedecem aos pais. 
 
Os alunos obedecem às professoras. 
 
Agradeci o convite ao anfitrião. 
 
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pagar – perdoar – agradecer 
 
pedem OD de coisa e OI de pessoa 
 
 
ERRADO: Quero assistir esse filme. 
 
CORRETO: Quero assistir a esse filme. 
 
ASSISTIR – VER É TI/A 
 
ASSISTIR – SOCORRER É TD 
 
ASSISTIR – MORAR É I/EM 
 
ASSISTIR – CABER É TI/A 
 
 
NAMORAR – É TD 
 
ERRADO: Marcela namorou com todos os meninos de sua 
sala. 
 
Correto: Marcela namorou todos os meninos de sua sala. 
 
ERRADO: Meu pai custou a chegar ontem à noite. 
 
CORRETO: Meu pai custou chegar ontem à noite. 
 
 
AGRADAR NO SENTIDO DE ACARICIAR É VERBO? TD 
AGRADAR NO SENTIDO DE SER AGRADÁVEL? TI/A 
 
ASPIRAR NO SENTIDO DE RESPIRAR? TD 
ASPIRAR NO SENTIDO DE AMBICIONAR? TI/A 
 
ASSISTIR NO SENTIDO DE VER É VERBO? TI/A 
ASSISTIR NO SENTIDO DE SOCORRER, AJUDAR É 
VERBO? TD 
ASSISTIR NO SENTIDO DE CABER É VERBO? TI/A 
ASSISTIR NO SENTIDO DE MORAR É VERBO? I/EM 
 
 
 
 
 
 
03. Assinale o erro de regência verbal. 
 
A) Ele assistia com carinho os enfermos daquele hospital. 
B) Não quero assistir esse espetáculo. 
C) Carlos sempre assistiu em Belo Horizonte. 
D) Não deixe de assistir àquele jogo. 
 
GABARITO: 03.B 
 
 
 
 
 
Ele assistiu com carinho os enfermos daquele hospital. 
 
 
 ASSISTIR – SOCORRER OU AJUDAR É TD. 
 
 
 
ERRADO: Não quero assistir esse espetáculo. 
 
CORRETO: Não quero assistir a esse espetáculo. 
 
 
Carlos sempre assistiu em Belo Horizonte. 
 
ASSISTIR – MORAR é I/ EM 
 
Não deixe de assistir àquele jogo. 
 
 
ASSISTIR NO SENTIDO DE VER É TI/A 
a + aquele = àquele 
 
 
VISAR – MIRAR É TD 
 
VISAR – DAR VISTO É TD 
 
VISAR – AMBICIONAR É TI REGE A 
 
Exemplos: 
 
Ele visou a cabeça do animal. 
 VTD OD 
 
O professor visou o caderno dos alunos. 
 VTD OD 
 
Os alunos visavam ao cargo público. 
 VTI OI 
 
Os alunos visavam à vaga. 
 VTI OI 
 
Eu prefiro o cinema ao teatro 
Coisa preferida – OD 
 
Eu prefiro o cinema à televisão 
Coisa preterida - OI 
 
 
ESQUECER – SOZINHO – É TD 
 
ESQUECER-SE – TI/DE 
 
Ele esqueceu a blusa. 
 VTD OD 
 
Ele se esqueceu da blusa. 
 VTI OI 
 
 
 
 
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04. Observe a regência verbal e assinale a opção falsa: 
 
A) Avisaram-no que chegaríamos logo. 
B) Informei-lhe a nota obtida. 
C) Os motoristas irresponsáveis, em geral, não obedecem 
aos sinais de trânsito. 
D) Há bastante tempo que assistimos em São Paulo. 
E) Muita gordura não implica saúde. 
 
 
AVISAR E INFORMAR 
 
Avisei-o que sairia mais cedo. (errado) 
 
Avisei-lhe de que sairia mais cedo. (errado) 
 
Avisei-o de que sairia mais cedo. (correto) 
 OD OI 
 
Avisei-lhe que sairia mais cedo. (correto) 
 OI OD 
 
COISA PESSOA 
 
 
COISA PESSOA 
 
 
Exemplos dos verbos 
 
PAGAR/ PERDOAR/AGRADECER 
 
Antônio deixou de pagar o ajudante ontem. 
 
Pagou o empréstimo ao banco. 
 
Perdoemos aos que nos ofendem. 
 
Pagou o empréstimo ao banco. 
 
 
05. Marque a alternativa em que ocorre erro na substituição 
por pronome átono. 
 
A) Obedeci ao professor. / Obedeci-lhe. 
B) Encontrei os animais na rua. / Encontrei-os na rua. 
C) Toquei o seu braço. / Toquei-lhe o braço. 
D) Visitou a amiga no hospital. / Visitou-lhe no hospital. 
 
Gabarito: 04. A; 05. D 
 
 
Eu entreguei os livros para o professor. 
 OD OI 
 
Eu lhe entreguei o livro. 
 
Toquei braço. 
 
Toquei-lhe o braço. 
 
Toquei seu braço. 
REVISÃO: 
 
AGRADAR NO SENTIDO DE ACARICIAR É VERBO? TD 
AGRADAR NO SENTIDO DE SER AGRADÁVEL? TI/A 
 
ASPIRAR NO SENTIDO DE RESPIRAR? TD 
ASPIRAR NO SENTIDO DE AMBICIONAR? TI/A 
 
ASSISTIR NO SENTIDO DE VER É VERBO? TI/A 
ASSISTIR NO SENTIDO DE SOCORRER, AJUDAR É 
VERBO? TD 
ASSISTIR NO SENTIDO DE CABER É VERBO? TI/A 
ASSISTIR NO SENTIDO DE MORAR É VERBO? I/EM 
 
 
 
PRONOMES RELATIVOS E REGÊNCIA VERBAL 
 
Este é um título a que toda moça bonita aspira. 
 OI VTI 
 
A velhinha era uma dessas pessoas às quais não se pode 
mentir. OI 
 VTI 
 
Trouxe-lhe as frutas de que você gosta. 
 OI VTI 
 
Havia ali pessoas por quem eu não queria ser visto. 
 OI VTI 
 
Não desespere, recorra a Deus, em cujas mãos está a 
nossa vida. 
 
Este é um título 
a que toda moça bonita aspira. 
 
 
A velhinha era uma dessas pessoas 
às quais não se pode mentir. 
 
 
A + AS = ÀS 
 
Trouxe-lhes as frutas 
de que você gosta. 
 
 
Havia ali pessoas 
por quem eu não queria ser visto. 
 
 
Não desespere, recorra a Deus, 
em cujas mãos está a nossa vida. 
 
 
O hotel em cujo quarto dormia pegou fogo. 
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COMPLEMENTO NOMINAL 
(Substantivo abstrato – Adjetivo – Advérbio) 
 
Observação: todo complemento nominal tem preposição, 
irá trabalhar preposicionado. 
 
 
SUBSTANTIVO ABSTRATO: 
 
Nome da ação: nadar – natação 
 
Nome da qualidade: feio – feiura 
 
Estado: fome 
 
Sentimento: paixão 
 
Complementos nominais: completam palavras transitivas, 
substantivos abstratos, adjetivo e advérbio. 
 
Exemplos: 
 
Eu tenho medo de aranha. 
 Complemento nominal 
 
O juiz foi favorável ao réu. 
 Complemento nominal 
 
Nós moramos perto do seu coração. 
 Complemento nominal 
 
Nós temos amor pela pátria. 
 Complemento nominal 
 
Nós temos amor à pátria. 
 Complemento nominal 
 
Complemento nominal + palavra feminina = crase. 
 
 
 
 
01. A oração que apresenta complemento nominal é: 
 
A) Os pobres necessitam de ajuda. 
B) Sejamos úteis à sociedade. 
C) Os homens aspiram à paz. 
D) Os pedidos foram feitos por nós. 
E) A leitura amplia nossos conhecimentos. 
 
 
 
Observação: 
Voz ativa: sujeito pratica a ação. 
O garoto chuta a bolaVoz passiva: sujeito recebe a ação. 
A bola é chutada pelo garoto. 
 
 
02. Observe os complementos grifados das frases. 
Classifique-os em OBJETO DIRETO, INDIRETO ou 
COMPLEMENTO NOMINAL. 
 
A) Você se queixa de tudo. 
B) O redator chamou seus auxiliares. 
C) Bruno está apto para o trabalho. 
D) Em casa, lemos a Folha de São Paulo. 
E) Compramos um livro interessante. 
F) Rebeca tem paixão por música. 
G) Desconfiaram de mim. 
 
 
03. Classifique os termos em destaque: 
 
A) À moça darei minhas explicações. 
B) Hoje eu irei à Argentina. 
C) O amor à pátria é importante. 
D) Ele disse palavras ternas à aluna de olhos amendoados. 
E) A Márcia possui olhos amendoados. 
F) Você tem medo à aranha? 
G) A obediência à tia Edna parece-me normal. 
 
GABARITO: 
01. B; 
02. (A) OI; (B) OD; (C) CN; (D) OD; (E) OD; (F) OP e CN; (G) OI; 
03. (A) OI; (B) Adjunto adverbial de lugar 
(C) CN; (D) OI; (E) Sujeito simples; (F) CN; (G) CN 
 
 
 
NOMES LIGADOS A PREPOSIÇÕES 
 
Abstraí de, em Atenção a, para, para com, 
por, em 
Abundante de, em Afável com, para com 
Abuso de, contra Aflito com, por, para 
Acareação de, com, entre Aliado a, com, de, entre, 
contra 
Acatado de, por, em A favor de 
Acautelado contra, de, em Alusão a, sobre 
Acessível a, em Ambicioso de, por 
Acostumado a, com Análoga, em 
Adesão a, contra Ansioso de, para, por 
Aparentado a, com, de, Atencioso com, para com 
Apologia de Atento a, em, para 
Aproximação de, a, com, 
entre Aversão a, por, em 
Apto a, para, em Ávido de, por 
Assíduo a, em Benefício a, para 
 
 
 
 
1. No trecho “O ordenamento jurídico vem sendo 
confrontado com as inovações tecnológicas decorrentes da 
aplicação da inteligência artificial (IA) nos sistemas 
computacionais.”, haja vista a regência de “confrontado” 
admitida no trecho, o complemento regido por esse termo 
só pode ser introduzido pela preposição “com”. 
 
( ) Certo 
( ) Errado 
 
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2. No trecho “...são alguns dos desafios e aspirações 
humanas para cuja solução, durante séculos, a ciência e a 
tecnologia têm contribuído. ”, o emprego da preposição 
“para”, em “para cuja solução”, se justifica pela regência do 
verbo contribuir, presente na forma verbal “têm 
contribuído”. 
 
( ) Certo ( ) Errado 
 
 
3. No trecho “Só resta pensar então em como abandoná-
lo. O estudo de um Velho, se ainda lhe resta a fazer, é 
unicamente o de aprender a morrer e é precisamente o que 
menos se faz na minha idade, pensa-se em tudo, menos 
nisso. ”, a regência do verbo restar é diferente nos trechos 
“resta pensar” e “resta a fazer”: neste, o sentido do verbo 
altera-se em relação ao empregado naquele. 
 
( ) Certo ( ) Errado 
 
 
4. No trecho “...reduziram a pequenas hortas que rodeavam 
a casa do dono do engenho, exclusivamente reservadas 
para a família do plantador branco...” A correção gramatical 
e o sentido original do texto seriam preservados caso a 
expressão “reservadas para a família” fosse alterada para 
reservadas à família. 
 
( ) Certo ( ) Errado 
 
 
5. No primeiro trecho a seguir, seria gramaticalmente 
correto substituir a forma verbal “perguntei”, em “perguntei 
ao doutor Murilo Carvalho”, por interroguei, desde que o 
segmento “ao doutor” fosse substituído por: 
 
A) pelo doutor. 
B) do doutor. 
C) contra o doutor. 
D) o doutor. 
E) para o doutor. 
 
 
 
 
GABARITO COMENTADO 
 
1. Analisando o período "O ordenamento jurídico vem sendo 
confrontado com as inovações tecnológicas decorrentes da 
aplicação da inteligência artificial (IA) nos sistemas 
computacionais" podemos afirmar que o complemento 
regido por esse termo só pode ser introduzido pela 
preposição “com”, pois o que é confrontado, é confrontado 
"com" algo no trecho, no caso, o ordenamento jurídico é 
confrontado com as inovações tecnológicas, dessa forma, 
vemos que a preposição "com" é obrigatória. 
GABARITO: CERTO 
 
 
2. O verbo "contribuir" exige a preposição "para" [quem 
contribui, contribui para alguma coisa]. Nas orações 
adjetivas, o uso de uma preposição antes do pronome 
relativo se justifica por causa da regência do verbo. Vejamos 
a oração adjetiva sem o pronome relativo "cuja": 
A ciência e a tecnologia têm contribuído para a solução dos 
desafios e aspirações humanas. 
GABARITO: CERTO 
3. Primeiramente, note-se que há diferença na regência do 
verbo "restar" nas duas ocorrências. Em "resta pensar", o 
verbo "resta" é intransitivo e o verbo "pensar" desempenha 
a função de sujeito oracional do verbo "restar". Ou seja, 
ISSO resta. 
Já, em "se ainda lhe resta a fazer", o pronome "lhe" exerce 
a função de objeto indireto de "restar"; por isso, o verbo 
"restar" é transitivo indireto. Por fim, a forma verbal "fazer" 
é o sujeito oracional de "restar". Ou seja, ISSO reta a você. 
 
Observe ainda que ocorreu um erro ao inserir a proposição 
"a" diante do verbo "fazer", porque o sujeito jamais será 
preposicionado. 
Dessa forma, o adequado será a seguinte construção: se 
ainda lhe resta fazer. 
 
Embora haja uma regência distinta nas duas ocorrências, o 
sentido será exatamente o mesmo; por isso, a questão está 
errada. 
GABARITO: ERRADO 
 
 
4. No contexto em que está empregado o verbo "reservar" 
encontra-se na forma nominal particípio e indica finalidade, 
logo exige uma preposição com o mesmo sentido, a exemplo 
de "para", sendo assim, é possível a substituição por "à", 
pois a preposição “a”, nesse caso, expressaria o mesmo 
sentido finalístico de "para" e como o substantivo “família” 
admite o artigo feminino "a", ocorre a crase. 
GABARITO: CERTO 
 
 
5. Interroguei vem do verbo interrogar. 
O mesmo que: perguntei, demandei, inquirir. 
O verbo é transitivo direto. Logo, não exige preposição. 
GABARITO: D 
 
 
 
 
CRASE 
 
 
Crase é a contração da preposição “A” + o artigo “A” 
 
PREPOSIÇÃO A ARTIGO A 
(OI) OBJETO INDIRETO (PF) PALAVRA FEMININA 
(CN) COMPLEMENTO NOMINAL ADMITIR ARTIGO 
(AA) ADJUNTO ADVERBIAL IDEIA DEFINIDA 
 
 
Exemplos: 
 
Eu entreguei flores à aluna. 
 (OI + PF) 
 
Começou uma caça às bruxas. 
 (CN + PF) 
 
Nós iremos à praça. 
 (AA + PF) 
Eu irei a Buenos Aires. 
 (PM – Palavra masculina) 
 
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Nós compramos à vista. 
 (AA + PF) 
 
Nós compramos a prazo. 
 (AAM + PM) 
 
Eu assisto a qualquer novela. 
 
 
 
 
01. “Dê ciência ___ todos de que não mais se atenderá ____ 
pedidos que não forem dirigidos ____ diretoria”: 
 
A) a – a – a. 
B) a – à – a. 
C) a – a – à. 
D) à – à – a. 
E) à – a – a. 
 
 
GABARITO: 01.C 
 
 
CASOS ESPECIAIS 
1 - GEOGRÁFICO 6 - VOCÊ 
2 - CASA 7 - MINHA 
3 - TERRA 8 - MARIA 
4 - HORA 9 – ATÉ A 
5 - DISTÂNCIA 10 - MODA 
 
 
GEOGRÁFICO 
 
Vim de, crase pra quê? 
Vim da, crase há! 
Com qualidade sempre haverá. 
 
Nós fomos a Paris. -----→ Vim de Paris. 
 
Nós fomos à França. ----→ Vim da França. 
 
Nós fomos à encantadora Paris. 
 
 
CASA / TERRA 
 
CASA – com qualidade tem. 
CASA – sem qualidade não tem. 
 
Logo irei à casa de carnes. 
 
Logo retornarei a casa. 
 
Os marinheiros voltaram a terra e, depois foram à terra de 
seus ancestrais. 
 
Os astronautas voltaram à Terra. 
 
Observação: Terra – planeta 
 
HORA 
 
Hora * tem 
 
O rapaz chegará à uma hora. 
 
O aluno chegou às duas horas. 
 
EXCEÇÕES: 
 
Ele chegará daqui a duas horas. 
 
Ele chegará a qualquer hora. 
 
Eu chegarei às dez horas. 
 
Eu chegarei após as dez horas. 
 
Eu chegarei até as dez horas. 
 
 
Preposições: a, ante, após, até; 
 
O qualquer aluno vai a Porto Seguro. 
 
A qualquer aluna vai a Porto Seguro. 
 
 
Regra geral: os pronomes indefinidos não aceitam artigos, 
por isso, não há crase. 
 
Eu me refiro às outras poesias. 
 VTI (OI + PF) 
 
As outras alunas não faltaram. 
 
 
DISTÂNCIA 
 
Distância determinada tem. 
Distância indeterminada não tem. 
 
Ela ficou à distância de doismetros. 
 AA + PF 
 
Ela permaneceu a distância. 
 AA 
 
Os bombeiros permaneceram a distância das chamas. 
AA 
 
Você (pronome de tratamento) não tem: 
 
Ele contou todos os podres a Vossa Excelência. 
 
Exceções: dona, senhora, senhorita e madame. 
 
Ele contará tudo à senhora. 
 
Observação: o pronome de tratamento “você” está 
representando todos os pronomes de tratamento. 
 
 
 
 
 
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PRONOME DE TRATAMENTO 
VOCÊ TRATAMENTO FAMILIAR 
VOSSA ALTEZA PRÍNCIPES, DUQUES 
VOSSA EXCELÊNCIA ALTAS AUTORIDADES 
VOSSA MAGNIFICÊNCIA REITORES 
VOSSA MAJESTADE REIS E IMPERADORES 
VOSSA MERITÍSSIMA JUÍZES 
VOSSA REVERENDÍSSIMA SACERDOTES 
VOSSA SENHORIA ALTAS AUTORIDADES 
VOSSA SANTIDADE PAPA 
SENHOR, SENHORA TRATAMENTO 
RESPEITOSO GERAL 
 
 
CASOS ESPECIAIS: A CRASE É LIVRE 
 
MINHA 
MARIA 
ATÉ A 
 
Ele entregou os presentes à sua amiga. 
 OI + PF 
 
Ele entregou os presentes a sua amiga. 
 
Observação: nesses casos opcionais, é o artigo que é 
opcional. 
 
Exemplos: 
Meu filho chegou. 
 
O meu filho chegou. 
 
Neste caso abaixo, a crase se torna obrigatória, pois “à sua” não 
tem o substantivo feminino a frente dele. 
 
Ele entregou flores a minha amiga, mas não entregou à sua. 
 
Eu revelei o segredo a Joana. 
 
Nós não diremos nada à Rose. 
 
Eu revelei o segredo à encantadora Inaê. 
 
 
 
 
 
01. Opção que preenche corretamente as lacunas: “O 
gerente dirigiu-se ___ sua sala e pôs-se ___ falar ___ todas 
as pessoas convocadas”. 
 
A) à – à - à 
B) a – à – à 
C) à – a – a 
D) a – a – à 
E) à – a – à 
 
 
02. Assinale a alternativa que preenche corretamente as 
lacunas do texto ao lado: “Recorreu ___ irmã e ___ ela se 
apegou como ___ uma tábua de salvação”. 
 
A) à – à – a 
B) à – a – à 
C) a – a – a 
D) à – à – à 
E) à – a – a 
 
 
GABARITO: 01. C; 02. E 
 
 
ATÉ A 
Nós caminhamos até à sala. 
 
Nós fomos até a sala. 
 
 
MODA/ MANEIRA 
(SEMPRE TEM) 
 
Adoro arroz à grega. 
 
Adoro arroz à moda grega. 
 
Ele escreve à Machado de Assis, pois o estilo também é 
irônico. 
 
Observação: 
 
Caso haja a primeira parte da regra: 
 
 
 
OI, CN, AA MAIS OS PRONOMES: AQUELE, AQUELA, 
AQUILO 
 
SEMPRE HAVERÁ CRASE. 
 
Nós nos referimos a aquele aluno. 
 
Nós nos referimos àquele aluno. 
 
 
 
 
 
 
03. Assinale a frase em que à ou às está mal-empregado. 
 
A) Amores à vista. 
B) Referi-me às sem-razões do amor. 
C) Desobedeci às limitações sentimentais. 
D) Estava meu coração à mercê das paixões. 
E) Submeteram o amor à provações difíceis. 
 
 
 
 
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04. Assinalar a alternativa que preenche corretamente as 
lacunas das seguintes orações: 
 
I. Precisa falar ___ cerca de três mil operários. 
II. Daqui ____ alguns anos tudo estará mudado. 
III. ___ dias está desaparecido. 
IV. Vindos de locais distantes, todos chegaram ___ tempo 
____ reunião. 
 
A) a – a – há – a – à 
B) à – a – a - há - a 
C) a – à – a – a - há 
D) há – a – à – a - a 
E) a – há – a – à – a 
 
GABARITO: 03. E; 04. A 
 
 
 
NÃO HÁ CRASE: 
 
19 a 20 de outubro. 
Roupas a partir de 2 reais. 
Nada devo a ela. 
Nós andamos a cavalo. 
Gota a gota 
 
Não podemos colocar artigo antes de pronomes 
demonstrativos como oblíquos: 
 
Nada devo a ela. 
Não tem crase antes de palavra masculina: 
 
Nós andamos a cavalo. 
 
Não existe crase antes de expressão repetidas: 
 
Gota a gota. 
 
 
 
 
 
 
 
05. Dentre as orações abaixo, uma contém complemento 
nominal. Qual? 
 
A) Meu pensamento é subordinado ao seu. 
B) Você não deve faltar ao encontro. 
C) Irei à sua casa amanhã. 
D) Venho da cidade às três horas. 
E) Voltaremos pela rua escura... 
06. Assinale a alternativa em que está correto o uso do 
acento indicativo de crase: 
 
A) O autor se comparou à alguém que tem boa memória. 
B) Ele se referiu às pessoas de boa memória. 
C) As pessoas aludem à uma causa específica. 
D) Ele passou a ser entendido à partir de suas reflexões 
sobre a memória. 
E) Os livros foram entregues à ele. 
 
 
07. Refiro-me ___ atitudes de adultos que, na verdade, 
levam as moças ___ rebeldia insensata e ___ uma fuga 
insensata. 
 
A) às – à – à 
B) as – à – à 
C) às – à – a 
D) à – a – a 
E) à – a – à 
 
 
08. Assinale a opção incorreta com relação ao emprego do 
acento indicativo de crase: 
 
A) O pesquisador deu maior atenção à cidade menos 
privilegiada. 
B) Este resultado estatístico poderia pertencer à qualquer 
população. 
C) Mesmo atrasado, o recenseador compareceu à 
entrevista. 
D) A verba aprovada destina-se somente àquela cidade 
sertaneja. 
E) Veranópolis soube unir a atividade à prosperidade. 
 
GABARITO: 05. A; 06. B; 07. C; 08. B 
 
 
 
 
1. No trecho “...Bodies revealed é um espetáculo cadavérico 
no qual corpos dissecados e partes corporais — reduzidos a 
formas, cores e texturas — são espetacularmente exibidos 
em pedestais...”, estaria mantida a correção gramatical do 
quinto período do primeiro parágrafo caso fosse empregado 
o sinal indicativo de crase no “a” que antecede o nome 
“formas”. 
 
( ) Certo ( ) Errado 
 
 
2. No trecho “A obrigatoriedade do fornecimento do DNA e 
a submissão daqueles ainda não condenados e em liberdade 
condicional à entrega de seu material genético foram 
assuntos bastante discutidos no cenário estadunidense.”, o 
emprego do sinal indicativo de crase em “à entrega” deve-
se à regência do nome “submissão” e à determinação do 
vocábulo “entrega” por artigo definido. 
 
( ) Certo ( ) Errado 
 
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3. No trecho “...foram nossos mediadores de leitura: esses 
adultos íntimos que deram vida às páginas de um livro...”, 
o emprego do sinal indicativo de crase em “às páginas de 
um livro” é facultativo, já que sua supressão não 
prejudicaria a correção gramatical nem o sentido original do 
trecho. 
 
( ) Certo ( ) Errado 
 
 
4. No trecho “O Tocantins dá abrigo à mais completa floresta 
fossilizada do mundo, que viveu no Período Permiano, em uma 
época anterior à dos dinossauros. No final desse período, o 
planeta assistiu à maior extinção em massa da fauna e da flora 
de sua existência.”, o emprego do sinal indicativo de crase em 
“anterior à dos dinossauros” decorre da: 
 
A) regra de acentuação de palavras monossílabas. 
B) presença de expressão adverbial com nome feminino. 
C) elipse do nome “época” imediatamente depois de “à”. 
D) regência do adjetivo “anterior” e presença do artigo 
feminino antes do termo elíptico “época”. 
E) regência do nome “época”. 
 
 
5. Considerando que os fragmentos incluídos nas opções 
abaixo constituem trechos de texto adaptado da Zero Hora 
de 3/3/2014, assinale a opção em que o fragmento está 
gramaticalmente correto em relação ao emprego dos sinais 
indicativos de crase. 
 
A) A descrença na política pode ter o viés positivo de 
aumentar à massa crítica da população, de levar à 
indignação para as ruas e de criar uma cultura de 
acompanhamento e controle da representação. 
B) Em vez de revolta contra o voto obrigatório, é melhor 
transformá-lo em voto meritório, de forma que 
contemple candidatos sobre os quais não paire dúvida 
em relação à honestidade e à vontade de efetivamente 
trabalhar pelo país. 
C) Quanto antes esta seleção começar, mais acertos 
teremos. Evidentemente, sempre haverá enganos e 
traições, mas à mesma democracia que possibilita tais 
desvios oferece igualmente remédios para corrigi-los. 
D) Já não se pode mais contar nos dedos de uma mão os 
políticos que perderam mandatos, cargos e até à 
liberdade por terem traído a confiança da população. 
E) Cidadãos bem informados e partícipes têm poder para 
fiscalizar e depurar à política, colocando nos postos de 
comando da administração pessoas íntegras e 
comprometidas com o país. 
 
 
 
GABARITO COMENTADO 
 
1. Para ocorrer a crase corretamente, não bastaapenas o 
sinal indicativo desse fenômeno. É preciso também inserir o 
artigo definido "as" antes de "formas", pois este substantivo 
é feminino plural. Dessa forma, a preposição "a" exigida pelo 
adjetivo "reduzidos" junta-se ao artigo definido "as" e 
ocasiona a crase: reduzidos a + as formas = às formas. 
GABARITO: ERRADO 
2. O “A” irá receber acento grave indicativo de crase pela razão 
de que o termo "submissão" faz parte do sentido da expressão 
"à entrega" e o termo nominal pede que o complemento seja 
regido por preposição A, que se contrai com o artigo definido 
feminino que acompanha o substantivo "entrega". 
GABARITO: CERTO 
 
 
3. Vemos que a forma verbal "deram" solicita um dos seus 
complementos introduzido pela preposição "a", essa 
preposição se fundiu com o artigo "as" que antecede a 
palavra "páginas", originando a crase. 
GABARITO: ERRADO 
 
 
4. A letra C engana, pois fala da elipse de "época" - o que 
compõe o gabarito, mas não apenas isso. 
A resposta correta está na letra D, já que o adjetivo 
"anterior" exige preposição: o que é anterior, é anterior A 
alguma coisa; na sequência, "época" na forma elíptica exige 
o artigo A. 
GABARITO: D 
 
 
5. O termo "relação" pede a preposição "a" e os 
complementos "honestidade" e "vontade" vem 
acompanhados do artigo definido "a". A fusão da preposição 
com o artigo resulta em crase. 
GABARITO: B 
 
 
 
ORAÇÕES COORDENADAS 
ASSINDÉTICAS E SINDÉTICAS 
 
A conjunção liga uma oração a outra. 
 
CONJUNÇÕES COORDENATIVAS 
ADITIVAS 
E, NEM, TAMBÉM, 
NÃO SÓ..., MAS TAMBÉM; 
(Regra geral, SEM vírgula) 
ALTERNATIVAS 
OU...OU, 
QUER...QUER, SEJA...SEJA, 
ORA...ORA, 
JÁ...JÁ; 
(uso de vírgula, LIVRE) 
ADVERSATIVAS 
MAS, 
PORÉM, CONTUDO, TODAVIA, 
NO ENTANTO, ENTRETANTO; 
(uso de vírgula, 
OBRIGATÓRIO) 
CONCLUSIVAS 
LOGO, PORTANTO, POR ISSO; 
(uso de vírgula, 
OBRIGATÓRIO) 
EXPLICATIVAS 
ISTO É, POR EXEMPLO, A SABER, 
POIS. 
(uso de vírgula, 
OBRIGATÓRIO) 
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As conjunções aditivas indicam soma nas orações. 
 
As conjunções alternativas indicam escolha dentro das 
orações. 
 
As conjunções adversativas indicam adversidade, 
ressalva, oposição, contrariedade dentro das orações. 
 
As conjunções conclusivas indicam a conclusão de um 
raciocínio nas orações. 
 
As conjunções explicativas indicam explicação dentro das 
orações. 
 
Exemplos: 
 
Ele olhou a sala/, observou os alunos /e saiu. 
 
Observação: período vai da letra maiúscula até o ponto 
final (pode ser também .,!?/...). 
Período simples: tem somente um verbo, portanto, uma 
oração. 
 
Período composto: possuem mais de um verbo, portanto 
mais de uma oração. 
 
 
ORAÇÕES SUBORDINADAS 
 
Eu creio que você aprendeu objeto indireto. 
 
Eu creio – oração principal 
 
que você aprendeu objeto indireto – oração subordinada 
 
Exemplos: 
 
Ora ele planta, ora ele capina o mato. 
Or. coord. sind. alternativa 
 
Ele não plantou milho nem derrubou o mato. 
Or. coord. Or. coord. sindética 
assindética aditiva 
 
Zé Brasil trabalha na terra, porém o coronel fica com 
os lucros. Or. coord. sind. 
adversativa 
 
Observação: neste caso abaixo a ideia é de adição e 
não de adversidade. 
 
Não só o professor, mas também os alunos sairão 
mais cedo. 
 
Ele trabalha muito; deveria, pois, lucrar mais. 
Or. Coord. assindética Or. Coord. sindética 
 conclusiva 
 
O coronel o expulsou, pois era o dono das terras. 
Or. Coord. assindética Or. Coord. sindética 
 explicativa 
POIS antes do verbo é explicativa. 
POIS depois do verbo é conclusiva. 
 
O camponês preparou a terra, plantou, não colheu nada. 
 
Or. Coord. assindéticas 
 
Ele estudou, pois passou na prova. 
Or. Coord. Or. Coord. sindética 
assindética explicativa 
 
Ele estuda; passará, pois, na prova. 
Or. Coord. Or. Coord. sindética 
assindética conclusiva 
 
 
 
 
09. A oração “Não se verificou, todavia, uma transplantação 
integral de gosto e de estilo” tem valor: 
 
A) conclusivo. 
B) adversativo. 
C) concessivo. 
D) explicativo. 
E) alternativo. 
 
 
10. “Estudamos, logo deveremos passar nos exames”. A 
oração em destaque é: 
 
A) coordenada explicativa. 
B) coordenada adversativa. 
C) coordenada aditiva. 
D) coordenada conclusiva. 
E) coordenada alternativa. 
 
 
11. “Deus não fala comigo, e eu sei que Ele me escuta.” O 
conectivo “e” pode ser substituído, sem contrariar o sentido, 
por: 
 
A) ou. 
B) mas. 
C) porque. 
D) porquanto. 
E) nem. 
 
 
12. Das orações abaixo qual delas possui valor de conclusão: 
 
A) Não receio que ela se aborreça, pois já expliquei o que 
houve. 
B) Nada se pode fazer, pois o encarregado já saiu. 
C) Você diz que não se importa, pois eu desejo explicações. 
D) Elas avisaram que poderiam se atrasar; devemos, pois, 
aguardá-las mais um pouco. 
E) Ele não lhe disse a verdade, pois exija que o faça. 
 
GABARITO: 09. B; 10. D; 11. B; 12. D 
ORAÇÃO COORDENADA ASSINDÉTICA 
Separada por vírgula 
 
ORAÇÃO COORDENADA SINDÉTICA 
Separada por conjunção 
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1. No trecho “Quanto mais se tem a saber, mais se pode 
ignorar.”, as orações que o formam estão coordenadas com 
base em uma relação semântica de contraste. 
 
( ) Certo 
( ) Errado 
 
 
2. No trecho “Quanto ao gênero deles, não sei que diga que 
não seja inútil” a vírgula separa orações coordenadas. 
 
( ) Certo 
( ) Errado 
 
 
3. No trecho “Ela é pouco mencionada na série, pois não 
existe mais, mas sua língua (o alto valiriano) ainda é usada 
por uma elite seleta. Seria como falar latim clássico na 
Europa medieval.”, os vocábulos “pois” e “mas” introduzem, 
respectivamente, orações com sentido explicativo e 
adversativo. 
 
( ) Certo 
( ) Errado 
 
 
4. Sem prejuízo da correção gramatical e do sentido original 
do trecho “Vale ressaltar, no entanto, que essa não é uma 
tendência exclusivamente brasileira.” a expressão “no 
entanto” poderia ser substituída por: 
 
A) conquanto. 
B) sobretudo. 
C) portanto. 
D) todavia. 
E) dessa forma. 
 
 
5. No trecho “A relação entre as duas foi se tornando 
indireta, mas nunca foi totalmente rompida, porquanto não 
pode sê-lo.”, o conector “porquanto” introduz segmento de 
sentido. 
 
A) concessivo. 
B) conclusivo. 
C) opositivo. 
D) condicional. 
E) explicativo. 
 
 
 
GABARITO COMENTADO 
 
1. Na frase está presente a conjunção subordinativa 
correlativa quanto mais…mais (as conjunções correlativas 
caracterizam-se por se apresentarem de forma descontínua 
na frase, apresentando dois membros, um em cada uma das 
duas orações que se relacionam entre si). 
A frase apresentada inclui uma oração subordinada 
tradicionalmente designada de adverbial proporcional. 
GABARITO: ERRADO 
2. Errada, pois para ter oração seria necessário a existência 
do verbo antes e depois da vírgula. 
“Quanto ao gênero deles, não sei que diga que não seja 
inútil” (Sem verbo/sem oração). 
GABARITO: ERRADO 
 
 
3. Pois pode ser: 
explicativo: quando substituído por porque; 
causal: quando substituído por já que; 
conclusivo: quando substituído por portanto. 
No contexto empregado, temos uma explicação. 
GABARITO: CERTO 
 
 
4. Conjunções coordenativas adversativas: mas (sempre no 
início da oração), porém, entretanto, no entanto, contudo, 
todavia, não obstante. 
GABARITO: D 
 
 
5. O conectivo “porquanto” é explicativo. 
Explicativo: conectores explicativos são utilizados para fornecer 
uma explicação ou esclarecimento sobre a ideia apresentada 
anteriormente. Exemplo: "O experimento falhou, porquanto as 
condições de temperatura não foram controladas 
adequadamente." 
GABARITO: E 
 
 
 
PERÍODO COMPOSTO POR 
SUBORDINAÇÃO 
 
 
 SUBSTANTIVA 
ORAÇÃO 
SUBORDINADA ADVERBIAL 
 
 ADJETIVA 
 
 
Naoração subordinada substantiva, a oração fará a 
função de um substantivo. 
 
Na oração subordinada adverbial, a oração fará a função 
de um advérbio. 
 
Na oração subordinada adjetiva, a oração fará a função 
de um adjetivo. 
 
CONJUNÇÕES SUBORDINATIVAS 
INTEGRANTES QUE, SE; 
CAUSAL PORQUE, UMA VEZ QUE, JÁ QUE, 
COMO; 
COMPARATIVA COMO, TAL QUAL, SEMELHANTE A, 
IGUAL A; 
CONCESSIVA EMBORA, SE BEM QUE, APESAR DE 
QUE, AINDA QUE, POR MAIS QUE; 
CONDICIONAL SE, CONTANTO QUE, CASO; 
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CONFORMATIVA CONFORME, CONSOANTE; COMO 
CONSECUTIVA É O QUE DEPOIS DE TAL, TÃO, 
TANTO, TAMANHO; 
FINAL A FIM DE QUE, PARA QUE; 
PROPORCIONAL À PROPORÇÃO QUE, À MEDIDA QUE; 
TEMPORAL QUANDO, ENQUANTO, 
LOGO QUE, DEPOIS QUE; 
 
 
ORAÇÃO SUBORDINADA ADVERBIAL 
 
As orações subordinadas adverbiais são as orações que 
funcionam como advérbios. Para que uma oração seja 
subordinada adverbial, ela dependerá de outra 
oração. E se chama adverbial, pois irá fazer a função de um 
advérbio. Só que agora será um advérbio em formato de 
oração, pois tem verbo. 
 
As conjunções subordinativas integrantes servem para 
ligar (integrar) uma oração à outra. São elas que iniciam as 
orações subordinadas substantivas. 
 
 
ORAÇÃO SUBORDINADA ADVERBIAL CAUSAL 
 
As orações subordinadas adverbiais causais são as que 
têm a função de trazer o sentido de efeito, causa na 
oração. 
 
Eu saí porque estava muito cansado. 
 
Como estava cansado, saí. 
 
 
ORAÇÃO SUBORDINADA ADVERBIAL COMPARATIVA 
 
As orações subordinadas adverbiais comparativas são 
as que dão ideia de comparação. 
 
Ela fala como falam as crianças. 
 
Ela fala como as crianças. 
 
 
ORAÇÃO SUBORDINADA ADVERBIAL CONCESSIVA 
 
Uma oração subordinada adverbial concessiva traz o 
sentido de uma contrariedade suavizada. 
 
Embora eu estude, apreendo pouco. 
 
 
ORAÇÃO SUBORDINADA ADVERBIAL CONDICIONAL 
 
As orações subordinadas adverbiais condicionais 
trazem ideia de condição. 
 
Eu viajaria se eu pudesse. 
 
 
 
 
 
 
01. Considerando a conjunção que introduz a oração 
coordenada, escolha a alternativa correta. 
 
“A torcida incentivou os jogadores; esses, contudo, não 
venceram.” 
 
A) proporção. 
B) explicação. 
C) conclusão. 
D) oposição. 
E) concessão. 
 
GABARITO: 01. D 
 
 
DIFERENCIANDO A PALAVRA SE 
 
ORAÇÃO SUBORDINADA SUBSTANTIVA OD 
 
Eu não sei se viajarei. 
Eu não sei isso. 
 
 
ORAÇÃO SUBORDINADA ADVERBIAL CONDICIONAL 
 
Eu viajaria se eu pudesse. 
 
 
ORAÇÃO SUBORDINADA ADVERBIAL CONFORMATIVA 
 
As orações subordinativas adverbiais conformativas 
dão ideias de conformidades nas orações, ou seja, está 
de acordo ou não. 
 
Ele explicou conforme pedimos. 
 
Ele explicou consoante nós pedimos. 
 
 
ORAÇÃO SUBORDINADA ADVERBIAL CONSECUTIVA 
 
As orações subordinadas adverbiais consecutivas são 
as que trazem ideia de consequência da oração 
anterior. 
 
O barulho era tal que não dormi. 
 
 
ORAÇÃO SUBORDINADA ADVERBIAL FINAL 
 
As orações subordinadas adverbiais finais trazem ideia 
de finalidade, objetivo. 
 
A fim de que me ouvissem, falei mais alto. 
 
Falei mais alto para que me ouvissem. 
 
 
 
 
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02. No período: “Era tal a serenidade da tarde, que se 
percebia o sino de uma freguesia distante, dobrando a 
finados.”, a segunda oração é: 
 
A) subordinada adverbial causal. 
B) subordinada adverbial consecutiva. 
C) subordinada adverbial concessiva. 
D) subordinada adverbial comparativa. 
E) subordinada adverbial subjetiva. 
 
 
GABARITO: 02.B 
 
 
ORAÇÃO SUBORDINADA ADVERBIAL 
PROPORCIONAL 
 
As orações subordinativas adverbiais proporcionais 
são as que trazem ideia de proporcionalidade, ou seja, 
ideia de tempo que vai passando paulatinamente (pouco a 
pouco). 
 
