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CONCURSOS
Esta apostila foi desenvolvida para auxiliar você, aluno, nos estudos para o
concurso público de Técnico do Seguro Social do INSS.
Tudo foi pensado e desenvolvido para otimizar ainda mais seus estudos. Utilizamos
papel da melhor qualidade para que você possa fazer grifos e anotações.
Aqui você vai encontrar todo o material didático das matérias básicas do conteúdo
cobrado no último edital.
Além da parte teórica, você ainda conta com exercícios para treinar e fixar bem
o conteúdo.
Todo material está atualizado para você e nos comprometemos a atualizá-lo,
sem custo, sempre que necessário. Disponibilizaremos as atualizações em PDF dentro
da plataforma do curso.
Nós da Brabo Concursos esperamos que você possa ter a melhor experiência
possível com esse material que desenvolvemos com todo o cuidado, estrategicamente
para você performar ainda mais nos seus estudos.
Apresentação
CONCURSOS
PORTUGUÊS BÁSICO .................................................................................. 5
PORTUGUÊS AVANÇADO ........................................................................... 41
REDAÇÃO OFICIAL ................................................................................... 99
RACIOCÍCNIO LÓGICO MATEMÁTICO ..................................................... 111
INFORMÁTICA ........................................................................................ 129
Índice
Atualizada 05/03/2026
CONCURSOS
PORTUGUÊS
BÁSICO
CONCURSOS
Sumário
ACENTUAÇÃO GRÁFICA ..................................................................................................... 7
ORTOGRAFIA ................................................................................................................... 13
NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO 2009 ................................................................................ 16
MORFOLOGIA .................................................................................................................. 19
SIGNIFICAÇÃO DAS PALAVRAS ....................................................................................... 39
CONCURSOS
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Português Básico
ACENTUAÇÃO GRÁFICA
Sílaba tônica é a sílaba emitida com mais ênfase. Em cada
uma das palavras existe apenas uma sílaba tônica.
Sílaba Tônica
avaro – cateter – condor – filantropo – fortuito
gratuito – ibero – ínterim – mister – Nobel
pudico – recorde – rubrica – látex
GABARITO:
avaro – cateter – condor – filantropo – fortuito;
gratuito – ibero – ínterim – mister – Nobel
pudico – recorde – rubrica - látex
REGRAS DE ACENTUAÇÃO
1. paroxítonas
2. proparoxítonas
3. oxítonas
4. ditongo crescente
5. ditongo decrescente
6. Hiatos
CASOS ESPECIAIS
O uso, ou não, do acento pode mudar uma classe
gramatical, exemplos:
● O religioso disse amem o seu próximo e depois disse
amém.
Amem – verbo amar
Amém – interjeição
A falta do acento pode causar incoerência e erro gramatical,
veja o exemplo:
CORRETO:
● Amanhã ele destinará verbas ao projeto.
ERRADO:
● Amanhã ele destinara verbas ao projeto.
Nome dos acentos
água – acento agudo
tênis – acento circunflexo
àquela – acento grave
(observação: acento grave será estudado na matéria de
crase)
Observação: o “TIL” (~) não é acento, é uma notação lexical
ou sinal diacrítico.
Sílaba Tônica
Oxítona Última sílaba tônica
Paroxítona Penúltima sílaba tônica
Proparoxítona Antepenúltima sílaba tônica
Exemplos de oxítonas:
ca-ri-jó, vo-vó, vo-vô, de-fen-der, vo-cê
Exemplos de paroxítonas:
pa-re-de, re-mé-dio, pô-nei
Exemplos de proparoxítonas:
mé-di-co, cân-ti-co, ô-ni-bus
SEPARE AS SÍLABAS:
Farmácia – Páscoa – João – Tuiuiú
Relógio – relojoaria – colégio – romaria
Padaria – saudar – onírico – Jaime – paciência
Abolia – jornais – Suíça – feijão – Saara
Coelho - leiteiro – Paraguai – paraíso – fiéis
GABARITO:
far-má-cia, pás-coa, jo-ão, tui-ui-ú, re-ló-gio, re-lo-jo-a-ri-a,
co-lé-gio, ro-ma-ri-a, pa-da-ri-a, sau-dar, o-ní-ri-co, Jai-me,
pa-ci-ên-cia, a-bo-li-a, jor-nais, Su-í-ça, fei-jão, Sa-a-ra, co-e-
lho, lei-tei-ro, Pa-ra-guai, pa-ra-í-so, fi-éis
PAROXÍTONAS
Acentuam-se as Paroxítonas terminadas em:
I – IS – UM – UNS - US
L – N – R - X
à – ÃS - ÃO – ÃOS
Penúltima sílaba tônica
Exemplos:
I – IS – UM – UNS – US L – N – R – X
bi-quí-ni
lá-pis
mé-dium
ál-buns
ví-rus
mó-vel
pó-len
dó-lar
fê-nix
à – ÃS – ÃO – ÃOS PS – ONS
í-mã
í-mãs
bên-ção
bên-çãos
bí-ceps
fór-ceps
e-lé-trons
pró-tons
CONCURSOS
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Português Básico
Acentue e justifique pela regra das paroxítonas:
açucar:
afavel:
almiscar:
amavel:
Anibal:
cadaver:
cortex:
docil:
eter:
Felix:
hifen:
hifens:
impar:
reptil:
eden:
liquen:
GABARITO:
açucar: a-çú-car paroxítona terminada em R
afavel: a-fá-vel paroxítona terminada em L
almiscar: al-mís-car paroxítona terminada em R
amavel: a-má-vel paroxítona terminada em L
Anibal: A-ní-bal paroxítona terminada em L
cadaver: ca-dá-ver paroxítona terminada em R
cortex: cór-tex paroxítona terminada em X
docil: dó-cil paroxítona terminada em L
eter: é-ter paroxítona terminada em R
Felix: Fé-lix paroxítona terminada em X
hifen: hí-fen paroxítona terminada em N
hifens: não tem acento pois é terminada em ENS
impar: ím-par paroxítona terminada em R
reptil: rép-til paroxítona terminada em L
eden: é-den paroxítona terminada em N
liquen: lí-quen paroxítona terminada em N
Atenção para as seguintes palavras abaixo que podem ser
usadas de duas formas e possuem duas pronúncias corretas:
réptil / reptil
Projétil / Projetil
xérox / xerox
PROPAROXÍTONAS
Acentuam-se TODAS as Proparoxítonas
Antepenúltima sílaba tônica
Exemplos:
relâmpago: re-lâm-pa-go
médico: mé-di-co
cântico: cân-ti-co
Observação: Todas as palavras proparoxítonas são
acentuadas independente da sua terminação.
Amou daquela vez como se fosse a última
Beijou sua mulher como se fosse a última
E cada filho seu como se fosse o único
E atravessou a rua com seu passo tímido
Subiu a construção como se fosse máquina
Ergueu no patamar quatro paredes sólidas
Tijolo com tijolo num desenho mágico
Seus olhos embotados de cimento e lágrima
OXÍTONAS
Acentuam-se as Oxítonas terminadas em:
A – E – O – EM
seguidos ou não de S
Última sílaba tônica
Exemplos:
ma-ra-já: oxítona – última sílaba tônica
ven-ti-la-dor: oxítona – última sílaba tônica
vo-cê: oxítona – última sílaba tônica
Observação: fé – monossílabo tônico – uma sílaba tônica
Acentue e justifique pela regra das oxítonas:
maraja:
vatapa:
cafe:
voce:
cipo:
vovo:
refem:
refens:
porem:
GABARITO:
marajá: ma-ra-já oxítona terminada em A
vatapá: va-ta-pá oxítona terminada em A
café: ca-fé oxítona terminada em E
você: vo-cê oxítona terminada em E
cipó: ci-pó oxítona terminada em O
vovô/vovó: vo-vô/vo-vó oxítona terminada em O
refém: re-fém oxítona terminada em EM
reféns: re-féns oxítona terminada em ENS
porém: po-rém oxítona terminada em EM
Observação: porém não tem plural, pois é uma
conjunção e conjunção não tem plural.
CONCURSOS
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Português Básico
Acentue e justifique pela regra das paroxítonas:
açucar:
afavel:
almiscar:
amavel:
Anibal:
cadaver:
cortex:espacial, temporal e referencial do texto.
Próximo de quem
fala (1ªpessoa)
Próximo de
quem ouve
(2ªpessoa)
Longe de quem
fala e ouve
(3ªpessoa)
ESTE
ESSE AQUELE
ESTA
ESSA
AQUELA
ISTO
ISSO
AQUILO
Português Básico
USO DOS DEMONSTRATIVOS
Erros e acertos
TEMPO
ESTE TEMPO PRESENTE
ESSE PASSADO PRÓXIMO
OU FUTURO
AQUELE PASSADO DISTANTE
Exemplos:
Neste momento estudamos pronomes.
(Agora)
Essa manhã dei aulas para minha amiga.
(Passado próximo)
Essa tarde telefonarei para meus irmãos.
(Futuro próximo)
Em 1970, o Brasil foi campeão mundial, aquele ano
ninguém esquecerá.
(Passado distante)
Você conhece este poema de Vinícius de Moraes: “Eu
deixarei que morra em mim”...
“Eu deixarei que morra em mim o desejo de amar os teus
olhos que são doces”. Esse verso é de Vinícius de Moraes.
Luiz e Henrique são escritores: este é poeta, aquele prosador.
Luiz e Henrique são escritores: este é poeta, aquele prosador.
01. Em “Eu sou o infinito: soberano das galáxias, dono de
tudo o que existe...”, a palavra o classifica-se como:
A) artigo definido nas duas ocorrências.
B) pronome oblíquo nas duas ocorrências.
C) pronome oblíquo e demonstrativo, respectivamente.
D) artigo definido e pronome oblíquo, respectivamente.
E) artigo definido e pronome demonstrativo, respectivamente.
02. Assinale a alternativa na qual o termo sublinhado possa
ser classificado como pronome demonstrativo.
A) “quase todos servem para isso” (l.02-03).
B) “traz algumas fotos de Lygia” (l.15).
C) “Decerto uma mulher elegante, como Lygia.” (l.24).
D) “Deus nunca me abandonou” (l.37).
E) “O leitor termina sem saber direito o que aconteceu.”
(l.43-44).
GABARITO: 01. E; 02. E
PRONOMES POSSESSIVOS
Os pronomes possessivos indicam posse dentro de um
contexto.
MEU, TEU, SEU, NOSSO, VOSSO
Exemplos:
Tua mãe é uma pessoa magnífica, por isso, te admiro.
obs.: O pronome sendo de segunda pessoa do singular (Tua)
devemos usar o padrão para a oração inteira, por isso usa-
se o te.
Tua mãe é uma pessoa magnífica, por isso, a admiro.
ERRADO
CONCURSOS
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Sua mãe é uma pessoa magnífica, por isso, a admiro. CERTO
Obs.: O pronome sendo de terceira pessoa do singular (Sua)
devemos usar o padrão para a oração inteira, por isso, usa-
se o a.
03. Quanto à classe gramatical das palavras selecionadas
pela autora no verso “Não seja tua lágrima a maldição”, é
correto afirmar que se tem respectivamente:
A) uma conjunção adversativa, um verbo, um pronome
possessivo, um substantivo, uma preposição, um
substantivo.
B) um advérbio de intensidade, um verbo, um pronome
demonstrativo, um substantivo, uma preposição, um
adjetivo.
C) uma conjunção comparativa, um verbo, um pronome
possessivo, um substantivo, uma preposição, um
substantivo.
D) um advérbio de modo, um verbo, um pronome
demonstrativo, um substantivo, um artigo, um adjetivo.
E) um advérbio, um verbo, um pronome possessivo, um
substantivo, um artigo, um substantivo.
GABARITO: 03. E
PRONOMES RELATIVOS
Resgatam termos já mencionados;
Iniciam as orações adjetivas;
Possuem função sintática;
O QUAL, A QUAL, OS QUAIS, AS QUAIS
CUJO, CUJA, CUJOS, CUJAS
ONDE, AONDE
QUEM/ QUE = O QUAL
Exemplos:
Cão que late não morde.
O motorista cujo ônibus atrasou é meu irmão.
O lugar onde moro é perto.
O lugar aonde vou é encantador.
Observação: jamais colocar artigo entre o pronome “cujo”
e o substantivo que vier à frente.
04. Assinale a alternativa que completa CORRETAMENTE a
seguinte frase:
Os encargos _________ nos obrigam são aqueles _____ o
Promotor de Justiça se referia.
A) de que/ cujos.
B) a que/ a que.
C) pelos quais/ de que.
D) a que/ pelos quais.
E) de que/ de que.
GABARITO: 04. B
PRONOMES INDEFINIDOS
Os pronomes indefinidos são usados para expressar ideias
de modo vago ou indeterminado. São eles:
TUDO, NADA, NINGUÉM, ALGUÉM, ALGUM,
NENHUM, TODO, TODA, ALGO, QUALQUER, CADA,
VÁRIOS, OUTRO, OUTREM
CASOS ESPECIAIS:
Só vendi dois livros, os demais eu doei.
Demais = outros
Certos amigos somem nas dificuldades.
Pronome indefinido
Nas dificuldades, tenho amigos certos.
Adjetivo
Exemplos:
Alguns alunos virão à aula.
Toda definição é incompleta.
Paguei dez reais em cada item.
05. São pronomes indefinidos invariáveis:
A) Todo – vário - qualquer.
B) Pouco – certo – tanto.
C) Alguém – cada – quem.
D) Algo – qual – outrem.
E) Que – todo – algo.
GABARITO: 05. C
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Português Básico
Sua mãe é uma pessoa magnífica, por isso, a admiro. CERTO
Obs.: O pronome sendo de terceira pessoa do singular (Sua)
devemos usar o padrão para a oração inteira, por isso, usa-
se o a.
03. Quanto à classe gramatical das palavras selecionadas
pela autora no verso “Não seja tua lágrima a maldição”, é
correto afirmar que se tem respectivamente:
A) uma conjunção adversativa, um verbo, um pronome
possessivo, um substantivo, uma preposição, um
substantivo.
B) um advérbio de intensidade, um verbo, um pronome
demonstrativo, um substantivo, uma preposição, um
adjetivo.
C) uma conjunção comparativa, um verbo, um pronome
possessivo, um substantivo, uma preposição, um
substantivo.
D) um advérbio de modo, um verbo, um pronome
demonstrativo, um substantivo, um artigo, um adjetivo.
E) um advérbio, um verbo, um pronome possessivo, um
substantivo, um artigo, um substantivo.
GABARITO: 03. E
PRONOMES RELATIVOS
Resgatam termos já mencionados;
Iniciam as orações adjetivas;
Possuem função sintática;
O QUAL, A QUAL, OS QUAIS, AS QUAIS
CUJO, CUJA, CUJOS, CUJAS
ONDE, AONDE
QUEM/ QUE = O QUAL
Exemplos:
Cão que late não morde.
O motorista cujo ônibus atrasou é meu irmão.
O lugar onde moro é perto.
O lugar aonde vou é encantador.
Observação: jamais colocar artigo entre o pronome “cujo”
e o substantivo que vier à frente.
04. Assinale a alternativa que completa CORRETAMENTE a
seguinte frase:
Os encargos _________ nos obrigam são aqueles _____ o
Promotor de Justiça se referia.
A) de que/ cujos.
B) a que/ a que.
C) pelos quais/ de que.
D) a que/ pelos quais.
E) de que/ de que.
GABARITO: 04. B
PRONOMES INDEFINIDOS
Os pronomes indefinidos são usados para expressar ideias
de modo vago ou indeterminado. São eles:
TUDO, NADA, NINGUÉM, ALGUÉM, ALGUM,
NENHUM, TODO, TODA, ALGO, QUALQUER, CADA,
VÁRIOS, OUTRO, OUTREM
CASOS ESPECIAIS:
Só vendi dois livros, os demais eu doei.
Demais = outros
Certos amigos somem nas dificuldades.
Pronome indefinido
Nas dificuldades, tenho amigos certos.
Adjetivo
Exemplos:
Alguns alunos virão à aula.
Toda definição é incompleta.
Paguei dez reais em cada item.
05. São pronomes indefinidos invariáveis:
A) Todo – vário - qualquer.
B) Pouco – certo – tanto.
C) Alguém – cada – quem.
D) Algo – qual – outrem.
E) Que – todo – algo.
GABARITO: 05. C
Português Básico
PRONOMES INTERROGATIVOS
Os pronomes interrogativos são usados na construção de
perguntas diretas ou indiretas:
QUEM?
QUÊ?
QUAL?
QUANTO?
Exemplos:
Quem é você?
Que você disse?
Qual seu nome?
Quanto você ganha?
06. Em “quando pela manhã me acordei com um enorme
barulho na casa toda.” (§ 1º), o pronome destacado faz
parte de uma construção que provoca certo estranhamento
no leitor.
Seu uso sugere um sentido:
A) passivo.
B) recíproco.
C) reflexivo.
D) indeterminado.
E) interrogativo.
07. Releia o texto “Capital intelectual” e observe a
passagem: “Ele é invisível e intangível, tornando-se difícil
sua identificação e gestão adequada”.O termo “ele” é considerado na morfologia (01) _______.
Na sintaxe, “ele” se refere a (02) ______.
Assinale a alternativa que preencha correta e
respectivamente as lacunas.
A) (01) um pronome pessoal do caso oblíquo (pronome do
objeto); (02) predicado.
B) (01) um pronome pessoal do caso reto (pronome do
sujeito); (02) sujeito.
C) (01) um pronome do caso oblíquo (pronome do objeto);
(02) adjunto adverbial de lugar.
D) (01) um pronome pessoal do caso reto (pronome do
sujeito); (02) predicativo do sujeito.
08. “Essa vulnerabilidade é maior até os sete anos de idade,
quando a personalidade ainda não está formada”.
A palavra destacada:
A) É um pronome demonstrativo com sentido catafórico,
fazendo referência ao que é após o seu emprego.
B) É um pronome demonstrativo com sentido anafórico,
retomando uma informação citada anteriormente.
C) É um pronome demonstrativo apenas com um intuito de
indicar uma posição de temporalidade entre dois termos.
D) É um pronome indefinido que visa a uma relação ao que
foi citado anteriormente e ao que foi citado após o seu
emprego.
GABARITO: 06. C; 07. B; 08. B
Observação:
Anáfora é um termo que retoma algo já mencionado
anteriormente. (Esse é anafórico)
Catáfora é um termo que remete algo que irá acontecer ou vai
ser apresentado ainda. (Este é catafórico)
EMPREGO DOS PORQUÊS
Dentro da língua portuguesa temos 4 formas diferentes
de escrever “porquê” e cada uma delas deve ser usada
em determinada situação.
Por que
Por quê
Porque
Porquê
Nas frases interrogativas
Por que: usado quando for começo de uma frase
interrogativa. É usado em perguntas interrogativas diretas
ou indiretas.
Por quê: usado quando for final de uma frase interrogativa,
ou seja, próximo à pontuação.
Exemplos:
Por que você falou de Camões?
Você falou de Camões por quê?
Eu falei porque queria ilustrar minha aula.
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Como Motivo/ Razão
Por que: usado também quando estamos nos referindo ao
motivo ou razão de certo fato, devemos usar o “por que”.
Não sei por que motivo/ razão você fez isso.
Não sei por que você fez isso.
(elíptico)
O caminho por que passei era ruim.
(pelo qual)
OBS.: As palavras motivo ou razão podem ficar
subentendidas na frase, ou seja, podem não aparecer na
frase. Portanto para ter certeza de qual “por que” usar, basta
adicionar uma dessas palavras na frente do “por que” e ver
se o sentido da frase se mantém.
Nas frases explicativas / causais
Porque: usamos quando damos uma resposta a uma
pergunta ou para dar uma explicação de algo. Nesse caso, o
“porque” pode ser uma conjunção explicativa ou uma
conjunção causal.
Eu falei porque queria ilustrar minha aula.
Como substantivo
Porquê: é usado como substantivo, por isso, sempre nos
referimos aos porquês usando essa variação. Para ver se é
um substantivo, basta verificar se ele pode ser acompanhado
de artigo.
Agora entendi o porquê de sua citação.
RESUMO:
Por que interrogativo (?) – separado sem acento.
Por quê? Interrogativo (?) – separado com acento.
Porque usado como resposta – junto sem acento.
Por que motivo ou razão – separado sem acento.
Por que/ pelo qual – separado sem acento.
O porquê (substantivo) – junto com acento.
09. Com relação aos aspectos linguísticos do texto, julgue o
item subsequente.
“Os suspeitos foram soltos, pois não havia provas contra
eles.”
Seria mantida a correção gramatical do texto caso a
conjunção “pois”, no último período do primeiro parágrafo,
fosse substituída por “por que”.
( ) CERTO
( ) ERRADO
GABARITO: 09. Errado
VERBOS – MODOS
Indicativo – certeza
Subjuntivo – dúvida
Imperativo – pedido, ordem, súplica
PARA DESCOBRIR OS PARADIGMAS VERBAIS:
PRESENTE DO INDICATIVO
(NUNCA EM OUTRO TEMPO VERBAL)
VERBOS
REGULARES – quando os verbos possuem radicais iguais,
possuem uma mesma terminação.
IRREGULARES – quando os verbos possuem uma única
alteração nos radicais ou primeira pessoa do singular não
termina em o.
ANÔMALOS – quando os verbos possuem muitas alterações
nos radicais.
DEFECTIVOS – são verbos que irão faltar pessoas na
conjugação.
VERBOS REGULARES
AME / AM-AR
Eu am-o
Tu am-as
Ele / Ela am-a
Nós am-amos
Vós am-ais
Eles / Elas am-am
VERBOS
IRREGULARES ANÔMALOS DEFECTIVOS
REGULARES
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Como Motivo/ Razão
Por que: usado também quando estamos nos referindo ao
motivo ou razão de certo fato, devemos usar o “por que”.
Não sei por que motivo/ razão você fez isso.
Não sei por que você fez isso.
(elíptico)
O caminho por que passei era ruim.
(pelo qual)
OBS.: As palavras motivo ou razão podem ficar
subentendidas na frase, ou seja, podem não aparecer na
frase. Portanto para ter certeza de qual “por que” usar, basta
adicionar uma dessas palavras na frente do “por que” e ver
se o sentido da frase se mantém.
Nas frases explicativas / causais
Porque: usamos quando damos uma resposta a uma
pergunta ou para dar uma explicação de algo. Nesse caso, o
“porque” pode ser uma conjunção explicativa ou uma
conjunção causal.
Eu falei porque queria ilustrar minha aula.
Como substantivo
Porquê: é usado como substantivo, por isso, sempre nos
referimos aos porquês usando essa variação. Para ver se é
um substantivo, basta verificar se ele pode ser acompanhado
de artigo.
Agora entendi o porquê de sua citação.
RESUMO:
Por que interrogativo (?) – separado sem acento.
Por quê? Interrogativo (?) – separado com acento.
Porque usado como resposta – junto sem acento.
Por que motivo ou razão – separado sem acento.
Por que/ pelo qual – separado sem acento.
O porquê (substantivo) – junto com acento.
09. Com relação aos aspectos linguísticos do texto, julgue o
item subsequente.
“Os suspeitos foram soltos, pois não havia provas contra
eles.”
Seria mantida a correção gramatical do texto caso a
conjunção “pois”, no último período do primeiro parágrafo,
fosse substituída por “por que”.
( ) CERTO
( ) ERRADO
GABARITO: 09. Errado
VERBOS – MODOS
Indicativo – certeza
Subjuntivo – dúvida
Imperativo – pedido, ordem, súplica
PARA DESCOBRIR OS PARADIGMAS VERBAIS:
PRESENTE DO INDICATIVO
(NUNCA EM OUTRO TEMPO VERBAL)
VERBOS
REGULARES – quando os verbos possuem radicais iguais,
possuem uma mesma terminação.
IRREGULARES – quando os verbos possuem uma única
alteração nos radicais ou primeira pessoa do singular não
termina em o.
ANÔMALOS – quando os verbos possuem muitas alterações
nos radicais.
DEFECTIVOS – são verbos que irão faltar pessoas na
conjugação.
VERBOS REGULARES
AME / AM-AR
Eu am-o
Tu am-as
Ele / Ela am-a
Nós am-amos
Vós am-ais
Eles / Elas am-am
VERBOS
IRREGULARES ANÔMALOS DEFECTIVOS
REGULARES
Português Básico
VERBOS IRREGULARES
CABER / CAB-ER
Eu caib-o
Tu cab-es
Ele / Ela cab-e
Nós cab-emos
Vós cab-eis
Eles / Elas cab-em
Observação para o verbo ESTAR, pois os radicais são iguais,
porém a terminação do verbo é irregular (1ª pessoa do
singular), por isso é classificado como VERBO IRREGULAR.
ESTAR / EST-AR
Eu est-ou
Tu est-ás
Ele / Ela est-á
Nós est-amos
Vós est-ais
Eles / Elas est-ão
VERBOS ANÔMALOS
São verbos completamente irregulares que possuem mais de
uma irregularidade.
SER / IR
Eu sou – vou
Tu és – vais
Ele é – vai
Nós somos – vamos
Vós sois – ides
Eles são – vão
VERBOS DEFECTIVOS
ABOLIR
Eu _______
Tu aboles
Ele abole
Nós abolimos
Vós abolis
Eles abolem
REAVER
Eu _________
Tu _________
Ele _________
Nós reavemos
Vós reaveis
Eles _________
PRESENTE INDICATIVO AGORA
TERMINAÇÃO
AR
TERMINAÇAOER
TERMINAÇÃO
IR
O
AS
A
AMOS
AIS
AM
O
ES
E
EMOS
EIS
EM
O
ES
E
IMOS
IS
EM
10. Assinale a alternativa em que a forma verbal destacada
está no tempo presente.
A) Qualquer imóvel fica pequeno...
B) Primeiro enfrentou a mãe.
C) Tudo para ela estava ruim.
D) O irmão dela, que dirigia...
E) ...fez de tudo para desatolar o carro...
GABARITO: 10. A
Presente tempo atual:
Neste momento, penso em você.
Fato permanente, verdade científica, religiosa, filosófica:
A Terra gira no espaço.
Em lugar do pretérito para dar vida à narrativa:
Napoleão chega a Waterloo, descarrega as armas e é
derrotado.
PRETÉRITO
PERFEITO INDICATIVO ONTEM
TERMINAÇÃO
AR
TERMINAÇAO
ER
TERMINAÇÃO
IR
EI
ASTE
OU
AMOS
ASTES
ARAM
I
ESTE
EU
EMOS
ESTES
ERAM
I
ISTE
IU
IMOS
ISTES
IRAM
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B
Á
S
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Português Básico
Pretérito perfeito fato concluído:
Paulo estudou, pois a esposa não o interrompeu.
PRETÉRITO
IMPERFEITO INDICATIVO
AÇÃO
INTERROMPIDA OU
TRANSCORRENTE
TERMINAÇÃO
AR
TERMINAÇAO
ER
TERMINAÇÃO
IR
AVA
AVAS
AVA
ÁVAMOS
ÁVEIS
AVAM
IA
IAS
IA
ÍAMOS
ÍEIS
IAM
IA
IAS
IA
ÍAMOS
ÍEIS
IAM
Pretérito imperfeito, passado não concluído:
Paulo estudava, mas a esposa o interrompeu.
Ação transcorrendo:
A carne assava no espeto quando eu saí.
Fato habitual ou duradouro:
Aurélia vivia sempre quieta.
PRETÉRITO +
QUE PERFEITO INDICATIVO OUTRORA
TERMINAÇÃO
AR
TERMINAÇAO
ER
TERMINAÇÃO
IR
ARA
ARAS
ARA
ÁRAMOS
ÁREIS
ARAM
ERA
ERAS
ERA
ÉRAMOS
ÊREIS
ERAM
IRA
IRAS
IRA
ÍRAMOS
ÍREIS
IRAM
11. Sobre o fragmento: “Naquela manhã estive em algum
lugar perto do deserto” (9º parágrafo), assinale a alternativa
CORRETA quanto à conjugação e classificação do verbo em
destaque.
A) Flexão do verbo “estar” na 1ª pessoa do singular do
pretérito imperfeito do subjuntivo.
B) Flexão do verbo “estar” na 1ª pessoa do singular do
pretérito mais-que-perfeito do indicativo.
C) Flexão do verbo “estar” na 1ª pessoa do singular do
pretérito perfeito do indicativo.
D) Flexão do verbo “estar” na 1ª pessoa do singular do
futuro do subjuntivo.
GABARITO: 11. C
FUTURO DO
PRESENTE INDICATIVO AMANHÃ
TERMINAÇÃO
AR
TERMINAÇÃO
ER
TERMINAÇÃO
IR
REI
RÁS
RÁ
REMOS
REIS
ARÃO
REI
RÁS
RÁ
REMOS
REIS
ARÃO
REI
RÁS
RÁ
REMOS
REIS
ARÃO
Futuro do presente anuncia um fato que há de se
realizar:
Amanhã viajarei para a Europa.
Dúvida:
Será realmente verdade essa viagem?
Usado como força de imperativo:
Não furtarás!
FUTURO DO
PRETÉRITO INDICATIVO SE EU PUDESSE
TERMINAÇÃO
AR
TERMINAÇAO
ER
TERMINAÇÃO
IR
RIA
RIAS
RIA
RÍAMOS
RÍEIS
RIAM
RIA
RIAS
RIA
RÍAMOS
RÍEIS
RIAM
RIA
RIAS
RIA
RÍAMOS
RÍEIS
RIAM
Futuro do pretérito exprime um fato futuro
condicionado a outro:
Eu iria à festa se não chovesse.
Exprime um fato no futuro situado no passado:
Naquela ocasião, afirmei que não iria à festa.
Exprime dúvida:
Seria verdade o que dizem dele?
12.
CONCURSOS
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Português Básico
Pretérito perfeito fato concluído:
Paulo estudou, pois a esposa não o interrompeu.
PRETÉRITO
IMPERFEITO INDICATIVO
AÇÃO
INTERROMPIDA OU
TRANSCORRENTE
TERMINAÇÃO
AR
TERMINAÇAO
ER
TERMINAÇÃO
IR
AVA
AVAS
AVA
ÁVAMOS
ÁVEIS
AVAM
IA
IAS
IA
ÍAMOS
ÍEIS
IAM
IA
IAS
IA
ÍAMOS
ÍEIS
IAM
Pretérito imperfeito, passado não concluído:
Paulo estudava, mas a esposa o interrompeu.
Ação transcorrendo:
A carne assava no espeto quando eu saí.
Fato habitual ou duradouro:
Aurélia vivia sempre quieta.
PRETÉRITO +
QUE PERFEITO INDICATIVO OUTRORA
TERMINAÇÃO
AR
TERMINAÇAO
ER
TERMINAÇÃO
IR
ARA
ARAS
ARA
ÁRAMOS
ÁREIS
ARAM
ERA
ERAS
ERA
ÉRAMOS
ÊREIS
ERAM
IRA
IRAS
IRA
ÍRAMOS
ÍREIS
IRAM
11. Sobre o fragmento: “Naquela manhã estive em algum
lugar perto do deserto” (9º parágrafo), assinale a alternativa
CORRETA quanto à conjugação e classificação do verbo em
destaque.
A) Flexão do verbo “estar” na 1ª pessoa do singular do
pretérito imperfeito do subjuntivo.
B) Flexão do verbo “estar” na 1ª pessoa do singular do
pretérito mais-que-perfeito do indicativo.
C) Flexão do verbo “estar” na 1ª pessoa do singular do
pretérito perfeito do indicativo.
D) Flexão do verbo “estar” na 1ª pessoa do singular do
futuro do subjuntivo.
GABARITO: 11. C
FUTURO DO
PRESENTE INDICATIVO AMANHÃ
TERMINAÇÃO
AR
TERMINAÇÃO
ER
TERMINAÇÃO
IR
REI
RÁS
RÁ
REMOS
REIS
ARÃO
REI
RÁS
RÁ
REMOS
REIS
ARÃO
REI
RÁS
RÁ
REMOS
REIS
ARÃO
Futuro do presente anuncia um fato que há de se
realizar:
Amanhã viajarei para a Europa.
Dúvida:
Será realmente verdade essa viagem?
Usado como força de imperativo:
Não furtarás!
FUTURO DO
PRETÉRITO INDICATIVO SE EU PUDESSE
TERMINAÇÃO
AR
TERMINAÇAO
ER
TERMINAÇÃO
IR
RIA
RIAS
RIA
RÍAMOS
RÍEIS
RIAM
RIA
RIAS
RIA
RÍAMOS
RÍEIS
RIAM
RIA
RIAS
RIA
RÍAMOS
RÍEIS
RIAM
Futuro do pretérito exprime um fato futuro
condicionado a outro:
Eu iria à festa se não chovesse.
Exprime um fato no futuro situado no passado:
Naquela ocasião, afirmei que não iria à festa.
Exprime dúvida:
Seria verdade o que dizem dele?
12.
Português Básico
O verbo “dizer” no primeiro quadrinho está conjugado em
que tempo:
A) Futuro do pretérito.
B) Presente do indicativo.
C) Pretérito perfeito.
D) Pretérito imperfeito.
E) Futuro do presente.
GABARITO: 12. A
PRESENTE SUBJUNTIVO TODOS
ESPERAM QUE
TERMINAÇÃO
AR
TERMINAÇAO
ER
TERMINAÇÃO
IR
E
ES
E
EMOS
EIS
EM
A
AS
A
AMOS
AIS
AM
A
AS
A
AMOS
AIS
AM
Presente do subjuntivo (dúvida, hipótese,
possibilidade):
Talvez eu viaje para a Europa.
Frases optativas (frases prontas):
Oxalá cesse um dia a fome do mundo.
PRESENTE SUBJUNTIVO TODOS ESPERAM
QUE
TERMINAÇÃO
AR
TERMINAÇÃO
ER
TERMINAÇÃO
IR
SEJA
SEJAS
SEJA
SEJAMOS
SEJAIS
SEJAM
ESTEJA
ESTEJAS
ESTEJA
ESTEJAMOS
ESTEJAIS
ESTEJAM
PRETÉRITO - SUBJUNTIVO
Frases optativas:
Oxalá terminassem os conflitos entre os casais.
Ideia hipotética:
Talvez o poupassem de um castigo.
PRETÉRITO
IMPERFEITO SUBJUNTIVO SE EU...
TERMINAÇÃO
AR
TERMINAÇAO
ER
TERMINAÇÃO
IR
SSE
SSES
SSE
SSEMOS
SSEIS
SSEM
SSE
SSES
SSE
SSEMOS
SSEIS
SSEM
SSE
SSES
SSE
SSEMOS
SSEIS
SSEM
FUTURO SUBJUNTIVO QUANDO
TERMINAÇÃO
AR
TERMINAÇAO
ER
TERMINAÇÃO
IR
AR
ARES
AR
ARMOS
ARDES
AREM
ER
ERES
ER
ERMOS
ERDES
EREM
IR
IRES
IR
IRMOS
IRDES
IREM
FUTURO QUANDO SUBJUNTIVO
PUSER
PUSERES
PUSER
PUSERMOS
PUSERDES
PUSEREM
VIR
VIRES
VIR
VIRMOS
VIRDES
VIREM
Imperativo afirmativo é o mesmo presente do subjuntivo.
Mudam o tu e o vós que vêm do presente do indicativo sem
o S.
Verbo no imperativo – fazendo ao vivo
_________________ tu
_________________ você
_________________ nós
_________________ vós
_________________ vocês
Pula tu
Pule você
Pulemos nós
Pulai vós
Pulem vocês
Corre tu
Corra você
Corramos nós
Correi vós
Corram vocês
Parte tu
Parta você
Partamos nós
Parti vós
Partam vocês
PRESENTE SUBJUNTIVO IMPERATIVO NEGATIVO
FALE
FALES
FALE
FALEMOS
FALEIS
FALEM
NÃO FALES TU
NÃO FALE VOCÊ
NÃO FALEMOS NÓS
NÃO FALEIS VÓS
NÃO FALEM VOCÊS
QUE
QUE
QUE
CONCURSOS
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Português Básico
13. Verifica-se emprego de verbo no modo imperativo no
seguinte trecho:
A) Se não sentirmos um amor eterno pela rotina do
escritório.
B) Sua cabeça nem sequer imaginava.
C) Se o coração não palpita.
D) Que pulam de trabalho em trabalho.
E) Prefira abrir sua cabeça.
14. Os verbos empregadosnos mesmos tempo e modo estão
agrupados em:
A) haja – tenha.
B) poderiam – precisam.
C) levará – faça.
D) recebeu – durarão.
E) vivem – enfrentou.
GABARITO: 13. E; 14. A
FORMAS NOMINAIS DOS VERBOS
INFINITIVO (R) – AMAR
PARTICÍPIO REGULAR (ADO, IDO) – AMADO
GERÚNDIO (NDO) – AMANDO
Porque são chamados de nominais:
Exemplos:
O caminhar faz bem à saúde.
Água fervendo queima.
O juiz é casado.
VERBOS ABUNDANTES
(mais de uma forma)
Ele havia benzido o carro.
O carro foi bento.
benzido = particípio regular
bento = particípio irregular
Eu hei
Tu hás
Ele há
Nós havemos/ hemos
Vós haveis
Eles hão
LOCUÇÃO VERBAL
Locução verbal é quando se usa dois verbos para expressar
a mesma ideia.
Locução verbal = verbo auxiliar + verbo principal
Eu vou falar algumas coisas.
Eu estou falando algumas coisas.
Eu tenho falado algumas coisas.
15. Relacione as colunas:
MODOS VERBAIS
A) indica uma certeza em relação a um estado ou uma ação
no presente, no passado ou no futuro.
B) indica uma incerteza em relação à existência ou não do
fato, considerando-o como incerto, duvidoso, eventual
ou, mesmo, irreal.
C) indica uma exortação ao interlocutor para que este
cumpra a ação expressa pelo verbo, podendo ser um
conselho ou um convite.
( ) modo subjuntivo
( ) modo imperativo
( ) modo indicativo
16. Assinale a alternativa em que uma forma verbal foi
empregada incorretamente:
A) O superior interveio na discussão, evitando a briga.
B) Se a testemunha depor favoravelmente, o réu será
absolvido.
C) Quando eu reouver o dinheiro, pagarei a dívida.
D) Quando você vier a Campinas, ficará extasiado.
E) Ele trará o filho, se vier a São Paulo.
17. “Com o último trompejo do berrante, engarrafam no
curral da estrada-de-ferro o rebanho” (Guimarães Rosa).
A forma verbal “engarrafam” se encontra no tempo:
A) presente do subjuntivo.
B) imperfeito do indicativo.
C) pretérito perfeito do indicativo.
D) presente do indicativo.
E) imperativo afirmativo.
GABARITO: 15. B-C-A; 16. B; 17. D
CONCURSOS
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13. Verifica-se emprego de verbo no modo imperativo no
seguinte trecho:
A) Se não sentirmos um amor eterno pela rotina do
escritório.
B) Sua cabeça nem sequer imaginava.
C) Se o coração não palpita.
D) Que pulam de trabalho em trabalho.
E) Prefira abrir sua cabeça.
14. Os verbos empregados nos mesmos tempo e modo estão
agrupados em:
A) haja – tenha.
B) poderiam – precisam.
C) levará – faça.
D) recebeu – durarão.
E) vivem – enfrentou.
GABARITO: 13. E; 14. A
FORMAS NOMINAIS DOS VERBOS
INFINITIVO (R) – AMAR
PARTICÍPIO REGULAR (ADO, IDO) – AMADO
GERÚNDIO (NDO) – AMANDO
Porque são chamados de nominais:
Exemplos:
O caminhar faz bem à saúde.
Água fervendo queima.
O juiz é casado.
VERBOS ABUNDANTES
(mais de uma forma)
Ele havia benzido o carro.
O carro foi bento.
benzido = particípio regular
bento = particípio irregular
Eu hei
Tu hás
Ele há
Nós havemos/ hemos
Vós haveis
Eles hão
LOCUÇÃO VERBAL
Locução verbal é quando se usa dois verbos para expressar
a mesma ideia.
Locução verbal = verbo auxiliar + verbo principal
Eu vou falar algumas coisas.
Eu estou falando algumas coisas.
Eu tenho falado algumas coisas.
15. Relacione as colunas:
MODOS VERBAIS
A) indica uma certeza em relação a um estado ou uma ação
no presente, no passado ou no futuro.
B) indica uma incerteza em relação à existência ou não do
fato, considerando-o como incerto, duvidoso, eventual
ou, mesmo, irreal.
C) indica uma exortação ao interlocutor para que este
cumpra a ação expressa pelo verbo, podendo ser um
conselho ou um convite.
( ) modo subjuntivo
( ) modo imperativo
( ) modo indicativo
16. Assinale a alternativa em que uma forma verbal foi
empregada incorretamente:
A) O superior interveio na discussão, evitando a briga.
B) Se a testemunha depor favoravelmente, o réu será
absolvido.
C) Quando eu reouver o dinheiro, pagarei a dívida.
D) Quando você vier a Campinas, ficará extasiado.
E) Ele trará o filho, se vier a São Paulo.
17. “Com o último trompejo do berrante, engarrafam no
curral da estrada-de-ferro o rebanho” (Guimarães Rosa).
A forma verbal “engarrafam” se encontra no tempo:
A) presente do subjuntivo.
B) imperfeito do indicativo.
C) pretérito perfeito do indicativo.
D) presente do indicativo.
E) imperativo afirmativo.
GABARITO: 15. B-C-A; 16. B; 17. D
Português Básico
PREPOSIÇÃO
a, ante, após, até, com, contra, de, desde, em,
entre, para, perante, por, sem, sob, sobre.
A preposição é uma “ponte” que liga duas palavras, ou duas
orações fazendo com que a oração ou frase tenha sentido.
O Papel de parede é um nome, um tipo de cobertura, de
revestimento que vai enfeitar a parede.
O Papel na parede significa um papel colado na (em + a)
parede.
O Papel da parede é a função que a parede tem, no mínimo
sustentar o teto, proteger.
Exemplos:
Nós fomos a Osasco.
Nós fomos para Santo André.
Ele lutou contra os vícios.
Viaje com a Tam.
Viaje pela Tam. (por + a)
O livro está sobre a mesa.
O livro está sob a mesa.
Ele mora trás os montes.
CONTRAÇÕES:
EM + A = NA
EM + O = NO
DE + A = DA
DE + AQUELE = DAQUELE
A + A = À
COMBINAÇÕES:
A + O = AO
A + OS = AOS
A + ONDE = AONDE
Observação: Nós usaremos o “AONDE” quando um verbo
pedir a preposição “a”, e os demais quando der ideia de lugar
usaremos “ONDE”.
Numa tarde tão linda de sol, ela me apareceu;
um sorriso tão triste, um olhar tão profundo,
já sofreu.
Suas mãos tão pequenas e frias, sua voz tropeçava.
Também me falava da infância de lágrimas,
nunca teve ninguém.
Nunca teve amor, não sentiu calor de alguém.
Nunca teve amor, não sentiu calor por alguém.
A desconhecida, Fernando Mendes
CONCURSOS
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Português Básico
PREPOSIÇÕES ACIDENTAIS:
Hoje tenho de sair mais cedo.
Hoje tenho que sair mais cedo.
Ela teve de prêmio uma medalha.
Ela teve como prêmio uma medalha.
RELAÇÃO DE SENTIDO DAS PREPOSIÇÕES:
Causa: Morreu de fome.
Companhia: Jantei com ele.
Especialidade: Formou-se em medicina.
Direção: Olhe para frente.
Fim: Trabalha para viver.
Falta: Estou sem recursos.
Instrumentos: Escreveu a lápis.
Lugar: Morto em São Paulo.
Meio: Viajei de avião.
Oposição: João falou contra nós.
Posse: Vi o carro do professor.
Matéria: Era uma casa de tijolos.
Tempo: Viajei durante as férias.
18. Todas as orações abaixo apresentam uma preposição de
modo, EXCETO:
A) Os estudantes estavam em fila.
B) O representante de sala foi eleito por votação.
C) Estava estudando com muita atenção.
D) Trato os clientes com educação.
E) Cortou a carne com uma faca afiada.
19. As preposições podem apresentar diferentes valores
semânticos, ou seja, elas são utilizadas para indicar relações
de sentido nas orações. A alternativa abaixo que NÃO
corresponde a explicação entre parênteses é:
A) A próxima paragem fica a 5km daqui. (preposição de
instrumento).
B) Escrevemos o texto em inglês. (preposição de modo)
C) Estou doente desde domingo. (preposição de tempo)
D) Ana Paula se arrumou para o encontro. (preposição de
finalidade)
E) Ficaremos em casa esse final de semana. (preposição de
lugar)
20. As preposições que preenchem corretamente as lacunas
são:
I. Ele é especialista ____ comunicação e marketing.
II. Comprei a passagem de ônibus ____ 20 reais.
III. Estamos ____ 5 km de Manaus.
A) de, por, há.
B) de, a, em.
C) em, por, a.
D) em, a, desde.
E) a, desde, há.
21. As locuções prepositivas são duas ou mais palavras que
exercem a função da preposição na frase. Assinale a
alternativaque contém uma locução prepositiva.
A) Às vezes me sinto esgotada.
B) À medida que o tempo passava, a dor aumentava.
C) Sem dúvida ganharemos as eleições.
D) Estaremos em frente do cinema.
E) Assim que parar de chover, irei às compras.
GABARITO: 18.E 19.A 20.C 21.D
ADVÉRBIO É INVARÁVEL
ad (junto) + vérbio (verbo)
Invariável:
Não possui gênero, número e grau
ADVÉRBIO É INVARIÁVEL, MODIFICA:
O VERBO
O ADJETIVO
E O PRÓPRIO ADVÉRBIO
O VERBO:
Ela estuda.
Ela estuda demais.
O ADJETIVO:
Sua amiga é legal.
Sua amiga é muito legal.
O PRÓPRIO ADVÉRBIO:
Ele acordou cedo.
Ele acordou muito cedo.
CONCURSOS
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Português Básico
PREPOSIÇÕES ACIDENTAIS:
Hoje tenho de sair mais cedo.
Hoje tenho que sair mais cedo.
Ela teve de prêmio uma medalha.
Ela teve como prêmio uma medalha.
RELAÇÃO DE SENTIDO DAS PREPOSIÇÕES:
Causa: Morreu de fome.
Companhia: Jantei com ele.
Especialidade: Formou-se em medicina.
Direção: Olhe para frente.
Fim: Trabalha para viver.
Falta: Estou sem recursos.
Instrumentos: Escreveu a lápis.
Lugar: Morto em São Paulo.
Meio: Viajei de avião.
Oposição: João falou contra nós.
Posse: Vi o carro do professor.
Matéria: Era uma casa de tijolos.
Tempo: Viajei durante as férias.
18. Todas as orações abaixo apresentam uma preposição de
modo, EXCETO:
A) Os estudantes estavam em fila.
B) O representante de sala foi eleito por votação.
C) Estava estudando com muita atenção.
D) Trato os clientes com educação.
E) Cortou a carne com uma faca afiada.
19. As preposições podem apresentar diferentes valores
semânticos, ou seja, elas são utilizadas para indicar relações
de sentido nas orações. A alternativa abaixo que NÃO
corresponde a explicação entre parênteses é:
A) A próxima paragem fica a 5km daqui. (preposição de
instrumento).
B) Escrevemos o texto em inglês. (preposição de modo)
C) Estou doente desde domingo. (preposição de tempo)
D) Ana Paula se arrumou para o encontro. (preposição de
finalidade)
E) Ficaremos em casa esse final de semana. (preposição de
lugar)
20. As preposições que preenchem corretamente as lacunas
são:
I. Ele é especialista ____ comunicação e marketing.
II. Comprei a passagem de ônibus ____ 20 reais.
III. Estamos ____ 5 km de Manaus.
A) de, por, há.
B) de, a, em.
C) em, por, a.
D) em, a, desde.
E) a, desde, há.
21. As locuções prepositivas são duas ou mais palavras que
exercem a função da preposição na frase. Assinale a
alternativa que contém uma locução prepositiva.
A) Às vezes me sinto esgotada.
B) À medida que o tempo passava, a dor aumentava.
C) Sem dúvida ganharemos as eleições.
D) Estaremos em frente do cinema.
E) Assim que parar de chover, irei às compras.
GABARITO: 18.E 19.A 20.C 21.D
ADVÉRBIO É INVARÁVEL
ad (junto) + vérbio (verbo)
Invariável:
Não possui gênero, número e grau
ADVÉRBIO É INVARIÁVEL, MODIFICA:
O VERBO
O ADJETIVO
E O PRÓPRIO ADVÉRBIO
O VERBO:
Ela estuda.
Ela estuda demais.
O ADJETIVO:
Sua amiga é legal.
Sua amiga é muito legal.
O PRÓPRIO ADVÉRBIO:
Ele acordou cedo.
Ele acordou muito cedo.
Português Básico
TIPOS DE ADVÉRBIOS:
Hoje em dia temos dentro da gramática 8 tipos diferentes de
advérbios, são os seguintes:
De modo bem, mal, mente;
De lugar aqui, ali, lá, perto, longe, dentro, fora;
De tempo ontem, hoje, amanhã, agora,
cedo, tarde, *nunca, *jamais;
De afirmação sim, realmente, certamente;
De dúvida talvez, provavelmente, acaso,
porventura;
De negação não, nunca, jamais;
De intensidade muito, pouco, bastante, mais, menos,
demais;
De interrogação onde, aonde, quando.
Observação1: nos exemplos do advérbio de modo, o
“mente” é uma sufixação das palavras terminadas em
“mente”, exemplo felizmente. O “mente” é um formador de
advérbio, nem sempre será de modo.
Observação 2: ONDE/ AONDE – usaremos quando indicar
lugar, se o verbo exige a preposição “a” usaremos o aonde,
se o verbo não exige preposição “a” usaremos o onde.
Agora vocês ficarão aqui.
Neste momento, vocês ficarão nesta sala.
Uma palavra – advérbio
Uma expressão – locução adverbial
Neste momento – locução adverbial de tempo
Nesta sala – locução adverbial de lugar.
CUIDADO!
Ele consertou muitos objetos valiosos.
A palavras “muitos” nesse exemplo não é advérbio, pois
sabemos que o advérbio é invariável. Além de “muitos” estar
acompanhando o substantivo, e sabemos também que o
advérbio não modifica o substantivo. Nesse caso, o “muitos” é
um pronome de intensidade.
22. Partindo do pressuposto de que os advérbios são
invariáveis, analise os termos em evidência, caracterizando-
os de acordo com a classe gramatical a que pertencem.
A) Ele teve melhores chances para se destacar, por que só
agora resolveu se decidir?
B) A aluna fala melhor do que escreve.
C) Atualmente, ele anda meio triste.
D) Passando por aqui, gasto menos tempo para chegar ao
trabalho.
E) Onde estou as oportunidades de trabalho são menores.
23. Em todas as alternativas há dois advérbios, exceto em:
A) Ele permaneceu muito calado.
B) Amanhã, não iremos ao cinema.
C) O menino, ontem, cantou desafinadamente.
D) Tranquilamente, realizou-se, hoje, o jogo.
E) Ela falou calma e sabiamente.
GABARITO: 22. melhores – adjetivo; melhor – advérbio; meio –
advérbio; menos – advérbio; menores – adjetivo;
23. A
ELEGIA AO VELHO RIO
Ontem os peixes abundantes
Eram espadas de ouro e prata
Cintilando por entre as ondas
Hoje o velho rio é espelho apagado
A cidade não mais consegue ver-se
Em suas águas escuras e doentes
Hoje ele não reflete mais
O sol, as estrelas, a lua
Nem abriga em seu seio
Peixes cintilantes de ouro e prata
As asas da morte
Já projetam sombra soturna
Sobre o rosto dolorido do rio
Carlos de Assumpção
GABARITO:
Advérbios: ontem – de tempo, hoje – de tempo, não – advérbio de
negação, mais – advérbio de intensidade, hoje – de tempo, não – e
negação, mais – de intensidade, já – de tempo,
Locuções adverbiais: por entre as ondas – de lugar, em suas águas
escuras e doentes – de lugar, em seu seio – de lugar, sobre o rosto
dolorido do rio – de lugar
Observação: cada linha indica um verso e um conjunto de
versos indicam uma estrofe.
