Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Prévia do material em texto

FISIOLOGIA AB2 
SISTEMA RENAL 
 
FUNÇÃO DOS RINS 
1 - Excreção de produtos indesejáveis do 
metabolismo e de substância químicas 
estranhas: 
Ureia Ácido úrico Bilirrubina 
Creatinina Toxinas Pesticidas 
Drogas Aditivos Alimentos 
 
2 - Regulação de PH e água: 
● Excesso de ácidos eliminados pela urina 
● Regulação de equilíbrio ácido-base: 
excreção de ácidos (ácido sulfúrico e 
fosfórico) e regulação dos estoques de 
tampões dos líquidos corporais. 
● Regulação da produção de eritrócitos 
(eritropoetina) 
● Casos de intoxicação (acelera/cecicilifica ou 
basedifica a urina) 
● Regulação das osmolaridade dos líquidos 
corporais e da concentração de eletrólitos 
● Regulação da produção de vitamina D ativa 
 
3 - Secreção, metabolismo e excreção de 
hormônios 
 
4 - Gliconeogênese: 
Glicose a partir de componentes não-açúcares 
- Jejum prolongado 
- Capacidade equivalente à do fígado 
Complicação devido a alterções a alteraçãoes 
renais -> impacto nos outros sistemas: 
- Sistema Cardiovascular 
➔ Sobrecarga cardíaca: Rins doentes não 
filtram líquidos adequadamente, causando 
retenção de água e sal. Isso aumenta o 
volume de sangue circulante e a pressão 
arterial, forçando o coração a trabalhar 
mais. 
➔ Aterosclerose e Hipertensão: A disfunção 
renal libera toxinas e hormônios, como a 
renina, que contraem os vasos sanguíneos. 
O acúmulo de cálcio e fósforo também 
calcifica e enrijece as artérias, aumentando 
o risco de infarto, insuficiência cardíaca e 
AVC. 
➔ Inflamação crônica: As toxinas urêmicas 
geram inflamação sistêmica, danificando o 
endotélio (camada interna dos vasos). 
- Sistema Endócrino: Os rins funcionam 
como glândulas ao produzir hormônios 
como a eritropoietina e a renina, além de 
converter a vitamina D na sua forma ativa 
(calcitriol). 
- Sistema Hematológico: Por meio da 
produção de eritropoietina, os rins 
estimulam a medula óssea a fabricar 
glóbulos vermelhos; a disfunção renal 
frequentemente causa anemia. 
- Sistema Esquelético: Controlam os níveis 
de cálcio, fósforo e o hormônio da 
paratireóide, elementos fundamentais para 
a saúde e o fortalecimento dos ossos. 
- Sistema Nervoso: A desregulação de 
eletrólitos (como sódio e potássio) e o 
acúmulo de toxinas urêmicas no sangue 
podem afetar a função cerebral, causando 
fraqueza e confusão mental. 
- Sistema Respiratório: São responsáveis 
pelo equilíbrio ácido-base (manutenção do 
pH sanguíneo), evitando quadros graves de 
acidose metabólica. 
- Sistema Digestório: O acúmulo de toxinas 
no corpo devido à falha na filtração pode 
causar inflamações, gerando sintomas 
como náuseas, vômitos e perda de apetite 
ESTRUTURA GERAL DOS RINS 
- Cápsula 
- Córtex 
- Medula com pirâmides renais e papilares 
- Pelve renal (cálices maiores e menores) 
- Ureter 
 
● Cálices, pelve e ureter: estruturas 
contralaterais da bexiga 
● Produção de urina ocorre no sentido córtex 
-> medula 
● depois vai da urina-> cálices -> pelve renal 
-> ureter 
 
 
 
 
NÉFRON 
Unidade funcional dos rins 
1 milão de cada lado 
 
EVENTOS: 
1. Filtração glomerular: o volume total do 
sangue é filtrado 60x por dia: 
- evitar intoxicação 
- eliminação de substâncias 
prejudiciais 
 
Como? O sangue entra no glomérulo pela arteríola 
aferente -> sai depois de filtrado pela eferente -> o 
filtrado passa pelo túbulo renal completo 
● Glomérulo (capilares glomerulares) 
● Aumenta a pressão hidrostática 
● Cápsula de Bawman 
 