À proporção que o tempo passa, fico mais apaixonado. 
 
Fico mais apaixonado à medida que o tempo passa. 
 
 
ORAÇÃO SUBORDINADA ADVERBIAL 
TEMPORAL 
 
Uma oração subordinada adverbial temporal traz o 
sentido de tempo. 
 
Quando saio à noite, vasculho a imensidão à caça de alguma 
estrela, que me faça recordar o brilho dos teus olhos. 
 
 
 
 
 
03. Classifique as orações: 
 
Minha mão tremia tanto que mal podia escrever. 
 
 
Trunfilda acompanhou a irmã, embora estivesse cansada. 
 
 
À medida que subimos, o ar se rarefaz. 
 
 
Fiz-lhe sinal para que não insistisse. 
 
 
Ia escurecendo quando entrou em casa. 
 
 
Se Deus não guarda a cidade, em vão a sentinela vigia. 
 
04. Temos uma oração subordinada adverbial concessiva em: 
 
A) Se eu tivesse dinheiro, compraria hoje um carro. 
B) Fizemos a consulta, conforme a solicitação dos 
auditores. 
C) Enquanto a mídia entrevistava o especialista, os 
telespectadores assistiam impávidos. 
D) O especialista não concordará com sua opinião, por mais 
que você insista. 
 
GABARITO: 
03. Minha mão tremia tanto que mal podia escrever. 
 oração subordinada adv. consecutiva 
Trunfilda acompanhou a irmã, embora estivesse cansada. 
 oração subordinada adv. concessiva 
À medida que subimos, o ar se rarefaz. 
 oração subordinada adv. proporcional 
Fiz-lhe sinal para que não insistisse. 
oração subordinada adv. final 
Ia escurecendo quando entrou em casa. 
oração subordinada adv. temporal 
Se Deus não guarda a cidade, em vão a sentinela vigia. 
oração subordinada adv. condicional 
04. D 
 
 
 
 
 
1. O trecho “Para enxergarmos de perto objetos ainda 
menores, precisamos ampliar nossos sentidos. Com a ajuda 
da tecnologia atual, conseguimos explorar o universo tanto 
no macro quanto na microescala.”, é composto por uma 
oração subordinada adverbial concessiva. 
 
( ) Certo 
( ) Errado 
 
 
2. Em relação ao período composto por subordinação, 
assinale a opção INCORRETA quanto à classificação das 
orações destacadas. 
 
A) "Começou quando iniciei um relacionamento com 
alguém completamente diferente de mim." - Oração 
subordinada adverbial temporal. 
B) "Não é fácil libertar-se do manual de instruções que nos 
autoimpomos." Oração subordinada adjetiva restritiva. 
C) "Meu paladar deixou de ser monótono: comecei a provar 
alimentos que nunca havia provado antes." - Oração 
subordinada adverbial temporal. 
D) "Já que é improvável que o próximo ano seja diferente 
de qualquer outro ano [ ... ]." - Oração subordinada 
substantiva subjetiva. 
E) "E sinto que é um caminho sem volta." - Oração 
subordinada substantiva objetiva direta. 
 
 
 
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3. O trecho “Em terra, ele é tratado em refinarias, que 
separam desse óleo as frações de gasolina, diesel e gás de 
cozinha, entre outros derivados.”, consiste em uma oração 
adjetiva restritiva, na medida em que delimita o tipo 
específico de refinarias a que se refere o texto. 
 
( ) Certo ( ) Errado 
 
 
4. Em “o papel do educador é, portanto, o de ajudar o discípulo 
a caminhar nesse sentido, despertando sua cooperação para 
que ele consiga, por si próprio, iluminar sua inteligência e sua 
consciência”, o trecho “para que ele consiga, por si próprio, 
iluminar sua inteligência e sua consciência” expressa uma 
condição em relação à oração “despertando sua cooperação”. 
 
( ) Certo ( ) Errado 
 
 
5. No trecho “quanto mais cresce a riqueza, mais aumenta 
a péssima distribuição dos bens” expressa uma relação de: 
 
A) comparação. 
B) oposição. 
C) proporcionalidade. 
D) conformidade. 
E) alternância. 
 
 
 
GABARITO COMENTADO 
 
1. O trecho é composto por uma oração subordinada 
adverbial concessiva. 
Em "Para enxergarmos de perto objetos ainda menores, 
precisamos ampliar nossos sentidos." percebe-se que a 
oração subordinada pode possuir tanto valor condicional 
como final, a depender da interpretação dada. 
Já a frase "Com a ajuda da tecnologia atual, conseguimos 
explorar o universo tanto na macro quanto na microescala"funciona como uma oração subordinada adverbial de modo, 
indicando de que maneira a ação principal, expressa na 
outra parte da frase, é realizada. 
GABARITO: ERRADO 
 
 
2. É uma subordinada adjetiva restritiva. 
Meu paladar deixou de ser monótono: comecei a provar 
alimentos OS QUAIS nunca havia provado antes. 
GABARITO: C 
 
 
3. Ao observar o trecho, é possível perceber que ele está 
isolado entre duas vírgulas e tem a intenção de oferecer uma 
explicação para o termo refinarias, dito anteriormente. 
Sendo assim, trata-se de uma oração subordinada adjetiva 
explicativa, e não restritiva. 
GABARITO: ERRADO 
 
 
4. A relação estabelecida nesse trecho não é de condição, 
como afirma a assertiva. A relação, considerando o uso da 
conjunção "para que", é de finalidade. O trecho “para que 
ele consiga, por si próprio, iluminar sua inteligência e sua 
consciência” é uma oração subordinada adverbial final. 
GABARITO: ERRADO 
5. A expressão "quanto mais" na oração subordinada se 
relaciona com o termo "mais" da oração principal. 
Essa é uma característica das orações proporcionais. 
GABARITO: C 
 
 
 
ORAÇÃO SUBORDINADA ADJETIVA 
EXPLICATIVA E RESTRITIVA 
 
ORAÇÕES ADJETIVAS (QUE = O QUAL) 
 
As orações adjetivas são iniciadas por pronome relativo, 
e podem vir com vírgula ou não. O emprego da vírgula pode 
ser livre, muda o sentido. Os pronomes relativos são: 
 
PRONOMES RELATIVOS 
O QUAL, A QUAL, OS QUAIS, AS QUAIS 
CUJO, CUJA, CUJOS, CUJAS 
ONDE, AONDE 
QUEM/ QUE = O QUAL 
 
Exemplos: 
 
O professor gosta de alunas estudiosas. 
 Adjetivo 
 
 
O professor gosta de alunas que estudam. 
 Oração sub. adjetiva restritiva 
 
 
Há coisas que nos comovem. 
 Oração sub. adjetiva restritiva 
 
ORAÇÃO SUBORDINADA ADJETIVA 
EXPLICATIVA COM VÍRGULA 
RESTRITIVA SEM VÍRGULA 
 
 
 
 
01. O que não é pronome relativo na opção: 
 
A) Não há mina de água que não o chame pelo nome, com 
arrulhos de namorada. 
B) Não há porteira de curral que não se ria para ele, com 
risadinha asmática de velha regateira. 
C) “Me espere em casa, que eu ainda vou dar uma espiada 
na novilhada parida da vereda.” 
D) “Tenho uma corrente de prata lá em casa que anda atrás 
de uma trenheira destas para pendurar na ponta.” 
E) “Quem seria aquele sujeito que estava de pé, encostado 
ao balcão, todo importante no terno de casimira?” 
 
GABARITO: 01. C 
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ORAÇÃO SUBORDINADA ADJETIVA EXPLICATIVA 
 
ISOLADA POR VÍRGULA 
 
Deus, que é nosso pai, talvez me perdoará. 
Oração sub. adjetiva explicativa 
 
 
ORAÇÃO SUBORDINADA ADJETIVA RESTRITIVA 
 
SEM VÍRGULA 
 
Pedra que rola não cria limo. 
 Oração sub. adjetiva restritiva 
 
 
SENTIDO DAS ORAÇÕES ADJETIVAS: 
 
Explicativa 
 
O menino, que está sentado, é meu sobrinho. 
 
 
 
Restritiva 
 
O menino que está de pé é meu sobrinho. 
 
 
 
 
Observação: A oração explicativa diz respeito ao único 
menino. Já na oração restritiva indica que tem mais de um 
menino, porém o que está de pé é meu sobrinho, os outros 
que estão sentados ou deitados não são meus sobrinhos. 
 
Meu carro, que é 89, está na oficina. 
 
Meu carro que é 89 está na oficina. 
 
O bolo, que é de morango, está na geladeira. 
 
O bolo que é de morango está na geladeira. 
 
 
 
Assinale o período em que a supressão da(s) vírgula(s) não 
altera o significado da frase: 
 
A) Ontem, a rua estava muito barulhenta. 
B) O deputado, que se mudou para a casa ao lado, tem sete 
filhos. 
C) A mãe da menina, histérica, pedia que alguém a 
ajudasse. 
D) Maria, vem cá mais tarde. 
E) Perdi a paciência com a secretária, que costuma me 
desmentir. 
 
GABARITO: A 
 
 
 
FUNÇÃO SINTÁTICA DOS PRONOMES RELATIVOS: 
 
Os alunos que são esforçados serão bem-sucedidos. 
 
que são esforçados 
 
Os alunos são esforçados 
 
 
Este é o terreno que eu lhe desejo doar. 
 
que lhe desejo doar 
 
O terreno que lhe desejo doar. 
 
Desejo doar-lhe o terreno. 
 
 
Não gostei do espetáculo que assisti. 
 
A que assisti 
 
Ao espetáculo assisti 
 
 
Asfaltaram o bairro em que moro. 
 
em que moro 
 
no bairro moro 
 
 
A apostila de que arrancaram a página é minha. 
 
De que arrancaram a página. 
 
Arrancaram a página da apostila. 
 
 
Agora percebes o bobo que sou. 
 
que sou 
 
Sou bobo. 
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1. No trecho “Foi na Constituição de 1891 que, pela primeira 
vez, o MP mereceu uma referência no texto fundamental.”, 
o vocábulo “que” introduz uma oração subordinada adjetiva 
restritiva. 
 
( ) Certo 
( ) Errado 
 
 
2. No trecho “De acordo com os gráficos mostrados a seguir, 
dos mais de vinte estados, apenas cinco não mudaram de 
posição ao longo do último ano (2022), com destaque para 
São Paulo e Santa Catarina, que lideram, assim como Rio de 
Janeiro e Roraima, que subiram bastante.”, a oração “que 
lideram” explica que, no ranking, São Paulo e Santa Catarina 
são os estados que ocupam a primeira e a segunda 
colocação, respectivamente. 
 
( ) Certo 
( ) Errado 
 
 
3. No trecho “Com o surgimento da Web 2.0, por 
consequência, desenvolve-se a Saúde 2.0, o que permite, 
na prática, que os atores da área da saúde interajam em 
fóruns virtuais que tratam de assuntos relacionados a 
doenças e prognósticos.”, a oração “que tratam de assuntos 
sobre doenças e prognósticos” modifica o antecedente 
“fóruns virtuais”, restringindo-lhe o domínio referencial a 
fóruns virtuais em que se discutem assuntos relacionados a 
doenças e prognósticos. 
 
( ) Certo 
( ) Errado 
 
 
4. No trecho “O evento comunitário é uma celebração da 
cultura dos imigrantes italianos, que fizeram da região sua 
morada. ”, a oração “que fizeram da região sua morada” 
(primeiro parágrafo) tem sentido explicativo. 
 
( ) Certo 
( ) Errado 
 
 
5. No trecho “está questionando o empréstimo feito pelo 
poderoso Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e 
Social (BNDES), que financia projetos de obras públicas na 
América Latina.” O segmento “que financia projetos de obras 
públicas na América Latina” constitui oração subordinada 
adjetiva restritiva. 
 
( ) Certo 
( ) Errado 
 
 
 
GABARITO COMENTADO 
 
1. O termo "que", exerce função de conjunção subordinada 
integrante introduzindo uma oração subordinada adjetiva 
explicativa, que pode ser comprovada pela presença da 
vírgula. 
GABARITO: ERRADO 
 
2. A oração "que lideram" é subordinada adjetiva 
explicativa, sendo isolada por vírgula. Ela oferece uma 
explicação acerca dos termos retomados pelo pronome 
relativo "que", "São Paulo" e "Santa Catarina", ditos antes 
do pronome. 
GABARITO: CERTA 
 
 
3. Perceba que a oração subordinada é introduzida por um 
pronome relativo, portanto, se trata de uma Oração 
Subordinada Adjetiva. 
 
Além disso, a ausência da pontuação apresenta uma 
restrição. 
 
Logo, pode-se dizer que há fóruns virtuais que tratam de 
assuntos relacionados a doenças e prognósticos e outros fóruns 
que tratam sobre outros assuntos. 
GABARITO: CERTO 
 
 
4. A oração "que fizeram da região sua morada.", é uma 
oração subordinada adjetiva explicativa, pois tem função de 
adjetivo e, como vem separada por vírgula, possui valor 
explicativo. 
GABARITO: CERTO 
 
 
5. O segmento em questão constitui uma oração 
subordinada adjetiva explicativa, que insere uma explicação 
melhor sobre o termo "Banco Nacional de Desenvolvimento 
Econômico e Social (BNDES)”. Essa oração, diferentemente 
da oração subordinada adjetiva restritiva, que especifica o 
termo a que se refere, é separada por vírgula. 
GABARITO: ERRADO 
 
 
 
ORAÇÕES SUBORDINADAS 
SUBSTANTIVAS 
 
1. SUBJETIVA – SUJEITO 
2. PREDICATIVA – PREDICATIVO 
3. OBJETIVA DIRETA – OBJETO DIRETO 
4. OBJETIVA INDIRETA – OBJETO INDIRETO 
5. COMPLETIVA NOMINAL – COMP. NOMINAL 
6. APOSTIVA – APOSTO 
 
O estudo é bom. 
Sujeito VL Predicativo 
 
(?) é bom. 
É bom que você estude. 
 Oração subordinada subst.subjetiva 
 
Ocorreu um acidente. 
 VI Sujeito 
 
Ocorre que vimos um acidente. 
 Sujeito 
 
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Pede-se paz. 
VTD+SE Sujeito simples 
 
Pede-se que os alunos fiquem em paz. 
 Oração subord. substantiva subjetiva 
 
Afirma-se que os 15% das patentes produzidas nos EUA 
estão no Vale do Silício. 
Oração subord. substantiva subjetiva 
 
Meu desejo é lindo. 
S. Simples VL predicativo 
 
Meu desejo é que você faça as tarefas. 
 Oração subord. Substantiva predicativa 
 
Eu desejo o seu olhar. 
SS VTD OD 
 
Eu desejo que ela me olhe um dia. 
 Oração subord. Substantiva objetiva direta 
 
 
 
 
 
01. “Não permita Deus que eu morra” – a oração em 
destaque exerce a função de: 
 
A) sujeito; 
B) adjunto adverbial; 
C) objeto indireto; 
D) objeto direto; 
E) complemento nominal. 
 
GABARITO: 01. D 
 
 
 
Eu creio em seu olhar. 
Ss VTI OI 
 
 
Eu creio que ela me olhará um dia. 
 Oração subord. Substantiva objetiva indireta 
 
 
Todos necessitam de que chegue mais cedo amanhã. 
 Oração subord. Substantiva objetiva indireta 
 
 
Eu tenho certeza de minha viagem amanhã. 
SS VTD OD CN AAT 
 
 
Eu tenho certeza de que viajarei amanhã. 
 Oração subord. subst. completiva nominal 
ORAÇÃO SUBORDINADA SUBSTANTIVA APOSITIVA 
 
A oração substantiva apositiva fará a função de aposto na 
oração. A única pontuada é a apositiva. 
 
Eu vou contar-lhe uma mentira: que não a amo mais. 
 Oração subord. Substantiva apositiva 
 
 
02. Indique a oração apositiva: 
 
A) Ele falou: “eu o odeio”. 
B) Não sabemos de você: sei viver sozinho. 
C) Sabemos que havia um grande estoque de roupas na 
loja, quis ir vê-las: era doida por vestidos novos. 
D) Fez três tentativas, aliás, quatro. Nada conseguiu. 
E) Havia apenas um meio de salvá-las: falar a verdade. 
 
 
03. Procurando se ater ao código ora exposto, relacione a 
segunda coluna de acordo com a primeira: 
 
A) oração subordinada objetiva direta. 
B) oração subordinada completiva nominal. 
C) oração subordinada objetiva indireta. 
D) oração subordinada subjetiva. 
E) oração subordinada predicativa. 
 
(xx) Ninguém desconfiava de que as decisões já estavam 
tomadas. 
(xx) Chegamos à conclusão de que nosso passeio não 
acontecerá. 
(xx) O problema é que não confio em você. 
(xx) O barulho constante não permite que os moradores 
vivam tranquilos. 
(xx) Decidiram-se que as novas mercadorias teriam um 
novo valor. 
 
 
04. Assinale a alternativa cuja oração subordinada é 
substantiva predicativa. 
 
A) Espero que venhas hoje. 
B) O aluno que trabalha é bom. 
C) Meu desejo é que te formes logo. 
D) És tão inteligente como teu pai. 
E) n.d.a. 
 
 
05. “Pode-se dizer que a tarefa é puramente formal.” 
No texto acima temos uma oração destacada que é ___ e 
um “se” que é ____. 
 
A) substantiva objetiva direta, partícula apassivadora. 
B) substantiva predicativa, índice de indeterminação do 
sujeito. 
C) relativa, pronome reflexivo. 
D) substantiva subjetiva, partícula apassivadora. 
E) adverbial consecutiva, índice de indeterminação do sujeito. 
 
 
 
 
 
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06. Na frase: “Suponho que nunca teria visto um homem”, 
a subordinada é: 
 
A) substantiva objetiva direta. 
B) substantiva completiva nominal. 
C) substantiva predicativa. 
D) substantiva apositiva. 
E) substantiva subjetiva. 
 
 
GABARITO: 02. E; 03. C–B–E–A-D; 04. C; 05. D; 06. A 
 
 
 
 
1. No trecho “A diferença é que aqui o tráfico controla 
territórios com armamento de guerra”, a oração introduzida 
por “que” complementa o sentido do nome “diferença”. 
 
( ) Certo ( ) Errado 
 
 
2. No período “O esporte nos mostra que não há grandes 
campeões que nunca tenham sido derrotados” a oração 
subordinada “que não há grandes campeões” exerce a 
função sintática de complemento direto da forma verbal 
mostra. 
 
( ) Certo ( ) Errado 
 
 
3. A oração “O mais provável é que a felicidade e a 
infelicidade estejam relacionadas a mecanismos cerebrais 
mais complexos do que se imagina” é classificada como 
subordinada substantiva predicativa. 
 
( ) Certo ( ) Errado 
 
 
4. Tendo como referência o trecho “Sei perfeitamente que 
um idioma é uma coisa viva e pulsante.”, assinale a opção 
correta no que diz respeito à classificação da oração “que 
um idioma é uma coisa viva e pulsante”: 
 
A) subordinada adverbial final 
B) subordinada adjetiva restritiva 
C) subordinada substantiva objetiva direta 
D) coordenada sindética explicativa 
E) subordinada substantiva predicativa 
 
 
5. “Ele fica perplexo com isso, mas depois descobre que o 
verdadeiro amor não vai parar. ” A oração sublinhada é 
classificada corretamente como: 
 
A) oração coordenada sindética conclusiva. 
B) oração subordinada adverbial condicional. 
C) oração subordinada adjetiva restritiva. 
D) oração subordinada substantiva objetiva direta. 
E) oração subordinada substantiva completiva nominal. 
 
 
GABARITO COMENTADO 
 
1. A oração "que aqui o tráfico controla territórios com 
armamento de guerra” atua como oração subordinada 
substantiva predicativa, que atua como predicativo do 
sujeito da oração principal "a diferença é". 
GABARITO: ERRADO 
 
 
2. Repare que a forma verbal "mostra" rege objeto direto: 
quem mostra, mostra alguma coisa. 
Para entender melhor, vamos substituir o trecho iniciado 
pelo vocábulo "que", colocando no lugar da oração o 
pronome demonstrativo isso. 
O esporte nos mostra isso. 
Observe que o pronome demonstrativo isso tem a função de 
objeto direto; ou seja, a conjunção "que" introduz oração 
substantiva objetiva direta. Portanto, a oração objetiva 
direta exerce a função sintática de complemento direto da 
forma verbal "mostra". 
GABARITO: CERTO 
 
 
3. [1] O mais provável é /que a felicidade e a infelicidade 
estejam relacionadas a mecanismos cerebrais mais 
complexos/[3] do que se imagina. 
A frase analisada apresenta três orações, e nenhuma exerce 
função de predicativo do sujeito para a oração principal. 
A oração 1 é a oração principal. 
A oração 2 é uma oração subordinada substantiva objetiva 
direta (introduzida pela conjunção "que"). 
A oração 3 é classificada como oração subordinada adverbial 
comparativa (introduzida pela conjunção "do que"). 
GABARITO: ERRADO 
 
 
4. Oração Subordinada Substantiva Objetiva Direta: 
funciona como objeto direto da oração principal, a qual 
apresenta um VTD ou VTDI, obrigatoriamente. 
Sei perfeitamente que um idioma é uma coisa viva e 
pulsante. 
Sei perfeitamente disso/isso. 
Saber (pode ser VTD ou VTDI). 
GABARITO: C 
 
 
5. Vamos trocar o "QUE" por "ISSO", para saber se O.S.S... 
Descobre ISSO = verdadeiro amor não vai parar. Concluímos 
que se trata de uma oração subordinada substantiva. 
Quem descobre, descobre ALGO. Portanto, oração 
subordinada substantiva objetiva direta. 
GABARITO: D 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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CONCORDÂNCIA VERBAL 
 
A concordância verbal é a concordância do verbo com o 
sujeito. 
 
Regra Geral 
 
Sujeito simples no singular – verbo no singular 
 
Paulo possui vários sonhos. 
 
Sujeito simples no plural – verbo no plural 
 
Os alunos possuem vários sonhos. 
 
Sujeito composto – verbo no plural 
 
O aluno e a aluna faltaram hoje. 
 
 
ORAÇÃO SEM SUJEITO 
 
HAVER – NO SENTIDO DE EXISTIR, OCORRER 
1º FAZER – TEMPO DECORRIDO 
2º FAZER – TEMPO CLIMÁTICO 
 
SER – TEMPO, DATAS E HORAS 
 
AMANHECER – FENÔMENOS DA NATUREZA 
 
Oração sem sujeito – verbo no singular, com exceção do 
verbo ser que concorda com o que vem depois. 
 
 
ORAÇÃO SEM SUJEITO – SEMPRE NO SINGULAR 
 
Há muitos bons alunos aqui. 
Deve haver muitos bons alunos aqui. 
Faz oito anos que trabalho aqui. 
Dever fazer oito anos que trabalho aqui. 
Faz verões lindos no litoral brasileiro. 
Está fazendo verõeslindos durante todos esses anos. 
Era inverno em minha alma. 
Eram primaveras incríveis em minha memória. 
Hoje é 16 de julho. 
Hoje são 16 de julho. 
Hoje é dia 16 de julho. 
É uma hora. 
São duas horas. 
Relampejou muito ontem à noite. 
Chove lá fora. 
 
Cuidado!! 
Relampejaram palavrões no campo de futebol. 
Choveram papéis picados na apresentação. 
 
Linguagem denotativa: própria, real 
Eu comprei uma flor 
Linguagem conotativa: figurada 
Você é uma flor 
 
 
TD + SE – O VERBO CONCORDA COM O SUJEITO 
POSPOSTO 
 
Ama-se o bom compromisso. 
Amam-se as coisas boas da vida. 
Odeiam-se a preguiça e a imoralidade. 
 
 
VERBO NO SINGULAR 
 
I + SE / TI + SE 
 
O verbo é intransitivo (I) quando está sozinho ou 
acompanhado somente de advérbio. 
 
O verbo transitivo indireto (TI) é um verbo que pede 
complemento, esse verbo será preposicionado. 
 
Fuma-se. 
Fuma-se aqui. 
Crê-se em Deus e nos homens. 
Necessita-se de operários. 
 
Função sintática do “se”: índice de indeterminação do 
sujeito. 
 
 
 
 
 
 
01. A educação de tantas crianças miseráveis nos países 
pobres nos ____ a pensar que ____ uma relação profunda 
entre falta de cultura livresca e saneamento básico a qual os 
____ mutuamente dependentes. 
 
A) levam - existe - tornam. 
B) leva - existe - torna. 
C) levam - existem - tornam. 
D) leva - existem - tornam. 
 
 
02. Não ____ problemas para que ____ tantas falhas e 
desentendimentos. 
 
A) devem haver – deixem de existir. 
B) deve haver – deixe de existir. 
C) deve haver – deixem de existir. 
D) devem haver – deixe de existir. 
 
 
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03. A seguinte frase está plenamente de acordo com as 
normas de concordância verbal: 
 
A) No poema de Drummond parece repetir-se alguns 
termos do artigo do autor. 
B) O autor e uma colega sua incumbiu-se de enviar uma 
carta aos amigos do Rio. 
C) Na passeata dos estudantes, manifestavam-se protestos 
contra a ditadura. 
D) Eram de se esperar que houvessem deturpações dos 
fatos no noticiário oficial. 
E) Depois de ser feito várias cópias, enviei-as aos amigos 
do Rio. 
 
GABARITO: 01. B; 02. C; 03 .C 
 
 
SINÔNIMOS 
Sinônimos são palavras parecidas, semelhantes. 
 
Núcleos sinônimos no singular – livre (o verbo pode 
tanto ficar no singular como no plural). 
 
Exemplos: 
 
Alegria e felicidade o levou/levaram ao sucesso. 
 
 
 
 
04. Assinale a alternativa que completa, correta e 
respectivamente, as lacunas, de acordo com a norma-
padrão escrita da língua portuguesa. 
____melhorias nos indicadores socioeconômicos, o que 
____ na percepção que os moradores de favelas têm do 
lugar que ____. 
 
A) Houve ... repercutiram ... habitam. 
B) Houveram ... repercutiram ... habitam. 
C) Houve ... repercutiram ... habita. 
D) Houveram ... repercutiu ... habita. 
E) Houve ... repercutiu ... habitam. 
 
GABARITO: 04. E 
 
 
 
 
 
 
A maior parte dos alunos faltou. 
 
 
A maior parte dos alunos faltaram. 
 
A maioria da classe faltou. 
 
 
 
 
05. Assinale a alternativa em que a concordância está em 
conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa. 
 
A) As mensagens de texto tornaram-se frequente em 
nossas vidas. 
B) Ao ser surpreendido por um telefonema, a pessoa pode 
sentir-se invadida. 
C) Não reclamei na hora, mas minha reclamação será 
enviada por escrito. 
D) O peixeiro prefere que os pedidos lhe sejam enviado por 
e-mail. 
E) Dia após dia, nossos dedos tornam-se demasiadamente 
destro nos teclados. 
 
GABARITO: 05. C 
 
 
SUJEITO COMPOSTO 
 
SUJEITO COMPOSTO, POSPOSTO NÚCLEOS NO 
SINGULAR – LIVRE 
 
Passará o céu e a terra. 
 
Passarão o céu e a terra. 
 
O céu e a terra passarão. 
 
 
 
 
 
1. No trecho “Natural que dos escravos descendam 
elementos dos mais fortes e sadios da nossa população.”, a 
forma verbal “descendam” concorda com “fortes”. 
 
( ) Certo 
( ) Errado 
 
 
2. No trecho “Para realizar a extração do petróleo, existem 
algumas etapas a serem seguidas”, a forma verbal “serem” 
em “algumas etapas a serem seguidas”, pode ser 
corretamente substituída por “ser”, mantendo-se a correção 
gramatical do texto. 
 
( ) Certo 
( ) Errado 
 
 
3. No trecho “Além disso, precisa assegurar-se de que 
informou corretamente os seus valores nos relatórios, 
atentando-se principalmente para não publicar valores 
diferentes para informações que deveriam ser iguais em 
diferentes relatórios.”, a forma verbal “deveriam” estabelece 
concordância com “valores”. 
 
( ) Certo 
( ) Errado 
 
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4. No trecho “Para realizar a extração do petróleo, existem 
algumas etapas a serem seguidas, sendo elas: prospecção, 
perfuração e a própria extração”, a substituição da forma 
verbal “existem” por “tem” acarreta prejuízo para a 
concordância verbal. 
 
( ) Certo ( ) Errado 
 
 
5. No trecho “A norma vale para coletas operadas em outro 
país, desde que estejam relacionadas a bens ou serviços 
ofertados a brasileiros. Mas há exceções, como a obtenção 
de informações pelo Estado para a segurança pública.”, sem 
prejuízo da correção gramatical, a forma verbal “há” poderia 
ser substituída por: 
 
A) existem. 
B) existe. 
C) ocorre. 
D) têm. 
E) tem. 
 
 
 
GABARITO COMENTADO 
 
1. A forma verbal “descendam” concorda com “elementos”, 
núcleo do sujeito, “elementos dos mais fortes e sadios da 
nossa população”. 
GABARITO: ERRADO 
 
 
2. Trata-se de infinitivo preposicionado (a serem). Fica 
facultativa a flexão desse infinitivo no plural (serem) para 
concordar com seu sujeito semântico presente na oração 
precedente (algumas etapas) ou não flexão na forma impessoal 
(ser) sem fazer concordância. 
GABARITO: CERTO 
 
 
3. "Informações que deveriam ser iguais em diferentes 
relatórios". 
Esse "que" é um pronome relativo, ou seja, retoma 
"informações". Logo, o verbo ficará no plural. 
GABARITO: ERRADO 
 
 
4. Apesar de ser uso coloquial, o verbo “ter” nesse sentido 
está sujeito a uma norma de concordância: 
A gramática normativa considera esse do verbo “ter” como 
verbo impessoal e, portanto, está sujeito à regra de 
concordância dos verbos sem sujeito (deve permanecer em 
3ª pessoa singular). Devemos lembrar que a forma sem 
acento “tem” corresponde ao singular, enquanto a forma com 
acento “têm” corresponde ao plural. 
Portanto, a forma “tem”, sem acento, como sugerida na 
questão, respeita a norma de concordância verbal, apesar de 
estar em um nível informal de linguagem. 
GABARITO: ERRADO 
 
 
5. O verbo “haver” no sentido de existir é impessoal e pode 
ser substituído pelo verbo “existir”, entretanto, o verbo 
“existir” deve concordar com o seu sujeito. A alteração está 
em consonância com as normas gramaticais. 
GABARITO: A 
CONCORDÂNCIA NOMINAL 
 
Ele agiu com coragem e paciência admirável. 
 
Ele agiu com coragem e paciência admiráveis. 
 
Ela usava vestido e blusa amarela. 
 
Ela usava blusa e vestido amarelo. 
 
Ela usava vestido e blusa amarelos. 
 
Regra: quando o adjetivo vem depois do substantivo: 
concorda com o substantivo mais próximo ou vai para o 
plural masculino concordando com os dois substantivos. 
 
Avistávamos estranhos homens e mulheres. 
 
Avistávamos estranhas mulheres e homens. 
 
Regra: quando o adjetivo vem antes do substantivo: 
concorda com o substantivo mais próximo. 
 
 
 
 
 
 
01. Marque a única frase onde a concordância nominal 
aparece de maneira inadequada. 
 
A) Obrigava sua corpulência a exercício e evolução forçada. 
B) Obrigava sua corpulência a exercício e evolução forçados. 
C) Obrigava sua corpulência a exercício e evolução forçadas. 
D) Obrigava sua corpulência a forçado exercício e evolução. 
E) Obrigava sua corpulência a forçada evolução e exercício. 
 
 
02. “Noites pesadas de cheiros e calores amontoados...” 
 
Aponte a opção em que, substituídos os substantivos 
destacados acima, fica incorreta a concordância de 
“amontoado”. 
 
A) odores e brisas amontoadas. 
B) brisas e odores amontoadas. 
C) nuvens epastéis – pas-téis 
carretéis – car-re-téis 
céu – céu 
herói – he-rói 
 
 
ATENÇÃO!! HOUVE ALTERAÇÃO ORTOGRÁFICA NAS 
PALAVRAS QUE POSSUEM DITONGO NO MEIO. NÃO 
POSSUEM MAIS ACENTO, exemplos: 
 
ideia – i-dei-a 
joia – joi-a 
heroico – he-roi-co 
 
 
 
 
Acentue, ou não, as palavras abaixo e justifique: 
 
rubi: 
avaro: 
farois: 
papeis: 
coroneis: 
GABARITO: 
rubi: ru-bi oxítona terminada em i não tem acento 
avaro: a-va-ro paroxítona terminada em O não tem acento 
farois: fa-róis ditongo decrescente tem acento 
papeis: pa-péis ditongo decrescente tem acento 
coroneis: co-ro-néis ditongo decrescente tem acento 
 
 
 
HIATO 
 
HIATO AS VOGAIS SE SEPARAM 
 
Exemplos: 
 
hi-a-to 
pa-ra-í-so 
sa-ú-de 
ca-í-da 
pi-e-da-de 
“I” e “U” 
 
Acentuam o “I” e o “U” tônicos em hiato 
Seguidos ou não de “S” 
 
Exemplos: 
 
sa-í-da 
fa-ís-ca 
ba-ú 
ba-ús 
Lu-ís 
Lu-iz 
 
i-a-te 
Eu i-a 
Tu i-as 
 
Nós í-a-mos 
 
Observação: no caso “i-a” é uma exceção, pois se o “i” 
estiver iniciando a palavra não tem acento. 
 
No caso da palavra “íamos” é proparoxítona. 
 
 
 
 
PAROXÍTONA ANTECEDIDA DE DITONGO 
 
Somente as palavras paroxítonas antecedidas de ditongo 
não possuem mais acento, perderam o acento. 
 
Fei-ú-ra (tinha acento) 
 
Fei-u-ra (não possui mais) 
 
Outros exemplos: 
 
Pi-au-í – oxítona 
 
Tui-ui-ú – oxítona 
 
Mai-ús-cu-la – proparoxítona 
 
 
 
 
 
 Acentue, ou não, as palavras abaixo e justifique 
todas: 
 
Jau: 
policia: 
caju: 
aneis: 
Itau: 
colegio: 
bambu: 
 
GABARITO: 
Jaú: Ja-ú tem acento pois o “U” é tônico em hiato 
policia: po-lí-cia ditongo crescente 
caju: ca-ju oxítona terminada em U não tem acento 
aneis: a-néis ditongo decrescente 
Itau: I-ta-ú o U tônico em hiato 
colegio: co-lé-gio ditongo crescente 
bambu: bam-bu não tem acento, oxítona terminada em U 
 
Português Básico 
 
 
 
 
Acentuam-se as 
paroxítonas terminadas 
em: 
I – IS – UM - UNS – US 
L – N – R - X 
à – ÃS – ÃO – ÃOS 
Acentuam-se as 
palavras 
terminadas em 
DITONGO 
CRESCENTE 
Proparoxítonas - TODAS 
Acentuam-se as 
palavras 
terminadas em 
ÉI/ ÉU/ ÓI 
Acentuam-se as oxítonas 
terminadas em 
A – E – O -EM 
Acentuam-se o “I” 
e o “U” tônicos em 
hiato, seguidos ou 
não de “S” 
 
 
CASOS ESPECIAIS 
 
Nunca se acentua o “i” seguido de NH: 
 
Exemplo: ra-i-nha 
 
 
CASOS ESPECIAIS 
 
O “i” no início de orações não tem acento. 
 
Exemplos: 
 
Eu i-a 
Tu i-as 
Ele i-a 
Nós í-a-mos (exceção ser proparoxítona) 
Vós í-eis (exceção ser paroxítona term. em “is”) 
Eles i-am 
 
Observação: a palavra “índio” é ditongo crescente e 
recebe o acento. 
 
 
CASOS ESPECIAIS 
 
As monossílabas tônicas seguem a regra das oxítonas: 
 
Acentuam-se as monossílabas tônicas terminadas 
em 
A – E – O 
 
Exemplos: chá, fé, dó 
 
Substantivo, adjetivo, verbo e advérbio. 
 
 
CASOS ESPECIAIS 
 
Os verbos ter e vir fazem o plural com apenas um E 
acentuado: 
 
Exemplos: 
Ele tem dinheiro. 
Eles têm dinheiro. 
 
Ele vem a Franca. 
Eles vêm a Franca. 
 
Derivados de ter e vir... 
 
Exemplos: 
Seu sonho advém da realidade. 
Seus sonhos advêm da realidade. 
 
Atenção!!! Para esses casos o acento é chamado de acento 
diferencial, ou seja, para diferenciar o singular do plural e 
não entra nas regras de acentuação das monossílabas, 
conforme já mencionadas. 
 
 
 
CASOS ESPECIAIS 
 
Vogais idênticas perderam o acento, exemplos: 
 
vôo – voo 
môo – moo 
lêem – leem 
vêem – veem (ver) 
 
Acento diferencial – diferenciar o singular do plural, 
exemplo: 
 
Ele vem/ Eles vêm 
 
Eles veem/ Ele vê – nesse caso não entra na regra e não 
precisamos diferenciar do singular, pois são diferentes. 
 
Ele vê: o “vê” é acentuado pois é monossílabo tônico. 
 
 
 
CASOS ESPECIAIS 
 
Eu vou pôr o giz sobre a mesa. (verbo) 
Eu vou por um caminho de flores. (preposição) 
 
Ele foi pelo bom caminho. 
Ele raspou o pelo do animal. 
 
O professor está em forma de barril porque come sempre 
uma fôrma de bolo. 
 
Observação: É opcional colocar acento na palavra “fôrma” 
pois dependendo do contexto conseguimos diferenciar o som 
da palavra “forma”. 
 
 
 
CASOS ESPECIAIS 
 
O verbo “por” segue a regra dos acentos diferenciais 
conforme já mencionado. 
 
Hoje ele pode sair. (pode no presente do modo 
indicativo) 
 
Ontem ele não pôde. (pôde no pretérito perfeito do 
indicativo) 
 
 
 
 
 
 
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01. Assinale a série em que todos os vocábulos devem 
receber acento gráfico: 
 
A) Troia, item, Venus 
B) hifen, estrategia, albuns 
C) apoio (subst.), reune, faisca 
D) nivel, órgão, tupi 
E) pode (pret. perf.), obte-las, tabu 
 
 
02. Não leva acento: 
 
A) atrai-la 
B) supo-la 
C) conduzi-la 
D) vende-la 
E) revista-la 
 
 
03. Aponte a única série em que pelo menos um vocábulo 
apresente erro no que diz respeito à acentuação gráfica: 
 
A) pegada - sinonímia 
B) êxodo – aperfeiçoe 
C) álbuns – atraí-lo 
D) ritmo – itens 
E) redimí-la – grátis 
 
 
04. Quanto à acentuação das palavras, assinale a afirmação 
verdadeira. 
 
A) A palavra “tendem” deveria ser acentuada graficamente, 
como “também” e “porém”. 
B) As palavras “saíra”, “destruída” e “aí” acentuam-se pela 
mesma razão. 
C) O nome “Luiz” deveria ser acentuado graficamente, pela 
mesma razão que a palavra “país”. 
D) Os vocábulos “é”, “já” e “só” recebem acento por 
constituírem monossílabos tônicos fechados. 
E) Acentuam-se “simpática”, “centímetros”, “simbólica” 
porque todas as paroxítonas são acentuadas. 
 
GABARITO: 01. B; 02. C; 03. E; 04. B 
 
 
 
 
 
 
1. Os vocábulos “homicídios” e “caíram” são acentuados 
graficamente de acordo com a mesma regra de acentuação 
gráfica. 
 
( ) Certo ( ) Errado 
 
2. As palavras “lá” e “também”, empregadas no último 
parágrafo, são acentuadas graficamente em razão de regras 
de acentuação distintas. 
 
( ) Certo ( ) Errado 
 
 
3. O emprego de acento agudo nas palavras “juízo”, 
“extraídos” e “período” justifica-se pela mesma regra de 
acentuação gráfica. 
 
( ) Certo ( ) Errado 
 
 
4. Os vocábulos “trás”, “é” e “nós” recebem acento gráfico 
em obediência à mesma regra de acentuação. 
 
( ) Certo ( ) Errado 
 
 
5. O vocábulo “eólica” acentua-se devido à mesma regra de 
acentuação que determina o emprego do acento na palavra 
 
A) renovável. 
B) elevará. 
C) pássaros. 
D) carvão. 
E) ruído. 
 