TODO E TODA COMO ADVÉRBIO
Os ipês estavam todos floridos.
As roupas estavam todas molhadas.
CONCURSOS
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Português Básico
CONJUNÇÕES COORDENATIVAS
As conjunções estabelecem relação de sentido que elas
impõem ao texto, e são chamadas de elementos de coesão,
ligam uma oração a outra, podendo unir termos também.
CONJUNÇÕES COORDENATIVAS
ADITIVAS E, NEM, TAMBÉM,
NÃO SÓ, MAS TAMBÉM;
ALTERNATIVAS OU...OU, QUER...QUER, SEJA...SEJA,
ORA...ORA, JÁ...JÁ;
ADVERSATIVAS MAS, PORÉM, CONTUDO, TODAVIA,
NO ENTANTO, ENTRETANTO;
CONCLUSIVAS LOGO, PORTANTO, POR ISSO;
EXPLICATIVAS ISTO É, POR EXEMPLO, A SABER, POIS.
Conjunções Aditivas – significa que irá adicionar, adição,
soma.
Exemplos:
O agricultor colheu o trigo e o vendeu.
Não aprovo nem permitirei essas coisas.
Ele estuda também trabalha.
Observação: Não só os alunos, mas também os
professores sairão mais cedo.
Conjunções Alternativas – estabelecem sentido de
alternância, de escolha. As conjunções alternativas trabalham
em pares. Apenas o “ou” poderá trabalhar sozinho.
Exemplos:
Ora eles estudavam ora brincavam.
Estude ou você não viajará.
Conjunções Adversativas – ideia de contrariedade,
contraste, ressalva.
Exceção: Estudamos todos os capítulos e não caiu nada.
Conjunções Conclusivas – ideia de conclusão, conclusão
de um raciocínio.
Exemplos:
Estudamos todos os capítulos, logo seremos bem-sucedidos.
Conjunções Explicativas – possuema função de explicar
uma ideia.
Exemplos:
Ele comprou alguns objetos, a saber: lápis, borracha, caneta
e caderno.
CONJUNÇÕES SUBORDINATIVAS
CONJUNÇÕES SUBORDINATIVAS
INTEGRANTES QUE, SE;
CAUSAL PORQUE, UMA VEZ QUE, JÁ QUE;
COMPARATIVA COMO, TAL QUAL, SEMELHANTE A,
IGUAL A;
CONCESSIVA EMBORA, APESAR DE QUE, SE BEM
QUE, AINDA QUE;
CONDICIONAL SE, CONTANTO QUE, CASO;
CONFORMATIVA CONFORME, COMO;
CONSECUTIVA É O “QUE” DEPOIS DE TAL, TÃO,
TANTO, TAMANHO;
FINAL A FIM DE QUE, PARA QUE;
PROPORCIONAL À PROPORÇÃO QUE, À MEDIDA QUE;
TEMPORAL QUANDO, ENQUANTO,
LOGO QUE, DEPOIS QUE;
CAUSAL: as orações subordinadas adverbiais causais
são as que tem a função de trazer o sentido de efeito, causa
ou consequência na oração.
Como estava cansado, saí.
Como = porque, conjunção subordinativa causal.
COMPARATIVA: as orações subordinadas adverbiais
comparativas são as que dão ideia de comparação.
Ela fala como falam as crianças.
CONCESSIVA: uma oração subordinada adverbial
concessiva traz o sentido de uma contrariedade
suavizada. Dá ideia de contrariedade amenizada.
Embora eu estude, apreendo pouco.
CONDICIONAL: as orações subordinadas adverbiais
condicionais trazem ideia de condição.
Eu viajaria se eu pudesse.
CONFORMATIVA: as orações subordinativas
adverbiais conformativas dão ideias de conformidades
nas orações, ou seja, está de acordo ou não.
Ele explicou conforme pedimos.
Ele explicou consoante nós pedimos.
CONSECUTIVA: as orações subordinadas adverbiais
consecutivas são as que trazem ideia de consequência
da oração anterior.
O barulho era tal que não dormi.
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Português Básico
CONJUNÇÕES COORDENATIVAS
As conjunções estabelecem relação de sentido que elas
impõem ao texto, e são chamadas de elementos de coesão,
ligam uma oração a outra, podendo unir termos também.
CONJUNÇÕES COORDENATIVAS
ADITIVAS E, NEM, TAMBÉM,
NÃO SÓ, MAS TAMBÉM;
ALTERNATIVAS OU...OU, QUER...QUER, SEJA...SEJA,
ORA...ORA, JÁ...JÁ;
ADVERSATIVAS MAS, PORÉM, CONTUDO, TODAVIA,
NO ENTANTO, ENTRETANTO;
CONCLUSIVAS LOGO, PORTANTO, POR ISSO;
EXPLICATIVAS ISTO É, POR EXEMPLO, A SABER, POIS.
Conjunções Aditivas – significa que irá adicionar, adição,
soma.
Exemplos:
O agricultor colheu o trigo e o vendeu.
Não aprovo nem permitirei essas coisas.
Ele estuda também trabalha.
Observação: Não só os alunos, mas também os
professores sairão mais cedo.
Conjunções Alternativas – estabelecem sentido de
alternância, de escolha. As conjunções alternativas trabalham
em pares. Apenas o “ou” poderá trabalhar sozinho.
Exemplos:
Ora eles estudavam ora brincavam.
Estude ou você não viajará.
Conjunções Adversativas – ideia de contrariedade,
contraste, ressalva.
Exceção: Estudamos todos os capítulos e não caiu nada.
Conjunções Conclusivas – ideia de conclusão, conclusão
de um raciocínio.
Exemplos:
Estudamos todos os capítulos, logo seremos bem-sucedidos.
Conjunções Explicativas – possuem a função de explicar
uma ideia.
Exemplos:
Ele comprou alguns objetos, a saber: lápis, borracha, caneta
e caderno.
CONJUNÇÕES SUBORDINATIVAS
CONJUNÇÕES SUBORDINATIVAS
INTEGRANTES QUE, SE;
CAUSAL PORQUE, UMA VEZ QUE, JÁ QUE;
COMPARATIVA COMO, TAL QUAL, SEMELHANTE A,
IGUAL A;
CONCESSIVA EMBORA, APESAR DE QUE, SE BEM
QUE, AINDA QUE;
CONDICIONAL SE, CONTANTO QUE, CASO;
CONFORMATIVA CONFORME, COMO;
CONSECUTIVA É O “QUE” DEPOIS DE TAL, TÃO,
TANTO, TAMANHO;
FINAL A FIM DE QUE, PARA QUE;
PROPORCIONAL À PROPORÇÃO QUE, À MEDIDA QUE;
TEMPORAL QUANDO, ENQUANTO,
LOGO QUE, DEPOIS QUE;
CAUSAL: as orações subordinadas adverbiais causais
são as que tem a função de trazer o sentido de efeito, causa
ou consequência na oração.
Como estava cansado, saí.
Como = porque, conjunção subordinativa causal.
COMPARATIVA: as orações subordinadas adverbiais
comparativas são as que dão ideia de comparação.
Ela fala como falam as crianças.
CONCESSIVA: uma oração subordinada adverbial
concessiva traz o sentido de uma contrariedade
suavizada. Dá ideia de contrariedade amenizada.
Embora eu estude, apreendo pouco.
CONDICIONAL: as orações subordinadas adverbiais
condicionais trazem ideia de condição.
Eu viajaria se eu pudesse.
CONFORMATIVA: as orações subordinativas
adverbiais conformativas dão ideias de conformidades
nas orações, ou seja, está de acordo ou não.
Ele explicou conforme pedimos.
Ele explicou consoante nós pedimos.
CONSECUTIVA: as orações subordinadas adverbiais
consecutivas são as que trazem ideia de consequência
da oração anterior.
O barulho era tal que não dormi.
Português Básico
FINAL: nas orações subordinadas adverbiais finais
trazem ideia de finalidade, objetivo.
A fim de que me ouvissem, falei mais alto.
Falei mais alto para que me ouvissem.
PROPORCIONAL: as orações subordinativas adverbiais
proporcionais são as que trazem ideia de
proporcionalidade, ou seja, ideia de tempo que vai
passando paulatinamente (pouco a pouco).
À proporção que o tempo passa, fico mais apaixonado.
Fico mais apaixonado à medida que o tempo passa.
TEMPORAL: uma oração subordinada adverbial temporal
traz o sentido de tempo.
A aula ficou boa depois que eu saí.
Quando saí, a aula ficou boa.
24. “Ou você me engana ou não está madura”.
A conjunção OU exprime:
A) adversidade.
B) alternância.
C) explicação.
D) conclusão.
25. “Contudo, nenhum controle publicitário ou bom
exemplo sob a forma de um desenho animado é suficiente
sem a participação ativa da família”.
Pode-se afirmar que a palavra destacada exprime um (a):
A) Oposição.
B) Adição.
C) Alternativa.
D) Explicação.
26. No trecho do quarto parágrafo “Em 2015, a Organização
Mundial da Saúde OMS) anunciou que a carne processada
era “cancerígena para humanos”, citando “evidências
suficientes” de que causava câncer colorretal.”
A palavra em destaque estabelece coesão entre os
elementos do texto e é classificada como:
A) Conjunção integrante, pois introduz oração subordinada
substantiva.
B) Pronome relativo, uma vez que recupera o termo “OMS”.
C) Preposição, porque liga orações contíguas.
D) Pronome relativo, porque introduz oração adjetiva
explicativa.
27. Considerando a relação com sentido de oposição que a
frase que inicia o 2º parágrafo estabelece com as
informações do parágrafo anterior, essa relação de sentido
permanece corretamente preservada com a inserção da
conjunção destacada em:
A) Como esse panorama começou a mudar nos últimos
anos, com a publicação de livros...
B) Porque esse panorama começou a mudar nos últimos
anos, com a publicação de livros...
C) Enquanto esse panorama começou a mudar nos últimos
anos, com a publicação de livros...
D) Se esse panorama começou a mudar nos últimos anos,
com a publicação de livros...
E) Todavia esse panorama começou a mudar nos últimos
anos, com a publicação de livros...
28. “Essa vulnerabilidade é maior até os sete anos de
idade, quando a personalidade ainda não está formada.”
É correto afirmar que a palavra destacada estabelece uma
relação de:
A) Tempo.
B) Causa.
C) Finalidade.
D) Condição.
29. O conector embora (l.18) é uma conjunção que introduz
uma oração ________, podendo ser substituído
corretamente por _________.
Assinale a alternativa que preenche, correta e
respectivamente, as lacunas do trecho acima.
A) consecutiva – porque.
B) causal – visto que.
C) modal – contanto que.
D) concessiva – conquanto.
E) conformativa – à medida que.
30. “Tudo é deslumbrante nesse livro, que simboliza melhor
do que qualquer outro a infinita variedade da língua
espanhola para expressar a condição humana com todas as
nuances, a fantasia que leva o ser humano a transformar a
vida.”
Os termos sublinhados acima constituem, respectivamente:A) uma conjunção – uma conjunção – um pronome.
B) um pronome – um pronome – uma conjunção.
C) uma conjunção – um pronome – um pronome.
D) uma conjunção – um pronome – uma conjunção.
E) um pronome – uma conjunção – um pronome.
GABARITO: 24. B; 25. A; 26. A; 27. E; 28. A; 29. D; 30. E
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Português Básico
INTERJEIÇÃO
A interjeição é uma palavra que transmite emoção, e é
sempre acompanhada de um ponto de exclamação (!).
ADVERTÊNCIA
cuidado! olhe! atenção! fogo! olha lá!
alto lá! calma! devagar! sentido!
alerta! vê bem! volta aqui!
AFUGENTAMENTO fora! toca! xô pra lá! passa! sai! roda!
arreda! rua! cai fora! vaza!
AGRADECIMENTO graças a Deus! obrigado! agradecido!
muito obrigada! valeu! valeu a pena!
ALEGRIA ah! eh! oh! oba! eba! viva! olá! olé!
eta! eita! eia! uhu! que bom!
ALÍVIO ufa! uf! arre! ah! eh! puxa! ainda bem!
nossa senhora!
ÂNIMO coragem! força! ânimo! avante!
vamos! firme! inteirinho! bora!
APELO socorro! ei! ó! oh! alô! psiu! olá! eh!
misericórdia!
APLAUSO
muito bem! bem! bravo! bis! é isso ai!
isso! parabéns! boa! apoiando! ótimo!
viva! fiufiu! hup! hurra!
CONTRARIEDADE droga! porcaria! credo!
DESCULPA perdão! opa! desculpa! desculpe! foi mal!
DESEJO Oxalá! tomara! quisera! queira Deus!
quem me dera!
DESPEDIDA adeus! até logo! tchau! até amanhã!
DOR ai! ui! ah! oh! meu Deus! ai de mim!
DÚVIDA hum? ham? hã? ué! epa!
ESPANTO
oh! puxa! quê! nossa! nossa mãe!
Virgem! caramba! xi! meu Deus!
Senhor Jesus! ui! crê em Deus pai!
ESTÍMULO
ânimo! coragem! adiante! avante!
vamos! firme! força! toca! upa! vai
nessa!
MEDO
oh! credo! cruzes! ui! ai! uh!
barbaridade! socorro! francamente!
que medo! Jesus! Jesus, Maria e José!
SATISFAÇÃO viva! oba! boa! bem! bom! upa! ah!
SAUDAÇÃO alô! oi! olá! adeus! tchau! salve! Ave!
viva!
SILÊNCIO psiu! shh! silêncio! basta! chega!
calado! quieto! bico fechado!
1. No trecho “Um desesperar, nada por vir”, o vocábulo
“desesperar” está empregado como substantivo.
( ) Certo ( ) Errado
2. O vocábulo “num” (l.9) é formado pela contração da
preposição em com o numeral um.
( ) Certo ( ) Errado
3. Nos trechos "para viabilizar a elevada participação de energias
renováveis" e " negócios de menor intensidade de carbono", os
vocábulos "elevada" e "menor" classificam-se gramaticalmente
como adjetivos.
( ) Certo ( ) Errado
4. A supressão da preposição “a”, em “lojas que se recusam
a atender clientes de determinada raça”, prejudicaria a
correção gramatical do texto.
( ) Certo ( ) Errado
5. Em “Um cenário que já podemos imaginar é a produção
e comercialização de uma vacina eficaz contra a covid-19”,
o vocábulo “já” foi empregado com o sentido de:
A) primeiramente.
B) antecipadamente.
C) prontamente.
D) inicialmente.
E) anteriormente.
GABARITO COMENTADO
1. Há uma substantivação!
Processo denominado de derivação imprópria pelos
gramáticos e nele consiste na formação de novas palavras.
Um exemplo é quando um verbo no infinitivo se transforma
em sujeito.
GABARITO: CERTO
2. É a contração da preposição "em" + artigo indefinido
"um": num.
GABARITO: ERRADO
3. Participação elevada (O que a participação é? Elevada)
Intensidade menor (O que a Intensidade é? Menor)
Participação e intensidade são substantivos que recebem os
adjetivos "elevada" e "menor" por estes estarem
qualificando aqueles.
GABARITO: CERTO
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INTERJEIÇÃO
A interjeição é uma palavra que transmite emoção, e é
sempre acompanhada de um ponto de exclamação (!).
ADVERTÊNCIA
cuidado! olhe! atenção! fogo! olha lá!
alto lá! calma! devagar! sentido!
alerta! vê bem! volta aqui!
AFUGENTAMENTO fora! toca! xô pra lá! passa! sai! roda!
arreda! rua! cai fora! vaza!
AGRADECIMENTO graças a Deus! obrigado! agradecido!
muito obrigada! valeu! valeu a pena!
ALEGRIA ah! eh! oh! oba! eba! viva! olá! olé!
eta! eita! eia! uhu! que bom!
ALÍVIO ufa! uf! arre! ah! eh! puxa! ainda bem!
nossa senhora!
ÂNIMO coragem! força! ânimo! avante!
vamos! firme! inteirinho! bora!
APELO socorro! ei! ó! oh! alô! psiu! olá! eh!
misericórdia!
APLAUSO
muito bem! bem! bravo! bis! é isso ai!
isso! parabéns! boa! apoiando! ótimo!
viva! fiufiu! hup! hurra!
CONTRARIEDADE droga! porcaria! credo!
DESCULPA perdão! opa! desculpa! desculpe! foi mal!
DESEJO Oxalá! tomara! quisera! queira Deus!
quem me dera!
DESPEDIDA adeus! até logo! tchau! até amanhã!
DOR ai! ui! ah! oh! meu Deus! ai de mim!
DÚVIDA hum? ham? hã? ué! epa!
ESPANTO
oh! puxa! quê! nossa! nossa mãe!
Virgem! caramba! xi! meu Deus!
Senhor Jesus! ui! crê em Deus pai!
ESTÍMULO
ânimo! coragem! adiante! avante!
vamos! firme! força! toca! upa! vai
nessa!
MEDO
oh! credo! cruzes! ui! ai! uh!
barbaridade! socorro! francamente!
que medo! Jesus! Jesus, Maria e José!
SATISFAÇÃO viva! oba! boa! bem! bom! upa! ah!
SAUDAÇÃO alô! oi! olá! adeus! tchau! salve! Ave!
viva!
SILÊNCIO psiu! shh! silêncio! basta! chega!
calado! quieto! bico fechado!
1. No trecho “Um desesperar, nada por vir”, o vocábulo
“desesperar” está empregado como substantivo.
( ) Certo ( ) Errado
2. O vocábulo “num” (l.9) é formado pela contração da
preposição em com o numeral um.
( ) Certo ( ) Errado
3. Nos trechos "para viabilizar a elevada participação de energias
renováveis" e " negócios de menor intensidade de carbono", os
vocábulos "elevada" e "menor" classificam-se gramaticalmente
como adjetivos.
( ) Certo ( ) Errado
4. A supressão da preposição “a”, em “lojas que se recusam
a atender clientes de determinada raça”, prejudicaria a
correção gramatical do texto.
( ) Certo ( ) Errado
5. Em “Um cenário que já podemos imaginar é a produção
e comercialização de uma vacina eficaz contra a covid-19”,
o vocábulo “já” foi empregado com o sentido de:
A) primeiramente.
B) antecipadamente.
C) prontamente.
D) inicialmente.
E) anteriormente.
GABARITO COMENTADO
1. Há uma substantivação!
Processo denominado de derivação imprópria pelos
gramáticos e nele consiste na formação de novas palavras.
Um exemplo é quando um verbo no infinitivo se transforma
em sujeito.
GABARITO: CERTO
2. É a contração da preposição "em" + artigo indefinido
"um": num.
GABARITO: ERRADO
3. Participação elevada (O que a participação é? Elevada)
Intensidade menor (O que a Intensidade é? Menor)
Participação e intensidade são substantivos que recebem os
adjetivos "elevada" e "menor" por estes estarem
qualificando aqueles.
GABARITO: CERTO
Português Básico
4. Regência do verbo recusar:
→ com pronome: obrigatório preposição. ''ele recusou-se à''
→ sem pronome: não usar preposição '' ele recusou o convite''
GABARITO: CERTO
5. Já podemos imaginar = prontamente podemos imaginar
(de maneira imediata/pronta).
GABARITO: C
SIGNIFICAÇÃO DAS PALAVRAS
SINÔNIMOS
São palavras de sentido semelhante: felicidade e alegria;
brado e grito; reflexão e elucubração.
ANTÔNIMOS
São palavras de sentido oposto: alto e baixo; rico e pobre;
mal e bem.
Observação:
Palavras antônimas podem ser construídas por meio de
prefixo de sentido oposto ou negativo: bendizer e
maldizer; simpático e antipático.
PALAVRAS HOMÔNIMAS
São palavras que possuem igualdade de som ou de escrita,
ou ambas.
Essas palavras em um concurso podem ser exigidas somente
como PALAVRAS HOMÔNIMAS ou pode ocorrer uma
subdivisão, vejam os exemplos:
Antes de mais nada saibam:
Homo – igual
Hétero - diferente
Homônimos, Homógrafos, Heterófonos
São palavras iguais na escrita e diferentes na pronúncia:
Harley foi colher milho em uma de suas fazendas. (colhêr)
Lorena usa colher de prata em suas refeições. (colhér)
As palavras entre parêntesesforam acentuadas somente
para que se perceba a diferença de pronúncia.
Homônimos, Homófonos, Heterógrafos
São palavras iguais na pronúncia e diferentes na escrita.
Mariah sela seu pônei para cavalgar por serras verdejantes.
Pedro, preso por embriaguez, ainda permanece em uma
cela escura.
Homônimos, Homófonos, Homógrafos
São palavras iguais na escrita e na pronúncia:
Marciel se lambuzou todo ao chupar mangas muito
maduras.
Abotoaduras douradas enfeitavam as mangas da camisa do
Mateus, dando-lhe um ar aristocrático.
PARÔNIMOS
São palavras parecidas na escrita e na pronúncia, porém
com significados diferentes:
Aprender e apreender um conteúdo é essencial para se
gabaritar uma prova.
Aprender – entender
Apreender – guardar, reter
O eminente escritor se apresentaria naquela noite. (ilustre,
elevado)
Correndo assim, o risco de colisão é iminente. (prestes a
ocorrer)
POLISSEMIA
Poli = muitos
Semia = sentido
POLISSEMIA são os vários sentidos que uma palavra pode
ter, vejam os exemplos:
Bruna quebrou o cabo do machado.
Marcelo será promovido a cabo da polícia.
Os vilões do filme deram cabo do mocinho.
HIPERONÍMIA E HIPONÍMIA
Maçã, banana, laranja e morango fazem parte da minha
dieta diária, pois frutas são sempre bem vindas.
Maçã, banana, laranja e morango são palavras
HIPÔNIMAS, pois são palavras de uma mesma
familiaridade e valor semântico.
Frutas é uma palavra HIPERÔNIMA, possui sentido com as
demais e estão ligadas dentro de seu valor semântico.
01. (TRF-GF) Assinale a alternativa, que apresenta palavras
antônimas:
A) inédito / original.
B) incauto / precavido.
C) intrépido / resoluto.
D) inexorável / rigoroso.
E) incisivo / categórico.
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02. (Alerj/Fesp) A alternativa que apresenta um par de
vocábulos homônimos e:
A) descrição / discrição.
B) fenecer / morrer.
C) seção / sessão.
D) crente /crível.
E) casa / morada.
03. (Alerj/Fesp) O único par de vocábulos classificado
como parônimo é:
A) coser / cozer.
B) seção / sessão.
C) maça / massa.
D).iminente /eminente.
E) consertar / concertar.
GABARITO: 01. B; 02. C; 03. D
1. No trecho “A linguagem usada para descrever os
alimentos que comemos pode ter um grande efeito em como
os percebemos: orgânicos, artesanais, caseiros e
selecionados soam um pouco mais tentadores que os
prosaicos enlatados ou reidratados”, o vocábulo “prosaicos”
está empregado com o sentido de comuns, corriqueiros.
( ) Certo
( ) Errado
2. No trecho “O professor Henrique Rattner pontua que,
entre os cientistas sociais que se debruçam sobre os
fracassos do desenvolvimento e suas causas...”, a forma
verbal “pontua” é empregada como sinônimo de assinalar.
( ) Certo
( ) Errado
3. No trecho “A discussão sobre um gênero neutro na
linguagem deriva do uso do gênero gramatical masculino para
denotar homens e mulheres...”, o verbo “denotar” apresenta o
mesmo sentido de demonstrar, por isso é correto afirmar que
são vocábulos homônimos.
( ) Certo
( ) Errado
4. No trecho “Por um lado, a Internet aproxima as pessoas e
abre muitas possibilidades de aprendizado e entretenimento.
Por outro, há o risco de exagero no tempo conectado, de acesso
a conteúdos inapropriados ou de golpes e exposição indevida,
ainda mais quando se trata de jovens.”, a substituição do termo
“inapropriados” por inadequados alteraria o sentido original da
frase.
( ) Certo ( ) Errado
5. No trecho “Empresas que antes pensavam só em lucro
agora otimizam seus processos por meio da sustentabilidade
empresarial”, os verbos pensar e otimizar são sinônimos,
respectivamente, de
A) imaginar e reduzir.
B) refletir e ampliar.
C) pretender e aperfeiçoar.
D) projetar e intensificar.
E) engendrar e reforçar.
GABARITO COMENTADO
1. Prosaico: o que é comum, banal, trivial, corriqueiro,
usual, simples.
GABARITO: CERTO
2. Veja que o texto nos diz que o professor Henrique Rattner
pontua algo; ou seja, esse verbo foi usado com o sentido de
"colocar algo em destaque; assinalar; ressaltar".
GABARITO: CERTO
3. HOMÔNIMOS são palavras que possuem ESCRITA e
PRONÚNCIA iguais, mas sentidos diferentes.
Exemplo de homônimos: colher (substantivo) e colher (verbo)
GABARITO: ERRADO
4. A substituição do termo "inapropriados" por "inadequados" não
alteraria o sentido original. Ambas as palavras têm um sentido
semelhante, indicando algo que não é adequado ou apropriado
para determinado contexto.
GABARITO: ERRADO
5. Pensar significa refletir, meditar, pretender.
Otimizar significa melhorar, aprimorar, aperfeiçoar.
GABARITO: C
CONCURSOS
PORTUGUÊS
AVANÇADO
CONCURSOS
Sumário
SINTAXE ......................................................................................................................... 43
TIPOS DE SUJEITO ........................................................................................................... 46
TIPOS DE PREDICADO ..................................................................................................... 50
REGÊNCIA NOMINAL ....................................................................................................... 52
REGÊNCIA VERBAL .......................................................................................................... 53
CRASE ............................................................................................................................. 58
ORAÇÕES COORDENADAS ASSINDÉTICAS E SINDÉTICAS ................................................ 62
PERÍODO COMPOSTO POR SUBORDINAÇÃO .................................................................... 64
ORAÇÃO SUBORDINADA ADJETIVA EXPLICATIVA E RESTRITIVA .................................... 67
ORAÇÕES SUBORDINADAS SUBSTANTIVAS ..................................................................... 69
CONCORDÂNCIA VERBAL ................................................................................................. 72
CONCORDÂNCIA NOMINAL .............................................................................................. 74
PONTUAÇÃO .................................................................................................................... 78
VÍRGULA ......................................................................................................................... 81
INTERPRETAÇÃO DE TEXTO ............................................................................................. 83
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SINTAXE
PERÍODO É DA MAIÚSCULA AO PONTO FINAL.
O esperto aluno chegou cedo.
ORAÇÃO POSSUI VERBO.
Eu quero que você aprenda o conteúdo.
FRASE É UM ENUNCIADO DE SENTIDO COMPLETO.
Socorro!
Meu amigo, dê-me uma ajuda.
Observação:
Oração tem que ter verbo.
Período e frase são sinônimos (parecido).
PREDICAÇÃO VERBAL OU TRANSITIVIDADE VERBAL:
VERBO INTRANSITIVO (I) ou (VI)
VERBO DE LIGAÇÃO (L) ou (VL)
VERBO TRANSITIVO DIRETO (TD) ou (VTD)
VERBO TRANSITIVO INDIRETO (TI) ou (VTI)
VERBO (I) INTRANSITIVO:
SOZINHO OU ACOMPANHADO SOMENTE DE ADVÉRBIO.
Exemplos:
Ele chegou, à escola, mais cedo hoje?
Sim, ele chegou.
Ele chegou.
Observação 1: Qualquer verbo da língua portuguesa,
dentro de um determinado contexto, pode ser (VI)
intransitivo.
Observação 2: na análise sintática o que era locução
adverbial ou advérbio será chamado de adjunto adverbial.
Observação 3: o verbo intransitivo não precisa de
complemento.
VERBO (L):
LIGA O PREDICATIVO AO SUJEITO.
PREDICATIVO: é a qualidade dada ao sujeito.
Exemplos:
Nós estamos alegres.
Nós ficamos contentes.Observação: o verbo de ligação tem que ligar o sujeito ao
predicativo do sujeito. O predicativo do sujeito concorda
com o sujeito. Sujeito no plural, o predicativo também ficará
no plural ou sujeito no singular, o predicativo ficará no
singular.
Alguns exemplos de verbos de ligação, porém nem sempre
funcionarão como verbos de ligação, depende do contexto:
Ser
Estar
Ficar
Parecer
Permanecer
Continuar
Andar
Tornar-se
Viver
Virar
VERBO (TD) TRANSITIVO DIRETO:
Segue o modelo de desejar:
quem deseja, deseja?
ALGUMA COISA OU ALGUÉM
Sendo o verbo TD “alguma coisa” ou “alguém” pede objeto
direto (OD).
Observação: o objeto direto ou objeto indireto é chamado
de complemento verbal (nos editais costumam vir como
complemento verbal).
Exemplo:
Ele deseja um carro novo.
VTD OD
Ele deseja uma nova secretária.
VTD OD
Alguns verbos que funcionam como transitivos diretos,
dentro de determinado contexto:
cantar
falar
querer
pedir
escrever
amar
ter
ler
comprar
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VERBO (TI) TRANSITIVO INDIRETO:
Segue o modelo de gostar:
quem gosta, gosta?
(DE) ALGUMA COISA ou (DE) ALGUÉM
Observação: no verbo transitivo indireto pode aparecer
outras preposições, exemplos: em..., nem sempre será a
preposição “DE”.
Nós gostamos de chocolate.
VTI OI
Nós gostamos de bons alunos.
VTI OI
Sendo o verbo TI “de alguma coisa” ou “de alguém” pede
objeto indireto (OI).
VERBO TI:
PREPOSIÇÃO + ALGUMA COISA
PREPOSIÇÃO + ALGUÉM
Alguns verbos que funcionam como transitivos indiretos,
dentro de determinado contexto:
crer
confiar
assistir
referir-se
acreditar
carecer
precisar
necessitar
gostar
Veja a diferença de um verbo TD para um TI:
Nós queremos chocolate.
VTD OD
Nós gostamos de chocolate.
VTI OI
RESUMO:
PREPOSIÇÕES:
a, ante, após, até;
com, contra;
de, desde;
em, entre;
para, perante, por;
sem, sob, sobre;
Observação:
Os verbos: ser, estar, parecer, permanecer, andar,
tornar-se, viver – serão verbos intransitivos ou de ligação,
sendo este último mais comum.
Esses verbos nunca serão verbos transitivos diretos ou
indiretos.
Eu preciso de você. (TI)
Quem precisa, precisa? De alguma coisa ou de alguém.
Eu venho de Osasco. (VI)
Quem vem, vem de algum lugar.
VERBO TRANSITIVO DIRETO (TD)
Ele comprou um carro.
VTD OD
Ele comprou para sua esposa.
VTI OI
VERBO TD E TI:
É um verbo que possui dois objetos, o objeto direto e o
indireto.
Ele comprou um carro para sua esposa.
VTDI OD OI
01. Classifique os verbos quanto à transitividade:
A) Eu escutei algo.
B) Pais lamentam o descaso com a educação.
C) Preciso de carona.
D) Agradeço a todos a presença.
E) Ao filho o pai chamou.
Observação: usamos objeto direto preposicionado para
dar ênfase na frase.
Exemplos:
Ao filho o pai chamou.
Matou o policial à ladra.
Observação: não existe sujeito preposicionado.
02. Assinale a alternativa em que o verbo é transitivo direto:
A) Comprei um terreno e construí a casa.
B) Os guerreiros dormem agora.
C) O cego não vê.
D) João parece zangado.
03. Indique a alternativa em que o verbo é transitivo indireto:
A) Cumpri as expectativas.
B) Concordo com ele.
C) Amar a Deus.
D) Agradeceu a ajuda ao colega.
E) Morreu de fome.
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04. Identifique os complementos verbais que são objeto
direto, objeto indireto e objeto direto e indireto.
A) Duvido das suas intenções.
B) O tema interessa à banca.
C) Ninguém gostava dele.
D) Não provou do bolo.
E) Conhece o funcionário novo?
F) Ofereceram um presente ao aniversariante.
G) Amem a Deus.
05. Classifique os termos em sublinhado:
A) Adorava as piadas.
B) O anel pertence à Maria.
C) Maria recebeu o anel.
D) João escolheu o anel mais bonito para Maria.
E) Dê algo para ele comer.
F) Informei a data dos exames aos alunos.
06. Classifique os verbos das orações abaixo em:
I. Verbo transitivo direto
II. Verbo transitivo indireto
III. Verbo transitivo direto e indireto
IV. Verbo intransitivo
A) Saiu a pé.
B) Duvido das suas intenções
C) Nasceu!
D) Distribuiu doces para as crianças.
E) Os cães dão muito trabalho.
GABARITO:
01. escutei – VTD
lamentam – VTD
preciso – VTI
agradeço – VTDI
chamou – VTD
02.A
03.B
04.(A) das suas intenções – OI
(B) à banca – OI
(C) dele – OI
(D) do bolo – OD preposicionado
(E) o funcionário novo? – OD
(F) um presente – OD ao aniversariante – OI
(G) a Deus – OD preposicionado
05. (A) as piadas – OD
(B) à Maria – OI
(C) o anel – OD
(D) o anel [OD] mais bonito para Maria [OI]
(E) algo [OD] para ele comer [OI]
(F) a data dos exames [OD] aos alunos [OI]
06. A) Saiu – VI
B) Duvido – TI
C) Nasceu – VI
D) Distribuiu – TD e TI
E) dão – TD
1. No trecho “Assim, em certas ocasiões, conversa ou
recomenda algum livro; em outras, permanece em silêncio
ou se oculta para deixar que livro e leitor conversem.”, O
vocábulo “conversa” pertence à classe gramatical dos
substantivos e está exercendo a função de sujeito da oração.
( ) Certo
( ) Errado
2. No trecho “Se aceitássemos essa visão, bastaria ficarmos
quietos esperando que a história se fizesse de acordo com
seus mecanismos. ”, a oração “ficarmos quietos” funciona,
sintaticamente, como complemento da forma verbal
“bastaria”.
( ) Certo
( ) Errado
3. No trecho “Há um estreito vínculo entre a identidade
singular, estável, reproduzível dos textos”, o termo “dos
textos” funciona como complemento do adjetivo
“reproduzível”.
( ) Certo
( ) Errado
4. O verbo ser, flexionado no presente do indicativo no
trecho “do qual o fechamento de fronteiras em tempos de
pandemia é mero sintoma”, é transitivo direto.
( ) Certo
( ) Errado
5. No trecho “A CF declara o MP como instituição permanente
e essencial à função jurídica, incumbindo-lhe a defesa da ordem
jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais e
individuais indisponíveis. ”, o segmento “como instituição
permanente e essencial à função jurídica” funciona,
sintaticamente, como predicativo do termo “o MP”.
( ) Certo
( ) Errado
GABARITO COMENTADO
1. Vemos que o vocábulo “conversa” está indicando uma
ação, o que nos demonstra que ela é um verbo, Cegalla nos
afirma que "Verbo é uma palavra que exprime ação, estado,
fato ou fenômeno".
GABARITO: ERRADO
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2. O verbo "bastaria" foi empregado como verbo
intransitivo, e por isso não possui complemento verbal.
A oração "ficarmos quietos" exerce função de adjunto
adverbial.
GABARITO: ERRADO
3. Na verdade, “dos textos” complementa a ideia do
substantivo “identidade”
A identidade reproduzível dos textos.
Ao trazer a ideia de posse, temos um adjunto adnominal
GABARITO: ERRADO
4. O verbo "ser" é verbo de ligação e indica um estado,
ligando uma característica ao sujeito. São também
chamados de verbos não nocionais ou verbos copulativos. O
verbo "é" = ser é verbo de ligação, pois liga o sujeito "o
fechamento de fronteiras" ao seu predicativo "mero
sintoma".
GABARITO: ERRADO
5. A frase em análise poderia ser rescrita da seguinte forma:
“A CF declara: o MP é a instituição permanente e essencial
à função jurídica.”
Do ponto de vista sintático, há uma relação entre um sujeito
e um predicativo do sujeito. Portanto, a expressão "como
instituição permanente e essencial à função jurídica"
funciona, sintaticamente, como o predicativo do sujeito "o
MP".
GABARITO: CERTO
TIPOS DE SUJEITO
Sujeito simples
Sujeitocomposto
Sujeito indeterminado
Oração sem sujeito
Sujeito oculto*
1º Grife o verbo
Para encontrar o sujeito:
2º Pergunte o que é quê? (Coisa)
3º Pergunte quem é quê? (Pessoa)
Exemplos:
O carro estragou ontem.
Sujeito simples
O marido daquela menina estragou meus planos.
Sujeito simples
TIPOLOGIA DE SUJEITO:
SUJEITO SIMPLES:
Uma só palavra. – Um só núcleo.
(Eles) fizeram uma linda serenata.
(Os meus amigos) fizeram uma linda serenata.
CUIDADO!! algumas bancas colocam o sujeito no final para
confundir o candidato.
Exemplo:
A Paula, nesta data, darei um presente.
(eu) sujeito oculto
Um bom romance, neste inverno, li com meus filhos.
(eu) sujeito oculto
SUJEITO COMPOSTO:
Mais de um núcleo.
Paulo e Roberto são amigos.
Sujeito composto
Chegaram mais cedo Maria, Roberto, Fátima e Célia.
Sujeito composto
SUJEITO SIMPLES
UMA SÓ PALAVRA, UM SÓ NÚCLEO
SUJEITO COMPOSTO
MAIS DE UM NÚCLEO
01. Identifique e classifique os sujeitos:
A) Ninguém trovejou de tanta raiva quanto eu.
B) Haveria desejado ele tudo isso?
C) Alguém havia aberto a porta.
D) Choveu papel picado nas ruas de Curitiba.
GABARITO: (A) Ninguém – sujeito simples; (B) ele – sujeito
simples; (C) Alguém – sujeito simples; (D) papel picado – sujeito
simples
SUJEITO INDETERMINADO:
3ª (pessoa) do plural
I + SE
TI + SE
(ÍNDICE SE DE INDETERMINAÇÃO DO SUJEITO)
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Exemplos:
1. Roubaram o banco.
2. Perderam o ônibus.
3. Falaram muito bem de você.
4. Gritaram na rua.
5. Roubaram o banco (os ladrões).
Sujeito simples - os ladrões
Observação: dentro do sujeito indeterminado quer dizer
que temos um sujeito, porém não conseguimos determinar.
No sujeito indeterminado não pode ter o sujeito escrito.
CUIDADO!!! para os casos de verbos no imperativo
(indicam ordem), exemplo:
Prestem atenção.
3ª p. plural
Verbo imperativo
Nesse caso acima, sabemos que o sujeito é oculto – vocês.
VERBO INTRANSITIVO + SE
(I + SE) – quando o verbo está sozinho ou
acompanhado somente de advérbio ele é verbo
intransitivo. E quando tem a palavra “se” significa
sujeito indeterminado.
Vive-se muito bem aqui?
Sujeito indeterminado
Vive-se.
Sujeito indeterminado
Estuda-se demais nesta escola.
Sujeito indeterminado
SUJEITO INDETERMINADO
I + SE
TI + SE
(ÍNDICE DE INDETERMINAÇÃO DO SUJEITO)
VERBO TRANSITIVO INDIRETO
(TI + SE) – sujeito indeterminado, quando o verbo
pede complemento objeto indireto. Nesses casos a
palavra “se” funciona como índice de indeterminação
do sujeito (função sintática do “se”).
Crê-se em Deus.
Precisa-se de ajuda.
Gosta-se de doces.
Necessita-se de ajuda.
Identifique e classifique os sujeitos:
01. Alguém falou muito.
02. Todas as pessoas saíram.
03. Falaram demais.
04. Tudo me aborrece.
05. Escreve-se pouco.
06. O aluno e a aluna eram ótimos.
GABARITO:
01. Alguém – sujeito simples
02. Todas as pessoas – sujeito simples
03. sujeito indeterminado
04. Tudo – sujeito simples
05. sujeito indeterminado
06. O aluno e a aluna - sujeito composto
CUIDADO!!
TD + SE = SEMPRE TEM SUJEITO
A função sintática do “se” será de partícula
apassivadora.
Aluga-se moto.
Alugam-se motos.
Observação:
Alugaram-se casas para os amigos.
VTDI Suj. OI
Neste caso abaixo o verbo funciona como TD + SE:
Amam-se, em dias de muito calor, em momentos de muita
alegria, praias paradisíacas.
Sujeito simples
Identifique e classifique os sujeitos:
01. Todos sabiam a lição.
02. Quebraram meu retrovisor.
03. Escreveu-se uma carta.
04. Escreveu-se para Verônica.
05. Pedra e Pedro me dão satisfação nesta data.
06. Você precisa de mim?
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ORAÇÃO SEM SUJEITO OU SUJEITO INEXISTENTE
HAVER – NO SENTIDO DE EXISTIR.
PRIMEIRO FAZER – TEMPO DECORRIDO.
SEGUNDO FAZER – TEMPO CLIMÁTICO.
VERBO SER – TEMPO, DATAS E HORAS.
AMANHECER – FENÔMENOS DA NATUREZA.
07. Há alunos brilhantes nesta sala.
08. Faz dez dias que ela partiu.
09. Fez verões maravilhosos naquelas temporadas.
10. Há anos que não a vejo.
11. Era outono.
12. Eram 07 de setembro.
13. Era 07 de setembro.
14. São duas horas.
15. Relampejou muito ontem à noite.
16. Choveram palavrões no campo de futebol.
GABARITO:
01. Todos – sujeito simples
02. sujeito indeterminado
03. uma carta – sujeito simples
04. sujeito indeterminado
05. Pedra e Pedro – sujeito composto
06. Você – sujeito simples
07. oração sem sujeito
08. oração sem sujeito
09. oração sem sujeito
10. oração sem sujeito
11. oração sem sujeito
12. oração sem sujeito
13. oração sem sujeito
14. oração sem sujeito
15. oração sem sujeito
16. palavrões – sujeito simples
Observação 1:
Era 07 de setembro – a concordância está correta, pois a
palavra “Era” está concordando com a palavra subentendida
“dia”.
Observação 2:
Choveram palavrões no campo de futebol. Nesse caso a
expressão “choveram palavrões” está no sentido figurado
(conotativo) por isso, temos o sujeito “palavrões”.
01. “Nesse momento começaram a feri-lo nas mãos, a pau.”
Nessa frase o sujeito do verbo é:
A) nas mãos.
B) indeterminado.
C) eles (determinado)
D) inexistente ou eles: dependendo do contexto.
E) n.d.a.
02. Assinale a alternativa em que há oração sem sujeito.
A) Esperanças haverá sempre.
B) Ninguém trovejou de tanta raiva quanto eu.
C) Haveria desejado ele tudo isso?
D) Alguém havia aberto a porta.
E) Choveu papel picado nas ruas de Curitiba.
03. Qual o sujeito na oração abaixo? Classifique-o.
Faltam-me palavras para dizer o quanto te amo.
04. Identifique a oração em destaque cujo sujeito é
indeterminado.
A) Está garoando.
B) Ligaram para saber como você se sente.
C) Depois de telefonar para os vizinhos, eles ficaram com o
meu número e ligaram para dizer que a encomenda
havia chegado.
D) Faz anos que não falo com ele.
E) Aluga-se casa.
GABARITO: 01. B; 02. A; 03. palavras – sujeito simples; 04.B
Exemplos:
Lia-se muito ali.
VI + SE = sujeito indeterminado – justificativa da ação
anterior
Hoje, adora-se demasiadamente a vida.
TD+SE = Sujeito simples
Furtaram meus sentimentos.
Sujeito indeterminado
Leu-se demais ontem cedo.
VI + SE = sujeito indeterminado
Aqui não há um sobrevivente.
Oração sem sujeito
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Um livro longo e romântico escrevi nas férias.
Sujeito oculto (eu)
O professor corrigiu as provas.
Sujeito simples
O mensageiro entregou a carta do capitão.
Sujeito simples
Deus é bom?
Sujeito simples
Observação: No caso acima, o verbo “é” funciona como
verbo de ligação. Neste caso abaixo, o verbo “é” funciona
como intransitivo, pois o verbo está sozinho.
Deus é ________.
Sujeito simples
Alegremente, eu estou aqui.
Sujeito simples
As almas são incomunicáveis.
Sujeito simples
Cumpram o seu dever. Mantenham a ordem.
Sujeito oculto (vocês)
Todos nós ficamos muito felizes.
Sujeito simples
Fico agitadíssimo.
Sujeito oculto (eu)
Fico em casa.
Sujeito oculto (eu)
Fico vendo o movimento dos carros.
Sujeito oculto (eu)
A criança estava faminta.
Sujeito simples
Ficou em casa o dia todo.
Sujeito oculto (ele/ela)
1. Nos trechos: “Diversamente, Bergson, ao analisar o
desenvolvimento do impulso vital na obra Evolução
criadora, observa que “torpor vegetativo, instinto e
inteligência” são os elementos comuns às plantas e aos
animais.” “E, definindo a inteligência pela fabricação de
objetos, fenômeno identificadodocil:
eter:
Felix:
hifen:
hifens:
impar:
reptil:
eden:
liquen:
GABARITO:
açucar: a-çú-car paroxítona terminada em R
afavel: a-fá-vel paroxítona terminada em L
almiscar: al-mís-car paroxítona terminada em R
amavel: a-má-vel paroxítona terminada em L
Anibal: A-ní-bal paroxítona terminada em L
cadaver: ca-dá-ver paroxítona terminada em R
cortex: cór-tex paroxítona terminada em X
docil: dó-cil paroxítona terminada em L
eter: é-ter paroxítona terminada em R
Felix: Fé-lix paroxítona terminada em X
hifen: hí-fen paroxítona terminada em N
hifens: não tem acento pois é terminada em ENS
impar: ím-par paroxítona terminada em R
reptil: rép-til paroxítona terminada em L
eden: é-den paroxítona terminada em N
liquen: lí-quen paroxítona terminada em N
Atenção para as seguintes palavras abaixo que podem ser
usadas de duas formas e possuem duas pronúncias corretas:
réptil / reptil
Projétil / Projetil
xérox / xerox
PROPAROXÍTONAS
Acentuam-se TODAS as Proparoxítonas
Antepenúltima sílaba tônica
Exemplos:
relâmpago: re-lâm-pa-go
médico: mé-di-co
cântico: cân-ti-co
Observação: Todas as palavras proparoxítonas são
acentuadas independente da sua terminação.
Amou daquela vez como se fosse a última
Beijou sua mulher como se fosse a última
E cada filho seu como se fosse o único
E atravessou a rua com seu passo tímido
Subiu a construção como se fosse máquina
Ergueu no patamar quatro paredes sólidas
Tijolo com tijolo num desenho mágico
Seus olhos embotados de cimento e lágrima
OXÍTONAS
Acentuam-se as Oxítonas terminadas em:
A – E – O – EM
seguidos ou não de S
Última sílaba tônica
Exemplos:
ma-ra-já: oxítona – última sílaba tônica
ven-ti-la-dor: oxítona – última sílaba tônica
vo-cê: oxítona – última sílaba tônica
Observação: fé – monossílabo tônico – uma sílaba tônica
Acentue e justifique pela regra das oxítonas:
maraja:
vatapa:
cafe:
voce:
cipo:
vovo:
refem:
refens:
porem:
GABARITO:
marajá: ma-ra-já oxítona terminada em A
vatapá: va-ta-pá oxítona terminada em A
café: ca-fé oxítona terminada em E
você: vo-cê oxítona terminada em E
cipó: ci-pó oxítona terminada em O
vovô/vovó: vo-vô/vo-vó oxítona terminada em O
refém: re-fém oxítona terminada em EM
reféns: re-féns oxítona terminada em ENS
porém: po-rém oxítona terminada em EM
Observação: porém não tem plural, pois é uma
conjunção e conjunção não tem plural.
Português Básico
Explicação de como
utilizar a tabela:
assistir a aula 05 de
Acentuação Gráfica
Acentue e justifique as palavras abaixo com suas respectivas
regras:
lapis:
revolver:
Bauru:
ninguem:
chines:
rubrica:
cateter:
interim:
níquel:
GABARITO:
lapis: lá-pis paroxítona terminada em IS
revolver: re-vól-ver paroxítona terminada em R
Bauru: Bau-ru oxítona terminada em U não recebe acento
ninguem: nin-guém oxítona terminada em EM
chines: chi-nês oxítona terminada em ES
rubrica: ru-bri-ca paroxítona terminada em A não tem acento
cateter: ca-te-ter oxítona terminada em ER não tem acento
interim: ín-te-rim proparoxítona todas são acentuadas
niquel: ní-quel paroxítona terminada em L
DITONGO
Os ditongos são encontros de duas vogais dentro de uma
mesma sílaba.
Exemplos:
• pei-xe – ditongo decrescente
• re-mé-dio – ditongo crescente
Observação: no ditongo teremos uma vogal e uma
semivogal juntas na mesma sílaba.
HIATO
O hiato é encontro de duas vogais na palavra, mas na
separação silábica elas ficam separadas.
Exemplo:
• hiato: hi-a-to
• saúde: sa-ú-de
TRITONGO
O tritongo é encontro vocálico em que a semivogal + vogal +
semivogal juntas, mesmo quando se faz a separação silábica.
Exemplo:
Paraguai: pa-ra-guai
Classifique as vogais abaixo:
caixa:
frouxo:
Célia:
remédio:
farmácia:
história:
GABARITO:
caixa: cai-xa ditongo decrescente
frouxo: frou-xo ditongo decrescente
Célia: Cé-lia ditongo crescente
remédio: re-mé-dio ditongo crescente
farmácia: far-má-cia ditongo crescente
história: his-tó-ria ditongo crescente
DITONGO CRESCENTE
Acentuam-se as palavras terminadas em
Ditongo crescente
Exemplos:
remédio: re-mé-dio (ditongo crescente)
sério: sé-rio (ditongo crescente)
farmácia: far-má-cia (ditongo crescente)
Acentue, ou não, as palavras abaixo e justifique:
melancia:
dubio:
petroleo:
urutu:
biju:
refem:
trolebus:
medico:
Nobel:
notavel:
condor:
GABARITO:
melancia: me-lan-ci-a paroxítona terminada em A não tem acento
dubio: dú-bio ditongo crescente tem acento
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petroleo: pe-tró-leo ditongo crescente tem acento
urutu: u-ru-tu oxítona terminada em U não tem acento
biju: bi-ju oxítona terminada em U não tem acento
refem: re-fém oxítona terminada em EM tem acento
trólebus: tró-le-bus proparoxítona tem acento
medico: mé-di-co proparoxítona tem acento
Nobel: No-bel oxítona terminada em L não tem acento
notável: no-tá-vel paroxítona terminada em L tem acento
condor: con-dor oxítona terminada em OR não tem acento
Observação: a palavra “médico” é substantivo, existe
também a palavra “medico” sendo um verbo.
ÉI/ ÉU/ ÓI
Acentuam-se as palavras terminadas em
ÉI/ ÉU/ ÓI
Seguidas ou não de S
Exemplo:
pastéis – pas-téis
carretéis – car-re-téis
céu – céu
herói – he-rói
ATENÇÃO!! HOUVE ALTERAÇÃO ORTOGRÁFICA NAS
PALAVRAS QUE POSSUEM DITONGO NO MEIO. NÃO
POSSUEM MAIS ACENTO, exemplos:
ideia – i-dei-a
joia – joi-a
heroico – he-roi-co
Acentue, ou não, as palavras abaixo e justifique:
rubi:
avaro:
farois:
papeis:
coroneis:
GABARITO:
rubi: ru-bi oxítona terminada em i não tem acento
avaro: a-va-ro paroxítona terminada em O não tem acento
farois: fa-róis ditongo decrescente tem acento
papeis: pa-péis ditongo decrescente tem acento
coroneis: co-ro-néis ditongo decrescente tem acento
HIATO
HIATO AS VOGAIS SE SEPARAM
Exemplos:
hi-a-to
pa-ra-í-so
sa-ú-de
ca-í-da
pi-e-da-de
“I” e “U”
Acentuam o “I” e o “U” tônicos em hiato
Seguidos ou não de “S”
Exemplos:
sa-í-da
fa-ís-ca
ba-ú
ba-ús
Lu-ís
Lu-iz
i-a-te
Eu i-a
Tu i-as
Nós í-a-mos
Observação: no caso “i-a” é uma exceção, pois se o “i”
estiver iniciando a palavra não tem acento.