TÚBULO RENAL 
Partes do Néfron 
1. Túbulo contorcido proximal (TCP) 
2. Alça de Henle 
○ Ramo descendente fino 
○ Ramo ascendente fino 
○ Ramo ascendente espesso 
3. Túbulo contorcido distal (TCD) 
4. Ducto coletor 
Após passar pelo ducto coletor, a urina segue para: 
● Cálices renais 
● Pelve renal 
● Ureter 
● Bexiga urinária 
Formação e Concentração da Urina 
● A urina é modificada ao longo dos túbulos 
renais por processos de reabsorção e 
secreção. 
● A bexiga não concentra nem dilui a urina; 
apenas a armazena. 
● A capacidade de concentrar ou diluir a urina 
ocorre principalmente: 
○ Na alça de Henle 
○ No túbulo distal 
○ No ducto coletor (sob ação do ADH) 
Relação entre Sódio e Água 
● O sódio é o principal determinante da 
osmolaridade do líquido extracelular. 
● Quando a concentração de sódio aumenta, 
o organismo tende a reter água para 
diluí-lo. 
● Por isso, costuma-se dizer que o sódio 
funciona como um "termômetro" do 
equilíbrio hídrico corporal. 
Fluxo Sanguíneo Renal 
● Os rins recebem cerca de 20 a 25% do 
débito cardíaco. 
● O fluxo sanguíneo renal é de 
aproximadamente 1,1 L/minuto. 
CAPILARES RENAIS 
Capilares Glomerulares 
● Localizados dentro do glomérulo. 
● Responsáveis pela filtração do plasma. 
● Possuem alta pressão hidrostática. 
Capilares Peritubulares 
● Envolvem os túbulos renais. 
● Responsáveis pela reabsorção e secreção. 
● Encontrados principalmente nos néfrons 
corticais. 
Vasa Recta 
● Capilares especializados dos néfrons 
justamedulares. 
● Participam do mecanismo de concentração 
da urina. 
Processos Renais Fundamentais 
1. Filtração Glomerular 
● O sangue chega pela arteríola aferente. 
● Parte do plasma é filtrada para a cápsula 
de Bowman. 
2. Reabsorção Tubular 
● Substâncias úteis retornam do túbulo para 
o sangue. 
3. Secreção Tubular 
● Substâncias são transportadas do sangue 
para o interior do túbulo. 
4. Excreção 
● Eliminação final pela urina. 
Esquema para decorar: Arteríola aferente → 
Glomérulo → Arteríola eferente → Capilares 
peritubulares/Vasa recta 
 
Filtração → Reabsorção → Secreção → Excreção 
Glomérulo = filtra 
Peritubulares = reabsorvem e secretam 
Alça de Henle + ducto coletor = concentrar ou diluir 
a urina 
Bexiga = apenas armazena a urina. 
FILTRAÇÃO GLOMERULAR 
É o processo de passagem de água e pequenas 
moléculas de sangue para o interior da cápsula de 
Bowman, formando o filtrado glomerular. 
O que passa para o filtrado glomerular? 
Substâncias pequenas dissolvidas em água: 
● Água 
● Sódio (Na⁺) 
● Potássio (K⁺) 
● Cloreto (Cl⁻) 
● Glicose 
● Aminoácidos 
● Creatinina 
● Ureia 
● Alguns medicamentos 
✅ Para ser eliminado na urina, a substância deve 
estar dissolvida em água. 
O que normalmente não passa? 
● Proteínas plasmáticas (principalmente 
albumina) 
● Células sanguíneas 
Essas estruturas são retidas pela barreira de 
filtração glomerular devido ao seu tamanho e às 
cargas negativas da membrana. 
Situações Patológicas 
Quando ocorre lesão da barreira de filtração: 
● Proteínas passam para a urina 
(proteinúria). 
● Pode surgir urina espumosa. 
● A perda contínua de proteínas indica 
comprometimento renal. 
Circulação Renal Única 
Arteríola aferente → Capilares glomerulares → 
Arteríola eferente → Capilares peritubulares → 
Veia renal 
Capilares glomerulares 
● Apresentam pressão hidrostática elevada. 
● Favorecem a filtração. 
Capilares peritubulares 
● Apresentam pressão hidrostática baixa. 
● Favorecem a reabsorção de água e solutos 
para o sangue. 
Pressões e Função Renal 
↑ Pressão nos capilares glomerulares → ↑ Filtração 
glomerular (TFG) 
↓ Pressão nos capilares peritubulares → ↑ 
Reabsorção tubular 
Resumo para decorar 
Capilar glomerular = FILTRA 
● Pressão alta 
Capilar peritubular = REABSORVE 
● Pressão baixa 
Proteína na urina = lesão glomerular 
TFG depende principalmente da pressão 
hidrostática dos capilares glomerulares. 
SUPRIMENTO SANGUÍNEO RENAL 
Fluxo sanguíneo renal: 
Arteríola aferente → Capilares glomerulares → 
Arteríola eferente → Capilares peritubulares → 
Veias renais 
● A arteríola aferente leva o sangue ao 
glomérulo para ser filtrado. 
● Os capilares glomerulares realizam a 
filtração do plasma. 
● A arteríola eferente conduz o sangue para 
fora do glomérulo. 
● Os capilares peritubulares participam 
principalmente da reabsorção e secreção 
tubular. 
Reabsorção de Glicose 
● A glicose é livremente filtrada no glomérulo. 
● Em condições normais, é totalmente 
reabsorvida nos túbulos renais. 
● Por isso, normalmente nãohá glicose na 
urina. 
Glicosúria 
● Ocorre quando a glicemia está muito 
elevada. 
 
