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odontogênicosodontogênicos
Disciplina de Estomatologia Clínica - 2026.1
Monitora: Lívia Aragão
Disciplina de Estomatologia Clínica - 2026.1
Monitora: Lívia Aragão
c i s t o sc i s t o s
cistos
odontogênicos
1.Cisto dentígero (cisto folicular)
2.Cisto de erupção (hematoma de erupção)
3.Cisto primordial
4.Queratocisto (tumor odontogênico queratocístico)
5.Cisto odontogênico ortoqueratinizado
6.Síndrome do carcinoma basocelular nevoide (síndrome de Gorlin)
7.Cisto gengival (alveolar) do recém-nascido
8.Cisto gengival do adulto
9.Cisto periodontal lateral (cisto odontogênico botrioide)
10.Cisto odontogênico calcificante 
a.Cisto de Gorlin; tumor dentinogênico de células fantasma; carcinoma odontogênico de células fantasma
11.Cisto odontogênico glandular (cisto sialo-odontogênico)
12.Cisto da bifurcação vestibular (cisto colateral inflamatório)
13.Carcinoma que se origina de cistos odontogênicos
SD DE GORLINSD DE GORLIN
SÍNDROME DO CARCINOMASÍNDROME DO CARCINOMA
BASOCELULAR NEVOIDEBASOCELULAR NEVOIDE
SD DE GORLIN
SÍNDROME DO CARCINOMA
BASOCELULAR NEVOIDE
6
666
Autossômica dominante;
Expressividade variada;
Mutações no gene supressor de
tumor patched = PTCH
Via de sinalização sonic
hedgehog (SHH, crom. 9)
Raros casos = mutações no
gene SUFU (SHH, crom. 10)
Queratocistos podem orientar um
diagnóstico precoce.
sd de gorlin
(carc. basocel. nev.)
666
SD de expressividade variada
Face característica
Bossa frontal e temporopariental =
↑circunferência craniana (>60cm em
adultos);
Olhos separados = hipertelorismo ocular
leve
Prognatismo mandibular leve
sd de gorlin
(carc. basocel. nev.)
clínica
666
Frequência ≥ 50%
Múltiplos carcinomas basocelulares
Queratocistos
Cistos epidermoides na pele
Depressões palmoplantares
Foice do cérebro calcificada
Circunferência craniana aumentada
Anomalias das costelas 
Chanfradas, fusionadas, parc. ausentes ou bífidas
Hipertelorismo ocular leve
Espinha bífida oculta das vértebras cervicais ou torácicas
sd de gorlin
(carc. basocel. nev.)
clínica
666
Frequência de 15 a 49%
Fibromas ovarianos calcificados
Encurtamento dos ossos metacarpais IV
Cifoescoliose ou outras anomalias vertebrais
Pectus excavatum ou carinatum
Estrabismo (exotropia)
sd de gorlin
(carc. basocel. nev.)
clínica Frequência inferior
2 a 3 mm
Lesões comuns = 25 a 53% dos RN
Desaparecem de forma espontânea
Ruptura na cavidade oral
Raramente vistas após 3 meses
Cistos palatinos do RN
Tem 2 origens na vida embrionária
Nódulos de Bohn = Crista alveolar, região vestibular e lingual, próx.
à junção entre os planos. Gls. sal. menores
Pérolas de Epstein = Rafe palatina mediana. Epit. aprisionado na
linha de fusão
cisto gengival/alveolar
do recém-nascido
clínica
CISTO PERIODONTAL LATERALCISTO PERIODONTAL LATERALCISTO PERIODONTAL LATERAL
8
& botrioide
888
Lesão incomum
Menos de 2% de todos os cistos de rev. epit. nos ossos gnáticos
Ocorre ao longo da superfície radicular lateral de um dente
Surge os restos da lâmina dentária (restos de Serres)
Contraparte intraóssea do cisto gengival do adulto
cisto periodontal
lateral & botrioide
clínica
Lesão assintomática detectada no RX de rotina
Pacientes entre 50 a 70 anos, raramente maxila
Incisivo lateral, canino e pré-molares
tratamento
& prognóstico
Enucleação conservadora
Recidiva incomum
Botrioide pode ter
888 cisto periodontal
lateral & botrioide
radiografia
Área radiolucente bem circunscrita
Pode ter um halo radiopaco
Localizada lateralmente à raiz/raízes de dentes vitais
Lesões maiores = divergência das raízes adjacentes
Maioria temDO ADULTO
9
999
Lesão incomum
É a contraparte de tecido mole do CISTO PERIODONTAL LATERAL
Não do cisto geng/alv do RN!!