No caso da palavra “íamos” é proparoxítona.
PAROXÍTONA ANTECEDIDA DE DITONGO
Somente as palavras paroxítonas antecedidas de ditongo
não possuem mais acento, perderam o acento.
Fei-ú-ra (tinha acento)
Fei-u-ra (não possui mais)
Outros exemplos:
Pi-au-í – oxítona
Tui-ui-ú – oxítona
Mai-ús-cu-la – proparoxítona
Acentue, ou não, as palavras abaixo e justifique
todas:
Jau:
policia:
caju:
aneis:
Itau:
colegio:
bambu:
GABARITO:
Jaú: Ja-ú tem acento pois o “U” é tônico em hiato
policia: po-lí-cia ditongo crescente
caju: ca-ju oxítona terminada em U não tem acento
aneis: a-néis ditongo decrescente
Itau: I-ta-ú o U tônico em hiato
colegio: co-lé-gio ditongo crescente
bambu: bam-bu não tem acento, oxítona terminada em U
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petroleo: pe-tró-leo ditongo crescente tem acento
urutu: u-ru-tu oxítona terminada em U não tem acento
biju: bi-ju oxítona terminada em U não tem acento
refem: re-fém oxítona terminada em EM tem acento
trólebus: tró-le-bus proparoxítona tem acento
medico: mé-di-co proparoxítona tem acento
Nobel: No-bel oxítona terminada em L não tem acento
notável: no-tá-vel paroxítona terminada em L tem acento
condor: con-dor oxítona terminada em OR não tem acento
Observação: a palavra “médico” é substantivo, existe
também a palavra “medico” sendo um verbo.
ÉI/ ÉU/ ÓI
Acentuam-se as palavras terminadas em
ÉI/ ÉU/ ÓI
Seguidas ou não de S
Exemplo:como comum aos animais,
encontra no ser humano a particularidade da fabricação
de objetos artificiais, o que lhe permite avançar à
seguinte conclusão...”, o termo que funciona como sujeito
das orações expressas pelas formas verbais “observa”
(primeiro período) e “encontra” (segundo período) está
elíptico.
( ) Certo
( ) Errado
2. No trecho “Quando se trata da construção da imagem de
uma organização, ressalta-se o papel dos veículos de
imprensa.”, a partícula “se”, em ambas as suas ocorrências,
indica que é indeterminado o sujeito sintático de cada uma
das orações que formam o período.
( ) Certo
( ) Errado
3. No trecho “Na Coreia do Sul, por exemplo, 21% se
interessam pela profissão e só 7% ingressam, de fato, na
universidade, porque há muita concorrência e maior
seleção. “, classifica-se como oração sem sujeito o
segmento “há muita concorrência e maior seleção”.
( ) Certo
( ) Errado
4. No trecho “Não importa o quão ocupadas algumas
pessoas estejam, é difícil não participarem de alguma
conversa na tela à sua frente, para opinar sobre assuntos
dos quais elas sabem pouco e se importam menos ainda.”,
as orações “o quão ocupadas algumas pessoas estejam” e
“não participarem de alguma conversa na tela à sua frente”
são ambas orações que exercem a função de sujeito.
( ) Certo
( ) Errado
5. No trecho “À área da linguística que se ocupa em
contribuir para a solução de problemas judiciais e que auxilia
também na compreensão de discursos e interações
produzidos em ambiente jurídico chamamos de linguística
forense.”, o sujeito da oração principal:
A) está indeterminado, haja vista o emprego do vocábulo
“se”.
B) é o termo “área da linguística”.
C) é o termo “linguística forense”.
D) está elíptico e corresponde à primeira pessoa do plural.
E) é composto.
GABARITO COMENTADO
1. O sujeito das orações é Bergson. No segundo período ele
está elíptico, mas no primeiro está explícito.
GABARITO: ERRADO
2. O verbo “ressalta-se” está indicando que o sujeito é o
“papel”. Faz a pergunta: que é que se ressalta? O papel!! O
papel dos veículos é ressaltado.
Já o segundo "se" indica voz passiva sintética. O sujeito não
é indeterminado. Trata-se de um sujeito paciente, que é
"papel dos veículos de imprensa" ("papel" é o núcleo).
GABARITO: ERRADO
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3. O verbo "haver", quando usado no sentido de "existir",
"acontecer" ou "ocorrer", é impessoal, ou seja, não tem
sujeito, devendo ser conjugado na terceira pessoa do
singular. A oração em questão, portanto, não tem sujeito.
GABARITO: CERTO
4. Não importa o quão ocupadas algumas pessoas estejam.
(O que não importa?) (O quão ocupadas algumas pessoas
estejam). SUJEITO.
É difícil não participarem de alguma conversa na tela à sua
frente. (O que é difícil?) (Não participarem de alguma
conversa na tela à sua frente). SUJEITO.
Logo, as duas orações exercem papel de sujeito.
GABARITO: CERTO
5. "À área da linguística que se ocupa em contribuir para a
solução de problemas judiciais e que auxilia também na
compreensão de discursos e interações produzidos em
ambiente jurídico (nós) chamamos de linguística forense."
GABARITO: D
TIPOS DE PREDICADO
PREDICADO NOMINAL
PREDICATIVO
MAIS
VERBOS DA LISTA
Predicado = tira o sujeito, e tudo que sobrar é predicado.
O predicado nominal terá uma qualidade para o sujeito,
sendo assim, será o predicativo do sujeito. E juntamente
com o predicativo terá um verbo de ligação.
Exemplos:
Juliana está apaixonada.
Predicado nominal
Verônica é religiosa.
Predicado nominal
Você parece eufórico.
Predicado nominal
VERBOS DA LISTA
SER CONTINUAR
ESTAR ANDAR
FICAR TORNAR-SE
PARECER VIVER
PERMANECER VIRAR
Observação: quando for predicado nominal, a palavra mais
importante será o nome - predicativo.
PREDICADO VERBO-NOMINAL
No predicado verbo-nominal teremos dois núcleos, o nome
e o predicativo. Teremos o predicativo menos os verbos da
lista.
PREDICATIVO
MENOS
VERBOS DA LISTA
Observação: No predicado nominal e no predicado
verbo-nominal teremos algo em comum, o predicativo. O
que diferencia os predicados são os verbos da lista, se tiver
algum deles então teremos o predicado nominal.
Exemplos:
Paula chegou cansada.
Predicado verbo-nominal
Triste, Marta trabalhou naquele dia.
Predicado verbo-nominal
Os meninos apareceram na escola sonolentos.
Predicado verbo-nominal
PREDICADO VERBAL
No predicado verbal não teremos qualidade do sujeito, ou
seja, não teremos o predicativo do sujeito.
NÃO HÁ PREDICATIVO
Exemplos:
Os garotos jogam futebol.
Predicado verbal
Os bons rapazes obedeceram aos pais.
Predicado verbal
Ela está aqui na sala.
Predicado verbal
01. O predicado verbal está presente em:
A) Lúcia está adoentada.
B) O empregado da loja foi atencioso.
C) Eu considerava aquela mulher minha amiga.
D) Os atletas terminaram a prova exaustos.
E) Ponha a mão na consciência.
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Observação: teremos o predicativo do objeto quanto
tivermos nome próprio com uma qualidade momentânea
para o nome, exemplos:
Encontrei Ângela aborrecida.
Predicativo do objeto
Encontramos a moça japonesa.
OD
(nesse caso a qualidade é permanente)
Nós elegemos o Marquinho novo líder.
Predicativo do objeto
Observação: não é toda qualidade que será predicativo.
Comprei um carro azul.
02. Identifique a oração em que o predicado é verbo-nominal.
A) Marina comprou muitos vestidos ontem.
B) Luís Fernando é competente.
C) O pôr-do-sol é maravilhoso.
D) Ana Maria continua triste.
E) Iara chegou cansada.
03. Qual o núcleo do predicado da oração: “Os alunos
saíram do teatro encantados”?
A) alunos.
B) saíram.
C) encantados.
D) saíram encantados.
E) saíram do teatro.
04. Em qual das orações abaixo temos um predicado nominal?
A) Sofia chegou cansada ao trabalho.
B) Joana e Felipe caminharam muito hoje.
C) Luísa e Paula estão fazendo torta de maracujá.
D) Maria Vitória chegou ofegante à aula.
E) Alan continua atencioso comigo.
05. Na oração “No trajeto para o trabalho, passei pela
biblioteca da cidade”, o tipo de sujeito é:
A) simples.
B) composto.
C) oculto.
D) indeterminado.
E) inexistente.
06. Na oração “As meninas do coral cantaram lindamente”,
os núcleos do sujeito e predicado são respectivamente:
A) meninas (núcleo do sujeito); lindamente (núcleo do
predicado).
B) meninas (núcleo do sujeito); cantaram (núcleo do
predicado).
C) coral (núcleo do sujeito); cantaram lindamente (núcleo
do predicado).
D) coral (núcleo do sujeito); as meninas (núcleo do
predicado).
E) lindamente (núcleo do sujeito); cantaram (núcleo do
predicado).
GABARITO: 01. E; 02. E; 03. D; 04. E; 05. C; 06. B
1. “Daniel chegou ofegante à exibição”. Nesta frase,
podemos dizer corretamente que temos um predicado:
A) Verbal.
B) Nominal.
C) Verbo-Nominal.
D) Predicativo do sujeito.
2. A oração “Ele não deixa a oportunidade passar” é formada
pelo predicado:
A) “deixa a oportunidade passar”, que é nominal.
B) “deixa a oportunidade passar”, que é verbal.
C) “deixa a oportunidade passar”, que é verbo-nominal.
D) “não deixa a oportunidade passar”, que é nominal.
E) “não deixa a oportunidade passar”, que é verbal.
3. 'O vírus de Marburg causa febre hemorrágica' e é
transmitido por morcegos.
Em relação à oração destacada, afirma-se que possui:
A) Predicação verbal.
B) Como predicado, a expressão 'causa'.
C) Predicaçãonominal.
D) Como predicado, toda a oração.
E) Predicação verbo-nominal.
4. Outros alimentos mudam de textura, como sorvete,
margarina e queijo.
Analisando a frase da questão, conclui-se que o predicado
é:
A) Verbal e regido pela expressão 'mudam de textura, como
sorvete, margarina e queijo'.
B) Verbo-nominal e núcleos 'mudam' e 'textura'.
C) Nominal e regido pela expressão 'textura, como sorvete,
margarina e queijo'.
D) Nominal e núcleos 'textura, sorvete, margarina, queijo'.
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5. A agricultura era a principal fonte de subsistência e
sustento para uma pessoa comum nos tempos medievais.
Em relação à análise sintática, afirma-se que o:
A) Predicado é verbo-nominal.
B) Predicado é nominal.
C) Núcleo do sujeito é a expressão 'A agricultura'.
D) Sujeito é o vocábulo 'Agricultura'.
GABARITO COMENTADO
1. O verbo chegou indica uma ação e em seguida temos uma
característica " ofegante".
Logo o predicado é verbo-nominal.
GABARITO: C
2. Em “Ele não deixa a oportunidade passar”, o sujeito é
"Ele" e o predicado é “não deixa a oportunidade passar”. Ele
consiste em um predicado verbal, visto que o seu elemento
principal é um verbo transitivo.
GABARITO: E
3. A oração em destaque é assim estruturada
sintaticamente:
-> sujeito: O vírus de Marburg
-> verbo transitivo direto: causa
-> objeto direto: febre hemorrágica.
A oração com verbo transitivo direto tem como núcleo um
verbo. Nesse caso, o predicado é do tipo verbal
GABARITO: A
4. O predicado é a informação que diz algo sobre o sujeito.
Vejamos cada termo:
-> Sujeito: Outros alimentos
-> Predicado: mudam de textura, como sorvete, margarina
e queijo.
Note que "mudam" não é verbo de ligação e, portanto, não
é um predicado nominal.
Logo, é predicado verbal.
GABARITO: A
5. No trecho em análise, há uma relação entre um sujeito e
um termo que traz uma característica sobre esse sujeito.
Nesse caso, a expressão "a principal fonte" funciona como
núcleo do predicado e é ligada ao sujeito pelo verbo de
ligação "era". Por ter um nome (substantivo) como núcleo
do predicado, a frase em análise exerce a função sintática
de predicado nominal.
GABARITO: B
REGÊNCIA NOMINAL
É o emprego da preposição em relação a substantivos,
adjetivos e advérbios.
A necessidade de estudos é sua força, meu caro amigo!
Nós estamos certos de nossa viagem amanhã.
Moro bem perto de sua escola.
Às vezes, um determinado nome aceita mais de uma
preposição sem que haja a alteração de sentido.
Vivi parece ter ódio contra pessoas arrogantes.
Murilo tem ódio aos menos aplicados.
Arlete está acostumada com o clima paulista.
Salete está acostumada ao barulho.
1. (TJ-SP) Que frase apresenta erro na regência nominal?
A) Ninguém está imune a influências.
B) Ela já está apta para dirigir.
C) Tinha muita consideração por seus pais.
D) Ele revela muita inclinação com as artes.
E) Era suspeito de ter assaltado a loja.
2. (TRT-SC) Assinale a oração que apresenta regência
nominal incorreta:
A) O tabagismo é prejudicial a saúde.
B) Estava inclinado em aceitar o convite.
C) Sempre foi muito intolerante com o irmão.
D) É lamentável sentir desprezo por alguém.
E) Em referência ao assunto, prefiro nada dizer.
3. (TJ-SP) Observe as palavras destacadas e indique a
frase que apresenta regência nominal correta:
A) Por ser muito estudioso, ele tinha grande amor a seus
livros.
B) Havia muitos anos que não via o filho, por isso estava
ansioso em vê-lo.
C) Alheio para com o julgamento, o réu permanecia,
calado.
D) Coitado! Foi preso porque era suspeito por um crime
que não cometeu.
E) Tínhamos o propósito em dizer toda a verdade, mas nos
impediram de fazê-lo.
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4. (TJ-SP) Indique onde há erro de regência nominal:
A) Ele é muito apegado em bens materiais.
B) Estamos fartos de tantas promessas.
C) Ela era suspeita de ter assaltado a loja.
D) Ele era intransigente nesse ponto do regulamento.
E) A confiança dos soldados no chefe era inabalável
GABARITO: 01. D; 02. B; 03. A; 04. A
1. No trecho “Entretanto, excluídas essas situações, estará
ausente o juízo de censura necessário para a
responsabilização com base na culpa.”, em “necessário para
a responsabilização”, o segmento “para a” poderia ser
substituído pelo vocábulo à.
( ) Certo ( ) Errado
2. No trecho “...uma vez que o processo decisório decorreu
de um aprendizado automático que culminou com escolhas
equivocadas realizadas pelo próprio sistema.”, em
“culminou com escolhas”, a substituição da preposição
“com” por em resultaria em incorreção gramatical no texto.
( ) Certo ( ) Errado
3. No trecho “necessidade de oferecer oportunidades
educacionais a todas as faixas etárias que não tiveram
acesso à educação formal” o emprego da preposição “a” em
“a todas as faixas etárias” justifica-se pela regência do
substantivo “oportunidades”.
( ) Certo ( ) Errado
4. No trecho “A Câmara dos Deputados brasileira aprovou,
por 265 votos favoráveis e 61 contrários, a adesão da
Venezuela ao MERCOSUL, bloco regional formado por Brasil,
Argentina, Paraguai e Uruguai. ”, o emprego de preposição
em “ao MERCOSUL” justifica-se pela regência de
“contrários”, que exige preposição a.
( ) Certo ( ) Errado
5. No trecho “Por ironia, as notícias mais frequentes
produzidas pelas pesquisas científicas relatam não a
descoberta de novos seres ou fronteiras marinhas, mas a
alarmante escalada das agressões impingidas aos oceanos
pela ação humana.”, a presença de preposição em “aos
oceanos” justifica-se pela regência do termo “impingidas”.
( ) Certo ( ) Errado
GABARITO COMENTADO
1. O termo "necessário" também rege complemento com a
preposição "a". Essa preposição, ao se juntar com o artigo
definido "a" que determina o substantivo feminino
"responsabilização", recebe crase.
Vejamos no contexto: necessário à responsabilização.
Veja que a substituição mantém a correção gramatical.
GABARITO: CERTO
2. O verbo "culminar" é transitivo indireto e pode receber
complemento iniciado pelas preposições "com" ou "em", já
que ambas são aceitas pela regência dele.
GABARITO: ERRADO
3. Em “oferecer oportunidades educacionais a todas as
faixas etárias”, “oferecer” é um verbo transitivo direto e
indireto (quem oferece, oferece algo a alguém). Nesse
sentido, ele apresenta dois objetos:
Objeto direto: “oportunidades educacionais”
Objeto indireto: “a todas as faixas etárias”
Dessa forma, a preposição “a” justifica-se pela regência
verbal de “oferecer”.
GABARITO: ERRADO
4. A preposição a se deve à regência da palavra "adesão".
GABARITO: ERRADO
5. Alternativa Certa.
O verbo impingir é transitivo indireto e exige a preposição
"a". Segundo o dicionário Aulete, significa: "Fazer acreditar
numa inverdade [TDI. + a: impingir mentiras aos eleitores.]
[TD.: impingir uma interpretação.]"
GABARITO: CERTO
REGÊNCIA VERBAL
Regência e preposição trabalham juntas.
AGRADAR – ACARICIAR É TD:
O verbo “Agradar” no sentido de acariciar será verbo
transitivo direto.
Eu agradei o meu filho.
Eu agradei minha namorada.
AGRADAR – SER AGRADÁVEL É TI - A
Eu agradei ao meu patrão.
Eu agradei à minha patroa.
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ASPIRAR – RESPIRAR É TD
Os rapazes aspiraram o perfume das lindas meninas.
ASPIRAR – AMBICIONAR É TI - A
Os rapazes aspiram ao cargo público.
Eles aspiram à vaga de funcionário do governo.
01. Assinale a frase com erro de regência:
A) O deputado presidiu a reunião até o fim;
B) Proibimos os alunos de usar os cadernos para fazer a
prova;
C) Certificamos nossa família de vossa decisão;
D) Paguei osoperários no sábado;
E) Atendemos ao seu desejo.
GABARITO: 01. D
PAGAR, PERDOAR E AGRADECER:
Exemplos:
Atendemos ao seu desejo.
OI
Ele atendeu o freguês.
OD
Ele atendeu ao diretor da escola e não fez mais bagunça.
OI
ASSISTIR – VER É TI - A
ASSISTIR – SOCORRER, AJUDAR É TD
Nós assistimos ao filme.
OI
Nós assistimos à novela.
OI
O professor assiste o aluno com dificuldade.
OD
O médico assiste os pacientes do Janjão.
OD
ASSISTIR – CABER É TI - A
ASSISTIR – MORAR É I - EM
Assiste ao juiz o direito de julgar.
OI
Assiste à professora solucionar dúvidas.
OI
O professor assiste em Franca.
VI
O Marquinho e a Terezona assistem em um condomínio
fechado. (pela polícia) VI
02. Assinale a oração correta quanto à regência verbal.
A) Os tolos admiram e obedecem os velhacos.
B) Agradeci o convite ao anfitrião.
C) Quero assistir esse filme.
D) Marcela namorou com todos os meninos de sua sala.
E) Meu pai custou a chegar ontem à noite.
GABARITO: 02. B
ERRADO: Os tolos admiram e obedecem os velhacos.
CORRETO: Os tolos admiram os velhacos e lhes obedecem.
CORRETO: Os tolos obedecem aos velhacos e os admiram.
CORRETO: Os tolos obedecem aos velhacos e admiram-
nos.
Verbo TD pede - OD
Verbo TI pede – OI
OBEDECER E DESOBEDECER SÃO TIs/A
PREFERIR TD E TI/A
Os filhos obedecem aos pais.
Os alunos obedecem às professoras.
Agradeci o convite ao anfitrião.
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pagar – perdoar – agradecer
pedem OD de coisa e OI de pessoa
ERRADO: Quero assistir esse filme.
CORRETO: Quero assistir a esse filme.
ASSISTIR – VER É TI/A
ASSISTIR – SOCORRER É TD
ASSISTIR – MORAR É I/EM
ASSISTIR – CABER É TI/A
NAMORAR – É TD
ERRADO: Marcela namorou com todos os meninos de sua
sala.
Correto: Marcela namorou todos os meninos de sua sala.
ERRADO: Meu pai custou a chegar ontem à noite.
CORRETO: Meu pai custou chegar ontem à noite.
AGRADAR NO SENTIDO DE ACARICIAR É VERBO? TD
AGRADAR NO SENTIDO DE SER AGRADÁVEL? TI/A
ASPIRAR NO SENTIDO DE RESPIRAR? TD
ASPIRAR NO SENTIDO DE AMBICIONAR? TI/A
ASSISTIR NO SENTIDO DE VER É VERBO? TI/A
ASSISTIR NO SENTIDO DE SOCORRER, AJUDAR É
VERBO? TD
ASSISTIR NO SENTIDO DE CABER É VERBO? TI/A
ASSISTIR NO SENTIDO DE MORAR É VERBO? I/EM
03. Assinale o erro de regência verbal.
A) Ele assistia com carinho os enfermos daquele hospital.
B) Não quero assistir esse espetáculo.
C) Carlos sempre assistiu em Belo Horizonte.
D) Não deixe de assistir àquele jogo.
GABARITO: 03.B
Ele assistiu com carinho os enfermos daquele hospital.
ASSISTIR – SOCORRER OU AJUDAR É TD.
ERRADO: Não quero assistir esse espetáculo.
CORRETO: Não quero assistir a esse espetáculo.
Carlos sempre assistiu em Belo Horizonte.
ASSISTIR – MORAR é I/ EM
Não deixe de assistir àquele jogo.
ASSISTIR NO SENTIDO DE VER É TI/A
a + aquele = àquele
VISAR – MIRAR É TD
VISAR – DAR VISTO É TD
VISAR – AMBICIONAR É TI REGE A
Exemplos:
Ele visou a cabeça do animal.
VTD OD
O professor visou o caderno dos alunos.
VTD OD
Os alunos visavam ao cargo público.
VTI OI
Os alunos visavam à vaga.
VTI OI
Eu prefiro o cinema ao teatro
Coisa preferida – OD
Eu prefiro o cinema à televisão
Coisa preterida - OI
ESQUECER – SOZINHO – É TD
ESQUECER-SE – TI/DE
Ele esqueceu a blusa.
VTD OD
Ele se esqueceu da blusa.
VTI OI
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04. Observe a regência verbal e assinale a opção falsa:
A) Avisaram-no que chegaríamos logo.
B) Informei-lhe a nota obtida.
C) Os motoristas irresponsáveis, em geral, não obedecem
aos sinais de trânsito.
D) Há bastante tempo que assistimos em São Paulo.
E) Muita gordura não implica saúde.
AVISAR E INFORMAR
Avisei-o que sairia mais cedo. (errado)
Avisei-lhe de que sairia mais cedo. (errado)
Avisei-o de que sairia mais cedo. (correto)
OD OI
Avisei-lhe que sairia mais cedo. (correto)
OI OD
COISA PESSOA
COISA PESSOA
Exemplos dos verbos
PAGAR/ PERDOAR/AGRADECER
Antônio deixou de pagar o ajudante ontem.
Pagou o empréstimo ao banco.
Perdoemos aos que nos ofendem.
Pagou o empréstimo ao banco.
05. Marque a alternativa em que ocorre erro na substituição
por pronome átono.
A) Obedeci ao professor. / Obedeci-lhe.
B) Encontrei os animais na rua. / Encontrei-os na rua.
C) Toquei o seu braço. / Toquei-lhe o braço.
D) Visitou a amiga no hospital. / Visitou-lhe no hospital.
Gabarito: 04. A; 05. D
Eu entreguei os livros para o professor.
OD OI
Eu lhe entreguei o livro.
Toquei braço.
Toquei-lhe o braço.
Toquei seu braço.
REVISÃO:
AGRADAR NO SENTIDO DE ACARICIAR É VERBO? TD
AGRADAR NO SENTIDO DE SER AGRADÁVEL? TI/A
ASPIRAR NO SENTIDO DE RESPIRAR? TD
ASPIRAR NO SENTIDO DE AMBICIONAR? TI/A
ASSISTIR NO SENTIDO DE VER É VERBO? TI/A
ASSISTIR NO SENTIDO DE SOCORRER, AJUDAR É
VERBO? TD
ASSISTIR NO SENTIDO DE CABER É VERBO? TI/A
ASSISTIR NO SENTIDO DE MORAR É VERBO? I/EM
PRONOMES RELATIVOS E REGÊNCIA VERBAL
Este é um título a que toda moça bonita aspira.
OI VTI
A velhinha era uma dessas pessoas às quais não se pode
mentir. OI
VTI
Trouxe-lhe as frutas de que você gosta.
OI VTI
Havia ali pessoas por quem eu não queria ser visto.
OI VTI
Não desespere, recorra a Deus, em cujas mãos está a
nossa vida.
Este é um título
a que toda moça bonita aspira.
A velhinha era uma dessas pessoas
às quais não se pode mentir.
A + AS = ÀS
Trouxe-lhes as frutas
de que você gosta.
Havia ali pessoas
por quem eu não queria ser visto.
Não desespere, recorra a Deus,
em cujas mãos está a nossa vida.
O hotel em cujo quarto dormia pegou fogo.
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COMPLEMENTO NOMINAL
(Substantivo abstrato – Adjetivo – Advérbio)
Observação: todo complemento nominal tem preposição,
irá trabalhar preposicionado.
SUBSTANTIVO ABSTRATO:
Nome da ação: nadar – natação
Nome da qualidade: feio – feiura
Estado: fome
Sentimento: paixão
Complementos nominais: completam palavras transitivas,
substantivos abstratos, adjetivo e advérbio.
Exemplos:
Eu tenho medo de aranha.
Complemento nominal
O juiz foi favorável ao réu.
Complemento nominal
Nós moramos perto do seu coração.
Complemento nominal
Nós temos amor pela pátria.
Complemento nominal
Nós temos amor à pátria.
Complemento nominal
Complemento nominal + palavra feminina = crase.
01. A oração que apresenta complemento nominal é:
A) Os pobres necessitam de ajuda.
B) Sejamos úteis à sociedade.
C) Os homens aspiram à paz.
D) Os pedidos foram feitos por nós.
E) A leitura amplia nossos conhecimentos.
Observação:
Voz ativa: sujeito pratica a ação.
O garoto chuta a bolaVoz passiva: sujeito recebe a ação.
A bola é chutada pelo garoto.
02. Observe os complementos grifados das frases.
Classifique-os em OBJETO DIRETO, INDIRETO ou
COMPLEMENTO NOMINAL.
A) Você se queixa de tudo.
B) O redator chamou seus auxiliares.
C) Bruno está apto para o trabalho.
D) Em casa, lemos a Folha de São Paulo.
E) Compramos um livro interessante.
F) Rebeca tem paixão por música.
G) Desconfiaram de mim.
03. Classifique os termos em destaque:
A) À moça darei minhas explicações.
B) Hoje eu irei à Argentina.
C) O amor à pátria é importante.
D) Ele disse palavras ternas à aluna de olhos amendoados.
E) A Márcia possui olhos amendoados.
F) Você tem medo à aranha?
G) A obediência à tia Edna parece-me normal.
GABARITO:
01. B;
02. (A) OI; (B) OD; (C) CN; (D) OD; (E) OD; (F) OP e CN; (G) OI;
03. (A) OI; (B) Adjunto adverbial de lugar
(C) CN; (D) OI; (E) Sujeito simples; (F) CN; (G) CN
NOMES LIGADOS A PREPOSIÇÕES
Abstraí de, em Atenção a, para, para com,
por, em
Abundante de, em Afável com, para com
Abuso de, contra Aflito com, por, para
Acareação de, com, entre Aliado a, com, de, entre,
contra
Acatado de, por, em A favor de
Acautelado contra, de, em Alusão a, sobre
Acessível a, em Ambicioso de, por
Acostumado a, com Análoga, em
Adesão a, contra Ansioso de, para, por
Aparentado a, com, de, Atencioso com, para com
Apologia de Atento a, em, para
Aproximação de, a, com,
entre Aversão a, por, em
Apto a, para, em Ávido de, por
Assíduo a, em Benefício a, para
1. No trecho “O ordenamento jurídico vem sendo
confrontado com as inovações tecnológicas decorrentes da
aplicação da inteligência artificial (IA) nos sistemas
computacionais.”, haja vista a regência de “confrontado”
admitida no trecho, o complemento regido por esse termo
só pode ser introduzido pela preposição “com”.
( ) Certo
( ) Errado
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2. No trecho “...são alguns dos desafios e aspirações
humanas para cuja solução, durante séculos, a ciência e a
tecnologia têm contribuído. ”, o emprego da preposição
“para”, em “para cuja solução”, se justifica pela regência do
verbo contribuir, presente na forma verbal “têm
contribuído”.
( ) Certo ( ) Errado
3. No trecho “Só resta pensar então em como abandoná-
lo. O estudo de um Velho, se ainda lhe resta a fazer, é
unicamente o de aprender a morrer e é precisamente o que
menos se faz na minha idade, pensa-se em tudo, menos
nisso. ”, a regência do verbo restar é diferente nos trechos
“resta pensar” e “resta a fazer”: neste, o sentido do verbo
altera-se em relação ao empregado naquele.
( ) Certo ( ) Errado
4. No trecho “...reduziram a pequenas hortas que rodeavam
a casa do dono do engenho, exclusivamente reservadas
para a família do plantador branco...” A correção gramatical
e o sentido original do texto seriam preservados caso a
expressão “reservadas para a família” fosse alterada para
reservadas à família.
( ) Certo ( ) Errado
5. No primeiro trecho a seguir, seria gramaticalmente
correto substituir a forma verbal “perguntei”, em “perguntei
ao doutor Murilo Carvalho”, por interroguei, desde que o
segmento “ao doutor” fosse substituído por:
A) pelo doutor.
B) do doutor.
C) contra o doutor.
D) o doutor.
E) para o doutor.
GABARITO COMENTADO
1. Analisando o período "O ordenamento jurídico vem sendo
confrontado com as inovações tecnológicas decorrentes da
aplicação da inteligência artificial (IA) nos sistemas
computacionais" podemos afirmar que o complemento
regido por esse termo só pode ser introduzido pela
preposição “com”, pois o que é confrontado, é confrontado
"com" algo no trecho, no caso, o ordenamento jurídico é
confrontado com as inovações tecnológicas, dessa forma,
vemos que a preposição "com" é obrigatória.
GABARITO: CERTO
2. O verbo "contribuir" exige a preposição "para" [quem
contribui, contribui para alguma coisa]. Nas orações
adjetivas, o uso de uma preposição antes do pronome
relativo se justifica por causa da regência do verbo. Vejamos
a oração adjetiva sem o pronome relativo "cuja":
A ciência e a tecnologia têm contribuído para a solução dos
desafios e aspirações humanas.
GABARITO: CERTO
3. Primeiramente, note-se que há diferença na regência do
verbo "restar" nas duas ocorrências. Em "resta pensar", o
verbo "resta" é intransitivo e o verbo "pensar" desempenha
a função de sujeito oracional do verbo "restar". Ou seja,
ISSO resta.
Já, em "se ainda lhe resta a fazer", o pronome "lhe" exerce
a função de objeto indireto de "restar"; por isso, o verbo
"restar" é transitivo indireto. Por fim, a forma verbal "fazer"
é o sujeito oracional de "restar". Ou seja, ISSO reta a você.
Observe ainda que ocorreu um erro ao inserir a proposição
"a" diante do verbo "fazer", porque o sujeito jamais será
preposicionado.
Dessa forma, o adequado será a seguinte construção: se
ainda lhe resta fazer.
Embora haja uma regência distinta nas duas ocorrências, o
sentido será exatamente o mesmo; por isso, a questão está
errada.
GABARITO: ERRADO
4. No contexto em que está empregado o verbo "reservar"
encontra-se na forma nominal particípio e indica finalidade,
logo exige uma preposição com o mesmo sentido, a exemplo
de "para", sendo assim, é possível a substituição por "à",
pois a preposição “a”, nesse caso, expressaria o mesmo
sentido finalístico de "para" e como o substantivo “família”
admite o artigo feminino "a", ocorre a crase.
GABARITO: CERTO
5. Interroguei vem do verbo interrogar.
O mesmo que: perguntei, demandei, inquirir.
O verbo é transitivo direto. Logo, não exige preposição.
GABARITO: D
CRASE
Crase é a contração da preposição “A” + o artigo “A”
PREPOSIÇÃO A ARTIGO A
(OI) OBJETO INDIRETO (PF) PALAVRA FEMININA
(CN) COMPLEMENTO NOMINAL ADMITIR ARTIGO
(AA) ADJUNTO ADVERBIAL IDEIA DEFINIDA
Exemplos:
Eu entreguei flores à aluna.
(OI + PF)
Começou uma caça às bruxas.
(CN + PF)
Nós iremos à praça.
(AA + PF)
Eu irei a Buenos Aires.
(PM – Palavra masculina)
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Nós compramos à vista.
(AA + PF)
Nós compramos a prazo.
(AAM + PM)
Eu assisto a qualquer novela.
01. “Dê ciência ___ todos de que não mais se atenderá ____
pedidos que não forem dirigidos ____ diretoria”:
A) a – a – a.
B) a – à – a.
C) a – a – à.
D) à – à – a.
E) à – a – a.
GABARITO: 01.C
CASOS ESPECIAIS
1 - GEOGRÁFICO 6 - VOCÊ
2 - CASA 7 - MINHA
3 - TERRA 8 - MARIA
4 - HORA 9 – ATÉ A
5 - DISTÂNCIA 10 - MODA
GEOGRÁFICO
Vim de, crase pra quê?
Vim da, crase há!
Com qualidade sempre haverá.
Nós fomos a Paris. -----→ Vim de Paris.
Nós fomos à França. ----→ Vim da França.
Nós fomos à encantadora Paris.
CASA / TERRA
CASA – com qualidade tem.
CASA – sem qualidade não tem.
Logo irei à casa de carnes.
Logo retornarei a casa.
Os marinheiros voltaram a terra e, depois foram à terra de
seus ancestrais.
Os astronautas voltaram à Terra.
Observação: Terra – planeta
HORA
Hora * tem
O rapaz chegará à uma hora.
O aluno chegou às duas horas.
EXCEÇÕES:
Ele chegará daqui a duas horas.
Ele chegará a qualquer hora.
Eu chegarei às dez horas.
Eu chegarei após as dez horas.
Eu chegarei até as dez horas.
Preposições: a, ante, após, até;
O qualquer aluno vai a Porto Seguro.
A qualquer aluna vai a Porto Seguro.
Regra geral: os pronomes indefinidos não aceitam artigos,
por isso, não há crase.
Eu me refiro às outras poesias.
VTI (OI + PF)
As outras alunas não faltaram.
DISTÂNCIA
Distância determinada tem.
Distância indeterminada não tem.
Ela ficou à distância de doismetros.
AA + PF
Ela permaneceu a distância.
AA
Os bombeiros permaneceram a distância das chamas.
AA
Você (pronome de tratamento) não tem:
Ele contou todos os podres a Vossa Excelência.
Exceções: dona, senhora, senhorita e madame.
Ele contará tudo à senhora.
Observação: o pronome de tratamento “você” está
representando todos os pronomes de tratamento.
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PRONOME DE TRATAMENTO
VOCÊ TRATAMENTO FAMILIAR
VOSSA ALTEZA PRÍNCIPES, DUQUES
VOSSA EXCELÊNCIA ALTAS AUTORIDADES
VOSSA MAGNIFICÊNCIA REITORES
VOSSA MAJESTADE REIS E IMPERADORES
VOSSA MERITÍSSIMA JUÍZES
VOSSA REVERENDÍSSIMA SACERDOTES
VOSSA SENHORIA ALTAS AUTORIDADES
VOSSA SANTIDADE PAPA
SENHOR, SENHORA TRATAMENTO
RESPEITOSO GERAL
CASOS ESPECIAIS: A CRASE É LIVRE
MINHA
MARIA
ATÉ A
Ele entregou os presentes à sua amiga.
OI + PF
Ele entregou os presentes a sua amiga.
Observação: nesses casos opcionais, é o artigo que é
opcional.
Exemplos:
Meu filho chegou.
O meu filho chegou.
Neste caso abaixo, a crase se torna obrigatória, pois “à sua” não
tem o substantivo feminino a frente dele.
Ele entregou flores a minha amiga, mas não entregou à sua.
Eu revelei o segredo a Joana.
Nós não diremos nada à Rose.
Eu revelei o segredo à encantadora Inaê.
01. Opção que preenche corretamente as lacunas: “O
gerente dirigiu-se ___ sua sala e pôs-se ___ falar ___ todas
as pessoas convocadas”.
A) à – à - à
B) a – à – à
C) à – a – a
D) a – a – à
E) à – a – à
02. Assinale a alternativa que preenche corretamente as
lacunas do texto ao lado: “Recorreu ___ irmã e ___ ela se
apegou como ___ uma tábua de salvação”.
A) à – à – a
B) à – a – à
C) a – a – a
D) à – à – à
E) à – a – a
GABARITO: 01. C; 02. E
ATÉ A
Nós caminhamos até à sala.
Nós fomos até a sala.
MODA/ MANEIRA
(SEMPRE TEM)
Adoro arroz à grega.
Adoro arroz à moda grega.
Ele escreve à Machado de Assis, pois o estilo também é
irônico.
Observação:
Caso haja a primeira parte da regra:
OI, CN, AA MAIS OS PRONOMES: AQUELE, AQUELA,
AQUILO
SEMPRE HAVERÁ CRASE.
Nós nos referimos a aquele aluno.
Nós nos referimos àquele aluno.
03. Assinale a frase em que à ou às está mal-empregado.
A) Amores à vista.
B) Referi-me às sem-razões do amor.
C) Desobedeci às limitações sentimentais.
D) Estava meu coração à mercê das paixões.
E) Submeteram o amor à provações difíceis.
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04. Assinalar a alternativa que preenche corretamente as
lacunas das seguintes orações:
I. Precisa falar ___ cerca de três mil operários.
II. Daqui ____ alguns anos tudo estará mudado.
III. ___ dias está desaparecido.
IV. Vindos de locais distantes, todos chegaram ___ tempo
____ reunião.
A) a – a – há – a – à
B) à – a – a - há - a
C) a – à – a – a - há
D) há – a – à – a - a
E) a – há – a – à – a
GABARITO: 03. E; 04. A
NÃO HÁ CRASE:
19 a 20 de outubro.
Roupas a partir de 2 reais.
Nada devo a ela.
Nós andamos a cavalo.
Gota a gota
Não podemos colocar artigo antes de pronomes
demonstrativos como oblíquos:
Nada devo a ela.
Não tem crase antes de palavra masculina:
Nós andamos a cavalo.
Não existe crase antes de expressão repetidas:
Gota a gota.
05. Dentre as orações abaixo, uma contém complemento
nominal. Qual?
A) Meu pensamento é subordinado ao seu.
B) Você não deve faltar ao encontro.
C) Irei à sua casa amanhã.
D) Venho da cidade às três horas.
E) Voltaremos pela rua escura...
06. Assinale a alternativa em que está correto o uso do
acento indicativo de crase:
A) O autor se comparou à alguém que tem boa memória.
B) Ele se referiu às pessoas de boa memória.
C) As pessoas aludem à uma causa específica.
D) Ele passou a ser entendido à partir de suas reflexões
sobre a memória.
E) Os livros foram entregues à ele.
07. Refiro-me ___ atitudes de adultos que, na verdade,
levam as moças ___ rebeldia insensata e ___ uma fuga
insensata.
A) às – à – à
B) as – à – à
C) às – à – a
D) à – a – a
E) à – a – à
08. Assinale a opção incorreta com relação ao emprego do
acento indicativo de crase:
A) O pesquisador deu maior atenção à cidade menos
privilegiada.
B) Este resultado estatístico poderia pertencer à qualquer
população.
C) Mesmo atrasado, o recenseador compareceu à
entrevista.
D) A verba aprovada destina-se somente àquela cidade
sertaneja.
E) Veranópolis soube unir a atividade à prosperidade.
GABARITO: 05. A; 06. B; 07. C; 08. B
1. No trecho “...Bodies revealed é um espetáculo cadavérico
no qual corpos dissecados e partes corporais — reduzidos a
formas, cores e texturas — são espetacularmente exibidos
em pedestais...”, estaria mantida a correção gramatical do
quinto período do primeiro parágrafo caso fosse empregado
o sinal indicativo de crase no “a” que antecede o nome
“formas”.
( ) Certo ( ) Errado
2. No trecho “A obrigatoriedade do fornecimento do DNA e
a submissão daqueles ainda não condenados e em liberdade
condicional à entrega de seu material genético foram
assuntos bastante discutidos no cenário estadunidense.”, o
emprego do sinal indicativo de crase em “à entrega” deve-
se à regência do nome “submissão” e à determinação do
vocábulo “entrega” por artigo definido.
( ) Certo ( ) Errado
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3. No trecho “...foram nossos mediadores de leitura: esses
adultos íntimos que deram vida às páginas de um livro...”,
o emprego do sinal indicativo de crase em “às páginas de
um livro” é facultativo, já que sua supressão não
prejudicaria a correção gramatical nem o sentido original do
trecho.
( ) Certo ( ) Errado
4. No trecho “O Tocantins dá abrigo à mais completa floresta
fossilizada do mundo, que viveu no Período Permiano, em uma
época anterior à dos dinossauros. No final desse período, o
planeta assistiu à maior extinção em massa da fauna e da flora
de sua existência.”, o emprego do sinal indicativo de crase em
“anterior à dos dinossauros” decorre da:
A) regra de acentuação de palavras monossílabas.
B) presença de expressão adverbial com nome feminino.
C) elipse do nome “época” imediatamente depois de “à”.
D) regência do adjetivo “anterior” e presença do artigo
feminino antes do termo elíptico “época”.
E) regência do nome “época”.
5. Considerando que os fragmentos incluídos nas opções
abaixo constituem trechos de texto adaptado da Zero Hora
de 3/3/2014, assinale a opção em que o fragmento está
gramaticalmente correto em relação ao emprego dos sinais
indicativos de crase.
A) A descrença na política pode ter o viés positivo de
aumentar à massa crítica da população, de levar à
indignação para as ruas e de criar uma cultura de
acompanhamento e controle da representação.
B) Em vez de revolta contra o voto obrigatório, é melhor
transformá-lo em voto meritório, de forma que
contemple candidatos sobre os quais não paire dúvida
em relação à honestidade e à vontade de efetivamente
trabalhar pelo país.
C) Quanto antes esta seleção começar, mais acertos
teremos. Evidentemente, sempre haverá enganos e
traições, mas à mesma democracia que possibilita tais
desvios oferece igualmente remédios para corrigi-los.
D) Já não se pode mais contar nos dedos de uma mão os
políticos que perderam mandatos, cargos e até à
liberdade por terem traído a confiança da população.
E) Cidadãos bem informados e partícipes têm poder para
fiscalizar e depurar à política, colocando nos postos de
comando da administração pessoas íntegras e
comprometidas com o país.
GABARITO COMENTADO
1. Para ocorrer a crase corretamente, não bastaapenas o
sinal indicativo desse fenômeno. É preciso também inserir o
artigo definido "as" antes de "formas", pois este substantivo
é feminino plural. Dessa forma, a preposição "a" exigida pelo
adjetivo "reduzidos" junta-se ao artigo definido "as" e
ocasiona a crase: reduzidos a + as formas = às formas.
GABARITO: ERRADO
2. O “A” irá receber acento grave indicativo de crase pela razão
de que o termo "submissão" faz parte do sentido da expressão
"à entrega" e o termo nominal pede que o complemento seja
regido por preposição A, que se contrai com o artigo definido
feminino que acompanha o substantivo "entrega".
GABARITO: CERTO
3. Vemos que a forma verbal "deram" solicita um dos seus
complementos introduzido pela preposição "a", essa
preposição se fundiu com o artigo "as" que antecede a
palavra "páginas", originando a crase.
GABARITO: ERRADO
4. A letra C engana, pois fala da elipse de "época" - o que
compõe o gabarito, mas não apenas isso.
A resposta correta está na letra D, já que o adjetivo
"anterior" exige preposição: o que é anterior, é anterior A
alguma coisa; na sequência, "época" na forma elíptica exige
o artigo A.
GABARITO: D
5. O termo "relação" pede a preposição "a" e os
complementos "honestidade" e "vontade" vem
acompanhados do artigo definido "a". A fusão da preposição
com o artigo resulta em crase.
GABARITO: B
ORAÇÕES COORDENADAS
ASSINDÉTICAS E SINDÉTICAS
A conjunção liga uma oração a outra.
CONJUNÇÕES COORDENATIVAS
ADITIVAS
E, NEM, TAMBÉM,
NÃO SÓ..., MAS TAMBÉM;
(Regra geral, SEM vírgula)
ALTERNATIVAS
OU...OU,
QUER...QUER, SEJA...SEJA,
ORA...ORA,
JÁ...JÁ;
(uso de vírgula, LIVRE)
ADVERSATIVAS
MAS,
PORÉM, CONTUDO, TODAVIA,
NO ENTANTO, ENTRETANTO;
(uso de vírgula,
OBRIGATÓRIO)
CONCLUSIVAS
LOGO, PORTANTO, POR ISSO;
(uso de vírgula,
OBRIGATÓRIO)
EXPLICATIVAS
ISTO É, POR EXEMPLO, A SABER,
POIS.
(uso de vírgula,
OBRIGATÓRIO)
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As conjunções aditivas indicam soma nas orações.
As conjunções alternativas indicam escolha dentro das
orações.
As conjunções adversativas indicam adversidade,
ressalva, oposição, contrariedade dentro das orações.
As conjunções conclusivas indicam a conclusão de um
raciocínio nas orações.
As conjunções explicativas indicam explicação dentro das
orações.
Exemplos:
Ele olhou a sala/, observou os alunos /e saiu.
Observação: período vai da letra maiúscula até o ponto
final (pode ser também .,!?/...).
Período simples: tem somente um verbo, portanto, uma
oração.
Período composto: possuem mais de um verbo, portanto
mais de uma oração.
ORAÇÕES SUBORDINADAS
Eu creio que você aprendeu objeto indireto.
Eu creio – oração principal
que você aprendeu objeto indireto – oração subordinada
Exemplos:
Ora ele planta, ora ele capina o mato.
Or. coord. sind. alternativa
Ele não plantou milho nem derrubou o mato.
Or. coord. Or. coord. sindética
assindética aditiva
Zé Brasil trabalha na terra, porém o coronel fica com
os lucros. Or. coord. sind.
adversativa
Observação: neste caso abaixo a ideia é de adição e
não de adversidade.
Não só o professor, mas também os alunos sairão
mais cedo.
Ele trabalha muito; deveria, pois, lucrar mais.
Or. Coord. assindética Or. Coord. sindética
conclusiva
O coronel o expulsou, pois era o dono das terras.
Or. Coord. assindética Or. Coord. sindética
explicativa
POIS antes do verbo é explicativa.
POIS depois do verbo é conclusiva.
O camponês preparou a terra, plantou, não colheu nada.
Or. Coord. assindéticas
Ele estudou, pois passou na prova.
Or. Coord. Or. Coord. sindética
assindética explicativa
Ele estuda; passará, pois, na prova.
Or. Coord. Or. Coord. sindética
assindética conclusiva
09. A oração “Não se verificou, todavia, uma transplantação
integral de gosto e de estilo” tem valor:
A) conclusivo.
B) adversativo.
C) concessivo.
D) explicativo.
E) alternativo.
10. “Estudamos, logo deveremos passar nos exames”. A
oração em destaque é:
A) coordenada explicativa.
B) coordenada adversativa.
C) coordenada aditiva.
D) coordenada conclusiva.
E) coordenada alternativa.
11. “Deus não fala comigo, e eu sei que Ele me escuta.” O
conectivo “e” pode ser substituído, sem contrariar o sentido,
por:
A) ou.
B) mas.
C) porque.
D) porquanto.
E) nem.
12. Das orações abaixo qual delas possui valor de conclusão:
A) Não receio que ela se aborreça, pois já expliquei o que
houve.
B) Nada se pode fazer, pois o encarregado já saiu.
C) Você diz que não se importa, pois eu desejo explicações.
D) Elas avisaram que poderiam se atrasar; devemos, pois,
aguardá-las mais um pouco.
E) Ele não lhe disse a verdade, pois exija que o faça.
GABARITO: 09. B; 10. D; 11. B; 12. D
ORAÇÃO COORDENADA ASSINDÉTICA
Separada por vírgula
ORAÇÃO COORDENADA SINDÉTICA
Separada por conjunção
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1. No trecho “Quanto mais se tem a saber, mais se pode
ignorar.”, as orações que o formam estão coordenadas com
base em uma relação semântica de contraste.
( ) Certo
( ) Errado
2. No trecho “Quanto ao gênero deles, não sei que diga que
não seja inútil” a vírgula separa orações coordenadas.
( ) Certo
( ) Errado
3. No trecho “Ela é pouco mencionada na série, pois não
existe mais, mas sua língua (o alto valiriano) ainda é usada
por uma elite seleta. Seria como falar latim clássico na
Europa medieval.”, os vocábulos “pois” e “mas” introduzem,
respectivamente, orações com sentido explicativo e
adversativo.
( ) Certo
( ) Errado
4. Sem prejuízo da correção gramatical e do sentido original
do trecho “Vale ressaltar, no entanto, que essa não é uma
tendência exclusivamente brasileira.” a expressão “no
entanto” poderia ser substituída por:
A) conquanto.
B) sobretudo.
C) portanto.
D) todavia.
E) dessa forma.
5. No trecho “A relação entre as duas foi se tornando
indireta, mas nunca foi totalmente rompida, porquanto não
pode sê-lo.”, o conector “porquanto” introduz segmento de
sentido.
A) concessivo.
B) conclusivo.
C) opositivo.
D) condicional.
E) explicativo.
GABARITO COMENTADO
1. Na frase está presente a conjunção subordinativa
correlativa quanto mais…mais (as conjunções correlativas
caracterizam-se por se apresentarem de forma descontínua
na frase, apresentando dois membros, um em cada uma das
duas orações que se relacionam entre si).
A frase apresentada inclui uma oração subordinada
tradicionalmente designada de adverbial proporcional.
GABARITO: ERRADO
2. Errada, pois para ter oração seria necessário a existência
do verbo antes e depois da vírgula.
“Quanto ao gênero deles, não sei que diga que não seja
inútil” (Sem verbo/sem oração).
GABARITO: ERRADO
3. Pois pode ser:
explicativo: quando substituído por porque;
causal: quando substituído por já que;
conclusivo: quando substituído por portanto.
No contexto empregado, temos uma explicação.
GABARITO: CERTO
4. Conjunções coordenativas adversativas: mas (sempre no
início da oração), porém, entretanto, no entanto, contudo,
todavia, não obstante.
GABARITO: D
5. O conectivo “porquanto” é explicativo.
Explicativo: conectores explicativos são utilizados para fornecer
uma explicação ou esclarecimento sobre a ideia apresentada
anteriormente. Exemplo: "O experimento falhou, porquanto as
condições de temperatura não foram controladas
adequadamente."
GABARITO: E
PERÍODO COMPOSTO POR
SUBORDINAÇÃO
SUBSTANTIVA
ORAÇÃO
SUBORDINADA ADVERBIAL
ADJETIVA
Naoração subordinada substantiva, a oração fará a
função de um substantivo.