 
GABARITO COMENTADO 
 
1. Na palavra "Ho-mi-cí-dios" aplica-se a regra das 
paroxítonas com ditongo. 
Na palavra "Ca-í-ram" aplica-se a regra do hiato que corre 
quando há duas vogais juntas, se na separação delas for 
seguida de I ou U. 
GABARITO: ERRADO 
 
 
2. LÁ= monossílabo terminado em a/as, o/os, e/es, ou em 
ditongo aberto EU, OI, EI são acentuados; 
TAMBÉM= oxítona terminada em a/e/o/em/ens, ou em 
ditongo aberto EU, OI, EI são acentuados. 
 
GABARITO: CERTO 
 
 
3. Ju-í-zo : acentua-se o "i" e "u" tônicos dos hiatos; 
Ex-tra-í-dos: acentua-se o "i" e "u" tônicos dos hiatos; 
Pe-rí-o-do: todas as proparoxítonas são acentuadas (aqui 
não tem hiato, pois o "i" não está sozinho na sílaba). 
 
GABARITO: ERRADO 
 
 
4. Os monossílabos tônicos terminados em "a", "e" e "o" são 
acentuados. 
GABARITO: CERTO 
 
 
5. E-ó-li-ca → proparoxítona; 
Pás-sa-ros → proparoxítona; 
Regra: Todas proparoxítonas são acentuadas. 
 
GABARITO: C 
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01. Assinale a série em que todos os vocábulos devem 
receber acento gráfico: 
 
A) Troia, item, Venus 
B) hifen, estrategia, albuns 
C) apoio (subst.), reune, faisca 
D) nivel, órgão, tupi 
E) pode (pret. perf.), obte-las, tabu 
 
 
02. Não leva acento: 
 
A) atrai-la 
B) supo-la 
C) conduzi-la 
D) vende-la 
E) revista-la 
 
 
03. Aponte a única série em que pelo menos um vocábulo 
apresente erro no que diz respeito à acentuação gráfica: 
 
A) pegada - sinonímia 
B) êxodo – aperfeiçoe 
C) álbuns – atraí-lo 
D) ritmo – itens 
E) redimí-la – grátis 
 
 
04. Quanto à acentuação das palavras,brisas amontoadas. 
D) nuvens e morros amontoados. 
E) morros e nuvens amontoados. 
 
 
03. Assinale a opção em que a concordância nominal 
contraria a norma culta da língua: 
 
A) Uso louça e copo velhos. 
B) Uso louça e copo velho. 
C) Uso copo e louça velhos. 
D) Uso copo e louça velha. 
E) Uso copo e louça velhas. 
 
GABARITO: 01. C; 02. B; 03. E 
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CASOS ESPECIAIS 
 
BASTANTE 
 
Havia bastante gente. 
 Pronome indefinido 
 
Havia bastantes alunos. 
 Pronome indefinido 
 
Os meus alunos de terça e quinta sabem bastante. 
 Adj. Adv. de intensidade 
 
MEIA 
 
Tomei meia cerveja. 
 Numeral 
 
Eu e minha mãe tomamos meios cálices de vinho. 
 Numeral 
 
A moça está meio nervosa. 
 Adj. Adv. de intensidade 
 
 
OUTROS CASOS ESPECIAIS 
 
SEM DETERMINANTE: 
Cerveja é gostoso no verão. 
Dieta é bom para manter a forma. 
É proibido entrada. 
 
 
COM DETERMINANTE: 
A cerveja daquela região é ótima. 
Esta dieta é boa para manter a forma. 
É proibida a entrada. 
 
 
 
REVISÃO 
 
CONJUNÇÕES SUBORDINATIVAS 
 
CONJUNÇÕES SUBORDINATIVAS 
INTEGRANTES QUE, SE; 
CAUSAL PORQUE, UMA VEZ QUE, JÁ QUE, COMO; 
COMPARATIVA COMO, TAL QUAL, SEMELHANTE A, IGUAL 
A; 
CONCESSIVA EMBORA, SE BEM QUE, APESAR DE QUE, 
AINDA QUE, POR MAIS QUE; 
CONDICIONAL SE, CONTANTO QUE, CASO; 
CONFORMATIVA CONFORME, CONSOANTE; COMO; 
CONSECUTIVA É O QUE DEPOIS DE TAL, TÃO, 
TANTO, TAMANHO; 
FINAL A FIM DE QUE, PARA QUE; 
PROPORCIONAL À PROPORÇÃO QUE, À MEDIDA QUE; 
TEMPORAL QUANDO, ENQUANTO, LOGO QUE, DEPOIS 
QUE; 
PRONOMES RELATIVOS 
O QUAL, A QUAL, OS QUAIS, AS QUAIS 
CUJO, CUJA, CUJOS, CUJAS 
ONDE, AONDE 
QUEM/ QUE = O QUAL 
 
 
ADVÉRBIOS 
De modo bem, mal, mente; 
De lugar aqui, ali, lá, perto, longe, 
dentro, fora; 
De tempo ontem, hoje, amanhã, 
agora, cedo, tarde; 
De afirmação sim, realmente, 
certamente; 
De dúvida talvez, provavelmente, 
acaso, porventura; 
De negação não, nunca, jamais, 
(também ideia de tempo); 
De intensidade muito, pouco, bastante, 
mais, menos, demais; 
De interrogação onde, aonde, quando. 
 
 
PRONOMES INDEFINIDOS 
TUDO, NADA, NINGUÉM, ALGUÉM, ALGUM, NENHUM, 
TODO, TODA, ALGO, QUALQUER, CADA, VÁRIOS, 
OUTRO, OUTREM. 
 
 
PRONOMES DEMONSTRATIVOS 
Próximo de 
quem fala 
(1ª pessoa) 
Próximo de quem 
ouve (2ª pessoa) 
Longe de quem 
fala e ouve 
(3ª pessoa) 
ESTE ESSE AQUELE 
ESTA ESSA AQUELA 
ISTO ISSO AQUILO 
 
COLOCAÇÃO PRONOMINAL 
(PRÓCLISE, ÊNCLISE E MESÓCLISE) 
 
PRÓCLISE – É O PRONOME ANTES DO VERBO: 
Ela não me convidou para a festa. 
 
 
ÊNCLISE – É O PRONOME DEPOIS DO VERBO: 
Deixe-me quieto, mulher! 
 
 
Observação: não pode iniciar uma oração com o pronome 
pessoal do caso oblíquo átono. 
 
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MESÓCLISE – É O PRONOME NO MEIO DO VERBO: 
Dar-te-ei um belo presente. 
 
 
USO DA PRÓCLISE 
 
CONJUNÇÃO SUBORDINATIVA: 
Quando a pequena criança me chamou, era tarde. 
 
 
PALAVRA NEGATIVA: 
Nunca lhe disse nada. 
 
 
PALAVRA QUE: 
O rapaz que me cumprimentou é meu irmão. 
 
 
PALAVRA INDEFINIDA: 
Ninguém me dá atenção nesta sala. 
 
 
PRONOME DEMONSTRATIVO: 
Este livro antigo te ajudará. 
 
 
ADVÉRBIO SEM VÍRGULA: 
Ontem a aluna me pediu um pequeno favor. 
 
 
 
 
 
01. Assinale a alternativa em que a colocação do pronome 
destacado está em conformidade com a norma-padrão da 
língua portuguesa. 
 
A) O autor disse que iniciou-se no Twitter sua triste saga. 
B) O autor nunca viu-se em uma situação parecida. 
C) O autor tinha disposto-se a conhecer o estilo de Kristen 
Stewart. 
D) O autor referiu-se a um site chamado BuzzFeed. 
E) O autor não conforma-se com o ocorrido. 
 
GABARITO: 01. D 
 
 
ORAÇÕES OPTATIVAS: 
(frases prontas) 
 
Deus te abençoe. 
 
 
ORAÇÕES ALTERNATIVAS: 
Ora ele me ouvia ora cochilava. 
Ou...ou; quer...quer; seja...seja; ora...ora; já...já. 
 
 
ORAÇÕES EXCLAMATIVAS (!): 
Você me assusta! 
ORAÇÕES INTERROGATIVAS (?): 
Você me chamou? 
 
 
USO DA ÊNCLISE 
Ênclise – pronome depois do verbo NÃO SE INICIA... 
 
Dê-me motivo. 
 
 
ADVÉRBIO COM VÍRGULA: 
Ontem, ela disse-me coisas estranhas. 
 
 
Observação: 
 
Gerúndio com EM: 
Tratando-se de medicina, sou leigo. 
Sou leigo, tratando-se de medicina. 
Em se tratando de medicina, sou leigo. 
 
 
USO DA MESÓCLISE: 
 
Futuro do presente 
Dar-te-ei um presente. 
 
 
PRÓCLISE X MESÓCLISE 
A regra da próclise prevalece sobre regra da mesóclise. 
Dar-te-ei o presente. 
Não te darei o presente. 
 
 
FORMAS NOMINAIS DOS VERBOS 
 
Esses verbos fazem a função de nome. 
 
 
 
Infinitivo: verbos que terminam em AR, ER e IR. 
Particípio: verbos que terminam em ADO e IDO. 
Gerúndio: verbos que terminam em NDO. 
O caminhar faz bem à saúde. 
O juiz é casado. 
Água fervendo queima. 
 
INFINITIVO (R) AMAR 
PARTICÍPIO REGULAR (ADO, IDO) AMADO 
GERÚNDIO (NDO) AMANDO 
Formas nominais
INFINITIVO
GERÚNDIO
PARTICÍPIO
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COLOCAÇÃO DO PRONOME OBLÍQUO NA LOCUÇÃO 
VERBAL 
 
Locução verbal: dois verbos para transmitir uma única 
ideia. 
Eu vou falar algumas coisas. 
Eu estou falando algumas coisas. 
Eu tenho falado algumas coisas. 
 
 
MÉTODO COMPARATIVO LOC. INFINITIVO 
Devo-lhe dizer a verdade. 
Devo dizer-lhe a verdade. 
Não devo dizer-lhe a verdade. 
Não lhe devo dizer a verdade. 
 
 
MÉTODO COMPARATIVO LOC. GERÚNDIO 
Estava-lhe dizendo a verdade. 
Estava dizendo-lhe a verdade. 
Não lhe estava dizendo a verdade. 
Não estava dizendo-lhe a verdade. 
Eu lhe devo dizer a verdade. 
Eu devo-lhe dizer a verdade. 
Eu devo dizer-lhe a verdade. 
 
 
LOCUÇÃO VERBAL COM VERBO NO PARTICÍPIO 
(ado e ido) 
Os seus receios haviam se realizado. 
Os seus receios se haviam realizado. 
 
Observação: se estivermos trabalhando com uma 
conjunção no início da oração (uma das regras de próclise), 
temos somente a opção de colocar o pronome antes da 
locução verbal, exemplo: 
 
Se ele nos tivesse presenteado, estaríamos felizes. 
 Loc. verbal 
 
 
 
 
 
 
02. Indique a alternativa em que há erro de colocação 
pronominal. 
 
A) Ninguém viu-o sair para o trabalho. 
B) Alguém o viu sair esta manhã. 
C) Não o vejo desde ontem. 
D) Foram eles que o viram. 
E) Certamente o viram sair esta manhã. 
 
 
03. Complete a frase: Senhores, _____ quando _______. 
 
A) me avisem, telefonarem-vos. 
B) avisem-me, telefonarem-vos. 
C) avisem-me, vos telefonarem. 
D) me avisem, vos telefonarem. 
 
 
04. Indique a opção em que há erro na colocação do 
pronome oblíquo átono. 
 
A) Tampouco nos visita nas férias. 
B) Quem atendeu-lhe? 
C) Isto me traz boas recordações. 
D) Ainda que nos convidem, será tarde. 
E) Cozinhem-lhe o seu prato favorito. 
 
 
05. Julgue C (certo) ou E (errado) os itens abaixo: 
 
1. ( ) O presente é a bigorna onde se forja o futuro. 
2. ( ) Nossa vocação molda-se às necessidades. 
3. ( ) Se não fosse a chuva, acompanhar-te-ia. 
4. ( ) Macacos me mordam! 
5. ( ) Caro amigo, muito lhe agradeço o favor... 
6. ( ) Ninguém socorreu-nos naqueles momentos difíceis. 
7. ( ) As informações que se obtiveram, chocavam-se entre si. 
8. ( ) Quem te falou a respeito do caso? 
9. ( ) Não foi trabalhar porque machucara-se na véspera. 
10. ( ) Não só me trouxe o livro, mas também me deu presente. 
11. ( ) Ele chegou e perguntou-me pelo filho. 
12. ( ) Em se tratando de esporte, prefere futebol. 
13. ( ) Vamos, amigos, cheguem-se aos bons. 
14. ( ) O torneio iniciar-se-á no próximo domingo. 
15. ( ) Amanhã dir-te-ei todas as novidades. 
 
 
GABARITO: 
02. A; 03. C; 04. B; 
05.1. Certo - 05.2. Certo - 05.3. Certo - 05.4. Certo - 05.5. Certo 
05.6. Errado - 05.7. Certo - 05.8. Certo - 05.9. Errado - 05.10. 
Certo - 05.11. Certo - 05.12. Certo - 05.13. Certo - 05.14. Certo 
05.15. Errado 
 
 
 
 
 
1. No trecho “Perante a autonomia algorítmicana qual os 
sistemas de IA passam a decidir de forma diversa da 
programada...”, os termos da expressão “da programada” 
poderiam ser flexionados no gênero masculino — do 
programado —, sem prejuízo para a correção gramatical do 
texto. 
 
( ) Certo 
( ) Errado 
 
 
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2. A correção gramatical estaria mantida se, no trecho “Em 
segundo lugar, um mediador cria rituais, momentos e 
atmosferas propícias para facilitar os encontros entre livros 
e leitores.”, o vocábulo “propícias” fosse substituído por 
propícios. 
 
( ) Certo 
( ) Errado 
 
 
3. No trecho “Em uma linha de estudos, um dos fatores 
apontados frequentemente como possível solução para a 
diminuição da demanda nos tribunais diz respeito aos 
mecanismos de resolução alternativa de conflitos.”, a 
substituição de “apontados” por apontado comprometeria 
a correção gramatical do texto. 
 
( ) Certo 
( ) Errado 
 
 
4. No trecho “...foi utilizado por milhares de conquistadores, 
administradores de latifúndios e funcionários coloniais 
europeus na Ásia, na África, na América Latina e na 
Oceania...”, o termo “europeus” concorda com “milhares”. 
 
( ) Certo 
( ) Errado 
 
 
5. A concordância nominal está corretamente estabelecida 
em: 
 
A) Perdi muito tempo comprando aquelas blusas verde-
garrafas. 
B) As milhares de fãs aguardavam ansiosamente a chegada 
do artista. 
C) Comenta-se como certo a presença dele no congresso. 
D) As mulheres, por si só, são indecisas nas escolhas. 
E) Um assunto desses não deve ser discutido em público. 
 
 
 
 
 
GABARITO COMENTADO 
 
1. Observe que o termo "programada" se refere ao 
substantivo "forma" [da forma programada], o que justifica 
a concordância no feminino. Entretanto, ao considerar a 
forma "do programado", teremos aí o uso do pronome 
demonstrativo "o", contraído com a preposição "de". 
Poderíamos interpretar a frase, como: 
 
-> perante a autonomia algorítmica na qual os sistemas de 
IA passam a decidir de forma diversa do programado (= 
daquilo que foi programado). 
 
Nesse caso, a concordância no masculino também seria 
adequada. Veja que a reescrita mantém a correção 
gramatical, uma vez que o pronome "o", na contração "do" 
[de + aquilo], indica o gênero masculino. 
GABARITO: CERTO 
 
 
2. Veja que o adjetivo "propícias" caracteriza os substantivos 
"rituais", "momentos" e "atmosferas". O que está em jogo aqui 
é a concordância nominal. Ao substituir "propícias" por 
"propícios", a correção gramatical se mantém com base na 
seguinte regra: 
o adjetivo que se refere a mais de um substantivo de gênero ou 
número diferentes, quando posposto, poderá concordar no 
masculino plural (concordância mais aconselhada), ou com o 
substantivo mais próximo. 
 
Veja que a gramática permite a concordância no masculino 
plural. Nesse caso, a substituição pelo vocábulo "propícios" 
mantém a correção gramatical. 
GABARITO: CERTO 
 
 
3. Quando o sujeito é formado pela expressão "um dos 
que", pode haver concordância tanto no singular quanto 
no plural. Veja: um dos fatores apontado / um dos fatores 
apontados. 
GABARITO: ERRADO 
 
 
4. O adjetivo "europeus" está no plural porque funciona 
como adjunto adnominal do substantivo "funcionários", o 
qual é núcleo do agente da passiva. 
GABARITO: ERRADO 
 
 
5. 'Um assunto desses' é o mesmo que dizer: 'Um daqueles 
meninos venceu o campeonato' ou 'Um daqueles alunos 
passará no concurso'. 
 
A frase está falando que de todos esses assuntos, apenas 
um não deve ser discutido em público. O pronome desses é 
um complemento nominal do sujeito 'um assunto'. 
GABARITO: E 
 
 
 
 
PONTUAÇÃO 
 
PONTO FINAL 
 
E o sinal que marca maior pausa. 
Quando se usa: 
 
Para indicar o fim de oração absoluta ou de período: 
 
Olívia adora seu cachorro de nome Google. 
 
Nas abreviaturas: 
 
apart. = apartamento: 
av. = avenida. 
sec. = secretário. 
 
 
PONTO E VÍRGULA 
 
Indica uma pausa maior do que a vírgula e um pouco mais 
breve do que o ponto final, sem, contudo, encerrar o 
período. Vejam o emprego: 
 
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Separar orações de um período relativamente 
extenso, sobretudo se uma das orações já possuir 
vírgula: 
"Nem todos se esforçam na vida, como gostariam os 
mestres, nem todos são ociosos, como dizem a maioria; 
existem pessoas comuns em todos os lugares.” 
 
 
Facultativamente, em orações coordenadas sindéticas 
adversativas: 
Se você não crê em mim tudo bem; mas o certo é que o 
estudo é o melhor caminho. 
 
 
Para separar orações coordenadas sindéticas 
conclusivas (com as conjunções pospostas ao verbo): 
Ele estudou muito; passará, pois, nos exames. 
 
 
Para separar os artigos de decretos, sentenças, 
petições, etc.: 
"Art. 163. Lei complementar disporá sobre: 
I — finanças públicas; 
II — dívida pública externa e interna, incluída a das 
autarquias, fundações e demais entidades controladas pelo 
Poder Público;” 
 
 
PONTO DE INTERROGAÇÃO 
Emprega-se no fim das interrogações diretas. 
Por que você chegou tão tarde? 
 
 
PONTO DE EXCLAMAÇÃO 
Emprega-se esse ponto: 
Quando se quer exprimir: surpresa, entusiasmo, horror, 
ordem, súplica: 
Meu Deus, você me assusta! 
 
 
Podemos também usar de forma simultânea os pontos 
de interrogação e de exclamação, independente de 
sua ordem: 
 
O que os professores têm a ver com isso?! 
 
 
DOIS-PONTOS 
Os dois-pontos assinalam uma pausa maior que a vírgula, 
indicando que a frase não está concluída. 
 
Empregam-se nos seguintes casos: 
 
Para indicar uma citação alheia ou própria: 
O ditado popular diz: comer e coçar é só começar. 
 
 
Antes de uma enumeração ou explicação: 
Eles estudaram vários conteúdos, a saber: matemática, 
língua portuguesa e atualidades. 
Para indicar, no discurso direito, a fala dos 
personagens: 
 
Um diretor pergunta a outro: 
— Quem é o rapaz de branco? 
— Um velho professor... 
 
 
 
TRAVESSÃO 
 
Usa-se o travessão para: 
 
Indicar mudança de interlocutor no diálogo: 
— Quantas pessoas virá à festa? 
— Só duas? 
 
 
Colocar em evidência uma frase, expressão ou palavra: 
 
Paulo – aluno do Brabo – foi aprovado em terceiro lugar. 
 
 
 
RETICÊNCIAS 
As reticências são empregadas para indicar a 
interrupção da frase, sugerindo: 
 
a) dúvida, hesitação, surpresa: 
Imagine se o professor de português entra na sala bradando 
por...por...aumento salário. 
 
b) A supressão de trechos de texto. Nesse caso, as 
reticências ficam entre parênteses: 
“(...) 
Quero vivê-lo em cada vão momento” 
 
 
 
ASPAS 
 
Usam-se as aspas para: 
 
Indicar uma citação: 
 
Segundo o poeta Carlos de Assumpção: “a poesia tem 
muitas funções sociais, dentre elas, combater o racismo.” 
Destacar palavra ou expressão que se queira dar 
especial relevo na frase, por exemplo, palavras 
estrangeiras, arcaísmos, neologismos (palavras 
recém-criadas ou que adquirem um novo significado), 
termos de gírias, etc.: 
Infelizmente as crianças adoram “games” violentos. 
Por onde você andava, “mano”? 
 
 
Quando já figuram aspas numa citação ou transcrição, 
empregam-se as aspas simples: 
 
O cartaz do evento estava escrito: “ao final de todas as 
palestras, todas as pessoas participantes estão convidadas 
para um ‘coffee break’ no hall do hotel”. Por isso, não precisa 
preocupar-se com o jantar. 
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PARÊNTESES 
 
Separar uma reflexão, um comentário, uma explicação: 
Ninguém sabia que o mundo ia acabar 
(apenas uma criança percebeu, mas ficou calada). 
 
 
Encerrar a citação de nome de autores e as 
referências bibliográficas: 
"Pouco depois, tendo despido o pijama, dirigiu-se ao banheiro 
para tomar um banho, mas a mulher já se trancara lá dentro." 
(Fernando Sabino, O Homem Nu) 
 
 
COLCHETES 
Os colchetes são uma variante dos parênteses, sendo muito 
restrito o seu emprego. Usam-se, portanto, nos seguintes casos: 
 
Para introduzir num texto uma observação de 
natureza esclarecedora:E de O Boca do Inferno [pseudônimo de Gregório de Matos 
Guerra] o poema Cidade da Bahia. 
 
 
Para isolar o termo latino “sic” (assim), identificando 
que uma expressão que possa parecer errada ou 
estranha foi dita ou escrita daquela maneira. 
Caminhar per [sic] caminhos longos não foi sua intenção. 
Indicar os sons da fala em fonologia: 
Mel [mew], [bêy] 
 
 
Observação: nos casos citados, os colchetes podem 
ser substituídos por parênteses, o que é mais comum. 
 
 
 
 
 
1. (BB) Pontuação correta: 
 
A) A citação é antiga; ‘Trabalhar para progredir’. 
B) Leia dois autores,por exemplo: Machado e Aluísio. 
C) Sempre aconselhou; aos mais novos: lutem pela vida. 
D) Primeira regra do jogo, respeitar; o adversário. 
E) Amado e Osman: escritores brasileiros: Camilo, português. 
 
 
2. (Fuvest-SP) "Podem acusar-me: estou com a 
consciência tranquila." 
 
Os dois-pontos (:) do período acima poderiam ser 
substituídos por vírgula, explicitando se o nexo entre as 
orações pela conjunção: 
 
A) portanto. 
B) e. 
C).como. 
D).pois. 
E) embora. 
3. Assinale o período de pontuação correta: 
 
A) Já se vai embora? Perguntou, ele, ao moço, quando o viu 
tirar, o casaco, do cabide. 
B) Já? Se vai embora? Perguntou ele ao moço quando, o viu 
tirar o casaco do cabide. 
C) Já se vai embora? Perguntou ele ao moço, quando o viu 
tirar o casaco do cabide. 
D) Já se vai, embora, perguntou ele? Ao moço quando o viu 
tirar o casaco do cabide. 
E) Já se vai embora, perguntou ele ao moço? Quando o viu 
tirar o casaco do cabide. 
 
GABARITO: 01. B – 02. D – 03. C 
 
 
 
 
1. No trecho “. Entretanto, os corpos dissecados da 
exposição, apresentados esfolados ou fatiados, inteiros ou 
em partes, eviscerados ou não, e tematicamente 
organizados em sistemas — esquelético, muscular, nervoso, 
respiratório, digestório, excretor, reprodutor, circulatório — 
eram tratados como objetos de “arte”. ”, as aspas no 
vocábulo ‘arte’ indicam o questionamento feito pelo autor a 
respeito de corpos dissecados constituírem objetos de arte. 
 
( ) Certo ( ) Errado 
 
 
2. No trecho “Em sua carreira, percorreu três estações: a de 
agitador de ideias por meio dos ensaios jornalísticos; a de 
professor e pesquisador no campo da sociologia; a de 
professor de literatura comparada e do invento literário, na 
qual se notabilizou convertendo a crítica literária em forma de 
criação cultural e em ramo da literatura. ”, o termo “estações” 
restringe a interpretação dos termos enumerados após os 
dois-pontos a uma sequência cronológica. 
 
( ) Certo ( ) Errado 
 
 
3. No trecho “Sob um olhar semântico, dizer “compartilhei 
fake news de alguém” não carrega qualquer sentimento de 
culpa, ou se carrega, ela é mínima. Agora, dizer “cometi um 
crime contra honra” já traz outras implicações, não só de 
ordem jurídica, mas também de grande responsabilidade 
pessoal.”, feitas as devidas alterações de maiúsculas e 
minúsculas, o ponto final empregado logo após “ela é mínima” 
poderia ser corretamente substituído por ponto e vírgula. 
 
( ) Certo ( ) Errado 
 
 
4. No trecho “Desse modo, a aposentadoria pode ser 
interpretada de duas formas: a positiva e a negativa.”, O 
sinal de dois-pontos empregado após “duas formas” 
introduz um(a): 
 
A) citação. 
B) conclusão. 
C) diálogo. 
D) enumeração. 
E) concessão. 
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5. No trecho “O terror manda cumprir esses julgamentos, mas 
no seu tribunal todos os interessados são subjetivamente 
inocentes: os assassinados porque nada fizeram contra o 
regime, e os assassinos porque realmente não assassinaram, 
mas executaram uma sentença de morte pronunciada por um 
tribunal superior.”, os dois-pontos empregados após 
“inocentes” introduzem uma: 
 
A) conclusão. 
B) citação. 
C) Consequência. 
D) explicação. 
E) síntese. 
 
 
GABARITO COMENTADO 
 
1. As aspas foram utilizadas para colocar em evidência um 
termo que retoma outras informações. A intenção do autor foi 
a de destacar o termo "arte" como uma metáfora para dizer 
que dissecar corpos é uma arte. 
GABARITO: CERTO 
 
 
2. Após os dois-pontos aparecem as explicações acerca das 
três estações. 
GABARITO: ERRADO 
 
 
3. O sinal de ponto final empregado após "ela é mínima" 
poderia ser corretamente substituído por ponto e vírgula, 
desde que a palavra agora passasse a ser iniciada com letra 
minúscula. Isso se torna possível porque os dois períodos 
expressam uma relação de continuidade entre si, visto que 
desenvolvem assuntos acerca de um mesmo tema. 
GABARITO: CERTO 
 
 
4. O sinal de dois-pontos empregado no período citado está 
introduzindo uma enumeração, indicando as possibilidades de 
interpretação da “aposentadoria”, que pode ser “positiva” ou 
“negativa”. 
GABARITO: D 
 
 
5. O termo introduzido pelo sinal de pontuação dois-pontos 
mostra uma explicação porque esclarece o termo anterior, 
informando por que todos os interessados presentes no tribunal 
são considerados inocentes. O termo explicativo mostra por 
que assassinados e assassinos são considerados inocentes, 
explicando e detalhando o que foi dito anteriormente. 
GABARITO: D 
 
 
 
VÍRGULA 
 
NÃO SE USA VÍRGULA 
 
Sujeito – verbo – OD – OI – adj. Adnominal 
 
O rapaz comprou um carro para seu irmão. 
 
 
 
01. Das redações abaixo, assinale a que não está pontuada 
corretamente: 
 
A) Os candidatos, em fila, aguardavam ansiosos o resultado 
do concurso. 
B) Em fila, os candidatos, aguardavam, ansiosos, o 
resultado do concurso. 
C) Ansiosos, os candidatos aguardavam, em fila, o 
resultado do concurso. 
D) Os candidatos ansiosos aguardavam o resultado do 
concurso, em fila. 
E) Os candidatos aguardavam ansiosos, em fila, o resultado 
do concurso. 
 
GABARITO: 01. B 
 
 
 
APOSTO – EXPLICA 
 
Maria foi aprovada no concurso. 
 
Maria, aluna do Brabo Concursos, foi aprovada. 
 
 
VOCATIVO – CHAMA 
 
Maria, venha estudar para o concurso. 
 
Venha, Maria, estudar para o concurso. 
 
Venha estudar para o concurso, Maria. 
 
 
 
 
 
Assinale a alternativa em que o texto reescrito está correto 
quanto ao emprego da vírgula. 
 
A) Um remédio simples, o omeprazol, criado por um 
laboratório farmacêutico, resolve, em poucos dias, 
úlceras que duravam décadas. 
B) Um remédio simples o omeprazol, criado por um 
laboratório farmacêutico resolve em, poucos dias, 
úlceras que duravam décadas. 
C) Um remédio simples, o omeprazol, criado por um 
laboratório farmacêutico, resolve em poucos dias úlceras 
que, duravam décadas. 
D) Um remédio simples, o omeprazol criado por um 
laboratório, farmacêutico, resolve em poucos dias, 
úlceras que duravam, décadas. 
E) Um remédio, simples o omeprazol, criado por um 
laboratório farmacêutico, resolve em poucos dias 
úlceras, que duravam décadas. 
GABARITO: A 
 
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ADJUNTO ADVERBIAL – INTERCALADO 
Maria, naquele dia, estudou mais. 
Naquele dia, Maria estudou mais. 
Maria estudou mais naquele dia. 
Maria estudou mais, naquele dia. 
Maria, ontem, estudou mais. 
Ontem, Maria estudou mais. 
Ontem Maria estudou mais. 
Maria estudou mais ontem. 
 
 
 
 
Com relação à pontuação, segundo a norma culta, todas 
as alternativas abaixo estão corretas, EXCETO em: 
 
A) Havia cientistas americanos, japoneses, ingleses e 
franceses envolvidos naquele projeto. 
B) Todos ficaram muito felizes com os resultados do 
evento; a família dela, muito mais. 
C) Lia Medeiros, o povo brasileiro ficou muito orgulhoso de 
você. 
D) Logo pela manhã, a notícia do buraco negro já se 
espalhava por toda sociedade científica. 
E) Muitos cientistas estrangeiros que participaram do 
projeto, não compareceram à festa. 
 
GABARITO: E 
 
 
CONJUNÇÕES COORDENATIVAS 
ADITIVAS 
E, NEM, TAMBÉM, 
NÃO SÓ... MAS TAMBÉM; 
(Regra geral, SEM vírgula) 
ALTERNATIVAS 
OU...OU, 
QUER...QUER, SEJA...SEJA, 
ORA...ORA, 
JÁ...JÁ; 
(uso de vírgula, LIVRE) 
ADVERSATIVAS 
MAS, PORÉM, CONTUDO, TODAVIA, 
NO ENTANTO, ENTRETANTO;(uso de vírgula, OBRIGATÓRIO) 
CONCLUSIVAS 
LOGO, PORTANTO, 
POR ISSO; 
(uso de vírgula, OBRIGATÓRIO) 
EXPLICATIVAS 
ISTO É, POR EXEMPLO, A SABER, 
POIS. 
(uso de vírgula, OBRIGATÓRIO) 
 
CONJUNÇÕES E VÍRGULAS 
Ele estudou muito e aprendeu bastante. 
Ele olhou, observou, e sua esposa o enquadrou. 
 
 
01. Falando sobre uma passeata em São Paulo, um jornal 
paulista escreveu o seguinte: 
 
“Os alunos iam à frente da passeata, e os professores 
seguiam atrás”. 
 
A vírgula, nesse caso, 
 
A) tem emprego incorreto, pois não se emprega vírgula 
antes da conjunção coordenativa aditiva. 
B) tem emprego incorreto, pois, nesse caso, não há 
qualquer interrupção na leitura que demonstre pausa. 
C) tem emprego adequado, pois o sujeito da segunda 
oração não é o mesmo da anterior. 
D) mostra correção, pois a nova frase tem valor explicativo 
da primeira. 
E) está bem empregada, pois a segunda frase indica 
mudança de pensamento. 
 
 
02. A frase do texto que permanece correta após o 
acréscimo das vírgulas está em: 
 
A) Quando meu médico me receita, um remédio e, eu 
começo a ler a bula, fico logo aflito. 
B) Aqui na bula diz, que não posso, dirigir trator nem andar 
a cavalo! 
C) Estou a salvo porque não existe a menor possibilidade 
de, em São Paulo, eu dirigir um trator nem subir num 
manga-larga. 
D) Todo remédio, que tomo pode causar, problemas sérios 
aos pacientes. 
E) O único alívio que sinto, é quando vejo na bula que, 
ingerindo tal remédio eu não posso dirigir trator, nem 
andar a cavalo. 
 
 
03. Assinale a alternativa em que a frase: 
 
O Ministério da Saúde promove anualmente uma campanha 
de vacinação contra a gripe no país. 
 
Permanece correta após nova pontuação. 
 
A) O Ministério da Saúde promove anualmente, uma 
campanha. De vacinação contra a gripe no país. 
B) O Ministério da Saúde promove, anualmente, uma 
campanha de vacinação contra a gripe no país. 
C) O Ministério da Saúde promove, anualmente uma 
campanha de vacinação, contra a gripe no país. 
D) O Ministério da Saúde, promove anualmente uma 
campanha de vacinação. Contra a gripe no país. 
E) O Ministério da Saúde, promove anualmente, uma 
campanha de vacinação contra a gripe no país. 
 
 
GABARITO: 01. C; 02. C; 03. B 
 
 
 
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Observação: 
 
Ele estudou, pois foi bem na prova. 
 explicativa 
 
Ele irá bem na prova; estudou, pois. 
 conclusiva 
 
 
 
 
1. No trecho “Com isso, trouxe o aumento de pena para os 
atos de maus-tratos, ferimentos, mutilações, entre outros, 
contra cães e gatos.”, a supressão das vírgulas que isolam 
a expressão “entre outros” manteria a correção gramatical 
do texto. 
 
( ) Certo ( ) Errado 
 
 
2. A inserção da vírgula logo após “íntimos”, no trecho 
“esses adultos íntimos que deram vida às páginas de um 
livro”, não incorreria em erro gramatical, pois, com ela, a 
oração “que deram vida às páginas de um livro” se tornaria 
explicativa. 
 
( ) Certo ( ) Errado 
 
 
3. Estariam mantidas a coerência e a correção gramatical do 
texto se, no trecho “Com efeito, o tom geral daqueles que 
defendem essas exposições apela para a utilidade educativa 
de se usarem corpos humanos reais, dissecados e 
modelados, em posições didáticas, pois essa técnica 
possibilita o acesso a “espécimes” cuja riqueza de detalhes 
e de informações era antes acessível apenas aos 
anatomistas.”, a conjunção “pois” fosse suprimida e, em 
seguida, a vírgula empregada após “didáticas” fosse 
substituída por dois-pontos. 
 
( ) Certo ( ) Errado 
 
 
4. Estaria preservada a correção gramatical do texto caso 
os travessões empregados em “A regulamentação do 
direito quilombola — reconhecido no artigo 68 do Ato das 
Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT) da 
Constituição Federal de 1988 (CF) — passou anos sem 
qualquer instrumento legal de abrangência nacional que 
guiasse sua efetivação.”, fossem substituídos por 
vírgulas. 
 
( ) Certo ( ) Errado 
 
 
5. No trecho “Viemos de uma imensa explosão, o big bang”, 
na expressão “big bang” a vírgula foi empregada com a 
finalidade de: 
 
A) separar termos coordenados. 
B) introduzir uma oração adjetiva explicativa. 
C) indicar a elipse de um termo. 
D) assinalar uma intercalação. 
E) introduzir um aposto. 
GABARITO COMENTADO 
 
1. A expressão "entre outros" é uma expressão explicativa, 
um tipo de expressão em que há previsão de isolamento por 
vírgulas. 
GABARITO: ERRADO 
 
 
2. A oração em destaque qualifica o substantivo "adultos". Esse 
é o papel das orações adjetivas. Nesse tipo de oração, é 
importante destacar que o emprego ou não da vírgula marca 
uma alteração semântica: as restritivas não são separadas por 
vírgula (justamente para deixar claro que o significado da 
adjetivação é restrito ao elemento que antecede) e as 
explicativas são separadas por vírgulas (a exemplo do aposto). 
GABARITO: CERTO 
 
 
3. Os dois-pontos (:) podem ser usados para introduzir uma 
explicação, como é o caso do trecho analisado. 
A conjunção explicativa POIS pode ser substituída pelos dois-
pontos, que a semântica e correção gramatical será mantida. 
GABARITO: CERTO 
 
 
4. O termo isolado por travessões exerce a função sintática 
de aposto explicativo, oferecendo um detalhamento acerca 
de outro termo da oração, "direito quilombola", mencionado 
anteriormente. O aposto explicativo pode ser isolado por 
vírgulas, travessões ou parênteses. Quando está em forma 
de oração, pode, ainda, ser isolado por dois-pontos. 
GABARITO: CERTO 
 
 
5. O aposto é um termo usado para explicar, resumir ou 
comentar um termo anterior. Para isso, o aposto pode aparecer 
entre vírgulas, isolando o termo do restante da oração. 
GABARITO: E 
 
 
 
 
INTERPRETAÇÃO DE TEXTO 
 
Compreensão de textos: é a decodificação da mensagem, 
é analisar o que está explícito no texto. 
 
Interpretação de textos: é a interpretação que fazemos 
do conteúdo, ou seja, quais conclusões chegamos por meio 
da conexão de ideias e, por isso, vai além do texto. 
 
 
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Linguagem coloquial: é uma linguagem mais despojada, 
mais comum, do dia a dia. 
 
Norma culta: é mais usada para um texto informativo, 
dissertativo. 
 
Linguagem literária: é a linguagem que exige mais 
interpretação. 
 
 
SÃO MARCOS 
 
Paz. 
 
E, pois, foi aí que a coisa se deu, e foi de repente como uma 
pancada preta, vertiginosa, mas batendo de grau em grau 
- um ponto, um grão, um besouro, um anu, um urubu, um 
golpe de noite... E escureceu tudo. 
Nem houve a qualquer coisa que de regra se conserva sob 
as pálpebras, quando uma pessoa fecha os olhos: poento o 
bumbramento róseo de dia, tênue tecido alaranjado, passando 
em fundo preto, de noite, à luz. Mesmo no escuro de um foco 
que se apaga, remanescem seus vestígios, uma vaga via láctea 
a escorrer, mas, no meu caso nada havia. Era a treva, pesando 
e comprimindo absoluta. 
Como se eu estivesse preso no compacto de uma 
montanha, ou se muralha de fuligem prolongasse o meu corpo. 
Pior do que uma câmera escura. Ainda pior do que o último 
salão de uma gruta, com os archotes mortos. 
Devo ter perdido mais de um minuto, estuporado. Soergui-
me, tonteei. Apalpei o chão. Passei os dedos pelos olhos, 
repuxei a pele – para cima, para baixo, nas comissuras – e 
nada! Então pensei em um eclipse totalitário, em cataclismos, 
no fim do mundo. 
Continuava, porém, a debulha de trilos dos pássaros: o 
patativo, cantando clássico na borda da mata; mais longe, as 
pombas cinzentas, guaiando soluços e, aqui ao lado, um 
araçari, que não musica: ensaia e reensaia discursos irônicos, 
que vai taquigrafando com esmero, de ponta de bico na casca 
da árvore, o pica-pau chanchã. 
E esse eu estava adivinhando: rubro-verde, vertical, 
topetudo, grimpando pelo tronco da imbaúba, escorando-se na 
ponta do rabo também. Taquigrafa, sim, mas, para tempo não 
perder, vai comendooutrossim as formiguinhas tarus, que 
saem dos entrenós da imbaúba, aturdidas pelo rataplã. 
E, pois, se todos continuavam trabalhando, bichinho 
nenhum tivera seu susto. 
Portanto...estaria eu... 
 