Derivado dos restos de Serres
Restos da lâmina dentária
cisto gengival
do adulto
clínica
tratamento & prognóstico
Excisão cirúrgica simples
Prognóstico excelente
Região de canino e pré-molares inferiores
Maxila = incisivos, caninos e prés
Pacientes nos 50 e 70 anos
Localizações:
Gengiva vestibular
Mucosa alveolar
Nódulo indolor, em forma de cúpula, com menos de 0,5cm
Cor azulada/cinza-azulada
Pode ter “reabsorção em taça” vista no transcirúrgico!
Geralmente não é vista na radiografia
Se houver maior ausência de osso, pode ser um cisto
periodontal lateral que erodiu a cortical, ao invés de um
cisto gengival
cisto gengival
do adulto
clínica
999
Mesmas características do CPL
Revestimento epitelial delgado e achatado
Pode ter placas focais com células
claras ricas em glicogênio
Ninhos de céls. claras ricas em glicogênio
= restos da lâmina dentária
Podem estar no TC circunjacente
O revestimento epitelial pode ser tão
fininho, que parece o revestimento
endotelial de vasos sanguíneos dilatados
cisto gengival
do adulto
histopatologia
acantose do revestimento epitelial;
observar a camada achatada de epitélio
nas extremidades da imagem
paredes beeemm fininhas
999
CISTO ODONTOGÊNICOCISTO ODONTOGÊNICO
CALCIFICANTECALCIFICANTE
CISTO ODONTOGÊNICO
CALCIFICANTE
10
cisto de Gorlin / tumor dentinogênico de céls. fantasma /
carc. odont. de céls. fantasma
Faz parte de um espectro de lesões que possuem epitélio
odontogênico contendo células fantasmas
Podem sofrer calcificação posteriormente
A maioria dessas lesões crescem de maneira cística, mas
há exemplos de crescimento sólido (sem. a tumor)
OMS 2022 = Lesões de céls. fantasma agrupadas em
3 categorias
Baseadas na natureza cística, sólida ou maligna
COC = mutações no gene CTNNB1
Codifica para Beta-catenina
Sinalização celular (via Wnt)
Regulação do crescimento celular
Acúmulo anormal de B-catenina = neoplasias malignas
Mutações semelhantes observadas no tumor e no carc.