Na oração subordinada adverbial, a oração fará a função
de um advérbio.
Na oração subordinada adjetiva, a oração fará a função
de um adjetivo.
CONJUNÇÕES SUBORDINATIVAS
INTEGRANTES QUE, SE;
CAUSAL PORQUE, UMA VEZ QUE, JÁ QUE,
COMO;
COMPARATIVA COMO, TAL QUAL, SEMELHANTE A,
IGUAL A;
CONCESSIVA EMBORA, SE BEM QUE, APESAR DE
QUE, AINDA QUE, POR MAIS QUE;
CONDICIONAL SE, CONTANTO QUE, CASO;
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CONFORMATIVA CONFORME, CONSOANTE; COMO
CONSECUTIVA É O QUE DEPOIS DE TAL, TÃO,
TANTO, TAMANHO;
FINAL A FIM DE QUE, PARA QUE;
PROPORCIONAL À PROPORÇÃO QUE, À MEDIDA QUE;
TEMPORAL QUANDO, ENQUANTO,
LOGO QUE, DEPOIS QUE;
ORAÇÃO SUBORDINADA ADVERBIAL
As orações subordinadas adverbiais são as orações que
funcionam como advérbios. Para que uma oração seja
subordinada adverbial, ela dependerá de outra
oração. E se chama adverbial, pois irá fazer a função de um
advérbio. Só que agora será um advérbio em formato de
oração, pois tem verbo.
As conjunções subordinativas integrantes servem para
ligar (integrar) uma oração à outra. São elas que iniciam as
orações subordinadas substantivas.
ORAÇÃO SUBORDINADA ADVERBIAL CAUSAL
As orações subordinadas adverbiais causais são as que
têm a função de trazer o sentido de efeito, causa na
oração.
Eu saí porque estava muito cansado.
Como estava cansado, saí.
ORAÇÃO SUBORDINADA ADVERBIAL COMPARATIVA
As orações subordinadas adverbiais comparativas são
as que dão ideia de comparação.
Ela fala como falam as crianças.
Ela fala como as crianças.
ORAÇÃO SUBORDINADA ADVERBIAL CONCESSIVA
Uma oração subordinada adverbial concessiva traz o
sentido de uma contrariedade suavizada.
Embora eu estude, apreendo pouco.
ORAÇÃO SUBORDINADA ADVERBIAL CONDICIONAL
As orações subordinadas adverbiais condicionais
trazem ideia de condição.
Eu viajaria se eu pudesse.
01. Considerando a conjunção que introduz a oração
coordenada, escolha a alternativa correta.
“A torcida incentivou os jogadores; esses, contudo, não
venceram.”
A) proporção.
B) explicação.
C) conclusão.
D) oposição.
E) concessão.
GABARITO: 01. D
DIFERENCIANDO A PALAVRA SE
ORAÇÃO SUBORDINADA SUBSTANTIVA OD
Eu não sei se viajarei.
Eu não sei isso.
ORAÇÃO SUBORDINADA ADVERBIAL CONDICIONAL
Eu viajaria se eu pudesse.
ORAÇÃO SUBORDINADA ADVERBIAL CONFORMATIVA
As orações subordinativas adverbiais conformativas
dão ideias de conformidades nas orações, ou seja, está
de acordo ou não.
Ele explicou conforme pedimos.
Ele explicou consoante nós pedimos.
ORAÇÃO SUBORDINADA ADVERBIAL CONSECUTIVA
As orações subordinadas adverbiais consecutivas são
as que trazem ideia de consequência da oração
anterior.
O barulho era tal que não dormi.
ORAÇÃO SUBORDINADA ADVERBIAL FINAL
As orações subordinadas adverbiais finais trazem ideia
de finalidade, objetivo.
A fim de que me ouvissem, falei mais alto.
Falei mais alto para que me ouvissem.
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02. No período: “Era tal a serenidade da tarde, que se
percebia o sino de uma freguesia distante, dobrando a
finados.”, a segunda oração é:
A) subordinada adverbial causal.
B) subordinada adverbial consecutiva.
C) subordinada adverbial concessiva.
D) subordinada adverbial comparativa.
E) subordinada adverbial subjetiva.
GABARITO: 02.B
ORAÇÃO SUBORDINADA ADVERBIAL
PROPORCIONAL
As orações subordinativas adverbiais proporcionais
são as que trazem ideia de proporcionalidade, ou seja,
ideia de tempo que vai passando paulatinamente (pouco a
pouco).
À proporção que o tempo passa, fico mais apaixonado.
Fico mais apaixonado à medida que o tempo passa.
ORAÇÃO SUBORDINADA ADVERBIAL
TEMPORAL
Uma oração subordinada adverbial temporal traz o
sentido de tempo.
Quando saio à noite, vasculho a imensidão à caça de alguma
estrela, que me faça recordar o brilho dos teus olhos.
03. Classifique as orações:
Minha mão tremia tanto que mal podia escrever.
Trunfilda acompanhou a irmã, embora estivesse cansada.
À medida que subimos, o ar se rarefaz.
Fiz-lhe sinal para que não insistisse.
Ia escurecendo quando entrou em casa.
Se Deus não guarda a cidade, em vão a sentinela vigia.
04. Temos uma oração subordinada adverbial concessiva em:
A) Se eu tivesse dinheiro, compraria hoje um carro.
B) Fizemos a consulta, conforme a solicitação dos
auditores.
C) Enquanto a mídia entrevistava o especialista, os
telespectadores assistiam impávidos.
D) O especialista não concordará com sua opinião, por mais
que você insista.
GABARITO:
03. Minha mão tremia tanto que mal podia escrever.
oração subordinada adv. consecutiva
Trunfilda acompanhou a irmã, embora estivesse cansada.
oração subordinada adv. concessiva
À medida que subimos, o ar se rarefaz.
oração subordinada adv. proporcional
Fiz-lhe sinal para que não insistisse.
oração subordinada adv. final
Ia escurecendo quando entrou em casa.
oração subordinada adv. temporal
Se Deus não guarda a cidade, em vão a sentinela vigia.
oração subordinada adv. condicional
04. D
1. O trecho “Para enxergarmos de perto objetos ainda
menores, precisamos ampliar nossos sentidos. Com a ajuda
da tecnologia atual, conseguimos explorar o universo tanto
no macro quanto na microescala.”, é composto por uma
oração subordinada adverbial concessiva.
( ) Certo
( ) Errado
2. Em relação ao período composto por subordinação,
assinale a opção INCORRETA quanto à classificação das
orações destacadas.
A) "Começou quando iniciei um relacionamento com
alguém completamente diferente de mim." - Oração
subordinada adverbial temporal.
B) "Não é fácil libertar-se do manual de instruções que nos
autoimpomos." Oração subordinada adjetiva restritiva.
C) "Meu paladar deixou de ser monótono: comecei a provar
alimentos que nunca havia provado antes." - Oração
subordinada adverbial temporal.
D) "Já que é improvável que o próximo ano seja diferente
de qualquer outro ano [ ... ]." - Oração subordinada
substantiva subjetiva.
E) "E sinto que é um caminho sem volta." - Oração
subordinada substantiva objetiva direta.
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3. O trecho “Em terra, ele é tratado em refinarias, que
separam desse óleo as frações de gasolina, diesel e gás de
cozinha, entre outros derivados.”, consiste em uma oração
adjetiva restritiva, na medida em que delimita o tipo
específico de refinarias a que se refere o texto.
( ) Certo ( ) Errado
4. Em “o papel do educador é, portanto, o de ajudar o discípulo
a caminhar nesse sentido, despertando sua cooperação para
que ele consiga, por si próprio, iluminar sua inteligência e sua
consciência”, o trecho “para que ele consiga, por si próprio,
iluminar sua inteligência e sua consciência” expressa uma
condição em relação à oração “despertando sua cooperação”.
( ) Certo ( ) Errado
5. No trecho “quanto mais cresce a riqueza, mais aumenta
a péssima distribuição dos bens” expressa uma relação de:
A) comparação.
B) oposição.
C) proporcionalidade.
D) conformidade.
E) alternância.
GABARITO COMENTADO
1. O trecho é composto por uma oração subordinada
adverbial concessiva.
Em "Para enxergarmos de perto objetos ainda menores,
precisamos ampliar nossos sentidos." percebe-se que a
oração subordinada pode possuir tanto valor condicional
como final, a depender da interpretação dada.
Já a frase "Com a ajuda da tecnologia atual, conseguimos
explorar o universo tanto na macro quanto na microescala"funciona como uma oração subordinada adverbial de modo,
indicando de que maneira a ação principal, expressa na
outra parte da frase, é realizada.
GABARITO: ERRADO
2. É uma subordinada adjetiva restritiva.
Meu paladar deixou de ser monótono: comecei a provar
alimentos OS QUAIS nunca havia provado antes.
GABARITO: C
3. Ao observar o trecho, é possível perceber que ele está
isolado entre duas vírgulas e tem a intenção de oferecer uma
explicação para o termo refinarias, dito anteriormente.
Sendo assim, trata-se de uma oração subordinada adjetiva
explicativa, e não restritiva.
GABARITO: ERRADO
4. A relação estabelecida nesse trecho não é de condição,
como afirma a assertiva. A relação, considerando o uso da
conjunção "para que", é de finalidade. O trecho “para que
ele consiga, por si próprio, iluminar sua inteligência e sua
consciência” é uma oração subordinada adverbial final.
GABARITO: ERRADO
5. A expressão "quanto mais" na oração subordinada se
relaciona com o termo "mais" da oração principal.
Essa é uma característica das orações proporcionais.
GABARITO: C
ORAÇÃO SUBORDINADA ADJETIVA
EXPLICATIVA E RESTRITIVA
ORAÇÕES ADJETIVAS (QUE = O QUAL)
As orações adjetivas são iniciadas por pronome relativo,
e podem vir com vírgula ou não. O emprego da vírgula pode
ser livre, muda o sentido. Os pronomes relativos são:
PRONOMES RELATIVOS
O QUAL, A QUAL, OS QUAIS, AS QUAIS
CUJO, CUJA, CUJOS, CUJAS
ONDE, AONDE
QUEM/ QUE = O QUAL
Exemplos:
O professor gosta de alunas estudiosas.
Adjetivo
O professor gosta de alunas que estudam.
Oração sub. adjetiva restritiva
Há coisas que nos comovem.
Oração sub. adjetiva restritiva
ORAÇÃO SUBORDINADA ADJETIVA
EXPLICATIVA COM VÍRGULA
RESTRITIVA SEM VÍRGULA
01. O que não é pronome relativo na opção:
A) Não há mina de água que não o chame pelo nome, com
arrulhos de namorada.
B) Não há porteira de curral que não se ria para ele, com
risadinha asmática de velha regateira.
C) “Me espere em casa, que eu ainda vou dar uma espiada
na novilhada parida da vereda.”
D) “Tenho uma corrente de prata lá em casa que anda atrás
de uma trenheira destas para pendurar na ponta.”
E) “Quem seria aquele sujeito que estava de pé, encostado
ao balcão, todo importante no terno de casimira?”
GABARITO: 01. C
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ORAÇÃO SUBORDINADA ADJETIVA EXPLICATIVA
ISOLADA POR VÍRGULA
Deus, que é nosso pai, talvez me perdoará.
Oração sub. adjetiva explicativa
ORAÇÃO SUBORDINADA ADJETIVA RESTRITIVA
SEM VÍRGULA
Pedra que rola não cria limo.
Oração sub. adjetiva restritiva
SENTIDO DAS ORAÇÕES ADJETIVAS:
Explicativa
O menino, que está sentado, é meu sobrinho.
Restritiva
O menino que está de pé é meu sobrinho.
Observação: A oração explicativa diz respeito ao único
menino. Já na oração restritiva indica que tem mais de um
menino, porém o que está de pé é meu sobrinho, os outros
que estão sentados ou deitados não são meus sobrinhos.
Meu carro, que é 89, está na oficina.
Meu carro que é 89 está na oficina.
O bolo, que é de morango, está na geladeira.
O bolo que é de morango está na geladeira.
Assinale o período em que a supressão da(s) vírgula(s) não
altera o significado da frase:
A) Ontem, a rua estava muito barulhenta.
B) O deputado, que se mudou para a casa ao lado, tem sete
filhos.
C) A mãe da menina, histérica, pedia que alguém a
ajudasse.
D) Maria, vem cá mais tarde.
E) Perdi a paciência com a secretária, que costuma me
desmentir.
GABARITO: A
FUNÇÃO SINTÁTICA DOS PRONOMES RELATIVOS:
Os alunos que são esforçados serão bem-sucedidos.
que são esforçados
Os alunos são esforçados
Este é o terreno que eu lhe desejo doar.
que lhe desejo doar
O terreno que lhe desejo doar.
Desejo doar-lhe o terreno.
Não gostei do espetáculo que assisti.
A que assisti
Ao espetáculo assisti
Asfaltaram o bairro em que moro.
em que moro
no bairro moro
A apostila de que arrancaram a página é minha.
De que arrancaram a página.
Arrancaram a página da apostila.
Agora percebes o bobo que sou.
que sou
Sou bobo.
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1. No trecho “Foi na Constituição de 1891 que, pela primeira
vez, o MP mereceu uma referência no texto fundamental.”,
o vocábulo “que” introduz uma oração subordinada adjetiva
restritiva.
( ) Certo
( ) Errado
2. No trecho “De acordo com os gráficos mostrados a seguir,
dos mais de vinte estados, apenas cinco não mudaram de
posição ao longo do último ano (2022), com destaque para
São Paulo e Santa Catarina, que lideram, assim como Rio de
Janeiro e Roraima, que subiram bastante.”, a oração “que
lideram” explica que, no ranking, São Paulo e Santa Catarina
são os estados que ocupam a primeira e a segunda
colocação, respectivamente.
( ) Certo
( ) Errado
3. No trecho “Com o surgimento da Web 2.0, por
consequência, desenvolve-se a Saúde 2.0, o que permite,
na prática, que os atores da área da saúde interajam em
fóruns virtuais que tratam de assuntos relacionados a
doenças e prognósticos.”, a oração “que tratam de assuntos
sobre doenças e prognósticos” modifica o antecedente
“fóruns virtuais”, restringindo-lhe o domínio referencial a
fóruns virtuais em que se discutem assuntos relacionados a
doenças e prognósticos.
( ) Certo
( ) Errado
4. No trecho “O evento comunitário é uma celebração da
cultura dos imigrantes italianos, que fizeram da região sua
morada. ”, a oração “que fizeram da região sua morada”
(primeiro parágrafo) tem sentido explicativo.
( ) Certo
( ) Errado
5. No trecho “está questionando o empréstimo feito pelo
poderoso Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e
Social (BNDES), que financia projetos de obras públicas na
América Latina.” O segmento “que financia projetos de obras
públicas na América Latina” constitui oração subordinada
adjetiva restritiva.
( ) Certo
( ) Errado
GABARITO COMENTADO
1. O termo "que", exerce função de conjunção subordinada
integrante introduzindo uma oração subordinada adjetiva
explicativa, que pode ser comprovada pela presença da
vírgula.
GABARITO: ERRADO
2. A oração "que lideram" é subordinada adjetiva
explicativa, sendo isolada por vírgula. Ela oferece uma
explicação acerca dos termos retomados pelo pronome
relativo "que", "São Paulo" e "Santa Catarina", ditos antes
do pronome.
GABARITO: CERTA
3. Perceba que a oração subordinada é introduzida por um
pronome relativo, portanto, se trata de uma Oração
Subordinada Adjetiva.
Além disso, a ausência da pontuação apresenta uma
restrição.
Logo, pode-se dizer que há fóruns virtuais que tratam de
assuntos relacionados a doenças e prognósticos e outros fóruns
que tratam sobre outros assuntos.
GABARITO: CERTO
4. A oração "que fizeram da região sua morada.", é uma
oração subordinada adjetiva explicativa, pois tem função de
adjetivo e, como vem separada por vírgula, possui valor
explicativo.
GABARITO: CERTO
5. O segmento em questão constitui uma oração
subordinada adjetiva explicativa, que insere uma explicação
melhor sobre o termo "Banco Nacional de Desenvolvimento
Econômico e Social (BNDES)”. Essa oração, diferentemente
da oração subordinada adjetiva restritiva, que especifica o
termo a que se refere, é separada por vírgula.
GABARITO: ERRADO
ORAÇÕES SUBORDINADAS
SUBSTANTIVAS
1. SUBJETIVA – SUJEITO
2. PREDICATIVA – PREDICATIVO
3. OBJETIVA DIRETA – OBJETO DIRETO
4. OBJETIVA INDIRETA – OBJETO INDIRETO
5. COMPLETIVA NOMINAL – COMP. NOMINAL
6. APOSTIVA – APOSTO
O estudo é bom.
Sujeito VL Predicativo
(?) é bom.
É bom que você estude.
Oração subordinada subst.subjetiva
Ocorreu um acidente.
VI Sujeito
Ocorre que vimos um acidente.
Sujeito
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Pede-se paz.
VTD+SE Sujeito simples
Pede-se que os alunos fiquem em paz.
Oração subord. substantiva subjetiva
Afirma-se que os 15% das patentes produzidas nos EUA
estão no Vale do Silício.
Oração subord. substantiva subjetiva
Meu desejo é lindo.
S. Simples VL predicativo
Meu desejo é que você faça as tarefas.
Oração subord. Substantiva predicativa
Eu desejo o seu olhar.
SS VTD OD
Eu desejo que ela me olhe um dia.
Oração subord. Substantiva objetiva direta
01. “Não permita Deus que eu morra” – a oração em
destaque exerce a função de:
A) sujeito;
B) adjunto adverbial;
C) objeto indireto;
D) objeto direto;
E) complemento nominal.
GABARITO: 01. D
Eu creio em seu olhar.
Ss VTI OI
Eu creio que ela me olhará um dia.
Oração subord. Substantiva objetiva indireta
Todos necessitam de que chegue mais cedo amanhã.
Oração subord. Substantiva objetiva indireta
Eu tenho certeza de minha viagem amanhã.
SS VTD OD CN AAT
Eu tenho certeza de que viajarei amanhã.
Oração subord. subst. completiva nominal
ORAÇÃO SUBORDINADA SUBSTANTIVA APOSITIVA
A oração substantiva apositiva fará a função de aposto na
oração. A única pontuada é a apositiva.
Eu vou contar-lhe uma mentira: que não a amo mais.
Oração subord. Substantiva apositiva
02. Indique a oração apositiva:
A) Ele falou: “eu o odeio”.
B) Não sabemos de você: sei viver sozinho.
C) Sabemos que havia um grande estoque de roupas na
loja, quis ir vê-las: era doida por vestidos novos.
D) Fez três tentativas, aliás, quatro. Nada conseguiu.
E) Havia apenas um meio de salvá-las: falar a verdade.
03. Procurando se ater ao código ora exposto, relacione a
segunda coluna de acordo com a primeira:
A) oração subordinada objetiva direta.
B) oração subordinada completiva nominal.
C) oração subordinada objetiva indireta.
D) oração subordinada subjetiva.
E) oração subordinada predicativa.
(xx) Ninguém desconfiava de que as decisões já estavam
tomadas.
(xx) Chegamos à conclusão de que nosso passeio não
acontecerá.
(xx) O problema é que não confio em você.
(xx) O barulho constante não permite que os moradores
vivam tranquilos.
(xx) Decidiram-se que as novas mercadorias teriam um
novo valor.
04. Assinale a alternativa cuja oração subordinada é
substantiva predicativa.
A) Espero que venhas hoje.
B) O aluno que trabalha é bom.
C) Meu desejo é que te formes logo.
D) És tão inteligente como teu pai.
E) n.d.a.
05. “Pode-se dizer que a tarefa é puramente formal.”
No texto acima temos uma oração destacada que é ___ e
um “se” que é ____.
A) substantiva objetiva direta, partícula apassivadora.
B) substantiva predicativa, índice de indeterminação do
sujeito.
C) relativa, pronome reflexivo.
D) substantiva subjetiva, partícula apassivadora.
E) adverbial consecutiva, índice de indeterminação do sujeito.
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06. Na frase: “Suponho que nunca teria visto um homem”,
a subordinada é:
A) substantiva objetiva direta.
B) substantiva completiva nominal.
C) substantiva predicativa.
D) substantiva apositiva.
E) substantiva subjetiva.
GABARITO: 02. E; 03. C–B–E–A-D; 04. C; 05. D; 06. A
1. No trecho “A diferença é que aqui o tráfico controla
territórios com armamento de guerra”, a oração introduzida
por “que” complementa o sentido do nome “diferença”.
( ) Certo ( ) Errado
2. No período “O esporte nos mostra que não há grandes
campeões que nunca tenham sido derrotados” a oração
subordinada “que não há grandes campeões” exerce a
função sintática de complemento direto da forma verbal
mostra.
( ) Certo ( ) Errado
3. A oração “O mais provável é que a felicidade e a
infelicidade estejam relacionadas a mecanismos cerebrais
mais complexos do que se imagina” é classificada como
subordinada substantiva predicativa.
( ) Certo ( ) Errado
4. Tendo como referência o trecho “Sei perfeitamente que
um idioma é uma coisa viva e pulsante.”, assinale a opção
correta no que diz respeito à classificação da oração “que
um idioma é uma coisa viva e pulsante”:
A) subordinada adverbial final
B) subordinada adjetiva restritiva
C) subordinada substantiva objetiva direta
D) coordenada sindética explicativa
E) subordinada substantiva predicativa
5. “Ele fica perplexo com isso, mas depois descobre que o
verdadeiro amor não vai parar. ” A oração sublinhada é
classificada corretamente como:
A) oração coordenada sindética conclusiva.
B) oração subordinada adverbial condicional.
C) oração subordinada adjetiva restritiva.
D) oração subordinada substantiva objetiva direta.
E) oração subordinada substantiva completiva nominal.
GABARITO COMENTADO
1. A oração "que aqui o tráfico controla territórios com
armamento de guerra” atua como oração subordinada
substantiva predicativa, que atua como predicativo do
sujeito da oração principal "a diferença é".
GABARITO: ERRADO
2. Repare que a forma verbal "mostra" rege objeto direto:
quem mostra, mostra alguma coisa.
Para entender melhor, vamos substituir o trecho iniciado
pelo vocábulo "que", colocando no lugar da oração o
pronome demonstrativo isso.
O esporte nos mostra isso.
Observe que o pronome demonstrativo isso tem a função de
objeto direto; ou seja, a conjunção "que" introduz oração
substantiva objetiva direta. Portanto, a oração objetiva
direta exerce a função sintática de complemento direto da
forma verbal "mostra".
GABARITO: CERTO
3. [1] O mais provável é /que a felicidade e a infelicidade
estejam relacionadas a mecanismos cerebrais mais
complexos/[3] do que se imagina.
A frase analisada apresenta três orações, e nenhuma exerce
função de predicativo do sujeito para a oração principal.
A oração 1 é a oração principal.
A oração 2 é uma oração subordinada substantiva objetiva
direta (introduzida pela conjunção "que").
A oração 3 é classificada como oração subordinada adverbial
comparativa (introduzida pela conjunção "do que").
GABARITO: ERRADO
4. Oração Subordinada Substantiva Objetiva Direta:
funciona como objeto direto da oração principal, a qual
apresenta um VTD ou VTDI, obrigatoriamente.
Sei perfeitamente que um idioma é uma coisa viva e
pulsante.
Sei perfeitamente disso/isso.
Saber (pode ser VTD ou VTDI).
GABARITO: C
5. Vamos trocar o "QUE" por "ISSO", para saber se O.S.S...
Descobre ISSO = verdadeiro amor não vai parar. Concluímos
que se trata de uma oração subordinada substantiva.
Quem descobre, descobre ALGO. Portanto, oração
subordinada substantiva objetiva direta.
GABARITO: D
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CONCORDÂNCIA VERBAL
A concordância verbal é a concordância do verbo com o
sujeito.
Regra Geral
Sujeito simples no singular – verbo no singular
Paulo possui vários sonhos.
Sujeito simples no plural – verbo no plural
Os alunos possuem vários sonhos.
Sujeito composto – verbo no plural
O aluno e a aluna faltaram hoje.
ORAÇÃO SEM SUJEITO
HAVER – NO SENTIDO DE EXISTIR, OCORRER
1º FAZER – TEMPO DECORRIDO
2º FAZER – TEMPO CLIMÁTICO
SER – TEMPO, DATAS E HORAS
AMANHECER – FENÔMENOS DA NATUREZA
Oração sem sujeito – verbo no singular, com exceção do
verbo ser que concorda com o que vem depois.
ORAÇÃO SEM SUJEITO – SEMPRE NO SINGULAR
Há muitos bons alunos aqui.
Deve haver muitos bons alunos aqui.
Faz oito anos que trabalho aqui.
Dever fazer oito anos que trabalho aqui.
Faz verões lindos no litoral brasileiro.
Está fazendo verõeslindos durante todos esses anos.
Era inverno em minha alma.
Eram primaveras incríveis em minha memória.
Hoje é 16 de julho.
Hoje são 16 de julho.
Hoje é dia 16 de julho.
É uma hora.
São duas horas.
Relampejou muito ontem à noite.
Chove lá fora.
Cuidado!!
Relampejaram palavrões no campo de futebol.
Choveram papéis picados na apresentação.
Linguagem denotativa: própria, real
Eu comprei uma flor
Linguagem conotativa: figurada
Você é uma flor
TD + SE – O VERBO CONCORDA COM O SUJEITO
POSPOSTO
Ama-se o bom compromisso.
Amam-se as coisas boas da vida.
Odeiam-se a preguiça e a imoralidade.
VERBO NO SINGULAR
I + SE / TI + SE
O verbo é intransitivo (I) quando está sozinho ou
acompanhado somente de advérbio.
O verbo transitivo indireto (TI) é um verbo que pede
complemento, esse verbo será preposicionado.
Fuma-se.
Fuma-se aqui.
Crê-se em Deus e nos homens.
Necessita-se de operários.
Função sintática do “se”: índice de indeterminação do
sujeito.
01. A educação de tantas crianças miseráveis nos países
pobres nos ____ a pensar que ____ uma relação profunda
entre falta de cultura livresca e saneamento básico a qual os
____ mutuamente dependentes.
A) levam - existe - tornam.
B) leva - existe - torna.
C) levam - existem - tornam.
D) leva - existem - tornam.
02. Não ____ problemas para que ____ tantas falhas e
desentendimentos.
A) devem haver – deixem de existir.
B) deve haver – deixe de existir.
C) deve haver – deixem de existir.
D) devem haver – deixe de existir.
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03. A seguinte frase está plenamente de acordo com as
normas de concordância verbal:
A) No poema de Drummond parece repetir-se alguns
termos do artigo do autor.
B) O autor e uma colega sua incumbiu-se de enviar uma
carta aos amigos do Rio.
C) Na passeata dos estudantes, manifestavam-se protestos
contra a ditadura.
D) Eram de se esperar que houvessem deturpações dos
fatos no noticiário oficial.
E) Depois de ser feito várias cópias, enviei-as aos amigos
do Rio.
GABARITO: 01. B; 02. C; 03 .C
SINÔNIMOS
Sinônimos são palavras parecidas, semelhantes.
Núcleos sinônimos no singular – livre (o verbo pode
tanto ficar no singular como no plural).
Exemplos:
Alegria e felicidade o levou/levaram ao sucesso.
04. Assinale a alternativa que completa, correta e
respectivamente, as lacunas, de acordo com a norma-
padrão escrita da língua portuguesa.
____melhorias nos indicadores socioeconômicos, o que
____ na percepção que os moradores de favelas têm do
lugar que ____.
A) Houve ... repercutiram ... habitam.
B) Houveram ... repercutiram ... habitam.
C) Houve ... repercutiram ... habita.
D) Houveram ... repercutiu ... habita.
E) Houve ... repercutiu ... habitam.
GABARITO: 04. E
A maior parte dos alunos faltou.
A maior parte dos alunos faltaram.
A maioria da classe faltou.
05. Assinale a alternativa em que a concordância está em
conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa.
A) As mensagens de texto tornaram-se frequente em
nossas vidas.
B) Ao ser surpreendido por um telefonema, a pessoa pode
sentir-se invadida.
C) Não reclamei na hora, mas minha reclamação será
enviada por escrito.
D) O peixeiro prefere que os pedidos lhe sejam enviado por
e-mail.
E) Dia após dia, nossos dedos tornam-se demasiadamente
destro nos teclados.
GABARITO: 05. C
SUJEITO COMPOSTO
SUJEITO COMPOSTO, POSPOSTO NÚCLEOS NO
SINGULAR – LIVRE
Passará o céu e a terra.
Passarão o céu e a terra.
O céu e a terra passarão.
1. No trecho “Natural que dos escravos descendam
elementos dos mais fortes e sadios da nossa população.”, a
forma verbal “descendam” concorda com “fortes”.
( ) Certo
( ) Errado
2. No trecho “Para realizar a extração do petróleo, existem
algumas etapas a serem seguidas”, a forma verbal “serem”
em “algumas etapas a serem seguidas”, pode ser
corretamente substituída por “ser”, mantendo-se a correção
gramatical do texto.
( ) Certo
( ) Errado
3. No trecho “Além disso, precisa assegurar-se de que
informou corretamente os seus valores nos relatórios,
atentando-se principalmente para não publicar valores
diferentes para informações que deveriam ser iguais em
diferentes relatórios.”, a forma verbal “deveriam” estabelece
concordância com “valores”.
( ) Certo
( ) Errado
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4. No trecho “Para realizar a extração do petróleo, existem
algumas etapas a serem seguidas, sendo elas: prospecção,
perfuração e a própria extração”, a substituição da forma
verbal “existem” por “tem” acarreta prejuízo para a
concordância verbal.
( ) Certo ( ) Errado
5. No trecho “A norma vale para coletas operadas em outro
país, desde que estejam relacionadas a bens ou serviços
ofertados a brasileiros. Mas há exceções, como a obtenção
de informações pelo Estado para a segurança pública.”, sem
prejuízo da correção gramatical, a forma verbal “há” poderia
ser substituída por:
A) existem.
B) existe.
C) ocorre.
D) têm.
E) tem.
GABARITO COMENTADO
1. A forma verbal “descendam” concorda com “elementos”,
núcleo do sujeito, “elementos dos mais fortes e sadios da
nossa população”.
GABARITO: ERRADO
2. Trata-se de infinitivo preposicionado (a serem). Fica
facultativa a flexão desse infinitivo no plural (serem) para
concordar com seu sujeito semântico presente na oração
precedente (algumas etapas) ou não flexão na forma impessoal
(ser) sem fazer concordância.
GABARITO: CERTO
3. "Informações que deveriam ser iguais em diferentes
relatórios".
Esse "que" é um pronome relativo, ou seja, retoma
"informações". Logo, o verbo ficará no plural.
GABARITO: ERRADO
4. Apesar de ser uso coloquial, o verbo “ter” nesse sentido
está sujeito a uma norma de concordância:
A gramática normativa considera esse do verbo “ter” como
verbo impessoal e, portanto, está sujeito à regra de
concordância dos verbos sem sujeito (deve permanecer em
3ª pessoa singular). Devemos lembrar que a forma sem
acento “tem” corresponde ao singular, enquanto a forma com
acento “têm” corresponde ao plural.
Portanto, a forma “tem”, sem acento, como sugerida na
questão, respeita a norma de concordância verbal, apesar de
estar em um nível informal de linguagem.
GABARITO: ERRADO
5. O verbo “haver” no sentido de existir é impessoal e pode
ser substituído pelo verbo “existir”, entretanto, o verbo
“existir” deve concordar com o seu sujeito. A alteração está
em consonância com as normas gramaticais.
GABARITO: A
CONCORDÂNCIA NOMINAL
Ele agiu com coragem e paciência admirável.
Ele agiu com coragem e paciência admiráveis.
Ela usava vestido e blusa amarela.
Ela usava blusa e vestido amarelo.
Ela usava vestido e blusa amarelos.
Regra: quando o adjetivo vem depois do substantivo:
concorda com o substantivo mais próximo ou vai para o
plural masculino concordando com os dois substantivos.
Avistávamos estranhos homens e mulheres.
Avistávamos estranhas mulheres e homens.
Regra: quando o adjetivo vem antes do substantivo:
concorda com o substantivo mais próximo.
01. Marque a única frase onde a concordância nominal
aparece de maneira inadequada.
A) Obrigava sua corpulência a exercício e evolução forçada.
B) Obrigava sua corpulência a exercício e evolução forçados.
C) Obrigava sua corpulência a exercício e evolução forçadas.
D) Obrigava sua corpulência a forçado exercício e evolução.
E) Obrigava sua corpulência a forçada evolução e exercício.
02. “Noites pesadas de cheiros e calores amontoados...”
Aponte a opção em que, substituídos os substantivos
destacados acima, fica incorreta a concordância de
“amontoado”.
A) odores e brisas amontoadas.
B) brisas e odores amontoadas.
C) nuvens epastéis – pas-téis
carretéis – car-re-téis
céu – céu
herói – he-rói
ATENÇÃO!! HOUVE ALTERAÇÃO ORTOGRÁFICA NAS
PALAVRAS QUE POSSUEM DITONGO NO MEIO. NÃO
POSSUEM MAIS ACENTO, exemplos:
ideia – i-dei-a
joia – joi-a
heroico – he-roi-co
Acentue, ou não, as palavras abaixo e justifique:
rubi:
avaro:
farois:
papeis:
coroneis:
GABARITO:
rubi: ru-bi oxítona terminada em i não tem acento
avaro: a-va-ro paroxítona terminada em O não tem acento
farois: fa-róis ditongo decrescente tem acento
papeis: pa-péis ditongo decrescente tem acento
coroneis: co-ro-néis ditongo decrescente tem acento
HIATO
HIATO AS VOGAIS SE SEPARAM
Exemplos:
hi-a-to
pa-ra-í-so
sa-ú-de
ca-í-da
pi-e-da-de
“I” e “U”
Acentuam o “I” e o “U” tônicos em hiato
Seguidos ou não de “S”
Exemplos:
sa-í-da
fa-ís-ca
ba-ú
ba-ús
Lu-ís
Lu-iz
i-a-te
Eu i-a
Tu i-as
Nós í-a-mos
Observação: no caso “i-a” é uma exceção, pois se o “i”
estiver iniciando a palavra não tem acento.
No caso da palavra “íamos” é proparoxítona.
PAROXÍTONA ANTECEDIDA DE DITONGO
Somente as palavras paroxítonas antecedidas de ditongo
não possuem mais acento, perderam o acento.
Fei-ú-ra (tinha acento)
Fei-u-ra (não possui mais)
Outros exemplos:
Pi-au-í – oxítona
Tui-ui-ú – oxítona
Mai-ús-cu-la – proparoxítona
Acentue, ou não, as palavras abaixo e justifique
todas:
Jau:
policia:
caju:
aneis:
Itau:
colegio:
bambu:
GABARITO:
Jaú: Ja-ú tem acento pois o “U” é tônico em hiato
policia: po-lí-cia ditongo crescente
caju: ca-ju oxítona terminada em U não tem acento
aneis: a-néis ditongo decrescente
Itau: I-ta-ú o U tônico em hiato
colegio: co-lé-gio ditongo crescente
bambu: bam-bu não tem acento, oxítona terminada em U
Português Básico
Acentuam-se as
paroxítonas terminadas
em:
I – IS – UM - UNS – US
L – N – R - X
à – ÃS – ÃO – ÃOS
Acentuam-se as
palavras
terminadas em
DITONGO
CRESCENTE
Proparoxítonas - TODAS
Acentuam-se as
palavras
terminadas em
ÉI/ ÉU/ ÓI
Acentuam-se as oxítonas
terminadas em
A – E – O -EM
Acentuam-se o “I”
e o “U” tônicos em
hiato, seguidos ou
não de “S”
CASOS ESPECIAIS
Nunca se acentua o “i” seguido de NH:
Exemplo: ra-i-nha
CASOS ESPECIAIS
O “i” no início de orações não tem acento.
Exemplos:
Eu i-a
Tu i-as
Ele i-a
Nós í-a-mos (exceção ser proparoxítona)
Vós í-eis (exceção ser paroxítona term. em “is”)
Eles i-am
Observação: a palavra “índio” é ditongo crescente e
recebe o acento.
CASOS ESPECIAIS
As monossílabas tônicas seguem a regra das oxítonas:
Acentuam-se as monossílabas tônicas terminadas
em
A – E – O
Exemplos: chá, fé, dó
Substantivo, adjetivo, verbo e advérbio.
CASOS ESPECIAIS
Os verbos ter e vir fazem o plural com apenas um E
acentuado:
Exemplos:
Ele tem dinheiro.
Eles têm dinheiro.
Ele vem a Franca.
Eles vêm a Franca.
Derivados de ter e vir...
Exemplos:
Seu sonho advém da realidade.
Seus sonhos advêm da realidade.
Atenção!!! Para esses casos o acento é chamado de acento
diferencial, ou seja, para diferenciar o singular do plural e
não entra nas regras de acentuação das monossílabas,
conforme já mencionadas.
CASOS ESPECIAIS
Vogais idênticas perderam o acento, exemplos:
vôo – voo
môo – moo
lêem – leem
vêem – veem (ver)
Acento diferencial – diferenciar o singular do plural,
exemplo:
Ele vem/ Eles vêm
Eles veem/ Ele vê – nesse caso não entra na regra e não
precisamos diferenciar do singular, pois são diferentes.
Ele vê: o “vê” é acentuado pois é monossílabo tônico.
CASOS ESPECIAIS
Eu vou pôr o giz sobre a mesa. (verbo)
Eu vou por um caminho de flores. (preposição)
Ele foi pelo bom caminho.
Ele raspou o pelo do animal.
O professor está em forma de barril porque come sempre
uma fôrma de bolo.
Observação: É opcional colocar acento na palavra “fôrma”
pois dependendo do contexto conseguimos diferenciar o som
da palavra “forma”.
CASOS ESPECIAIS
O verbo “por” segue a regra dos acentos diferenciais
conforme já mencionado.
Hoje ele pode sair. (pode no presente do modo
indicativo)
Ontem ele não pôde. (pôde no pretérito perfeito do
indicativo)
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01. Assinale a série em que todos os vocábulos devem
receber acento gráfico:
A) Troia, item, Venus
B) hifen, estrategia, albuns
C) apoio (subst.), reune, faisca
D) nivel, órgão, tupi
E) pode (pret. perf.), obte-las, tabu
02. Não leva acento:
A) atrai-la
B) supo-la
C) conduzi-la
D) vende-la
E) revista-la
03. Aponte a única série em que pelo menos um vocábulo
apresente erro no que diz respeito à acentuação gráfica:
A) pegada - sinonímia
B) êxodo – aperfeiçoe
C) álbuns – atraí-lo
D) ritmo – itens
E) redimí-la – grátis
04. Quanto à acentuação das palavras, assinale a afirmação
verdadeira.
A) A palavra “tendem” deveria ser acentuada graficamente,
como “também” e “porém”.
B) As palavras “saíra”, “destruída” e “aí” acentuam-se pela
mesma razão.
C) O nome “Luiz” deveria ser acentuado graficamente, pela
mesma razão que a palavra “país”.
D) Os vocábulos “é”, “já” e “só” recebem acento por
constituírem monossílabos tônicos fechados.
E) Acentuam-se “simpática”, “centímetros”, “simbólica”
porque todas as paroxítonas são acentuadas.
GABARITO: 01. B; 02. C; 03. E; 04. B
1. Os vocábulos “homicídios” e “caíram” são acentuados
graficamente de acordo com a mesma regra de acentuação
gráfica.
( ) Certo ( ) Errado
2. As palavras “lá” e “também”, empregadas no último
parágrafo, são acentuadas graficamente em razão de regras
de acentuação distintas.
( ) Certo ( ) Errado
3. O emprego de acento agudo nas palavras “juízo”,
“extraídos” e “período” justifica-se pela mesma regra de
acentuação gráfica.
( ) Certo ( ) Errado
4. Os vocábulos “trás”, “é” e “nós” recebem acento gráfico
em obediência à mesma regra de acentuação.
( ) Certo ( ) Errado
5. O vocábulo “eólica” acentua-se devido à mesma regra de
acentuação que determina o emprego do acento na palavra
A) renovável.
B) elevará.
C) pássaros.
D) carvão.
E) ruído.
GABARITO COMENTADO
1. Na palavra "Ho-mi-cí-dios" aplica-se a regra das
paroxítonas com ditongo.
Na palavra "Ca-í-ram" aplica-se a regra do hiato que corre
quando há duas vogais juntas, se na separação delas for
seguida de I ou U.
GABARITO: ERRADO
2. LÁ= monossílabo terminado em a/as, o/os, e/es, ou em
ditongo aberto EU, OI, EI são acentuados;
TAMBÉM= oxítona terminada em a/e/o/em/ens, ou em
ditongo aberto EU, OI, EI são acentuados.
GABARITO: CERTO
3. Ju-í-zo : acentua-se o "i" e "u" tônicos dos hiatos;
Ex-tra-í-dos: acentua-se o "i" e "u" tônicos dos hiatos;
Pe-rí-o-do: todas as proparoxítonas são acentuadas (aqui
não tem hiato, pois o "i" não está sozinho na sílaba).
GABARITO: ERRADO
4. Os monossílabos tônicos terminados em "a", "e" e "o" são
acentuados.
GABARITO: CERTO
5. E-ó-li-ca → proparoxítona;
Pás-sa-ros → proparoxítona;
Regra: Todas proparoxítonas são acentuadas.
GABARITO: C
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01. Assinale a série em que todos os vocábulos devem
receber acento gráfico:
A) Troia, item, Venus
B) hifen, estrategia, albuns
C) apoio (subst.), reune, faisca
D) nivel, órgão, tupi
E) pode (pret. perf.), obte-las, tabu
02. Não leva acento:
A) atrai-la
B) supo-la
C) conduzi-la
D) vende-la
E) revista-la
03. Aponte a única série em que pelo menos um vocábulo
apresente erro no que diz respeito à acentuação gráfica:
A) pegada - sinonímia
B) êxodo – aperfeiçoe
C) álbuns – atraí-lo
D) ritmo – itens
E) redimí-la – grátis
04. Quanto à acentuação das palavras,brisas amontoadas.
D) nuvens e morros amontoados.
E) morros e nuvens amontoados.
03. Assinale a opção em que a concordância nominal
contraria a norma culta da língua:
A) Uso louça e copo velhos.
B) Uso louça e copo velho.
C) Uso copo e louça velhos.
D) Uso copo e louça velha.
E) Uso copo e louça velhas.
GABARITO: 01. C; 02. B; 03. E
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CASOS ESPECIAIS
BASTANTE
Havia bastante gente.
Pronome indefinido
Havia bastantes alunos.
Pronome indefinido
Os meus alunos de terça e quinta sabem bastante.
Adj. Adv. de intensidade
MEIA
Tomei meia cerveja.
Numeral
Eu e minha mãe tomamos meios cálices de vinho.
Numeral
A moça está meio nervosa.
Adj. Adv. de intensidade
OUTROS CASOS ESPECIAIS
SEM DETERMINANTE:
Cerveja é gostoso no verão.
Dieta é bom para manter a forma.
É proibido entrada.
COM DETERMINANTE:
A cerveja daquela região é ótima.
Esta dieta é boa para manter a forma.
É proibida a entrada.
REVISÃO
CONJUNÇÕES SUBORDINATIVAS
CONJUNÇÕES SUBORDINATIVAS
INTEGRANTES QUE, SE;
CAUSAL PORQUE, UMA VEZ QUE, JÁ QUE, COMO;
COMPARATIVA COMO, TAL QUAL, SEMELHANTE A, IGUAL
A;
CONCESSIVA EMBORA, SE BEM QUE, APESAR DE QUE,
AINDA QUE, POR MAIS QUE;
CONDICIONAL SE, CONTANTO QUE, CASO;
CONFORMATIVA CONFORME, CONSOANTE; COMO;
CONSECUTIVA É O QUE DEPOIS DE TAL, TÃO,
TANTO, TAMANHO;
FINAL A FIM DE QUE, PARA QUE;
PROPORCIONAL À PROPORÇÃO QUE, À MEDIDA QUE;
TEMPORAL QUANDO, ENQUANTO, LOGO QUE, DEPOIS
QUE;
PRONOMES RELATIVOS
O QUAL, A QUAL, OS QUAIS, AS QUAIS
CUJO, CUJA, CUJOS, CUJAS
ONDE, AONDE
QUEM/ QUE = O QUAL
ADVÉRBIOS
De modo bem, mal, mente;
De lugar aqui, ali, lá, perto, longe,
dentro, fora;
De tempo ontem, hoje, amanhã,
agora, cedo, tarde;
De afirmação sim, realmente,
certamente;
De dúvida talvez, provavelmente,
acaso, porventura;
De negação não, nunca, jamais,
(também ideia de tempo);
De intensidade muito, pouco, bastante,
mais, menos, demais;
De interrogação onde, aonde, quando.
PRONOMES INDEFINIDOS
TUDO, NADA, NINGUÉM, ALGUÉM, ALGUM, NENHUM,
TODO, TODA, ALGO, QUALQUER, CADA, VÁRIOS,
OUTRO, OUTREM.
PRONOMES DEMONSTRATIVOS
Próximo de
quem fala
(1ª pessoa)
Próximo de quem
ouve (2ª pessoa)
Longe de quem
fala e ouve
(3ª pessoa)
ESTE ESSE AQUELE
ESTA ESSA AQUELA
ISTO ISSO AQUILO
COLOCAÇÃO PRONOMINAL
(PRÓCLISE, ÊNCLISE E MESÓCLISE)
PRÓCLISE – É O PRONOME ANTES DO VERBO:
Ela não me convidou para a festa.
ÊNCLISE – É O PRONOME DEPOIS DO VERBO:
Deixe-me quieto, mulher!
Observação: não pode iniciar uma oração com o pronome
pessoal do caso oblíquo átono.
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MESÓCLISE – É O PRONOME NO MEIO DO VERBO:
Dar-te-ei um belo presente.
USO DA PRÓCLISE
CONJUNÇÃO SUBORDINATIVA:
Quando a pequena criança me chamou, era tarde.
PALAVRA NEGATIVA:
Nunca lhe disse nada.
PALAVRA QUE:
O rapaz que me cumprimentou é meu irmão.
PALAVRA INDEFINIDA:
Ninguém me dá atenção nesta sala.
PRONOME DEMONSTRATIVO:
Este livro antigo te ajudará.
ADVÉRBIO SEM VÍRGULA:
Ontem a aluna me pediu um pequeno favor.
01. Assinale a alternativa em que a colocação do pronome
destacado está em conformidade com a norma-padrão da
língua portuguesa.
A) O autor disse que iniciou-se no Twitter sua triste saga.
B) O autor nunca viu-se em uma situação parecida.
C) O autor tinha disposto-se a conhecer o estilo de Kristen
Stewart.
D) O autor referiu-se a um site chamado BuzzFeed.
E) O autor não conforma-se com o ocorrido.
GABARITO: 01. D
ORAÇÕES OPTATIVAS:
(frases prontas)
Deus te abençoe.
ORAÇÕES ALTERNATIVAS:
Ora ele me ouvia ora cochilava.
Ou...ou; quer...quer; seja...seja; ora...ora; já...já.
ORAÇÕES EXCLAMATIVAS (!):
Você me assusta!
ORAÇÕES INTERROGATIVAS (?):
Você me chamou?
USO DA ÊNCLISE
Ênclise – pronome depois do verbo NÃO SE INICIA...
Dê-me motivo.
ADVÉRBIO COM VÍRGULA:
Ontem, ela disse-me coisas estranhas.
Observação:
Gerúndio com EM:
Tratando-se de medicina, sou leigo.
Sou leigo, tratando-se de medicina.
Em se tratando de medicina, sou leigo.
USO DA MESÓCLISE:
Futuro do presente
Dar-te-ei um presente.
PRÓCLISE X MESÓCLISE
A regra da próclise prevalece sobre regra da mesóclise.
Dar-te-ei o presente.
Não te darei o presente.
FORMAS NOMINAIS DOS VERBOS
Esses verbos fazem a função de nome.
Infinitivo: verbos que terminam em AR, ER e IR.
Particípio: verbos que terminam em ADO e IDO.
Gerúndio: verbos que terminam em NDO.
O caminhar faz bem à saúde.
O juiz é casado.
Água fervendo queima.
INFINITIVO (R) AMAR
PARTICÍPIO REGULAR (ADO, IDO) AMADO
GERÚNDIO (NDO) AMANDO
Formas nominais
INFINITIVO
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COLOCAÇÃO DO PRONOME OBLÍQUO NA LOCUÇÃO
VERBAL
Locução verbal: dois verbos para transmitir uma única
ideia.
Eu vou falar algumas coisas.
Eu estou falando algumas coisas.
Eu tenho falado algumas coisas.
MÉTODO COMPARATIVO LOC. INFINITIVO
Devo-lhe dizer a verdade.
Devo dizer-lhe a verdade.
Não devo dizer-lhe a verdade.
Não lhe devo dizer a verdade.
MÉTODO COMPARATIVO LOC. GERÚNDIO
Estava-lhe dizendo a verdade.
Estava dizendo-lhe a verdade.
Não lhe estava dizendo a verdade.
Não estava dizendo-lhe a verdade.
Eu lhe devo dizer a verdade.
Eu devo-lhe dizer a verdade.
Eu devo dizer-lhe a verdade.
LOCUÇÃO VERBAL COM VERBO NO PARTICÍPIO
(ado e ido)
Os seus receios haviam se realizado.
Os seus receios se haviam realizado.
Observação: se estivermos trabalhando com uma
conjunção no início da oração (uma das regras de próclise),
temos somente a opção de colocar o pronome antes da
locução verbal, exemplo:
Se ele nos tivesse presenteado, estaríamos felizes.
Loc. verbal
02. Indique a alternativa em que há erro de colocação
pronominal.
A) Ninguém viu-o sair para o trabalho.
B) Alguém o viu sair esta manhã.
C) Não o vejo desde ontem.
D) Foram eles que o viram.
E) Certamente o viram sair esta manhã.
03. Complete a frase: Senhores, _____ quando _______.
A) me avisem, telefonarem-vos.
B) avisem-me, telefonarem-vos.
C) avisem-me, vos telefonarem.
D) me avisem, vos telefonarem.
04. Indique a opção em que há erro na colocação do
pronome oblíquo átono.
A) Tampouco nos visita nas férias.
B) Quem atendeu-lhe?
C) Isto me traz boas recordações.
D) Ainda que nos convidem, será tarde.
E) Cozinhem-lhe o seu prato favorito.
05. Julgue C (certo) ou E (errado) os itens abaixo:
1. ( ) O presente é a bigorna onde se forja o futuro.
2. ( ) Nossa vocação molda-se às necessidades.
3. ( ) Se não fosse a chuva, acompanhar-te-ia.
4. ( ) Macacos me mordam!
5. ( ) Caro amigo, muito lhe agradeço o favor...
6. ( ) Ninguém socorreu-nos naqueles momentos difíceis.
7. ( ) As informações que se obtiveram, chocavam-se entre si.
8. ( ) Quem te falou a respeito do caso?
9. ( ) Não foi trabalhar porque machucara-se na véspera.
10. ( ) Não só me trouxe o livro, mas também me deu presente.
11. ( ) Ele chegou e perguntou-me pelo filho.
12. ( ) Em se tratando de esporte, prefere futebol.
13. ( ) Vamos, amigos, cheguem-se aos bons.
14. ( ) O torneio iniciar-se-á no próximo domingo.
15. ( ) Amanhã dir-te-ei todas as novidades.
GABARITO:
02. A; 03. C; 04. B;
05.1. Certo - 05.2. Certo - 05.3. Certo - 05.4. Certo - 05.5. Certo
05.6. Errado - 05.7. Certo - 05.8. Certo - 05.9. Errado - 05.10.
Certo - 05.11. Certo - 05.12. Certo - 05.13. Certo - 05.14. Certo
05.15. Errado
1. No trecho “Perante a autonomia algorítmicana qual os
sistemas de IA passam a decidir de forma diversa da
programada...”, os termos da expressão “da programada”
poderiam ser flexionados no gênero masculino — do
programado —, sem prejuízo para a correção gramatical do
texto.