Texto Literário Texto Não Literário 
A linguagem usada é de 
conteúdo subjetivo, possui 
emoções e valores do autor, 
usando, muitas vezes o eu 
lírico para isso. 
Uso da linguagem 
impessoal, objetiva. 
Emprego da linguagem 
conotativa, portanto 
utilização de figuras. 
Linguagem denotativa. 
Linguagem poética, 
modificação da realidade de 
forma lírica. 
Representação da 
realidade. 
Escolha preciosa das 
palavras. 
Prioriza o conteúdo 
informativo. 
Ora, sempre que surge uma nova técnica, ela quer 
demonstrar que revogará as regras e coerções que 
presidiram o nascimento de todas as outras invenções do 
passado. 
Ela se pretende orgulhosa e única. Como se a nova 
técnica carreasse com ela, automaticamente, para seus 
novos usuários, uma propensão natural a fazer economia de 
qualquer aprendizagem. Como se ela se preparasse para 
varrer tudo que a precedeu, ao mesmo tempo, 
transformando em analfabetos todos os que ousassem 
repeli-la. 
Fui testemunha dessa mudança ao longo de toda a 
minha vida. Ao passo que, na realidade, é o contrário que 
acontece. 
Cada nova técnica exige uma longa iniciação numa nova 
linguagem, ainda mais longa na medida em que nosso 
espírito é formatado pela utilização das linguagens que 
precederam o nascimento da recém-chegada. 
ECO, U.; CARRIÈRE, J.-C. Não contem com o fim do livro. Rio de 
Janeiro: Record, 2010 (adaptado) 
 
 
 
 
 
01. O texto revela que, quando a sociedade promove o 
desenvolvimento de uma nova técnica, o que mais impacta 
seus usuários é a: 
 
A) dificuldade na apropriação da nova linguagem. 
B) valorização da utilização da nova tecnologia. 
C) recorrência das mudanças tecnológicas. 
D) suplantação imediata dos conhecimentos prévios. 
E) rapidez no aprendizado do manuseio das novas invenções. 
 
 
Vida ao natural 
 
Pois no Rio tinha um lugar com uma lareira. E quando 
ela percebeu que, além do frio, chovia nas árvores, não pôde 
acreditar que tanto lhe fosse dado. O acordo do mundo com 
aquilo que ela nem sequer sabia que precisava como numa 
fome. 
Chovia, chovia. O fogo aceso pisca para ela e para o 
homem. Ele, o homem, se ocupa do que ela nem sequer lhe 
agradece; ele atiça o fogo na lareira, o que não lhe é senão 
dever de nascimento. E ela – que é sempre inquieta, 
fazedora de coisas e experimentadora de curiosidades – pois 
ela nem lembra sequer de atiçar o fogo; não é seu papel, 
pois se tem o seu homem para isso. 
Não sendo donzela, que o homem então cumpra a sua 
missão. O mais que ela faz é às vezes instigá-lo: “aquela 
acha*”, diz-lhe, “aquela ainda não pegou”. E ele, um 
instante antes que ela acabe a frase que o esclareceria, ele 
por ele mesmo já notara a acha, homem seu que é, e já está 
atiçando a acha. 
Não a comando seu, que é a mulher de um homem e que 
perderia seu estado se lhe desse ordem. A outra mão dele, 
a livre, está ao alcance dela. Ela sabe, e não a toma. Quer 
a mão dele, sabe que quer, e não a toma. Tem exatamente 
o que precisa: pode ter. 
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Ah, e dizer que isto vai acabar, que por si mesmo não 
pode durar. Não, ela não está se referindo ao fogo, refere-
se ao que sente. O que sente nunca dura, o que sente 
sempre acaba, e pode nunca mais voltar. Encarniça-se então 
sobre o momento, come-lhe o fogo, e o fogo doce arde, 
arde, flameja. 
Então, ela que sabe que tudo vai acabar, pega a mão 
livre do homem, e ao prendê-la nas suas, ela doce arde, 
arde, flameja. 
(Clarice Lispector, Os melhores contos [seleção Walnice Nogueira 
Galvão], 1996) 
 
 
02. No conto, o narrador explora a ideia de: 
 
A) fugacidade do sentimento. 
B) desapego da vida ao natural. 
C) desalento dos apaixonados. 
D) questionamento da liberdade. 
E) inversão de papéis de gênero. 
 
GABARITO: 01. A; 02. A 
 
 
São textos literários: 
 
▪ os poemas; 
▪ os romances; 
▪ os contos; 
▪ as novelas; 
▪ as lendas; 
▪ as fábulas; 
▪ as crônicas; 
▪ as peças de teatro; 
▪ as letras de músicas; 
 
 
Com a corda mi 
Do meu cavaquinho 
Fiz uma aliança pra ela 
Prova de carinho 
 
Quanta serenata 
Eu tive que perder 
O meu cavaquinho já não pode mais gemer 
Quanto sacrifício 
eu tive que fazer 
Para dar a prova pra ela 
Do meu bem querer 
 
 
São textos não literários: 
 
▪ as notícias; 
▪ as reportagens; 
▪ as entrevistas; 
▪ as cartas comerciais; 
▪ os artigos científicos; 
▪ os livros didáticos; 
▪ os manuais de instrução; 
▪ os dicionários; 
▪ as enciclopédias; 
▪ as receitas de culinária; 
▪ as guias de beleza; 
▪ as bulas de remédio; 
 
TEXTOS VERBAIS, NÃO VERBAIS 
 
“A Liberdade Guiando o Povo“, de Eugène Delacroix. 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Observação: intertextualidade é um texto dentro de outro 
texto. 
03. O gênero textual propaganda, apresentado como texto-
base para questão, foi apresentado de modo a predominar 
 
A) a linguagem verbal. 
B) a linguagem não verbal. 
C) a linguagem mista. 
D) o Arcaísmo. 
E) o Neologismo. 
 
 
04. 
 
 
 
As informações da charge permitem concluir corretamente que: 
 
A) o cenário econômico opõe-se à condição de miséria da 
personagem. 
B) a situação de miséria da personagem passa 
despercebida por todos. 
C) o desinteresse da personagem por um emprego levou-a 
à miséria. 
D) a personagem ficou miserável em decorrência da falta de 
emprego. 
E) a mudança na conjuntura econômica ajudou a vida da 
personagem. 
 
 
05. 
 
 
 
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Campanhas publicitárias podem evidenciar problemas: 
 
A) Alertar os homens agressores sobre as consequências de 
seus atos. 
B) Conscientizar a população sobre a necessidade de 
denunciar a violência doméstica. 
C) Instruir as mulheres sobre o que fazer em casos de 
agressão. 
D) Despertar nas crianças a capacidade de reconhecer atos 
de violência doméstica. 
E) Exigir das autoridades ações preventivas contra a 
violência doméstica. 
 
GABARITO: 01. A; 02. A; 03. C; 04. D; 05. B 
 
 
 
PRESSUPOSTO E SUBENTENDIDO 
INFORMAÇÕES LITERAIS E INFERÊNCIAS POSSÍVEIS 
 
Pressuposto: análise prévia do texto 
Subentendido: inferir do texto 
Informações literárias: aquilo que está no texto 
 
PRESSUPOSTO 
 
Marco deixou de beber refrigerante. 
 
 
Pressuposto: 
Marco bebia refrigerante. 
 
Algumas palavras (índices) indicam a mensagem adicional 
nos pressupostos: 
 
Verbos que podem indicar: mudança, continuidade, 
término, etc. 
 
Marco continua bebendo refrigerante. 
 
(pressuposto – Marco já bebia refrigerante anteriormente.) 
 
 
Alguns adjuntos adverbiais: 
 
Marco ainda dá aula no Brabo Concursos 
(pressuposto – Marco continua dando aula para o mesmo 
curso.) 
 
 
O salário do professor aumentou novamente. 
(pressuposto – o salário do professor já havia aumentado.) 
 
Alguns adjetivos: 
Torcedores violentos interromperam a partida de futebol. 
 
(pressuposto – Há torcedores violentos.) 
 
(pressuposto – Existia uma partida de futebol.) 
SUBENTENDIDO 
As informações subentendidas dependerão do contexto ou 
da capacidade de interpretação do leitor ou ouvinte. Não 
existem marcas linguísticas. 
 
Professor, o senhor já viu as horas? 
 
(Pode-se subentender que a aula já deveria ter terminado 
ou que ele (o professor) havia pedido para lembrá-lo da hora 
do término da aula, por exemplo.) 
 
Marco adquiriu outro notebook. 
 
1) O anterior quebrou. 
2) O anterior está ultrapassado. 
3) O anterior foi perdido. 
 
Você não é obrigado a ficar na sala de aula. 
 
1) O aluno já assistiu àquela aula. 
2) O aluno não tem interesse. 
3) O comportamento de uma determinada pessoa não 
condiz com o exigido. 
 
Marco só bebe refrigerante zero. 
 
1) Quer cuidarda saúde. 
2) Prefere o sabor do refrigerante zero. 
3) Possui diabetes. 
 
 
 
 
 
06. Considere o trecho reproduzido abaixo. 
 
“Distritos residenciais foram erguidos cada vez mais 
distantes das áreas centrais, onde tradicionalmente estão os 
postos de trabalho. O movimento pendular entre moradia e 
emprego tornou-se obrigatório para milhões de habitantes.” 
 
Em relação às informações implícitas, é correto afirmar que 
nele existem: 
 
A) um subentendido marcado linguisticamente e um 
pressuposto sem marcação linguística. 
B) dois subentendidos marcados linguisticamente. 
C) dois pressupostos marcados linguisticamente. 
D) um pressuposto sem marcação linguística e um 
subentendido marcado linguisticamente. 
 
Em tempos de crise, os sábios constroem pontes, enquanto 
os tolos constroem muros. 
 
 
07. Sabendo-se que os pressupostos e subentendidos são 
informações implícitas em um texto, não expressas 
formalmente, apenas sugeridas por marcas linguísticas ou 
pelo contexto, analise as afirmações a seguir. 
 
I. A pressuposição está na ideia de que, em tempo de 
harmonia e paz, os sábios e os tolos não são construtivos 
para a sociedade. E o que está subentendido é que só 
parecem para atuar na sociedade no momento oportuno. 
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II. A pressuposição está na ideia de que os sábios e os tolos 
são proativos quando é necessário. E o que está 
subentendido é que os tolos, visto que são tolos, sabotam a 
sociedade, promovendo problemas. 
 
III. A pressuposição está na ideia de que, em tempos de 
crise, os sábios tentam transformar problemas em soluções; 
enquanto os tolos patrocinam mais problemas. E o que está 
subentendido é que, em uma sociedade, há muitas pessoas 
despreparadas para empreender e outras preparadas para 
conviver. 
 
 
Assinale: 
 
A) se somente a afirmativa I estiver correta. 
B) se somente a afirmativa II estiver correta. 
C) se somente a afirmativa III estiver correta. 
D) se somente as afirmativas II e III estiverem corretas. 
E) se todas as afirmativas estiverem corretas. 
 
 
 
Vida ao natural 
 
Pois no Rio tinha um lugar com uma lareira. E quando 
ela percebeu que, além do frio, chovia nas árvores, não pôde 
acreditar que tanto lhe fosse dado. O acordo do mundo com 
aquilo que ela nem sequer sabia que precisava como numa 
fome. 
 
Chovia, chovia. O fogo aceso pisca para ela e para o 
homem. Ele, o homem, se ocupa do que ela nem sequer lhe 
agradece; ele atiça o fogo na lareira, o que não lhe é senão 
dever de nascimento. E ela – que é sempre inquieta, 
fazedora de coisas e experimentadora de curiosidades – pois 
ela nem lembra sequer de atiçar o fogo; não é seu papel, 
pois se tem o seu homem para isso. 
 
Não sendo donzela, que o homem então cumpra a sua 
missão. O mais que ela faz é às vezes instigá-lo: “aquela 
acha*”, diz-lhe, “aquela ainda não pegou”. E ele, um 
instante antes que ela acabe a frase que o esclareceria, ele 
por ele mesmo já notara a acha, homem seu que é, e já 
está atiçando a acha. 
 
Não a comando seu, que é a mulher de um homem e que 
perderia seu estado se lhe desse ordem. A outra mão dele, 
a livre, está ao alcance dela. Ela sabe, e não a toma. Quer 
a mão dele, sabe que quer, e não a toma. Tem exatamente 
o que precisa: pode ter. 
 
Ah, e dizer que isto vai acabar, que por si mesmo não 
pode durar. Não, ela não está se referindo ao fogo, refere-
se ao que sente. O que sente nunca dura, o que sente 
sempre acaba, e pode nunca mais voltar. Encarniça-se então 
sobre o momento, come-lhe o fogo, e o fogo doce arde, 
arde, flameja. 
 
Então, ela que sabe que tudo vai acabar, pega a mão 
livre do homem, e ao prendê-la nas suas, ela doce arde, 
arde, flameja. 
(Clarice Lispector, Os melhores contos [seleção Walnice Nogueira 
Galvão], 1996) 
 
 
08. “Encarniça-se então sobre o momento, come-lhe o fogo, 
e o fogo doce arde, arde, flameja. Então, ela que sabe que 
tudo vai acabar, pega a mão livre do homem, e ao prendê-
la nas suas, ela doce arde, arde, flameja.” A passagem final 
do texto permite concluir que: 
 
A) o homem perdeu a mulher amada que foi consumida 
pelo fogo da lareira. 
B) a mulher decidiu desfrutar a situação romântica que o 
momento lhe propiciava. 
C) o homem vivia um sentimento diferente daquele da 
mulher, pois queria ser livre. 
D) a mulher decidiu entregar-se com suavidade ao 
momento ao lado do homem. 
E) o casal rompeu, conscientes de que estavam de que tudo 
lhes era transitório. 
 
 
09. Identifica-se termo empregado em sentido figurado no 
trecho: 
 
A) Quer a mão dele, sabe que quer, e não a toma. 
B) Pois no Rio tinha um lugar com uma lareira. 
C) ... ele por ele mesmo já notara a acha... 
D) O fogo aceso pisca para ela e para o homem. 
E) ... ele atiça o fogo na lareira... 
 
 
10. A repetição dos termos destacados tem a função de 
enfatizar uma ação na passagem: 
 
A) ... come-lhe o fogo, e o fogo doce arde, arde, flameja. 
B) ... homem seu que é [...] que é a mulher de um homem... 
C) ... “aquela acha”, diz-lhe, “aquela ainda não pegou”. 
D) ... ele por ele mesmo já notara a acha, [...] e já está 
atiçando a acha. 
E) Chovia, chovia. O fogo aceso pisca para ela e para o 
homem. 
 
 
 
Leia o texto para responder às questões de números 11 e 
12. 
 
O Dia Nacional de Combate ao Fumo (29 de agosto) foi 
criado em 1986, com o objetivo de reforçar as ações nacionais 
de conscientização sobre os danos sociais, de saúde, 
econômicos e ambientais causados pelo tabaco. 
A campanha promovida pelo Inca (Instituto Nacional de 
Câncer) este ano chama-se Comprometa-se a parar de fumar. 
O instituto lembra que o tabagismo é um fator de risco 
importante para a Covid-19, por isso parar de fumar se torna 
uma medida de proteção à saúde de todos os cidadãos. 
Peças criadas para redes sociais com a frase “Cringe 
mesmo é fumar” fazem parte da campanha. Os materiais 
desenvolvidos pelo Ministério da Saúde, em parceria com a 
Organização Pan-Americana de Saúde, destacam a 
importância de proteger a saúde de crianças, jovens e 
adolescentes, que são alvo de estratégias de venda para que 
possam se tornar um mercado repositor de novos 
consumidores, já que o consumo de tabaco mata mais da 
metade de seus usuários. 
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Vale lembrar que os cigarros eletrônicos, ou pods, não são 
opções mais saudáveis ao cigarro tradicional. No Brasil, a 
comercialização desses dispositivos é proibida, já que não foi 
autorizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária 
(Anvisa). Muitos países que liberaram sua venda estão revendo 
as suas posições depois de novas orientações da Organização 
Mundial da Saúde (OMS). 
Cringe: Para os integrantes da geração Z, é um adjetivo 
usado para classificar pessoas que fazem coisas fora de 
moda, ultrapassadas, cafonas mesmo. Eles também 
costumam classificar atitudes ou objetos. Nesse caso, ela é 
usada como sinônimo de vergonha alheia. 
(https://g1.globo.com) 
 
 
Peças criadas para redes sociais com a frase “Cringe 
mesmo é fumar” fazem parte da campanha. Os materiais 
desenvolvidos pelo Ministério da Saúde, em parceria com 
a Organização Pan-Americana de Saúde, destacam a 
importância de proteger a saúde de crianças, jovens e 
adolescentes, que são alvo de estratégias de venda para 
que possam se tornar um mercado repositor de novos 
consumidores, já que o consumo de tabaco mata mais da 
metade de seus usuários. 
 
 
11. De acordo com as informações do texto, é correto afirmar 
que o slogan da peça para as redes sociais “Cringe mesmo é 
fumar” assevera que: 
 
A) buscar uma vida saudável implica fazer escolhas e, nesse 
caso, o uso de cigarros eletrônicos é uma saída para 
crianças, jovens e adolescentes afastarem-se do tabaco. 
B) estar em sintonia com as orientações da OMS permite 
que crianças, jovens e adolescentes se tornem alvo de 
estratégias de venda da indústria do tabaco. 
C) desenvolver a conscientizaçãode crianças, jovens e 
adolescentes tem como finalidade torná-los cringes, perfil 
que se contrapõe às tendências das redes sociais. 
D) fumar está na contramão de uma vida saudável e, por 
essa razão, é importante que crianças, jovens e 
adolescentes evitem virar reposição de novos 
consumidores. 
E) ser criança, jovem ou adolescente no mundo de hoje 
tem a vantagem de poder escolher opções saudáveis 
ao cigarro tradicional, como é o caso dos pods. 
 
 
12. De acordo com as informações do 2º parágrafo, parar de 
fumar, no contexto da pandemia vivida no mundo, é uma 
ação de: 
 
A) empatia, porque envolve a preocupação com o coletivo 
social. 
B) orgulho, porque reforça a determinação para superar o 
vício. 
C) medo, porque se juntas duas doenças de alto poder letal 
às pessoas. 
D) respeito, porque devolve a autoestima para a maioria da 
população. 
E) exibicionismo, porque as mortes pela Covid-19 não 
diminuirão. 
 
“A prefeitura da capital italiana anunciou que vai banir a 
circulação de carros a diesel no centro a partir de 2024. O 
objetivo é reduzir a poluição, que contribui para a erosão 
dos monumentos”. 
(Veja, 7/3/2018) 
 
 
13. Há uma série de inferências possíveis a partir do texto 
2; a única inferência inadequada é: 
 
A) os monumentos antigos de Roma são de grande 
importância para a cidade; 
B) os carros a diesel poluem mais que os carros a gasolina; 
C) no centro da cidade circula grande quantidade de 
veículos; 
D) o prazo dado para o banimento permite a adaptação dos 
fatores envolvidos; 
E) outros fatores prejudiciais aos monumentos, além da 
poluição, vão ser banidos de Roma. 
 
 
GABARITO: 06. C; 07. D; 08. B; 09. D; 10. E; 11. D; 12. A; 13. E 
 
 
 
 
 
 
ARTICULAÇÃO DO TEXTO: COESÃO E COERÊNCIA | 
ESTRUTURAÇÃO DO TEXTO: RELAÇÕES ENTRE IDEIAS, 
RECURSOS DE COESÃO 
 
14. Os materiais desenvolvidos pelo Ministério da Saúde, 
em parceria com a Organização Pan-Americana de Saúde, 
destacam a importância de proteger a saúde de crianças, 
jovens e adolescentes, que são alvo de estratégias de venda 
para que possam se tornar um mercado repositor de novos 
consumidores, já que o consumo de tabaco mata mais da 
metade de seus usuários. No trecho destacado do 3º 
parágrafo, há três orações que expressam, correta e 
respectivamente, sentidos de: 
 
A) restrição, causa e consequência. 
B) explicação, finalidade e comparação. 
C) causa, consequência e causa. 
D) adição, comparação e consequência. 
E) explicação, finalidade e causa. 
 
 
Em abril de 2015, quase três anos após a mudança para 
o escritório aberto, Nagele transferiu a empresa para um 
espaço de 900 m² onde hoje todos têm seu próprio espaço, 
com portas e tudo. Inúmeras empresas adotaram o conceito 
de escritório aberto – cerca de 70% dos escritórios nos 
Estados Unidos são assim – e até onde se sabe poucos 
retornaram ao modelo de espaços tradicionais com salas e 
portas. 
Pesquisas, contudo, mostram que podemos perder até 
15% da produtividade, desenvolver problemas graves de 
concentração e até ter o dobro de chances de ficar doentes 
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em espaços de trabalho abertos – fatores que estão 
contribuindo para uma reação contra esse tipo de 
organização. Desde que se mudou para o formato 
tradicional, Nagele já ouviu colegas do setor de tecnologia 
dizerem sentir falta do estilo de trabalho do escritório 
fechado. “Muita gente concorda – simplesmente não 
aguentam o escritório aberto. Nunca se consegue terminar 
as coisas e é preciso levar mais trabalho para casa”, diz 
ele. 
 
15. É correto afirmar que a expressão – contudo –, 
destacada no quinto parágrafo, estabelece uma relação de 
sentido com o parágrafo: 
 
A) anterior, confirmando com estatísticas o sucesso das 
empresas que adotaram o modelo de escritórios abertos. 
B) posterior, expondo argumentos favoráveis à adoção do 
modelo de escritórios abertos. 
C) anterior, atestando a eficiência do modelo aberto com 
base em resultados de pesquisas. 
D) anterior, introduzindo informações que se contrapõem à 
visão positiva acerca dos escritórios abertos. 
E) posterior, contestando com dados estatísticos o formato 
tradicional de escritório fechado. 
 
 
“Tenho comentado aqui na Folha em diversas crônicas, os 
usos da internet, que se ressente ainda da falta de uma 
legislação específica que coíba não somente os usos mas os 
abusos deste importante e eficaz veículo de comunicação. A 
maioria dos abusos, se praticados em outros meios, seriam 
crimes já especificados em lei, como a da imprensa, que 
pune injúrias, difamações e calúnias, bem como a violação 
dos direitos autorais, os plágios e outros recursos de 
apropriação indébita”. 
 
 
16. Nesse segmento do texto, o termo sublinhado que NÃO 
estabelece coesão com nenhum termo anterior é: 
 
A) aqui. 
B) Que. 
C) importante e eficaz veículo de comunicação. 
D) Abusos. 
E) A. 
 
GABARITO: 14.E 15.D 16.A 
 
 
ANÁFORA E CATÁFORA 
Naquele ano, numa noite de outono, Pablo Picasso, então 
com 54 anos, viu-a sentada a uma mesa em sua frente no 
Les Deux Magots. 
 
Tinha olhos azuis-claros, grossas sobrancelhas escuras, 
cabelos muito pretos e estava usando luvas pretas bordadas 
com um motivo de rosas. Sua mão esquerda estava 
espalmada sobre o tampo de madeira da mesa e com a mão 
direita ela tentava cravar um pequeno canivete na madeira 
entre os dedos, o mais perto possível da mão sem realmente 
cortar a carne. 
 
Às vezes errava o alvo e depois de algum tempo as luvas 
pretas se mostravam cada vez mais manchadas de sangue. 
O artista andaluz observou-a por um longo tempo e 
finalmente comentou (em espanhol) para o amigo, com 
quem estava sentado, que a achava extraordinariamente 
bela. 
Aparentemente ela o compreendeu, porque levantou a 
cabeça e sorriu. 
 
Alguns dias mais tarde, o poeta Paul Eduard apresentou-a 
ao pintor. O seu nome era Dora Maar e era fotógrafa. Mais 
tarde, Picasso lhe pediu as luvas manchadas de sangue e 
guardou-as em casa, numa vitrina com outras lembranças. 
 
 
Coesão catafórica - antecipa / suspense 
 
Coesão anafórica - retoma 
 
 
 
 
 
 
SENTIDO PRÓPRIO E FIGURADO DAS PALAVRAS 
 
Denotativo: sentido próprio 
 
Conotativo: sentido figurado 
 
 
 
“Superei um tabu” 
 
O ator Lázaro Ramos, 43, conta como lutou para falar sobre 
paternidade de forma franca e aberta 
Depoimento dado a Amanda Péchy 
 
Quando soube que seria pai, aos 32 anos, fui racional. 
Dizia estar emocionado, mas, na verdade, a ficha só veio a 
cair no dia em que João nasceu. Aí, sim, aflorou um turbilhão 
de sentimentos misturados – medos, inseguranças, 
incertezas. No meio disso, senti um amor gigantesco por um 
desconhecido, como nunca antes. Me vi também isolado e 
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perdido no novo papel. Cheguei a me afastar de amigos, 
uma vez que nossas realidades passaram a seguir cursos 
tão diferentes. 
Até com aqueles que eram pais, eu não conseguia 
conversar em profundidade. Era como uma espécie de tabu. 
Sou integrante de uma geração que começa a discutir a 
masculinidade e poderia estar mais maduro quando 
apareceram em minha vida o João, hoje com 11 anos, e a 
Maria, de 7. O fato é que essa ainda é uma trilha difícil, sobre 
a qual pesa um machismo, às vezes nas entrelinhas, que 
resiste ao tempo. Sensibilidade e cuidados, em pleno século 
XXI e com tantos avanços, parecem ainda não ser temas do 
universo masculino. 
Acabou que minha profissão foi decisiva para trazer o 
assunto à tona, de forma franca e direta. Queria há tempos 
tratar do tema e aconteceu com o filme Papai É Pop, do Caíto 
Ortiz, que recém estreou nos cinemas. Nunca havia lido o 
livro no qual se baseia o roteiro, obra que levanta uma 
ampla reflexão para nós, homens, sobre paternidade. Tinha 
um temor de repetir erros que observava em meu próprio 
pai, como não abraçar, beijar, não deixar os sentimentos à 
tona. Queria ser ativo, dar banho, trocar fralda,estar na 
área, mesmo que significasse uma reviravolta. Na geração 
dos meus pais, como diz o filme, mãe era peito e o 
progenitor, bolso. Aprendi que não precisa ser desse jeito, 
nem deve, e fui conquistando meu espaço, me entendendo 
nessa rotina. Uso a palavra conquistar porque, tanto eu 
como minha mulher (a atriz Taís Araújo), viemos de famílias 
de mulheres fortes. E nesse cenário fui demarcando o meu 
território. 
Ter filhos muda a vida de qualquer casal, e conosco não 
foi diferente. Olhando sob a perspectiva de hoje, a criação 
deles nos aproximou porque fomos estabelecendo uma 
saudável divisão de funções e, por tabela, descobrimos algo 
essencial: nossos conceitos e valores nesse campo eram 
semelhantes. Foi uma revelação, já que, antes deles, não 
tínhamos ideia de como seríamos como pais. Selamos, logo 
de saída, acordos primordiais sobre o dia a dia – saúde, 
alimentação, educação –, sem discordâncias fundamentais 
no que importa. Claro que há momentos de tensão, mas 
temos conseguido contorná-los com boa dose de diálogo. 
Aprendo também com gente de quem, graças à paternidade, 
me aproximei nestes anos. Tenho vínculos com pais de 
amigos dos dois, mas a conversa se prolonga mais com as 
mães, e eu adoro isso. 
Engraçado observar que a experiência que tive com 
cada um foi tão distinta. Com o João, assimilei tudo em 
tempo real, me transformando por força das 
circunstâncias. Quando Taís engravidou outra vez, 
pensei: “Ótimo, já sou perito”. Aí Maria nasceu, e fiquei 
perdido de novo. Ser pai de menina era um admirável 
mundo que se abria. Tinha medo de cometer um erro 
diante de um ser que, além de pequenino, era de outro 
sexo, um terreno ainda mais desconhecido. 
Na pandemia, com todos sob o mesmo teto, me vi tendo 
de lidar com meus demônios: impaciência e até falta de 
repertório para conversar com eles estavam no rol. Mas a 
convivência intensiva também foi boa, produtiva, e me fez 
melhor. Em Papai É Pop, identifico-me com meu 
personagem Tom porque vejo nele um genuíno desejo de 
ser bom pai e, ao mesmo tempo, aquele medo de não reunir 
qualidades suficientes. Ele consegue ser um espelho para 
vários homens. Assim como o personagem, hoje levo a 
paternidade com leveza, e falar sobre ela deixou de ser um 
tabu. 
 
 
17. Há linguagem figurada, EXCETO em: 
 
A) “Aí, sim, aflorou um turbilhão de sentimentos misturados 
– medos, inseguranças, incertezas.” 
B) “E nesse cenário fui demarcando o meu território.” 
C) “Ele consegue ser um espelho para vários homens.” 
D) “Mas a convivência intensiva também foi boa, produtiva, 
e me fez melhor.” 
E) “Na geração dos meus pais, como diz o filme, mãe era 
peito e o progenitor, bolso.” 
 
 
18. Identifica-se termo empregado em sentido figurado no 
trecho: 
 
A) Quer a mão dele, sabe que quer, e não a toma. 
B) Pois no Rio tinha um lugar com uma lareira. 
C) ... ele por ele mesmo já notara a acha... 
D) O fogo aceso pisca para ela e para o homem. 
E) ... ele atiça o fogo na lareira... 
 
 
19. As palavras de uma língua podem ser usadas com 
sentido próprio ou figurado, dependendo do contexto de que 
fazem parte. Tem-se uma palavra usada em sentido 
figurado no fragmento: 
 
A) “Sem perceber, fazemos publicidade gratuitamente ao 
usar roupas, sapatos, bolsas e outros objetos com 
etiquetas visíveis.” (L.10/11) 
B) “É preciso esclarecer que propaganda e publicidade são 
dois termos que geralmente se confundem.” (L.13) 
C) “Também chama a nossa atenção em bancos, 
escritórios, hospitais, restaurantes, cinema e outros 
lugares públicos.” (L.5/6) 
D) “..não teria sido possível sem que o bombardeio 
incessante da publicidade tente nos convencer...” 
(L.1/2) 
 
 
20. Sobre o gênero do texto, trata-se de: 
 
A) um artigo de opinião. 
B) um editorial. 
C) um relato pessoal. 
D) um texto dissertativo-argumentativo. 
E) uma crônica. 
 
GABARITO: 17.D; 18. D; 19.D; 20.C. 
 
 
Algumas figuras mais importantes: 
Você é uma flor. (metáfora) 
Você é como uma flor. (comparação) 
Já falei isso 10 mil vezes. (hipérbole) 
Devolva o meu Machado de Assis. (metonímia) 
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Nasce o dia, morre a noite. (antítese) 
Amor é ferida que dói e não se sente. (paradoxo) 
Paris, cidade luz... (antonomásia) 
Eu vi com meus próprios olhos. (pleonasmo) 
 
 
PONTO DE VISTA DO AUTOR 
 
 
 
21. “A internet é um tribunal....com milhões de juízes....e 
nenhum tribunal!” 
 
A última fala causa um estranhamento, porque assinala a 
ausência de um elemento fundamental para a instalação de 
um tribunal: a existência de alguém que esteja sendo 
acusado. Essa fala sugere o seguinte ponto de vista do autor 
em relação aos usuários da internet: 
 
A) proferem vereditos fictícios sem que haja legitimidade do 
processo. 
B) configuram julgamentos vazios ainda que existam 
crimes comprovados. 
C) emitem juízos sobre os outros mas não se veem na 
posição de acusados. 
D) apressam-se em opiniões superficiais mesmo que 
possuam dados concretos. 
 
 
01 Lá pela metade do século 21, já não 
02 haverá superpopulação humana, como 
03 hoje. Os governos de todo o mundo – 
04 presumivelmente, todos democráticos – 
05 poderão incentivar as pessoas à reprodução 
06 E será melhor que o façam com as 
07 melhores pessoas. A eugenia humana – 
08 isto é, a escolha dos melhores exemplares 
09 para a reprodução, de modo a aprimorar a 
10 média da espécie, como já se fez com cavalos 
11 encontrará o período ideal para 
12 sair da prancheta dos cientistas para a vida 
13 real. Pessoas selecionadas por suas 
14 características genéticas serão empregadas 
15 do estado. O funcionalismo público terá 
16 uma nova categoria: a dos reprodutores. 
17 Este exercício de futurologia foi apresentado 
18 seriamente pelo professor do Instituto 
19 de Biociências da USP Osvaldo Frota-Pessoa, 
20 em palestra no colóquio Brasil-Alemanha – 
21 Ética e Genética, quarta-feira à 
22 noite. […] Nas conferências de segunda e 
23 terça, a eugenia foi citada como um perigo 
24 das novas tecnologias, uma ideia que não 
25 é cientificamente – e muito menos eticamente – 
26 defensável. 
Lá pela metade do século 21, já não haverá 
superpopulação humana, como hoje. Os governos de todo o 
mundo – presumivelmente, todos democráticos – poderão 
incentivar as pessoas à reprodução. E será melhor que o 
façam com as melhores pessoas. A eugenia humana – isto 
é, a escolha dos melhores exemplares para a reprodução, 
de modo a aprimorar a média da espécie, como já se fez 
com cavalos – encontrará o período ideal para sair da 
prancheta dos cientistas para a vida real. 
Pessoas selecionadas por suas características genéticas 
serão empregadas do estado. O funcionalismo público terá 
uma nova categoria: a dos reprodutores. 
 
Este exercício de futurologia foi apresentado seriamente 
pelo professor do Instituto de Biociências da USP Osvaldo 
Frota Pessoa, em palestra no colóquio Brasil-Alemanha – 
Ética e Genética, quarta-feira à noite. […] Nas conferências 
de segunda e terça, a eugenia foi citada como um perigo das 
novas tecnologias, uma ideia que não é cientificamente – e 
muito menos eticamente – defensável. 
 
 
22. Considere as seguintes afirmações sobre a posição do 
autor com relação ao assunto de que trata o texto. 
 
I. O autor do texto é favorável à eugenia como solução 
para a futura queda no crescimento demográfico, como 
indica o primeiro parágrafo. 
II. O autor trata as ideias do professor Osvaldo Frota-
Pessoa com certa ironia, como demonstra o uso da 
palavra seriamente na linha 18. 
III. Ao relatar posições contraditórias por parte dos 
cientistas com relação à eugenia humana, o autor revela 
que esta é uma concepção controversa. 
 
Quais estão corretas? 
 
A) Apenas I. 
B) Apenas II. 
C) Apenas III. 
D) Apenas II e III. 
E) I, II e III. 
 
GABARITO: 21. A; 22. D 
 
 
 
 
NÍVEIS DE LINGUAGEM 
Em resumo, há 5 níveis de linguagem...: 
 
Nível 1: Normaculta / padrão; 
 
Nível 2: Linguagem coloquial / informal / popular; 
 
Nível 3: Linguagem regional / regionalismo; 
 
Nível 4: Gírias; 
 
Nível 5: Linguagem vulgar. 
 
 
 
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Murilo Mendes, em um de seus poemas, dialoga com a carta 
de Pero Vaz de Caminha: 
 
“A terra é mui graciosa, 
Tão fértil eu nunca vi. 
A gente vai passear, 
No chão espeta um caniço, 
No dia seguinte nasce 
Bengala de castão de oiro. 
Tem goiabas, melancias, 
Banana que nem chuchu. 
Quanto aos bichos, tem-nos muito 
De plumagens mui vistosas. 
Tem macaco até demais 
Diamantes tem à vontade 
Esmeralda é para os trouxas. 
Reforçai, Senhor, a arca, 
Cruzados não faltarão, 
Vossa perna encanareis, 
Salvo o devido respeito. 
Ficarei muito saudoso 
Se for embora daqui”. 
 
(MENDES, Murilo. Murilo Mendes – poesia completa e prosa. Rio de 
Janeiro: Nova Aguilar, 1994.) 
 
 
 
 
 
 
23. Arcaísmos e termos coloquiais misturam-se nesse 
poema, criando um efeito de contraste, como ocorre em: 
 
A) A terra é mui graciosa / Tem macaco até demais. 
B) Salvo o devido respeito / Reforçai, Senhor, a arca. 
C) A gente vai passear / Ficarei muito saudoso. 
D) De plumagens mui vistosas / Bengala de castão de oiro. 
E) No chão espeta um caniço / Diamantes tem à vontade. 
 
 
24. As aspas marcam o uso de uma palavra ou expressão 
de variedade linguística diversa da que foi usada no restante 
da frase em: 
 
A) Essa visão desemboca na busca ilimitada do lucro, na 
apologia do empresário privado como o “grande herói” 
contemporâneo. 
B) Pude ver a obra de Machado de Assis de vários ângulos, 
sem participar de nenhuma visão “oficialesca”. 
C) Nas recentes discussões sobre os “fundamentos” da 
economia brasileira, o governo deu ênfase ao equilíbrio 
fiscal. 
D) O prêmio Darwin, que “homenageia” mortes estúpidas, 
foi instituído em 1993. 
E) Em fazendas de Minas e Santa Catarina, quem aprecia o 
campo pode curtir o frio, ouvindo “causos” à beira da 
fogueira. 
25. Há linguagem oral em: 
 
A) “Dizia estar emocionado, mas, na verdade, a ficha só 
veio a cair no dia em que João nasceu.” 
B) “E nesse cenário fui demarcando o meu território.” 
C) “Ele consegue ser um espelho para vários homens.” 
D) “No meio disso, senti um amor gigantesco por um 
desconhecido, como nunca antes.” 
E) “Ser pai de menina era um admirável mundo que se 
abria.” 
 
GABARITO: 23. A; 24. E; 25. A. 
 
DISCURSO DIRETO E INDIRETO 
Discurso Direto 
 
No discurso direto, o narrador dá uma pausa na sua 
narração e passa a citar fielmente a fala do personagem. 
O objetivo desse tipo de discurso é transmitir autenticidade 
e espontaneidade. Assim, o narrador se distancia do 
discurso, não se responsabilizando pelo que é dito. 
Pode ser também utilizado por questões de humildade - para 
não falar algo que foi dito por um estudioso, por exemplo, 
como se fosse de sua própria autoria. 
 
Características do Discurso Direto 
 
Utilização dos verbos da categoria dicendi, ou seja, aqueles 
que têm relação com o verbo "dizer". São chamados de 
"verbos de elocução", a saber: falar, responder, perguntar, 
indagar, declarar, exclamar, dentre outros. 
Utilização dos sinais de pontuação - travessão, exclamação, 
interrogação, dois-pontos, aspas. 
Inserção do discurso no meio do texto - não 
necessariamente numa linha isolada. 
 
Exemplos de Discurso Direto 
 
Os formados repetiam: "Prometo cumprir meus deveres e 
respeitar meus semelhantes com firmeza e honestidade.". 
 
O réu afirmou: "Sou inocente!“ 
 
Querendo ouvir sua voz, resolveu telefonar: 
— Alô, quem fala? 
— Bom dia, com quem quer falar? — respondeu com tom de 
simpatia. 
 
Discurso Indireto 
 
No discurso indireto, o narrador da história interfere na fala 
do personagem preferindo suas palavras. Aqui não 
encontramos as próprias palavras da personagem. 
 
Características do Discurso Indireto 
 
O discurso é narrado em terceira pessoa. Algumas vezes são 
utilizados os verbos de elocução, por exemplo: falar, 
responder, perguntar, indagar, declarar, exclamar. 
Contudo, não há utilização do travessão, pois geralmente as 
orações são subordinadas, ou seja, dependem de outras 
orações, o que pode ser marcado através da conjunção 
“que” (verbo + que). 
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Os formados repetiam que iriam cumprir seus deveres e 
respeitar seus semelhantes com firmeza e honestidade. 
 
O réu afirmou que era inocente. 
 
Querendo ouvir sua voz, resolveu telefonar. Cumprimentou 
e perguntou quem estava falando. Do outro lado, alguém 
respondeu ao cumprimento e perguntou com tom de 
simpatia com quem a pessoa queria falar. 
 
Discurso Direto Discurso Indireto 
Preciso sair por alguns 
instantes. (enunciado na 
1ª pessoa) 
Disse que precisava sair 
por alguns instantes. 
(enunciado na 3ª pessoa) 
Sou a pessoa com quem 
falou há pouco. 
(enunciado no presente) 
Disse que era a pessoa 
com quem tinha falado há 
pouco. (enunciado no 
imperfeito) 
Não li o jornal hoje. 
(enunciado no pretérito 
perfeito) 
Disse que não tinha lido o 
jornal. (enunciado no 
pretérito mais que 
perfeito) 
O que fará relativamente 
sobre aquele assunto? 
(enunciado no futuro do 
presente) 
Perguntou-me o que faria 
relativamente sobre 
aquele assunto. 
(enunciado no futuro do 
pretérito) 
Não me ligues mais! 
(enunciado no modo 
imperativo) 
Pediu que não lhe ligasse 
mais. (enunciado no modo 
subjuntivo) 
Isto não é nada 
agradável. (pronome 
demonstrativo em 1ª 
pessoa) 
Disse que aquilo não era 
nada agradável. (pronome 
demonstrativo em 3ª 
pessoa) 
Vivemos muito bem aqui. 
(advérbio de lugar aqui) 
Disse que viviam muito 
bem lá. (advérbio de lugar 
lá) 
Discurso Direto Discurso Indireto 
Presente do indicativo Pretérito imperfeito do 
indicativo 
Pretérito perfeito Pretérito mais que 
perfeito 
Futuro do presente Futuro do pretérito 
Imperativo Pretérito Imperfeito do 
subjuntivo 
 
 
 
 
 
26. “Qual é a verdadeira extensão da vida humana?” é um 
exemplo de frase em discurso direto que, se colocada em 
discurso indireto, deveria estar reescrita do seguinte modo: 
“Ele perguntou qual era a verdadeira extensão da vida 
humana”. 
 