101010 cisto odont. calcificante/
lesões de céls. fantasma
cisto odontogênico
calcificante
tumor dentinogênico
de céls. fantasma
carcinoma odontogênico
de céls. fantasma
101010
Maioria das lesões tem crescimento cístico
Pacientes de 20 a 40 anos = média 30 anos
Maxila = mandíbula
Região de caninos e incisivos = 65% dos casos
COC + odontomas = pacientes jovens, média 17 anos
Associado comumente aos ODONTOMAS
20% dos COC são associados a odontomas
Pode ter com T. O. ADENOMATOIDE e
AMELOBLASTOMAS
Tratamento
Enucleação simples
Cápsula fibrosa
Forma intra e extraóssea
Prognóstico favorável = poucas recidivas
cisto odont. calcificante/
lesões de céls. fantasma
CISTO ODONTOGÊNICO CALCIFICANTE
estruturas brancas
mineralizadas
101010
Maxila = mandíbula
Região de caninos e incisivos = 65% dos casos
Lesão radiolucente bem definida
Maioria unilocular
Pode aparecer multilocular
Pode ter calcificações irregulares / densidades sem. a dentes
⅓ a ½ dos casos
⅓ dos casos associados a dente não erupcionado
Geralmente 2 a 4 cm de diâmetro
Reabsorção radicular ou divergência dos dentes adjacentes
cisto odont. calcificante/
lesões de céls. fantasma
CISTO ODONTOGÊNICO CALCIFICANTE
Lesão cística bem definida, com cápsula fibrosa
Revestimento epitelial de 4 a 10 céls. de espessura
Céls. cuboidais ou colunares, sem. a ameloblastos
Camada sobreposta de epit. frouxo pode ser sem. ao
retículo estrelado de um ameloblastoma
Células fantasma
Critério diagnóstico
Células epiteliais alteradas = perderam os núcleos, mas
mantiveram o contorno básico da célula
Ficam dentro do componente epitelial
Massa de céls fantasma podem fundir = placas de material
amorfo e acelular
Calcificação no interior das céls. fantasma
Grânulos basofílicos; material dentinoide
Pode ter epit. rev. no lúmen, e cistos-filhos na cápsula fibrosa
101010 cisto odont. calcificante/
lesões de céls. fantasma
céls. fantasma
CISTO ODONTOGÊNICO CALCIFICANTE
101010 cisto odont. calcificante/
lesões de céls. fantasma
LESÕES ODONT. CÉLS. FANTASMA EXTRAÓSSEAS
5 a 17% de todos os casos = mais comum que o
intraósseo
Pacientes entre 60 e 80 anos;
⅓ é sólida
Não são tão agressivas quanto as formas intraósseas.
Nódulos gengivais localizados, sésseis ou pediculados
Sem características determinantes
Podem parecer:
Fibromas gengivais
Cistos gengivais
Lesão periférica de células gigantes
101010 cisto odont. calcificante/
lesões de céls. fantasma
TUMOR DENTINOGÊNICO DE CÉLS. FANTASMA
Tumor intraósseo é raro
Menos de 5% dos casos são tumores/carcinomas
Pacientes de 30 a 50 anos
Max = mand; regiões posteriores
Comportamento mais agressivo que o cisto
Reabsorção radicular
Perfuração da cortical óssea
Destruição dos seios maxilares
HISTOPATOLOGIA
Intra e extraósseo com HP semelhante
Ilhas de epit. odont. semelhante ao ameloblastoma
Ninhos de céls. fantasma no interior do epitélio
Material dentinoide justaepitelial
TRATAMENTO E PROGNÓSTICO
Neoplasias potencialmente agressivas
Trat. conservador = Enucleação/curetagem
Recorrência = 73%
Trat. agressivo = ressecção marginal/segmentar
Recorrência = 33%
CRITÉRIOS DIAGNÓSTICOS - OMS 2022
Tumor sólido
Epitélio semelhante ao ameloblastoma convencional
Células fantasmas
Material dentinoide
CARCINOMA ODONTOGÊNICO DE CÉL. FANTASMA
101010 cisto odont. calcificante/
lesões de céls. fantasma
Menos de 5% dos casos são tumores/carcinomas
40 a 70 anos
Maxila > mandíbula
Homens > mulheres
Extremamente raras e agressivas
Podem surgir a partir da degeneração maligna de
um tumor dentinogênico ou de um COC
HISTOPATOLOGIA
Tumores sólidos
Características malignas
Pleomorfismo celular
Aumento da atividade mitótica
Necrose
Invasão de tecidos circundantes
PROGNÓSTICO
Comportamento imprevisível = recidivas comuns
Morte por doença local incontrolada ou metástases
Taxa de sobrevida total em 5 anos = 73%
CRITÉRIOS DIAGNÓSTICOS - OMS 2022
Lesão mal delimitada radiograficamente
Epitélio semelhante ao ameloblastoma
Células fantasmas proeminentes
Evidência citológica de malignidade
CISTO ODONTOGÊNICOCISTO ODONTOGÊNICO
GLANDULARGLANDULAR
CISTO ODONTOGÊNICO
GLANDULAR
11
cisto sialo-odontogênico
Tipo muito raro de cisto, pode ter comportamento agressivo
Origem odontogênica, mas com características
glandulares/salivares
111111 cisto odontogênico
glandular
clínica
Adultos de meia idade = média 46 anos, raro maxila
Região anterior dos ossos gnáticos
Até 75% dos casos = mandíbula
Pode atravessar a linha média inferior
Lesões pequenas (variable thickness with enlarged, eosinophilic hobnail cells on
the luminal surface (H&E; x100). 