( ) Certo
( ) Errado
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2. A correção gramatical estaria mantida se, no trecho “Em
segundo lugar, um mediador cria rituais, momentos e
atmosferas propícias para facilitar os encontros entre livros
e leitores.”, o vocábulo “propícias” fosse substituído por
propícios.
( ) Certo
( ) Errado
3. No trecho “Em uma linha de estudos, um dos fatores
apontados frequentemente como possível solução para a
diminuição da demanda nos tribunais diz respeito aos
mecanismos de resolução alternativa de conflitos.”, a
substituição de “apontados” por apontado comprometeria
a correção gramatical do texto.
( ) Certo
( ) Errado
4. No trecho “...foi utilizado por milhares de conquistadores,
administradores de latifúndios e funcionários coloniais
europeus na Ásia, na África, na América Latina e na
Oceania...”, o termo “europeus” concorda com “milhares”.
( ) Certo
( ) Errado
5. A concordância nominal está corretamente estabelecida
em:
A) Perdi muito tempo comprando aquelas blusas verde-
garrafas.
B) As milhares de fãs aguardavam ansiosamente a chegada
do artista.
C) Comenta-se como certo a presença dele no congresso.
D) As mulheres, por si só, são indecisas nas escolhas.
E) Um assunto desses não deve ser discutido em público.
GABARITO COMENTADO
1. Observe que o termo "programada" se refere ao
substantivo "forma" [da forma programada], o que justifica
a concordância no feminino. Entretanto, ao considerar a
forma "do programado", teremos aí o uso do pronome
demonstrativo "o", contraído com a preposição "de".
Poderíamos interpretar a frase, como:
-> perante a autonomia algorítmica na qual os sistemas de
IA passam a decidir de forma diversa do programado (=
daquilo que foi programado).
Nesse caso, a concordância no masculino também seria
adequada. Veja que a reescrita mantém a correção
gramatical, uma vez que o pronome "o", na contração "do"
[de + aquilo], indica o gênero masculino.
GABARITO: CERTO
2. Veja que o adjetivo "propícias" caracteriza os substantivos
"rituais", "momentos" e "atmosferas". O que está em jogo aqui
é a concordância nominal. Ao substituir "propícias" por
"propícios", a correção gramatical se mantém com base na
seguinte regra:
o adjetivo que se refere a mais de um substantivo de gênero ou
número diferentes, quando posposto, poderá concordar no
masculino plural (concordância mais aconselhada), ou com o
substantivo mais próximo.
Veja que a gramática permite a concordância no masculino
plural. Nesse caso, a substituição pelo vocábulo "propícios"
mantém a correção gramatical.
GABARITO: CERTO
3. Quando o sujeito é formado pela expressão "um dos
que", pode haver concordância tanto no singular quanto
no plural. Veja: um dos fatores apontado / um dos fatores
apontados.
GABARITO: ERRADO
4. O adjetivo "europeus" está no plural porque funciona
como adjunto adnominal do substantivo "funcionários", o
qual é núcleo do agente da passiva.
GABARITO: ERRADO
5. 'Um assunto desses' é o mesmo que dizer: 'Um daqueles
meninos venceu o campeonato' ou 'Um daqueles alunos
passará no concurso'.
A frase está falando que de todos esses assuntos, apenas
um não deve ser discutido em público. O pronome desses é
um complemento nominal do sujeito 'um assunto'.
GABARITO: E
PONTUAÇÃO
PONTO FINAL
E o sinal que marca maior pausa.
Quando se usa:
Para indicar o fim de oração absoluta ou de período:
Olívia adora seu cachorro de nome Google.
Nas abreviaturas:
apart. = apartamento:
av. = avenida.
sec. = secretário.
PONTO E VÍRGULA
Indica uma pausa maior do que a vírgula e um pouco mais
breve do que o ponto final, sem, contudo, encerrar o
período. Vejam o emprego:
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Separar orações de um período relativamente
extenso, sobretudo se uma das orações já possuir
vírgula:
"Nem todos se esforçam na vida, como gostariam os
mestres, nem todos são ociosos, como dizem a maioria;
existem pessoas comuns em todos os lugares.”
Facultativamente, em orações coordenadas sindéticas
adversativas:
Se você não crê em mim tudo bem; mas o certo é que o
estudo é o melhor caminho.
Para separar orações coordenadas sindéticas
conclusivas (com as conjunções pospostas ao verbo):
Ele estudou muito; passará, pois, nos exames.
Para separar os artigos de decretos, sentenças,
petições, etc.:
"Art. 163. Lei complementar disporá sobre:
I — finanças públicas;
II — dívida pública externa e interna, incluída a das
autarquias, fundações e demais entidades controladas pelo
Poder Público;”
PONTO DE INTERROGAÇÃO
Emprega-se no fim das interrogações diretas.
Por que você chegou tão tarde?
PONTO DE EXCLAMAÇÃO
Emprega-se esse ponto:
Quando se quer exprimir: surpresa, entusiasmo, horror,
ordem, súplica:
Meu Deus, você me assusta!
Podemos também usar de forma simultânea os pontos
de interrogação e de exclamação, independente de
sua ordem:
O que os professores têm a ver com isso?!
DOIS-PONTOS
Os dois-pontos assinalam uma pausa maior que a vírgula,
indicando que a frase não está concluída.
Empregam-se nos seguintes casos:
Para indicar uma citação alheia ou própria:
O ditado popular diz: comer e coçar é só começar.
Antes de uma enumeração ou explicação:
Eles estudaram vários conteúdos, a saber: matemática,
língua portuguesa e atualidades.
Para indicar, no discurso direito, a fala dos
personagens:
Um diretor pergunta a outro:
— Quem é o rapaz de branco?
— Um velho professor...
TRAVESSÃO
Usa-se o travessão para:
Indicar mudança de interlocutor no diálogo:
— Quantas pessoas virá à festa?
— Só duas?
Colocar em evidência uma frase, expressão ou palavra:
Paulo – aluno do Brabo – foi aprovado em terceiro lugar.
RETICÊNCIAS
As reticências são empregadas para indicar a
interrupção da frase, sugerindo:
a) dúvida, hesitação, surpresa:
Imagine se o professor de português entra na sala bradando
por...por...aumento salário.
b) A supressão de trechos de texto. Nesse caso, as
reticências ficam entre parênteses:
“(...)
Quero vivê-lo em cada vão momento”
ASPAS
Usam-se as aspas para:
Indicar uma citação:
Segundo o poeta Carlos de Assumpção: “a poesia tem
muitas funções sociais, dentre elas, combater o racismo.”
Destacar palavra ou expressão que se queira dar
especial relevo na frase, por exemplo, palavras
estrangeiras, arcaísmos, neologismos (palavras
recém-criadas ou que adquirem um novo significado),
termos de gírias, etc.:
Infelizmente as crianças adoram “games” violentos.
Por onde você andava, “mano”?
Quando já figuram aspas numa citação ou transcrição,
empregam-se as aspas simples:
O cartaz do evento estava escrito: “ao final de todas as
palestras, todas as pessoas participantes estão convidadas
para um ‘coffee break’ no hall do hotel”. Por isso, não precisa
preocupar-se com o jantar.
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PARÊNTESES
Separar uma reflexão, um comentário, uma explicação:
Ninguém sabia que o mundo ia acabar
(apenas uma criança percebeu, mas ficou calada).
Encerrar a citação de nome de autores e as
referências bibliográficas:
"Pouco depois, tendo despido o pijama, dirigiu-se ao banheiro
para tomar um banho, mas a mulher já se trancara lá dentro."
(Fernando Sabino, O Homem Nu)
COLCHETES
Os colchetes são uma variante dos parênteses, sendo muito
restrito o seu emprego. Usam-se, portanto, nos seguintes casos:
Para introduzir num texto uma observação de
natureza esclarecedora:E de O Boca do Inferno [pseudônimo de Gregório de Matos
Guerra] o poema Cidade da Bahia.
Para isolar o termo latino “sic” (assim), identificando
que uma expressão que possa parecer errada ou
estranha foi dita ou escrita daquela maneira.
Caminhar per [sic] caminhos longos não foi sua intenção.
Indicar os sons da fala em fonologia:
Mel [mew], [bêy]
Observação: nos casos citados, os colchetes podem
ser substituídos por parênteses, o que é mais comum.
1. (BB) Pontuação correta:
A) A citação é antiga; ‘Trabalhar para progredir’.
B) Leia dois autores,por exemplo: Machado e Aluísio.
C) Sempre aconselhou; aos mais novos: lutem pela vida.
D) Primeira regra do jogo, respeitar; o adversário.
E) Amado e Osman: escritores brasileiros: Camilo, português.
2. (Fuvest-SP) "Podem acusar-me: estou com a
consciência tranquila."
Os dois-pontos (:) do período acima poderiam ser
substituídos por vírgula, explicitando se o nexo entre as
orações pela conjunção:
A) portanto.
B) e.
C).como.
D).pois.
E) embora.
3. Assinale o período de pontuação correta:
A) Já se vai embora? Perguntou, ele, ao moço, quando o viu
tirar, o casaco, do cabide.
B) Já? Se vai embora? Perguntou ele ao moço quando, o viu
tirar o casaco do cabide.
C) Já se vai embora? Perguntou ele ao moço, quando o viu
tirar o casaco do cabide.
D) Já se vai, embora, perguntou ele? Ao moço quando o viu
tirar o casaco do cabide.
E) Já se vai embora, perguntou ele ao moço? Quando o viu
tirar o casaco do cabide.
GABARITO: 01. B – 02. D – 03. C
1. No trecho “. Entretanto, os corpos dissecados da
exposição, apresentados esfolados ou fatiados, inteiros ou
em partes, eviscerados ou não, e tematicamente
organizados em sistemas — esquelético, muscular, nervoso,
respiratório, digestório, excretor, reprodutor, circulatório —
eram tratados como objetos de “arte”. ”, as aspas no
vocábulo ‘arte’ indicam o questionamento feito pelo autor a
respeito de corpos dissecados constituírem objetos de arte.
( ) Certo ( ) Errado
2. No trecho “Em sua carreira, percorreu três estações: a de
agitador de ideias por meio dos ensaios jornalísticos; a de
professor e pesquisador no campo da sociologia; a de
professor de literatura comparada e do invento literário, na
qual se notabilizou convertendo a crítica literária em forma de
criação cultural e em ramo da literatura. ”, o termo “estações”
restringe a interpretação dos termos enumerados após os
dois-pontos a uma sequência cronológica.
( ) Certo ( ) Errado
3. No trecho “Sob um olhar semântico, dizer “compartilhei
fake news de alguém” não carrega qualquer sentimento de
culpa, ou se carrega, ela é mínima. Agora, dizer “cometi um
crime contra honra” já traz outras implicações, não só de
ordem jurídica, mas também de grande responsabilidade
pessoal.”, feitas as devidas alterações de maiúsculas e
minúsculas, o ponto final empregado logo após “ela é mínima”
poderia ser corretamente substituído por ponto e vírgula.
( ) Certo ( ) Errado
4. No trecho “Desse modo, a aposentadoria pode ser
interpretada de duas formas: a positiva e a negativa.”, O
sinal de dois-pontos empregado após “duas formas”
introduz um(a):
A) citação.
B) conclusão.
C) diálogo.
D) enumeração.
E) concessão.
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5. No trecho “O terror manda cumprir esses julgamentos, mas
no seu tribunal todos os interessados são subjetivamente
inocentes: os assassinados porque nada fizeram contra o
regime, e os assassinos porque realmente não assassinaram,
mas executaram uma sentença de morte pronunciada por um
tribunal superior.”, os dois-pontos empregados após
“inocentes” introduzem uma:
A) conclusão.
B) citação.
C) Consequência.
D) explicação.
E) síntese.
GABARITO COMENTADO
1. As aspas foram utilizadas para colocar em evidência um
termo que retoma outras informações. A intenção do autor foi
a de destacar o termo "arte" como uma metáfora para dizer
que dissecar corpos é uma arte.
GABARITO: CERTO
2. Após os dois-pontos aparecem as explicações acerca das
três estações.
GABARITO: ERRADO
3. O sinal de ponto final empregado após "ela é mínima"
poderia ser corretamente substituído por ponto e vírgula,
desde que a palavra agora passasse a ser iniciada com letra
minúscula. Isso se torna possível porque os dois períodos
expressam uma relação de continuidade entre si, visto que
desenvolvem assuntos acerca de um mesmo tema.
GABARITO: CERTO
4. O sinal de dois-pontos empregado no período citado está
introduzindo uma enumeração, indicando as possibilidades de
interpretação da “aposentadoria”, que pode ser “positiva” ou
“negativa”.
GABARITO: D
5. O termo introduzido pelo sinal de pontuação dois-pontos
mostra uma explicação porque esclarece o termo anterior,
informando por que todos os interessados presentes no tribunal
são considerados inocentes. O termo explicativo mostra por
que assassinados e assassinos são considerados inocentes,
explicando e detalhando o que foi dito anteriormente.
GABARITO: D
VÍRGULA
NÃO SE USA VÍRGULA
Sujeito – verbo – OD – OI – adj. Adnominal
O rapaz comprou um carro para seu irmão.
01. Das redações abaixo, assinale a que não está pontuada
corretamente:
A) Os candidatos, em fila, aguardavam ansiosos o resultado
do concurso.
B) Em fila, os candidatos, aguardavam, ansiosos, o
resultado do concurso.
C) Ansiosos, os candidatos aguardavam, em fila, o
resultado do concurso.
D) Os candidatos ansiosos aguardavam o resultado do
concurso, em fila.
E) Os candidatos aguardavam ansiosos, em fila, o resultado
do concurso.
GABARITO: 01. B
APOSTO – EXPLICA
Maria foi aprovada no concurso.
Maria, aluna do Brabo Concursos, foi aprovada.
VOCATIVO – CHAMA
Maria, venha estudar para o concurso.
Venha, Maria, estudar para o concurso.
Venha estudar para o concurso, Maria.
Assinale a alternativa em que o texto reescrito está correto
quanto ao emprego da vírgula.
A) Um remédio simples, o omeprazol, criado por um
laboratório farmacêutico, resolve, em poucos dias,
úlceras que duravam décadas.
B) Um remédio simples o omeprazol, criado por um
laboratório farmacêutico resolve em, poucos dias,
úlceras que duravam décadas.
C) Um remédio simples, o omeprazol, criado por um
laboratório farmacêutico, resolve em poucos dias úlceras
que, duravam décadas.
D) Um remédio simples, o omeprazol criado por um
laboratório, farmacêutico, resolve em poucos dias,
úlceras que duravam, décadas.
E) Um remédio, simples o omeprazol, criado por um
laboratório farmacêutico, resolve em poucos dias
úlceras, que duravam décadas.
GABARITO: A
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ADJUNTO ADVERBIAL – INTERCALADO
Maria, naquele dia, estudou mais.
Naquele dia, Maria estudou mais.
Maria estudou mais naquele dia.
Maria estudou mais, naquele dia.
Maria, ontem, estudou mais.
Ontem, Maria estudou mais.
Ontem Maria estudou mais.
Maria estudou mais ontem.
Com relação à pontuação, segundo a norma culta, todas
as alternativas abaixo estão corretas, EXCETO em:
A) Havia cientistas americanos, japoneses, ingleses e
franceses envolvidos naquele projeto.
B) Todos ficaram muito felizes com os resultados do
evento; a família dela, muito mais.
C) Lia Medeiros, o povo brasileiro ficou muito orgulhoso de
você.
D) Logo pela manhã, a notícia do buraco negro já se
espalhava por toda sociedade científica.
E) Muitos cientistas estrangeiros que participaram do
projeto, não compareceram à festa.
GABARITO: E
CONJUNÇÕES COORDENATIVAS
ADITIVAS
E, NEM, TAMBÉM,
NÃO SÓ... MAS TAMBÉM;
(Regra geral, SEM vírgula)
ALTERNATIVAS
OU...OU,
QUER...QUER, SEJA...SEJA,
ORA...ORA,
JÁ...JÁ;
(uso de vírgula, LIVRE)
ADVERSATIVAS
MAS, PORÉM, CONTUDO, TODAVIA,
NO ENTANTO, ENTRETANTO;(uso de vírgula, OBRIGATÓRIO)
CONCLUSIVAS
LOGO, PORTANTO,
POR ISSO;
(uso de vírgula, OBRIGATÓRIO)
EXPLICATIVAS
ISTO É, POR EXEMPLO, A SABER,
POIS.
(uso de vírgula, OBRIGATÓRIO)
CONJUNÇÕES E VÍRGULAS
Ele estudou muito e aprendeu bastante.
Ele olhou, observou, e sua esposa o enquadrou.
01. Falando sobre uma passeata em São Paulo, um jornal
paulista escreveu o seguinte:
“Os alunos iam à frente da passeata, e os professores
seguiam atrás”.
A vírgula, nesse caso,
A) tem emprego incorreto, pois não se emprega vírgula
antes da conjunção coordenativa aditiva.
B) tem emprego incorreto, pois, nesse caso, não há
qualquer interrupção na leitura que demonstre pausa.
C) tem emprego adequado, pois o sujeito da segunda
oração não é o mesmo da anterior.
D) mostra correção, pois a nova frase tem valor explicativo
da primeira.
E) está bem empregada, pois a segunda frase indica
mudança de pensamento.
02. A frase do texto que permanece correta após o
acréscimo das vírgulas está em:
A) Quando meu médico me receita, um remédio e, eu
começo a ler a bula, fico logo aflito.
B) Aqui na bula diz, que não posso, dirigir trator nem andar
a cavalo!
C) Estou a salvo porque não existe a menor possibilidade
de, em São Paulo, eu dirigir um trator nem subir num
manga-larga.
D) Todo remédio, que tomo pode causar, problemas sérios
aos pacientes.
E) O único alívio que sinto, é quando vejo na bula que,
ingerindo tal remédio eu não posso dirigir trator, nem
andar a cavalo.
03. Assinale a alternativa em que a frase:
O Ministério da Saúde promove anualmente uma campanha
de vacinação contra a gripe no país.
Permanece correta após nova pontuação.
A) O Ministério da Saúde promove anualmente, uma
campanha. De vacinação contra a gripe no país.
B) O Ministério da Saúde promove, anualmente, uma
campanha de vacinação contra a gripe no país.
C) O Ministério da Saúde promove, anualmente uma
campanha de vacinação, contra a gripe no país.
D) O Ministério da Saúde, promove anualmente uma
campanha de vacinação. Contra a gripe no país.
E) O Ministério da Saúde, promove anualmente, uma
campanha de vacinação contra a gripe no país.
GABARITO: 01. C; 02. C; 03. B
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Observação:
Ele estudou, pois foi bem na prova.
explicativa
Ele irá bem na prova; estudou, pois.
conclusiva
1. No trecho “Com isso, trouxe o aumento de pena para os
atos de maus-tratos, ferimentos, mutilações, entre outros,
contra cães e gatos.”, a supressão das vírgulas que isolam
a expressão “entre outros” manteria a correção gramatical
do texto.
( ) Certo ( ) Errado
2. A inserção da vírgula logo após “íntimos”, no trecho
“esses adultos íntimos que deram vida às páginas de um
livro”, não incorreria em erro gramatical, pois, com ela, a
oração “que deram vida às páginas de um livro” se tornaria
explicativa.
( ) Certo ( ) Errado
3. Estariam mantidas a coerência e a correção gramatical do
texto se, no trecho “Com efeito, o tom geral daqueles que
defendem essas exposições apela para a utilidade educativa
de se usarem corpos humanos reais, dissecados e
modelados, em posições didáticas, pois essa técnica
possibilita o acesso a “espécimes” cuja riqueza de detalhes
e de informações era antes acessível apenas aos
anatomistas.”, a conjunção “pois” fosse suprimida e, em
seguida, a vírgula empregada após “didáticas” fosse
substituída por dois-pontos.
( ) Certo ( ) Errado
4. Estaria preservada a correção gramatical do texto caso
os travessões empregados em “A regulamentação do
direito quilombola — reconhecido no artigo 68 do Ato das
Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT) da
Constituição Federal de 1988 (CF) — passou anos sem
qualquer instrumento legal de abrangência nacional que
guiasse sua efetivação.”, fossem substituídos por
vírgulas.
( ) Certo ( ) Errado
5. No trecho “Viemos de uma imensa explosão, o big bang”,
na expressão “big bang” a vírgula foi empregada com a
finalidade de:
A) separar termos coordenados.
B) introduzir uma oração adjetiva explicativa.
C) indicar a elipse de um termo.
D) assinalar uma intercalação.
E) introduzir um aposto.
GABARITO COMENTADO
1. A expressão "entre outros" é uma expressão explicativa,
um tipo de expressão em que há previsão de isolamento por
vírgulas.
GABARITO: ERRADO
2. A oração em destaque qualifica o substantivo "adultos". Esse
é o papel das orações adjetivas. Nesse tipo de oração, é
importante destacar que o emprego ou não da vírgula marca
uma alteração semântica: as restritivas não são separadas por
vírgula (justamente para deixar claro que o significado da
adjetivação é restrito ao elemento que antecede) e as
explicativas são separadas por vírgulas (a exemplo do aposto).
GABARITO: CERTO
3. Os dois-pontos (:) podem ser usados para introduzir uma
explicação, como é o caso do trecho analisado.
A conjunção explicativa POIS pode ser substituída pelos dois-
pontos, que a semântica e correção gramatical será mantida.
GABARITO: CERTO
4. O termo isolado por travessões exerce a função sintática
de aposto explicativo, oferecendo um detalhamento acerca
de outro termo da oração, "direito quilombola", mencionado
anteriormente. O aposto explicativo pode ser isolado por
vírgulas, travessões ou parênteses. Quando está em forma
de oração, pode, ainda, ser isolado por dois-pontos.
GABARITO: CERTO
5. O aposto é um termo usado para explicar, resumir ou
comentar um termo anterior. Para isso, o aposto pode aparecer
entre vírgulas, isolando o termo do restante da oração.
GABARITO: E
INTERPRETAÇÃO DE TEXTO
Compreensão de textos: é a decodificação da mensagem,
é analisar o que está explícito no texto.
Interpretação de textos: é a interpretação que fazemos
do conteúdo, ou seja, quais conclusões chegamos por meio
da conexão de ideias e, por isso, vai além do texto.
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Linguagem coloquial: é uma linguagem mais despojada,
mais comum, do dia a dia.
Norma culta: é mais usada para um texto informativo,
dissertativo.
Linguagem literária: é a linguagem que exige mais
interpretação.
SÃO MARCOS
Paz.
E, pois, foi aí que a coisa se deu, e foi de repente como uma
pancada preta, vertiginosa, mas batendo de grau em grau
- um ponto, um grão, um besouro, um anu, um urubu, um
golpe de noite... E escureceu tudo.
Nem houve a qualquer coisa que de regra se conserva sob
as pálpebras, quando uma pessoa fecha os olhos: poento o
bumbramento róseo de dia, tênue tecido alaranjado, passando
em fundo preto, de noite, à luz. Mesmo no escuro de um foco
que se apaga, remanescem seus vestígios, uma vaga via láctea
a escorrer, mas, no meu caso nada havia. Era a treva, pesando
e comprimindo absoluta.
Como se eu estivesse preso no compacto de uma
montanha, ou se muralha de fuligem prolongasse o meu corpo.
Pior do que uma câmera escura. Ainda pior do que o último
salão de uma gruta, com os archotes mortos.
Devo ter perdido mais de um minuto, estuporado. Soergui-
me, tonteei. Apalpei o chão. Passei os dedos pelos olhos,
repuxei a pele – para cima, para baixo, nas comissuras – e
nada! Então pensei em um eclipse totalitário, em cataclismos,
no fim do mundo.
Continuava, porém, a debulha de trilos dos pássaros: o
patativo, cantando clássico na borda da mata; mais longe, as
pombas cinzentas, guaiando soluços e, aqui ao lado, um
araçari, que não musica: ensaia e reensaia discursos irônicos,
que vai taquigrafando com esmero, de ponta de bico na casca
da árvore, o pica-pau chanchã.
E esse eu estava adivinhando: rubro-verde, vertical,
topetudo, grimpando pelo tronco da imbaúba, escorando-se na
ponta do rabo também. Taquigrafa, sim, mas, para tempo não
perder, vai comendooutrossim as formiguinhas tarus, que
saem dos entrenós da imbaúba, aturdidas pelo rataplã.
E, pois, se todos continuavam trabalhando, bichinho
nenhum tivera seu susto.
Portanto...estaria eu...
Texto Literário Texto Não Literário
A linguagem usada é de
conteúdo subjetivo, possui
emoções e valores do autor,
usando, muitas vezes o eu
lírico para isso.
Uso da linguagem
impessoal, objetiva.
Emprego da linguagem
conotativa, portanto
utilização de figuras.
Linguagem denotativa.
Linguagem poética,
modificação da realidade de
forma lírica.
Representação da
realidade.
Escolha preciosa das
palavras.
Prioriza o conteúdo
informativo.
Ora, sempre que surge uma nova técnica, ela quer
demonstrar que revogará as regras e coerções que
presidiram o nascimento de todas as outras invenções do
passado.
Ela se pretende orgulhosa e única. Como se a nova
técnica carreasse com ela, automaticamente, para seus
novos usuários, uma propensão natural a fazer economia de
qualquer aprendizagem. Como se ela se preparasse para
varrer tudo que a precedeu, ao mesmo tempo,
transformando em analfabetos todos os que ousassem
repeli-la.
Fui testemunha dessa mudança ao longo de toda a
minha vida. Ao passo que, na realidade, é o contrário que
acontece.
Cada nova técnica exige uma longa iniciação numa nova
linguagem, ainda mais longa na medida em que nosso
espírito é formatado pela utilização das linguagens que
precederam o nascimento da recém-chegada.
ECO, U.; CARRIÈRE, J.-C. Não contem com o fim do livro. Rio de
Janeiro: Record, 2010 (adaptado)
01. O texto revela que, quando a sociedade promove o
desenvolvimento de uma nova técnica, o que mais impacta
seus usuários é a:
A) dificuldade na apropriação da nova linguagem.
B) valorização da utilização da nova tecnologia.
C) recorrência das mudanças tecnológicas.
D) suplantação imediata dos conhecimentos prévios.
E) rapidez no aprendizado do manuseio das novas invenções.
Vida ao natural
Pois no Rio tinha um lugar com uma lareira. E quando
ela percebeu que, além do frio, chovia nas árvores, não pôde
acreditar que tanto lhe fosse dado. O acordo do mundo com
aquilo que ela nem sequer sabia que precisava como numa
fome.
Chovia, chovia. O fogo aceso pisca para ela e para o
homem. Ele, o homem, se ocupa do que ela nem sequer lhe
agradece; ele atiça o fogo na lareira, o que não lhe é senão
dever de nascimento. E ela – que é sempre inquieta,
fazedora de coisas e experimentadora de curiosidades – pois
ela nem lembra sequer de atiçar o fogo; não é seu papel,
pois se tem o seu homem para isso.
Não sendo donzela, que o homem então cumpra a sua
missão. O mais que ela faz é às vezes instigá-lo: “aquela
acha*”, diz-lhe, “aquela ainda não pegou”. E ele, um
instante antes que ela acabe a frase que o esclareceria, ele
por ele mesmo já notara a acha, homem seu que é, e já está
atiçando a acha.
Não a comando seu, que é a mulher de um homem e que
perderia seu estado se lhe desse ordem. A outra mão dele,
a livre, está ao alcance dela. Ela sabe, e não a toma. Quer
a mão dele, sabe que quer, e não a toma. Tem exatamente
o que precisa: pode ter.
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Ah, e dizer que isto vai acabar, que por si mesmo não
pode durar. Não, ela não está se referindo ao fogo, refere-
se ao que sente. O que sente nunca dura, o que sente
sempre acaba, e pode nunca mais voltar. Encarniça-se então
sobre o momento, come-lhe o fogo, e o fogo doce arde,
arde, flameja.
Então, ela que sabe que tudo vai acabar, pega a mão
livre do homem, e ao prendê-la nas suas, ela doce arde,
arde, flameja.
(Clarice Lispector, Os melhores contos [seleção Walnice Nogueira
Galvão], 1996)
02. No conto, o narrador explora a ideia de:
A) fugacidade do sentimento.
B) desapego da vida ao natural.
C) desalento dos apaixonados.
D) questionamento da liberdade.
E) inversão de papéis de gênero.
GABARITO: 01. A; 02. A
São textos literários:
▪ os poemas;
▪ os romances;
▪ os contos;
▪ as novelas;
▪ as lendas;
▪ as fábulas;
▪ as crônicas;
▪ as peças de teatro;
▪ as letras de músicas;
Com a corda mi
Do meu cavaquinho
Fiz uma aliança pra ela
Prova de carinho
Quanta serenata
Eu tive que perder
O meu cavaquinho já não pode mais gemer
Quanto sacrifício
eu tive que fazer
Para dar a prova pra ela
Do meu bem querer
São textos não literários:
▪ as notícias;
▪ as reportagens;
▪ as entrevistas;
▪ as cartas comerciais;
▪ os artigos científicos;
▪ os livros didáticos;
▪ os manuais de instrução;
▪ os dicionários;
▪ as enciclopédias;
▪ as receitas de culinária;
▪ as guias de beleza;
▪ as bulas de remédio;
TEXTOS VERBAIS, NÃO VERBAIS
“A Liberdade Guiando o Povo“, de Eugène Delacroix.
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Observação: intertextualidade é um texto dentro de outro
texto.
03. O gênero textual propaganda, apresentado como texto-
base para questão, foi apresentado de modo a predominar
A) a linguagem verbal.
B) a linguagem não verbal.
C) a linguagem mista.
D) o Arcaísmo.
E) o Neologismo.
04.
As informações da charge permitem concluir corretamente que:
A) o cenário econômico opõe-se à condição de miséria da
personagem.
B) a situação de miséria da personagem passa
despercebida por todos.
C) o desinteresse da personagem por um emprego levou-a
à miséria.
D) a personagem ficou miserável em decorrência da falta de
emprego.
E) a mudança na conjuntura econômica ajudou a vida da
personagem.
05.
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Campanhas publicitárias podem evidenciar problemas:
A) Alertar os homens agressores sobre as consequências de
seus atos.
B) Conscientizar a população sobre a necessidade de
denunciar a violência doméstica.
C) Instruir as mulheres sobre o que fazer em casos de
agressão.
D) Despertar nas crianças a capacidade de reconhecer atos
de violência doméstica.
E) Exigir das autoridades ações preventivas contra a
violência doméstica.
GABARITO: 01. A; 02. A; 03. C; 04. D; 05. B
PRESSUPOSTO E SUBENTENDIDO
INFORMAÇÕES LITERAIS E INFERÊNCIAS POSSÍVEIS
Pressuposto: análise prévia do texto
Subentendido: inferir do texto
Informações literárias: aquilo que está no texto
PRESSUPOSTO
Marco deixou de beber refrigerante.
Pressuposto:
Marco bebia refrigerante.
Algumas palavras (índices) indicam a mensagem adicional
nos pressupostos:
Verbos que podem indicar: mudança, continuidade,
término, etc.
Marco continua bebendo refrigerante.
(pressuposto – Marco já bebia refrigerante anteriormente.)
Alguns adjuntos adverbiais:
Marco ainda dá aula no Brabo Concursos
(pressuposto – Marco continua dando aula para o mesmo
curso.)
O salário do professor aumentou novamente.
(pressuposto – o salário do professor já havia aumentado.)
Alguns adjetivos:
Torcedores violentos interromperam a partida de futebol.
(pressuposto – Há torcedores violentos.)
(pressuposto – Existia uma partida de futebol.)
SUBENTENDIDO
As informações subentendidas dependerão do contexto ou
da capacidade de interpretação do leitor ou ouvinte. Não
existem marcas linguísticas.
Professor, o senhor já viu as horas?
(Pode-se subentender que a aula já deveria ter terminado
ou que ele (o professor) havia pedido para lembrá-lo da hora
do término da aula, por exemplo.)
Marco adquiriu outro notebook.
1) O anterior quebrou.
2) O anterior está ultrapassado.
3) O anterior foi perdido.
Você não é obrigado a ficar na sala de aula.
1) O aluno já assistiu àquela aula.
2) O aluno não tem interesse.
3) O comportamento de uma determinada pessoa não
condiz com o exigido.
Marco só bebe refrigerante zero.
1) Quer cuidarda saúde.
2) Prefere o sabor do refrigerante zero.
3) Possui diabetes.
06. Considere o trecho reproduzido abaixo.
“Distritos residenciais foram erguidos cada vez mais
distantes das áreas centrais, onde tradicionalmente estão os
postos de trabalho. O movimento pendular entre moradia e
emprego tornou-se obrigatório para milhões de habitantes.”
Em relação às informações implícitas, é correto afirmar que
nele existem:
A) um subentendido marcado linguisticamente e um
pressuposto sem marcação linguística.
B) dois subentendidos marcados linguisticamente.
C) dois pressupostos marcados linguisticamente.
D) um pressuposto sem marcação linguística e um
subentendido marcado linguisticamente.
Em tempos de crise, os sábios constroem pontes, enquanto
os tolos constroem muros.
07. Sabendo-se que os pressupostos e subentendidos são
informações implícitas em um texto, não expressas
formalmente, apenas sugeridas por marcas linguísticas ou
pelo contexto, analise as afirmações a seguir.
I. A pressuposição está na ideia de que, em tempo de
harmonia e paz, os sábios e os tolos não são construtivos
para a sociedade. E o que está subentendido é que só
parecem para atuar na sociedade no momento oportuno.
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II. A pressuposição está na ideia de que os sábios e os tolos
são proativos quando é necessário. E o que está
subentendido é que os tolos, visto que são tolos, sabotam a
sociedade, promovendo problemas.
III. A pressuposição está na ideia de que, em tempos de
crise, os sábios tentam transformar problemas em soluções;
enquanto os tolos patrocinam mais problemas. E o que está
subentendido é que, em uma sociedade, há muitas pessoas
despreparadas para empreender e outras preparadas para
conviver.
Assinale:
A) se somente a afirmativa I estiver correta.
B) se somente a afirmativa II estiver correta.
C) se somente a afirmativa III estiver correta.
D) se somente as afirmativas II e III estiverem corretas.
E) se todas as afirmativas estiverem corretas.
Vida ao natural
Pois no Rio tinha um lugar com uma lareira. E quando
ela percebeu que, além do frio, chovia nas árvores, não pôde
acreditar que tanto lhe fosse dado. O acordo do mundo com
aquilo que ela nem sequer sabia que precisava como numa
fome.
Chovia, chovia. O fogo aceso pisca para ela e para o
homem. Ele, o homem, se ocupa do que ela nem sequer lhe
agradece; ele atiça o fogo na lareira, o que não lhe é senão
dever de nascimento. E ela – que é sempre inquieta,
fazedora de coisas e experimentadora de curiosidades – pois
ela nem lembra sequer de atiçar o fogo; não é seu papel,
pois se tem o seu homem para isso.
Não sendo donzela, que o homem então cumpra a sua
missão. O mais que ela faz é às vezes instigá-lo: “aquela
acha*”, diz-lhe, “aquela ainda não pegou”. E ele, um
instante antes que ela acabe a frase que o esclareceria, ele
por ele mesmo já notara a acha, homem seu que é, e já
está atiçando a acha.
Não a comando seu, que é a mulher de um homem e que
perderia seu estado se lhe desse ordem. A outra mão dele,
a livre, está ao alcance dela. Ela sabe, e não a toma. Quer
a mão dele, sabe que quer, e não a toma. Tem exatamente
o que precisa: pode ter.
Ah, e dizer que isto vai acabar, que por si mesmo não
pode durar. Não, ela não está se referindo ao fogo, refere-
se ao que sente. O que sente nunca dura, o que sente
sempre acaba, e pode nunca mais voltar. Encarniça-se então
sobre o momento, come-lhe o fogo, e o fogo doce arde,
arde, flameja.
Então, ela que sabe que tudo vai acabar, pega a mão
livre do homem, e ao prendê-la nas suas, ela doce arde,
arde, flameja.
(Clarice Lispector, Os melhores contos [seleção Walnice Nogueira
Galvão], 1996)
08. “Encarniça-se então sobre o momento, come-lhe o fogo,
e o fogo doce arde, arde, flameja. Então, ela que sabe que
tudo vai acabar, pega a mão livre do homem, e ao prendê-
la nas suas, ela doce arde, arde, flameja.” A passagem final
do texto permite concluir que:
A) o homem perdeu a mulher amada que foi consumida
pelo fogo da lareira.
B) a mulher decidiu desfrutar a situação romântica que o
momento lhe propiciava.
C) o homem vivia um sentimento diferente daquele da
mulher, pois queria ser livre.
D) a mulher decidiu entregar-se com suavidade ao
momento ao lado do homem.
E) o casal rompeu, conscientes de que estavam de que tudo
lhes era transitório.
09. Identifica-se termo empregado em sentido figurado no
trecho:
A) Quer a mão dele, sabe que quer, e não a toma.
B) Pois no Rio tinha um lugar com uma lareira.
C) ... ele por ele mesmo já notara a acha...
D) O fogo aceso pisca para ela e para o homem.
E) ... ele atiça o fogo na lareira...
10. A repetição dos termos destacados tem a função de
enfatizar uma ação na passagem:
A) ... come-lhe o fogo, e o fogo doce arde, arde, flameja.
B) ... homem seu que é [...] que é a mulher de um homem...
C) ... “aquela acha”, diz-lhe, “aquela ainda não pegou”.
D) ... ele por ele mesmo já notara a acha, [...] e já está
atiçando a acha.
E) Chovia, chovia. O fogo aceso pisca para ela e para o
homem.
Leia o texto para responder às questões de números 11 e
12.
O Dia Nacional de Combate ao Fumo (29 de agosto) foi
criado em 1986, com o objetivo de reforçar as ações nacionais
de conscientização sobre os danos sociais, de saúde,
econômicos e ambientais causados pelo tabaco.
A campanha promovida pelo Inca (Instituto Nacional de
Câncer) este ano chama-se Comprometa-se a parar de fumar.
O instituto lembra que o tabagismo é um fator de risco
importante para a Covid-19, por isso parar de fumar se torna
uma medida de proteção à saúde de todos os cidadãos.
Peças criadas para redes sociais com a frase “Cringe
mesmo é fumar” fazem parte da campanha. Os materiais
desenvolvidos pelo Ministério da Saúde, em parceria com a
Organização Pan-Americana de Saúde, destacam a
importância de proteger a saúde de crianças, jovens e
adolescentes, que são alvo de estratégias de venda para que
possam se tornar um mercado repositor de novos
consumidores, já que o consumo de tabaco mata mais da
metade de seus usuários.
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Vale lembrar que os cigarros eletrônicos, ou pods, não são
opções mais saudáveis ao cigarro tradicional. No Brasil, a
comercialização desses dispositivos é proibida, já que não foi
autorizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária
(Anvisa). Muitos países que liberaram sua venda estão revendo
as suas posições depois de novas orientações da Organização
Mundial da Saúde (OMS).
Cringe: Para os integrantes da geração Z, é um adjetivo
usado para classificar pessoas que fazem coisas fora de
moda, ultrapassadas, cafonas mesmo. Eles também
costumam classificar atitudes ou objetos. Nesse caso, ela é
usada como sinônimo de vergonha alheia.
(https://g1.globo.com)
Peças criadas para redes sociais com a frase “Cringe
mesmo é fumar” fazem parte da campanha. Os materiais
desenvolvidos pelo Ministério da Saúde, em parceria com
a Organização Pan-Americana de Saúde, destacam a
importância de proteger a saúde de crianças, jovens e
adolescentes, que são alvo de estratégias de venda para
que possam se tornar um mercado repositor de novos
consumidores, já que o consumo de tabaco mata mais da
metade de seus usuários.
11. De acordo com as informações do texto, é correto afirmar
que o slogan da peça para as redes sociais “Cringe mesmo é
fumar” assevera que:
A) buscar uma vida saudável implica fazer escolhas e, nesse
caso, o uso de cigarros eletrônicos é uma saída para
crianças, jovens e adolescentes afastarem-se do tabaco.
B) estar em sintonia com as orientações da OMS permite
que crianças, jovens e adolescentes se tornem alvo de
estratégias de venda da indústria do tabaco.
C) desenvolver a conscientizaçãode crianças, jovens e
adolescentes tem como finalidade torná-los cringes, perfil
que se contrapõe às tendências das redes sociais.
D) fumar está na contramão de uma vida saudável e, por
essa razão, é importante que crianças, jovens e
adolescentes evitem virar reposição de novos
consumidores.
E) ser criança, jovem ou adolescente no mundo de hoje
tem a vantagem de poder escolher opções saudáveis
ao cigarro tradicional, como é o caso dos pods.
12. De acordo com as informações do 2º parágrafo, parar de
fumar, no contexto da pandemia vivida no mundo, é uma
ação de:
A) empatia, porque envolve a preocupação com o coletivo
social.
B) orgulho, porque reforça a determinação para superar o
vício.
C) medo, porque se juntas duas doenças de alto poder letal
às pessoas.
D) respeito, porque devolve a autoestima para a maioria da
população.
E) exibicionismo, porque as mortes pela Covid-19 não
diminuirão.
“A prefeitura da capital italiana anunciou que vai banir a
circulação de carros a diesel no centro a partir de 2024. O
objetivo é reduzir a poluição, que contribui para a erosão
dos monumentos”.
(Veja, 7/3/2018)
13. Há uma série de inferências possíveis a partir do texto
2; a única inferência inadequada é:
A) os monumentos antigos de Roma são de grande
importância para a cidade;
B) os carros a diesel poluem mais que os carros a gasolina;
C) no centro da cidade circula grande quantidade de
veículos;
D) o prazo dado para o banimento permite a adaptação dos
fatores envolvidos;
E) outros fatores prejudiciais aos monumentos, além da
poluição, vão ser banidos de Roma.
GABARITO: 06. C; 07. D; 08. B; 09. D; 10. E; 11. D; 12. A; 13. E
ARTICULAÇÃO DO TEXTO: COESÃO E COERÊNCIA |
ESTRUTURAÇÃO DO TEXTO: RELAÇÕES ENTRE IDEIAS,
RECURSOS DE COESÃO
14. Os materiais desenvolvidos pelo Ministério da Saúde,
em parceria com a Organização Pan-Americana de Saúde,
destacam a importância de proteger a saúde de crianças,
jovens e adolescentes, que são alvo de estratégias de venda
para que possam se tornar um mercado repositor de novos
consumidores, já que o consumo de tabaco mata mais da
metade de seus usuários. No trecho destacado do 3º
parágrafo, há três orações que expressam, correta e
respectivamente, sentidos de:
A) restrição, causa e consequência.
B) explicação, finalidade e comparação.
C) causa, consequência e causa.
D) adição, comparação e consequência.
E) explicação, finalidade e causa.
Em abril de 2015, quase três anos após a mudança para
o escritório aberto, Nagele transferiu a empresa para um
espaço de 900 m² onde hoje todos têm seu próprio espaço,
com portas e tudo. Inúmeras empresas adotaram o conceito
de escritório aberto – cerca de 70% dos escritórios nos
Estados Unidos são assim – e até onde se sabe poucos
retornaram ao modelo de espaços tradicionais com salas e
portas.
Pesquisas, contudo, mostram que podemos perder até
15% da produtividade, desenvolver problemas graves de
concentração e até ter o dobro de chances de ficar doentes
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em espaços de trabalho abertos – fatores que estão
contribuindo para uma reação contra esse tipo de
organização. Desde que se mudou para o formato
tradicional, Nagele já ouviu colegas do setor de tecnologia
dizerem sentir falta do estilo de trabalho do escritório
fechado. “Muita gente concorda – simplesmente não
aguentam o escritório aberto. Nunca se consegue terminar
as coisas e é preciso levar mais trabalho para casa”, diz
ele.
15. É correto afirmar que a expressão – contudo –,
destacada no quinto parágrafo, estabelece uma relação de
sentido com o parágrafo:
A) anterior, confirmando com estatísticas o sucesso das
empresas que adotaram o modelo de escritórios abertos.
B) posterior, expondo argumentos favoráveis à adoção do
modelo de escritórios abertos.
C) anterior, atestando a eficiência do modelo aberto com
base em resultados de pesquisas.
D) anterior, introduzindo informações que se contrapõem à
visão positiva acerca dos escritórios abertos.
E) posterior, contestando com dados estatísticos o formato
tradicional de escritório fechado.
“Tenho comentado aqui na Folha em diversas crônicas, os
usos da internet, que se ressente ainda da falta de uma
legislação específica que coíba não somente os usos mas os
abusos deste importante e eficaz veículo de comunicação. A
maioria dos abusos, se praticados em outros meios, seriam
crimes já especificados em lei, como a da imprensa, que
pune injúrias, difamações e calúnias, bem como a violação
dos direitos autorais, os plágios e outros recursos de
apropriação indébita”.
16. Nesse segmento do texto, o termo sublinhado que NÃO
estabelece coesão com nenhum termo anterior é:
A) aqui.
B) Que.
C) importante e eficaz veículo de comunicação.
D) Abusos.
E) A.
GABARITO: 14.E 15.D 16.A
ANÁFORA E CATÁFORA
Naquele ano, numa noite de outono, Pablo Picasso, então
com 54 anos, viu-a sentada a uma mesa em sua frente no
Les Deux Magots.
Tinha olhos azuis-claros, grossas sobrancelhas escuras,
cabelos muito pretos e estava usando luvas pretas bordadas
com um motivo de rosas. Sua mão esquerda estava
espalmada sobre o tampo de madeira da mesa e com a mão
direita ela tentava cravar um pequeno canivete na madeira
entre os dedos, o mais perto possível da mão sem realmente
cortar a carne.
Às vezes errava o alvo e depois de algum tempo as luvas
pretas se mostravam cada vez mais manchadas de sangue.
O artista andaluz observou-a por um longo tempo e
finalmente comentou (em espanhol) para o amigo, com
quem estava sentado, que a achava extraordinariamente
bela.
Aparentemente ela o compreendeu, porque levantou a
cabeça e sorriu.
Alguns dias mais tarde, o poeta Paul Eduard apresentou-a
ao pintor. O seu nome era Dora Maar e era fotógrafa. Mais
tarde, Picasso lhe pediu as luvas manchadas de sangue e
guardou-as em casa, numa vitrina com outras lembranças.
Coesão catafórica - antecipa / suspense
Coesão anafórica - retoma
SENTIDO PRÓPRIO E FIGURADO DAS PALAVRAS
Denotativo: sentido próprio
Conotativo: sentido figurado
“Superei um tabu”
O ator Lázaro Ramos, 43, conta como lutou para falar sobre
paternidade de forma franca e aberta
Depoimento dado a Amanda Péchy
Quando soube que seria pai, aos 32 anos, fui racional.
Dizia estar emocionado, mas, na verdade, a ficha só veio a
cair no dia em que João nasceu. Aí, sim, aflorou um turbilhão
de sentimentos misturados – medos, inseguranças,
incertezas. No meio disso, senti um amor gigantesco por um
desconhecido, como nunca antes. Me vi também isolado e
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perdido no novo papel. Cheguei a me afastar de amigos,
uma vez que nossas realidades passaram a seguir cursos
tão diferentes.
Até com aqueles que eram pais, eu não conseguia
conversar em profundidade. Era como uma espécie de tabu.
Sou integrante de uma geração que começa a discutir a
masculinidade e poderia estar mais maduro quando
apareceram em minha vida o João, hoje com 11 anos, e a
Maria, de 7. O fato é que essa ainda é uma trilha difícil, sobre
a qual pesa um machismo, às vezes nas entrelinhas, que
resiste ao tempo. Sensibilidade e cuidados, em pleno século
XXI e com tantos avanços, parecem ainda não ser temas do
universo masculino.
Acabou que minha profissão foi decisiva para trazer o
assunto à tona, de forma franca e direta. Queria há tempos
tratar do tema e aconteceu com o filme Papai É Pop, do Caíto
Ortiz, que recém estreou nos cinemas. Nunca havia lido o
livro no qual se baseia o roteiro, obra que levanta uma
ampla reflexão para nós, homens, sobre paternidade. Tinha
um temor de repetir erros que observava em meu próprio
pai, como não abraçar, beijar, não deixar os sentimentos à
tona. Queria ser ativo, dar banho, trocar fralda,estar na
área, mesmo que significasse uma reviravolta. Na geração
dos meus pais, como diz o filme, mãe era peito e o
progenitor, bolso. Aprendi que não precisa ser desse jeito,
nem deve, e fui conquistando meu espaço, me entendendo
nessa rotina. Uso a palavra conquistar porque, tanto eu
como minha mulher (a atriz Taís Araújo), viemos de famílias
de mulheres fortes. E nesse cenário fui demarcando o meu
território.
Ter filhos muda a vida de qualquer casal, e conosco não
foi diferente. Olhando sob a perspectiva de hoje, a criação
deles nos aproximou porque fomos estabelecendo uma
saudável divisão de funções e, por tabela, descobrimos algo
essencial: nossos conceitos e valores nesse campo eram
semelhantes. Foi uma revelação, já que, antes deles, não
tínhamos ideia de como seríamos como pais. Selamos, logo
de saída, acordos primordiais sobre o dia a dia – saúde,
alimentação, educação –, sem discordâncias fundamentais
no que importa. Claro que há momentos de tensão, mas
temos conseguido contorná-los com boa dose de diálogo.
Aprendo também com gente de quem, graças à paternidade,
me aproximei nestes anos. Tenho vínculos com pais de
amigos dos dois, mas a conversa se prolonga mais com as
mães, e eu adoro isso.
Engraçado observar que a experiência que tive com
cada um foi tão distinta. Com o João, assimilei tudo em
tempo real, me transformando por força das
circunstâncias. Quando Taís engravidou outra vez,
pensei: “Ótimo, já sou perito”. Aí Maria nasceu, e fiquei
perdido de novo. Ser pai de menina era um admirável
mundo que se abria. Tinha medo de cometer um erro
diante de um ser que, além de pequenino, era de outro
sexo, um terreno ainda mais desconhecido.
Na pandemia, com todos sob o mesmo teto, me vi tendo
de lidar com meus demônios: impaciência e até falta de
repertório para conversar com eles estavam no rol. Mas a
convivência intensiva também foi boa, produtiva, e me fez
melhor. Em Papai É Pop, identifico-me com meu
personagem Tom porque vejo nele um genuíno desejo de
ser bom pai e, ao mesmo tempo, aquele medo de não reunir
qualidades suficientes. Ele consegue ser um espelho para
vários homens. Assim como o personagem, hoje levo a
paternidade com leveza, e falar sobre ela deixou de ser um
tabu.
17. Há linguagem figurada, EXCETO em:
A) “Aí, sim, aflorou um turbilhão de sentimentos misturados
– medos, inseguranças, incertezas.”
B) “E nesse cenário fui demarcando o meu território.”
C) “Ele consegue ser um espelho para vários homens.”
D) “Mas a convivência intensiva também foi boa, produtiva,
e me fez melhor.”
E) “Na geração dos meus pais, como diz o filme, mãe era
peito e o progenitor, bolso.”
18. Identifica-se termo empregado em sentido figurado no
trecho:
A) Quer a mão dele, sabe que quer, e não a toma.
B) Pois no Rio tinha um lugar com uma lareira.
C) ... ele por ele mesmo já notara a acha...
D) O fogo aceso pisca para ela e para o homem.
E) ... ele atiça o fogo na lareira...