Assinale a pergunta a seguir que está corretamente reescrita 
em discurso indireto. 
A) Qual é o seu nome? / Ele perguntou qual era o nome 
dela. 
B) Onde Pedro foi ontem? / Ele perguntou onde Pedro ia 
ontem. 
C) Bernardo chegará amanhã? / Ele perguntou se Bernardo 
chegava amanhã. 
D) Eles foram ontem ao cinema? / Ele perguntou se eles vão 
ontem ao cinema. 
E) Qual o preço pago pelo livro? / Ele perguntou qual seria 
o preço pago pelo livro. 
 
 
O meu amigo ouvia-me calado, embevecido, gostando 
daquele meu Gil Blas1 vivido, até que, em uma pausa da 
conversa, ao esgotarmos os copos, observou a esmo: 
— Tens levado uma vida bem engraçada, Castelo! 
— Só assim se pode viver... Isto de uma ocupação única: 
sair de casa a certas horas, voltar a outras, aborrece, não 
achas? Não sei como me tenho aguentado lá, no consulado! 
— Cansa-se; mas, não é disso que me admiro. O que me 
admira, é que tenhas corrido tantas aventuras aqui, neste 
Brasil imbecil e burocrático. 
— Qual! Aqui mesmo, meu caro Castro, se podem arranjar 
belas páginas de vida. Imagina tu que eu já fui professor de 
javanês! 
— Quando? Aqui, depois que voltaste do consulado? — Não; 
antes. E, por sinal, fui nomeado cônsul por isso. 
— Conta lá como foi. Bebes mais cerveja? 
— Bebo. Mandamos buscar mais outra garrafa, enchemos os 
copos, e continuei: 
— Eu tinha chegado havia pouco ao Rio estava literalmente 
na miséria. Vivia fugido de casa de pensão em casa de 
pensão, sem saber onde e como ganhar dinheiro, quando li 
no Jornal do Comércio o anúncio seguinte: 
 
 
27. O discurso direto, presente no texto, apresenta todas as 
marcas linguísticas de interlocução listadas abaixo, exceto: 
 
A) verbos flexionados na segunda pessoa.B) uso reiterado de adjetivos subjetivos. 
C) emprego da função sintática vocativo. 
D) presença de interrogativas diretas. 
 
 
28. “O menino disse que queria passar para as / palavras 
suas peraltagens” (versos 31 e 32). 
 
Transposto para o discurso direto, o trecho acima assume a 
seguinte redação: 
 
O menino disse: 
 
A) Quero passar suas peraltagens para as palavras. 
B) Quis passar suas peraltagens para as palavras. 
C) Quisera passar minhas peraltagens para as palavras. 
D) Quero passar minhas peraltagens para as palavras. 
E) Quis passar minhas peraltagens para as palavras. 
 
 
GABARITO: 26. A; 27. B; 28. D. 
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Exemplos de Discurso Indireto Livre 
 
Fez o que julgava necessário. Não estava arrependido, mas 
sentia um peso. Talvez não tenha sido suficientemente 
justo com as crianças… 
 
O despertador tocou um pouco mais cedo. Vamos lá, eu 
sei que consigo! 
 
Amanheceu chovendo. Oba, lá vou eu passar o dia 
assistindo a filmes! 
 
 
TIPOLOGIA TEXTUAL 
 
Existem cinco categorias de texto dentro da tipologia textual: 
 
01. Texto narrativo; 
02. Texto descritivo; 
03. Texto dissertativo (informativo ou argumentativo); 
04. Texto injuntivo; 
05. Texto dialogal. 
 
 
Texto narrativo 
 
Características principais: 
 
– Texto em verso ou prosa; 
– Narrador em 1ª ou 3ª pessoa; 
– Presença de personagens; 
– Enredo com uma sucessão de fatos que chegam a um 
conflito (clímax) o qual se desenvolve do meio para o final 
da história; 
– Tempo cronológico (acontecimentos marcados pelas 
horas, dias e anos) ou tempo psicológico (lembranças e 
vivências das personagens); 
– Predominam verbos de ação no pretérito; 
 
 
Exemplos de gêneros textuais desta tipologia: 
 
– Romance – Fábula 
– Novela – Lenda 
– Crônica – Piada 
– Conto – Parábola 
– Conto de fada – Epístola 
 
 
Texto descritivo 
 
Características principais: 
 
– Rico em adjetivos ou expressões qualificativas; 
– Descrição objetiva ou subjetiva; 
– Noção temporal estática; 
– Predominam verbos de ligação; 
– Geralmente está em um texto narrativo. 
 
 
 
 
 
Texto injuntivo 
 
O texto injuntivo dá comandos em forma de 
aconselhamento, instrução ou imposição para que o 
interlocutor possa tomar determinadas atitudes. No âmbito 
jurídico, é utilizado para ditar acontecimentos e 
comportamentos por meio das leis. 
 
Características principais: 
 
– Geralmente apresenta frases curtas e objetivas e 
perguntas reflexivas; 
– Ordenação seriada das informações; 
– Predominam verbos no imperativo; 
– Predominam verbos e pronomes de 2ª pessoa ou 1ª 
pessoa do plural. 
 
▪ Leis 
▪ Guias 
▪ Tutoriais 
▪ Regulamentos 
▪ Propagandas 
▪ Manual de instruções 
▪ Livros de autoajuda 
▪ Bula de remédio 
 
 
Texto dissertativo 
 
O texto dissertativo apresenta fatos, opiniões ou 
pensamentos sobre um assunto específico. Esta tipologia 
textual se divide em: dissertação expositiva e dissertação 
argumentativa. 
 
Características principais: 
 
a) Dissertação expositiva: 
 
– Não é persuasiva, mas, sim, informativa e explicativa; 
– Estrutura constituída por introdução, desenvolvimento e 
conclusão; 
– Predominam verbos no presente e na terceira pessoa; 
– Linguagem objetiva, clara e imparcial. 
 
 
Exemplos de gêneros textuais desta tipologia: 
 
▪ Notícias 
▪ Reportagens 
▪ Seminários 
▪ Resenhas 
▪ Artigos científicos 
▪ Verbetes de dicionário 
 
 
b) Dissertação argumentativa: 
 
- Linguagem persuasiva, culta, clara e objetiva; 
 
 
 
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Texto dialogal 
 
O texto dialogal apresenta uma conversa entre, no 
mínimo, dois locutores. A diferença dessa tipologia para 
a narração é que nem sempre há narrador no texto 
dialogal, e quando há, sua função é apenas apresentar o 
diálogo que ocorrerá em primeira pessoa. 
 
Características principais: 
 
- Marcas de oralidade; 
- Predominam verbos na primeira pessoa do singular. 
 
 
 
 
 
Papos 
 
— Me disseram... 
— Disseram-me. 
— Hein? 
— O correto é “disseram-me”. Não “me disseram”. — Eu falo 
como quero. E te digo mais... Ou é “digo-te”? 
— O quê? 
— Digo-te que você... 
— O “te” e o “você” não combinam. 
— Lhe digo? 
— Também não. O que você ia me dizer? 
— Que você está sendo grosseiro, pedante e chato. [...] 
— Dispenso as suas correções. Vê se esquece-me. Falo 
como bem entender. Mais uma correção e eu... — O quê? 
— O mato. 
— Que mato? 
— Mato-o. Mato-lhe. Mato você. Matar-lhe-ei-te. Ouviu 
bem? Pois esqueça-o e para-te. Pronome no lugar certo é 
elitismo! 
— Se você prefere falar errado... 
— Falo como todo mundo fala. O importante é me 
entenderem. Ou entenderem-me? 
 
VERISSIMO, L. F. Comédias para se ler na escola. Rio de 
Janeiro: Objetiva, 2001 (adaptado). 
 
 
29. Nesse texto, o uso da norma-padrão defendido por um 
dos personagens torna-se inadequado em razão do(a): 
 
A) falta de compreensão causada pelo choque entre 
gerações. 
B) contexto de comunicação em que a conversa se dá. 
C) grau de polidez distinto entre os interlocutores. 
D) diferença de escolaridade entre os falantes. 
E) nível social dos participantes da situação. 
 
GABARITO: 29. B 
 
Discurso direto: uso de verbos elocutivos e dois-pontos para 
sinalizar o início de uma fala e travessões ou aspas para 
marcá-las. 
Exemplos de gêneros textuais desta tipologia: 
 
▪ Entrevistas 
▪ Debates 
▪ Peças de teatro 
▪ Bate-papo em aplicativos e sites 
 
 
 
GÊNEROS TEXTUAIS 
 
▪ Romance ▪ Biografia ▪ Artigo de Opinião 
▪ Conto ▪ Poema ▪ Editorial 
▪ Crônica ▪ Notícia ▪ Resenha 
 
 
 
31. Sobre a linguagem não literária é correto afirmar, 
exceto: 
 
A) É utilizada, sobretudo, em textos cujo caráter seja 
essencialmente informativo. 
B) Sua principal característica é a objetividade. 
C) Utiliza recursos como a conotação para conferir às 
palavras sentidos mais amplos do que elas realmente 
possuem. 
D) Utiliza a linguagem denotativa para expressar o real 
significado das palavras, sem metáforas ou 
preocupações. 
 
 
32. Leia os textos abaixo para responder à questão: 
 
(Texto 1) Descuidar do lixo é sujeira 
 
Diariamente, duas horas antes da chegada do caminhão da 
prefeitura, a gerência de uma das filiais do McDonald’s 
deposita na calçada dezenas de sacos plásticos recheados 
de papelão, isopor, restos de sanduíches. Isso acaba 
propiciando um lamentável banquete de mendigos. Dezenas 
deles vão ali revirar o material e acabam deixando os restos 
espalhados pelo calçadão. 
(Veja São Paulo, 23-29/12/92) 
 
 
(Texto 2) O bicho 
 
Vi ontem um bicho 
Na imundície do pátio 
Catando comida entre os detritos. 
 
Quando achava alguma coisa, 
Não examinava nem cheirava: 
Engolia com voracidade. 
 
O bicho não era um cão, 
Não era um gato, 
Não era um rato. 
O bicho, meu Deus, era um homem. 
(Manuel Bandeira. Em Seleta em prosa e verso. Rio de Janeiro: J. 
Olympio/MEC, 1971, p.145) 
 
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I. No primeiro texto, publicado por uma revista, a 
linguagem predominante é a literária, pois sua principal 
função é informar o leitor sobre os transtornos causados 
pelos detritos. 
II. No segundo texto, do escritor Manuel Bandeira, a 
linguagem não literária é predominante, pois o poeta faz 
uso de uma linguagem objetiva para informar o leitor. 
III. No texto “Descuidar do lixo é sujeira”, a intenção é 
informar sobre o lixo que diariamente é depositado nas 
calçadas através de uma linguagem objetiva e concisa, 
marca dos textos não literários. 
IV. O texto “O bicho” é construído em versos e estrofes e 
apresenta uma linguagem plurissignificativa, isto é, 
permeada por metáforas e simbologias, traços 
determinantes da linguagem literária. 
 
Estão corretas as proposições: 
 
A) I, III e IV. 
B) III e IV. 
C) I, II, III e IV. 
D) I e IV. 
E) II, III e IV. 
 
 
Leia o texto dos quadrinhos,assinale a afirmação 
verdadeira. 
 
A) A palavra “tendem” deveria ser acentuada graficamente, 
como “também” e “porém”. 
B) As palavras “saíra”, “destruída” e “aí” acentuam-se pela 
mesma razão. 
C) O nome “Luiz” deveria ser acentuado graficamente, pela 
mesma razão que a palavra “país”. 
D) Os vocábulos “é”, “já” e “só” recebem acento por 
constituírem monossílabos tônicos fechados. 
E) Acentuam-se “simpática”, “centímetros”, “simbólica” 
porque todas as paroxítonas são acentuadas. 
 
GABARITO: 01. B; 02. C; 03. E; 04. B 
 
 
 
 
 
 
1. Os vocábulos “homicídios” e “caíram” são acentuados 
graficamente de acordo com a mesma regra de acentuação 
gráfica. 
 
( ) Certo ( ) Errado 
 
2. As palavras “lá” e “também”, empregadas no último 
parágrafo, são acentuadas graficamente em razão de regras 
de acentuação distintas. 
 
( ) Certo ( ) Errado 
 
 
3. O emprego de acento agudo nas palavras “juízo”, 
“extraídos” e “período” justifica-se pela mesma regra de 
acentuação gráfica. 
 
( ) Certo ( ) Errado 
 
 
4. Os vocábulos “trás”, “é” e “nós” recebem acento gráfico 
em obediência à mesma regra de acentuação. 
 
( ) Certo ( ) Errado 
 
 
5. O vocábulo “eólica” acentua-se devido à mesma regra de 
acentuação que determina o emprego do acento na palavra 
 
A) renovável. 
B) elevará. 
C) pássaros. 
D) carvão. 
E) ruído. 
 
 
GABARITO COMENTADO 
 
1. Na palavra "Ho-mi-cí-dios" aplica-se a regra das 
paroxítonas com ditongo. 
Na palavra "Ca-í-ram" aplica-se a regra do hiato que corre 
quando há duas vogais juntas, se na separação delas for 
seguida de I ou U. 
GABARITO: ERRADO 
 
 
2. LÁ= monossílabo terminado em a/as, o/os, e/es, ou em 
ditongo aberto EU, OI, EI são acentuados; 
TAMBÉM= oxítona terminada em a/e/o/em/ens, ou em 
ditongo aberto EU, OI, EI são acentuados. 
 
GABARITO: CERTO 
 
 
3. Ju-í-zo : acentua-se o "i" e "u" tônicos dos hiatos; 
Ex-tra-í-dos: acentua-se o "i" e "u" tônicos dos hiatos; 
Pe-rí-o-do: todas as proparoxítonas são acentuadas (aqui 
não tem hiato, pois o "i" não está sozinho na sílaba). 
 
GABARITO: ERRADO 
 
 
4. Os monossílabos tônicos terminados em "a", "e" e "o" são 
acentuados. 
GABARITO: CERTO 
 
 
5. E-ó-li-ca → proparoxítona; 
Pás-sa-ros → proparoxítona; 
Regra: Todas proparoxítonas são acentuadas. 
 
GABARITO: C 
Português Básico 
 
 
 
 
ORTOGRAFIA 
 
CORRETA INCORRETA 
bandeja bandeija 
beneficente beneficiente 
camundongo camondongo 
caranguejo carangueijo 
empecilho impecilho 
mendigo mendingo 
mortadela mortandela 
prazerosamente prazeirosamente 
reivindicar reinvidicar 
 
 
Emprega-se X e não CH 
 
1. Na sequência de ditongo: 
Exemplos: caixa – faixa – peixe – trouxa – ameixa – feixe 
 
Exceção: recauchutar – recauchutagem 
 
2. Depois de EN: 
Exemplos: enxoval – enxada – enxerido 
 
Porém: 
 
cheio – encher 
chiqueiro – enchiqueirar 
 
3. Depois de ME: 
México – mexilhão – mexerico – mexerica 
 
Exceção: mecha 
 
 
 
 
 
01. Assinale a alternativa incorreta sobre o emprego 
da letra “x”: 
 
A) Deve-se empregar o “x” após os ditongos (encontros 
vocálicos = vogal + semivogal em uma mesma sílaba). 
Exemplos: ameixa, feixe, caixa, frouxo, etc. 
B) Emprega-se o “x” após as sílabas “en” e “me”, como 
enxame, enxurrada, enxaqueca, mexicano, mexerica, 
mexilhão, etc. 
C) Emprega-se nas palavras de origem indígena ou africana, 
assim como nas palavras inglesas aportuguesadas, como 
xavante, xingar, xique-xique, xará, xerife, xampu, etc. 
D) Palavras como enxente, enxarcar, enxapelar, enxumaçar 
e enxiqueirar seguem a regra do emprego do “x” após a 
sílaba “en”. 
E) A letra “x” pode representar os seguintes fonemas: /ch/, 
/cs/, /z/, /ss/ e /s/. 
 
GABARITO: D 
 
Observação: fonema – som das letras, exemplos: 
 
exame – o “x” com som de “z” 
táxi – o “x” com som de “ks/cs” 
 
 
 
 
 
São exemplos de palavras homófonas, isto é, palavras que 
possuem a mesma pronúncia, mas a grafia diferente: 
 
I. chácara e xácara. 
II. chalé e xale. 
III. cheque e xeque. 
IV. viagem e viajem. 
V. chá e xá. 
 
A) Todas as alternativas estão corretas. 
B) Apenas I e II estão corretas. 
C) I, III, IV e V estão corretas. 
D) Apenas V está correta. 
E) I, II, III e V estão corretas. 
 
GABARITO: C 
 
 
 
 
Observações: 
 
A palavra “homo” significa igual, logo “homógrafas” 
significa grafia igual e “heterófonas” significa sons 
diferentes. 
 
Exemplos: colher (ê) e colher (é) 
 
A palavra “heterógrafas” significa grafia diferentes e 
“homófonas” significa sons iguais. 
 
Exemplos: sela e cela 
 
A palavra “homógrafas” significa grafia igual e 
“homófonas” significa sons iguais. 
 
Exemplos: manga – fruta 
 manga – parte da vestimenta 
 
 
Homônimas 
são palavras que possuem sentido 
diferente, porém com mesma 
pronúncia ou grafia. 
Parônimas 
são palavras parecidas que possuem 
grafias semelhantes, mas 
significados diferentes. 
 
Homônimas: 
 
Observação: viagem – substantivo 
 viajem - verbo 
 
 
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Parônimas: 
 
Exemplos: tráfico – tráfego 
 comprimento - cumprimento 
 
 
Emprega-se C e Ç 
 
1. Depois de ditongo: 
 
Exemplos: eleição – traição – coice – ouço 
 
 
2. Árabe, tupi ou africana: 
 
Exemplos: cetim (árabe)/ araçá (tupi)/ caçula (africana) 
 
 
 
Correlatos terminados em TOR ou TER: 
 
Exemplos: 
Ereto – ereção 
Correto – correção 
Deter – detenção 
 
 
 
SUFIXOS: ação, aço(a) e iço(a): 
 
Exemplos: 
aspiração 
ricaço 
balaço 
sumiço 
 
 
Sufixos são elementos que ajudam a compor palavras, 
modificando seu sentido. Veja o exemplo: 
 
Feliz + mente = felizmente 
 
O sufixo MENTE altera a classificação da palavra, pois feliz 
é adjetivo e felizmente é advérbio. 
 
 
 
Emprega-se SS com os radicais 
 
MET GRED PRIM TIR 
 
Exemplos: 
 
submeter – submissão 
intrometer – intromissão 
agredir – agressão 
regredir – regressão 
reprimir – repressão 
comprimir – compressão 
permitir – permissão 
discutir – discussão 
 
 
Emprega-se Z e não S 
 
Substantivos abstratos derivados de adjetivo: 
rico – riqueza 
pobre – pobreza 
nobre – nobreza 
belo – beleza 
 
 
J ou G: 
contágio (ágio) 
colégio (égio) 
litígio (ígio) 
relógio (ógio) 
refúgio (úgio) 
 
 
 
 
 
01. Já chega de criar _________! 
 
O termo que preenche a lacuna corretamente é: 
 
A) impeçilho 
B) empessilho 
C) impecilho 
D) empecilho 
E) ipecilho 
 
 
02. Assinale a alternativa em que há um erro de ortografia: 
 
A) Sabem quais são as propriedades da água? 
B) Ninguém mais acredita nas previsões meteorológicas. 
C) Eu juro que sou inocente meretíssimo. 
D) Todos os dias passo por aquele mendigo. 
E) O nó está frouxo. 
 
GABARITO: 01. D; 02. C 
 
 
 
 
EMPREGO DOS PORQUÊS 
 
Por que – usado em frases interrogativas, longe das 
pontuações. 
 
Por que você faltou? 
Não sei por que motivo/razão você mente. 
 
Observação: a palavra motivo/razão pode aparecer 
subentendido na frase, não precisa necessariamente 
aparecer na oração. 
 
Por que – usado como pronome relativo (pelo qual) 
O caminho por que passei era ruim. 
 
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Parônimas: 
 
Exemplos: tráfico – tráfego 
 comprimento - cumprimento 
 
 
Emprega-se C e Ç 
 
1. Depois de ditongo: 
 
Exemplos: eleição – traição – coice – ouço 
 
 
2. Árabe, tupi ou africana: 
 
Exemplos: cetim (árabe)/ araçá (tupi)/ caçula (africana) 
 
 
 
Correlatos terminados em TOR ou TER: 
 
Exemplos: 
Ereto – ereção 
Correto – correção 
Deter – detenção 
 
 
 
SUFIXOS: ação, aço(a) e iço(a): 
 
Exemplos: 
aspiração 
ricaço 
balaço 
sumiço 
 
 
Sufixos são elementos que ajudam a compor palavras, 
modificando seu sentido. Veja o exemplo: 
 
Feliz + mente = felizmente 
 
O sufixo MENTE altera a classificação da palavra, pois feliz 
é adjetivo e felizmente é advérbio. 
 
 
 
Emprega-se SS com os radicais 
 
MET GRED PRIM TIR 
 
Exemplos: 
 
submeter – submissão 
intrometer – intromissãopara responder às questões de 
números 33 a 35. 
 
 
 
 
33. É correto afirmar que, na fala da personagem, no último 
quadrinho, está implícita a ideia de que: 
 
A) é irrelevante que seu advogado tenha a competência 
reconhecida. 
B) sua causa está perdida de antemão, graças à ameaça 
que fez. 
C) a garota se convence da opinião de quem ela quer 
processar. 
D) a representação de seu advogado é garantia de sucesso 
na ação. 
E) o processo, para ela, não passa de um artifício para 
ganhar tempo. 
 
 
34. A relação de sentido que há entre as partes sinalizadas 
no período: 
 
(I) Se você não me ajudar com a lição de casa, 
(II) eu vou processar você – é: 
 
A) (I) expressa uma causa; (II) expressa o momento da ação. 
B) (I) expressa uma condição; (II) expressa uma possível 
ação consequente. 
C) (I) expressa modo da ação já realizada; (II) expressa 
sua causa. 
D) (I) expressa uma comparação; (II) expressa seu efeito 
futuro. 
E) (I) expressa uma ação possível; (II) expressa uma ação 
precedente realizada. 
 
 
36. Assinale a alternativa cuja frase contém apenas palavras 
empregadas em sentido próprio. 
 
A) O ônibus da excursão subia lentamente a serra. Ele, um 
dos garotos no meio da garotada em algazarra... 
B) Era a vida voltando, e com esta encharcou todo o seu 
interior arenoso até se saciar. 
C) ... deixava a brisa fresca bater-lhe no rosto e entrar- -
lhe pelos cabelos com dedos longos... 
D) ... e seus olhos saltavam para fora da janela, procurando 
a estrada, penetrando entre os arbustos... 
E) Sofreu um tremor que [...] se iniciou bem dentro dele e 
tomou-lhe o corpo todo estourando pelo rosto em brasa 
viva. 
 
 
Para responder às questões de números 37 e 38, observe a 
charge que retrata uma cena em que uma família faz selfie 
ao lado de um corpo caído no chão. 
 
 
João Montanaro. Disponível em: . 
Acesso em: 21.04.2017) 
 
37. Assinale a alternativa que expressa ideia compatível 
com a situação representada na charge. 
 
A) Hoje, a tecnologia leva a uma compreensão mais ética 
da realidade circundante. 
B) Não se pode condenar a postura ética das pessoas que 
se deixam encantar com os modismos. 
C) O verdadeiro sentido da solidariedade está em comover-
se com o semelhante desamparado. 
D) A novidade tecnológica reforça a individualidade, 
levando as pessoas a ficar alheias à realidade que as 
cerca. 
E) Um fato violento corriqueiro não justifica a preocupação 
com a desgraça alheia. 
 
 
38. Assinale a alternativa contendo uma ideia implícita a 
partir dos fatos retratados na charge. 
 
A) As pessoas sorriem para a câmera. 
B) O corpo está estendido no chão. 
C) A violência está banalizada. 
D) O pau de selfie permite fotografar várias pessoas. 
E) O grupo familiar posa unido. 
 
GABARITO: 31. C; 32. B; 33. A; 34. B; 36. A; 37. D; 38. C 
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REDAÇÃO OFICIAL 
 
MANUAL DE REDAÇÃO 
DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA 
 
3a edição, revista, atualizada e ampliada 
Brasília 
Presidência da República 
2018 
 
Prefácio 
 
É com grande entusiasmo que recebo a incumbência 
de prefaciar a terceira edição do Manual de Redação da 
Presidência da República, vinte e sete anos após presidir 
a Comissão encarregada da primeira edição desta obra. A 
Comissão era composta por profissionais exemplares e 
empenhados no sucesso da tarefa assumida, a quem 
agradeço nominalmente: Nestor José Forster Júnior, 
Carlos Eduardo Cruz de Souza Lemos, Heitor Duprat de 
Brito Pereira, Tarcisio Carlos de Almeida Cunha, João 
Bosco Martinato, Rui Ribeiro de Araújo, Luís Fernando 
Panelli César e Roberto Furian Ardenghy. 
Instaurada, na primeira oportunidade, pelo Decreto 
no 100.000, de 11 de janeiro de 1991, a iniciativa possuía 
o condão de rever, atualizar, uniformizar e simplificar as 
normas de redação de atos e comunicações oficiais. Foram 
nove meses de trabalho e dedicação, que resultaram em 
um texto conciso e didático. 
O Manual conferiu maior segurança no seio da 
administração pública, uma vez que se trata de 
ferramenta teórico-referencial, que permite maior clareza 
e padronização tanto na produção dos atos de 
comunicação oficial quanto em seu cumprimento. 
Garante-se, nesse contexto, maior acessibilidade e 
assertividade aos atos administrativos. 
Inspirado pelo êxito do Manual¸ o próprio Congresso 
Nacional editou lei complementar que dispunha sobre a 
elaboração, redação, alteração e consolidação de leis, bem 
como sobre normas para a consolidação de determinados 
atos normativos – a Lei Complementar no 95, de 1998. 
Posteriormente, o diploma passou por reforma 
concretizada pela Lei Complementar no 107, de 2001, que 
visou à modernização do texto. 
Outrossim, no interregno entre a publicação da 
versão original do Manual e o presente momento, essa 
obra já passou por uma primeira revisão. A segunda 
edição do Manual de Redação da Presidência da República 
manteve a divisão do documento em duas partes: a 
primeira voltada a comunicações oficiais, a sistematização 
de seus aspectos essenciais, a padronização de 
expedientes e a simplificação de fechos; enquanto a 
segunda versava a respeito dos atos normativos do Poder 
Executivo e sua conceituação. 
A primeira revisão ocorreu em 2002, motivada pelas 
alterações tecnológicas e legislativas da época. Por 
motivos semelhantes, passados dezesseis anos, verificou-
se a necessidade de revisitar os termos postos no Manual, 
a fim de manter sua pertinência com as práticas e 
disposições atuais. 
Muitas mudanças ocorreram. O Brasil inseriu-se na 
era da revolução digital, razão pela qual o uso da 
inteligência artificial e a automatização de processos 
alcançaram níveis surpreendentes. Os veículos de 
comunicação social foram alguns dos principais afetados 
por esse fenômeno, o que, definitivamente, impacta os 
meios e atos de comunicação oficial. 
As alterações de ordem legislativa também foram 
substanciosas. A partir de 2003, foram publicadas 
sessenta emendas constitucionais, sobre os mais diversos 
assuntos. 
Além disso, os órgãos de controle passaram a atuar 
de forma cada vez mais energética, visando ao fiel 
cumprimento da lei e fiscalizando os atos executivos. 
Práticas anteriormente usuais já não são mais aceitas. 
Nessa conjuntura, a partir de modificações fáticas e 
legislativas, bem como de maior fiscalização estatal, 
instaurou-se um novo método de se fazer administração 
pública no Brasil. Pretende-se, pois, que a terceira edição 
do Manual de Redação da Presidência República possa 
refletir as evoluções ocorridas nas últimas duas décadas, 
repetindo o legado de êxito deixado pelas edições 
anteriores na construção de uma cultura administrativa 
profissional e obediente às normas da Constituição da 
República. 
 
Gilmar Ferreira Mendes
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Sinais e abreviaturas empregados 
* indica forma (em geral sintática) inaceitável ou agramatical 
§ parágrafo 
adj. adv. adjunto adverbial 
arc. arcaico 
art.; arts. artigo; artigos 
cf. confronte 
CN Congresso Nacional 
Cp. compare 
EM Exposição de Motivos 
f.v. forma verbal 
fem. feminino 
ind. indicativo 
ICP-Brasil Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira 
masc. masculino 
obj. dir. objeto direto 
obj. ind. objeto indireto 
p. página 
p. us. pouco usado 
pess. pessoa 
pl. plural 
pref. prefixo 
pres. presente 
Res. Resolução do Congresso Nacional 
RICD Regimento Interno da Câmara dos Deputados 
RISF Regimento Interno do Senado Federal 
s. substantivo 
s.f. substantivo feminino 
s.m. substantivo masculino 
SEI! Sistema Eletrônico de Informaçõessing. singular 
tb. também 
v. ver ou verbo 
v. g. verbi gratia 
var. pop. variante popular 
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1. PANORAMA DA COMUNICAÇÃO OFICIAL 
 
A finalidade da língua é comunicar, quer pela fala, quer 
pela escrita. Para que haja comunicação, são necessários: 
alguém que comunique; algo a ser comunicado; alguém 
que receba essa comunicação. 
 
No caso da redação oficial, quem comunica é sempre o 
serviço público (este/esta ou aquele/aquela Ministério, 
Secretaria, Departamento, Divisão, Serviço, Seção); o que 
se comunica é sempre algum assunto relativo às 
atribuições do órgão que comunica; e o destinatário dessa 
comunicação é o público, uma instituição privada ou outro 
órgão ou entidade pública, do Poder Executivo ou dos 
outros Poderes. Além disso, deve-se considerar a intenção 
do emissor e a finalidade do documento, para que o texto 
esteja adequado à situação comunicativa. 
 
 
2. O QUE É REDAÇÃO OFICIAL 
 
Em uma frase, pode-se dizer que redação oficial é a 
maneira pela qual o Poder Público redige comunicações 
oficiais e atos normativos. 
 
A redação oficial não é necessariamente árida e contrária 
à evolução da língua. É que sua finalidade básica – 
comunicar com objetividade e máxima clareza – impõe 
certos parâmetros ao uso que se faz da língua, de maneira 
diversa daquele da literatura, do texto jornalístico, da 
correspondência particular etc. 
 
 
CLAREZA E PRECISÃO 
 
CLAREZA 
 
Buscar a uniformidade do tempo verbal em todo o texto; 
não utilizar regionalismos e neologismos; pontuar 
adequadamente o texto; explicitar o significado da sigla na 
primeira referência a ela; e utilizar palavras e expressões 
em outro idioma apenas quando indispensáveis, em razão 
de serem designações ou expressões de uso já consagrado 
ou de não terem exata tradução. 
 
PRECISÃO 
 
O ATRIBUTO DA PRECISÃO COMPLEMENTA A 
CLAREZA E CARACTERIZA-SE POR: Articulação da 
linguagem comum ou técnica para a perfeita compreensão 
da ideia veiculada no texto; manifestação do pensamento 
ou da ideia com as mesmas palavras, evitando o emprego 
de sinonímia com propósito meramente estilístico; e 
escolha de expressão ou palavra que não confira duplo 
sentido ao texto. 
 
 
OBJETIVIDADE 
 
Ser objetivo é ir diretamente ao assunto que se deseja 
abordar, sem voltas e sem redundâncias. Para conseguir 
isso, é fundamental que o redator saiba de antemão qual 
é a ideia principal e quais são as secundárias. 
Procure perceber certa hierarquia de ideias: as 
fundamentais e as secundárias. 
CONCISÃO 
 
A concisão é antes uma qualidade do que uma 
característica do texto oficial. Conciso é o texto que 
consegue transmitir o máximo de informações com o 
mínimo de palavras. 
 
Não se deve de forma alguma entendê-la como economia 
de pensamento, isto é, não se deve eliminar passagens 
substanciais do texto com o único objetivo de reduzi-lo em 
tamanho. 
 
Nesse texto, há vários detalhamentos desnecessários, 
abusou-se no emprego de adjetivos (impressionante, 
esmagadora, ampla, inconformada, indignada), o que lhe 
confere carga afetiva injustificável, sobretudo em texto 
oficial, que deve primar pela impessoalidade. Eliminados 
os excessos, o período ganha concisão, harmonia e 
unidade: 
 
EXEMPLO: 
 
Apurado, com impressionante agilidade e precisão, 
naquela tarde de 2009, o resultado da consulta à 
população acreana, verificou-se que a esmagadora e 
ampla maioria da população daquele distante estado 
manifestou-se pela efusiva e indubitável rejeição da 
alteração realizada pela Lei n° 11.662/2008. Não 
satisfeita, inconformada e indignada, com a nova hora 
legal vinculada ao terceiro fuso, a maioria da população do 
Acre demonstrou que a ela seria melhor regressar ao 
quarto fuso, estando cinco horas a menos que em 
Greenwich. 
 
EXEMPLO: 
 
Apurado o resultado da consulta à população acreana, 
verificou-se que a maioria da população manifestou-se 
pela rejeição da alteração realizada pela Lei no 
11.662/2008. Não satisfeita com a nova hora legal 
vinculada ao terceiro fuso, a maioria da população do 
Acre demonstrou que a ela seria melhor regressar ao 
quarto fuso, estando cinco horas menos que em 
Greenwich. 
 
 
IMPESSOALIDADE 
 
A impessoalidade decorre de princípio constitucional 
(Constituição, art. 37), e seu significado remete a dois 
aspectos: o primeiro é a obrigatoriedade de que a 
administração pública proceda de modo a não privilegiar 
ou prejudicar ninguém, de que o seu norte seja, sempre, 
o interesse público; o segundo, a abstração da 
pessoalidade dos atos administrativos, pois, apesar de a 
ação administrativa ser exercida por intermédio de seus 
servidores, é resultado tão-somente da vontade estatal. 
 
Percebe-se, assim, que o tratamento impessoal que 
deve ser dado aos assuntos que constam das 
comunicações oficiais decorre: 
 
Da ausência de impressões individuais de quem comunica: 
embora se trate, por exemplo, de um expediente assinado 
por Chefe de determinada Seção, a comunicação é sempre 
feita em nome do serviço público. Obtém-se, assim, uma 
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desejável padronização, que permite que as comunicações 
elaboradas em diferentes setores da administração pública 
guardem entre si certa uniformidade; da impessoalidade 
de quem recebe a comunicação: ela pode ser dirigida a um 
cidadão, sempre concebido como público, ou a uma 
instituição privada, a outro órgão ou a outra entidade 
pública. Em todos os casos, temos um destinatário 
concebido de forma homogênea e impessoal; e do caráter 
impessoal do próprio assunto tratado: se o universo 
temático das comunicações oficiais se restringe a questões 
que dizem respeito ao interesse público, é natural não 
caber qualquer tom particular ou pessoal. 
 
 
 
 
FORMALIDADE E PADRONIZAÇÃO 
 
As comunicações administrativas devem ser sempre formais, 
isto é, obedecer a certas regras de forma (BRASIL, 2015a). 
Isso é válido tanto para as comunicações feitas em meio 
eletrônico (por exemplo, o e-mail, o documento gerado no 
SEI!, o documento em html etc.), quanto para os eventuais 
documentos impressos. 
 
A língua culta é contra a pobreza de expressão e não 
contra a sua simplicidade; o uso do padrão culto não 
significa empregar a língua de modo rebuscado ou utilizar 
figuras de linguagem próprias do estilo literário; a consulta 
ao dicionário e à gramática é imperativa na redação de um 
bom texto.
 
Autoridade Endereçamento Vocativo Tratamento no 
corpo do texto Abreviatura 
Presidente da 
República 
A Sua Excelência 
o Senhor 
Excelentíssimo 
Senhor Presidente da 
República 
Vossa 
Excelência Não se usa 
Presidente do 
Congresso 
Nacional 
A Sua Excelência 
o Senhor 
Excelentíssimo 
Senhor Presidente do 
Congresso Nacional, 
Vossa 
Excelência Não se usa 
Presidente do 
Supremo 
Tribunal Federal 
A Sua Excelência 
o Senhor 
Excelentíssimo 
Senhor Presidente do 
Supremo Tribunal Federal, 
Vossa 
Excelência 
Não se usa 
Vice-Presidente da 
República 
A Sua Excelência 
o Senhor 
Senhor 
Vice-Presidente da 
República, 
Vossa 
Excelência V. Exa. 
Ministro de 
Estado 
A Sua Excelência 
o Senhor Senhor Ministro, 
Vossa 
Excelência 
V. Exa. 
Secretário Executivo, Ministério e 
demais ocupantes de cargos 
de natureza especial 
A Sua Excelência 
o Senhor 
Senhor Secretário- 
Executivo, 
Vossa 
Excelência 
V. Exa. 
Embaixador A Sua Excelência 
o Senhor Senhor Embaixador, Vossa 
Excelência 
V. Exa. 
Oficial-General 
das Forças Armadas 
A Sua Excelência 
o Senhor Senhor + Posto, Vossa 
Excelência 
V. Exa. 
Outros postos 
militares 
Ao Senhor Senhor + Posto, Vossa Senhoria V. Sa. 
Senador da 
República 
A Sua Excelência 
o Senhor Senhor Senador, 
Vossa 
Excelência V. Exa. 
Deputado 
Federal 
A Sua Excelência 
o Senhor Senhor Deputado, 
Vossa 
Excelência 
V. Exa. 
Ministro do 
Tribunal de 
Contas da União 
A Sua Excelência 
o Senhor 
Senhor Ministro do Tribunal 
de Contas da 
União 
VossaExcelência V. Exa. 
Ministro dos Tribunais Superiores Senhor Ministro 
Vossa 
Excelência V. Exa. V. Exa. 
 
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VOCATIVO 
O vocativo é uma invocação ao destinatário. Nas 
comunicações oficiais, o vocativo será sempre seguido de 
vírgula. 
 
Em comunicações dirigidas aos Chefes de Poder, utiliza-se 
a expressão Excelentíssimo Senhor ou Excelentíssima 
Senhora e o cargo respectivo, seguidos de vírgula. 
 
Exemplos: 
Excelentíssimo Senhor Presidente da República, 
Excelentíssimo Senhor Presidente do Congresso Nacional, 
Excelentíssimo Senhor Presidente do Supremo Tribunal 
Federal, 
 
As demais autoridades, mesmo aquelas tratadas por Vossa 
Excelência, receberão o vocativo Senhor ou Senhora 
seguido do cargo respectivo. 
 
Exemplos: 
Senhora Senadora, 
Senhor Juiz, 
Senhora Ministra, 
 
Na hipótese de comunicação com particular, pode-se 
utilizar o vocativo Senhor ou Senhora e a forma utilizada 
pela instituição para referir-se ao interlocutor: beneficiário, 
usuário, contribuinte, eleitor etc. 
 
Exemplos: 
Senhora Beneficiária, 
Senhor Contribuinte, 
Ainda, quando o destinatário for um particular, no vocativo, 
pode-se utilizar Senhor ou Senhora seguido do nome do 
particular ou pode-se utilizar o vocativo “Prezado Senhor” 
ou “Prezada Senhora”. 
 
 
 
 
01. Quanto à elaboração de ofício, segundo o Manual de 
Redação da Presidência da República, a parte do 
documento que informa quem receberá o expediente é 
o(a): 
 
A) cabeçalho. 
B) assunto. 
C) endereçamento. 
D) identificação do expediente. 
 
 
02. De acordo com o Manual de Redação da Presidência da 
República (2018), na identificação do signatário de 
documento oficial, depois do nome do cargo, é possível 
utilizar o termo: 
 
A) interino. 
B) em férias. 
C) em vacância. 
D) em licença. 
E) impedido. 
 