D) Hobnail luminal cells with mucous cells and occasional clear cells (H&E; x200)
CISTO DA BIFURCAÇÃOCISTO DA BIFURCAÇÃO
VESTIBULARVESTIBULAR
CISTO DA BIFURCAÇÃO
VESTIBULAR
12
cisto colateral inflamatório /
cisto paradentário
Cisto odontogênico inflamatório incomum
Face vestibular do 1º molar inferior permanente (36 e 46)
Alguns casos envolvem o 2º molar
Patogênese incerta - teoria
Erupção precoce = inflamação do epitélio sulcular/juncional
vestibular = proliferação epitelial = cistos
Algumas surgem em dentes com extensões cervicais do esmalte,
projentando-se na região da bifurcação
Dente mais susceptível a ter bolsa vestibular = pericoronarite
Cisto paradentário
Ocorre em 3º molar inferior parc. erupcionado com histórico
de pericoronarite
Face distal ou vestibular
121212 cisto da bifurcação
vestibular
Crianças 5 a 13 anos
Sensibilidade leve a moderada no local
Face vestibular de um 1º molar inferior em erupção
Aumento de volume + secreção de gosto desagradável
Sondagem periodontal = formação de bolsa (↑prof. sond)
⅓ tem acometimento bilateral
clínica
121212 cisto da bifurcação
vestibular
Características não específicas
Cisto revestido por epit. pav. estratif. não
queratinizado, com áreas de hiperplasia
Infiltrado inflamatório crônico na cápsula de TC
histopatológico
Lesão radiolúcida unilocular bem circunscrita
Envolve a bifurcação vestibular e a região da raiz
Pode ter 1,2 a 2,5cm de diâmetro
TCFC ou oclusal = localização vestibular
Periostite proliferativa da cortical vestibular
Camadas únicas ou múltiplas de osso reacional
radiografia
121212 cisto da bifurcação
vestibular
Enucleação da lesão
Não precisa extrair o dente associado
Cicatrização completa em até 1 ano após a cirurgia
Alguns casos podem ser resolvidos sem cirurgia
Sem tratamento algum
Irrigação da bolsa com soro e peróxido de hidrogênio
tratamento & prognóstico
121212 cisto da bifurcação
vestibular
CRITÉRIOS DIAGNÓSTICOS
Associação com dente vital recém erupcionado ou parcialmente erupcionado
Lâmina dura intacta
Epitélio cístico estratificado, escamoso e não queratinizado
Radiolucência distinta do folículo dentário
OMS 2022
121212 cisto da bifurcação
vestibular
CISTO DA BIFURCAÇÃO VESTIBULAR
1ª a 2ª década de vida
Sexo masculino
Região vestibular de 1º ou 2º molares inferiores
CISTO PARADENTÁRIO
4ª década de vida
Sexo masculino
3º molares inferiores
CARCINOMACARCINOMA
ORIGINADO DE CISTOSORIGINADO DE CISTOS
ODONTOGÊNICOSODONTOGÊNICOS
CARCINOMA
ORIGINADO DE CISTOS
ODONTOGÊNICOS
13
carcinoma odontogênico
carcinomas odontogênicos
131313
Lesão rara, limitada aos ossos gnáticos
1 a 2% dos carcinomas orais podem ter sido
originados de cistos
Podem surgir em:
Ameloblastomas
Outros tumores odont. = raro
De novo = sem lesão prévia
Revestimento epitelial dos cistos odontog.