● Os transportadores tubulares atingem sua 
capacidade máxima de reabsorção (limiar 
renal da glicose). 
● O excesso de glicose não é reabsorvido e 
passa a ser eliminado na urina. 
Substâncias que Normalmente Não 
Devem Estar Presentes na Urina 
❌ Proteínas (especialmente albumina) - Sua 
presença sugere lesão da barreira de filtração 
glomerular. 
❌ Glicose - Sua presença sugere hiperglicemia 
importante ou alteração da reabsorção tubular. Ela 
aparece na urina quando a glicemia ultrapassa 
aproximadamente 180 mg/dL, valor em que os 
transportadores começam a saturar. 
DEPURAÇÃO RENAL 
É a capacidade dos rins de remover uma 
substância do plasma sanguíneo. 
Excreção urinária = Filtração − Reabsorção + 
Secreção 
Destino das Substâncias nos Néfrons 
1. Apenas Filtração 
● Exemplo: creatinina. 
● É filtrada pelos glomérulos e praticamente 
não é reabsorvida. 
● Utilizada para estimar a Taxa de Filtração 
Glomerular (TFG). 
2. Filtração + Reabsorção Completa 
● Exemplo: glicose (em condições normais). 
● Toda a glicose filtrada é reabsorvida nos 
túbulos renais. 
● Não deve aparecer na urina de indivíduos 
saudáveis. 
3. Filtração + Reabsorção Parcial 
● Exemplo: sódio (Na⁺). 
● Parte é eliminada e parte retorna para o 
sangue. 
● A quantidade reabsorvida varia conforme a 
necessidade do organismo. 
4. Filtração + Secreção 
● Exemplo: alguns medicamentos, como a 
nimesulida. 
● Além de serem filtrados, são secretados 
pelos túbulos renais para aumentar sua 
eliminação. 
● A secreção "enriquece" a urina com essas 
substâncias. 
Glicose e Função Renal 
● Em condições normais: 
Glicose filtrada = glicose reabsorvida 
Glicose urinária = zero 
● Quando a glicemia ultrapassa a capacidade 
de reabsorção tubular (como no diabetes), 
ocorre glicosúria (presença de glicose na 
urina). 
Albumina e Lesão Renal 
● A albumina é uma proteína grande e com 
carga negativa. 
● Normalmente não atravessa a barreira de 
filtração glomerular. 
● Sua presença na urina 
(albuminúria/proteinúria) é um importante 
sinal de lesão renal. 
Creatinina e TFG 
● A creatinina é utilizada para avaliar a 
função dos rins. 
● A partir da creatinina sérica pode-se 
estimar a Taxa de Filtração Glomerular 
(TFG). 
● Quanto maior a creatinina no sangue, 
menor tende a ser a função renal. 
Esquema para decorar: 
Filtração − Reabsorção + Secreção = Excreção 
● Creatinina → filtrada. 
● Glicose → filtrada e totalmente reabsorvida. 
● Sódio → filtrado e parcialmente 
reabsorvido. 
● Medicamentos → filtrados e secretados. 
● Albumina na urina → suspeita de lesão 
renal. 
VALORES DE TFG 
● Valor normal: aproximadamente 180 L de 
filtrado por dia. 
● Isso corresponde à filtração de todo o 
líquido corporal cerca de 60 vezes ao dia. 
● A elevada TFG impede o acúmulo de 
metabólitos e substâncias tóxicas no 
organismo. 
 
 
Relação com a Pressão Arterial 
● O aumento da pressão arterial tende a 
aumentar a filtração glomerular. 
● Consequentemente, ocorre aumento da 
produção de urina (diurese pressórica). 
● A hipertensão crônica pode sobrecarregar e 
lesar os rins. 
Por que filtrar tanto soluto para depois 
reabsorver? 
● Permite a remoção rápida de metabólitos 
indesejáveis e toxinas. 
● Garante que os líquidos corporais sejam 
constantemente "limpos" e monitorados 
pelos rins. 
● As substâncias úteis (água, glicose, 
aminoácidos e eletrólitos) são reabsorvidas 
posteriormente. 
● Se a TFG fosse muito baixa, haveria maior 
risco de acúmulo de substâncias tóxicas no 
organismo. 
Esquema para decorar:↑ TFG → ↑ eliminação de 
resíduos → ↓ acúmulo de toxinas 
180 L/dia filtrados → reabsorção da maior parte 
→ apenas 1 a 2 L de urina/dia. 
MEMBRANA CAPILAR GLOMERULAR 
Responsável pela filtração do plasma sanguíneo 
para a formação do filtrado glomerular. 
Barreira Tripla de Filtração 
1. Endotélio Capilar Fenestrado 
● Possui fenestrações (poros) que permitem 
a passagem de água e pequenos solutos. 
● Revestido por glicocálix com cargas 
negativas. 
● Impede a passagem de células sanguíneas. 
2. Membrana Basal Glomerular 
● Constituída principalmente por colágeno 
tipo IV e proteoglicanos. 
● Possui cargas negativas. 
● Principal barreira contra proteínas 
plasmáticas. 
● Permite a passagem de grandes 
quantidades de água e solutos pequenos. 
3. Epitélio Visceral (Podócitos) 
● Reveste externamente os capilares 
glomerulares. 
● Formado por podócitos com 
prolongamentos que criam fendas de 
filtração. 
● Também apresenta cargas negativas que 
dificultam a passagem de proteínas. 
 Função das Cargas Negativas 
● As proteínas plasmáticas, principalmente a 
albumina, possuem carga negativa. 
● Como cargas iguais se repelem, as 
proteínas são retidas no sangue e não são 
filtradas normalmente. 
Hipertensão Arterial e Lesão Glomerular 
● O aumento da pressão arterial eleva a 
pressão de filtração glomerular. 
● A sobrecarga crônica pode lesar a barreira 
de filtração. 
● Ocorre perda das cargas negativas da 
membrana. 
● Com isso, proteínas passam a ser filtradas 
para a urina (proteinúria). 
Consequências 
● Perda de proteínas plasmáticas, 
especialmente albumina. 
● Diminuição da albumina no sangue 
(hipoalbuminemia). 
● Em casos graves, pode haver necessidade 
de reposição de albumina. 
Esquema para decorar: Hipertensão crônica → 
lesão glomerular → perda das cargas negativas → 
proteinúria → hipoalbuminemia → edema. 
HEMODIÁLISE 
● Indicada principalmente em pacientes com 
insuficiência renal grave. 
● A máquina realiza parte da função dos rins, 
removendo excesso de água, eletrólitos e 
resíduos metabólicos do sangue. 
● O paciente deve controlar rigorosamente a 
ingestão de líquidos entre as sessões. 
● Frequentemente está associada a outras 
doenças, como insuficiência cardíaca, 
hipertensão arterial e diabetes mellitus. 
 