19. As palavras de uma língua podem ser usadas com
sentido próprio ou figurado, dependendo do contexto de que
fazem parte. Tem-se uma palavra usada em sentido
figurado no fragmento:
A) “Sem perceber, fazemos publicidade gratuitamente ao
usar roupas, sapatos, bolsas e outros objetos com
etiquetas visíveis.” (L.10/11)
B) “É preciso esclarecer que propaganda e publicidade são
dois termos que geralmente se confundem.” (L.13)
C) “Também chama a nossa atenção em bancos,
escritórios, hospitais, restaurantes, cinema e outros
lugares públicos.” (L.5/6)
D) “..não teria sido possível sem que o bombardeio
incessante da publicidade tente nos convencer...”
(L.1/2)
20. Sobre o gênero do texto, trata-se de:
A) um artigo de opinião.
B) um editorial.
C) um relato pessoal.
D) um texto dissertativo-argumentativo.
E) uma crônica.
GABARITO: 17.D; 18. D; 19.D; 20.C.
Algumas figuras mais importantes:
Você é uma flor. (metáfora)
Você é como uma flor. (comparação)
Já falei isso 10 mil vezes. (hipérbole)
Devolva o meu Machado de Assis. (metonímia)
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Nasce o dia, morre a noite. (antítese)
Amor é ferida que dói e não se sente. (paradoxo)
Paris, cidade luz... (antonomásia)
Eu vi com meus próprios olhos. (pleonasmo)
PONTO DE VISTA DO AUTOR
21. “A internet é um tribunal....com milhões de juízes....e
nenhum tribunal!”
A última fala causa um estranhamento, porque assinala a
ausência de um elemento fundamental para a instalação de
um tribunal: a existência de alguém que esteja sendo
acusado. Essa fala sugere o seguinte ponto de vista do autor
em relação aos usuários da internet:
A) proferem vereditos fictícios sem que haja legitimidade do
processo.
B) configuram julgamentos vazios ainda que existam
crimes comprovados.
C) emitem juízos sobre os outros mas não se veem na
posição de acusados.
D) apressam-se em opiniões superficiais mesmo que
possuam dados concretos.
01 Lá pela metade do século 21, já não
02 haverá superpopulação humana, como
03 hoje. Os governos de todo o mundo –
04 presumivelmente, todos democráticos –
05 poderão incentivar as pessoas à reprodução
06 E será melhor que o façam com as
07 melhores pessoas. A eugenia humana –
08 isto é, a escolha dos melhores exemplares
09 para a reprodução, de modo a aprimorar a
10 média da espécie, como já se fez com cavalos
11 encontrará o período ideal para
12 sair da prancheta dos cientistas para a vida
13 real. Pessoas selecionadas por suas
14 características genéticas serão empregadas
15 do estado. O funcionalismo público terá
16 uma nova categoria: a dos reprodutores.
17 Este exercício de futurologia foi apresentado
18 seriamente pelo professor do Instituto
19 de Biociências da USP Osvaldo Frota-Pessoa,
20 em palestra no colóquio Brasil-Alemanha –
21 Ética e Genética, quarta-feira à
22 noite. […] Nas conferências de segunda e
23 terça, a eugenia foi citada como um perigo
24 das novas tecnologias, uma ideia que não
25 é cientificamente – e muito menos eticamente –
26 defensável.
Lá pela metade do século 21, já não haverá
superpopulação humana, como hoje. Os governos de todo o
mundo – presumivelmente, todos democráticos – poderão
incentivar as pessoas à reprodução. E será melhor que o
façam com as melhores pessoas. A eugenia humana – isto
é, a escolha dos melhores exemplares para a reprodução,
de modo a aprimorar a média da espécie, como já se fez
com cavalos – encontrará o período ideal para sair da
prancheta dos cientistas para a vida real.
Pessoas selecionadas por suas características genéticas
serão empregadas do estado. O funcionalismo público terá
uma nova categoria: a dos reprodutores.
Este exercício de futurologia foi apresentado seriamente
pelo professor do Instituto de Biociências da USP Osvaldo
Frota Pessoa, em palestra no colóquio Brasil-Alemanha –
Ética e Genética, quarta-feira à noite. […] Nas conferências
de segunda e terça, a eugenia foi citada como um perigo das
novas tecnologias, uma ideia que não é cientificamente – e
muito menos eticamente – defensável.
22. Considere as seguintes afirmações sobre a posição do
autor com relação ao assunto de que trata o texto.
I. O autor do texto é favorável à eugenia como solução
para a futura queda no crescimento demográfico, como
indica o primeiro parágrafo.
II. O autor trata as ideias do professor Osvaldo Frota-
Pessoa com certa ironia, como demonstra o uso da
palavra seriamente na linha 18.
III. Ao relatar posições contraditórias por parte dos
cientistas com relação à eugenia humana, o autor revela
que esta é uma concepção controversa.
Quais estão corretas?
A) Apenas I.
B) Apenas II.
C) Apenas III.
D) Apenas II e III.
E) I, II e III.
GABARITO: 21. A; 22. D
NÍVEIS DE LINGUAGEM
Em resumo, há 5 níveis de linguagem...:
Nível 1: Normaculta / padrão;
Nível 2: Linguagem coloquial / informal / popular;
Nível 3: Linguagem regional / regionalismo;
Nível 4: Gírias;
Nível 5: Linguagem vulgar.
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Murilo Mendes, em um de seus poemas, dialoga com a carta
de Pero Vaz de Caminha:
“A terra é mui graciosa,
Tão fértil eu nunca vi.
A gente vai passear,
No chão espeta um caniço,
No dia seguinte nasce
Bengala de castão de oiro.
Tem goiabas, melancias,
Banana que nem chuchu.
Quanto aos bichos, tem-nos muito
De plumagens mui vistosas.
Tem macaco até demais
Diamantes tem à vontade
Esmeralda é para os trouxas.
Reforçai, Senhor, a arca,
Cruzados não faltarão,
Vossa perna encanareis,
Salvo o devido respeito.
Ficarei muito saudoso
Se for embora daqui”.
(MENDES, Murilo. Murilo Mendes – poesia completa e prosa. Rio de
Janeiro: Nova Aguilar, 1994.)
23. Arcaísmos e termos coloquiais misturam-se nesse
poema, criando um efeito de contraste, como ocorre em:
A) A terra é mui graciosa / Tem macaco até demais.
B) Salvo o devido respeito / Reforçai, Senhor, a arca.
C) A gente vai passear / Ficarei muito saudoso.
D) De plumagens mui vistosas / Bengala de castão de oiro.
E) No chão espeta um caniço / Diamantes tem à vontade.
24. As aspas marcam o uso de uma palavra ou expressão
de variedade linguística diversa da que foi usada no restante
da frase em:
A) Essa visão desemboca na busca ilimitada do lucro, na
apologia do empresário privado como o “grande herói”
contemporâneo.
B) Pude ver a obra de Machado de Assis de vários ângulos,
sem participar de nenhuma visão “oficialesca”.
C) Nas recentes discussões sobre os “fundamentos” da
economia brasileira, o governo deu ênfase ao equilíbrio
fiscal.
D) O prêmio Darwin, que “homenageia” mortes estúpidas,
foi instituído em 1993.
E) Em fazendas de Minas e Santa Catarina, quem aprecia o
campo pode curtir o frio, ouvindo “causos” à beira da
fogueira.
25. Há linguagem oral em:
A) “Dizia estar emocionado, mas, na verdade, a ficha só
veio a cair no dia em que João nasceu.”
B) “E nesse cenário fui demarcando o meu território.”
C) “Ele consegue ser um espelho para vários homens.”
D) “No meio disso, senti um amor gigantesco por um
desconhecido, como nunca antes.”
E) “Ser pai de menina era um admirável mundo que se
abria.”
GABARITO: 23. A; 24. E; 25. A.
DISCURSO DIRETO E INDIRETO
Discurso Direto
No discurso direto, o narrador dá uma pausa na sua
narração e passa a citar fielmente a fala do personagem.
O objetivo desse tipo de discurso é transmitir autenticidade
e espontaneidade. Assim, o narrador se distancia do
discurso, não se responsabilizando pelo que é dito.
Pode ser também utilizado por questões de humildade - para
não falar algo que foi dito por um estudioso, por exemplo,
como se fosse de sua própria autoria.
Características do Discurso Direto
Utilização dos verbos da categoria dicendi, ou seja, aqueles
que têm relação com o verbo "dizer". São chamados de
"verbos de elocução", a saber: falar, responder, perguntar,
indagar, declarar, exclamar, dentre outros.
Utilização dos sinais de pontuação - travessão, exclamação,
interrogação, dois-pontos, aspas.
Inserção do discurso no meio do texto - não
necessariamente numa linha isolada.
Exemplos de Discurso Direto
Os formados repetiam: "Prometo cumprir meus deveres e
respeitar meus semelhantes com firmeza e honestidade.".
O réu afirmou: "Sou inocente!“
Querendo ouvir sua voz, resolveu telefonar:
— Alô, quem fala?
— Bom dia, com quem quer falar? — respondeu com tom de
simpatia.
Discurso Indireto
No discurso indireto, o narrador da história interfere na fala
do personagem preferindo suas palavras. Aqui não
encontramos as próprias palavras da personagem.
Características do Discurso Indireto
O discurso é narrado em terceira pessoa. Algumas vezes são
utilizados os verbos de elocução, por exemplo: falar,
responder, perguntar, indagar, declarar, exclamar.
Contudo, não há utilização do travessão, pois geralmente as
orações são subordinadas, ou seja, dependem de outras
orações, o que pode ser marcado através da conjunção
“que” (verbo + que).
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Os formados repetiam que iriam cumprir seus deveres e
respeitar seus semelhantes com firmeza e honestidade.
O réu afirmou que era inocente.
Querendo ouvir sua voz, resolveu telefonar. Cumprimentou
e perguntou quem estava falando. Do outro lado, alguém
respondeu ao cumprimento e perguntou com tom de
simpatia com quem a pessoa queria falar.
Discurso Direto Discurso Indireto
Preciso sair por alguns
instantes. (enunciado na
1ª pessoa)
Disse que precisava sair
por alguns instantes.
(enunciado na 3ª pessoa)
Sou a pessoa com quem
falou há pouco.
(enunciado no presente)
Disse que era a pessoa
com quem tinha falado há
pouco. (enunciado no
imperfeito)
Não li o jornal hoje.
(enunciado no pretérito
perfeito)
Disse que não tinha lido o
jornal. (enunciado no
pretérito mais que
perfeito)
O que fará relativamente
sobre aquele assunto?
(enunciado no futuro do
presente)
Perguntou-me o que faria
relativamente sobre
aquele assunto.
(enunciado no futuro do
pretérito)
Não me ligues mais!
(enunciado no modo
imperativo)
Pediu que não lhe ligasse
mais. (enunciado no modo
subjuntivo)
Isto não é nada
agradável. (pronome
demonstrativo em 1ª
pessoa)
Disse que aquilo não era
nada agradável. (pronome
demonstrativo em 3ª
pessoa)
Vivemos muito bem aqui.
(advérbio de lugar aqui)
Disse que viviam muito
bem lá. (advérbio de lugar
lá)
Discurso Direto Discurso Indireto
Presente do indicativo Pretérito imperfeito do
indicativo
Pretérito perfeito Pretérito mais que
perfeito
Futuro do presente Futuro do pretérito
Imperativo Pretérito Imperfeito do
subjuntivo
26. “Qual é a verdadeira extensão da vida humana?” é um
exemplo de frase em discurso direto que, se colocada em
discurso indireto, deveria estar reescrita do seguinte modo:
“Ele perguntou qual era a verdadeira extensão da vida
humana”.
Assinale a pergunta a seguir que está corretamente reescrita
em discurso indireto.
A) Qual é o seu nome? / Ele perguntou qual era o nome
dela.
B) Onde Pedro foi ontem? / Ele perguntou onde Pedro ia
ontem.
C) Bernardo chegará amanhã? / Ele perguntou se Bernardo
chegava amanhã.
D) Eles foram ontem ao cinema? / Ele perguntou se eles vão
ontem ao cinema.
E) Qual o preço pago pelo livro? / Ele perguntou qual seria
o preço pago pelo livro.
O meu amigo ouvia-me calado, embevecido, gostando
daquele meu Gil Blas1 vivido, até que, em uma pausa da
conversa, ao esgotarmos os copos, observou a esmo:
— Tens levado uma vida bem engraçada, Castelo!
— Só assim se pode viver... Isto de uma ocupação única:
sair de casa a certas horas, voltar a outras, aborrece, não
achas? Não sei como me tenho aguentado lá, no consulado!
— Cansa-se; mas, não é disso que me admiro. O que me
admira, é que tenhas corrido tantas aventuras aqui, neste
Brasil imbecil e burocrático.
— Qual! Aqui mesmo, meu caro Castro, se podem arranjar
belas páginas de vida. Imagina tu que eu já fui professor de
javanês!
— Quando? Aqui, depois que voltaste do consulado? — Não;
antes. E, por sinal, fui nomeado cônsul por isso.
— Conta lá como foi. Bebes mais cerveja?
— Bebo. Mandamos buscar mais outra garrafa, enchemos os
copos, e continuei:
— Eu tinha chegado havia pouco ao Rio estava literalmente
na miséria. Vivia fugido de casa de pensão em casa de
pensão, sem saber onde e como ganhar dinheiro, quando li
no Jornal do Comércio o anúncio seguinte:
27. O discurso direto, presente no texto, apresenta todas as
marcas linguísticas de interlocução listadas abaixo, exceto:
A) verbos flexionados na segunda pessoa.B) uso reiterado de adjetivos subjetivos.
C) emprego da função sintática vocativo.
D) presença de interrogativas diretas.
28. “O menino disse que queria passar para as / palavras
suas peraltagens” (versos 31 e 32).
Transposto para o discurso direto, o trecho acima assume a
seguinte redação:
O menino disse:
A) Quero passar suas peraltagens para as palavras.
B) Quis passar suas peraltagens para as palavras.
C) Quisera passar minhas peraltagens para as palavras.
D) Quero passar minhas peraltagens para as palavras.
E) Quis passar minhas peraltagens para as palavras.
GABARITO: 26. A; 27. B; 28. D.
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Exemplos de Discurso Indireto Livre
Fez o que julgava necessário. Não estava arrependido, mas
sentia um peso. Talvez não tenha sido suficientemente
justo com as crianças…
O despertador tocou um pouco mais cedo. Vamos lá, eu
sei que consigo!
Amanheceu chovendo. Oba, lá vou eu passar o dia
assistindo a filmes!
TIPOLOGIA TEXTUAL
Existem cinco categorias de texto dentro da tipologia textual:
01. Texto narrativo;
02. Texto descritivo;
03. Texto dissertativo (informativo ou argumentativo);
04. Texto injuntivo;
05. Texto dialogal.
Texto narrativo
Características principais:
– Texto em verso ou prosa;
– Narrador em 1ª ou 3ª pessoa;
– Presença de personagens;
– Enredo com uma sucessão de fatos que chegam a um
conflito (clímax) o qual se desenvolve do meio para o final
da história;
– Tempo cronológico (acontecimentos marcados pelas
horas, dias e anos) ou tempo psicológico (lembranças e
vivências das personagens);
– Predominam verbos de ação no pretérito;
Exemplos de gêneros textuais desta tipologia:
– Romance – Fábula
– Novela – Lenda
– Crônica – Piada
– Conto – Parábola
– Conto de fada – Epístola
Texto descritivo
Características principais:
– Rico em adjetivos ou expressões qualificativas;
– Descrição objetiva ou subjetiva;
– Noção temporal estática;
– Predominam verbos de ligação;
– Geralmente está em um texto narrativo.
Texto injuntivo
O texto injuntivo dá comandos em forma de
aconselhamento, instrução ou imposição para que o
interlocutor possa tomar determinadas atitudes. No âmbito
jurídico, é utilizado para ditar acontecimentos e
comportamentos por meio das leis.
Características principais:
– Geralmente apresenta frases curtas e objetivas e
perguntas reflexivas;
– Ordenação seriada das informações;
– Predominam verbos no imperativo;
– Predominam verbos e pronomes de 2ª pessoa ou 1ª
pessoa do plural.
▪ Leis
▪ Guias
▪ Tutoriais
▪ Regulamentos
▪ Propagandas
▪ Manual de instruções
▪ Livros de autoajuda
▪ Bula de remédio
Texto dissertativo
O texto dissertativo apresenta fatos, opiniões ou
pensamentos sobre um assunto específico. Esta tipologia
textual se divide em: dissertação expositiva e dissertação
argumentativa.
Características principais:
a) Dissertação expositiva:
– Não é persuasiva, mas, sim, informativa e explicativa;
– Estrutura constituída por introdução, desenvolvimento e
conclusão;
– Predominam verbos no presente e na terceira pessoa;
– Linguagem objetiva, clara e imparcial.
Exemplos de gêneros textuais desta tipologia:
▪ Notícias
▪ Reportagens
▪ Seminários
▪ Resenhas
▪ Artigos científicos
▪ Verbetes de dicionário
b) Dissertação argumentativa:
- Linguagem persuasiva, culta, clara e objetiva;
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Texto dialogal
O texto dialogal apresenta uma conversa entre, no
mínimo, dois locutores. A diferença dessa tipologia para
a narração é que nem sempre há narrador no texto
dialogal, e quando há, sua função é apenas apresentar o
diálogo que ocorrerá em primeira pessoa.
Características principais:
- Marcas de oralidade;
- Predominam verbos na primeira pessoa do singular.
Papos
— Me disseram...
— Disseram-me.
— Hein?
— O correto é “disseram-me”. Não “me disseram”. — Eu falo
como quero. E te digo mais... Ou é “digo-te”?
— O quê?
— Digo-te que você...
— O “te” e o “você” não combinam.
— Lhe digo?
— Também não. O que você ia me dizer?
— Que você está sendo grosseiro, pedante e chato. [...]
— Dispenso as suas correções. Vê se esquece-me. Falo
como bem entender. Mais uma correção e eu... — O quê?
— O mato.
— Que mato?
— Mato-o. Mato-lhe. Mato você. Matar-lhe-ei-te. Ouviu
bem? Pois esqueça-o e para-te. Pronome no lugar certo é
elitismo!
— Se você prefere falar errado...
— Falo como todo mundo fala. O importante é me
entenderem. Ou entenderem-me?
VERISSIMO, L. F. Comédias para se ler na escola. Rio de
Janeiro: Objetiva, 2001 (adaptado).
29. Nesse texto, o uso da norma-padrão defendido por um
dos personagens torna-se inadequado em razão do(a):
A) falta de compreensão causada pelo choque entre
gerações.
B) contexto de comunicação em que a conversa se dá.
C) grau de polidez distinto entre os interlocutores.
D) diferença de escolaridade entre os falantes.
E) nível social dos participantes da situação.
GABARITO: 29. B
Discurso direto: uso de verbos elocutivos e dois-pontos para
sinalizar o início de uma fala e travessões ou aspas para
marcá-las.
Exemplos de gêneros textuais desta tipologia:
▪ Entrevistas
▪ Debates
▪ Peças de teatro
▪ Bate-papo em aplicativos e sites
GÊNEROS TEXTUAIS
▪ Romance ▪ Biografia ▪ Artigo de Opinião
▪ Conto ▪ Poema ▪ Editorial
▪ Crônica ▪ Notícia ▪ Resenha
31. Sobre a linguagem não literária é correto afirmar,
exceto:
A) É utilizada, sobretudo, em textos cujo caráter seja
essencialmente informativo.
B) Sua principal característica é a objetividade.
C) Utiliza recursos como a conotação para conferir às
palavras sentidos mais amplos do que elas realmente
possuem.
D) Utiliza a linguagem denotativa para expressar o real
significado das palavras, sem metáforas ou
preocupações.
32. Leia os textos abaixo para responder à questão:
(Texto 1) Descuidar do lixo é sujeira
Diariamente, duas horas antes da chegada do caminhão da
prefeitura, a gerência de uma das filiais do McDonald’s
deposita na calçada dezenas de sacos plásticos recheados
de papelão, isopor, restos de sanduíches. Isso acaba
propiciando um lamentável banquete de mendigos. Dezenas
deles vão ali revirar o material e acabam deixando os restos
espalhados pelo calçadão.
(Veja São Paulo, 23-29/12/92)
(Texto 2) O bicho
Vi ontem um bicho
Na imundície do pátio
Catando comida entre os detritos.
Quando achava alguma coisa,
Não examinava nem cheirava:
Engolia com voracidade.
O bicho não era um cão,
Não era um gato,
Não era um rato.
O bicho, meu Deus, era um homem.
(Manuel Bandeira. Em Seleta em prosa e verso. Rio de Janeiro: J.
Olympio/MEC, 1971, p.145)
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I. No primeiro texto, publicado por uma revista, a
linguagem predominante é a literária, pois sua principal
função é informar o leitor sobre os transtornos causados
pelos detritos.
II. No segundo texto, do escritor Manuel Bandeira, a
linguagem não literária é predominante, pois o poeta faz
uso de uma linguagem objetiva para informar o leitor.
III. No texto “Descuidar do lixo é sujeira”, a intenção é
informar sobre o lixo que diariamente é depositado nas
calçadas através de uma linguagem objetiva e concisa,
marca dos textos não literários.
IV. O texto “O bicho” é construído em versos e estrofes e
apresenta uma linguagem plurissignificativa, isto é,
permeada por metáforas e simbologias, traços
determinantes da linguagem literária.
Estão corretas as proposições:
A) I, III e IV.
B) III e IV.
C) I, II, III e IV.
D) I e IV.
E) II, III e IV.
Leia o texto dos quadrinhos,assinale a afirmação
verdadeira.
A) A palavra “tendem” deveria ser acentuada graficamente,
como “também” e “porém”.
B) As palavras “saíra”, “destruída” e “aí” acentuam-se pela
mesma razão.
C) O nome “Luiz” deveria ser acentuado graficamente, pela
mesma razão que a palavra “país”.
D) Os vocábulos “é”, “já” e “só” recebem acento por
constituírem monossílabos tônicos fechados.
E) Acentuam-se “simpática”, “centímetros”, “simbólica”
porque todas as paroxítonas são acentuadas.
GABARITO: 01. B; 02. C; 03. E; 04. B
1. Os vocábulos “homicídios” e “caíram” são acentuados
graficamente de acordo com a mesma regra de acentuação
gráfica.
( ) Certo ( ) Errado
2. As palavras “lá” e “também”, empregadas no último
parágrafo, são acentuadas graficamente em razão de regras
de acentuação distintas.
( ) Certo ( ) Errado
3. O emprego de acento agudo nas palavras “juízo”,
“extraídos” e “período” justifica-se pela mesma regra de
acentuação gráfica.
( ) Certo ( ) Errado
4. Os vocábulos “trás”, “é” e “nós” recebem acento gráfico
em obediência à mesma regra de acentuação.
( ) Certo ( ) Errado
5. O vocábulo “eólica” acentua-se devido à mesma regra de
acentuação que determina o emprego do acento na palavra
A) renovável.
B) elevará.
C) pássaros.
D) carvão.
E) ruído.
GABARITO COMENTADO
1. Na palavra "Ho-mi-cí-dios" aplica-se a regra das
paroxítonas com ditongo.
Na palavra "Ca-í-ram" aplica-se a regra do hiato que corre
quando há duas vogais juntas, se na separação delas for
seguida de I ou U.
GABARITO: ERRADO
2. LÁ= monossílabo terminado em a/as, o/os, e/es, ou em
ditongo aberto EU, OI, EI são acentuados;
TAMBÉM= oxítona terminada em a/e/o/em/ens, ou em
ditongo aberto EU, OI, EI são acentuados.
GABARITO: CERTO
3. Ju-í-zo : acentua-se o "i" e "u" tônicos dos hiatos;
Ex-tra-í-dos: acentua-se o "i" e "u" tônicos dos hiatos;
Pe-rí-o-do: todas as proparoxítonas são acentuadas (aqui
não tem hiato, pois o "i" não está sozinho na sílaba).
GABARITO: ERRADO
4. Os monossílabos tônicos terminados em "a", "e" e "o" são
acentuados.
GABARITO: CERTO
5. E-ó-li-ca → proparoxítona;
Pás-sa-ros → proparoxítona;
Regra: Todas proparoxítonas são acentuadas.
GABARITO: C
Português Básico
ORTOGRAFIA
CORRETA INCORRETA
bandeja bandeija
beneficente beneficiente
camundongo camondongo
caranguejo carangueijo
empecilho impecilho
mendigo mendingo
mortadela mortandela
prazerosamente prazeirosamente
reivindicar reinvidicar
Emprega-se X e não CH
1. Na sequência de ditongo:
Exemplos: caixa – faixa – peixe – trouxa – ameixa – feixe
Exceção: recauchutar – recauchutagem
2. Depois de EN:
Exemplos: enxoval – enxada – enxerido
Porém:
cheio – encher
chiqueiro – enchiqueirar
3. Depois de ME:
México – mexilhão – mexerico – mexerica
Exceção: mecha
01. Assinale a alternativa incorreta sobre o emprego
da letra “x”:
A) Deve-se empregar o “x” após os ditongos (encontros
vocálicos = vogal + semivogal em uma mesma sílaba).
Exemplos: ameixa, feixe, caixa, frouxo, etc.
B) Emprega-se o “x” após as sílabas “en” e “me”, como
enxame, enxurrada, enxaqueca, mexicano, mexerica,
mexilhão, etc.
C) Emprega-se nas palavras de origem indígena ou africana,
assim como nas palavras inglesas aportuguesadas, como
xavante, xingar, xique-xique, xará, xerife, xampu, etc.
D) Palavras como enxente, enxarcar, enxapelar, enxumaçar
e enxiqueirar seguem a regra do emprego do “x” após a
sílaba “en”.
E) A letra “x” pode representar os seguintes fonemas: /ch/,
/cs/, /z/, /ss/ e /s/.
GABARITO: D
Observação: fonema – som das letras, exemplos:
exame – o “x” com som de “z”
táxi – o “x” com som de “ks/cs”
São exemplos de palavras homófonas, isto é, palavras que
possuem a mesma pronúncia, mas a grafia diferente:
I. chácara e xácara.
II. chalé e xale.
III. cheque e xeque.
IV. viagem e viajem.
V. chá e xá.
A) Todas as alternativas estão corretas.
B) Apenas I e II estão corretas.
C) I, III, IV e V estão corretas.
D) Apenas V está correta.
E) I, II, III e V estão corretas.
GABARITO: C
Observações:
A palavra “homo” significa igual, logo “homógrafas”
significa grafia igual e “heterófonas” significa sons
diferentes.
Exemplos: colher (ê) e colher (é)
A palavra “heterógrafas” significa grafia diferentes e
“homófonas” significa sons iguais.
Exemplos: sela e cela
A palavra “homógrafas” significa grafia igual e
“homófonas” significa sons iguais.
Exemplos: manga – fruta
manga – parte da vestimenta
Homônimas
são palavras que possuem sentido
diferente, porém com mesma
pronúncia ou grafia.
Parônimas
são palavras parecidas que possuem
grafias semelhantes, mas
significados diferentes.
Homônimas:
Observação: viagem – substantivo
viajem - verbo
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Parônimas:
Exemplos: tráfico – tráfego
comprimento - cumprimento
Emprega-se C e Ç
1. Depois de ditongo:
Exemplos: eleição – traição – coice – ouço
2. Árabe, tupi ou africana:
Exemplos: cetim (árabe)/ araçá (tupi)/ caçula (africana)
Correlatos terminados em TOR ou TER:
Exemplos:
Ereto – ereção
Correto – correção
Deter – detenção
SUFIXOS: ação, aço(a) e iço(a):
Exemplos:
aspiração
ricaço
balaço
sumiço
Sufixos são elementos que ajudam a compor palavras,
modificando seu sentido. Veja o exemplo:
Feliz + mente = felizmente
O sufixo MENTE altera a classificação da palavra, pois feliz
é adjetivo e felizmente é advérbio.
Emprega-se SS com os radicais
MET GRED PRIM TIR
Exemplos:
submeter – submissão
intrometer – intromissão
agredir – agressão
regredir – regressão
reprimir – repressão
comprimir – compressão
permitir – permissão
discutir – discussão
Emprega-se Z e não S
Substantivos abstratos derivados de adjetivo:
rico – riqueza
pobre – pobreza
nobre – nobreza
belo – beleza
J ou G:
contágio (ágio)
colégio (égio)
litígio (ígio)
relógio (ógio)
refúgio (úgio)
01. Já chega de criar _________!
O termo que preenche a lacuna corretamente é:
A) impeçilho
B) empessilho
C) impecilho
D) empecilho
E) ipecilho
02. Assinale a alternativa em que há um erro de ortografia:
A) Sabem quais são as propriedades da água?
B) Ninguém mais acredita nas previsões meteorológicas.
C) Eu juro que sou inocente meretíssimo.
D) Todos os dias passo por aquele mendigo.
E) O nó está frouxo.
GABARITO: 01. D; 02. C
EMPREGO DOS PORQUÊS
Por que – usado em frases interrogativas, longe das
pontuações.
Por que você faltou?
Não sei por que motivo/razão você mente.
Observação: a palavra motivo/razão pode aparecer
subentendido na frase, não precisa necessariamente
aparecer na oração.
Por que – usado como pronome relativo (pelo qual)
O caminho por que passei era ruim.
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Parônimas:
Exemplos: tráfico – tráfego
comprimento - cumprimento
Emprega-se C e Ç
1. Depois de ditongo:
Exemplos: eleição – traição – coice – ouço
2. Árabe, tupi ou africana:
Exemplos: cetim (árabe)/ araçá (tupi)/ caçula (africana)
Correlatos terminados em TOR ou TER:
Exemplos:
Ereto – ereção
Correto – correção
Deter – detenção
SUFIXOS: ação, aço(a) e iço(a):
Exemplos:
aspiração
ricaço
balaço
sumiço
Sufixos são elementos que ajudam a compor palavras,
modificando seu sentido. Veja o exemplo:
Feliz + mente = felizmente
O sufixo MENTE altera a classificação da palavra, pois feliz
é adjetivo e felizmente é advérbio.
Emprega-se SS com os radicais
MET GRED PRIM TIR
Exemplos:
submeter – submissão
intrometer – intromissãopara responder às questões de
números 33 a 35.
33. É correto afirmar que, na fala da personagem, no último
quadrinho, está implícita a ideia de que:
A) é irrelevante que seu advogado tenha a competência
reconhecida.
B) sua causa está perdida de antemão, graças à ameaça
que fez.
C) a garota se convence da opinião de quem ela quer
processar.
D) a representação de seu advogado é garantia de sucesso
na ação.
E) o processo, para ela, não passa de um artifício para
ganhar tempo.
34. A relação de sentido que há entre as partes sinalizadas
no período:
(I) Se você não me ajudar com a lição de casa,
(II) eu vou processar você – é:
A) (I) expressa uma causa; (II) expressa o momento da ação.
B) (I) expressa uma condição; (II) expressa uma possível
ação consequente.
C) (I) expressa modo da ação já realizada; (II) expressa
sua causa.
D) (I) expressa uma comparação; (II) expressa seu efeito
futuro.
E) (I) expressa uma ação possível; (II) expressa uma ação
precedente realizada.
36. Assinale a alternativa cuja frase contém apenas palavras
empregadas em sentido próprio.
A) O ônibus da excursão subia lentamente a serra. Ele, um
dos garotos no meio da garotada em algazarra...
B) Era a vida voltando, e com esta encharcou todo o seu
interior arenoso até se saciar.
C) ... deixava a brisa fresca bater-lhe no rosto e entrar- -
lhe pelos cabelos com dedos longos...
D) ... e seus olhos saltavam para fora da janela, procurando
a estrada, penetrando entre os arbustos...
E) Sofreu um tremor que [...] se iniciou bem dentro dele e
tomou-lhe o corpo todo estourando pelo rosto em brasa
viva.
Para responder às questões de números 37 e 38, observe a
charge que retrata uma cena em que uma família faz selfie
ao lado de um corpo caído no chão.
João Montanaro. Disponível em: .
Acesso em: 21.04.2017)
37. Assinale a alternativa que expressa ideia compatível
com a situação representada na charge.
A) Hoje, a tecnologia leva a uma compreensão mais ética
da realidade circundante.
B) Não se pode condenar a postura ética das pessoas que
se deixam encantar com os modismos.
C) O verdadeiro sentido da solidariedade está em comover-
se com o semelhante desamparado.
D) A novidade tecnológica reforça a individualidade,
levando as pessoas a ficar alheias à realidade que as
cerca.
E) Um fato violento corriqueiro não justifica a preocupação
com a desgraça alheia.
38. Assinale a alternativa contendo uma ideia implícita a
partir dos fatos retratados na charge.
A) As pessoas sorriem para a câmera.
B) O corpo está estendido no chão.
C) A violência está banalizada.
D) O pau de selfie permite fotografar várias pessoas.
E) O grupo familiar posa unido.
GABARITO: 31. C; 32. B; 33. A; 34. B; 36. A; 37. D; 38. C
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REDAÇÃO OFICIAL
CONCURSOS
Sumário
REDAÇÃO OFICIAL ........................................................................................................... 99
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REDAÇÃO OFICIAL
MANUAL DE REDAÇÃO
DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA
3a edição, revista, atualizada e ampliada
Brasília
Presidência da República
2018
Prefácio
É com grande entusiasmo que recebo a incumbência
de prefaciar a terceira edição do Manual de Redação da
Presidência da República, vinte e sete anos após presidir
a Comissão encarregada da primeira edição desta obra. A
Comissão era composta por profissionais exemplares e
empenhados no sucesso da tarefa assumida, a quem
agradeço nominalmente: Nestor José Forster Júnior,
Carlos Eduardo Cruz de Souza Lemos, Heitor Duprat de
Brito Pereira, Tarcisio Carlos de Almeida Cunha, João
Bosco Martinato, Rui Ribeiro de Araújo, Luís Fernando
Panelli César e Roberto Furian Ardenghy.
Instaurada, na primeira oportunidade, pelo Decreto
no 100.000, de 11 de janeiro de 1991, a iniciativa possuía
o condão de rever, atualizar, uniformizar e simplificar as
normas de redação de atos e comunicações oficiais. Foram
nove meses de trabalho e dedicação, que resultaram em
um texto conciso e didático.
O Manual conferiu maior segurança no seio da
administração pública, uma vez que se trata de
ferramenta teórico-referencial, que permite maior clareza
e padronização tanto na produção dos atos de
comunicação oficial quanto em seu cumprimento.
Garante-se, nesse contexto, maior acessibilidade e
assertividade aos atos administrativos.
Inspirado pelo êxito do Manual¸ o próprio Congresso
Nacional editou lei complementar que dispunha sobre a
elaboração, redação, alteração e consolidação de leis, bem
como sobre normas para a consolidação de determinados
atos normativos – a Lei Complementar no 95, de 1998.
Posteriormente, o diploma passou por reforma
concretizada pela Lei Complementar no 107, de 2001, que
visou à modernização do texto.
Outrossim, no interregno entre a publicação da
versão original do Manual e o presente momento, essa
obra já passou por uma primeira revisão. A segunda
edição do Manual de Redação da Presidência da República
manteve a divisão do documento em duas partes: a
primeira voltada a comunicações oficiais, a sistematização
de seus aspectos essenciais, a padronização de
expedientes e a simplificação de fechos; enquanto a
segunda versava a respeito dos atos normativos do Poder
Executivo e sua conceituação.
A primeira revisão ocorreu em 2002, motivada pelas
alterações tecnológicas e legislativas da época. Por
motivos semelhantes, passados dezesseis anos, verificou-
se a necessidade de revisitar os termos postos no Manual,
a fim de manter sua pertinência com as práticas e
disposições atuais.
Muitas mudanças ocorreram. O Brasil inseriu-se na
era da revolução digital, razão pela qual o uso da
inteligência artificial e a automatização de processos
alcançaram níveis surpreendentes. Os veículos de
comunicação social foram alguns dos principais afetados
por esse fenômeno, o que, definitivamente, impacta os
meios e atos de comunicação oficial.
As alterações de ordem legislativa também foram
substanciosas. A partir de 2003, foram publicadas
sessenta emendas constitucionais, sobre os mais diversos
assuntos.
Além disso, os órgãos de controle passaram a atuar
de forma cada vez mais energética, visando ao fiel
cumprimento da lei e fiscalizando os atos executivos.
Práticas anteriormente usuais já não são mais aceitas.
Nessa conjuntura, a partir de modificações fáticas e
legislativas, bem como de maior fiscalização estatal,
instaurou-se um novo método de se fazer administração
pública no Brasil. Pretende-se, pois, que a terceira edição
do Manual de Redação da Presidência República possa
refletir as evoluções ocorridas nas últimas duas décadas,
repetindo o legado de êxito deixado pelas edições
anteriores na construção de uma cultura administrativa
profissional e obediente às normas da Constituição da
República.
Gilmar Ferreira Mendes
102
CONCURSOS
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Sinais e abreviaturas empregados
* indica forma (em geral sintática) inaceitável ou agramatical
§ parágrafo
adj. adv. adjunto adverbial
arc. arcaico
art.; arts. artigo; artigos
cf. confronte
CN Congresso Nacional
Cp. compare
EM Exposição de Motivos
f.v. forma verbal
fem. feminino
ind. indicativo
ICP-Brasil Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira
masc. masculino
obj. dir. objeto direto
obj. ind. objeto indireto
p. página
p. us. pouco usado
pess. pessoa
pl. plural
pref. prefixo
pres. presente
Res. Resolução do Congresso Nacional
RICD Regimento Interno da Câmara dos Deputados
RISF Regimento Interno do Senado Federal
s. substantivo
s.f. substantivo feminino
s.m. substantivo masculino
SEI! Sistema Eletrônico de Informaçõessing. singular
tb. também
v. ver ou verbo
v. g. verbi gratia
var. pop. variante popular
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1. PANORAMA DA COMUNICAÇÃO OFICIAL
A finalidade da língua é comunicar, quer pela fala, quer
pela escrita. Para que haja comunicação, são necessários:
alguém que comunique; algo a ser comunicado; alguém
que receba essa comunicação.
No caso da redação oficial, quem comunica é sempre o
serviço público (este/esta ou aquele/aquela Ministério,
Secretaria, Departamento, Divisão, Serviço, Seção); o que
se comunica é sempre algum assunto relativo às
atribuições do órgão que comunica; e o destinatário dessa
comunicação é o público, uma instituição privada ou outro
órgão ou entidade pública, do Poder Executivo ou dos
outros Poderes. Além disso, deve-se considerar a intenção
do emissor e a finalidade do documento, para que o texto
esteja adequado à situação comunicativa.
2. O QUE É REDAÇÃO OFICIAL
Em uma frase, pode-se dizer que redação oficial é a
maneira pela qual o Poder Público redige comunicações
oficiais e atos normativos.
A redação oficial não é necessariamente árida e contrária
à evolução da língua. É que sua finalidade básica –
comunicar com objetividade e máxima clareza – impõe
certos parâmetros ao uso que se faz da língua, de maneira
diversa daquele da literatura, do texto jornalístico, da
correspondência particular etc.
CLAREZA E PRECISÃO
CLAREZA
Buscar a uniformidade do tempo verbal em todo o texto;
não utilizar regionalismos e neologismos; pontuar
adequadamente o texto; explicitar o significado da sigla na
primeira referência a ela; e utilizar palavras e expressões
em outro idioma apenas quando indispensáveis, em razão
de serem designações ou expressões de uso já consagrado
ou de não terem exata tradução.
PRECISÃO
O ATRIBUTO DA PRECISÃO COMPLEMENTA A
CLAREZA E CARACTERIZA-SE POR: Articulação da
linguagem comum ou técnica para a perfeita compreensão
da ideia veiculada no texto; manifestação do pensamento
ou da ideia com as mesmas palavras, evitando o emprego
de sinonímia com propósito meramente estilístico; e
escolha de expressão ou palavra que não confira duplo
sentido ao texto.
OBJETIVIDADE
Ser objetivo é ir diretamente ao assunto que se deseja
abordar, sem voltas e sem redundâncias. Para conseguir
isso, é fundamental que o redator saiba de antemão qual
é a ideia principal e quais são as secundárias.
Procure perceber certa hierarquia de ideias: as
fundamentais e as secundárias.
CONCISÃO
A concisão é antes uma qualidade do que uma
característica do texto oficial. Conciso é o texto que
consegue transmitir o máximo de informações com o
mínimo de palavras.
Não se deve de forma alguma entendê-la como economia
de pensamento, isto é, não se deve eliminar passagens
substanciais do texto com o único objetivo de reduzi-lo em
tamanho.
Nesse texto, há vários detalhamentos desnecessários,
abusou-se no emprego de adjetivos (impressionante,
esmagadora, ampla, inconformada, indignada), o que lhe
confere carga afetiva injustificável, sobretudo em texto
oficial, que deve primar pela impessoalidade. Eliminados
os excessos, o período ganha concisão, harmonia e
unidade:
EXEMPLO:
Apurado, com impressionante agilidade e precisão,
naquela tarde de 2009, o resultado da consulta à
população acreana, verificou-se que a esmagadora e
ampla maioria da população daquele distante estado
manifestou-se pela efusiva e indubitável rejeição da
alteração realizada pela Lei n° 11.662/2008. Não
satisfeita, inconformada e indignada, com a nova hora
legal vinculada ao terceiro fuso, a maioria da população do
Acre demonstrou que a ela seria melhor regressar ao
quarto fuso, estando cinco horas a menos que em
Greenwich.
EXEMPLO:
Apurado o resultado da consulta à população acreana,
verificou-se que a maioria da população manifestou-se
pela rejeição da alteração realizada pela Lei no
11.662/2008. Não satisfeita com a nova hora legal
vinculada ao terceiro fuso, a maioria da população do
Acre demonstrou que a ela seria melhor regressar ao
quarto fuso, estando cinco horas menos que em
Greenwich.
IMPESSOALIDADE
A impessoalidade decorre de princípio constitucional
(Constituição, art. 37), e seu significado remete a dois
aspectos: o primeiro é a obrigatoriedade de que a
administração pública proceda de modo a não privilegiar
ou prejudicar ninguém, de que o seu norte seja, sempre,
o interesse público; o segundo, a abstração da
pessoalidade dos atos administrativos, pois, apesar de a
ação administrativa ser exercida por intermédio de seus
servidores, é resultado tão-somente da vontade estatal.
Percebe-se, assim, que o tratamento impessoal que
deve ser dado aos assuntos que constam das
comunicações oficiais decorre:
Da ausência de impressões individuais de quem comunica:
embora se trate, por exemplo, de um expediente assinado
por Chefe de determinada Seção, a comunicação é sempre
feita em nome do serviço público. Obtém-se, assim, uma
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desejável padronização, que permite que as comunicações
elaboradas em diferentes setores da administração pública
guardem entre si certa uniformidade; da impessoalidade
de quem recebe a comunicação: ela pode ser dirigida a um
cidadão, sempre concebido como público, ou a uma
instituição privada, a outro órgão ou a outra entidade
pública. Em todos os casos, temos um destinatário
concebido de forma homogênea e impessoal; e do caráter
impessoal do próprio assunto tratado: se o universo
temático das comunicações oficiais se restringe a questões
que dizem respeito ao interesse público, é natural não
caber qualquer tom particular ou pessoal.
FORMALIDADE E PADRONIZAÇÃO
As comunicações administrativas devem ser sempre formais,
isto é, obedecer a certas regras de forma (BRASIL, 2015a).
Isso é válido tanto para as comunicações feitas em meio
eletrônico (por exemplo, o e-mail, o documento gerado no
SEI!, o documento em html etc.), quanto para os eventuais
documentos impressos.
A língua culta é contra a pobreza de expressão e não
contra a sua simplicidade; o uso do padrão culto não
significa empregar a língua de modo rebuscado ou utilizar
figuras de linguagem próprias do estilo literário; a consulta
ao dicionário e à gramática é imperativa na redação de um
bom texto.
Autoridade Endereçamento Vocativo Tratamento no
corpo do texto Abreviatura
Presidente da
República
A Sua Excelência
o Senhor
Excelentíssimo
Senhor Presidente da
República
Vossa
Excelência Não se usa
Presidente do
Congresso
Nacional
A Sua Excelência
o Senhor
Excelentíssimo
Senhor Presidente do
Congresso Nacional,
Vossa
Excelência Não se usa
Presidente do
Supremo
Tribunal Federal
A Sua Excelência
o Senhor
Excelentíssimo
Senhor Presidente do
Supremo Tribunal Federal,
Vossa
Excelência
Não se usa
Vice-Presidente da
República
A Sua Excelência
o Senhor
Senhor
Vice-Presidente da
República,
Vossa
Excelência V. Exa.
Ministro de
Estado
A Sua Excelência
o Senhor Senhor Ministro,
Vossa
Excelência
V. Exa.
Secretário Executivo, Ministério e
demais ocupantes de cargos
de natureza especial
A Sua Excelência
o Senhor
Senhor Secretário-
Executivo,
Vossa
Excelência
V. Exa.
Embaixador A Sua Excelência
o Senhor Senhor Embaixador, Vossa
Excelência
V. Exa.
Oficial-General
das Forças Armadas
A Sua Excelência
o Senhor Senhor + Posto, Vossa
Excelência
V. Exa.
Outros postos
militares
Ao Senhor Senhor + Posto, Vossa Senhoria V. Sa.
Senador da
República
A Sua Excelência
o Senhor Senhor Senador,
Vossa
Excelência V. Exa.
Deputado
Federal
A Sua Excelência
o Senhor Senhor Deputado,
Vossa
Excelência
V. Exa.
Ministro do
Tribunal de
Contas da União
A Sua Excelência
o Senhor
Senhor Ministro do Tribunal
de Contas da
União
VossaExcelência V. Exa.
Ministro dos Tribunais Superiores Senhor Ministro
Vossa
Excelência V. Exa. V. Exa.
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VOCATIVO
O vocativo é uma invocação ao destinatário. Nas
comunicações oficiais, o vocativo será sempre seguido de
vírgula.
Em comunicações dirigidas aos Chefes de Poder, utiliza-se
a expressão Excelentíssimo Senhor ou Excelentíssima
Senhora e o cargo respectivo, seguidos de vírgula.
Exemplos:
Excelentíssimo Senhor Presidente da República,
Excelentíssimo Senhor Presidente do Congresso Nacional,
Excelentíssimo Senhor Presidente do Supremo Tribunal
Federal,
As demais autoridades, mesmo aquelas tratadas por Vossa
Excelência, receberão o vocativo Senhor ou Senhora
seguido do cargo respectivo.
Exemplos:
Senhora Senadora,
Senhor Juiz,
Senhora Ministra,
Na hipótese de comunicação com particular, pode-se
utilizar o vocativo Senhor ou Senhora e a forma utilizada
pela instituição para referir-se ao interlocutor: beneficiário,
usuário, contribuinte, eleitor etc.
Exemplos:
Senhora Beneficiária,
Senhor Contribuinte,
Ainda, quando o destinatário for um particular, no vocativo,
pode-se utilizar Senhor ou Senhora seguido do nome do
particular ou pode-se utilizar o vocativo “Prezado Senhor”
ou “Prezada Senhora”.
01. Quanto à elaboração de ofício, segundo o Manual de
Redação da Presidência da República, a parte do
documento que informa quem receberá o expediente é
o(a):
A) cabeçalho.
B) assunto.
C) endereçamento.
D) identificação do expediente.
02. De acordo com o Manual de Redação da Presidência da
República (2018), na identificação do signatário de
documento oficial, depois do nome do cargo, é possível
utilizar o termo:
A) interino.
B) em férias.
C) em vacância.
D) em licença.
E) impedido.
03. No que diz respeito à identificação do expediente, o
Manual de Redação da Presidência da República orienta que
os documentos oficiais devem ser identificados com o nome
do documento, a indicação de numeração e as informações
do documento, que estão corretamente exemplificados em:
A) OFÍCIO NÚMERO 652/SAA/SE/MT.
B) OF. NÚM. 652/2018/SAA/SE/MT.
C) OFÍCIO Nº 652/2018/SAA/SE/MT.
D) OFC. N. 652-SAA-SE-MT.
E) OFÍCIO NRO. 652/SAA-SE-MT.
04. Para se conhecer uns aos outros e a si mesmo, no
ambiente de trabalho, é necessário, portanto, que as
pessoas troquem informações sobre si e sobre suas funções
na empresa. As informações precisam ser transmitidas de
forma clara, com o mínimo de distorção possível, o que
pode ser garantido com um bom nível de comunicação.
Sobre o esquema de comunicação, analise:
(xx) O emissor é aquele que envia a mensagem, sendo a
fonte da comunicação;
(xx) O receptor é aquele que recebe a informação
transmitida;
(xx) O canal é o conjunto de sinais ou signos com os quais,
segundo certas regras, se transmite mensagens e
deve, necessariamente, ser o mesmo para os
envolvidos na comunicação;
(xx) O código é a parte física da comunicação, o meio (ar
– no caso da comunicação verbal, papel, ondas de
rádio) pelo qual circula a mensagem e que permite o
contato entre os participantes.
Sabendo que (V) significa Verdadeiro e (F) significa Falso,
assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA,
respectivamente:
A) V – F – F – V.
B) V – F – V – F.
C) V – V – F – F.
D) F – V – F – V.
E) F – F – V – V.
05. Nas instituições de domínio público ou privado,
circulam textos adequados às comunicações internas e
externas. O texto a seguir constitui exemplo desse tipo de
comunicação.
Senhor Diretor Alcides, De acordo com seu Memo. n.º
42/05, indico a funcionária Maria Guadalupe Moreira
para assumir a função de secretária dessa divisão.
Renovo os votos de apreço, ao mesmo tempo em que
coloco os serviços deste setor à disposição de V. S.ª.
Com relação à correspondência oficial apresentada no texto
acima, julgue os itens a seguir.
A expressão vocativa "Senhor Diretor Alcides" (R.1) atende
às recomendações da correspondência oficial, cuja
estrutura exige que seja especificado o cargo e o nome do
destinatário.
( ) Certo ( ) Errado
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06.
Os bancos médios alcançaram um de seus melhores anos
em 2006. A rigor, essas instituições não optaram por nenhuma
profunda ou surpreendente mudança de foco estratégico. Bem
ao contrário, elas apenas voltaram a atuar essencialmente
como bancos: no ano passado a carteira de crédito dessas
casas bancárias cresceu 39,2%, enquanto a carteira dos dez
maiores bancos do país aumentou 26,2%, ambos com
referência a 2005.
É apressado asseverar que essa expansão do segmento
possa gerar maior concorrência no setor. Vale lembrar,
apenas como comparação, que a chegada dos bancos
estrangeiros (nos anos 90) não surtiu o efeito esperado
quanto à concorrência bancária. Os bancos estrangeiros
cobram o preço mais alto em tarifas.
E os bancos privados nacionais, médios e grandes, têm
os preços mais altos em outras. O tamanho do banco não
determina o empenho na cobrança de tarifas. O principal
motivo da fraca aceleração da concorrência do sistema
bancário é a permanência dos altos spreads, a diferença
entre o que o banco paga ao captar e o que cobra ao
emprestar, que não se altera muito, entre instituições
grandes ou médias.
Vale notar, também, que os bons resultados dos bancos
médios brasileiros atraíram grandes instituições do setor
bancário internacional interessadas em participação
segmentada em forma de parceria. O Sistema Financeiro
Nacional só tem a ganhar com esse tipo de integração.
Dessa forma, o cenário, no médio prazo, é de acelerado
movimento de fusões entre bancos médios, processo que
já começou.
Será um novo capítulo da história bancária do país.
Gazeta Mercantil, Editorial, 28/3/2007.
A correção gramatical, o nível de formalidade e as escolhas
lexicais permitem afirmar-se que a linguagem do texto está
apropriada para correspondências oficiais.
( ) Certo ( ) Errado
PORTARIA nº 03388/2009, de 30 DE FEVEREIRO DE 2009.
A DEFENSORIA PÚBLICA GERAL, no uso das suas
atribuições que lhes conferem o Art. 13 Parágrafo único; nº
203, de 26/12/1989 e considerando também do Art. 221,
da Lei nº 88/1988 RESOLVE:
07. A partir do texto hipotético acima, julgue os seguintes
itens, a respeito da elaboração de documentos oficiais.