03. No que diz respeito à identificação do expediente, o 
Manual de Redação da Presidência da República orienta que 
os documentos oficiais devem ser identificados com o nome 
do documento, a indicação de numeração e as informações 
do documento, que estão corretamente exemplificados em: 
 
A) OFÍCIO NÚMERO 652/SAA/SE/MT. 
B) OF. NÚM. 652/2018/SAA/SE/MT. 
C) OFÍCIO Nº 652/2018/SAA/SE/MT. 
D) OFC. N. 652-SAA-SE-MT. 
E) OFÍCIO NRO. 652/SAA-SE-MT. 
 
 
04. Para se conhecer uns aos outros e a si mesmo, no 
ambiente de trabalho, é necessário, portanto, que as 
pessoas troquem informações sobre si e sobre suas funções 
na empresa. As informações precisam ser transmitidas de 
forma clara, com o mínimo de distorção possível, o que 
pode ser garantido com um bom nível de comunicação. 
Sobre o esquema de comunicação, analise: 
 
(xx) O emissor é aquele que envia a mensagem, sendo a 
fonte da comunicação; 
(xx) O receptor é aquele que recebe a informação 
transmitida; 
(xx) O canal é o conjunto de sinais ou signos com os quais, 
segundo certas regras, se transmite mensagens e 
deve, necessariamente, ser o mesmo para os 
envolvidos na comunicação; 
(xx) O código é a parte física da comunicação, o meio (ar 
– no caso da comunicação verbal, papel, ondas de 
rádio) pelo qual circula a mensagem e que permite o 
contato entre os participantes. 
 
Sabendo que (V) significa Verdadeiro e (F) significa Falso, 
assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA, 
respectivamente: 
 
A) V – F – F – V. 
B) V – F – V – F. 
C) V – V – F – F. 
D) F – V – F – V. 
E) F – F – V – V. 
 
 
05. Nas instituições de domínio público ou privado, 
circulam textos adequados às comunicações internas e 
externas. O texto a seguir constitui exemplo desse tipo de 
comunicação. 
 
Senhor Diretor Alcides, De acordo com seu Memo. n.º 
42/05, indico a funcionária Maria Guadalupe Moreira 
para assumir a função de secretária dessa divisão. 
Renovo os votos de apreço, ao mesmo tempo em que 
coloco os serviços deste setor à disposição de V. S.ª. 
Com relação à correspondência oficial apresentada no texto 
acima, julgue os itens a seguir. 
 
A expressão vocativa "Senhor Diretor Alcides" (R.1) atende 
às recomendações da correspondência oficial, cuja 
estrutura exige que seja especificado o cargo e o nome do 
destinatário. 
 
( ) Certo ( ) Errado 
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06. 
 
Os bancos médios alcançaram um de seus melhores anos 
em 2006. A rigor, essas instituições não optaram por nenhuma 
profunda ou surpreendente mudança de foco estratégico. Bem 
ao contrário, elas apenas voltaram a atuar essencialmente 
como bancos: no ano passado a carteira de crédito dessas 
casas bancárias cresceu 39,2%, enquanto a carteira dos dez 
maiores bancos do país aumentou 26,2%, ambos com 
referência a 2005. 
É apressado asseverar que essa expansão do segmento 
possa gerar maior concorrência no setor. Vale lembrar, 
apenas como comparação, que a chegada dos bancos 
estrangeiros (nos anos 90) não surtiu o efeito esperado 
quanto à concorrência bancária. Os bancos estrangeiros 
cobram o preço mais alto em tarifas. 
E os bancos privados nacionais, médios e grandes, têm 
os preços mais altos em outras. O tamanho do banco não 
determina o empenho na cobrança de tarifas. O principal 
motivo da fraca aceleração da concorrência do sistema 
bancário é a permanência dos altos spreads, a diferença 
entre o que o banco paga ao captar e o que cobra ao 
emprestar, que não se altera muito, entre instituições 
grandes ou médias. 
Vale notar, também, que os bons resultados dos bancos 
médios brasileiros atraíram grandes instituições do setor 
bancário internacional interessadas em participação 
segmentada em forma de parceria. O Sistema Financeiro 
Nacional só tem a ganhar com esse tipo de integração. 
Dessa forma, o cenário, no médio prazo, é de acelerado 
movimento de fusões entre bancos médios, processo que 
já começou. 
Será um novo capítulo da história bancária do país. 
 
Gazeta Mercantil, Editorial, 28/3/2007. 
 
 
A correção gramatical, o nível de formalidade e as escolhas 
lexicais permitem afirmar-se que a linguagem do texto está 
apropriada para correspondências oficiais. 
 
( ) Certo ( ) Errado 
 
 
 
PORTARIA nº 03388/2009, de 30 DE FEVEREIRO DE 2009. 
 
A DEFENSORIA PÚBLICA GERAL, no uso das suas 
atribuições que lhes conferem o Art. 13 Parágrafo único; nº 
203, de 26/12/1989 e considerando também do Art. 221, 
da Lei nº 88/1988 RESOLVE: 
 
 
07. A partir do texto hipotético acima, julgue os seguintes 
itens, a respeito da elaboração de documentos oficiais. 
 
No corpo do texto, considerando-se a flexibilidade de uso 
de palavras em caixa-alta, respeitam-se as exigências de 
objetividade, clareza e correção gramatical em documentos 
oficiais. 
 
( ) Certo ( ) Errado 
 
 
08. O pronome de tratamento empregado no segmento 
Encaminho a Vossa Excelência o Relatório de Atividades 
referente a 2007 atenderia às normas de redação oficial 
para um expediente dirigido ao presidente do Senado 
Federal. 
 
( ) Certo ( ) Errado 
 
 
09. Com relação à correspondência oficial, julgue os itens 
a seguir de acordo com o Manual de Redação da Presidência 
da República. 
 
Mensagem é o instrumento de comunicação oficial utilizado 
entre os chefes dos Poderes Executivo, Legislativo e 
Judiciário. 
 
( ) Certo ( ) Errado 
 
 
10. As comunicações expedidas por órgãos públicos 
federais devem ser compreendidas por todo e qualquer 
cidadão brasileiro, excetuando-se as de cunho específico, 
nas quais é adequado o emprego de jargão técnico. 
 
( ) Certo ( ) Errado 
 
 
11. Na redação de atas de reuniões em instituições 
públicas, deve-se evitar o modelo das narrações literárias. 
 
( ) Certo ( ) Errado 
 
 
12. As atas devem conter o resumo sucinto da pauta 
discutida e das deliberações tomadas na reunião a que se 
refere. 
 
( ) Certo ( ) Errado 
 
 
GABARITO: 01. C; 02. A; 03 – C; 04 – C; 05 – Errado; 
06 – Certo; 07 – Errado; 08 – Certo; 09 – Certo; 
10 – Certo; 11 – Certo; 12 – Certo. 
 
 
 
 
 
 
 
01. Julgue o item a seguir, em relação aosexpedientes 
oficiais. Quando na condição de substituto do titular de 
cargo público durante o afastamento temporário deste, o 
servidor deverá, na identificação do signatário dos 
expedientes emitidos nesse período, registrar 
obrigatoriamente o termo interino depois do nome do 
cargo. 
 
( ) Certo ( ) Errado 
 
 
 
 
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02. Julgue o item a seguir, em relação aos expedientes 
oficiais. A impessoalidade é o atributo da redação oficial que 
determina que a comunicação pública deve ser clara e 
objetiva. 
 
( ) Certo ( ) Errado 
 
 
03. Julgue o item que se segue, sobre redação oficial, com 
base no Manual de Redação da Presidência da 
República. Nos textos oficiais, os vocativos usualmente 
empregam em sua estrutura a forma de 
tratamento Senhor ou Senhora. 
 
( ) Certo ( ) Errado 
 
 
04. Julgue o item que se segue, sobre redação oficial, com 
base no Manual de Redação da Presidência da 
República. O termo ofício designa um tipo de documento 
oficial que abarca todos os expedientes cuja diagramação é 
feita por meio da estrutura denominada padrão ofício. 
 
( ) Certo ( ) Errado 
 
 
 
05. Julgue o item que se segue, sobre redação oficial, com 
base no Manual de Redação da Presidência da 
República. Para que não haja dúvidas quanto ao 
entendimento de um texto oficial, sugere-se que ele seja 
redigido com o máximo possível de detalhamento. 
 
( ) Certo ( ) Errado 
 
 
06. Julgue o item que se segue, sobre redação oficial, com 
base no Manual de Redação da Presidência da 
República. Estão entre as características esperadas de 
uma redação oficial a clareza, a pessoalidade e o uso da 
norma padrão da língua portuguesa. 
 
( ) Certo ( ) Errado 
 
 
07. Julgue o item que se segue, sobre redação oficial, com 
base no Manual de Redação da Presidência da 
República. O serviço público, ao empregar redações 
oficiais, o faz para comunicar algo ao público, a uma 
instituição privada ou a outro órgão ou entidade pública. 
 
( ) Certo ( ) Errado 
 
 
08. Com relação à redação oficial, julgue o item que se 
segue, com base no Manual de Redação da Presidência 
da República (2018). Em expedientes cuja estrutura é a 
do padrão ofício, o fecho deve ser feito por meio dos termos 
“Respeitosamente” ou “Atenciosamente”. 
 
( ) Certo ( ) Errado 
 
 
 
 
09. Em relação à formalidade e à padronização das 
correspondências oficiais, assinale a opção correta, 
conforme o Manual de Redação da Presidência da 
República. 
 
A) Não existe propriamente um padrão oficial de 
linguagem, portanto o uso da norma padrão nos atos e 
nas comunicações oficiais não é obrigatório, embora 
recomendado. 
B) A formalidade de tratamento vincula-se não só ao 
atendimento de regras formais, mas também à 
necessária uniformidade das comunicações. 
C) A padronização diz respeito à civilidade no próprio 
enfoque dado ao assunto do qual cuida a comunicação. 
D) O uso do padrão culto significa empregar a língua de 
modo rebuscado. 
E) A língua culta se opõe à pobreza de expressão e à 
simplicidade, por isso o jargão burocrático é utilizado 
nas correspondências oficiais. 
 
10. Em relação ao uso do correio eletrônico (e-mail) no 
âmbito da correspondência oficial, assinale a opção correta, 
com base no Manual de Redação da Presidência da 
República. 
 
A) A utilização de e-mail para a comunicação tornou-se 
prática frequente, mas deve ser restrita ao âmbito 
privado. 
B) O destinatário deverá reconhecer como válido somente 
o e-mail que apresentar certificação digital. 
C) Devido a seu formato eletrônico, e-mail não é 
considerado documento oficial. 
D) Os e-mails podem ser enviados de qualquer endereço 
eletrônico, sem extensão definida, desde que o servidor 
público responsável por sua emissão se identifique com 
seu nome e cargo. 
E) Apesar de não se definir padronização da mensagem 
comunicada por e-mail, há recomendação quanto ao 
tipo de fonte a ser empregado bem como ao seu 
tamanho. 
 
 
 
GABARITO COMENTADO 
 
01. De acordo com o Manual de Redação da Presidência da 
República, 4.2.1, na identificação do signatário, depois do 
nome do cargo, é possível utilizar os termos interino e 
substituto, conforme situações a seguir: interino é aquele 
nomeado para ocupar transitoriamente cargo público 
durante a vacância; substituto é aquele designado para 
exercer as atribuições de cargo público vago ou no caso de 
afastamento e impedimentos legais ou regulamentares do 
titular. Esses termos devem ser utilizados depois do nome 
do cargo, sem hífen, sem vírgula e em minúsculo. 
GABARITO: ERRADO 
 
 
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02. De acordo com o Manual de Redação da Presidência da 
República, 3.5, a redação oficial é elaborada sempre em 
nome do serviço público e sempre em atendimento ao 
interesse geral dos cidadãos. Sendo assim, os assuntos 
objetos dos expedientes oficiais não devem ser tratados de 
outra forma que não a estritamente impessoal. 
GABARITO: ERRADO 
 
 
03. Conforme item 4.4 do Manual de Redação da 
Presidência da República. 
GABARITO: CERTO 
 
 
04. De acordo com o Manual de Redação da Presidência da 
República, 5, até a segunda edição deste Manual, havia três 
tipos de expedientes que se diferenciavam antes pela 
finalidade do que pela forma: o ofício, o aviso e o 
memorando. Com o objetivo de uniformizá-los, deve-se 
adotar nomenclatura e diagramação únicas, que sigam o 
que chamamos de padrão ofício. 
GABARITO: CERTO 
 
 
05. De acordo com o Manual de Redação da Presidência da 
República, 3.3, a concisão é antes uma qualidade do que 
uma característica do texto oficial. Conciso é o texto que 
consegue transmitir o máximo de informações com o 
mínimo de palavras. 
GABARITO: ERRADO 
 
 
06. De acordo com o Manual de Redação da Presidência da 
República, 3, a redação oficial deve caracterizar-se por: 
clareza e precisão; objetividade; concisão; coesão e 
coerência; impessoalidade; formalidade e padronização; e 
uso da norma padrão da língua portuguesa. 
GABARITO: ERRADO 
 
 
07. De acordo com o Manual de Redação da Presidência da 
República, 1, no caso da redação oficial, quem comunica é 
sempre o serviço público (este/esta ou aquele/aquela 
Ministério, Secretaria, Departamento, Divisão, Serviço, 
Seção); o que se comunica é sempre algum assunto 
relativo às atribuições do órgão que comunica; e o 
destinatário dessa comunicação é o público, uma instituição 
privada ou outro órgão ou entidade pública, do Poder 
Executivo ou dos outros Poderes. 
GABARITO: CERTO 
 
 
08. De acordo com o Manual de Redação da Presidência da 
República, 5.1.7, com o objetivo de simplificá-los e 
uniformizá-los, este Manual estabelece o emprego de 
somente dois fechos diferentes para todas as modalidades 
de comunicação oficial: a) Para autoridades de hierarquia 
superior a do remetente, inclusive o Presidente da 
República: Respeitosamente, b) Para autoridades de 
mesma hierarquia, de hierarquia inferior ou demais casos: 
Atenciosamente. 
GABARITO: CERTO 
 
09. De acordo com o Manual de Redação da Presidência da 
República, 3.6, é imperativa, ainda, certa formalidade de 
tratamento. Não se trata somente do correto emprego 
deste ou daquele pronome de tratamento para uma 
autoridade de certo nível, mais do que isso: a formalidade 
diz respeito à civilidade no próprio enfoque dado ao assunto 
do qual cuida a comunicação. A formalidade de tratamento 
vincula-se, também, à necessária uniformidade das 
comunicações. 
GABARITO: B 
 
 
10. De acordo com o Manual de Redação da Presidência da 
República, 6.4.3, um dos atrativos de comunicação por 
correio eletrônico é sua flexibilidade. Assim, não interessa 
definir padronização da mensagem comunicada. No 
entanto, devem-se observar algumas orientações quanto à 
sua estrutura. 
GABARITO: E 
 
 
 
 
 
Outros Aspectos 
 
Formalidade e padronização 
As comunicações administrativas devem ser sempre 
formais, isto é, obedecer a certas regras de forma 
(BRASIL,2015a). Isso é válido tanto para as 
comunicações feitas em meio eletrônico (por exemplo, o 
e-mail , o documento gerado no SEI!, o documento em 
html etc.), quanto para os eventuais documentos 
impressos. 
É imperativa, ainda, certa formalidade de tratamento. 
Não se trata somente do correto emprego deste ou 
daquele pronome de tratamento para uma autoridade de 
certo nível, mais do que isso: a formalidade diz respeito 
à civilidade no próprio enfoque dado ao assunto do qual 
cuida a comunicação. 
A formalidade de tratamento vincula-se, também, à 
necessária uniformidade das comunicações. Ora, se a 
administração pública federal é una, é natural que as 
comunicações que expeça sigam o mesmo padrão. O 
estabelecimento desse padrão, uma das metas deste 
Manual, exige que se atente para todas as características 
da redação oficial e que se cuide, ainda, da apresentação 
dos textos. 
A digitação sem erros, o uso de papéis uniformes para o 
texto definitivo, nas exceções em que se fizer necessária 
a impressão, e a correta diagramação do texto são 
indispensáveis para a padronização. Consulte o Capítulo 
II, “As comunicações oficiais”, a respeito de normas 
específicas para cada tipo de expediente. 
Em razão de seu caráter público e de sua finalidade, os 
atos normativos e os expedientes oficiais requerem o uso 
do padrão culto do idioma, que acata os preceitos da 
gramática formal e emprega um léxico compartilhado 
pelo conjunto dos usuários da língua. O uso do padrão 
culto é, portanto, imprescindível na redação oficial por 
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estar acima das diferenças lexicais, morfológicas ou 
sintáticas, regionais; dos modismos vocabulares e das 
particularidades linguísticas. 
 
 
Recomendações: 
 a língua culta é contra a pobreza de expressão e não 
contra a sua simplicidade; 
 o uso do padrão culto não significa empregar a língua 
de modo rebuscado ou utilizar figuras de linguagem 
próprias do estilo literário; 
 a consulta ao dicionário e à gramática é imperativa na 
redação de um bom texto. 
 
Pode-se concluir que não existe propriamente um 
padrão oficial de linguagem, o que há é o uso da norma 
padrão nos atos e nas comunicações oficiais. É claro que 
haverá preferência pelo uso de determinadas expressões, 
ou será obedecida certa tradição no emprego das formas 
sintáticas, mas isso não implica, necessariamente, que se 
consagre a utilização de uma forma de linguagem 
burocrática. O jargão burocrático, como todo jargão, deve 
ser evitado, pois terá sempre sua compreensão limitada. 
 
Introdução 
A redação das comunicações oficiais deve, antes de tudo, 
seguir os preceitos explicitados no Capítulo I, “Aspectos 
gerais da redação oficial”. Além disso, há características 
específicas de cada tipo de expediente, que serão tratadas 
em detalhe neste capítulo. Antes de passarmos à sua 
análise, vejamos outros aspectos comuns a quase todas as 
modalidades de comunicação oficial. 
 
 
Pronomes de tratamento 
 Tradicionalmente, o emprego dos pronomes de tratamento 
adota a segunda pessoa do plural, de maneira indireta, 
para referenciar atributos da pessoa à qual se dirige. Na 
redação oficial, é necessária atenção para o uso dos 
pronomes de tratamento em três momentos distintos: no 
endereçamento, no vocativo e no corpo do texto. No 
vocativo, o autor dirige-se ao destinatário no início do 
documento. No corpo do texto, pode-se empregar os 
pronomes de tratamento em sua forma abreviada ou por 
extenso. O endereçamento é o texto utilizado no envelope 
que contém a correspondência oficial. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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CONCURSOS
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CONCURSOS
RACIOCÍNIO
LÓGICO MATEMÁTICO
CONCURSOS
Sumário
PROPOSIÇÕES LÓGICAS ................................................................................................ 113
PROPOSIÇÃO SIMPLES, PROPOSIÇÃO COMPOSTA E CONECTIVOS ................................. 115
TABELA-VERDADE, TAUTOLOGIA, CONTRADIÇÃO E CONTINGÊNCIA .............................. 118
TEORIA DOS CONJUNTOS .............................................................................................. 122
PORCENTAGEM .............................................................................................................. 125
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PROPOSIÇÕES LÓGICAS 
 
 
Uma proposição lógica é uma afirmação ou sentença (frase) 
que declara alguma coisa através de palavras, termos ou 
símbolos e que pode ser verdadeira ou falsa, mas não ambas 
ao mesmo tempo. As proposições lógicas são fundamentais 
no campo da lógica e são usadas para construir argumentos 
e raciocínios válidos. 
 
Importante: 
 
Proposição Sentença Declarativa Valor Lógico Único 
 
 
Exemplos 
 
Rio de Janeiro é a capital do Brasil. 
Sentença declarativa afirmativa 
Valor Lógico: F 
 
5 + 3 = 10 – 2. 
Sentença declarativa afirmativa 
Valor Lógico: V 
 
O documento de RG de Manuela foi apresentado no 
embarque. 
Sentença declarativa afirmativa 
Valor Lógico: V ou F 
 
Salvador não é a capital do Brasil. 
Sentença declarativa negativa 
Valor Lógico: V 
 
O documento não foi enviado ontem. 
Sentença declarativa negativa 
Valor Lógico: V ou F 
 
Marcelo não foi aprovado no teste. 
Sentença declarativa negativa. 
Valor Lógico: V ou F 
 
Atenção! 
Existem sentenças que não são proposições. Não podem ser 
consideradas verdadeiras ou falsas. 
 
 
Importante: 
 
As mais cobradas são: 
 
 Interrogativas (Perguntas) 
 Você gosta de acordar cedo? 
 Qual é o seu nome? 
 
 Imperativas (Ordem, conselho ou pedido) 
 Pedro, escove os dentes. 
 Não coma doces. 
 
 Exclamativa (Emoção, Sentimento) 
 Feliz Aniversário! 
 Viva o país! 
 
 Abertas (Elemento desconhecido ou variável) 
 Ela voltou. 
 x – 2 = 5 
 
 Sentenças que expressam opinião (Subjetivas, 
baseadas em preferências e valores pessoais) 
 Música clássica é muito melhor. 
 Alberto é um belo rapaz. 
 
 
 
 
01. Segundo a lógica aristotélica, as proposições têm como 
uma de suas propriedades básicas poderem ser verdadeiras 
ou falsas, isto é, terem um valor de verdade. Assim sendo, 
a oração “A Terra é um planeta do sistema solar”, por 
exemplo, é uma proposição verdadeira e a oração “O Sol 
gira em torno da Terra”, por sua vez, é uma proposição 
comprovadamente falsa. Mas nem todas as orações são 
proposições, pois algumas orações não podem ser 
consideradas nem verdadeiras e nem falsas, como é o caso 
da oração: 
 
A) O trigo é um cereal cultivável de cuja farinha se produz 
pão. 
B) Metais são elementos que não transmitem eletricidade. 
C) Rogai aos céus para que a humanidade seja mais 
compassiva. 
D) O continente euroasiático é o maior continente do 
planeta. 
E) Ursos polares são répteis ovíparos que vivem nos 
trópicos. 
 
 
02. Dentre as sentenças abaixo, aquela que podemos 
afirmar ser uma proposição lógica é: 
 
A) A filha de Telma é bonita. 
B) João é pai de Maria? 
C) Porto Alegre é muito longe. 
D) Isso é verdade? 
E) Marcio é mais alto do que Júlio. 
 
 
03. Em lógica proposicional, é importante verificar quando 
temos de fato uma proposição, pois, através das 
proposições, podemos usar os argumentos lógicos e tabelas-
verdade para estudar as variáveis lógicas e interpretar os 
resultados. Das alternativas abaixo, a única que NÃO pode 
ser considerada uma proposição lógica é: 
 
A) Arthur não dirige. 
B) Carlos não come salada. 
C) Argentina fica na América do Sul. 
D) Não temos café? 
E) O número 2 é maior que o número 5. 
 
 
04. Considere as seguintes sentenças. 
 
I. A ouvidoria da justiça recebe críticas e reclamações 
relacionadas ao Poder Judiciário do estado. 
II. Nenhuma mulher exerceu a presidência do Brasil até o 
ano 2018. 
III. Onde serão alocados os candidatos aprovados no 
concurso para técnico judiciário do TJ/PR? 
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Assinale a opção correta. 
 
A) Todas as sentençassão proposições. 
B) Apenas as sentenças I e II são proposições. 
C) Apenas as sentenças II e III são proposições. 
D) Apenas a sentença III é proposição. 
E) Apenas a sentença I é proposição. 
 
 
05. Assinale a alternativa que apresenta uma proposição. 
 
A) Vamos combater o sarampo! 
B) O Coren-MT é uma autarquia pública federal, autônoma, 
vinculada ao Poder Executivo? 
C) O Conselho Regional de Enfermagem de Mato Grosso 
(COREN/MT) foi criado em 03/09/1975. 
D) Enfermeira, aplique a vacina. 
 
 
06. Analise as sentenças a seguir. 
 
I. Marie Curie foi a primeira mulher a ganhar um prêmio 
Nobel. 
II. Os estudos sobre radioatividade são de extrema 
importância! 
III. Como os estudos sobre radioatividade são realizados? 
IV. Estude sempre para ampliar os conhecimentos. 
 
De acordo com as sentenças apresentadas e sabendo que a 
uma proposição pode-se atribuir um valor lógico, assinale a 
alternativa incorreta. 
 
A) A sentença IV é uma proposição. 
B) A sentença III é uma sentença interrogativa. 
C) A sentença II não é uma proposição. 
D) As sentenças II, III e IV não possuem valor lógico 
atribuível. 
E) A sentença I trata de uma proposição. 
 
 
07. Assinale a alternativa que representa uma sentença 
ABERTA: 
 
A) 4 + 4 = 8. 
B) Carlos possui 5 filhos. 
C) Clarice é professora de História. 
D) Ela é uma ótima profissional. 
 
 
08. Qual das alternativas a seguir NÃO é uma proposição 
lógica? 
 
A) A França fica na Europa. 
B) Silvio é autônomo e não trabalha às segundas-feiras. 
C) 3 + 8 = 9 
D) As crianças estão com fome ou com sono. 
E) Você vai trabalhar? 
 
 
GABARITO: 01. C; 02. E; 03. D; 04. B; 05. C; 06. A; 07. D; 08. E 
 
 
Princípios Lógicos 
 
I. Não Contradição: 
Nenhuma proposição pode ser verdadeira e falsa ao mesmo 
tempo. 
 
II. Terceiro Excluído: 
Toda proposição ou é verdadeira ou é falsa, não podendo 
assumir um terceiro valor lógico. 
 
III. Identidade: 
Uma proposição verdadeira é sempre verdadeira e uma 
proposição falsa é sempre falsa. 
 
 
 
01. Proposição: É uma sentença declarativa, seja ela 
expressa de forma afirmativa ou negativa, na qual podemos 
atribuir um valor lógico “V” (verdadeiro) ou “F” (falso). Uma 
proposição também pode ser expressa por símbolos. Sendo 
assim alguns princípios regem as proposições. Analise os 
itens abaixo: 
 
I. Princípio da Identidade: Uma proposição Verdadeira é 
Verdadeira, e uma proposição Falsa é Falsa. 
II. Princípio do Terceiro Excluído: Uma proposição ou é 
Verdadeira ou é Falsa não existindo uma terceira 
possibilidade. 
III. Princípio da Não-Contradição: Uma proposição não 
pode ser Verdadeira e Falsa simultaneamente. 
 
Estão CORRETOS os itens: 
 
A) Todos os itens. 
B) Somente os itens I e III. 
C) Somente os itens II e III. 
D) Nenhum dos itens. 
 
 
02. A afirmação: “Ou ele é ou não é professor” está se 
referindo: 
 
A) Ao princípio da não contradição. 
B) Ao princípio de liberdade. 
C) Ao princípio do fim. 
D) Ao princípio da identidade. 
E) Ao princípio do terceiro excluído. 
 
 
03. A lógica clássica possui princípios fundamentais que 
servem de base para a produção de raciocínios válidos. Esses 
princípios foram inicialmente postulados por Aristóteles (384 a 
322 a.C.) e até hoje dão suporte a sistemas lógicos. Tais 
princípios são os: 
 
A) da inferência, da não contradição e do terceiro incluído. 
B) da diversidade, da dedução e do terceiro incluído. 
C) da identidade, da inferência e da não contradição. 
D) da identidade, da não contradição e do terceiro excluído. 
E) da diversidade, da indução e da não contradição. 
 
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04. Acerca dos princípios de raciocínio lógico, analise as 
seguintes afirmativas: 
 
I. O princípio da identidade indica que uma proposição 
verdadeira é verdadeira e que uma proposição falsa é 
falsa. 
II. O princípio da não contradição indica que nenhuma 
proposição poderá ser verdadeira e falsa ao mesmo 
tempo. 
III. O princípio do terceiro excluído indica que uma 
proposição poderá assumir um terceiro valor lógico. 
 
Analisando as afirmativas acima, marque a alternativa 
correta. 
 
A) Apenas a afirmativa I está correta. 
B) Apenas as afirmativas I e II estão corretas. 
C) Apenas as afirmativas I e III estão corretas. 
D) Apenas as afirmativas II e III estão corretas. 
 
 
GABARITO: 01. A; 02. E; 03. D; 04. B 
 
 
 
 
 
 
PROPOSIÇÃO SIMPLES, 
PROPOSIÇÃO COMPOSTA 
E CONECTIVOS 
 
 
Proposição Simples: é uma sentença que não contém outras 
proposições como componentes. Ela se refere a um único 
fato ou afirmação e usualmente é representada por letra 
minúscula. 
 
Exemplos: 
 
 O Sol gira em torno da Terra. 
 Márcio não fez a lição de casa. 
 
 
Proposição Composta: é uma sentença que é formada pela 
combinação de duas ou mais proposições simples 
interligadas através de conectivos lógicos. Alguns exemplos 
de conectivos lógicos famosos são: "e", "ou", "se... então". 
As proposições compostas permitem construir argumentos 
mais complexos e expressar relações lógicas entre 
diferentes proposições. 
 
Exemplos: 
 
 O céu está azul e o sol está brilhando. 
 Eduarda vai viajar para o exterior ou Manuela vai acampar 
com os amigos. 
 Se Ana estudar corretamente todos os dias, então ela será 
aprovada no teste. 
 
 
 
 
 
 
 
01. A alternativa que apresenta uma proposição simples é: 
 
A) Maria e Pedro são turistas. 
B) Qual o sobrenome de Pedro? 
C) Maria e Pedro são amigos? 
D) Algum entrevistado é turista americano? 
E) Maria é turista. 
 
 
02. A alternativa que mostra um exemplo de proposição 
simples é: 
 
A) Chove e faz frio. 
B) É verão e está quente. 
C) Por que seu nome é estranho? 
D) Se chove, então faz calor. 
E) Pedro é alto. 
 
 
03. A alternativa que apresenta um exemplo de proposição 
composta é: 
 
A) Maria é alta. 
B) Joaquim está em Vila Lângaro. 
C) Maria gosta de música eletrônica. 
D) Maria estudou e Antônio passou no teste. 
E) Antônio é cantor. 
 
 
04. Um exemplo de proposição composta é apresentado na 
alternativa: 
 
A) Maria é inteligente e Pedro é estudioso. 
B) Maria é inteligente. 
C) Pedro é estudioso. 
D) Qual o seu nome? 
E) Meu nome é Rafael. 
 
 
05. Observe as sentenças e marque a alternativa correta. 
 
I. “Feliz Aniversário!” 
II. “João é cozinheiro.” 
III. “Maria é nadadora ou veterinária.” 
IV. “O aluno é engraçado.” 
V. “Qual a sua idade?” 
 
A) Há 2 proposições simples, 2 proposições compostas e 1 
sentença, que não pode ser considerada proposição; 
B) Há 2 proposições simples, 1 proposição composta e 2 
sentenças que não podem ser consideradas proposições; 
C) Há 1 proposição simples, 2 proposições compostas e 2 
sentenças que não podem ser consideradas proposições; 
D) Há 3 proposições simples, 1 proposição composta e 1 
sentença que não pode ser considerada proposição. 
 
 
GABARITO: 01) E 02) E 03) D 04) A 05) B 
 
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Conectivos: são termos ou símbolos utilizados para 
combinar proposições simples e formar proposições 
compostas. Eles são usados para expressar relações lógicas 
entre as proposições e são fundamentais para a construção 
de argumentos válidos e a análise de sua estrutura lógica. 
 
Principais Conectivos 
 
 Conjunção 
 Disjunção 
 Disjunção Exclusiva 
 Negação 
 Condicional ou Implicação 
 Bicondicional 
 
 
Vamos abordar detalhadamente cada um deles a seguir. 
 
Conjunção – “E” (∧): Proposição composta que é 
verdadeira somente quando todas as suas proposições 
componentes são verdadeiras, ou seja, se ao menos uma de 
suas proposições for falsa, a proposição composta 
conjuntiva também será falsa. 
 
Exemplos: 
Lionel Messi é jogador de futebol profissional e nasceu em 
Teófilo Otoni. 
 
Fortaleza é a capital do Brasil e tem mais de 100 mil 
habitantes. 
 
2 + 3 = 5 e 10 – 2 = 8 
 
 
 
Disjunção – “Ou” (∨): Proposição composta que é 
verdadeira quando pelo menos uma de suas proposições 
componentes é verdadeira, ou seja, a proposição composta 
disjuntivasó será falsa se as suas proposições forem todas 
falsas. 
 
Exemplos: 
Você é mais novo que seu avô ou é mais velho que seu pai. 
 
Paris é a capital da Alemanha ou Bruxelas é a capital da 
Holanda. 
 
2 + 2 = 5 ou 8 + 12 = 20 
 
 
Disjunção Exclusiva – “Ou...ou” �∨�: Proposição 
composta que é verdadeira quando apenas uma de suas 
proposições componentes é verdadeira, ou seja, a 
proposição composta disjuntiva exclusiva será verdadeira se 
as suas proposições tiverem valores lógicos diferentes e 
falsa se tiverem valores lógicos iguais. 
 
Exemplos: 
Ou o paulistano é paulista ou é fluminense. 
 
Ou Paris é a capital da Espanha ou Bruxelas é a capital da 
Bélgica. 
 
Ou 1 + 2 = 5 ou 3 + 4 = 10 
 
Negação – “Não” (∼): É utilizada para negar uma proposição, 
invertendo o seu valor lógico. Assim, a negação de uma 
proposição verdadeira é falsa, enquanto a negação de uma 
proposição falsa é verdadeira. 
 
Exemplos: 
p: O paulistano é mineiro. 
 
~ p: O paulistano não é mineiro. 
 
q: 2B) falsa e A é verdadeira, então B deve ser verdadeira. 
C) falsa, então A e B não podem ser, ambas, falsas. 
D) falsa, então A e B não podem ser, ambas, verdadeiras. 
 
 
15. Sabendo que a proposição simples “p” é verdadeira e 
que a proposição simples “q” é falsa, podemos afirmar que 
a proposição composta verdadeira, está indicada na 
alternativa: 
 
A)  p  q 
B) p  q 
C) p  q 
D) p  q 
E) p  q 
 
 
 
 
GABARITO: 01. D; 02. C; 03. B; 04. ERRADO; 05. ERRADO; 6. D; 
07. A; 08. B; 09. CERTO; 10. CERTO; 11. C; 12. C; 13. A; 14. D; 
15. E 
 
 
 
 
 
 
 
 
TABELA-VERDADE, TAUTOLOGIA, 
CONTRADIÇÃO E CONTINGÊNCIA 
 
 
 
Tabela-Verdade: é uma tabela que mostra todas as 
possíveis combinações de valores lógicos para as 
proposições componentes de uma expressão lógica ou 
argumento. Ela permite determinar o valor lógico de uma 
proposição composta com base nos valores lógicos de suas 
proposições componentes. 
 
 
Importante: 
Em uma tabela-verdade, cada coluna representa uma 
proposição componente, e as linhas representam 
todas as combinações possíveis dessas proposições. O 
número de linhas em uma tabela-verdade depende do 
número de proposições simples independentes que 
compõem a proposição composta. 
 
 
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 Tabela-Verdade para uma proposição simples: 
 
 
 
 
Como existem apenas dois valores lógicos, Verdadeiro ou 
Falso, o número de linhas da tabela-verdade nesse caso é 
igual a 2. Observe que mesmo considerando as proposições 
p e ∼p, o número de linhas da tabela-verdade continua igual 
a 2, já que para cada valor lógico de p, ∼p automaticamente 
assume o valor lógico oposto. 
 
 
 Tabela-Verdade para duas proposições simples: 
 
 
 
 
 
Com o acréscimo de uma nova proposição simples, o 
número de linhas da tabela-verdade dobra, e nesse caso fica 
igual a 4. 
 
 
 Tabela-Verdade para três proposição simples: 
 
 
Com o acréscimo de uma nova proposição simples, o 
número de linhas da tabela-verdade dobra novamente, e 
nesse caso fica igual a 8. 
 
 
• Número de linhas da tabela-verdade: 
 
 
 
Podemos calcular o número de linhas da tabela-verdade pela 
fórmula: 
 
n = 2x 
 
A tabela-verdade é uma ferramenta útil para analisar a 
validade de argumentos lógicos, determinar a equivalência 
de proposições e identificar contradições ou contingências 
lógicas. 
 
 
 
• Tabela-Verdade dos principais conectivos 
 
 
 
Exemplo: Construa a tabela-verdade das proposições 
compostas 𝒑𝒑 𝒑∼ 𝒑𝒑 e ∼ (𝒑𝒑 𝒑 𝒑𝒑𝒑. 
 
 
 
 
 
 
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Por meio da tabela-verdade, é possível examinar todas as 
possibilidades de valores lógicos e verificar se uma 
proposição composta é sempre verdadeira (tautologia), 
sempre falsa (contradição) ou depende das circunstâncias 
(contingência). Além disso, a tabela-verdade também 
auxilia na identificação de implicações, equivalências lógicas 
e negações de proposições compostas. 
 
 Tautologia: é uma proposição composta que é sempre 
verdadeira, independentemente dos valores lógicos de 
suas proposições componentes. Em outras palavras, 
uma tautologia é uma expressão lógica que possui o 
valor lógico verdadeiro em todas as linhas de sua tabela-
verdade. 
 
Exemplos: 
. p   p 
 
 
. (p  q)  (p  q) 
 
 
 
 Contradição: é uma proposição composta que é sempre 
falsa, independentemente dos valores lógicos de suas 
proposições componentes. Em outras palavras, uma 
contradição é uma expressão lógica que possui o valor 
lógico falso em todas as linhas de sua tabela-verdade. 
 
Exemplos: 
. p  p 
 
 
. (p  q)  (p  q) 
 
 
 Contingência: é uma proposição composta que não se 
caracteriza como tautologia e nem como contradição. Em 
outras palavras, uma contingência é uma proposição 
composta cuja tabela-verdade apresenta ao menos uma 
linha com valor lógico diferente das demais. 
 
Exemplos: 
. p   p 
 
 
. (p  q)  (p  q) 
 
 
 
 
 
01. Sendo P e Q duas proposições lógicas, é correto afirmar 
que a proposição composta [(P → Q) ˄ P] → Q é uma: 
 
A) analogia. 
B) contradição. 
C) tautologia. 
D) falácia. 
E) contingência. 
 
 
02. P: Nos processos de justificações administrativas, 
quando o segurado apresentar testemunhas com valor de 
prova, a agência fornecerá um servidor exclusivo para o 
atendimento. 
 
A partir da proposição precedente, julgue o item a seguir: 
 
A tabela-verdade associada à proposição P possui oito linhas. 
 
( ) Certo ( ) Errado 
 
 
03. Observe a tabela verdade dada abaixo. 
 
 
 
De cima para baixo, o resultado da operação lógica  Q   P 
é: 
 
A) F, V, V, V. 
B) F, V, F, V. 
C) F, F, V, V. 
D) V, V, F, F. 
E) V, F, F, V. 
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04. Qual dos itens abaixo corresponde aos valores lógicos 
omissos (de cima para baixo) da última coluna da tabela-
verdade abaixo? 
 
A B C ((A  B) →→ C)  (B  ~ C) 
V V V V 
V V F 
V F V V 
V F F V 
F V V 
F V F V 
F F V 
F F F 
 
A) V V F V. 
B) V V V F. 
C) V V V V. 
D) V F V V. 
E) F V V V. 
 
 
05. A proposição composta cuja tabela-verdade indica uma 
contradição é: 
 
A)  ( (p  q) →  p) 
B)  (p  q) →  p 
C) ( p → q)  p 
D)  (( p → q)  p)) 
E) (p → q)  p 
 
 
06. Julgue o item a seguir, relativo a raciocínio lógico. 
 
Para quaisquer proposições p e q, com valores lógicos 
quaisquer, a condicional p → (q → p) será, sempre, uma 
tautologia. 
 
( ) Certo ( ) Errado 
 
 
07. Julgue o item. 
 
O número de linhas da tabela-verdade da proposição 
composta (p ˄ q) ↔ ~(r ˅ s) é um quadrado perfeito. 
 
( ) Certo ( ) Errado 
 
 
08. Complete a tabela com V ou F no lugar dos números: 
 
 
 
A ordem correta de substituição dos números 1 – 2 – 3 é: 
 
A) V – V - F. 
B) V – F - V. 
C) F – F - V. 
D) F – V - F. 
E) F – F - F. 
 
09. Considere a construção da tabela-verdade abaixo: 
 
 
 
Os resultados obtidos para a proposição 
A → (A → ~C) ↔ (B  C), na ordem crescente das linhas 
ímpares, são: 
 
A) F F V F. 
B) F V V V. 
C) F F V V. 
D) V F F V. 
 
 
10. Considere os conectivos lógicos usuais e assuma que 
as letras maiúsculas representam proposições lógicas 
simples. Com base nessas informações, julgue o item 
seguinte relativo à lógica proposicional. 
 