 
 
Filtrabilidade das Substâncias 
A capacidade de uma substância ser filtrada 
depende principalmente de: 
Tamanho molecular 
● Moléculas pequenas: filtradas facilmente. 
● Moléculas grandes: filtradas com 
dificuldade ou não são filtradas. 
Exemplos: 
● Ureia → facilmente filtrada. 
● Creatinina → facilmente filtrada. 
● Albumina → normalmente não é filtrada. 
● Mioglobina → pode ser filtrada devido ao 
tamanho menor que o da albumina. 
Carga elétrica 
● Moléculas com carga positiva são filtradas 
mais facilmente. 
● Moléculas com carga negativa são filtradas 
com mais dificuldade. 
● Isso ocorre porque a barreira glomerular 
possui cargas negativas. 
 
Filtrabilidade: 
Positiva > Neutra > Negativa 
Pressões que Determinam a Filtração 
Glomerular 
1. Pressão Hidrostática Glomerular 
● Pressão exercida pelo sangue dentro dos 
capilares glomerulares. 
● Favorece a filtração. 
● Aproximadamente 60 mmHg. 
2. Pressão Coloidosmótica Glomerular 
● Exercida pelas proteínas plasmáticas. 
● Atrai água de volta para os capilares. 
● Oposição à filtração. 
3. Pressão Hidrostática da Cápsula de Bowman 
● Exercida pelo líquido já presente na 
cápsula. 
● Também se opõe à filtração. 
Pressão Líquida de Filtração (PLF) 
PLF = Pressão Hidrostática Glomerular − Pressão 
Coloidosmótica Glomerular − Pressão da Cápsula 
de Bowman 
 
Valor normal: ≈ +10 mmHg 
Essa pressão positiva é responsável pela formação 
do filtrado glomerular. 
Controle da TFG pelas Arteríolas 
Vasoconstrição da arteríola aferente 
● Menos sangue chega ao glomérulo. 
● Diminui a pressão glomerular. 
● Diminui a TFG. 
Ocorre em situações como: 
● Hemorragia. 
● Desidratação intensa. 
● Choque. 
Vasodilatação da arteríola aferente 
● Mais sangue chega ao glomérulo. 
● Aumenta a TFG. 
Qualquer alteração importante da pressão 
arterial pode influenciar a TFG. 
Consumo de Oxigênio pelos Rins 
● Os rins recebem cerca de 20–25% do 
débito cardíaco. 
● Possuem elevado consumo de oxigênio 
devido ao intenso transporte ativo de 
substâncias durante a reabsorção tubular. 
● Oconsumo de O₂ por grama de tecido renal 
é muito alto, refletindo sua intensa atividade 
metabólica. 
COMPOSIÇÃO DO FILTRADO 
GLOMERULAR 
● O filtrado glomerular possui composição 
semelhante à do plasma sanguíneo. 
● Contém: 
○ Água 
○ Glicose 
○ Aminoácidos 
○ Eletrólitos (Na⁺, K⁺, Cl⁻, HCO₃⁻) 
○ Ureia 
○ Creatinina 
● Normalmente não contém quantidades 
significativas de: 
○ Proteínas plasmáticas 
○ Células sanguíneas 
● Isso ocorre porque os capilares 
glomerulares são praticamente 
 