No corpo do texto, considerando-se a flexibilidade de uso
de palavras em caixa-alta, respeitam-se as exigências de
objetividade, clareza e correção gramatical em documentos
oficiais.
( ) Certo ( ) Errado
08. O pronome de tratamento empregado no segmento
Encaminho a Vossa Excelência o Relatório de Atividades
referente a 2007 atenderia às normas de redação oficial
para um expediente dirigido ao presidente do Senado
Federal.
( ) Certo ( ) Errado
09. Com relação à correspondência oficial, julgue os itens
a seguir de acordo com o Manual de Redação da Presidência
da República.
Mensagem é o instrumento de comunicação oficial utilizado
entre os chefes dos Poderes Executivo, Legislativo e
Judiciário.
( ) Certo ( ) Errado
10. As comunicações expedidas por órgãos públicos
federais devem ser compreendidas por todo e qualquer
cidadão brasileiro, excetuando-se as de cunho específico,
nas quais é adequado o emprego de jargão técnico.
( ) Certo ( ) Errado
11. Na redação de atas de reuniões em instituições
públicas, deve-se evitar o modelo das narrações literárias.
( ) Certo ( ) Errado
12. As atas devem conter o resumo sucinto da pauta
discutida e das deliberações tomadas na reunião a que se
refere.
( ) Certo ( ) Errado
GABARITO: 01. C; 02. A; 03 – C; 04 – C; 05 – Errado;
06 – Certo; 07 – Errado; 08 – Certo; 09 – Certo;
10 – Certo; 11 – Certo; 12 – Certo.
01. Julgue o item a seguir, em relação aosexpedientes
oficiais. Quando na condição de substituto do titular de
cargo público durante o afastamento temporário deste, o
servidor deverá, na identificação do signatário dos
expedientes emitidos nesse período, registrar
obrigatoriamente o termo interino depois do nome do
cargo.
( ) Certo ( ) Errado
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02. Julgue o item a seguir, em relação aos expedientes
oficiais. A impessoalidade é o atributo da redação oficial que
determina que a comunicação pública deve ser clara e
objetiva.
( ) Certo ( ) Errado
03. Julgue o item que se segue, sobre redação oficial, com
base no Manual de Redação da Presidência da
República. Nos textos oficiais, os vocativos usualmente
empregam em sua estrutura a forma de
tratamento Senhor ou Senhora.
( ) Certo ( ) Errado
04. Julgue o item que se segue, sobre redação oficial, com
base no Manual de Redação da Presidência da
República. O termo ofício designa um tipo de documento
oficial que abarca todos os expedientes cuja diagramação é
feita por meio da estrutura denominada padrão ofício.
( ) Certo ( ) Errado
05. Julgue o item que se segue, sobre redação oficial, com
base no Manual de Redação da Presidência da
República. Para que não haja dúvidas quanto ao
entendimento de um texto oficial, sugere-se que ele seja
redigido com o máximo possível de detalhamento.
( ) Certo ( ) Errado
06. Julgue o item que se segue, sobre redação oficial, com
base no Manual de Redação da Presidência da
República. Estão entre as características esperadas de
uma redação oficial a clareza, a pessoalidade e o uso da
norma padrão da língua portuguesa.
( ) Certo ( ) Errado
07. Julgue o item que se segue, sobre redação oficial, com
base no Manual de Redação da Presidência da
República. O serviço público, ao empregar redações
oficiais, o faz para comunicar algo ao público, a uma
instituição privada ou a outro órgão ou entidade pública.
( ) Certo ( ) Errado
08. Com relação à redação oficial, julgue o item que se
segue, com base no Manual de Redação da Presidência
da República (2018). Em expedientes cuja estrutura é a
do padrão ofício, o fecho deve ser feito por meio dos termos
“Respeitosamente” ou “Atenciosamente”.
( ) Certo ( ) Errado
09. Em relação à formalidade e à padronização das
correspondências oficiais, assinale a opção correta,
conforme o Manual de Redação da Presidência da
República.
A) Não existe propriamente um padrão oficial de
linguagem, portanto o uso da norma padrão nos atos e
nas comunicações oficiais não é obrigatório, embora
recomendado.
B) A formalidade de tratamento vincula-se não só ao
atendimento de regras formais, mas também à
necessária uniformidade das comunicações.
C) A padronização diz respeito à civilidade no próprio
enfoque dado ao assunto do qual cuida a comunicação.
D) O uso do padrão culto significa empregar a língua de
modo rebuscado.
E) A língua culta se opõe à pobreza de expressão e à
simplicidade, por isso o jargão burocrático é utilizado
nas correspondências oficiais.
10. Em relação ao uso do correio eletrônico (e-mail) no
âmbito da correspondência oficial, assinale a opção correta,
com base no Manual de Redação da Presidência da
República.
A) A utilização de e-mail para a comunicação tornou-se
prática frequente, mas deve ser restrita ao âmbito
privado.
B) O destinatário deverá reconhecer como válido somente
o e-mail que apresentar certificação digital.
C) Devido a seu formato eletrônico, e-mail não é
considerado documento oficial.
D) Os e-mails podem ser enviados de qualquer endereço
eletrônico, sem extensão definida, desde que o servidor
público responsável por sua emissão se identifique com
seu nome e cargo.
E) Apesar de não se definir padronização da mensagem
comunicada por e-mail, há recomendação quanto ao
tipo de fonte a ser empregado bem como ao seu
tamanho.
GABARITO COMENTADO
01. De acordo com o Manual de Redação da Presidência da
República, 4.2.1, na identificação do signatário, depois do
nome do cargo, é possível utilizar os termos interino e
substituto, conforme situações a seguir: interino é aquele
nomeado para ocupar transitoriamente cargo público
durante a vacância; substituto é aquele designado para
exercer as atribuições de cargo público vago ou no caso de
afastamento e impedimentos legais ou regulamentares do
titular. Esses termos devem ser utilizados depois do nome
do cargo, sem hífen, sem vírgula e em minúsculo.
GABARITO: ERRADO
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02. De acordo com o Manual de Redação da Presidência da
República, 3.5, a redação oficial é elaborada sempre em
nome do serviço público e sempre em atendimento ao
interesse geral dos cidadãos. Sendo assim, os assuntos
objetos dos expedientes oficiais não devem ser tratados de
outra forma que não a estritamente impessoal.
GABARITO: ERRADO
03. Conforme item 4.4 do Manual de Redação da
Presidência da República.
GABARITO: CERTO
04. De acordo com o Manual de Redação da Presidência da
República, 5, até a segunda edição deste Manual, havia três
tipos de expedientes que se diferenciavam antes pela
finalidade do que pela forma: o ofício, o aviso e o
memorando. Com o objetivo de uniformizá-los, deve-se
adotar nomenclatura e diagramação únicas, que sigam o
que chamamos de padrão ofício.
GABARITO: CERTO
05. De acordo com o Manual de Redação da Presidência da
República, 3.3, a concisão é antes uma qualidade do que
uma característica do texto oficial. Conciso é o texto que
consegue transmitir o máximo de informações com o
mínimo de palavras.
GABARITO: ERRADO
06. De acordo com o Manual de Redação da Presidência da
República, 3, a redação oficial deve caracterizar-se por:
clareza e precisão; objetividade; concisão; coesão e
coerência; impessoalidade; formalidade e padronização; e
uso da norma padrão da língua portuguesa.
GABARITO: ERRADO
07. De acordo com o Manual de Redação da Presidência da
República, 1, no caso da redação oficial, quem comunica é
sempre o serviço público (este/esta ou aquele/aquela
Ministério, Secretaria, Departamento, Divisão, Serviço,
Seção); o que se comunica é sempre algum assunto
relativo às atribuições do órgão que comunica; e o
destinatário dessa comunicação é o público, uma instituição
privada ou outro órgão ou entidade pública, do Poder
Executivo ou dos outros Poderes.
GABARITO: CERTO
08. De acordo com o Manual de Redação da Presidência da
República, 5.1.7, com o objetivo de simplificá-los e
uniformizá-los, este Manual estabelece o emprego de
somente dois fechos diferentes para todas as modalidades
de comunicação oficial: a) Para autoridades de hierarquia
superior a do remetente, inclusive o Presidente da
República: Respeitosamente, b) Para autoridades de
mesma hierarquia, de hierarquia inferior ou demais casos:
Atenciosamente.
GABARITO: CERTO
09. De acordo com o Manual de Redação da Presidência da
República, 3.6, é imperativa, ainda, certa formalidade de
tratamento. Não se trata somente do correto emprego
deste ou daquele pronome de tratamento para uma
autoridade de certo nível, mais do que isso: a formalidade
diz respeito à civilidade no próprio enfoque dado ao assunto
do qual cuida a comunicação. A formalidade de tratamento
vincula-se, também, à necessária uniformidade das
comunicações.
GABARITO: B
10. De acordo com o Manual de Redação da Presidência da
República, 6.4.3, um dos atrativos de comunicação por
correio eletrônico é sua flexibilidade. Assim, não interessa
definir padronização da mensagem comunicada. No
entanto, devem-se observar algumas orientações quanto à
sua estrutura.
GABARITO: E
Outros Aspectos
Formalidade e padronização
As comunicações administrativas devem ser sempre
formais, isto é, obedecer a certas regras de forma
(BRASIL,2015a). Isso é válido tanto para as
comunicações feitas em meio eletrônico (por exemplo, o
e-mail , o documento gerado no SEI!, o documento em
html etc.), quanto para os eventuais documentos
impressos.
É imperativa, ainda, certa formalidade de tratamento.
Não se trata somente do correto emprego deste ou
daquele pronome de tratamento para uma autoridade de
certo nível, mais do que isso: a formalidade diz respeito
à civilidade no próprio enfoque dado ao assunto do qual
cuida a comunicação.
A formalidade de tratamento vincula-se, também, à
necessária uniformidade das comunicações. Ora, se a
administração pública federal é una, é natural que as
comunicações que expeça sigam o mesmo padrão. O
estabelecimento desse padrão, uma das metas deste
Manual, exige que se atente para todas as características
da redação oficial e que se cuide, ainda, da apresentação
dos textos.
A digitação sem erros, o uso de papéis uniformes para o
texto definitivo, nas exceções em que se fizer necessária
a impressão, e a correta diagramação do texto são
indispensáveis para a padronização. Consulte o Capítulo
II, “As comunicações oficiais”, a respeito de normas
específicas para cada tipo de expediente.
Em razão de seu caráter público e de sua finalidade, os
atos normativos e os expedientes oficiais requerem o uso
do padrão culto do idioma, que acata os preceitos da
gramática formal e emprega um léxico compartilhado
pelo conjunto dos usuários da língua. O uso do padrão
culto é, portanto, imprescindível na redação oficial por
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estar acima das diferenças lexicais, morfológicas ou
sintáticas, regionais; dos modismos vocabulares e das
particularidades linguísticas.
Recomendações:
a língua culta é contra a pobreza de expressão e não
contra a sua simplicidade;
o uso do padrão culto não significa empregar a língua
de modo rebuscado ou utilizar figuras de linguagem
próprias do estilo literário;
a consulta ao dicionário e à gramática é imperativa na
redação de um bom texto.
Pode-se concluir que não existe propriamente um
padrão oficial de linguagem, o que há é o uso da norma
padrão nos atos e nas comunicações oficiais. É claro que
haverá preferência pelo uso de determinadas expressões,
ou será obedecida certa tradição no emprego das formas
sintáticas, mas isso não implica, necessariamente, que se
consagre a utilização de uma forma de linguagem
burocrática. O jargão burocrático, como todo jargão, deve
ser evitado, pois terá sempre sua compreensão limitada.
Introdução
A redação das comunicações oficiais deve, antes de tudo,
seguir os preceitos explicitados no Capítulo I, “Aspectos
gerais da redação oficial”. Além disso, há características
específicas de cada tipo de expediente, que serão tratadas
em detalhe neste capítulo. Antes de passarmos à sua
análise, vejamos outros aspectos comuns a quase todas as
modalidades de comunicação oficial.
Pronomes de tratamento
Tradicionalmente, o emprego dos pronomes de tratamento
adota a segunda pessoa do plural, de maneira indireta,
para referenciar atributos da pessoa à qual se dirige. Na
redação oficial, é necessária atenção para o uso dos
pronomes de tratamento em três momentos distintos: no
endereçamento, no vocativo e no corpo do texto. No
vocativo, o autor dirige-se ao destinatário no início do
documento. No corpo do texto, pode-se empregar os
pronomes de tratamento em sua forma abreviada ou por
extenso. O endereçamento é o texto utilizado no envelope
que contém a correspondência oficial.
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RACIOCÍNIO
LÓGICO MATEMÁTICO
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Sumário
PROPOSIÇÕES LÓGICAS ................................................................................................ 113
PROPOSIÇÃO SIMPLES, PROPOSIÇÃO COMPOSTA E CONECTIVOS ................................. 115
TABELA-VERDADE, TAUTOLOGIA, CONTRADIÇÃO E CONTINGÊNCIA .............................. 118
TEORIA DOS CONJUNTOS .............................................................................................. 122
PORCENTAGEM .............................................................................................................. 125
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G
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PROPOSIÇÕES LÓGICAS
Uma proposição lógica é uma afirmação ou sentença (frase)
que declara alguma coisa através de palavras, termos ou
símbolos e que pode ser verdadeira ou falsa, mas não ambas
ao mesmo tempo. As proposições lógicas são fundamentais
no campo da lógica e são usadas para construir argumentos
e raciocínios válidos.
Importante:
Proposição Sentença Declarativa Valor Lógico Único
Exemplos
Rio de Janeiro é a capital do Brasil.
Sentença declarativa afirmativa
Valor Lógico: F
5 + 3 = 10 – 2.
Sentença declarativa afirmativa
Valor Lógico: V
O documento de RG de Manuela foi apresentado no
embarque.
Sentença declarativa afirmativa
Valor Lógico: V ou F
Salvador não é a capital do Brasil.
Sentença declarativa negativa
Valor Lógico: V
O documento não foi enviado ontem.
Sentença declarativa negativa
Valor Lógico: V ou F
Marcelo não foi aprovado no teste.
Sentença declarativa negativa.
Valor Lógico: V ou F
Atenção!
Existem sentenças que não são proposições. Não podem ser
consideradas verdadeiras ou falsas.
Importante:
As mais cobradas são:
Interrogativas (Perguntas)
Você gosta de acordar cedo?
Qual é o seu nome?
Imperativas (Ordem, conselho ou pedido)
Pedro, escove os dentes.
Não coma doces.
Exclamativa (Emoção, Sentimento)
Feliz Aniversário!
Viva o país!
Abertas (Elemento desconhecido ou variável)
Ela voltou.
x – 2 = 5
Sentenças que expressam opinião (Subjetivas,
baseadas em preferências e valores pessoais)
Música clássica é muito melhor.
Alberto é um belo rapaz.
01. Segundo a lógica aristotélica, as proposições têm como
uma de suas propriedades básicas poderem ser verdadeiras
ou falsas, isto é, terem um valor de verdade. Assim sendo,
a oração “A Terra é um planeta do sistema solar”, por
exemplo, é uma proposição verdadeira e a oração “O Sol
gira em torno da Terra”, por sua vez, é uma proposição
comprovadamente falsa. Mas nem todas as orações são
proposições, pois algumas orações não podem ser
consideradas nem verdadeiras e nem falsas, como é o caso
da oração:
A) O trigo é um cereal cultivável de cuja farinha se produz
pão.
B) Metais são elementos que não transmitem eletricidade.
C) Rogai aos céus para que a humanidade seja mais
compassiva.
D) O continente euroasiático é o maior continente do
planeta.
E) Ursos polares são répteis ovíparos que vivem nos
trópicos.
02. Dentre as sentenças abaixo, aquela que podemos
afirmar ser uma proposição lógica é:
A) A filha de Telma é bonita.
B) João é pai de Maria?
C) Porto Alegre é muito longe.
D) Isso é verdade?
E) Marcio é mais alto do que Júlio.
03. Em lógica proposicional, é importante verificar quando
temos de fato uma proposição, pois, através das
proposições, podemos usar os argumentos lógicos e tabelas-
verdade para estudar as variáveis lógicas e interpretar os
resultados. Das alternativas abaixo, a única que NÃO pode
ser considerada uma proposição lógica é:
A) Arthur não dirige.
B) Carlos não come salada.
C) Argentina fica na América do Sul.
D) Não temos café?
E) O número 2 é maior que o número 5.
04. Considere as seguintes sentenças.
I. A ouvidoria da justiça recebe críticas e reclamações
relacionadas ao Poder Judiciário do estado.
II. Nenhuma mulher exerceu a presidência do Brasil até o
ano 2018.
III. Onde serão alocados os candidatos aprovados no
concurso para técnico judiciário do TJ/PR?
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Assinale a opção correta.
A) Todas as sentençassão proposições.
B) Apenas as sentenças I e II são proposições.
C) Apenas as sentenças II e III são proposições.
D) Apenas a sentença III é proposição.
E) Apenas a sentença I é proposição.
05. Assinale a alternativa que apresenta uma proposição.
A) Vamos combater o sarampo!
B) O Coren-MT é uma autarquia pública federal, autônoma,
vinculada ao Poder Executivo?
C) O Conselho Regional de Enfermagem de Mato Grosso
(COREN/MT) foi criado em 03/09/1975.
D) Enfermeira, aplique a vacina.
06. Analise as sentenças a seguir.
I. Marie Curie foi a primeira mulher a ganhar um prêmio
Nobel.
II. Os estudos sobre radioatividade são de extrema
importância!
III. Como os estudos sobre radioatividade são realizados?
IV. Estude sempre para ampliar os conhecimentos.
De acordo com as sentenças apresentadas e sabendo que a
uma proposição pode-se atribuir um valor lógico, assinale a
alternativa incorreta.
A) A sentença IV é uma proposição.
B) A sentença III é uma sentença interrogativa.
C) A sentença II não é uma proposição.
D) As sentenças II, III e IV não possuem valor lógico
atribuível.
E) A sentença I trata de uma proposição.
07. Assinale a alternativa que representa uma sentença
ABERTA:
A) 4 + 4 = 8.
B) Carlos possui 5 filhos.
C) Clarice é professora de História.
D) Ela é uma ótima profissional.
08. Qual das alternativas a seguir NÃO é uma proposição
lógica?
A) A França fica na Europa.
B) Silvio é autônomo e não trabalha às segundas-feiras.
C) 3 + 8 = 9
D) As crianças estão com fome ou com sono.
E) Você vai trabalhar?
GABARITO: 01. C; 02. E; 03. D; 04. B; 05. C; 06. A; 07. D; 08. E
Princípios Lógicos
I. Não Contradição:
Nenhuma proposição pode ser verdadeira e falsa ao mesmo
tempo.
II. Terceiro Excluído:
Toda proposição ou é verdadeira ou é falsa, não podendo
assumir um terceiro valor lógico.
III. Identidade:
Uma proposição verdadeira é sempre verdadeira e uma
proposição falsa é sempre falsa.
01. Proposição: É uma sentença declarativa, seja ela
expressa de forma afirmativa ou negativa, na qual podemos
atribuir um valor lógico “V” (verdadeiro) ou “F” (falso). Uma
proposição também pode ser expressa por símbolos. Sendo
assim alguns princípios regem as proposições. Analise os
itens abaixo:
I. Princípio da Identidade: Uma proposição Verdadeira é
Verdadeira, e uma proposição Falsa é Falsa.
II. Princípio do Terceiro Excluído: Uma proposição ou é
Verdadeira ou é Falsa não existindo uma terceira
possibilidade.
III. Princípio da Não-Contradição: Uma proposição não
pode ser Verdadeira e Falsa simultaneamente.
Estão CORRETOS os itens:
A) Todos os itens.
B) Somente os itens I e III.
C) Somente os itens II e III.
D) Nenhum dos itens.
02. A afirmação: “Ou ele é ou não é professor” está se
referindo:
A) Ao princípio da não contradição.
B) Ao princípio de liberdade.
C) Ao princípio do fim.
D) Ao princípio da identidade.
E) Ao princípio do terceiro excluído.
03. A lógica clássica possui princípios fundamentais que
servem de base para a produção de raciocínios válidos. Esses
princípios foram inicialmente postulados por Aristóteles (384 a
322 a.C.) e até hoje dão suporte a sistemas lógicos. Tais
princípios são os:
A) da inferência, da não contradição e do terceiro incluído.
B) da diversidade, da dedução e do terceiro incluído.
C) da identidade, da inferência e da não contradição.
D) da identidade, da não contradição e do terceiro excluído.
E) da diversidade, da indução e da não contradição.
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04. Acerca dos princípios de raciocínio lógico, analise as
seguintes afirmativas:
I. O princípio da identidade indica que uma proposição
verdadeira é verdadeira e que uma proposição falsa é
falsa.
II. O princípio da não contradição indica que nenhuma
proposição poderá ser verdadeira e falsa ao mesmo
tempo.
III. O princípio do terceiro excluído indica que uma
proposição poderá assumir um terceiro valor lógico.
Analisando as afirmativas acima, marque a alternativa
correta.
A) Apenas a afirmativa I está correta.
B) Apenas as afirmativas I e II estão corretas.
C) Apenas as afirmativas I e III estão corretas.
D) Apenas as afirmativas II e III estão corretas.
GABARITO: 01. A; 02. E; 03. D; 04. B
PROPOSIÇÃO SIMPLES,
PROPOSIÇÃO COMPOSTA
E CONECTIVOS
Proposição Simples: é uma sentença que não contém outras
proposições como componentes. Ela se refere a um único
fato ou afirmação e usualmente é representada por letra
minúscula.
Exemplos:
O Sol gira em torno da Terra.
Márcio não fez a lição de casa.
Proposição Composta: é uma sentença que é formada pela
combinação de duas ou mais proposições simples
interligadas através de conectivos lógicos. Alguns exemplos
de conectivos lógicos famosos são: "e", "ou", "se... então".
As proposições compostas permitem construir argumentos
mais complexos e expressar relações lógicas entre
diferentes proposições.
Exemplos:
O céu está azul e o sol está brilhando.
Eduarda vai viajar para o exterior ou Manuela vai acampar
com os amigos.
Se Ana estudar corretamente todos os dias, então ela será
aprovada no teste.
01. A alternativa que apresenta uma proposição simples é:
A) Maria e Pedro são turistas.
B) Qual o sobrenome de Pedro?
C) Maria e Pedro são amigos?
D) Algum entrevistado é turista americano?
E) Maria é turista.
02. A alternativa que mostra um exemplo de proposição
simples é:
A) Chove e faz frio.
B) É verão e está quente.
C) Por que seu nome é estranho?
D) Se chove, então faz calor.
E) Pedro é alto.
03. A alternativa que apresenta um exemplo de proposição
composta é:
A) Maria é alta.
B) Joaquim está em Vila Lângaro.
C) Maria gosta de música eletrônica.
D) Maria estudou e Antônio passou no teste.
E) Antônio é cantor.
04. Um exemplo de proposição composta é apresentado na
alternativa:
A) Maria é inteligente e Pedro é estudioso.
B) Maria é inteligente.
C) Pedro é estudioso.
D) Qual o seu nome?
E) Meu nome é Rafael.
05. Observe as sentenças e marque a alternativa correta.
I. “Feliz Aniversário!”
II. “João é cozinheiro.”
III. “Maria é nadadora ou veterinária.”
IV. “O aluno é engraçado.”
V. “Qual a sua idade?”
A) Há 2 proposições simples, 2 proposições compostas e 1
sentença, que não pode ser considerada proposição;
B) Há 2 proposições simples, 1 proposição composta e 2
sentenças que não podem ser consideradas proposições;
C) Há 1 proposição simples, 2 proposições compostas e 2
sentenças que não podem ser consideradas proposições;
D) Há 3 proposições simples, 1 proposição composta e 1
sentença que não pode ser considerada proposição.
GABARITO: 01) E 02) E 03) D 04) A 05) B
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Conectivos: são termos ou símbolos utilizados para
combinar proposições simples e formar proposições
compostas. Eles são usados para expressar relações lógicas
entre as proposições e são fundamentais para a construção
de argumentos válidos e a análise de sua estrutura lógica.
Principais Conectivos
Conjunção
Disjunção
Disjunção Exclusiva
Negação
Condicional ou Implicação
Bicondicional
Vamos abordar detalhadamente cada um deles a seguir.
Conjunção – “E” (∧): Proposição composta que é
verdadeira somente quando todas as suas proposições
componentes são verdadeiras, ou seja, se ao menos uma de
suas proposições for falsa, a proposição composta
conjuntiva também será falsa.
Exemplos:
Lionel Messi é jogador de futebol profissional e nasceu em
Teófilo Otoni.
Fortaleza é a capital do Brasil e tem mais de 100 mil
habitantes.
2 + 3 = 5 e 10 – 2 = 8
Disjunção – “Ou” (∨): Proposição composta que é
verdadeira quando pelo menos uma de suas proposições
componentes é verdadeira, ou seja, a proposição composta
disjuntivasó será falsa se as suas proposições forem todas
falsas.
Exemplos:
Você é mais novo que seu avô ou é mais velho que seu pai.
Paris é a capital da Alemanha ou Bruxelas é a capital da
Holanda.
2 + 2 = 5 ou 8 + 12 = 20
Disjunção Exclusiva – “Ou...ou” �∨�: Proposição
composta que é verdadeira quando apenas uma de suas
proposições componentes é verdadeira, ou seja, a
proposição composta disjuntiva exclusiva será verdadeira se
as suas proposições tiverem valores lógicos diferentes e
falsa se tiverem valores lógicos iguais.
Exemplos:
Ou o paulistano é paulista ou é fluminense.
Ou Paris é a capital da Espanha ou Bruxelas é a capital da
Bélgica.
Ou 1 + 2 = 5 ou 3 + 4 = 10
Negação – “Não” (∼): É utilizada para negar uma proposição,
invertendo o seu valor lógico. Assim, a negação de uma
proposição verdadeira é falsa, enquanto a negação de uma
proposição falsa é verdadeira.
Exemplos:
p: O paulistano é mineiro.
~ p: O paulistano não é mineiro.
q: 2B) falsa e A é verdadeira, então B deve ser verdadeira.
C) falsa, então A e B não podem ser, ambas, falsas.
D) falsa, então A e B não podem ser, ambas, verdadeiras.
15. Sabendo que a proposição simples “p” é verdadeira e
que a proposição simples “q” é falsa, podemos afirmar que
a proposição composta verdadeira, está indicada na
alternativa:
A) p q
B) p q
C) p q
D) p q
E) p q
GABARITO: 01. D; 02. C; 03. B; 04. ERRADO; 05. ERRADO; 6. D;
07. A; 08. B; 09. CERTO; 10. CERTO; 11. C; 12. C; 13. A; 14. D;
15. E
TABELA-VERDADE, TAUTOLOGIA,
CONTRADIÇÃO E CONTINGÊNCIA
Tabela-Verdade: é uma tabela que mostra todas as
possíveis combinações de valores lógicos para as
proposições componentes de uma expressão lógica ou
argumento. Ela permite determinar o valor lógico de uma
proposição composta com base nos valores lógicos de suas
proposições componentes.
Importante:
Em uma tabela-verdade, cada coluna representa uma
proposição componente, e as linhas representam
todas as combinações possíveis dessas proposições. O
número de linhas em uma tabela-verdade depende do
número de proposições simples independentes que
compõem a proposição composta.
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Tabela-Verdade para uma proposição simples:
Como existem apenas dois valores lógicos, Verdadeiro ou
Falso, o número de linhas da tabela-verdade nesse caso é
igual a 2. Observe que mesmo considerando as proposições
p e ∼p, o número de linhas da tabela-verdade continua igual
a 2, já que para cada valor lógico de p, ∼p automaticamente
assume o valor lógico oposto.
Tabela-Verdade para duas proposições simples:
Com o acréscimo de uma nova proposição simples, o
número de linhas da tabela-verdade dobra, e nesse caso fica
igual a 4.
Tabela-Verdade para três proposição simples:
Com o acréscimo de uma nova proposição simples, o
número de linhas da tabela-verdade dobra novamente, e
nesse caso fica igual a 8.
• Número de linhas da tabela-verdade:
Podemos calcular o número de linhas da tabela-verdade pela
fórmula:
n = 2x
A tabela-verdade é uma ferramenta útil para analisar a
validade de argumentos lógicos, determinar a equivalência
de proposições e identificar contradições ou contingências
lógicas.
• Tabela-Verdade dos principais conectivos
Exemplo: Construa a tabela-verdade das proposições
compostas 𝒑𝒑 𝒑∼ 𝒑𝒑 e ∼ (𝒑𝒑 𝒑 𝒑𝒑𝒑.
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Por meio da tabela-verdade, é possível examinar todas as
possibilidades de valores lógicos e verificar se uma
proposição composta é sempre verdadeira (tautologia),
sempre falsa (contradição) ou depende das circunstâncias
(contingência). Além disso, a tabela-verdade também
auxilia na identificação de implicações, equivalências lógicas
e negações de proposições compostas.
Tautologia: é uma proposição composta que é sempre
verdadeira, independentemente dos valores lógicos de
suas proposições componentes. Em outras palavras,
uma tautologia é uma expressão lógica que possui o
valor lógico verdadeiro em todas as linhas de sua tabela-
verdade.
Exemplos:
. p p
. (p q) (p q)
Contradição: é uma proposição composta que é sempre
falsa, independentemente dos valores lógicos de suas
proposições componentes. Em outras palavras, uma
contradição é uma expressão lógica que possui o valor
lógico falso em todas as linhas de sua tabela-verdade.
Exemplos:
. p p
. (p q) (p q)
Contingência: é uma proposição composta que não se
caracteriza como tautologia e nem como contradição. Em
outras palavras, uma contingência é uma proposição
composta cuja tabela-verdade apresenta ao menos uma
linha com valor lógico diferente das demais.
Exemplos:
. p p
. (p q) (p q)
01. Sendo P e Q duas proposições lógicas, é correto afirmar
que a proposição composta [(P → Q) ˄ P] → Q é uma:
A) analogia.
B) contradição.
C) tautologia.
D) falácia.
E) contingência.
02. P: Nos processos de justificações administrativas,
quando o segurado apresentar testemunhas com valor de
prova, a agência fornecerá um servidor exclusivo para o
atendimento.
A partir da proposição precedente, julgue o item a seguir:
A tabela-verdade associada à proposição P possui oito linhas.
( ) Certo ( ) Errado
03. Observe a tabela verdade dada abaixo.
De cima para baixo, o resultado da operação lógica Q P
é:
A) F, V, V, V.
B) F, V, F, V.
C) F, F, V, V.
D) V, V, F, F.
E) V, F, F, V.
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04. Qual dos itens abaixo corresponde aos valores lógicos
omissos (de cima para baixo) da última coluna da tabela-
verdade abaixo?
A B C ((A B) →→ C) (B ~ C)
V V V V
V V F
V F V V
V F F V
F V V
F V F V
F F V
F F F
A) V V F V.
B) V V V F.
C) V V V V.
D) V F V V.
E) F V V V.
05. A proposição composta cuja tabela-verdade indica uma
contradição é:
A) ( (p q) → p)
B) (p q) → p
C) ( p → q) p
D) (( p → q) p))
E) (p → q) p
06. Julgue o item a seguir, relativo a raciocínio lógico.
Para quaisquer proposições p e q, com valores lógicos
quaisquer, a condicional p → (q → p) será, sempre, uma
tautologia.
( ) Certo ( ) Errado
07. Julgue o item.
O número de linhas da tabela-verdade da proposição
composta (p ˄ q) ↔ ~(r ˅ s) é um quadrado perfeito.
( ) Certo ( ) Errado
08. Complete a tabela com V ou F no lugar dos números:
A ordem correta de substituição dos números 1 – 2 – 3 é:
A) V – V - F.
B) V – F - V.
C) F – F - V.
D) F – V - F.
E) F – F - F.
09. Considere a construção da tabela-verdade abaixo:
Os resultados obtidos para a proposição
A → (A → ~C) ↔ (B C), na ordem crescente das linhas
ímpares, são:
A) F F V F.
B) F V V V.
C) F F V V.
D) V F F V.
10. Considere os conectivos lógicos usuais e assuma que
as letras maiúsculas representam proposições lógicas
simples. Com base nessas informações, julgue o item
seguinte relativo à lógica proposicional.
Considere também que as primeiras três colunas da tabela-
verdade da proposição lógica P ⇒ (Q ˄ R) sejam iguais a:
Nesse caso, a última coluna dessa tabela-
verdade apresenta exatamente três valores V.
( ) Certo ( ) Errado
11. Considere os conectivos lógicos usuais e assuma que as
letras maiúsculas representam proposições lógicas simples.
Com base nessas informações, julgue o item seguinte
relativo à lógica proposicional.
A proposição lógica
(P ⇒ Q) ⇔ ((∿P) ˅ Q) é uma tautologia.
( ) Certo ( ) Errado
12. Um professor de lógica escreveu em um caderno a
seguinte tabela-verdade, com a última coluna em branco.
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Em seguida, pediu para sua filha pequena, já alfabetizada,
mas sem qualquer noção de lógica, que preenchesse
aleatoriamente os quatro retângulos vazios da 3ª coluna
com um V ou com um F. Se a filha do professor só pode
usar, no máximo, três letras V, e, no máximo, duas letras F,
a probabilidade de ela preencher a tabela corretamente é
igual a:
A) 50%
B) 25%
C) 20%.
D) 10%
E) 5%
GABARITO: 01. C; 02. ERRADO; 03. A; 04. C; 05. A; 06. CERTO; 07.
CERTO; 08. B; 09. C; 10. ERRADO; 11. CERTO; 12. D
TEORIA DOS CONJUNTOS
Um conjunto é uma coleção bem definida de objetos
distintos, chamados elementos ou membros do conjunto.
Um conjunto pode ser composto por qualquer tipo de objeto,
como números, letras, pessoas, animais, entre outros.
A definição formal de um conjunto envolve a ideia de
pertinência. Dizemos que um elemento pertence a um
conjunto quando ele faz parte desse conjunto. Por outro
lado, se um elemento nãopertence a um conjunto, dizemos
que ele está fora desse conjunto. É importante destacar que
em um conjunto, a ordem dos elementos e a repetição são
irrelevantes.
Exemplos:
Conjunto dos naturais pares.
A = {0, 2, 4, 6, 8, 10, 12, ...}
Conjunto das vogais.
B = {a, e, i, o, u}
Conjunto das estações do ano.
C = {Primavera, Verão, Outono, Inverno}
No primeiro exemplo, podemos dizer que o número 4
pertence ao conjunto A, uma vez que ele faz parte desse
conjunto justamente por ser um número par.
O mesmo não pode ser dito do número 3, e nesse caso,
podemos afirmar que o número 3 não pertence ao conjunto
A, pois é um número ímpar.
Os conjuntos podem ser representados de diversas
maneiras, sendo as mais comuns:
Enumeração dos Elementos: Os elementos do conjunto
são listados entre chaves.
Exemplos:
A = {0, 2, 4, 6, 8, 10, 12, ...}
B = {a, b, c, d, e}
Propriedade dos Elementos: Os elementos do conjunto
são descritos por uma propriedade comum.
Exemplos:
A = {x | x ℕ e x é par}
B = {y | x é vogal}
Além da ideia de pertinência, temos também a relação de
inclusão. Um conjunto pode possuir subconjuntos ou ser ele
mesmo um subconjunto de outros conjuntos. Nesse caso, se
todos os elementos de um conjunto A também são
elementos de um conjunto B, podemos dizer que A é um
subconjunto de B. Ou ainda que A está contido em B, ou B
contém A.
Exemplos:
A = {0, 2, 1, 6, 8}
B = {0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9}
Principais Símbolos utilizados em conjuntos:
⊂ : está contido
⊄ : não está contido
⊃ : contém
⊅ : não contém
∈ : pertence
∉ : não pertence
| : tal
∃ : existe
∄ : não existe
∀ : qualquer (para todo)
∪ : união
∩ : interseção
∅ : conjunto vazio
Cálculo do número de subconjuntos de um conjunto
Um subconjunto de um conjunto finito com x elementos
pode conter ou não cada um desses elementos. Dessa
forma, utilizando o princípio fundamental da contagem, o
número total de subconjuntos pode ser calculado através
de uma potência de 2.
Assim, para um conjunto finito com x elementos, o
número total de subconjuntos pode ser calculado pela
fórmula: n = 2x.
Exemplo:
V = {a, c, d}
Diagrama de Venn
O diagrama de Venn é uma representação gráfica usada
para ilustrar as relações entre conjuntos. Consiste em uma
região plana, geralmente em forma de círculo ou elipse, que
representa um conjunto. Conjuntos diferentes são
representados por diferentes regiões sobrepostas no
diagrama. É uma ferramenta visual eficaz para analisar e
ilustrar as relações entre conjuntos, incluindo as principais
operações como união, interseção e diferença entre
conjuntos. Ele permite uma compreensão intuitiva das
relações de inclusão e exclusão entre conjuntos, facilitando
a visualização de suas propriedades e a resolução de
problemas.
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Exemplos:
A = {1, 2, 3 } e B = {3, 4}
C = {𝑎𝑎, 𝑎𝑎, 𝑎𝑎} e D = {𝑎𝑎, 𝑎𝑎, 𝑎𝑎, 𝑎𝑎, 𝑎𝑎}
E = {1, 6} e F = {2, 3, 4, 5}
Principais operações com conjuntos:
União: A união de dois conjuntos A e B, denotada por A ∪
B, é um novo conjunto que contém todos os elementos
presentes em A, em B, ou em ambos. Em outras palavras,
a união de dois conjuntos é o conjunto formado por todos
os elementos únicos dos conjuntos originais.
Exemplo:
A = {1, 2, 3 } e B = {3, 4}
𝐴𝐴 ∪ 𝐴𝐴 =
C = {𝑎𝑎, 𝑎𝑎, 𝑎𝑎} e D = {𝑎𝑎, 𝑎𝑎, 𝑎𝑎, 𝑎𝑎, 𝑎𝑎}
𝐶𝐶 ∪ 𝐶𝐶 =
E = {1, 6} e F = {2, 3, 4, 5}
𝐸𝐸 ∪ 𝐸𝐸 =
Interseção: A interseção de dois conjuntos A e B, denotada
por A ∩ B, é um novo conjunto que contém apenas os
elementos que são comuns a ambos os conjuntos.
Em outras palavras, a interseção de dois conjuntos é o
conjunto formado pelos elementos que estão presentes em
ambos os conjuntos.
Exemplo:
A = {1, 2, 3 } e B = {3, 4}
𝐴𝐴 𝐴 𝐴𝐴 =
C = {𝑎𝑎, 𝑎𝑎, 𝑎𝑎} e D = {𝑎𝑎, 𝑎𝑎, 𝑎𝑎, 𝑎𝑎, 𝑎𝑎}
𝐶𝐶 𝐴 𝐶𝐶 =
E = {1, 6} e F = {2, 3, 4, 5}
𝐸𝐸 𝐴 𝐸𝐸 =
Diferença: A diferença entre dois conjuntos A e B, denotada
por A - B, é um novo conjunto que contém todos os elementos
de A que não estão em B. Em outras palavras, a diferença entre
dois conjuntos é o conjunto formado pelos elementos
exclusivos de A, excluindo aqueles que também estão
presentes em B.
Exemplo:
A = {1, 2, 3 } e B = {3, 4}
𝐴𝐴 𝐴 𝐴𝐴 =
C = {𝑎𝑎, 𝑎𝑎, 𝑎𝑎} e D = {𝑎𝑎, 𝑎𝑎, 𝑎𝑎, 𝑎𝑎, 𝑎𝑎}
𝐶𝐶 𝐴 𝐶𝐶 =
E = {1, 6} e F = {2, 3, 4, 5}
𝐸𝐸 𝐴 𝐸𝐸 =
01. Dado os conjuntos A = {4, 7, 8, 10} e B = {7, 9, 11,
12}, podemos afirmar que A ∪ B é igual a:
A) A ∪ B = {7}.
B) A ∪ B = {4, 8, 10}.
C) A ∪ B = {9, 11, 12}.
D) A ∪ B = {4, 8, 11, 12}.
E) A ∪ B = {4, 7, 8, 9, 10, 11, 12}.
02. Dados os conjuntos A = {2, 3, 4, 5, 6}, B = {2, 4, 6, 8,
10} e C = {1, 3, 6, 8, 9}, a interseção dos conjuntos A, B e
C é igual a:
A) {4,6}
B) {3,8}
C) {6}
D) {2}
03. Foi feita uma pesquisa com 320 pessoas para saber
sobre a escolha entre futebol e voleibol, e o resultado foi o
seguinte: 175 escolheram futebol e 53 pessoas não
opinaram. Desse modo, o total de pessoas que escolheram
somente voleibol foi:
A) 112
B) 160
C) 92
D) 87
E) 78
Questões 4, 5 e 6:
Em uma pesquisa, realizada em uma indústria, sobre as
preferências dos trabalhadores em relação a aparelhos
eletrônicos, foram encontrados os seguintes resultados;
A. 121 trabalhadores gostam de ouvir rádio;
B. 142 trabalhadores gostam de ver televisão;
C. 256 trabalhadores gostam de jogar no celular.
Observe atentamente o diagrama abaixo para responder às
questões 04, 05 e 06.
04. Quantos trabalhadores tem esta indústria?
A) 256
B) 303
C) 349
D) 424
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05. Quantos trabalhadores gostam de usar os três
aparelhos?
A) 20
B) 35
C) 45
D) 65
06. Quantos trabalhadores gostam de usar apenas o
celular?
A) 191
B) 206
C) 211
D) 256
07. O diagrama abaixo indica o conjunto de formação dos
professores em determinada escola. O triângulo indica a
formação em matemática, o retângulo indica a formação em
biologia e o círculo a formação em física.
Sabendo que as regiões mais escuras indicam ausência de
professores naquela condição, a análise do diagrama nos permite
concluir, CORRETAMENTE, que:
A) Todo professor formado em matemática também é
formado em biologia.
B) Não existe professor formado em física que também seja
formado em matemática.
C) Não existe professor formado em física que também seja
formado em biologia.
D) Pelo menos um professor é formado em matemática e
não é formado em física.
08. Sônia é diretora de um colégio e fez uma pesquisa para
saber a preferência de seus alunos entre dois professores de
uma determinada disciplina. Após entrevistar 600 alunos,
foram obtidos os seguintes resultados:
Professor A: 440 clientes.
Professor B: 120 clientes.
Nenhum dos professores: 80 clientes.
O número de alunos que gostam dos dois professores é:
A) 40
B) 80
C) 160
D) 480
E) 560
09. A figura a seguir representa um diagrama lógico
composto por 4 conjuntos. Nesse diagrama, há regiões de
intersecção de 3 e apenas 3 conjuntos, regiões de
intersecção de 2 e apenas 2 conjuntos e regiões que são de
apenas 1 conjunto.
Nesse diagrama lógico, cada região que possui elementos
de apenas 1 conjunto possui 24 elementos, e em cada região
que se caracteriza por ser intersecção de 3 e apenas 3
conjuntos possui 40 elementos. Sabe-se que, no total, são
416 elementos que fazem parte desse diagrama e que o
número de elementos que pertencem a cada região, que se
caracteriza por ser intersecção de 2 e apenas 2 conjuntos, é
igual entre si. E esse número é:
A) 40
B) 36
C) 48
D) 60
E) 80
10. Pessoas votaram em uma enquete sobre os sucos de
frutas que tomavam. As opções eram: suco de acerola, suco
de laranja e suco de morango. Os votos poderiamser em um,
ou em dois, ou até nos três sucos. Ao todo, foram dados 60
votos para o suco de morango. Desses 60 votos, 20 incluíram
também o suco de laranja, mas não o de acerola, e 21 votos
foram apenas para o suco de morango. Ao todo, foram 54
votos para o suco de acerola, e, desses 54 votos, 17 votaram
apenas no suco de acerola. Não houve votos apenas para suco
de laranja e também não houve votos para quem porventura
tomasse apenas dois destes sucos, sendo eles o de acerola e
o de morango. O total de pessoas que participaram dessa
enquete foi igual a:
A) 81
B) 88
C) 95
D) 85
E) 77
11. Os conjuntos A, B e C possuem, cada um, 10 elementos
e são tais que: A e B possuem elementos em comum, B e C
possuem elementos em comum, mas A e C não possuem
elementos comuns. Entre os elementos da união dos três
conjuntos sabe-se que 8 elementos pertencem apenas ao
conjunto A e 5 elementos pertencem apenas ao conjunto C.
O número de elementos que pertencem apenas ao conjunto
B é:
A) 1
B) 2
C) 3
D) 4
E) 5
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12. Um grupo de 60 estudantes que se formaram juntos no
Ensino Médio resolveu formar 2 grupos no WhatsApp: GP1 e
GP2. Sabe-se que dos 60 estudantes, 7 resolveram não
participar do GP1 nem do GP2 e que os números de
participantes do GP1 e do GP2 são, respectivamente, 41 e 32.
O número de estudantes que participa simultaneamente dos
dois grupos é:
A) 7
B) 13
C) 20
D) 23
E) 32
13. O número de elementos de três conjuntos finitos nomeados
por M, N e P é representado por n(M), n(N) e n(P),
respectivamente. Sabendo-se que n(M ∪ N) = 10, n(M ∪ P) =
11, n(N ∪ P) = 12, n(M ∪ N ∪ P) = 13 e n(M ∩ N ∩ P) = 4,
assinale a alternativa que corresponde à quantidade n(M) +
n(N) + n(P).
A) 10
B) 12
C) 18
D) 24
14. Uma enquete com 85 pessoas verificou se as pessoas
entrevistadas acessavam o site A, ou acessavam o site B,
ou acessavam esses dois sites, ou não acessavam esses
sites. Do resultado, sabe-se que 7 não acessavam esses
sites, 41 acessavam o site A, e o site B era acessado por 13
pessoas a mais que acessavam o site A. O número de
pessoas que acessavam apenas um desses sites é igual a:
A) 49
B) 53
C) 58
D) 61
E) 78
15. Em um grupo de 48 pessoas, há 35 advogados e 32
policiais. Nesse grupo, o número mínimo de pessoas que são
ao mesmo tempo, advogados e policiais é:
A) 13
B) 16
C) 19
D) 32
E) 35
GABARITO:
01. E; 02. C; 03. C; 04. D; 05. A;
06. A; 07. A; 08. A; 09. C; 10. C;
11. C; 12. C; 13. D; 14. D; 15. C
PORCENTAGEM
Razão (divisão) entre um número e 100. É uma maneira de
expressar uma proporção ou parte de um todo em termos
de 100 partes iguais. A palavra porcentagem vem de “por
cento”, que significa “por cada cem”, e é usualmente
representada pelo símbolo %.
Exemplos:
10% =
10
100
120% =
120
100
12,5% =
12,5
100
100% =
100
100
01. Considerando que a população de Junco do Seridó/PB
corresponde a 7 mil habitantes e, desses, 49% são homens,
a quantidade de mulheres da cidade é:
A) 3430
B) 3500
C) 3570
D) 3550
02. Em um clube de 1.350 associados, 42% têm 2 filhos
como dependentes. Com essas informações, pode-se
afirmar que o total de associados que têm 2 filhos como
dependentes é de:
A) 582
B) 540
C) 535
D) 553
E) 567
03. Se um determinado produto sofreu um desconto de
20%, de quanto deve ser o aumento para que o preço volte
ao valor de antes do desconto?
A) 20%
B) 25%
C) 30%
D) 35%
E) 40%
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04. Antônio comprou 50 bombons ao custo total de R$
120,00. Caso ele compre mais 20 unidades, receberá um
desconto de 10% sobre o valor total da compra. Assim,
assinalar a alternativa que indica o valor total pago por
Antônio sobre os 70 bombons:
A) R$ 147,90
B) R$ 148,50
C) R$ 150,00
D) R$ 151,20
GABARITO: 01. C; 02. E; 03. B; 04. D
Decimal, Fração e Porcentagem
Em algumas questões, pode ser conveniente ou necessário
converter um valor decimal para porcentagem, ou vice-
versa. Veja nos exemplos abaixo como esse processo é bem
simples, basta movimentar a vírgula duas casas.
Exemplos:
017 =
1,25 =
23% =
261% =
Para converter uma fração para porcentagem, um caminho
possível é dividir o numerador pelo denominador da fração
dada para obter o valor decimal, e então usar o processo
descrito anteriormente. Uma outra opção é procurar por
uma fração equivalente à fração dada, cujo denominador
seja igual a 100.
Exemplos:
3
4 =
3
4
=
11
40
=
11
40
=
Cálculos com Porcentagem
Em uma prova com 80 questões de múltipla escolha, mesmo
tendo respondido todas as questões, um candidato acertou
apenas 35% delas. Quantas questões ele errou?
Podemos responder esse tipo de questão de diversas
maneiras, vamos apresentar algumas delas a seguir.
1º Modo:
2º Modo:
3º Modo:
01. Ao comprar certo produto, Vicente obteve um desconto
de R$ 50,00, correspondente a 5% do preço de venda desse
produto. Não satisfeito, insistiu na negociação, obteve mais
um desconto de 8% sobre o preço com desconto que já
havia conseguido e efetuou a compra. Nessas condições,
conclui-se que Vicente pagou por esse produto:
A) R$ 870,00.
B) R$ 874,00.
C) R$ 880,00.
D) R$ 886,00.
E) R$ 900,00.
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02. Uma sala é usada no dia a dia para mostrar aos
visitantes o funcionamento da empresa. Nessas visitas, por
segurança, apenas 28 pessoas podem ingressar na sala, o
que corresponde a 80% de sua capacidade. Na festa de fim
de ano, a mesma sala será usada para uma
confraternização, mas sem a restrição de segurança, ou
seja, com a capacidade total. Quantas pessoas, no máximo,
podem participar da confraternização?
A) 40
B) 35
C) 32
D) 30
E) 28
03. Oitenta por cento da população cadastrada em uma
comunidade, correspondentes a 4.800 pessoas, são
atendidas por 8 Agentes Comunitários de Saúde. A
legislação determina que “o número de ACS deve ser
suficiente para cobrir 100% da população cadastrada, com
um máximo de 750 pessoas por ACS”. Para cobrir 100% da
população dessa comunidade, sem ultrapassar o máximo de
pessoas por ACS, a Secretaria Municipal de Saúde verificou
que:
A) não precisa contratar mais ACS, pois os que tem são
suficientes.
B) precisa contratar mais 1 ACS para que sejam suficientes.
C) precisa contratar mais 2 ACS para que sejam suficientes.
D) precisa contratar mais 3 ACS para que sejam suficientes.
04. Um televisor custa R$ 4.100,00 à vista. Se a compra for
a prazo, o mesmo aparelho custará R$ 4.592,00. Desse
modo, assinalar a alternativa que indica a porcentagem de
acréscimo pela escolha do pagamento a prazo:
A) 10%
B) 12%
C) 14%
D) 16%
05. “Quase 90% das crianças e dos adolescentes brasileiros
estão conectados à internet. Desses, 95% usam o celular
como principal dispositivo para acessar sites e aplicativos.”
(“Crianças no celular: quanto tempo devem usar e 7 sinais de
excesso”. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/.
Adaptado)
Segundo esses dados, de cada 1000 crianças e adolescentes
brasileiros, o número de jovens que utiliza o celular como
principal dispositivo para acessar sites e aplicativos é de:
A) 815
B) 840
C) 855
D) 870
E) 900
06. Para realizar a análise de amostras de sangue, um
equipamento leva 40 minutos para processar 16 amostras.
Um novo equipamento foi adquirido, sendo que este é 25%
mais eficiente.