Considere também que as primeiras três colunas da tabela-
verdade da proposição lógica P ⇒ (Q ˄ R) sejam iguais a: 
 
 
 
 
Nesse caso, a última coluna dessa tabela-
verdade apresenta exatamente três valores V. 
 
( ) Certo ( ) Errado 
 
 
 
 
 
11. Considere os conectivos lógicos usuais e assuma que as 
letras maiúsculas representam proposições lógicas simples. 
Com base nessas informações, julgue o item seguinte 
relativo à lógica proposicional. 
 
A proposição lógica 
 
(P ⇒ Q) ⇔ ((∿P) ˅ Q) é uma tautologia. 
 
( ) Certo ( ) Errado 
 
 
12. Um professor de lógica escreveu em um caderno a 
seguinte tabela-verdade, com a última coluna em branco. 
 
 
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Em seguida, pediu para sua filha pequena, já alfabetizada, 
mas sem qualquer noção de lógica, que preenchesse 
aleatoriamente os quatro retângulos vazios da 3ª coluna 
com um V ou com um F. Se a filha do professor só pode 
usar, no máximo, três letras V, e, no máximo, duas letras F, 
a probabilidade de ela preencher a tabela corretamente é 
igual a: 
 
A) 50% 
B) 25% 
C) 20%. 
D) 10% 
E) 5% 
 
 
GABARITO: 01. C; 02. ERRADO; 03. A; 04. C; 05. A; 06. CERTO; 07. 
CERTO; 08. B; 09. C; 10. ERRADO; 11. CERTO; 12. D 
 
 
 
 
TEORIA DOS CONJUNTOS 
 
 
Um conjunto é uma coleção bem definida de objetos 
distintos, chamados elementos ou membros do conjunto. 
Um conjunto pode ser composto por qualquer tipo de objeto, 
como números, letras, pessoas, animais, entre outros. 
 
A definição formal de um conjunto envolve a ideia de 
pertinência. Dizemos que um elemento pertence a um 
conjunto quando ele faz parte desse conjunto. Por outro 
lado, se um elemento nãopertence a um conjunto, dizemos 
que ele está fora desse conjunto. É importante destacar que 
em um conjunto, a ordem dos elementos e a repetição são 
irrelevantes. 
 
Exemplos: 
 
Conjunto dos naturais pares. 
A = {0, 2, 4, 6, 8, 10, 12, ...} 
 
Conjunto das vogais. 
B = {a, e, i, o, u} 
 
Conjunto das estações do ano. 
C = {Primavera, Verão, Outono, Inverno} 
 
No primeiro exemplo, podemos dizer que o número 4 
pertence ao conjunto A, uma vez que ele faz parte desse 
conjunto justamente por ser um número par. 
O mesmo não pode ser dito do número 3, e nesse caso, 
podemos afirmar que o número 3 não pertence ao conjunto 
A, pois é um número ímpar. 
Os conjuntos podem ser representados de diversas 
maneiras, sendo as mais comuns: 
 
Enumeração dos Elementos: Os elementos do conjunto 
são listados entre chaves. 
 
Exemplos: 
 
A = {0, 2, 4, 6, 8, 10, 12, ...} 
 
B = {a, b, c, d, e} 
 
Propriedade dos Elementos: Os elementos do conjunto 
são descritos por uma propriedade comum. 
 
Exemplos: 
 
A = {x | x  ℕ e x é par} 
 
B = {y | x é vogal} 
 
 
Além da ideia de pertinência, temos também a relação de 
inclusão. Um conjunto pode possuir subconjuntos ou ser ele 
mesmo um subconjunto de outros conjuntos. Nesse caso, se 
todos os elementos de um conjunto A também são 
elementos de um conjunto B, podemos dizer que A é um 
subconjunto de B. Ou ainda que A está contido em B, ou B 
contém A. 
 
Exemplos: 
 
A = {0, 2, 1, 6, 8} 
 
B = {0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9} 
 
Principais Símbolos utilizados em conjuntos: 
 
⊂ : está contido 
⊄ : não está contido 
⊃ : contém 
⊅ : não contém 
∈ : pertence 
∉ : não pertence 
| : tal 
∃ : existe 
∄ : não existe 
∀ : qualquer (para todo) 
∪ : união 
∩ : interseção 
∅ : conjunto vazio 
 
 
Cálculo do número de subconjuntos de um conjunto 
 
Um subconjunto de um conjunto finito com x elementos 
pode conter ou não cada um desses elementos. Dessa 
forma, utilizando o princípio fundamental da contagem, o 
número total de subconjuntos pode ser calculado através 
de uma potência de 2. 
 
Assim, para um conjunto finito com x elementos, o 
número total de subconjuntos pode ser calculado pela 
fórmula: n = 2x. 
 
Exemplo: 
V = {a, c, d} 
 
 
Diagrama de Venn 
 
O diagrama de Venn é uma representação gráfica usada 
para ilustrar as relações entre conjuntos. Consiste em uma 
região plana, geralmente em forma de círculo ou elipse, que 
representa um conjunto. Conjuntos diferentes são 
representados por diferentes regiões sobrepostas no 
diagrama. É uma ferramenta visual eficaz para analisar e 
ilustrar as relações entre conjuntos, incluindo as principais 
operações como união, interseção e diferença entre 
conjuntos. Ele permite uma compreensão intuitiva das 
relações de inclusão e exclusão entre conjuntos, facilitando 
a visualização de suas propriedades e a resolução de 
problemas. 
 
 
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Exemplos: 
A = {1, 2, 3 } e B = {3, 4} 
 
C = {𝑎𝑎, 𝑎𝑎, 𝑎𝑎} e D = {𝑎𝑎, 𝑎𝑎, 𝑎𝑎, 𝑎𝑎, 𝑎𝑎} 
 
E = {1, 6} e F = {2, 3, 4, 5} 
 
 
Principais operações com conjuntos: 
 
União: A união de dois conjuntos A e B, denotada por A ∪ 
B, é um novo conjunto que contém todos os elementos 
presentes em A, em B, ou em ambos. Em outras palavras, 
a união de dois conjuntos é o conjunto formado por todos 
os elementos únicos dos conjuntos originais. 
 
Exemplo: 
 
A = {1, 2, 3 } e B = {3, 4} 
𝐴𝐴 ∪ 𝐴𝐴 = 
 
 
C = {𝑎𝑎, 𝑎𝑎, 𝑎𝑎} e D = {𝑎𝑎, 𝑎𝑎, 𝑎𝑎, 𝑎𝑎, 𝑎𝑎} 
𝐶𝐶 ∪ 𝐶𝐶 = 
 
 
E = {1, 6} e F = {2, 3, 4, 5} 
𝐸𝐸 ∪ 𝐸𝐸 = 
 
 
Interseção: A interseção de dois conjuntos A e B, denotada 
por A ∩ B, é um novo conjunto que contém apenas os 
elementos que são comuns a ambos os conjuntos. 
 
Em outras palavras, a interseção de dois conjuntos é o 
conjunto formado pelos elementos que estão presentes em 
ambos os conjuntos. 
 
Exemplo: 
 
A = {1, 2, 3 } e B = {3, 4} 
𝐴𝐴 𝐴 𝐴𝐴 = 
 
C = {𝑎𝑎, 𝑎𝑎, 𝑎𝑎} e D = {𝑎𝑎, 𝑎𝑎, 𝑎𝑎, 𝑎𝑎, 𝑎𝑎} 
𝐶𝐶 𝐴 𝐶𝐶 = 
 
E = {1, 6} e F = {2, 3, 4, 5} 
𝐸𝐸 𝐴 𝐸𝐸 = 
 
 
Diferença: A diferença entre dois conjuntos A e B, denotada 
por A - B, é um novo conjunto que contém todos os elementos 
de A que não estão em B. Em outras palavras, a diferença entre 
dois conjuntos é o conjunto formado pelos elementos 
exclusivos de A, excluindo aqueles que também estão 
presentes em B. 
 
Exemplo: 
 
A = {1, 2, 3 } e B = {3, 4} 
𝐴𝐴 𝐴 𝐴𝐴 = 
 
 
C = {𝑎𝑎, 𝑎𝑎, 𝑎𝑎} e D = {𝑎𝑎, 𝑎𝑎, 𝑎𝑎, 𝑎𝑎, 𝑎𝑎} 
𝐶𝐶 𝐴 𝐶𝐶 = 
 
E = {1, 6} e F = {2, 3, 4, 5} 
𝐸𝐸 𝐴 𝐸𝐸 = 
 
 
01. Dado os conjuntos A = {4, 7, 8, 10} e B = {7, 9, 11, 
12}, podemos afirmar que A ∪ B é igual a: 
 
A) A ∪ B = {7}. 
B) A ∪ B = {4, 8, 10}. 
C) A ∪ B = {9, 11, 12}. 
D) A ∪ B = {4, 8, 11, 12}. 
E) A ∪ B = {4, 7, 8, 9, 10, 11, 12}. 
 
 
02. Dados os conjuntos A = {2, 3, 4, 5, 6}, B = {2, 4, 6, 8, 
10} e C = {1, 3, 6, 8, 9}, a interseção dos conjuntos A, B e 
C é igual a: 
 
A) {4,6} 
B) {3,8} 
C) {6} 
D) {2} 
 
 
03. Foi feita uma pesquisa com 320 pessoas para saber 
sobre a escolha entre futebol e voleibol, e o resultado foi o 
seguinte: 175 escolheram futebol e 53 pessoas não 
opinaram. Desse modo, o total de pessoas que escolheram 
somente voleibol foi: 
 
A) 112 
B) 160 
C) 92 
D) 87 
E) 78 
 
 
Questões 4, 5 e 6: 
 
Em uma pesquisa, realizada em uma indústria, sobre as 
preferências dos trabalhadores em relação a aparelhos 
eletrônicos, foram encontrados os seguintes resultados; 
 
A. 121 trabalhadores gostam de ouvir rádio; 
B. 142 trabalhadores gostam de ver televisão; 
C. 256 trabalhadores gostam de jogar no celular. 
 
Observe atentamente o diagrama abaixo para responder às 
questões 04, 05 e 06. 
 
 
 
04. Quantos trabalhadores tem esta indústria? 
 
A) 256 
B) 303 
C) 349 
D) 424 
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05. Quantos trabalhadores gostam de usar os três 
aparelhos? 
 
A) 20 
B) 35 
C) 45 
D) 65 
 
 
06. Quantos trabalhadores gostam de usar apenas o 
celular? 
 
A) 191 
B) 206 
C) 211 
D) 256 
 
 
07. O diagrama abaixo indica o conjunto de formação dos 
professores em determinada escola. O triângulo indica a 
formação em matemática, o retângulo indica a formação em 
biologia e o círculo a formação em física. 
 
Sabendo que as regiões mais escuras indicam ausência de 
professores naquela condição, a análise do diagrama nos permite 
concluir, CORRETAMENTE, que: 
 
A) Todo professor formado em matemática também é 
formado em biologia. 
B) Não existe professor formado em física que também seja 
formado em matemática. 
C) Não existe professor formado em física que também seja 
formado em biologia. 
D) Pelo menos um professor é formado em matemática e 
não é formado em física. 
 
 
08. Sônia é diretora de um colégio e fez uma pesquisa para 
saber a preferência de seus alunos entre dois professores de 
uma determinada disciplina. Após entrevistar 600 alunos, 
foram obtidos os seguintes resultados: 
 
Professor A: 440 clientes. 
Professor B: 120 clientes. 
Nenhum dos professores: 80 clientes. 
 
O número de alunos que gostam dos dois professores é: 
 
A) 40 
B) 80 
C) 160 
D) 480 
E) 560 
09. A figura a seguir representa um diagrama lógico 
composto por 4 conjuntos. Nesse diagrama, há regiões de 
intersecção de 3 e apenas 3 conjuntos, regiões de 
intersecção de 2 e apenas 2 conjuntos e regiões que são de 
apenas 1 conjunto. 
 
 
 
Nesse diagrama lógico, cada região que possui elementos 
de apenas 1 conjunto possui 24 elementos, e em cada região 
que se caracteriza por ser intersecção de 3 e apenas 3 
conjuntos possui 40 elementos. Sabe-se que, no total, são 
416 elementos que fazem parte desse diagrama e que o 
número de elementos que pertencem a cada região, que se 
caracteriza por ser intersecção de 2 e apenas 2 conjuntos, é 
igual entre si. E esse número é: 
 
A) 40 
B) 36 
C) 48 
D) 60 
E) 80 
 
 
10. Pessoas votaram em uma enquete sobre os sucos de 
frutas que tomavam. As opções eram: suco de acerola, suco 
de laranja e suco de morango. Os votos poderiamser em um, 
ou em dois, ou até nos três sucos. Ao todo, foram dados 60 
votos para o suco de morango. Desses 60 votos, 20 incluíram 
também o suco de laranja, mas não o de acerola, e 21 votos 
foram apenas para o suco de morango. Ao todo, foram 54 
votos para o suco de acerola, e, desses 54 votos, 17 votaram 
apenas no suco de acerola. Não houve votos apenas para suco 
de laranja e também não houve votos para quem porventura 
tomasse apenas dois destes sucos, sendo eles o de acerola e 
o de morango. O total de pessoas que participaram dessa 
enquete foi igual a: 
 
A) 81 
B) 88 
C) 95 
D) 85 
E) 77 
 
 
11. Os conjuntos A, B e C possuem, cada um, 10 elementos 
e são tais que: A e B possuem elementos em comum, B e C 
possuem elementos em comum, mas A e C não possuem 
elementos comuns. Entre os elementos da união dos três 
conjuntos sabe-se que 8 elementos pertencem apenas ao 
conjunto A e 5 elementos pertencem apenas ao conjunto C. 
O número de elementos que pertencem apenas ao conjunto 
B é: 
 
A) 1 
B) 2 
C) 3 
D) 4 
E) 5 
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12. Um grupo de 60 estudantes que se formaram juntos no 
Ensino Médio resolveu formar 2 grupos no WhatsApp: GP1 e 
GP2. Sabe-se que dos 60 estudantes, 7 resolveram não 
participar do GP1 nem do GP2 e que os números de 
participantes do GP1 e do GP2 são, respectivamente, 41 e 32. 
O número de estudantes que participa simultaneamente dos 
dois grupos é: 
 
A) 7 
B) 13 
C) 20 
D) 23 
E) 32 
 
 
13. O número de elementos de três conjuntos finitos nomeados 
por M, N e P é representado por n(M), n(N) e n(P), 
respectivamente. Sabendo-se que n(M ∪ N) = 10, n(M ∪ P) = 
11, n(N ∪ P) = 12, n(M ∪ N ∪ P) = 13 e n(M ∩ N ∩ P) = 4, 
assinale a alternativa que corresponde à quantidade n(M) + 
n(N) + n(P). 
 
A) 10 
B) 12 
C) 18 
D) 24 
 
 
14. Uma enquete com 85 pessoas verificou se as pessoas 
entrevistadas acessavam o site A, ou acessavam o site B, 
ou acessavam esses dois sites, ou não acessavam esses 
sites. Do resultado, sabe-se que 7 não acessavam esses 
sites, 41 acessavam o site A, e o site B era acessado por 13 
pessoas a mais que acessavam o site A. O número de 
pessoas que acessavam apenas um desses sites é igual a: 
 
A) 49 
B) 53 
C) 58 
D) 61 
E) 78 
 
 
15. Em um grupo de 48 pessoas, há 35 advogados e 32 
policiais. Nesse grupo, o número mínimo de pessoas que são 
ao mesmo tempo, advogados e policiais é: 
 
A) 13 
B) 16 
C) 19 
D) 32 
E) 35 
 
GABARITO: 
01. E; 02. C; 03. C; 04. D; 05. A; 
06. A; 07. A; 08. A; 09. C; 10. C; 
11. C; 12. C; 13. D; 14. D; 15. C 
 
 
 
 
 
 
 
 
PORCENTAGEM 
 
 
Razão (divisão) entre um número e 100. É uma maneira de 
expressar uma proporção ou parte de um todo em termos 
de 100 partes iguais. A palavra porcentagem vem de “por 
cento”, que significa “por cada cem”, e é usualmente 
representada pelo símbolo %. 
 
Exemplos: 
 
10% =
10
100
 
 
 
120% =
120
100
 
 
 
12,5% =
12,5
100
 
 
 
100% =
100
100
 
 
 
 
 
 
01. Considerando que a população de Junco do Seridó/PB 
corresponde a 7 mil habitantes e, desses, 49% são homens, 
a quantidade de mulheres da cidade é: 
 
A) 3430 
B) 3500 
C) 3570 
D) 3550 
 
 
02. Em um clube de 1.350 associados, 42% têm 2 filhos 
como dependentes. Com essas informações, pode-se 
afirmar que o total de associados que têm 2 filhos como 
dependentes é de: 
 
A) 582 
B) 540 
C) 535 
D) 553 
E) 567 
 
 
03. Se um determinado produto sofreu um desconto de 
20%, de quanto deve ser o aumento para que o preço volte 
ao valor de antes do desconto? 
 
A) 20% 
B) 25% 
C) 30% 
D) 35% 
E) 40% 
 
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04. Antônio comprou 50 bombons ao custo total de R$ 
120,00. Caso ele compre mais 20 unidades, receberá um 
desconto de 10% sobre o valor total da compra. Assim, 
assinalar a alternativa que indica o valor total pago por 
Antônio sobre os 70 bombons: 
 
A) R$ 147,90 
B) R$ 148,50 
C) R$ 150,00 
D) R$ 151,20 
 
 
 
GABARITO: 01. C; 02. E; 03. B; 04. D 
 
 
 
 
Decimal, Fração e Porcentagem 
 
Em algumas questões, pode ser conveniente ou necessário 
converter um valor decimal para porcentagem, ou vice-
versa. Veja nos exemplos abaixo como esse processo é bem 
simples, basta movimentar a vírgula duas casas. 
 
 
 
Exemplos: 
 
017 = 
1,25 = 
23% = 
261% = 
 
Para converter uma fração para porcentagem, um caminho 
possível é dividir o numerador pelo denominador da fração 
dada para obter o valor decimal, e então usar o processo 
descrito anteriormente. Uma outra opção é procurar por 
uma fração equivalente à fração dada, cujo denominador 
seja igual a 100. 
 
Exemplos: 
 
3
4 = 
 
3
4
= 
 
11
40
= 
 
11
40
= 
 
 
 
 
 
 
 
Cálculos com Porcentagem 
 
Em uma prova com 80 questões de múltipla escolha, mesmo 
tendo respondido todas as questões, um candidato acertou 
apenas 35% delas. Quantas questões ele errou? 
 
Podemos responder esse tipo de questão de diversas 
maneiras, vamos apresentar algumas delas a seguir. 
 
1º Modo: 
 
 
 
 
 
 
 
 
2º Modo: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
3º Modo: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
01. Ao comprar certo produto, Vicente obteve um desconto 
de R$ 50,00, correspondente a 5% do preço de venda desse 
produto. Não satisfeito, insistiu na negociação, obteve mais 
um desconto de 8% sobre o preço com desconto que já 
havia conseguido e efetuou a compra. Nessas condições, 
conclui-se que Vicente pagou por esse produto: 
 
A) R$ 870,00. 
B) R$ 874,00. 
C) R$ 880,00. 
D) R$ 886,00. 
E) R$ 900,00. 
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02. Uma sala é usada no dia a dia para mostrar aos 
visitantes o funcionamento da empresa. Nessas visitas, por 
segurança, apenas 28 pessoas podem ingressar na sala, o 
que corresponde a 80% de sua capacidade. Na festa de fim 
de ano, a mesma sala será usada para uma 
confraternização, mas sem a restrição de segurança, ou 
seja, com a capacidade total. Quantas pessoas, no máximo, 
podem participar da confraternização? 
 
A) 40 
B) 35 
C) 32 
D) 30 
E) 28 
 
 
03. Oitenta por cento da população cadastrada em uma 
comunidade, correspondentes a 4.800 pessoas, são 
atendidas por 8 Agentes Comunitários de Saúde. A 
legislação determina que “o número de ACS deve ser 
suficiente para cobrir 100% da população cadastrada, com 
um máximo de 750 pessoas por ACS”. Para cobrir 100% da 
população dessa comunidade, sem ultrapassar o máximo de 
pessoas por ACS, a Secretaria Municipal de Saúde verificou 
que: 
 
A) não precisa contratar mais ACS, pois os que tem são 
suficientes. 
B) precisa contratar mais 1 ACS para que sejam suficientes.
 
C) precisa contratar mais 2 ACS para que sejam suficientes.
 
D) precisa contratar mais 3 ACS para que sejam suficientes. 
 
 
04. Um televisor custa R$ 4.100,00 à vista. Se a compra for 
a prazo, o mesmo aparelho custará R$ 4.592,00. Desse 
modo, assinalar a alternativa que indica a porcentagem de 
acréscimo pela escolha do pagamento a prazo: 
 
A) 10% 
B) 12% 
C) 14% 
D) 16% 
 
 
05. “Quase 90% das crianças e dos adolescentes brasileiros 
estão conectados à internet. Desses, 95% usam o celular 
como principal dispositivo para acessar sites e aplicativos.” 
(“Crianças no celular: quanto tempo devem usar e 7 sinais de 
excesso”. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/. 
Adaptado) 
 
 
Segundo esses dados, de cada 1000 crianças e adolescentes 
brasileiros, o número de jovens que utiliza o celular como 
principal dispositivo para acessar sites e aplicativos é de: 
 
A) 815 
B) 840 
C) 855 
D) 870 
E) 900 
 
06. Para realizar a análise de amostras de sangue, um 
equipamento leva 40 minutos para processar 16 amostras. 
Um novo equipamento foi adquirido, sendo que este é 25% 
mais eficiente. 
 
Pode-se afirmar que, com esse novo equipamento e o antigo 
trabalhando simultaneamente, a quantidade de amostras 
que podem ser analisadas em 1 hora é de: 
 
A) 42 
B) 48 
C) 30 
D) 36 
E) 54 
 
 
07. Em certo município do sul do Estado do Amazonas o 
índice pluviométricoagredir – agressão 
regredir – regressão 
reprimir – repressão 
comprimir – compressão 
permitir – permissão 
discutir – discussão 
 
 
Emprega-se Z e não S 
 
Substantivos abstratos derivados de adjetivo: 
rico – riqueza 
pobre – pobreza 
nobre – nobreza 
belo – beleza 
 
 
J ou G: 
contágio (ágio) 
colégio (égio) 
litígio (ígio) 
relógio (ógio) 
refúgio (úgio) 
 
 
 
 
 
01. Já chega de criar _________! 
 
O termo que preenche a lacuna corretamente é: 
 
A) impeçilho 
B) empessilho 
C) impecilho 
D) empecilho 
E) ipecilho 
 
 
02. Assinale a alternativa em que há um erro de ortografia: 
 
A) Sabem quais são as propriedades da água? 
B) Ninguém mais acredita nas previsões meteorológicas. 
C) Eu juro que sou inocente meretíssimo. 
D) Todos os dias passo por aquele mendigo. 
E) O nó está frouxo. 
 
GABARITO: 01. D; 02. C 
 
 
 
 
EMPREGO DOS PORQUÊS 
 
Por que – usado em frases interrogativas, longe das 
pontuações. 
 
Por que você faltou? 
Não sei por que motivo/razão você mente. 
 
Observação: a palavra motivo/razão pode aparecer 
subentendido na frase, não precisa necessariamente 
aparecer na oração. 
 
Por que – usado como pronome relativo (pelo qual) 
O caminho por que passei era ruim. 
 
Português Básico 
 
 
 
 
Por quê – frases interrogativas, perto das pontuações. 
Você faltou por quê? 
 
Porque – usado como respostas em frases explicativas ou 
causais. 
Eu faltei porque adoeci. 
 
Porquê – usado como substantivo na oração. 
Não sei o porquê da sua cara feia, mulher! 
 
 
 
03. Assinale a frase gramaticalmente correta: 
 
A) Vamos ao supermercado por quê precisamos comprar 
verduras. 
B) Você não vai ao concerto essa noite? Porque? 
C) Não fui à escola ontem por que fiquei doente. 
D) A janta não foi servida por quê? 
E) Porquê ela não voltou mais? 
 
GABARITO: D 
 
 
 
CASOS ESPECIAIS 
 
A fim – indica uma finalidade 
Afim – afinidade 
 
Ao encontro – a favor 
De encontro – contra 
 
Sessão – reuniões, horários 
Seção – departamentos, repartição 
Cessão – verbo cessar (dar fim) 
 
Em cima – separado 
Embaixo - junto 
 
Mais - muito, quantidade 
Mas – contrariedade, oposição (conjunção) 
 
Acerca – sobre determinado assunto 
A cerca - distância 
 
 
 
 
 
 
 
01. A alternativa em que todas as palavras estão escritas 
corretamente é: 
 
A) caçula, açude, paçoca, açaí e açafrão 
B) cassula, açude, paçoca, açaí e açafrão 
C) caçula, assude, paçoca, assaí e açafrão 
D) caçula, assude, paçoca, açaí e assafrão 
E) cassula, açude, passoca, assaí e assafrão 
 
 
GABARITO: A 
 
02. Preencha corretamente as lacunas com os termos 
sessão, seção ou cessão: 
 
A) A _______ de terapia está atrasada. 
B) Aquela moça trabalha na minha _______. 
C) A_______ do material solicitado será feita amanhã pela 
manhã. 
D) Chegaremos atrasados à ______ de cinema. 
E) Procure isso na ______ dos laticínios. 
 
 GABARITO: (A) sessão 
(B) seção 
(C) cessão 
(D) sessão 
(E) seção 
 
 
03. Preencha as lacunas com as palavras corretas: 
 
A) __________ há mais explicações que vão acabar com 
as suas dúvidas. (embaixo/ em baixo) 
B) O _________ do computador foi muito caro. (conserto/ 
concerto) 
C) Faça uma boa _______. (viajem/ viagem) 
D) Você está ficando cada vez ______ esperto. (mais/ mas) 
E) Nunca tínhamos falado ______ disto. (acerca/ a cerca) 
 
GABARITO: (A) embaixo 
(B) conserto 
(C) viagem 
(D) mais 
(E) acerca 
 
 
 
 
 
1. Tanto a forma “assobiava”, quanto a forma “assoviava” 
são admitidas pela ortografia oficial em vigor, tendo ambas 
o mesmo significado. 
 
( ) Certo 
( ) Errado 
 
 
2. Julgue o fragmento apresentado no seguinte item com 
relação à grafia das palavras. 
 
Uma pesquiza mostrou que a maioria dos educadores não 
relaciona o déficit de aprendizagem ao própio trabalho ou às 
condições da escola. 
 
( ) Certo 
( ) Errado 
 
 
3. O emprego do hífen na palavra “bem-estar” justifica-se 
pela mesma regra que determina o emprego do hífen em: 
 
A) mal-humorado. 
B) super-ricos. 
C) sem-teto. 
D) auto-organização. 
E) cana-de-açúcar. 
CONCURSOS
16
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Português Básico 
 
 
 
 
4. Assinale a opção em que a palavra apresentada está 
corretamente grafada. 
 
A) atravéz. 
B) obedescer. 
C) projeto. 
D) meza. 
E) sintonisar. 
 
 
5. Segundo preconiza o Novo Acordo Ortográfico, o vocábulo 
“contrassensos” é grafado conforme as mesmas regras que 
antissocial. 
 
( ) Certo 
( ) Errado 
 
 
 
 
GABARITO COMENTADO 
 
1. Sinônimo de assoviar: 
Assobiar, apitar, silvar, sibilar. 
GABARITO: CERTO 
 
 
 
2. Pesquisa se escreve com "s"; próprio tem "r", não é 
própio. 
GABARITO: ERRADO 
 
 
 
3. Ocorre o hífen após os termos “além”, “aquém”, “bem”, 
“recém” e “sem”: além-túmulo, aquém-mar, bem-nascido, 
recém-chegado, sem-teto, bem-estar, etc. 
 
GABARITO: C 
 
 
 
4. A- através 
B- obedecer 
D- mesa 
E-sintonizar 
GABARITO: C 
 
 
 
5. O prefixo "contra" só recebe hífen quando o segundo 
elemento começar por h ou quando terminar com a mesma 
vogal que começa o segundo elemento (contra-ataque). Nos 
outros casos, não há emprego do hífen. É caso da palavra 
"contrassensos" [contra + sensos], que não recebe hífen. 
Mas tem um detalhe ortográfico: quando a palavra se agrega 
ao prefixo, dobra-se a consoante, se essa palavra for iniciada 
por s (ou r). 
Segue a mesma regra o termo "antissocial" [anti + social]. 
 
GABARITO: CERTO 
 
 
 
NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO 2009 
 
 
ALFABETO – ABECEDÁRIO – Á-BÊ-CÊ 
 
POSSUI QUANTAS LETRAS? 
 
A – B – C – D – E – F – G – H – I – J – K – L – M – N – 
O – P – Q – R – S – T – U – V – W – X – Y – Z 
 
ALFA – BETA – GAMA – DELTA – ÉPSILON – ZETA – ETA 
 
 
ACENTUAÇÃO 
 
ACENTUAM-SE 
 
As palavras terminadas em: 
 
ÉI / ÉU / ÓI 
 
SEGUIDAS, OU NÃO, DE “S”. 
 
carretéis 
céu 
herói 
i-dei-a 
joi-a 
he-roi-co 
he-rói 
 
 
ACENTUAM-SE O “I” E O “U” TÔNICOS EM HIATO, 
SEGUIDOS OU NÃO DE “S”. 
 
sa-í-da 
fa-ís-ca 
ba-ú 
ba-ús 
fei-ú-ra (tinha acento) 
fei-u-ra (não possui mais) 
 
 
Paroxítona antecedida de ditongo 
 
Pi-au-í - oxítona 
Tui-ui-ú - oxítona 
mai-ús-cu-la – proparoxítona 
 
 
 
REGRA ANTIGA REGRA ATUAL 
ELES LÊEM 
ELES DÊEM 
ELES VÊEM 
ELES CRÊEM 
ELES LEEM 
ELES DEEM 
ELES VEEM 
ELES CREEM 
 
 
 
CONCURSOS
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S
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Português Básico 
 
 
 
 
4. Assinale a opção em que a palavra apresentada está 
corretamente grafada. 
 
A) atravéz. 
B) obedescer. 
C) projeto. 
D) meza. 
E) sintonisar. 
 
 
5. Segundo preconiza o Novo Acordo Ortográfico, o vocábulo 
“contrassensos” é grafado conforme as mesmas regras que 
antissocial. 
 
( ) Certo 
( ) Errado 
 
 
 
 
GABARITO COMENTADO 
 
1. Sinônimo de assoviar: 
Assobiar, apitar, silvar, sibilar. 
GABARITO: CERTO 
 
 
 
2. Pesquisa se escreve com "s"; próprio tem "r", não é 
própio. 
GABARITO: ERRADO 
 
 
 
3. Ocorre o hífen após os termos “além”, “aquém”, “bem”, 
“recém” e “sem”: além-túmulo, aquém-mar, bem-nascido, 
recém-chegado, sem-teto, bem-estar, etc. 
 
GABARITO: C 
 
 
 
4. A- através 
B- obedecer 
D- mesa 
E-sintonizar 
GABARITO: C 
 
 
 
5. O prefixo "contra" só recebe hífen quando o segundo 
elemento começar por h ou quando terminar com a mesma 
vogal que começa o segundo elemento (contra-ataque). Nos 
outros casos, não há emprego do hífen. É caso da palavra 
"contrassensos" [contra + sensos], que não recebe hífen. 
Mas tem um detalhe ortográfico: quando a palavra se agrega 
ao prefixo, dobra-se a consoante, se essa palavra for iniciada 
por s (ou r). 
Segue a mesma regra o termo "antissocial" [anti + social]. 
 
GABARITO: CERTO 
 
 
 
NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO 2009 
 
 
ALFABETO – ABECEDÁRIO – Á-BÊ-CÊ 
 
POSSUI QUANTAS LETRAS? 
 
A – B – C – D – E – F – G – H – I – J – K – L – M – N – 
O – P – Q – R – S – T – U – V – W – X – Y – Z 
 
ALFA – BETA – GAMA – DELTA – ÉPSILON – ZETA – ETA 
 
 
ACENTUAÇÃO 
 
ACENTUAM-SE 
 
As palavras terminadas em: 
 
ÉI / ÉU / ÓI 
 
SEGUIDAS, OU NÃO, DE “S”. 
 
carretéis 
céu 
herói 
i-dei-a 
joi-a 
he-roi-co 
he-róino ano 2010 foi 30% menor do que o 
do ano anterior e, em 2011, foi 40% maior do que o do ano 
anterior. Nesse município, o índice pluviométrico de 2011 
foi, em relação ao índice de 2009, 
 
A) maior em 10%. 
B) maior em 2%. 
C) igual. 
D) menor em 2%. 
E) menor em 10%. 
 
 
08. Para fazer o layout e imprimir os panfletos de divulgação 
de uma loja, uma gráfica fez um orçamento de R$ 80,00 
para a produção do layout e mais R$ 0,50 para a impressão 
de cada panfleto, sendo oferecido um desconto de 20% no 
valor da impressão para a produção de, pelo menos, 500 
panfletos. 
 
A loja solicitou à gráfica que produzisse o layout do panfleto 
e a impressão de 1000 unidades. Pode-se afirmar que o 
valor pago pela loja foi, em reais, de: 
 
A) 480,00 
B) 580,00 
C) 320,00 
D) 420,00 
E) 530,00 
 
 
09. Num aquário, 12% dos peixes foram afetados por uma 
doença. Dos peixes atingidos por essa doença, apenas 20% 
deles morrem. A porcentagem de peixes que morreu por 
causa dessa doença é: 
 
A) 2,0% 
B) 1,2% 
C) 2,4% 
D) 3,6% 
 
 
10. Uma torradeira que custava R$ 160,00 pode ser 
comprada com desconto por R$ 115,20. O percentual do 
desconto foi de: 
 
A) 22% D) 32% 
B) 26% E) 45% 
C) 28% 
CONCURSOS
128
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A
C
IO
C
ÍN
IO
LÓ
G
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141 
11. Julgue o item que se segue. 
 
O resultado da multiplicação de 9% por 12% é um valor 
menor que qualquer desses dois percentuais. 
 
( ) V 
( ) F 
 
 
12. Julgue o item que se segue. 
 
Na equação A * B = C, sabe-se que A A. 
 
( ) V 
( ) F 
 
 
13. Sérgio tem 50% mais figurinhas das seleções da Copa 
do Mundo do que Alice. Sheila tem 25% menos figurinhas 
do que Alice. Conclui-se que: 
 
A) Sérgio tem 20% mais figurinhas do que Sheila. 
B) Sérgio tem 25% mais figurinhas do que Sheila. 
C) Sérgio tem 50% mais figurinhas do que Sheila. 
D) Sérgio tem 75% mais figurinhas do que Sheila. 
E) Sérgio tem 100% mais figurinhas do que Sheila. 
 
 
14. Alfredo ganha 30% a menos do que Flávia, que, por sua 
vez, ganha 25% a mais do que Beatriz. Em relação ao salário 
de Beatriz, Alfredo ganha: 
 
A) 2,5% a menos. 
B) 5% a menos. 
C) 7,5% a menos. 
D) 12,5% a menos. 
E) 15% a menos. 
 
 
15. Daniel comercializava cada unidade do produto A por R$ 
100 e cada unidade do produto B por R$ 200. No dia 
8/4/2021, Daniel aumentou o preço da unidade do produto 
A em 10% e o preço da unidade do produto B em 30%. No 
dia 15/4/2021, pressionado pelos seus clientes, Daniel 
reduziu os preços então vigentes, tanto do produto A quanto 
do produto B, em 20%. Nessa situação, se Ernesto adquiriu 
de Daniel uma unidade do produto A e uma unidade do 
produto B no dia 16/4/2021, ele pagou por esses produtos 
um valor: 
 
A) inferior a R$ 300. 
B) entre R$ 300 e R$ 310. 
C) entre R$ 311 e R$ 340. 
D) entre R$ 341 e R$ 350. 
E) superior a R$ 350. 
 
 
 
 
 
 
 
16. Considere que X representa 40% de Y. A porcentagem 
que Y representa de X é: 
 
A) 25%. 
B) 60%. 
C) 75%. 
D) 150%. 
E) 250%. 
 
 
 
GABARITO: 01. B; 02. B; 03. A; 04. B; 05. C; 06. E; 07. D; 08. A; 
09. C; 10. C; 11. V; 12. F; 13. E; 14. D; 15. A; 16. E 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CONCURSOS
INFORMÁTICA
CONCURSOS
Sumário
INTRODUÇÃO À INFORMÁTICA ......................................................................................131
SISTEMA OPERACIONAL (WINDOWS 7 E 10) ................................................................133
OFFICE 365: WORD ........................................................................................................143
OFFICE 365: EXCEL .........................................................................................................153
OFFICE 365: POWERPOINT ............................................................................................162
INTERNET E INTRANET, NAVEGADORES E CORREIO ELETRÔNICO ..............................167
SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO .......................................................................................175
TECNOLOGIAS E FERRAMENTAS MULTIMÍDIA ..............................................................178
APLICATIVOS (REDES SOCIAIS) ...................................................................................180
CONCURSOS
131
IN
FO
R
M
Á
TI
C
A
INTRODUÇÃO À INFORMÁTICA
Conceitos Básicos de Informática
COMPONENTES DE HARWARE E PERIFÉRICOS
Definição de Hardware:
Hardware refere-se aos componentes físicos de um computador ou dispositivo eletrônico. São as partes tangíveis 
que compõem a estrutura física do sistema, incluindo todos os componentes internos e externos necessários para 
o seu funcionamento.
Principais Componentes de Hardware:
• CPU (Unidade Central de Processamento): É o cérebro do computador, responsável pela 
execução de instruções e pelo processamento de dados. É onde ocorrem as operações 
lógicas e aritméticas fundamentais que permitem que o computador execute tarefas.
• Memória RAM (Memória de Acesso Aleatório): É a memória de curto prazo do 
computador, usada para armazenar dados e instruções temporariamente enquanto o 
computador está em funcionamento. Quanto mais memória RAM um computador tem, 
mais rapidamente ele pode acessar e manipular dados.
• HD (Disco Rígido) / SSD (Unidade de Estado Sólido): São dispositivos de 
armazenamento de dados de longo prazo. O HD utiliza discos magnéticos para 
armazenar dados, enquanto o SSD utiliza memória flash. Ambos são usados 
para armazenar o sistema operacional, programas e arquivos do usuário.
• Placa-mãe: É a principal placa de circuito do computador, que abriga e 
conecta todos os outros componentes do sistema. Ela fornece as conexões 
elétricas e lógicas entre a CPU, a memória, os dispositivos de armazenamento, 
os periféricos e outros componentes.
• Periféricos de Entrada e Saída: São dispositivos externos conectados ao computador que permitem a interação 
com o usuário e a troca de informações com o mundo exterior. Os periféricos de entrada incluem teclado, mouse, 
scanner, câmera etc., enquanto os periféricos de saída incluem monitor, impressora, alto-falantes etc.
Definição de Software
Software é um conjunto de instruções, dados 
ou programas usados para operar computadores e 
executar tarefas específicas. Ele pode ser classificado 
em software de sistema, que gerencia os recursos de 
hardware e fornece serviços para outros softwares, e 
software de aplicação, que permite ao usuário realizar 
tarefas específicas como criar documentos, navegar 
na internet ou jogar jogos.
Tipos de software: sistemas operacionais (Windows, 
Linux), software de aplicação (pacote Office, 
navegadores) e software de utilidades (antivírus, 
ferramentas de manutenção).
Definições de Arquivo e Pasta
Definição de Pasta
Uma pasta (ou diretório) é uma estrutura de 
organização usada nos sistemas operacionais para 
armazenar e organizar arquivos e outras pastas. Ela 
ajuda a manter o sistema de arquivos organizado, 
permitindo que os usuários agrupem arquivos 
relacionados em um único local. Cada pasta pode 
conter múltiplos arquivos e subpastas.
Pasta é como uma "caixa" no computador onde você 
guarda e organiza seus arquivos, como documentos, 
fotos e músicas.
CONCURSOS
132
IN
FO
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TIC
A
 .rar Arquivo 
compactado 
 WinRAR, 
7-Zip 
 .html Página web MS-Edge 
 .exe Executável 
 Sistema 
Operacional 
(Windows) 
NOÇÕES DE COMPUTACÃO E
ARMAZENAMENTO NAS NUVENS
Computação nas Nuvens - Conceito
Quando se fala em computação nas nuvens, fala-
se na possibilidade de acessar arquivos e executar 
diferentes tarefas pela internet. Quer dizer, você não 
precisa instalar aplicativos no seu computador para 
tudo, pois pode acessar diferentes serviços online para 
fazer o que precisa, já que os dados não se encontram 
em um computador específico, mas sim na Internet 
como um todo.
Armazenamento nas Nuvens - Conceito
Algumas empresas especializadas e altamente 
tecnológicas, como Google e Microsoft, mantêmACENTUAM-SE O “I” E O “U” TÔNICOS EM HIATO, 
SEGUIDOS OU NÃO DE “S”. 
 
sa-í-da 
fa-ís-ca 
ba-ú 
ba-ús 
fei-ú-ra (tinha acento) 
fei-u-ra (não possui mais) 
 
 
Paroxítona antecedida de ditongo 
 
Pi-au-í - oxítona 
Tui-ui-ú - oxítona 
mai-ús-cu-la – proparoxítona 
 
 
 
REGRA ANTIGA REGRA ATUAL 
ELES LÊEM 
ELES DÊEM 
ELES VÊEM 
ELES CRÊEM 
ELES LEEM 
ELES DEEM 
ELES VEEM 
ELES CREEM 
 
 
 
Português Básico 
 
 
 
 
Vogais idênticas perderam acento: 
 
vôo – voo 
 
môo – moo 
 
lêem – leem 
 
vêem – veem (ver) 
 
 
Eu vou pôr o giz sobre a mesa. (verbo) 
 
Eu vou por um caminho de flores. (preposição) 
 
Ele foi pelo bom caminho. 
 