impermeáveis às proteínas devido ao 
tamanho das moléculas e às cargas 
negativas da barreira de filtração. 
TAXA DE FILTRAÇÃO GLOMERULAR (TFG) 
A TFG corresponde ao volume de filtrado 
produzido pelos glomérulos por unidade de tempo. 
Valor normal: aproximadamente 125 mL/min ou 
180 L/dia. 
Fatores que Determinam a TFG 
1. Pressão Líquida de Filtração 
Depende do equilíbrio entre: 
● Pressão hidrostática glomerular 
(favorece a filtração) 
● Pressão coloidosmótica glomerular (se 
opõe à filtração) 
● Pressão da cápsula de Bowman (se 
opõe à filtração) 
2. Coeficiente de Filtração Capilar (Kf) 
O Kf representa a capacidade de filtração da 
membrana glomerular e depende de: 
Kf = Permeabilidade × Área de superfície de 
filtração 
● Quanto maior a permeabilidade da 
membrana, maior a filtração. 
● Quanto maior a área disponível para 
filtração, maior a TFG. 
DETERMINANTES DA TGF 
TFG = Kf × Pressão Líquida de Filtração 
Onde: Kf (coeficiente de filtração) = 
Permeabilidade × Área de superfície de filtração 
FORÇAS FAVORÁVEIS À FILTRAÇÃO 
Pressão Hidrostática Glomerular (PHG) 
● Pressão exercida pelo sangue nos 
capilares glomerulares. 
● Empurra água e solutos para a cápsula de 
Bowman. 
● É a principal força que favorece a filtração. 
⬆ PHG → ⬆ TFG 
FORÇAS CONTRÁTEIS À FILTRAÇÃO 
Pressão Hidrostática da Cápsula de 
Bowman (PHB) 
● Pressão exercida pelo líquido já presente 
na cápsula. 
● Dificulta a entrada de mais líquido filtrado. 
⬆ PHB → ⬇ TFG 
 
Exemplo: 
● Obstrução do trato urinário. 
● Cálculo no ureter. 
● Hiperplasia prostática. 
 
Pressão Coloidosmótica dos Capilares 
Glomerulares (PCG) 
● Produzida pelas proteínas plasmáticas. 
● Atrai água de volta para os capilares. 
● Se opõe à filtração. 
⬆ PCG → ⬇ TFG 
 
Aumenta quando: 
● Há aumento da concentração de proteínas 
plasmáticas. 
● A fração de filtração está aumentada. 
ALTERAÇÕES NO KF 
Diminuição do Kf 
Ocorre por: 
● Redução do número de capilares 
glomerulares funcionantes. 
● Aumento da espessura da membrana 
glomerular. 
● Lesões renais crônicas. 
 
Exemplos: 
● Hipertensão arterial crônica. 
● Diabetes mellitus. 
⬇ Kf → ⬇ TFG 
FATORES QUE ALTERAM A PRESSÃO 
HIDROSTÁTICA GLOMERULAR 
1. Pressão Arterial Sistêmica 
⬆ PA → tende a aumentar a PHG → ⬆ TFG 
⬇ PA → tende a diminuir a PHG → ⬇ TFG 
 
2. . Resistência da Arteríola Aferente 
 
Vasoconstrição da aferente 
● Menos sangue chega ao glomérulo. 
● Diminui a PHG. 
⬇ TFG 
 
 
Vasodilatação da aferente 
● Mais sangue chega ao glomérulo. 
⬆ TFG 
 
3. Resistência da Arteríola Eferente 
 
Constrição moderada da eferente 
● O sangue encontra mais dificuldade para 
sair do glomérulo. 
● Aumenta a pressão dentro dos capilares 
glomerulares. 
⬆ TFG 
 
Constrição intensa da eferente 
● Reduz excessivamente o fluxo sanguíneo 
renal. 
● Aumenta muito a pressão coloidosmótica 
glomerular. 
● Predomina o efeito contrário. 
⬇ TFG 
 
FLUXO SANGUÍNEO RENAL 
Facilmente modulado diminui a flexibilidade e os 
calibres das artérias renais interfere na taxa de 
filtração 
 
REABSORÇÃO TUBULAR 
● Transporte entre membranas 
● Reabsorção altamente relativa devolvida 
através de transportadores específicos 
● Ureia é necessária para a manutenção do 
equilíbrio osmótico 
● Função renal = homeostase 
 
FORMA DE TRANSPORTE 
O transporte tubular é altamente seletivo e ocorre 
por mecanismos passivos e ativos. 
 
Vias de Transporte 
Via Transcelular 
● A substância atravessa a célula tubular. 
● Passa pela membrana apical e depois pela 
membrana basolateral. 
Via Paracelular 
● A substância passa entre as células. 
● Ocorre através das junções intercelulares. 
 
TRANSPORTE PASSIVO 
Não utiliza ATP diretamente. 
 
 
Difusão 
● Movimento de solutos a favor do gradiente 
de concentração. 
Osmose 
● Movimento de água a favor do gradiente 
osmótico. 
Reabsorção Passiva de Água 
● A água acompanha a reabsorção de sódio. 
● O túbulo proximal é altamente permeável à 
água. 
● Grande parte da água filtrada é reabsorvida 
nessa região. 
 