Pode-se afirmar que, com esse novo equipamento e o antigo
trabalhando simultaneamente, a quantidade de amostras
que podem ser analisadas em 1 hora é de:
A) 42
B) 48
C) 30
D) 36
E) 54
07. Em certo município do sul do Estado do Amazonas o
índice pluviométricoagredir – agressão
regredir – regressão
reprimir – repressão
comprimir – compressão
permitir – permissão
discutir – discussão
Emprega-se Z e não S
Substantivos abstratos derivados de adjetivo:
rico – riqueza
pobre – pobreza
nobre – nobreza
belo – beleza
J ou G:
contágio (ágio)
colégio (égio)
litígio (ígio)
relógio (ógio)
refúgio (úgio)
01. Já chega de criar _________!
O termo que preenche a lacuna corretamente é:
A) impeçilho
B) empessilho
C) impecilho
D) empecilho
E) ipecilho
02. Assinale a alternativa em que há um erro de ortografia:
A) Sabem quais são as propriedades da água?
B) Ninguém mais acredita nas previsões meteorológicas.
C) Eu juro que sou inocente meretíssimo.
D) Todos os dias passo por aquele mendigo.
E) O nó está frouxo.
GABARITO: 01. D; 02. C
EMPREGO DOS PORQUÊS
Por que – usado em frases interrogativas, longe das
pontuações.
Por que você faltou?
Não sei por que motivo/razão você mente.
Observação: a palavra motivo/razão pode aparecer
subentendido na frase, não precisa necessariamente
aparecer na oração.
Por que – usado como pronome relativo (pelo qual)
O caminho por que passei era ruim.
Português Básico
Por quê – frases interrogativas, perto das pontuações.
Você faltou por quê?
Porque – usado como respostas em frases explicativas ou
causais.
Eu faltei porque adoeci.
Porquê – usado como substantivo na oração.
Não sei o porquê da sua cara feia, mulher!
03. Assinale a frase gramaticalmente correta:
A) Vamos ao supermercado por quê precisamos comprar
verduras.
B) Você não vai ao concerto essa noite? Porque?
C) Não fui à escola ontem por que fiquei doente.
D) A janta não foi servida por quê?
E) Porquê ela não voltou mais?
GABARITO: D
CASOS ESPECIAIS
A fim – indica uma finalidade
Afim – afinidade
Ao encontro – a favor
De encontro – contra
Sessão – reuniões, horários
Seção – departamentos, repartição
Cessão – verbo cessar (dar fim)
Em cima – separado
Embaixo - junto
Mais - muito, quantidade
Mas – contrariedade, oposição (conjunção)
Acerca – sobre determinado assunto
A cerca - distância
01. A alternativa em que todas as palavras estão escritas
corretamente é:
A) caçula, açude, paçoca, açaí e açafrão
B) cassula, açude, paçoca, açaí e açafrão
C) caçula, assude, paçoca, assaí e açafrão
D) caçula, assude, paçoca, açaí e assafrão
E) cassula, açude, passoca, assaí e assafrão
GABARITO: A
02. Preencha corretamente as lacunas com os termos
sessão, seção ou cessão:
A) A _______ de terapia está atrasada.
B) Aquela moça trabalha na minha _______.
C) A_______ do material solicitado será feita amanhã pela
manhã.
D) Chegaremos atrasados à ______ de cinema.
E) Procure isso na ______ dos laticínios.
GABARITO: (A) sessão
(B) seção
(C) cessão
(D) sessão
(E) seção
03. Preencha as lacunas com as palavras corretas:
A) __________ há mais explicações que vão acabar com
as suas dúvidas. (embaixo/ em baixo)
B) O _________ do computador foi muito caro. (conserto/
concerto)
C) Faça uma boa _______. (viajem/ viagem)
D) Você está ficando cada vez ______ esperto. (mais/ mas)
E) Nunca tínhamos falado ______ disto. (acerca/ a cerca)
GABARITO: (A) embaixo
(B) conserto
(C) viagem
(D) mais
(E) acerca
1. Tanto a forma “assobiava”, quanto a forma “assoviava”
são admitidas pela ortografia oficial em vigor, tendo ambas
o mesmo significado.
( ) Certo
( ) Errado
2. Julgue o fragmento apresentado no seguinte item com
relação à grafia das palavras.
Uma pesquiza mostrou que a maioria dos educadores não
relaciona o déficit de aprendizagem ao própio trabalho ou às
condições da escola.
( ) Certo
( ) Errado
3. O emprego do hífen na palavra “bem-estar” justifica-se
pela mesma regra que determina o emprego do hífen em:
A) mal-humorado.
B) super-ricos.
C) sem-teto.
D) auto-organização.
E) cana-de-açúcar.
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4. Assinale a opção em que a palavra apresentada está
corretamente grafada.
A) atravéz.
B) obedescer.
C) projeto.
D) meza.
E) sintonisar.
5. Segundo preconiza o Novo Acordo Ortográfico, o vocábulo
“contrassensos” é grafado conforme as mesmas regras que
antissocial.
( ) Certo
( ) Errado
GABARITO COMENTADO
1. Sinônimo de assoviar:
Assobiar, apitar, silvar, sibilar.
GABARITO: CERTO
2. Pesquisa se escreve com "s"; próprio tem "r", não é
própio.
GABARITO: ERRADO
3. Ocorre o hífen após os termos “além”, “aquém”, “bem”,
“recém” e “sem”: além-túmulo, aquém-mar, bem-nascido,
recém-chegado, sem-teto, bem-estar, etc.
GABARITO: C
4. A- através
B- obedecer
D- mesa
E-sintonizar
GABARITO: C
5. O prefixo "contra" só recebe hífen quando o segundo
elemento começar por h ou quando terminar com a mesma
vogal que começa o segundo elemento (contra-ataque). Nos
outros casos, não há emprego do hífen. É caso da palavra
"contrassensos" [contra + sensos], que não recebe hífen.
Mas tem um detalhe ortográfico: quando a palavra se agrega
ao prefixo, dobra-se a consoante, se essa palavra for iniciada
por s (ou r).
Segue a mesma regra o termo "antissocial" [anti + social].
GABARITO: CERTO
NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO 2009
ALFABETO – ABECEDÁRIO – Á-BÊ-CÊ
POSSUI QUANTAS LETRAS?
A – B – C – D – E – F – G – H – I – J – K – L – M – N –
O – P – Q – R – S – T – U – V – W – X – Y – Z
ALFA – BETA – GAMA – DELTA – ÉPSILON – ZETA – ETA
ACENTUAÇÃO
ACENTUAM-SE
As palavras terminadas em:
ÉI / ÉU / ÓI
SEGUIDAS, OU NÃO, DE “S”.
carretéis
céu
herói
i-dei-a
joi-a
he-roi-co
he-rói
ACENTUAM-SE O “I” E O “U” TÔNICOS EM HIATO,
SEGUIDOS OU NÃO DE “S”.
sa-í-da
fa-ís-ca
ba-ú
ba-ús
fei-ú-ra (tinha acento)
fei-u-ra (não possui mais)
Paroxítona antecedida de ditongo
Pi-au-í - oxítona
Tui-ui-ú - oxítona
mai-ús-cu-la – proparoxítona
REGRA ANTIGA REGRA ATUAL
ELES LÊEM
ELES DÊEM
ELES VÊEM
ELES CRÊEM
ELES LEEM
ELES DEEM
ELES VEEM
ELES CREEM
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4. Assinale a opção em que a palavra apresentada está
corretamente grafada.
A) atravéz.
B) obedescer.
C) projeto.
D) meza.
E) sintonisar.
5. Segundo preconiza o Novo Acordo Ortográfico, o vocábulo
“contrassensos” é grafado conforme as mesmas regras que
antissocial.
( ) Certo
( ) Errado
GABARITO COMENTADO
1. Sinônimo de assoviar:
Assobiar, apitar, silvar, sibilar.
GABARITO: CERTO
2. Pesquisa se escreve com "s"; próprio tem "r", não é
própio.
GABARITO: ERRADO
3. Ocorre o hífen após os termos “além”, “aquém”, “bem”,
“recém” e “sem”: além-túmulo, aquém-mar, bem-nascido,
recém-chegado, sem-teto, bem-estar, etc.
GABARITO: C
4. A- através
B- obedecer
D- mesa
E-sintonizar
GABARITO: C
5. O prefixo "contra" só recebe hífen quando o segundo
elemento começar por h ou quando terminar com a mesma
vogal que começa o segundo elemento (contra-ataque). Nos
outros casos, não há emprego do hífen. É caso da palavra
"contrassensos" [contra + sensos], que não recebe hífen.
Mas tem um detalhe ortográfico: quando a palavra se agrega
ao prefixo, dobra-se a consoante, se essa palavra for iniciada
por s (ou r).
Segue a mesma regra o termo "antissocial" [anti + social].
GABARITO: CERTO
NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO 2009
ALFABETO – ABECEDÁRIO – Á-BÊ-CÊ
POSSUI QUANTAS LETRAS?
A – B – C – D – E – F – G – H – I – J – K – L – M – N –
O – P – Q – R – S – T – U – V – W – X – Y – Z
ALFA – BETA – GAMA – DELTA – ÉPSILON – ZETA – ETA
ACENTUAÇÃO
ACENTUAM-SE
As palavras terminadas em:
ÉI / ÉU / ÓI
SEGUIDAS, OU NÃO, DE “S”.
carretéis
céu
herói
i-dei-a
joi-a
he-roi-co
he-róino ano 2010 foi 30% menor do que o
do ano anterior e, em 2011, foi 40% maior do que o do ano
anterior. Nesse município, o índice pluviométrico de 2011
foi, em relação ao índice de 2009,
A) maior em 10%.
B) maior em 2%.
C) igual.
D) menor em 2%.
E) menor em 10%.
08. Para fazer o layout e imprimir os panfletos de divulgação
de uma loja, uma gráfica fez um orçamento de R$ 80,00
para a produção do layout e mais R$ 0,50 para a impressão
de cada panfleto, sendo oferecido um desconto de 20% no
valor da impressão para a produção de, pelo menos, 500
panfletos.
A loja solicitou à gráfica que produzisse o layout do panfleto
e a impressão de 1000 unidades. Pode-se afirmar que o
valor pago pela loja foi, em reais, de:
A) 480,00
B) 580,00
C) 320,00
D) 420,00
E) 530,00
09. Num aquário, 12% dos peixes foram afetados por uma
doença. Dos peixes atingidos por essa doença, apenas 20%
deles morrem. A porcentagem de peixes que morreu por
causa dessa doença é:
A) 2,0%
B) 1,2%
C) 2,4%
D) 3,6%
10. Uma torradeira que custava R$ 160,00 pode ser
comprada com desconto por R$ 115,20. O percentual do
desconto foi de:
A) 22% D) 32%
B) 26% E) 45%
C) 28%
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11. Julgue o item que se segue.
O resultado da multiplicação de 9% por 12% é um valor
menor que qualquer desses dois percentuais.
( ) V
( ) F
12. Julgue o item que se segue.
Na equação A * B = C, sabe-se que A A.
( ) V
( ) F
13. Sérgio tem 50% mais figurinhas das seleções da Copa
do Mundo do que Alice. Sheila tem 25% menos figurinhas
do que Alice. Conclui-se que:
A) Sérgio tem 20% mais figurinhas do que Sheila.
B) Sérgio tem 25% mais figurinhas do que Sheila.
C) Sérgio tem 50% mais figurinhas do que Sheila.
D) Sérgio tem 75% mais figurinhas do que Sheila.
E) Sérgio tem 100% mais figurinhas do que Sheila.
14. Alfredo ganha 30% a menos do que Flávia, que, por sua
vez, ganha 25% a mais do que Beatriz. Em relação ao salário
de Beatriz, Alfredo ganha:
A) 2,5% a menos.
B) 5% a menos.
C) 7,5% a menos.
D) 12,5% a menos.
E) 15% a menos.
15. Daniel comercializava cada unidade do produto A por R$
100 e cada unidade do produto B por R$ 200. No dia
8/4/2021, Daniel aumentou o preço da unidade do produto
A em 10% e o preço da unidade do produto B em 30%. No
dia 15/4/2021, pressionado pelos seus clientes, Daniel
reduziu os preços então vigentes, tanto do produto A quanto
do produto B, em 20%. Nessa situação, se Ernesto adquiriu
de Daniel uma unidade do produto A e uma unidade do
produto B no dia 16/4/2021, ele pagou por esses produtos
um valor:
A) inferior a R$ 300.
B) entre R$ 300 e R$ 310.
C) entre R$ 311 e R$ 340.
D) entre R$ 341 e R$ 350.
E) superior a R$ 350.
16. Considere que X representa 40% de Y. A porcentagem
que Y representa de X é:
A) 25%.
B) 60%.
C) 75%.
D) 150%.
E) 250%.
GABARITO: 01. B; 02. B; 03. A; 04. B; 05. C; 06. E; 07. D; 08. A;
09. C; 10. C; 11. V; 12. F; 13. E; 14. D; 15. A; 16. E
CONCURSOS
INFORMÁTICA
CONCURSOS
Sumário
INTRODUÇÃO À INFORMÁTICA ......................................................................................131
SISTEMA OPERACIONAL (WINDOWS 7 E 10) ................................................................133
OFFICE 365: WORD ........................................................................................................143
OFFICE 365: EXCEL .........................................................................................................153
OFFICE 365: POWERPOINT ............................................................................................162
INTERNET E INTRANET, NAVEGADORES E CORREIO ELETRÔNICO ..............................167
SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO .......................................................................................175
TECNOLOGIAS E FERRAMENTAS MULTIMÍDIA ..............................................................178
APLICATIVOS (REDES SOCIAIS) ...................................................................................180
CONCURSOS
131
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TI
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INTRODUÇÃO À INFORMÁTICA
Conceitos Básicos de Informática
COMPONENTES DE HARWARE E PERIFÉRICOS
Definição de Hardware:
Hardware refere-se aos componentes físicos de um computador ou dispositivo eletrônico. São as partes tangíveis
que compõem a estrutura física do sistema, incluindo todos os componentes internos e externos necessários para
o seu funcionamento.
Principais Componentes de Hardware:
• CPU (Unidade Central de Processamento): É o cérebro do computador, responsável pela
execução de instruções e pelo processamento de dados. É onde ocorrem as operações
lógicas e aritméticas fundamentais que permitem que o computador execute tarefas.
• Memória RAM (Memória de Acesso Aleatório): É a memória de curto prazo do
computador, usada para armazenar dados e instruções temporariamente enquanto o
computador está em funcionamento. Quanto mais memória RAM um computador tem,
mais rapidamente ele pode acessar e manipular dados.
• HD (Disco Rígido) / SSD (Unidade de Estado Sólido): São dispositivos de
armazenamento de dados de longo prazo. O HD utiliza discos magnéticos para
armazenar dados, enquanto o SSD utiliza memória flash. Ambos são usados
para armazenar o sistema operacional, programas e arquivos do usuário.
• Placa-mãe: É a principal placa de circuito do computador, que abriga e
conecta todos os outros componentes do sistema. Ela fornece as conexões
elétricas e lógicas entre a CPU, a memória, os dispositivos de armazenamento,
os periféricos e outros componentes.
• Periféricos de Entrada e Saída: São dispositivos externos conectados ao computador que permitem a interação
com o usuário e a troca de informações com o mundo exterior. Os periféricos de entrada incluem teclado, mouse,
scanner, câmera etc., enquanto os periféricos de saída incluem monitor, impressora, alto-falantes etc.
Definição de Software
Software é um conjunto de instruções, dados
ou programas usados para operar computadores e
executar tarefas específicas. Ele pode ser classificado
em software de sistema, que gerencia os recursos de
hardware e fornece serviços para outros softwares, e
software de aplicação, que permite ao usuário realizar
tarefas específicas como criar documentos, navegar
na internet ou jogar jogos.
Tipos de software: sistemas operacionais (Windows,
Linux), software de aplicação (pacote Office,
navegadores) e software de utilidades (antivírus,
ferramentas de manutenção).
Definições de Arquivo e Pasta
Definição de Pasta
Uma pasta (ou diretório) é uma estrutura de
organização usada nos sistemas operacionais para
armazenar e organizar arquivos e outras pastas. Ela
ajuda a manter o sistema de arquivos organizado,
permitindo que os usuários agrupem arquivos
relacionados em um único local. Cada pasta pode
conter múltiplos arquivos e subpastas.
Pasta é como uma "caixa" no computador onde você
guarda e organiza seus arquivos, como documentos,
fotos e músicas.
CONCURSOS
132
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TIC
A
.rar Arquivo
compactado
WinRAR,
7-Zip
.html Página web MS-Edge
.exe Executável
Sistema
Operacional
(Windows)
NOÇÕES DE COMPUTACÃO E
ARMAZENAMENTO NAS NUVENS
Computação nas Nuvens - Conceito
Quando se fala em computação nas nuvens, fala-
se na possibilidade de acessar arquivos e executar
diferentes tarefas pela internet. Quer dizer, você não
precisa instalar aplicativos no seu computador para
tudo, pois pode acessar diferentes serviços online para
fazer o que precisa, já que os dados não se encontram
em um computador específico, mas sim na Internet
como um todo.
Armazenamento nas Nuvens - Conceito
Algumas empresas especializadas e altamente
tecnológicas, como Google e Microsoft, mantêmACENTUAM-SE O “I” E O “U” TÔNICOS EM HIATO,
SEGUIDOS OU NÃO DE “S”.
sa-í-da
fa-ís-ca
ba-ú
ba-ús
fei-ú-ra (tinha acento)
fei-u-ra (não possui mais)
Paroxítona antecedida de ditongo
Pi-au-í - oxítona
Tui-ui-ú - oxítona
mai-ús-cu-la – proparoxítona
REGRA ANTIGA REGRA ATUAL
ELES LÊEM
ELES DÊEM
ELES VÊEM
ELES CRÊEM
ELES LEEM
ELES DEEM
ELES VEEM
ELES CREEM
Português Básico
Vogais idênticas perderam acento:
vôo – voo
môo – moo
lêem – leem
vêem – veem (ver)
Eu vou pôr o giz sobre a mesa. (verbo)
Eu vou por um caminho de flores. (preposição)
Ele foi pelo bom caminho.
Ele raspou o pelo do animal.
O professor está em forma de barril porque come
sempre uma fôrma de bolo.
TREMA – EXTINTO
lingüiça
guitarra
cinqüenta
quente
distinguir
HÍFEN
pão duro
pão-duro
auto-escola
auto-retrato
contra-regra
co-seno
anti-semita
ANTES DEPOIS
ante-sala
anti-rugas
anti-social
auto-retrato
extra-sensorial
antessala
antirrugas
antissocial
autorretrato
extrassensorial
anti-inflamatório
micro-ondas
porta-retrato
girassol
minissaia
O hífen será mantido quando os prefixos terminarem
com “r” e o segundo elemento começar pela mesma
letra.
• hiper-requintado
• inter-regional
• super-romântico
• super-racista
Com prefixos, emprega-se o hífen diante de palavras
iniciadas com “h”.
• anti-higiênico
• anti-histórico
• extra-humano
• pró-hidrotrópico
• super-homem
Emprega-se o hífen quando o prefixo terminar em
consoante e a segunda palavra começar com a mesma
consoante.
• inter-regional
• sub-bibliotecário
• super-resistente
CONCURSOS
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Português Básico
Com o prefixo “-sub”, diante de palavras iniciadas por
“r”, usa-se o hífen.
• sub-regional
• sub-raça
• sub-reino
Diante dos prefixos -além, -aquém, -bem, -ex, -pós, -
recém, -sem, - vice, usa-se o hífen.
• além-mar
• aquém-mar
• recém-nascido
• sem-terra
• vice-diretor
• bem-humorado
Diante do advérbio “mal” , quando a segunda palavra
começar por vogal ou “h”, o hífen está presente.
• mal-humorado
• mal-intencionado
• mal-educado
Não se emprega o hífen quando o prefixo termina em
vogal e o segundo elemento começa por consoante
diferente de “r” ou “s”.
• anteprojeto
• autopeça
• contracheque
• extraforte
• extraclasse
• ultramoderno
Com os prefixos “-circum” e “-pan”, diante de palavras
iniciadas por “vogal, m, n ou h”, emprega-se o hífen.
• circum-navegador
• pan-americano
• circum-hospitalar
• pan-helenismo
Com sufixos de origem tupi-guarani, como
“-açu”, “-guaçu”, “-mirim”, usa-se o hífen.
• jacaré-açu
• cajá-mirim
• amoré-guaçu
1. A expressão “dia a dia” pode ser grafada como dia-a-dia,
sem prejuízo da correção do texto, pois as duas formas são
admitidas pela ortografia oficial em vigor.
( ) Certo ( ) Errado
2. O emprego do hífen em “ético-jurídicos” é facultativo,
razão por que estaria igualmente correta a grafia
eticojurídicos.
( ) Certo ( ) Errado
3. A palavra “consequências” pode ser grafada, de acordo com
a ortografia oficial, com o uso do trema: conseqüências.
( ) Certo ( ) Errado
4. Assinale a opção em que a palavra apresentada está de
acordo com a atual ortografia oficial da língua portuguesa.
A) seminternato.
B) hiperssensibilidade.
C) contra-regra.
D) mão-de-obra.
E) autoanálise.
5. Quando um elemento termina com vogal e o segundo
começa pelas letras “r” ou “s”, as consoantes são duplicadas,
como ocorre nas seguintes palavras: “antissocial”,
“contrarreforma”, “macrorregião”, “microssegundo”.
Portanto, não se utiliza hífen nesses casos.
( ) Certo ( ) Errado
GABARITO COMENTADO
1. Dia a dia, sem hífen, é a forma correta de escrita da
locução. A locução dia-a-dia, com hífen, passou a estar
errada desde a entrada em vigor do atual Acordo
Ortográfico, em janeiro de 2009. Dia a dia pode ser uma
locução adverbial ou substantiva.
GABARITO: ERRADO
2. O termo “ético-jurídicos” deve ser grafado com hífen, de
acordo com o Acordo Ortográfico, já que caracteriza uma
palavra composta.
A regra geral é que, nas palavras compostas, o hífen é usado
quando o primeiro termo, por extenso ou reduzido, está
representado por forma substantiva, adjetiva, numeral ou
verbal, como é o caso da palavra analisada.
GABARITO: ERRADO
CONCURSOS
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Português Básico
Com o prefixo “-sub”, diante de palavras iniciadas por
“r”, usa-se o hífen.
• sub-regional
• sub-raça
• sub-reino
Diante dos prefixos -além, -aquém, -bem, -ex, -pós, -
recém, -sem, - vice, usa-se o hífen.
• além-mar
• aquém-mar
• recém-nascido
• sem-terra
• vice-diretor
• bem-humorado
Diante do advérbio “mal” , quando a segunda palavra
começar por vogal ou “h”, o hífen está presente.
• mal-humorado
• mal-intencionado
• mal-educado
Não se emprega o hífen quando o prefixo termina em
vogal e o segundo elemento começa por consoante
diferente de “r” ou “s”.
• anteprojeto
• autopeça
• contracheque
• extraforte
• extraclasse
• ultramoderno
Com os prefixos “-circum” e “-pan”, diante de palavras
iniciadas por “vogal, m, n ou h”, emprega-se o hífen.
• circum-navegador
• pan-americano
• circum-hospitalar
• pan-helenismo
Com sufixos de origem tupi-guarani, como
“-açu”, “-guaçu”, “-mirim”, usa-se o hífen.
• jacaré-açu
• cajá-mirim
• amoré-guaçu
1. A expressão “dia a dia” pode ser grafada como dia-a-dia,
sem prejuízo da correção do texto, pois as duas formas são
admitidas pela ortografia oficial em vigor.
( ) Certo ( ) Errado
2. O emprego do hífen em “ético-jurídicos” é facultativo,
razão por que estaria igualmente correta a grafia
eticojurídicos.
( ) Certo ( ) Errado
3. A palavra “consequências” pode ser grafada, de acordo com
a ortografia oficial, com o uso do trema: conseqüências.
( ) Certo ( ) Errado
4. Assinale a opção em que a palavra apresentada está de
acordo com a atual ortografia oficial da língua portuguesa.
A) seminternato.
B) hiperssensibilidade.
C) contra-regra.
D) mão-de-obra.
E) autoanálise.
5. Quando um elemento termina com vogal e o segundo
começa pelas letras “r” ou “s”, as consoantes são duplicadas,
como ocorre nas seguintes palavras: “antissocial”,
“contrarreforma”, “macrorregião”, “microssegundo”.
Portanto, não se utiliza hífen nesses casos.
( ) Certo ( ) Errado
GABARITO COMENTADO
1. Dia a dia, sem hífen, é a forma correta de escrita da
locução. A locução dia-a-dia, com hífen, passou a estar
errada desde a entrada em vigor do atual Acordo
Ortográfico, em janeiro de 2009. Dia a dia pode ser uma
locução adverbial ou substantiva.
GABARITO: ERRADO
2. O termo “ético-jurídicos” deve ser grafado com hífen, de
acordo com o Acordo Ortográfico, já que caracteriza uma
palavra composta.
A regra geral é que, nas palavras compostas, o hífen é usado
quando o primeiro termo, por extenso ou reduzido, está
representado por forma substantiva, adjetiva, numeral ou
verbal, como é o caso da palavra analisada.
GABARITO: ERRADO
Português Básico
3. O trema foi abolido na escrita de palavras portuguesas.
Não se coloca mais, portanto, trema sobre o "u" dos grupos
"gue", "gui", "que", "qui", quando proferido e átono. Esse é
o caso do termo "consequências".
GABARITO: ERRADO
4. Grafia anterior ao Acordo Ortográfico de 1990: auto-análise.
Grafia alterada pelo Acordo Ortográfico de 1990: autoanálise.
GABARITO: E
5. O hífen será usado quando a palavra seguinte começar
com H ou com a vogal igual do último prefixo, exemplo: antI-
Inflamatório, micrO-Ondas, co-Herdeiro, pré-História,
super-Homem,etc.
GABARITO: CERTO
MORFOLOGIA
Morfologia – classes gramaticais, classes de palavras
Morfologia é o estudo das classes gramaticais, classes de
palavras. São 10 classes gramaticais, sendo 6 variáveis e 4
invariáveis.
Variáveis Invariáveis
1. Substantivo 7. Advérbio
2. Artigo 8. Preposição
3. Adjetivo 9. Conjunção
4. Numeral 10. Interjeição
5. Pronome
6. Verbo
SUBSTANTIVO
Substantivo é a classe gramatical variável que dá nome às
coisas. O substantivo é a classe gramatical mais importante,
é o núcleo nas funções sintáticas.
Exemplos:
cachorro, casa, chácara, mulher, criança, Paula, cidade, São
Paulo.
Atenção!!! A análise deve ser feita dentro de um contexto.
Observe os próximos exemplos.
Vou caminhar à noite.
O caminhar faz bem à saúde.
Somente artigos masculinos podem substantivar uma
palavra.
01. Destaque somente os substantivos.
O Milagre
“Dias maravilhosos em que os jornais vêm cheios de poesia...
e do lábio do amigo brotam
palavras e eterno encanto...
Dias mágicos...
em que os burgueses espiam, através das vidraças dos
escritórios, a graça gratuita das nuvens...”
Mário Quintana
GABARITO: Dias, jornais, poesia, lábio, amigo, palavras, encanto,
Dias, burgueses, vidraças, escritórios, graça, nuvens.
UM CINTURÃO, GRACILIANO RAMOS
As minhas primeiras relações com a justiça foram dolorosas
e deixaram-me funda impressão. Eu devia ter quatro ou
cinco anos, por aí, e figurei na qualidade de réu. Certamente
já me haviam feito representar esse papel, mas ninguém me
dera a entender que se tratava de julgamento. Batiam-me
porque podiam bater-me, e isto era natural.
GABARITO: relações, justiça, impressão, anos,
qualidade, réu, papel, julgamento.
SUBSTANTIVO
Gênero masculino, aceita o artigo o:
Exemplos: homem, menino, banco, caderno.
Gênero feminino, aceita o artigo a:
Exemplos: mulher, menina, banqueta, caneta.
Número: singular e plural
Singular: casa, homem, flor, degrau.
Plural: casas, homens, flores, degraus.
Grau: normal, aumentativo e diminutivo.
↓ ↓ ↓
Homem, Homenzarrão e Homúnculo.
CONCURSOS
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Português Básico
01. Assinale a alternativa em que todos os substantivos
estão no grau aumentativo.
A) coração, coelhão, carvão, mão.
B) carrão, pavão, marcação, corpanzil.
C) palavrão, barrigão, caixão, cabeção.
D) cebolão, canastrão, sabão, leão.
E) portão, capataz, alemão, anão.
02. O vocábulo “O” tônico fechado de certos substantivos no
singular muda para “O” tônico aberto quando a palavra vai
para o plural, como em corpo/corpos.
Assinale a opção em que esse fenômeno acontece com o
substantivo destacado.
A) Fiz muito ESFORÇO ao me exercitar.
B) Ele estava com a mão no BOLSO.
C) Observava o CONTORNO de seu rosto.
D) Entramos logo em ACORDO.
E) A janela era enfeitada por um TOLDO.
03. Em apenas um dos trechos a seguir a palavra destacada
é considerada um coletivo. Assinale-o.
A) “maior parte das ATIVIDADES cotidianas”
B) “com esse ACERVO formidável”
C) “amplia seus PENSAMENTOS”
D) “reserve essa FRAÇÃO quase inútil”
E) “Não é essencial muito REFLEXÃO”
04. Analise os períodos abaixo e assinale a alternativa em
que a palavra destacada não é um substantivo.
A) “...e não como um cidadão fantasma.”
B) “O silenciar o torna passivo.”
C) “No seu status de cidadão existe a perspectiva da
mudança.”
D) “A cidadania se concretiza na efetiva participação...”
E) “O homem, ao longo da evolução das relações sociais...”
05. Em relação a suas propriedades linguísticas, julgue o
próximo item.
No trecho “Um desesperar, nada por vir” (primeiro
parágrafo), o vocábulo “desesperar” está empregado como
substantivo.
( ) Certo
( ) Errado
06. Esses peixes têm bocas salientes e pequenas, barbatana
dorsal avermelhada e uma pele viscosa.
Assinale a opção CORRETA que contenha um adjetivo e um
substantivo, respectivamente.
A) pele - viscosa.
B) pequenas – barbatana.
C) salientes – pequenas.
D) dorsal – avermelhada.
07. Assinale a opção abaixo que mostra uma relação
inadequada entre verbo e substantivo/ adjetivo.
A) descobrir/ descoberta.
B) valorizar/ valor.
C) apreciar/ precioso.
D) atrair/ atrativo.
E) patrocinar/ patrocínio.
GABARITO: 01. C; 02. A; 03. B; 04. A; 05. CERTO; 06. B; 07. C
UM SUBSTANTIVO PODE SER AO MESMO TEMPO:
SUBSTANTIVO
Comum x Próprio
Concreto x Abstrato
Simples x Composto
Primitivo x Derivado
Coletivo*
Masculino – Feminino
Singular – Plural
Grau: Normal, Aumentativo, Diminutivo
SUBSTANTIVO
Simples – uma palavra
Exemplos: flor, peixe, pé
Composto – mais de uma palavra
Exemplos: beija-flor, peixe-boi, pé-de-moleque
Primitivo – primeira palavra
Exemplos: pedra, porta
Derivado – deriva de uma palavra primitiva
Exemplos: pedreira, pedrada, porteiro, portaria
Substantivo Comum - é tudo aquilo que generaliza,
podendo ser, de acordo com os exemplos seguintes,
qualquer cidade, qualquer criança e qualquer cachorro.
Exemplos: cidade, criança, cachorro.
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Português Básico
01. Assinale a alternativa em que todos os substantivos
estão no grau aumentativo.
A) coração, coelhão, carvão, mão.
B) carrão, pavão, marcação, corpanzil.
C) palavrão, barrigão, caixão, cabeção.
D) cebolão, canastrão, sabão, leão.
E) portão, capataz, alemão, anão.
02. O vocábulo “O” tônico fechado de certos substantivos no
singular muda para “O” tônico aberto quando a palavra vai
para o plural, como em corpo/corpos.
Assinale a opção em que esse fenômeno acontece com o
substantivo destacado.
A) Fiz muito ESFORÇO ao me exercitar.
B) Ele estava com a mão no BOLSO.
C) Observava o CONTORNO de seu rosto.
D) Entramos logo em ACORDO.
E) A janela era enfeitada por um TOLDO.
03. Em apenas um dos trechos a seguir a palavra destacada
é considerada um coletivo. Assinale-o.
A) “maior parte das ATIVIDADES cotidianas”
B) “com esse ACERVO formidável”
C) “amplia seus PENSAMENTOS”
D) “reserve essa FRAÇÃO quase inútil”
E) “Não é essencial muito REFLEXÃO”
04. Analise os períodos abaixo e assinale a alternativa em
que a palavra destacada não é um substantivo.
A) “...e não como um cidadão fantasma.”
B) “O silenciar o torna passivo.”
C) “No seu status de cidadão existe a perspectiva da
mudança.”
D) “A cidadania se concretiza na efetiva participação...”
E) “O homem, ao longo da evolução das relações sociais...”
05. Em relação a suas propriedades linguísticas, julgue o
próximo item.
No trecho “Um desesperar, nada por vir” (primeiro
parágrafo), o vocábulo “desesperar” está empregado como
substantivo.
( ) Certo
( ) Errado
06. Esses peixes têm bocas salientes e pequenas, barbatana
dorsal avermelhada e uma pele viscosa.
Assinale a opção CORRETA que contenha um adjetivo e um
substantivo, respectivamente.
A) pele - viscosa.
B) pequenas – barbatana.
C) salientes – pequenas.
D) dorsal – avermelhada.
07. Assinale a opção abaixo que mostra uma relação
inadequada entre verbo e substantivo/ adjetivo.
A) descobrir/ descoberta.
B) valorizar/ valor.
C) apreciar/ precioso.
D) atrair/ atrativo.
E) patrocinar/ patrocínio.
GABARITO: 01. C; 02. A; 03. B; 04. A; 05. CERTO; 06. B; 07. C
UM SUBSTANTIVO PODE SER AO MESMO TEMPO:
SUBSTANTIVO
Comum x Próprio
Concreto x Abstrato
Simples x Composto
Primitivo x Derivado
Coletivo*
Masculino – Feminino
Singular – Plural
Grau: Normal, Aumentativo, Diminutivo
SUBSTANTIVO
Simples – uma palavra
Exemplos: flor, peixe, pé
Composto – mais de uma palavra
Exemplos: beija-flor, peixe-boi, pé-de-moleque
Primitivo – primeira palavra
Exemplos: pedra, porta
Derivado – deriva de uma palavra primitivaExemplos: pedreira, pedrada, porteiro, portaria
Substantivo Comum - é tudo aquilo que generaliza,
podendo ser, de acordo com os exemplos seguintes,
qualquer cidade, qualquer criança e qualquer cachorro.
Exemplos: cidade, criança, cachorro.
Português Básico
Substantivo Próprio - é tudo aquilo que especifica, e é
grafado com letras maiúsculas.
Exemplos: São Paulo, Ribeirão Preto, Franca, Roberto, Rex.
Substantivos Uniformes – uma única forma
Exemplos: criança (menino ou menina)
dentista (homem ou mulher)
onça (macho ou fêmea)
• Uniformes se dividem em:
Substantivos Epicenos – para animais
Exemplos: cobra macho – cobra fêmea
onça macho – onça fêmea
borboleta macho – borboleta fêmea
Substantivos comuns-de-dois (ou comuns de dois
gêneros):
Exemplos: o artista – a artista
dois pianistas – duas pianistas
esse paulista – essa paulista
bom cliente – boa cliente
Substantivos sobrecomuns:
Exemplos: Ele é uma criatura maravilhosa.
Ela é uma criatura maravilhosa.
João foi a vítima do sequestro.
Maria foi a vítima do sequestro.
Coloque os substantivos em colunas:
Sobrecomum/ comum-de-dois/ epiceno
o/a jovem
a criança
o indivíduo
o/a colega
o/a pianista
o cadáver
o papagaio
a barata
o/a jornalista
o peixe
a onça
a testemunha
a vítima
o cônjuge
o gênio
o ídolo
GABARITO:
o/a jovem: comum-de-dois
a criança: sobrecomum
o indivíduo: sobrecomum
o/a colega: comum-de-dois
o/a pianista: comum-de-dois
o cadáver: sobrecomum
o papagaio: epiceno
a barata: epiceno
o/a jornalista: comum-de-dois
o peixe: epiceno
a onça: epiceno
a testemunha: sobrecomum
a vítima: sobrecomum
o cônjuge: sobrecomum
o gênio: sobrecomum
o ídolo: sobrecomum
REVISÃO:
CORRETA INCORRETA
bandeja bandeija
beneficente beneficiente
camundongo camondongo
caranguejo carangueijo
empecilho impecilho
mendigo mendingo
mortadela mortandela
prazerosamente prazeirosamente
reivindicar reinvidicar
ARTIGO
É variável e antecede o substantivo.
Exemplos:
O rapaz chegou cedo hoje.
A menina estuda sempre.
Uma mulher estranha chamou o professor.
01. Das orações ora retratadas, explique a diferença de
sentido existente entre elas, no que se refere ao artigo que
acompanha o substantivo:
Eu acompanhei a garota até sua casa.
Encontrei uma garota por onde eu passava.
GABARITO: o artigo ‘a’ revela que se trata de uma garota
conhecida
o artigo ‘uma’ revela que se trata de uma garota desconhecida
DEFINIDOS
O/A
OS/AS
INDEFINIDOS
UM/UMA
UNS/UMAS
CONCURSOS
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Português Básico
02. Assinale a alternativa que apresenta, respectivamente:
artigo indefinido feminino no plural, artigo definido feminino no
singular, artigo indefinido masculino no singular, artigo definido
feminino no plural.
A) As meninas mais bonitas da rua são uma tal de Gabriele,
uma menina loira que mora uns três quilômetros daqui e
a Luciene, uma morena que mora em uma casa cinza.
B) Hoje fizemos a reunião de pais e entregamos as provas
bimestrais e uns informativos sobre a semana
pedagógica, na qual faremos uma gincana.
C) Há um mercado a 200 m daqui, caso as senhoras
queiram comprar uns pães de queijo para receber o
padre.
D) Sei que umas pessoas desaprovarão a minha atitude,
mas sei também que um ou outro ficará do meu lado até
que as coisas se resolvam.
E) Os armários da cozinha sofreram apenas uns arranhões,
mas as cadeiras de uma das salas de jantar ficaram
bastante danificadas.
03. Marque a única alternativa em que há erro quanto ao
emprego do artigo:
A) Nem todas as opiniões são valiosas.
B) Disse que conheceu o homem mais lindo do mundo.
C) Leu todas as obras de Machado de Assis.
D) Andou por todas a ruas de Portugal.
E) Todas as alternativas estão corretas.
GABARITO: 02. D; 03. D
HETEROSSÊMICOS
o cabeça – líder a cabeça – parte do corpo
o caixa – funcionário a caixa - recipiente
o capital – dinheiro a capital - cidade
o cisma – separação a cisma – ideia fixa
o grama – unid. de massa a grama - relva
o guia – orientador a guia - documento
o moral – ânimo a moral - ética
o nascente – nasce o sol a nascente - fonte
o rádio – aparelho a rádio - emissora
o violeta – cor a violeta - flor
o voga – remador a voga – moda
Emprego do artigo:
Diz-se sem artigo:
Foram presos três.
Com artigo:
Foram presos os três assaltantes.
Ambos os irmãos chegaram.
Milhão, milhar e bilhão:
Os milhares de crianças e não as milhares.
Ditado popular sem artigo:
Há animais cujo pelo é liso.
Observação: entre as palavras cujo e pelo não
podemos colocar artigo.
Tempo é dinheiro.
ARTIGO
É VARIÁVEL E ANTECEDE O SUBSTANTIVO
ADJETIVO
É VARIÁVEL E DÁ QUALIDADE AO SUBSTANTIVO
O pequeno Hamlet é muito ingênuo e sonha com um
mundo diferente.
pequeno = adjetivo
Hamlet = substantivo
ingênuo = adjetivo
mundo = substantivo
diferente = adjetivo
LOCUÇÃO ADJETIVA
A locução adjetiva tem a mesma função do adjetivo (dar
qualidade ao substantivo), a diferença é que na locução
adjetiva teremos mais de uma palavra ou expressão para
expressar ideia de qualidade.
preposição + substantivo = locução adjetiva
Banheiro feminino.
Substantivo Adjetivo
Banheiro de mulher.
Substantivo locução adjetiva
Classifique: artigos, substantivos e adjetivos:
Os meus bons amigos andavam a cavalo, na floresta bem
verde, uns pássaros acinzentados cantavam, não os vi
pulando de galho em galho.
GABARITO:
Os – artigo definido masculino plural
meus – pronome possessivo
bons – adjetivo
amigos – substantivo
andavam – verbo
a – preposição
na – em + a – preposição
floresta – substantivo
CONCURSOS
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Português Básico
02. Assinale a alternativa que apresenta, respectivamente:
artigo indefinido feminino no plural, artigo definido feminino no
singular, artigo indefinido masculino no singular, artigo definido
feminino no plural.
A) As meninas mais bonitas da rua são uma tal de Gabriele,
uma menina loira que mora uns três quilômetros daqui e
a Luciene, uma morena que mora em uma casa cinza.
B) Hoje fizemos a reunião de pais e entregamos as provas
bimestrais e uns informativos sobre a semana
pedagógica, na qual faremos uma gincana.
C) Há um mercado a 200 m daqui, caso as senhoras
queiram comprar uns pães de queijo para receber o
padre.
D) Sei que umas pessoas desaprovarão a minha atitude,
mas sei também que um ou outro ficará do meu lado até
que as coisas se resolvam.
E) Os armários da cozinha sofreram apenas uns arranhões,
mas as cadeiras de uma das salas de jantar ficaram
bastante danificadas.
03. Marque a única alternativa em que há erro quanto ao
emprego do artigo:
A) Nem todas as opiniões são valiosas.
B) Disse que conheceu o homem mais lindo do mundo.
C) Leu todas as obras de Machado de Assis.
D) Andou por todas a ruas de Portugal.
E) Todas as alternativas estão corretas.
GABARITO: 02. D; 03. D
HETEROSSÊMICOS
o cabeça – líder a cabeça – parte do corpo
o caixa – funcionário a caixa - recipiente
o capital – dinheiro a capital - cidade
o cisma – separação a cisma – ideia fixa
o grama – unid. de massa a grama - relva
o guia – orientador a guia - documento
o moral – ânimo a moral - ética
o nascente – nasce o sol a nascente - fonte
o rádio – aparelho a rádio - emissora
o violeta – cor a violeta - flor
o voga – remador a voga – moda
Emprego do artigo:
Diz-se sem artigo:
Foram presos três.
Com artigo:
Foram presos os três assaltantes.
Ambos os irmãos chegaram.
Milhão, milhar e bilhão:
Os milhares de crianças e não as milhares.
Ditado popular sem artigo:
Há animais cujopelo é liso.
Observação: entre as palavras cujo e pelo não
podemos colocar artigo.
Tempo é dinheiro.
ARTIGO
É VARIÁVEL E ANTECEDE O SUBSTANTIVO
ADJETIVO
É VARIÁVEL E DÁ QUALIDADE AO SUBSTANTIVO
O pequeno Hamlet é muito ingênuo e sonha com um
mundo diferente.
pequeno = adjetivo
Hamlet = substantivo
ingênuo = adjetivo
mundo = substantivo
diferente = adjetivo
LOCUÇÃO ADJETIVA
A locução adjetiva tem a mesma função do adjetivo (dar
qualidade ao substantivo), a diferença é que na locução
adjetiva teremos mais de uma palavra ou expressão para
expressar ideia de qualidade.
preposição + substantivo = locução adjetiva
Banheiro feminino.
Substantivo Adjetivo
Banheiro de mulher.
Substantivo locução adjetiva
Classifique: artigos, substantivos e adjetivos:
Os meus bons amigos andavam a cavalo, na floresta bem
verde, uns pássaros acinzentados cantavam, não os vi
pulando de galho em galho.
GABARITO:
Os – artigo definido masculino plural
meus – pronome possessivo
bons – adjetivo
amigos – substantivo
andavam – verbo
a – preposição
na – em + a – preposição
floresta – substantivo
Português Básico
bem – advérbio
verde – adjetivo
uns – artigo indefinido masculino plural
pássaros – substantivo masculino
acinzentados – adjetivo
cantavam – verbo
não – advérbio
os – pronome
vi – verbo
pulando – verbo no gerúndio
de – preposição
galho – substantivo
em – preposição
galho – substantivo
NUMERAIS
Cardinais: um, dois, três...
Ordinais: primeiro, segundo, terceiro...
Fracionários: um terço, dois quintos
Multiplicativos: dobro, triplo...
Designação de séculos, reis e papas, usam-se ordinais de
um a dez e cardinais em diante:
Século V (quinto)
Pedro II (segundo)
Papa Pio X (décimo)
Século XX (vinte)
Luís XV (quinze)
Papa Pio XII (doze)
Correto é meio-dia e meia.
Os dois milhões de moedas serão cunhados/cunhadas.
Horas: 13h35 ou 13h35min.
01. Assinale o item em que não é correto ler o numeral como
vem indicado entre parênteses:
A) Pode-se dizer que no século IX (nono) o português já
existia como língua falada.
B) Pigmalião reside na casa 22 (vinte e duas) do antigo Beco
do Saco do Alferes, em Aparecida.
C) Abram o livro, por favor, na página 201 (duzentos e
um).
D) O que procuras está no art. 10 (dez) do código que tens
aí à mão.
E) O Papa Pio X (décimo), cuja morte teria sido apressada
com o advento da Primeira Guerra Mundial, foi
canonizado em 1954.
02. Analise os dados a seguir:
I. O artigo, definido ou indefinido, exerce na oração a
função sintática de adjunto adnominal.
II. O numeral tem mais de uma função sintática. Para saber
qual é ela, precisamos observar se na oração, seu papel
é de adjetivo ou substantivo. No primeiro caso, o
numeral assume a função sintática de adjunto
adnominal; no segundo caso, ele desempenha uma
função sintática própria do substantivo, ou seja, de
núcleo de um sujeito, de um objeto direto, de um objeto
indireto, etc.
III. O numeral pode referir-se a um substantivo ou
substituí-lo; no primeiro caso, é numeral adjetivo; no
segundo, numeral substantivo.
IV. Os numerais classificam-se em: cardinais: (indicam
série, ordem, posição); ordinais: (designam uma
quantidade de seres); multiplicativos: (expressam
aumento proporcional a um múltiplo da unidade);
fracionários: (denotam diminuição proporcional a
divisões da unidade).
Estão corretas as afirmações feitas em:
A) Apenas II, III e IV.
B) Apenas I, III e IV.
C) Apenas I, II e III.
D) I, II, III e IV.
GABARITO: 01. B; 02. C
PRONOMES
Definição: é variável, substitui ou acompanha o nome.
Exemplo:
O seu irmão compareceu à festa, mas eu não o convidei.
seu: pronome possessivo
eu: pronome pessoal do caso reto
o: está representando “o seu irmão”
PRONOMES RETOS E OBLÍQUOS
PRONOMES PESSOAIS DO CASO RETO
Os pronomes pessoais do caso reto, na análise sintática,
funcionam, em regra geral, como sujeito da oração.
1ª pessoa do
singular EU PESSOA QUE FALA
2ª pessoa do
singular TU PESSOA COM QUEM
EU FALO (VOCÊ)
3ª pessoa do
singular ELE/ELA COISA OU PESSOA
DE QUE(M) SE FALA
1ª pessoa do
plural NÓS -
2ª pessoa do
plural VÓS -
3ª pessoa do
plural ELES/ELAS -
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Português Básico
Concordância
EU falo
TU falas
ELE/ ELA fala
NÓS falamos
VÓS falais
ELES/ ELAS falam
NÓS VAI... (ERRO DE CONCORDÂNCIA)
NÓS VAMOS...
ERRO DE CONCORDÂNCIA
ERRADO: Nós vai estudar gramática.
CORRETO: Nós vamos estudar gramática.
PRONOMES PESSOAIS DO CASO OBLÍQUO
1ª pessoa do
singular ME/MIM/COMIGO
2ª pessoa do
singular TE/TI/CONTIGO
3ª pessoa do
singular O/A/LHE/SE/SI/CONSIGO
1ª pessoa do
plural NOS/CONOSCO
2ª pessoa do
plural VOS/CONVOSCO
3ª pessoa do
plural OS/AS/LHES/SE/SI/CONSIGO
Os pronomes pessoais do caso oblíquo, regra geral, na
análise sintática, funcionam como objetos da oração (direto
ou indireto, dependendo da regência do verbo).
EMPREGO DOS PRONOMES
- Erros e acertos
Célia, eu quero falar consigo. ERRADO
Rosana, quero falar com você. CERTO
Observação: fica correto usar o “contigo” nas orações.
Não há nada entre eu e você. ERRADO
Não há nada entre mim e ti. CERTO
Peguei um livro para mim. CERTO
Peguei um livro para eu ler. CERTO
Para mim, ler é difícil.
Ler é difícil para mim.
ADAPTAÇÃO DOS PRONOMES
A casa
Eu vou comprar-a.
Eu vou compra-la.
Eu vou comprá-la
DICA:
Os verbos terminados em R, S e Z faz-se a adaptação do
verbo, e se o verbo for terminado em a, e, o serão
acentuados.
R
S lo, la, los, las
Z
Nós nos casamos. CERTO
Nós casamos-nos. ERRADO
Nós casamo-nos. CERTO
Fiz-o chorar. ERRADO
Fi-lo chorar. CERTO
A casa
Compraram-a. ERRADO
Compraram-na. CERTO
O livro
Põe-o ali. ERRADO
Põe-no ali. CERTO
PRONOMES DEMONSTRATIVOS
Localização espacial, temporal e referencial do texto.
Próximo de quem
fala (1ªpessoa)
Próximo de
quem ouve
(2ªpessoa)
Longe de quem
fala e ouve
(3ªpessoa)
ESTE
ESSE AQUELE
ESTA
ESSA
AQUELA
ISTO
ISSO
AQUILO
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Português Básico
Concordância
EU falo
TU falas
ELE/ ELA fala
NÓS falamos
VÓS falais
ELES/ ELAS falam
NÓS VAI... (ERRO DE CONCORDÂNCIA)
NÓS VAMOS...
ERRO DE CONCORDÂNCIA
ERRADO: Nós vai estudar gramática.
CORRETO: Nós vamos estudar gramática.
PRONOMES PESSOAIS DO CASO OBLÍQUO
1ª pessoa do
singular ME/MIM/COMIGO
2ª pessoa do
singular TE/TI/CONTIGO
3ª pessoa do
singular O/A/LHE/SE/SI/CONSIGO
1ª pessoa do
plural NOS/CONOSCO
2ª pessoa do
plural VOS/CONVOSCO
3ª pessoa do
plural OS/AS/LHES/SE/SI/CONSIGO
Os pronomes pessoais do caso oblíquo, regra geral, na
análise sintática, funcionam como objetos da oração (direto
ou indireto, dependendo da regência do verbo).
EMPREGO DOS PRONOMES
- Erros e acertos
Célia, eu quero falar consigo. ERRADO
Rosana, quero falar com você. CERTO
Observação: fica correto usar o “contigo” nas orações.
Não há nada entre eu e você. ERRADO
Não há nada entre mim e ti. CERTO
Peguei um livro para mim. CERTO
Peguei um livro para eu ler. CERTO
Para mim, ler é difícil.
Ler é difícil para mim.
ADAPTAÇÃO DOS PRONOMES
A casa
Eu vou comprar-a.
Eu vou compra-la.
Eu vou comprá-la
DICA:
Os verbos terminados em R, S e Z faz-se a adaptação do
verbo, e se o verbo for terminado em a, e, o serão
acentuados.
R
S lo, la, los, las
Z
Nós nos casamos. CERTO
Nós casamos-nos. ERRADO
Nós casamo-nos. CERTO
Fiz-o chorar. ERRADO
Fi-lo chorar. CERTO
A casa
Compraram-a. ERRADO
Compraram-na. CERTO
O livro
Põe-o ali. ERRADO
Põe-no ali. CERTO
PRONOMES DEMONSTRATIVOS
Localização