Ele raspou o pelo do animal. 
 
O professor está em forma de barril porque come 
sempre uma fôrma de bolo. 
 
 
TREMA – EXTINTO 
 
lingüiça 
guitarra 
cinqüenta 
quente 
distinguir 
 
 
HÍFEN 
 
pão duro 
 
pão-duro 
 
 
 
 
 
 
auto-escola 
auto-retrato 
contra-regra 
co-seno 
anti-semita 
 
 
ANTES DEPOIS 
ante-sala 
anti-rugas 
anti-social 
auto-retrato 
extra-sensorial 
antessala 
antirrugas 
antissocial 
autorretrato 
extrassensorial 
 
 
anti-inflamatório 
 
micro-ondas 
 
porta-retrato 
 
girassol 
 
minissaia 
 
 
O hífen será mantido quando os prefixos terminarem 
com “r” e o segundo elemento começar pela mesma 
letra. 
 
• hiper-requintado 
• inter-regional 
• super-romântico 
• super-racista 
 
 
 
Com prefixos, emprega-se o hífen diante de palavras 
iniciadas com “h”. 
 
• anti-higiênico 
• anti-histórico 
• extra-humano 
• pró-hidrotrópico 
• super-homem 
 
 
 
 
Emprega-se o hífen quando o prefixo terminar em 
consoante e a segunda palavra começar com a mesma 
consoante. 
 
• inter-regional 
• sub-bibliotecário 
• super-resistente 
CONCURSOS
18
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 B
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IC
O
Português Básico 
 
 
 
 
Com o prefixo “-sub”, diante de palavras iniciadas por 
“r”, usa-se o hífen. 
 
• sub-regional 
• sub-raça 
• sub-reino 
 
 
Diante dos prefixos -além, -aquém, -bem, -ex, -pós, -
recém, -sem, - vice, usa-se o hífen. 
 
• além-mar 
• aquém-mar 
• recém-nascido 
• sem-terra 
• vice-diretor 
• bem-humorado 
 
 
 
Diante do advérbio “mal” , quando a segunda palavra 
começar por vogal ou “h”, o hífen está presente. 
 
• mal-humorado 
• mal-intencionado 
• mal-educado 
 
 
Não se emprega o hífen quando o prefixo termina em 
vogal e o segundo elemento começa por consoante 
diferente de “r” ou “s”. 
 
• anteprojeto 
• autopeça 
• contracheque 
• extraforte 
• extraclasse 
• ultramoderno 
 
 
Com os prefixos “-circum” e “-pan”, diante de palavras 
iniciadas por “vogal, m, n ou h”, emprega-se o hífen. 
 
• circum-navegador 
• pan-americano 
• circum-hospitalar 
• pan-helenismo 
 
 
Com sufixos de origem tupi-guarani, como 
 “-açu”, “-guaçu”, “-mirim”, usa-se o hífen. 
 
• jacaré-açu 
• cajá-mirim 
• amoré-guaçu 
 
 
 
 
1. A expressão “dia a dia” pode ser grafada como dia-a-dia, 
sem prejuízo da correção do texto, pois as duas formas são 
admitidas pela ortografia oficial em vigor. 
 
( ) Certo ( ) Errado 
 
 
2. O emprego do hífen em “ético-jurídicos” é facultativo, 
razão por que estaria igualmente correta a grafia 
eticojurídicos. 
 
( ) Certo ( ) Errado 
 
 
3. A palavra “consequências” pode ser grafada, de acordo com 
a ortografia oficial, com o uso do trema: conseqüências. 
 
( ) Certo ( ) Errado 
 
 
4. Assinale a opção em que a palavra apresentada está de 
acordo com a atual ortografia oficial da língua portuguesa. 
 
A) seminternato. 
B) hiperssensibilidade. 
C) contra-regra. 
D) mão-de-obra. 
E) autoanálise. 
 
 
5. Quando um elemento termina com vogal e o segundo 
começa pelas letras “r” ou “s”, as consoantes são duplicadas, 
como ocorre nas seguintes palavras: “antissocial”, 
“contrarreforma”, “macrorregião”, “microssegundo”. 
Portanto, não se utiliza hífen nesses casos. 
 
( ) Certo ( ) Errado 
 
 
 
 
GABARITO COMENTADO 
 
1. Dia a dia, sem hífen, é a forma correta de escrita da 
locução. A locução dia-a-dia, com hífen, passou a estar 
errada desde a entrada em vigor do atual Acordo 
Ortográfico, em janeiro de 2009. Dia a dia pode ser uma 
locução adverbial ou substantiva. 
 
GABARITO: ERRADO 
 
 
2. O termo “ético-jurídicos” deve ser grafado com hífen, de 
acordo com o Acordo Ortográfico, já que caracteriza uma 
palavra composta. 
A regra geral é que, nas palavras compostas, o hífen é usado 
quando o primeiro termo, por extenso ou reduzido, está 
representado por forma substantiva, adjetiva, numeral ou 
verbal, como é o caso da palavra analisada. 
 
GABARITO: ERRADO 
CONCURSOS
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Português Básico 
 
 
 
 
Com o prefixo “-sub”, diante de palavras iniciadas por 
“r”, usa-se o hífen. 
 
• sub-regional 
• sub-raça 
• sub-reino 
 
 
Diante dos prefixos -além, -aquém, -bem, -ex, -pós, -
recém, -sem, - vice, usa-se o hífen. 
 
• além-mar 
• aquém-mar 
• recém-nascido 
• sem-terra 
• vice-diretor 
• bem-humorado 
 
 
 
Diante do advérbio “mal” , quando a segunda palavra 
começar por vogal ou “h”, o hífen está presente. 
 
• mal-humorado 
• mal-intencionado 
• mal-educado 
 
 
Não se emprega o hífen quando o prefixo termina em 
vogal e o segundo elemento começa por consoante 
diferente de “r” ou “s”. 
 
• anteprojeto 
• autopeça 
• contracheque 
• extraforte 
• extraclasse 
• ultramoderno 
 
 
Com os prefixos “-circum” e “-pan”, diante de palavras 
iniciadas por “vogal, m, n ou h”, emprega-se o hífen. 
 
• circum-navegador 
• pan-americano 
• circum-hospitalar 
• pan-helenismo 
 
 
Com sufixos de origem tupi-guarani, como 
 “-açu”, “-guaçu”, “-mirim”, usa-se o hífen. 
 
• jacaré-açu 
• cajá-mirim 
• amoré-guaçu 
 
 
 
 
1. A expressão “dia a dia” pode ser grafada como dia-a-dia, 
sem prejuízo da correção do texto, pois as duas formas são 
admitidas pela ortografia oficial em vigor. 
 
( ) Certo ( ) Errado 
 
 
2. O emprego do hífen em “ético-jurídicos” é facultativo, 
razão por que estaria igualmente correta a grafia 
eticojurídicos. 
 
( ) Certo ( ) Errado 
 
 
3. A palavra “consequências” pode ser grafada, de acordo com 
a ortografia oficial, com o uso do trema: conseqüências. 
 
( ) Certo ( ) Errado 
 
 
4. Assinale a opção em que a palavra apresentada está de 
acordo com a atual ortografia oficial da língua portuguesa. 
 
A) seminternato. 
B) hiperssensibilidade. 
C) contra-regra. 
D) mão-de-obra. 
E) autoanálise. 
 
 
5. Quando um elemento termina com vogal e o segundo 
começa pelas letras “r” ou “s”, as consoantes são duplicadas, 
como ocorre nas seguintes palavras: “antissocial”, 
“contrarreforma”, “macrorregião”, “microssegundo”. 
Portanto, não se utiliza hífen nesses casos. 
 
( ) Certo ( ) Errado 
 
 
 
 
GABARITO COMENTADO 
 
1. Dia a dia, sem hífen, é a forma correta de escrita da 
locução. A locução dia-a-dia, com hífen, passou a estar 
errada desde a entrada em vigor do atual Acordo 
Ortográfico, em janeiro de 2009. Dia a dia pode ser uma 
locução adverbial ou substantiva. 
 
GABARITO: ERRADO 
 
 
2. O termo “ético-jurídicos” deve ser grafado com hífen, de 
acordo com o Acordo Ortográfico, já que caracteriza uma 
palavra composta. 
A regra geral é que, nas palavras compostas, o hífen é usado 
quando o primeiro termo, por extenso ou reduzido, está 
representado por forma substantiva, adjetiva, numeral ou 
verbal, como é o caso da palavra analisada. 
 
GABARITO: ERRADO 
Português Básico 
 
 
 
 
3. O trema foi abolido na escrita de palavras portuguesas. 
Não se coloca mais, portanto, trema sobre o "u" dos grupos 
"gue", "gui", "que", "qui", quando proferido e átono. Esse é 
o caso do termo "consequências". 
 
GABARITO: ERRADO 
 
 
4. Grafia anterior ao Acordo Ortográfico de 1990: auto-análise. 
Grafia alterada pelo Acordo Ortográfico de 1990: autoanálise. 
GABARITO: E 
 
 
5. O hífen será usado quando a palavra seguinte começar 
com H ou com a vogal igual do último prefixo, exemplo: antI-
Inflamatório, micrO-Ondas, co-Herdeiro, pré-História, 
super-Homem,etc. 
 
GABARITO: CERTO 
 
 
 
MORFOLOGIA 
 
Morfologia – classes gramaticais, classes de palavras 
 
Morfologia é o estudo das classes gramaticais, classes de 
palavras. São 10 classes gramaticais, sendo 6 variáveis e 4 
invariáveis. 
 
Variáveis Invariáveis 
1. Substantivo 7. Advérbio 
2. Artigo 8. Preposição 
3. Adjetivo 9. Conjunção 
4. Numeral 10. Interjeição 
5. Pronome 
6. Verbo 
 
 
SUBSTANTIVO 
 
Substantivo é a classe gramatical variável que dá nome às 
coisas. O substantivo é a classe gramatical mais importante, 
é o núcleo nas funções sintáticas. 
 
 
Exemplos: 
 
cachorro, casa, chácara, mulher, criança, Paula, cidade, São 
Paulo. 
 
Atenção!!! A análise deve ser feita dentro de um contexto. 
Observe os próximos exemplos. 
 
Vou caminhar à noite. 
 
O caminhar faz bem à saúde. 
 
Somente artigos masculinos podem substantivar uma 
palavra. 
 
 
 
 
 
01. Destaque somente os substantivos. 
 
O Milagre 
 
“Dias maravilhosos em que os jornais vêm cheios de poesia... 
e do lábio do amigo brotam 
palavras e eterno encanto... 
Dias mágicos... 
em que os burgueses espiam, através das vidraças dos 
escritórios, a graça gratuita das nuvens...” 
 
Mário Quintana 
 
GABARITO: Dias, jornais, poesia, lábio, amigo, palavras, encanto, 
Dias, burgueses, vidraças, escritórios, graça, nuvens. 
 
 
UM CINTURÃO, GRACILIANO RAMOS 
 
As minhas primeiras relações com a justiça foram dolorosas 
e deixaram-me funda impressão. Eu devia ter quatro ou 
cinco anos, por aí, e figurei na qualidade de réu. Certamente 
já me haviam feito representar esse papel, mas ninguém me 
dera a entender que se tratava de julgamento. Batiam-me 
porque podiam bater-me, e isto era natural. 
 
GABARITO: relações, justiça, impressão, anos, 
qualidade, réu, papel, julgamento. 
 
 
 
SUBSTANTIVO 
 
Gênero masculino, aceita o artigo o: 
 
Exemplos: homem, menino, banco, caderno. 
 
 
Gênero feminino, aceita o artigo a: 
 
Exemplos: mulher, menina, banqueta, caneta. 
 
 
Número: singular e plural 
 
Singular: casa, homem, flor, degrau. 
 
Plural: casas, homens, flores, degraus. 
 
Grau: normal, aumentativo e diminutivo. 
 ↓ ↓ ↓ 
 Homem, Homenzarrão e Homúnculo. 
CONCURSOS
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Português Básico 
 
 
 
 
 
 
01. Assinale a alternativa em que todos os substantivos 
estão no grau aumentativo. 
 
A) coração, coelhão, carvão, mão. 
B) carrão, pavão, marcação, corpanzil. 
C) palavrão, barrigão, caixão, cabeção. 
D) cebolão, canastrão, sabão, leão. 
E) portão, capataz, alemão, anão. 
 
 
02. O vocábulo “O” tônico fechado de certos substantivos no 
singular muda para “O” tônico aberto quando a palavra vai 
para o plural, como em corpo/corpos. 
 
Assinale a opção em que esse fenômeno acontece com o 
substantivo destacado. 
 
A) Fiz muito ESFORÇO ao me exercitar. 
B) Ele estava com a mão no BOLSO. 
C) Observava o CONTORNO de seu rosto. 
D) Entramos logo em ACORDO. 
E) A janela era enfeitada por um TOLDO. 
 
 
03. Em apenas um dos trechos a seguir a palavra destacada 
é considerada um coletivo. Assinale-o. 
 
A) “maior parte das ATIVIDADES cotidianas” 
B) “com esse ACERVO formidável” 
C) “amplia seus PENSAMENTOS” 
D) “reserve essa FRAÇÃO quase inútil” 
E) “Não é essencial muito REFLEXÃO” 
 
 
04. Analise os períodos abaixo e assinale a alternativa em 
que a palavra destacada não é um substantivo. 
 
A) “...e não como um cidadão fantasma.” 
B) “O silenciar o torna passivo.” 
C) “No seu status de cidadão existe a perspectiva da 
mudança.” 
D) “A cidadania se concretiza na efetiva participação...” 
E) “O homem, ao longo da evolução das relações sociais...” 
 
 
05. Em relação a suas propriedades linguísticas, julgue o 
próximo item. 
 
No trecho “Um desesperar, nada por vir” (primeiro 
parágrafo), o vocábulo “desesperar” está empregado como 
substantivo. 
 
( ) Certo 
( ) Errado 
 
 
 
06. Esses peixes têm bocas salientes e pequenas, barbatana 
dorsal avermelhada e uma pele viscosa. 
 
Assinale a opção CORRETA que contenha um adjetivo e um 
substantivo, respectivamente. 
 
A) pele - viscosa. 
B) pequenas – barbatana. 
C) salientes – pequenas. 
D) dorsal – avermelhada. 
 
 
07. Assinale a opção abaixo que mostra uma relação 
inadequada entre verbo e substantivo/ adjetivo. 
 
A) descobrir/ descoberta. 
B) valorizar/ valor. 
C) apreciar/ precioso. 
D) atrair/ atrativo. 
E) patrocinar/ patrocínio. 
 
 
GABARITO: 01. C; 02. A; 03. B; 04. A; 05. CERTO; 06. B; 07. C 
 
 
 
 
UM SUBSTANTIVO PODE SER AO MESMO TEMPO: 
 
SUBSTANTIVO 
Comum x Próprio 
Concreto x Abstrato 
Simples x Composto 
Primitivo x Derivado 
 
Coletivo* 
Masculino – Feminino 
Singular – Plural 
Grau: Normal, Aumentativo, Diminutivo 
 
 
 
SUBSTANTIVO 
 
Simples – uma palavra 
Exemplos: flor, peixe, pé 
 
Composto – mais de uma palavra 
Exemplos: beija-flor, peixe-boi, pé-de-moleque 
 
Primitivo – primeira palavra 
Exemplos: pedra, porta 
 
Derivado – deriva de uma palavra primitiva 
Exemplos: pedreira, pedrada, porteiro, portaria 
 
Substantivo Comum - é tudo aquilo que generaliza, 
podendo ser, de acordo com os exemplos seguintes, 
qualquer cidade, qualquer criança e qualquer cachorro. 
Exemplos: cidade, criança, cachorro. 
CONCURSOS
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Português Básico 
 
 
 
 
 
 
01. Assinale a alternativa em que todos os substantivos 
estão no grau aumentativo. 
 
A) coração, coelhão, carvão, mão. 
B) carrão, pavão, marcação, corpanzil. 
C) palavrão, barrigão, caixão, cabeção. 
D) cebolão, canastrão, sabão, leão. 
E) portão, capataz, alemão, anão. 
 
 
02. O vocábulo “O” tônico fechado de certos substantivos no 
singular muda para “O” tônico aberto quando a palavra vai 
para o plural, como em corpo/corpos. 
 
Assinale a opção em que esse fenômeno acontece com o 
substantivo destacado. 
 
A) Fiz muito ESFORÇO ao me exercitar. 
B) Ele estava com a mão no BOLSO. 
C) Observava o CONTORNO de seu rosto. 
D) Entramos logo em ACORDO. 
E) A janela era enfeitada por um TOLDO. 
 
 
03. Em apenas um dos trechos a seguir a palavra destacada 
é considerada um coletivo. Assinale-o. 
 
A) “maior parte das ATIVIDADES cotidianas” 
B) “com esse ACERVO formidável” 
C) “amplia seus PENSAMENTOS” 
D) “reserve essa FRAÇÃO quase inútil” 
E) “Não é essencial muito REFLEXÃO” 
 
 
04. Analise os períodos abaixo e assinale a alternativa em 
que a palavra destacada não é um substantivo. 
 
A) “...e não como um cidadão fantasma.” 
B) “O silenciar o torna passivo.” 
C) “No seu status de cidadão existe a perspectiva da 
mudança.” 
D) “A cidadania se concretiza na efetiva participação...” 
E) “O homem, ao longo da evolução das relações sociais...” 
 
 
05. Em relação a suas propriedades linguísticas, julgue o 
próximo item. 
 
No trecho “Um desesperar, nada por vir” (primeiro 
parágrafo), o vocábulo “desesperar” está empregado como 
substantivo. 
 
( ) Certo 
( ) Errado 
 
 
 
06. Esses peixes têm bocas salientes e pequenas, barbatana 
dorsal avermelhada e uma pele viscosa. 
 
Assinale a opção CORRETA que contenha um adjetivo e um 
substantivo, respectivamente. 
 
A) pele - viscosa. 
B) pequenas – barbatana. 
C) salientes – pequenas. 
D) dorsal – avermelhada. 
 
 
07. Assinale a opção abaixo que mostra uma relação 
inadequada entre verbo e substantivo/ adjetivo. 
 
A) descobrir/ descoberta. 
B) valorizar/ valor. 
C) apreciar/ precioso. 
D) atrair/ atrativo. 
E) patrocinar/ patrocínio. 
 
 
GABARITO: 01. C; 02. A; 03. B; 04. A; 05. CERTO; 06. B; 07. C 
 
 
 
 
UM SUBSTANTIVO PODE SER AO MESMO TEMPO: 
 
SUBSTANTIVO 
Comum x Próprio 
Concreto x Abstrato 
Simples x Composto 
Primitivo x Derivado 
 
Coletivo* 
Masculino – Feminino 
Singular – Plural 
Grau: Normal, Aumentativo, Diminutivo 
 
 
 
SUBSTANTIVO 
 
Simples – uma palavra 
Exemplos: flor, peixe, pé 
 
Composto – mais de uma palavra 
Exemplos: beija-flor, peixe-boi, pé-de-moleque 
 
Primitivo – primeira palavra 
Exemplos: pedra, porta 
 
Derivado – deriva de uma palavra primitivaExemplos: pedreira, pedrada, porteiro, portaria 
 
Substantivo Comum - é tudo aquilo que generaliza, 
podendo ser, de acordo com os exemplos seguintes, 
qualquer cidade, qualquer criança e qualquer cachorro. 
Exemplos: cidade, criança, cachorro. 
Português Básico 
 
 
 
 
Substantivo Próprio - é tudo aquilo que especifica, e é 
grafado com letras maiúsculas. 
Exemplos: São Paulo, Ribeirão Preto, Franca, Roberto, Rex. 
 
Substantivos Uniformes – uma única forma 
Exemplos: criança (menino ou menina) 
 dentista (homem ou mulher) 
 onça (macho ou fêmea) 
 
• Uniformes se dividem em: 
 
Substantivos Epicenos – para animais 
Exemplos: cobra macho – cobra fêmea 
 onça macho – onça fêmea 
 borboleta macho – borboleta fêmea 
 
 
Substantivos comuns-de-dois (ou comuns de dois 
gêneros): 
Exemplos: o artista – a artista 
 dois pianistas – duas pianistas 
 esse paulista – essa paulista 
 bom cliente – boa cliente 
 
 
Substantivos sobrecomuns: 
Exemplos: Ele é uma criatura maravilhosa. 
 Ela é uma criatura maravilhosa. 
 
 João foi a vítima do sequestro. 
 Maria foi a vítima do sequestro. 
 
 
 
 
Coloque os substantivos em colunas: 
 
Sobrecomum/ comum-de-dois/ epiceno 
 
o/a jovem 
a criança 
o indivíduo 
o/a colega 
o/a pianista 
o cadáver 
o papagaio 
a barata 
o/a jornalista 
o peixe 
a onça 
a testemunha 
a vítima 
o cônjuge 
o gênio 
o ídolo 
 
GABARITO: 
o/a jovem: comum-de-dois 
a criança: sobrecomum 
o indivíduo: sobrecomum 
o/a colega: comum-de-dois 
o/a pianista: comum-de-dois 
o cadáver: sobrecomum 
o papagaio: epiceno 
a barata: epiceno 
o/a jornalista: comum-de-dois 
o peixe: epiceno 
a onça: epiceno 
a testemunha: sobrecomum 
a vítima: sobrecomum 
o cônjuge: sobrecomum 
o gênio: sobrecomum 
o ídolo: sobrecomum 
 
 
 
REVISÃO: 
 
CORRETA INCORRETA 
bandeja bandeija 
beneficente beneficiente 
camundongo camondongo 
caranguejo carangueijo 
empecilho impecilho 
mendigo mendingo 
mortadela mortandela 
prazerosamente prazeirosamente 
reivindicar reinvidicar 
 
 
 
ARTIGO 
 
É variável e antecede o substantivo. 
 
 
 
Exemplos: 
 
O rapaz chegou cedo hoje. 
 
A menina estuda sempre. 
 
Uma mulher estranha chamou o professor. 
 
 
 
 
 
01. Das orações ora retratadas, explique a diferença de 
sentido existente entre elas, no que se refere ao artigo que 
acompanha o substantivo: 
 
Eu acompanhei a garota até sua casa. 
 
Encontrei uma garota por onde eu passava. 
 
 
GABARITO: o artigo ‘a’ revela que se trata de uma garota 
conhecida 
o artigo ‘uma’ revela que se trata de uma garota desconhecida 
 
DEFINIDOS 
O/A 
OS/AS 
INDEFINIDOS 
UM/UMA 
UNS/UMAS 
CONCURSOS
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Português Básico 
 
 
 
 
02. Assinale a alternativa que apresenta, respectivamente: 
artigo indefinido feminino no plural, artigo definido feminino no 
singular, artigo indefinido masculino no singular, artigo definido 
feminino no plural. 
 
A) As meninas mais bonitas da rua são uma tal de Gabriele, 
uma menina loira que mora uns três quilômetros daqui e 
a Luciene, uma morena que mora em uma casa cinza. 
B) Hoje fizemos a reunião de pais e entregamos as provas 
bimestrais e uns informativos sobre a semana 
pedagógica, na qual faremos uma gincana. 
C) Há um mercado a 200 m daqui, caso as senhoras 
queiram comprar uns pães de queijo para receber o 
padre. 
D) Sei que umas pessoas desaprovarão a minha atitude, 
mas sei também que um ou outro ficará do meu lado até 
que as coisas se resolvam. 
E) Os armários da cozinha sofreram apenas uns arranhões, 
mas as cadeiras de uma das salas de jantar ficaram 
bastante danificadas. 
 
 
03. Marque a única alternativa em que há erro quanto ao 
emprego do artigo: 
 
A) Nem todas as opiniões são valiosas. 
B) Disse que conheceu o homem mais lindo do mundo. 
C) Leu todas as obras de Machado de Assis. 
D) Andou por todas a ruas de Portugal. 
E) Todas as alternativas estão corretas. 
 
 
GABARITO: 02. D; 03. D 
 
 
 
HETEROSSÊMICOS 
o cabeça – líder a cabeça – parte do corpo 
o caixa – funcionário a caixa - recipiente 
o capital – dinheiro a capital - cidade 
o cisma – separação a cisma – ideia fixa 
o grama – unid. de massa a grama - relva 
o guia – orientador a guia - documento 
o moral – ânimo a moral - ética 
o nascente – nasce o sol a nascente - fonte 
o rádio – aparelho a rádio - emissora 
o violeta – cor a violeta - flor 
o voga – remador a voga – moda 
 
Emprego do artigo: 
 
Diz-se sem artigo: 
Foram presos três. 
 
Com artigo: 
Foram presos os três assaltantes. 
 
Ambos os irmãos chegaram. 
Milhão, milhar e bilhão: 
 
Os milhares de crianças e não as milhares. 
 
Ditado popular sem artigo: 
Há animais cujo pelo é liso. 
 
Observação: entre as palavras cujo e pelo não 
podemos colocar artigo. 
 
Tempo é dinheiro. 
 
 
ARTIGO 
 
É VARIÁVEL E ANTECEDE O SUBSTANTIVO 
 
 
ADJETIVO 
 
É VARIÁVEL E DÁ QUALIDADE AO SUBSTANTIVO 
 
O pequeno Hamlet é muito ingênuo e sonha com um 
mundo diferente. 
 
pequeno = adjetivo 
Hamlet = substantivo 
ingênuo = adjetivo 
mundo = substantivo 
diferente = adjetivo 
 
 
 
LOCUÇÃO ADJETIVA 
 
A locução adjetiva tem a mesma função do adjetivo (dar 
qualidade ao substantivo), a diferença é que na locução 
adjetiva teremos mais de uma palavra ou expressão para 
expressar ideia de qualidade. 
 
preposição + substantivo = locução adjetiva 
 
Banheiro feminino. 
Substantivo Adjetivo 
 
Banheiro de mulher. 
Substantivo locução adjetiva 
 
 
 
 
Classifique: artigos, substantivos e adjetivos: 
 
Os meus bons amigos andavam a cavalo, na floresta bem 
verde, uns pássaros acinzentados cantavam, não os vi 
pulando de galho em galho. 
 
 
GABARITO: 
Os – artigo definido masculino plural 
meus – pronome possessivo 
bons – adjetivo 
amigos – substantivo 
andavam – verbo 
a – preposição 
na – em + a – preposição 
floresta – substantivo 
CONCURSOS
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Português Básico 
 
 
 
 
02. Assinale a alternativa que apresenta, respectivamente: 
artigo indefinido feminino no plural, artigo definido feminino no 
singular, artigo indefinido masculino no singular, artigo definido 
feminino no plural. 
 
A) As meninas mais bonitas da rua são uma tal de Gabriele, 
uma menina loira que mora uns três quilômetros daqui e 
a Luciene, uma morena que mora em uma casa cinza. 
B) Hoje fizemos a reunião de pais e entregamos as provas 
bimestrais e uns informativos sobre a semana 
pedagógica, na qual faremos uma gincana. 
C) Há um mercado a 200 m daqui, caso as senhoras 
queiram comprar uns pães de queijo para receber o 
padre. 
D) Sei que umas pessoas desaprovarão a minha atitude, 
mas sei também que um ou outro ficará do meu lado até 
que as coisas se resolvam. 
E) Os armários da cozinha sofreram apenas uns arranhões, 
mas as cadeiras de uma das salas de jantar ficaram 
bastante danificadas. 
 
 
03. Marque a única alternativa em que há erro quanto ao 
emprego do artigo: 
 
A) Nem todas as opiniões são valiosas. 
B) Disse que conheceu o homem mais lindo do mundo. 
C) Leu todas as obras de Machado de Assis. 
D) Andou por todas a ruas de Portugal. 
E) Todas as alternativas estão corretas. 
 
 
GABARITO: 02. D; 03. D 
 
 
 
HETEROSSÊMICOS 
o cabeça – líder a cabeça – parte do corpo 
o caixa – funcionário a caixa - recipiente 
o capital – dinheiro a capital - cidade 
o cisma – separação a cisma – ideia fixa 
o grama – unid. de massa a grama - relva 
o guia – orientador a guia - documento 
o moral – ânimo a moral - ética 
o nascente – nasce o sol a nascente - fonte 
o rádio – aparelho a rádio - emissora 
o violeta – cor a violeta - flor 
o voga – remador a voga – moda 
 
Emprego do artigo: 
 
Diz-se sem artigo: 
Foram presos três. 
 
Com artigo: 
Foram presos os três assaltantes. 
 
Ambos os irmãos chegaram. 
Milhão, milhar e bilhão: 
 
Os milhares de crianças e não as milhares. 
 
Ditado popular sem artigo: 
Há animais cujopelo é liso. 
 
Observação: entre as palavras cujo e pelo não 
podemos colocar artigo. 
 
Tempo é dinheiro. 
 
 
ARTIGO 
 
É VARIÁVEL E ANTECEDE O SUBSTANTIVO 
 
 
ADJETIVO 
 
É VARIÁVEL E DÁ QUALIDADE AO SUBSTANTIVO 
 
O pequeno Hamlet é muito ingênuo e sonha com um 
mundo diferente. 
 
pequeno = adjetivo 
Hamlet = substantivo 
ingênuo = adjetivo 
mundo = substantivo 
diferente = adjetivo 
 
 
 
LOCUÇÃO ADJETIVA 
 
A locução adjetiva tem a mesma função do adjetivo (dar 
qualidade ao substantivo), a diferença é que na locução 
adjetiva teremos mais de uma palavra ou expressão para 
expressar ideia de qualidade. 
 
preposição + substantivo = locução adjetiva 
 
Banheiro feminino. 
Substantivo Adjetivo 
 
Banheiro de mulher. 
Substantivo locução adjetiva 
 
 
 
 
Classifique: artigos, substantivos e adjetivos: 
 
Os meus bons amigos andavam a cavalo, na floresta bem 
verde, uns pássaros acinzentados cantavam, não os vi 
pulando de galho em galho. 
 
 
GABARITO: 
Os – artigo definido masculino plural 
meus – pronome possessivo 
bons – adjetivo 
amigos – substantivo 
andavam – verbo 
a – preposição 
na – em + a – preposição 
floresta – substantivo 
Português Básico 
 
 
 
 
bem – advérbio 
verde – adjetivo 
uns – artigo indefinido masculino plural 
pássaros – substantivo masculino 
acinzentados – adjetivo 
cantavam – verbo 
não – advérbio 
os – pronome 
vi – verbo 
pulando – verbo no gerúndio 
de – preposição 
galho – substantivo 
em – preposição 
galho – substantivo 
 
 
 
NUMERAIS 
 
Cardinais: um, dois, três... 
Ordinais: primeiro, segundo, terceiro... 
Fracionários: um terço, dois quintos 
Multiplicativos: dobro, triplo... 
 
Designação de séculos, reis e papas, usam-se ordinais de 
um a dez e cardinais em diante: 
 
Século V (quinto) 
Pedro II (segundo) 
Papa Pio X (décimo) 
Século XX (vinte) 
Luís XV (quinze) 
Papa Pio XII (doze) 
 
Correto é meio-dia e meia. 
 
Os dois milhões de moedas serão cunhados/cunhadas. 
 
Horas: 13h35 ou 13h35min. 
 
 
 
 
 
01. Assinale o item em que não é correto ler o numeral como 
vem indicado entre parênteses: 
 
A) Pode-se dizer que no século IX (nono) o português já 
existia como língua falada. 
B) Pigmalião reside na casa 22 (vinte e duas) do antigo Beco 
do Saco do Alferes, em Aparecida. 
C) Abram o livro, por favor, na página 201 (duzentos e 
um). 
D) O que procuras está no art. 10 (dez) do código que tens 
aí à mão. 
E) O Papa Pio X (décimo), cuja morte teria sido apressada 
com o advento da Primeira Guerra Mundial, foi 
canonizado em 1954. 
 
 
02. Analise os dados a seguir: 
 
I. O artigo, definido ou indefinido, exerce na oração a 
função sintática de adjunto adnominal. 
II. O numeral tem mais de uma função sintática. Para saber 
qual é ela, precisamos observar se na oração, seu papel 
é de adjetivo ou substantivo. No primeiro caso, o 
numeral assume a função sintática de adjunto 
adnominal; no segundo caso, ele desempenha uma 
função sintática própria do substantivo, ou seja, de 
núcleo de um sujeito, de um objeto direto, de um objeto 
indireto, etc. 
III. O numeral pode referir-se a um substantivo ou 
substituí-lo; no primeiro caso, é numeral adjetivo; no 
segundo, numeral substantivo. 
IV. Os numerais classificam-se em: cardinais: (indicam 
série, ordem, posição); ordinais: (designam uma 
quantidade de seres); multiplicativos: (expressam 
aumento proporcional a um múltiplo da unidade); 
fracionários: (denotam diminuição proporcional a 
divisões da unidade). 
 
Estão corretas as afirmações feitas em: 
 
A) Apenas II, III e IV. 
B) Apenas I, III e IV. 
C) Apenas I, II e III. 
D) I, II, III e IV. 
 
GABARITO: 01. B; 02. C 
 
 
 
 
PRONOMES 
Definição: é variável, substitui ou acompanha o nome. 
 
Exemplo: 
 
O seu irmão compareceu à festa, mas eu não o convidei. 
 
seu: pronome possessivo 
eu: pronome pessoal do caso reto 
o: está representando “o seu irmão” 
 
 
PRONOMES RETOS E OBLÍQUOS 
 
PRONOMES PESSOAIS DO CASO RETO 
 
Os pronomes pessoais do caso reto, na análise sintática, 
funcionam, em regra geral, como sujeito da oração. 
 
1ª pessoa do 
singular EU PESSOA QUE FALA 
2ª pessoa do 
singular TU PESSOA COM QUEM 
EU FALO (VOCÊ) 
3ª pessoa do 
singular ELE/ELA COISA OU PESSOA 
DE QUE(M) SE FALA 
1ª pessoa do 
plural NÓS - 
2ª pessoa do 
plural VÓS - 
3ª pessoa do 
plural ELES/ELAS - 
CONCURSOS
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Concordância 
EU falo 
TU falas 
ELE/ ELA fala 
NÓS falamos 
VÓS falais 
ELES/ ELAS falam 
 
NÓS VAI... (ERRO DE CONCORDÂNCIA) 
NÓS VAMOS... 
 
 
ERRO DE CONCORDÂNCIA 
 
ERRADO: Nós vai estudar gramática. 
 
CORRETO: Nós vamos estudar gramática. 
 
 
 
PRONOMES PESSOAIS DO CASO OBLÍQUO 
 
1ª pessoa do 
singular ME/MIM/COMIGO 
2ª pessoa do 
singular TE/TI/CONTIGO 
3ª pessoa do 
singular O/A/LHE/SE/SI/CONSIGO 
1ª pessoa do 
plural NOS/CONOSCO 
2ª pessoa do 
plural VOS/CONVOSCO 
3ª pessoa do 
plural OS/AS/LHES/SE/SI/CONSIGO 
 
Os pronomes pessoais do caso oblíquo, regra geral, na 
análise sintática, funcionam como objetos da oração (direto 
ou indireto, dependendo da regência do verbo). 
 
 
 
EMPREGO DOS PRONOMES 
 
- Erros e acertos 
 
Célia, eu quero falar consigo. ERRADO 
 
Rosana, quero falar com você. CERTO 
 
 
Observação: fica correto usar o “contigo” nas orações. 
 
Não há nada entre eu e você. ERRADO 
Não há nada entre mim e ti. CERTO 
 
Peguei um livro para mim. CERTO 
Peguei um livro para eu ler. CERTO 
 
Para mim, ler é difícil. 
Ler é difícil para mim. 
 
ADAPTAÇÃO DOS PRONOMES 
 
A casa 
 
Eu vou comprar-a. 
 
Eu vou compra-la. 
 
Eu vou comprá-la 
 
 
DICA: 
Os verbos terminados em R, S e Z faz-se a adaptação do 
verbo, e se o verbo for terminado em a, e, o serão 
acentuados. 
 
R 
S lo, la, los, las 
Z 
 
 
Nós nos casamos. CERTO 
Nós casamos-nos. ERRADO 
Nós casamo-nos. CERTO 
 
Fiz-o chorar. ERRADO 
Fi-lo chorar. CERTO 
 
A casa 
Compraram-a. ERRADO 
Compraram-na. CERTO 
 
O livro 
Põe-o ali. ERRADO 
Põe-no ali. CERTO 
 
 
 
PRONOMES DEMONSTRATIVOS 
 
Localização espacial, temporal e referencial do texto. 
 
Próximo de quem 
fala (1ªpessoa) 
Próximo de 
quem ouve 
(2ªpessoa) 
Longe de quem 
fala e ouve 
(3ªpessoa) 
 
ESTE 
 
ESSE AQUELE 
 
ESTA 
 
ESSA 
 
AQUELA 
 
ISTO 
 
 
ISSO 
 
AQUILO 
 
 
 
CONCURSOS
25
P
O
R
TU
G
U
ÊS
 B
Á
S
IC
O
Português Básico 
 
 
 
 
Concordância 
EU falo 
TU falas 
ELE/ ELA fala 
NÓS falamos 
VÓS falais 
ELES/ ELAS falam 
 
NÓS VAI... (ERRO DE CONCORDÂNCIA) 
NÓS VAMOS... 
 
 
ERRO DE CONCORDÂNCIA 
 
ERRADO: Nós vai estudar gramática. 
 
CORRETO: Nós vamos estudar gramática. 
 
 
 
PRONOMES PESSOAIS DO CASO OBLÍQUO 
 
1ª pessoa do 
singular ME/MIM/COMIGO 
2ª pessoa do 
singular TE/TI/CONTIGO 
3ª pessoa do 
singular O/A/LHE/SE/SI/CONSIGO 
1ª pessoa do 
plural NOS/CONOSCO 
2ª pessoa do 
plural VOS/CONVOSCO 
3ª pessoa do 
plural OS/AS/LHES/SE/SI/CONSIGO 
 
Os pronomes pessoais do caso oblíquo, regra geral, na 
análise sintática, funcionam como objetos da oração (direto 
ou indireto, dependendo da regência do verbo). 
 
 
 
EMPREGO DOS PRONOMES 
 
- Erros e acertos 
 
Célia, eu quero falar consigo. ERRADO 
 
Rosana, quero falar com você. CERTO 
 
 
Observação: fica correto usar o “contigo” nas orações. 
 
Não há nada entre eu e você. ERRADO 
Não há nada entre mim e ti. CERTO 
 
Peguei um livro para mim. CERTO 
Peguei um livro para eu ler. CERTO 
 
Para mim, ler é difícil. 
Ler é difícil para mim. 
 
ADAPTAÇÃO DOS PRONOMES 
 
A casa 
 
Eu vou comprar-a. 
 
Eu vou compra-la. 
 
Eu vou comprá-la 
 
 
DICA: 
Os verbos terminados em R, S e Z faz-se a adaptação do 
verbo, e se o verbo for terminado em a, e, o serão 
acentuados. 
 
R 
S lo, la, los, las 
Z 
 
 
Nós nos casamos. CERTO 
Nós casamos-nos. ERRADO 
Nós casamo-nos. CERTO 
 
Fiz-o chorar. ERRADO 
Fi-lo chorar. CERTO 
 
A casa 
Compraram-a. ERRADO 
Compraram-na. CERTO 
 
O livro 
Põe-o ali. ERRADO 
Põe-no ali. CERTO 
 
 
 
PRONOMES DEMONSTRATIVOS 
 
Localização