TRANSPORTE ATIVO 
Move substâncias contra o gradiente 
eletroquímico. 
 
Transporte Ativo Primário 
Utiliza ATP diretamente. 
Principais bombas: 
● Bomba Na⁺/K⁺-ATPase 
● H⁺-ATPase 
● H⁺/K⁺-ATPase 
● Ca²⁺-ATPase 
 
Bomba Na⁺/K⁺-ATPase 
● Principal mecanismo de transporte renal. 
● Remove sódio da célula para o interstício. 
● Mantém baixa concentração intracelular de 
sódio. 
● Fornece energia para diversos transportes 
secundários. 
A reabsorção ativa de sódio ocorre na maior 
parte dos segmentos do néfron. 
 
TRANSPORTE ATIVO SECUNDÁRIO 
Não utiliza ATP diretamente. 
A energia vem do gradiente de sódio criado pela 
bomba Na⁺/K⁺-ATPase. 
Simporte 
Duas substâncias são transportadas no mesmo 
sentido. 
Transportador SGLT 
● Reabsorve sódio e glicose 
simultaneamente. 
● Localizado principalmente no túbulo 
proximal. 
● Utiliza o gradiente de sódio para transportar 
glicose. 
Na⁺ + Glicose → interior da célula 
GLUT 
 
● Transportador responsável pela saída da 
glicose da célula para o sangue. 
● Funciona por difusão facilitada. 
 
Reabsorção de Aminoácidos 
Também ocorre por simporte. 
Na⁺ + Aminoácido → interior da célula tubular 
● Mecanismo muito eficiente. 
● Em condições normais, quase todos os 
aminoácidos são reabsorvidos. 
 
CONTRATRANSPORTE (ANTIPORTE) 
As substâncias movem-se em sentidos opostos. 
Exemplo: 
Na⁺ entra na célula 
↓ 
H⁺ sai para o lúmen tubular 
Importante para o equilíbrio ácido-base. 
 
ACIDOSE E SECREÇÃO DE HIDROGÊNIO 
Quando há excesso de H⁺ no sangue: 
● Os rins aumentam a secreção tubular de 
H⁺. 
● O hidrogênio é eliminado pela urina. 
● Auxilia na correção da acidose. 
 
SATURAÇÃO DOS TRANSPORTADORES 
Os transportadores possuem capacidade máxima 
de transporte (Tm). 
Quando a quantidade filtrada excede essa 
capacidade: 
● Os transportadores saturam. 
● O excesso permanece no túbulo. 
● A substância aparece na urina. 
Exemplo clássico 
Hiperglicemia → saturação dos SGLT → glicosúria. 
 
REABSORÇÃO PASSIVA DE SOLUTOS 
Além da água, podem ser reabsorvidos: 
● Ureia 
● Cloreto (Cl⁻) 
A reabsorção ocorre devido aos gradientes criados 
pelo transporte ativo de sódio. 
 
REABSORÇÃO DE PROTEÍNAS 
● Pequenas quantidades de proteínas podem 
atravessar a barreira glomerular e chegar 
ao filtrado. 
● Essas proteínas não devem ser perdidas na 
urina. 
● As células do túbulo proximal realizam 
sua recuperação e devolução ao 
organismo. 
 
Pinocitose 
- Mecanismo pelo qual a célula "engole" 
pequenas proteínas presentes no lúmen 
tubular. 
- A membrana celular forma vesículas que 
internalizam as proteínas. 
- Após a digestão e processamento 
intracelular, os componentes são 
devolvidos ao sangue. 
 
Transcitose 
- Processo de transporte de moléculas 
através da célula. 
- A proteína entra por um lado da célula e é 
liberada no lado oposto. 
- Ocorre principalmente no túbulo proximal. 
 
Importância Clínica 
● Quando há excesso de proteínas filtradas 
ou lesão tubular, a capacidade de 
reabsorção pode ser ultrapassada. 
● Como consequência, ocorre proteinúria, 
um importante sinal de doença renal. 
 
SATURAÇÃO DE TRANSPORTE RENAL 
Algumas substâncias são reabsorvidas por 
transportadores específicos e possuem um limite 
máximo de transporte (Tm). 
 
Glicose 
● A filtração da glicose aumenta 
proporcionalmente à sua concentração no 
plasma. 
● Isso ocorre porque a filtração glomerular 
não é seletiva; tudo que é pequeno o 
suficiente atravessa a barreira defiltração. 
 
Reabsorção da Glicose 
● Em condições normais, toda a glicose 
filtrada é reabsorvida no túbulo proximal 
pelos transportadores SGLT. 
● À medida que a glicemia aumenta, a 
reabsorção também aumenta. 
● Porém, os transportadores possuem 
capacidade limitada. 
 
● Quando atingem a saturação (Tm), não 
conseguem reabsorver mais glicose. 
 