Alguns CME intraósseos podem surgir das céls
mucosas no revestimento do cisto dentígero
Áreas de revestimento dos cistos podem ter diferentes
graus de displasia epitelial = originam carcinoma
carcinoma odontogênico
paciente com histórico de queratocisto
extenso removido há 19 anos, com
múltiplas recidivas
clínica
131313 carcinoma odontogênico
Pacientes mais velhos = média 60 anos
Homens 2 : 1 mulheres
Dor e aumento de volume comuns
Podem ser assintomáticos também
radiografia
Pode mimetizar qualquer cisto odontogênico
Geralmente as margens são irregulares e mal definidas
TCFC = padrão destrutivo
Cisto periapical residual = 60% dos casos
Cistos radiculares
Cisto dentígero = 16% dos casos
COC
5 anos depois
histopatologia
131313 carcinoma odontogênico
Maioria apresenta-se como carcinoma espinocelular
bem diferenciado ou moderadamente diferenciado
Áreas displásicas
tratamento & prognóstico
Excisão local em bloco
Ressecção radical
Com ou sem RT ou QT adjuvantes
Avaliar possibilidade de metástase de outro sítio
	cistos
	odontogênicos
	cistos odontogênicos
	SD DE GORLIN
	SÍNDROME DO CARCINOMA BASOCELULAR NEVOIDE
	sd de gorlin (carc. basocel. nev.)
	Autossômica dominante;
	Expressividade variada;
	Mutações no gene supressor de tumor patched = PTCH
	Via de sinalização sonic hedgehog (SHH, crom. 9)
	Raros casos = mutações no gene SUFU (SHH, crom. 10)
	Queratocistos podem orientar um diagnóstico precoce.
	sd de gorlin (carc. basocel. nev.)
	clínica
	sd de gorlin (carc. basocel. nev.)
	clínica
	sd de gorlin (carc. basocel. nev.)
	clínica
	Frequência mandíbula
	Homens > mulheres
	Extremamente raras e agressivas
	Podem surgir a partir da degeneração maligna de um tumor dentinogênico ou de um COC
	CRITÉRIOS DIAGNÓSTICOS - OMS 2022
	PROGNÓSTICO
	Comportamento imprevisível = recidivas comuns
	Morte por doença local incontrolada ou metástases
	Taxa de sobrevida total em 5 anos = 73%
	HISTOPATOLOGIA
	Tumores sólidos
	Características malignas
	Pleomorfismo celular
	Aumento da atividade mitótica
	Necrose
	Invasão de tecidos circundantes
	CISTO ODONTOGÊNICO GLANDULAR
	cisto odontogênico glandular
	clínica
	cisto odontogênico glandular
	radiografia
	cisto odontogênico glandular
	histopatológico
	cisto odontogênico glandular
	tratamento & prognóstico
	Enucleação e curetagem
	Alta taxa de recidiva
	22 a 30%
	Especialmente nas lesões multiloculares
	Ressecção em bloco
	Lesões grandes e multiloculares
	Marsupialização e descompressão
	Para lesões grandes
	Reduzir o defeito ósseo
	CISTODA BIFURCAÇÃO VESTIBULAR
	cisto da bifurcação vestibular
	cisto da bifurcação vestibular
	clínica
	histopatológico
	cisto da bifurcação vestibular
	radiografia
	cisto da bifurcação vestibular
	tratamento & prognóstico
	cisto da bifurcação vestibular
	OMS 2022
	CISTO DA BIFURCAÇÃO VESTIBULAR
	1ª a 2ª década de vida
	Sexo masculino
	Região vestibular de 1º ou 2º molares inferiores
	CISTO PARADENTÁRIO
	4ª década de vida
	Sexo masculino
	3º molares inferiores
	CRITÉRIOS DIAGNÓSTICOS
	CARCINOMA ORIGINADO DE CISTOS ODONTOGÊNICOS
	carcinoma odontogênico
	carcinomas odontogênicos
	carcinoma odontogênico
	clínica
	radiografia
	5 anos depois
	carcinoma odontogênico
	histopatologia
	tratamento & prognóstico

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