Consequência da Saturação 
● O excesso de glicose permanece no túbulo 
renal. 
● Passa a ser eliminado na urina 
(glicosúria). 
 
Diabetes Mellitus 
● A hiperglicemia pode ultrapassar a 
capacidade máxima dos transportadores. 
● Surge glicose na urina (glicosúria). 
● Em casos graves, pode ocorrer 
cetoacidose diabética, levando à acidose 
metabólica. 
 
Esquema: 
Glicemia normal → 100% reabsorvida 
↑ Glicemia → ↑ Reabsorção 
Saturação dos SGLT → Glicosúria 
 
FORÇAS QUE FAVORECEM A 
REABSORÇÃO NOS CAPILARES 
PERITUBULARES 
Após a filtração glomerular, o sangue chega aos 
capilares peritubulares. 
Esses capilares são especializados em reabsorver 
água e solutos. 
 
Pressão Hidrostática Peritubular 
● Baixa (~10 mmHg). 
● Favorece a entrada de líquido nos 
capilares. 
 
Pressão Hidrostática Glomerular 
● Alta (~55 mmHg). 
● Favorece a filtração. 
 
Resumo: 
Capilar glomerular 
● Pressão alta 
● Filtra 
Capilar peritubular 
● Pressão baixa 
● Reabsorve 
 
 
 
 
COMPOSIÇÃO DO FILTRADO 
GLOMERULAR 
O filtrado glomerular possui composição 
semelhante à do plasma sanguíneo, porém 
praticamente sem: 
● Proteínas plasmáticas 
● Células sanguíneas 
Contém: 
● Água 
● Glicose 
● Sódio 
● Potássio 
● Cloreto 
● Aminoácidos 
● Ureia 
● Creatinina 
 
SECREÇÃO TUBULAR 
A secreção é o transporte de substâncias: 
Sangue → Túbulo Renal 
Funções: 
● Eliminar substâncias indesejáveis. 
● Regular o pH sanguíneo. 
● Aumentar a eficiência da excreção renal. 
Secreção Ativa Secundária 
Exemplo clássico: 
Contratransporte Na⁺/H⁺ 
● O sódio entra na célula tubular. 
● O hidrogênio (H⁺) é secretado para o lúmen 
tubular. 
Esse mecanismo auxilia no controle do equilíbrio 
ácido-base. 
 
Macete de prova 
Filtração: Sangue → Cápsula de Bowman 
Reabsorção: Túbulo → Sangue 
Secreção: Sangue → Túbulo 
Excreção: Sai na urina 
Saturação dos transportadores = aparecimento da 
substância na urina (ex.: glicose). 
 
REABSORÇÃO E SECREÇÃO AO LONGO 
DAS PORÇÕES DO NÉFRON 
 
1. Glomérulo 
● Ocorre apenas filtração glomerular. 
● Formação do filtrado glomerular. 
Sangue → Cápsula de Bowman 
 
2. Túbulo Proximal 
Principal local de reabsorção do néfron. 
 
 
Reabsorção: 
● Água 
● Sódio (Na⁺) 
● Glicose 
● Aminoácidos 
● Bicarbonato (HCO₃⁻) 
● Cloreto (Cl⁻) 
Secreção 
● Hidrogênio (H⁺) 
● Alguns medicamentos 
● Ácidos e bases orgânicas 
➡ Ocorrem tanto reabsorção quanto secreção. 
 
3. Alça de Henle 
Ramo Descendente 
● Muito permeável à água. 
● Reabsorve água. 
Ramo Ascendente (fino e espesso) 
● Impermeável à água. 
● Reabsorve principalmente: 
○ Sódio (Na⁺) 
○ Potássio (K⁺) 
○ Cloreto (Cl⁻) 
➡ Predomina a reabsorção. 
➡ Participa do mecanismo de concentração e 
diluição da urina. 
 
4. Túbulo Distal 
Reabsorção 
● Sódio 
● Cloreto 
● Cálcio (sob ação do PTH) 
 
Secreção 
● Hidrogênio (H⁺) 
● Potássio (K⁺) 
➡ Ocorrem reabsorção e secreção. 
 
5. Ducto Coletor 
Última região que modifica a composição da urina. 
 
Reabsorção 
● Água (sob ação do ADH) 
● Sódio (sob ação da aldosterona) 
Secreção 
● Potássio 
● Hidrogênio 
➡ Ocorrem reabsorção e secreção. 
 
CONTROLE HORMONAL 
ADH (Hormônio Antidiurético) 
● Aumenta a reabsorção de água. 
● Produz urina mais concentrada. 
● Diminui o volume urinário. 
 
Aldosterona 
● Aumenta a reabsorção de sódio. 
● A água acompanha o sódio. 
● Aumenta a eliminação de potássio. 
 
CONCENTRAÇÃO E DILUIÇÃO DE URINA 
Urina Concentrada 
● Muito ADH. 
● Grande reabsorção de água. 
● Pouco volume urinário. 
 
Urina Diluída 
● Pouco ADH. 
● Menor reabsorção de água. 
● Grande volume urinário. 
 
Esquema para decorar 
Glomérulo → Filtra 
Túbulo proximal → Reabsorve muito + secreta 
Alça de Henle → Reabsorve e cria gradiente 
osmótico 
Túbulo distal → Reabsorve + secreta 
Ducto coletor → Reabsorve + secreta + define a 
concentração final da urina 
ADH = concentra urina 
Pouco ADH = dilui urina 
Bexiga = apenas armazena urina. 
 
EVENTOS DE CONCENTRAÇÃO DO LONGE 
DE NÉFRON 
O túbulo proximal é o principal local de reabsorção 
do néfron. 
 
Características das Células Tubulares 
● Grande quantidade de mitocôndrias → 
produção de ATP para transporte ativo. 
● Presença de borda em escova 
(microvilosidades) → aumenta a 
superfície de contato para reabsorção. 
● Grande quantidade de proteínas 
transportadoras na membrana. 
 
 
 
 
Bomba de Na⁺/K⁺-ATPase 
Principal mecanismo que impulsiona a reabsorção 
tubular. 
 
Funcionamento 
Para cada ATP consumido: 
● 3 Na⁺ são bombeados para fora da célula. 
● 2 K⁺ entram na célula. 
3 Na⁺ → fora 
 2 K⁺ → dentro 
Essa bomba mantém baixa a concentração 
intracelular de sódio e cria o gradiente necessário 
para o transporte secundário. 
 
Reabsorção no Túbulo Proximal 
Principais substâncias reabsorvidas 
● Sódio (Na⁺) 
● Cloreto (Cl⁻) 
● Bicarbonato (HCO₃⁻) 
● Potássio (K⁺) 
● Água (H₂O) 
● Glicose 
● Aminoácidos 
Sentido: 
Túbulo → Sangue 
 
Secreção Tubular 
Principais substâncias secretadas 
● Hidrogênio (H⁺) 
● Ácidos orgânicos 
● Bases orgânicas 
● Alguns medicamentos 
Sentido: 
Sangue → Túbulo 
 
Cotransporte (Simporte) 
Duas substâncias movem-se no mesmo sentido. 
Na⁺/Glicose (SGLT) 
● O sódio entra na célula levando a glicose 
junto. 
● Ocorre exclusivamente no túbulo proximal. 
 
Na⁺/Aminoácidos 
● O sódio transporta aminoácidos para dentro 
da célula. 
● Também ocorre principalmente no túbulo 
proximal. 
 
Importante para prova 
Os transportadores: 
● Na⁺/Glicose 
● Na⁺/Aminoácidos 
são característicos do túbulo proximal. 
 
Contratransporte (Antiporte) 
Substâncias movem-se em sentidos opostos. 
Na⁺/H⁺ 
● O sódio entra na célula. 
● O hidrogênio é secretado para o lúmen 
tubular. 
Importante para o controle do pH sanguíneo. 
 
Alteração da Concentração ao Longo do 
Túbulo Proximal 
Glicose e Aminoácidos 
● Começam em altas concentrações no 
filtrado. 
● São rapidamente reabsorvidos. 
● Sua concentração no líquido tubular diminui 
progressivamente. 
 
Creatinina 
● Não é significativamente reabsorvida. 
● A água é reabsorvida ao longo do túbulo. 
● Por isso, a concentração de creatinina no 
líquido tubular aumenta. 
 
REABSORÇÃO NO TÚBULO PROXIMAL 
ATIVO SECUNDÁRIO 
- Porção inicial: Sódio absorvido por co 
transporte com aminoácido e glicose 
 
DIFUSÃO 
- Porção Final: Sódio absorvido com cloreto 
 
SECREÇÃO DE ÁCIDOS E BASES 
ORGÂNICAS 
● Sais biliares, oxalato, cerato e 
catecolaminas 
● Filtração glomerular + secreção tubular= 
rápida excreção 
● Fármacos e toxinas 
 
ALÇA DE HENLE 
Segmentos da Alça de Henle 
1. Ramo descendente fino 
2. Ramo ascendente fino 
3. Ramo ascendente espesso 
 
 
 
 
Características Estruturais 
 Ramos Finos (Descendente e Ascendente) 
● Epitélio fino. 
● Sem borda em escova. 
● Poucas mitocôndrias. 
● Baixa atividade metabólica. 
● Predomínio de transporte passivo. 
 
 Ramo Ascendente Espesso 
● Epitélio espesso. 
● Muitas mitocôndrias. 
● Alta atividade metabólica. 
● Intensa reabsorção ativa de íons. 
● Impermeável à água. 
 
Ramo Descendente Fino 
Reabsorção 
● Principalmente água. 
● Cerca de 20% da água filtrada é 
reabsorvida nessa região. 
● O líquido tubular fica progressivamente 
mais concentrado. 
 
Ramo Ascendente Espesso 
Principal local de reabsorção de NaCl 
Possui o poderoso cotransportador: 
NKCC2 
Transporta: 
● 1 Na⁺ 
● 1 K⁺ 
● 2 Cl⁻ 
(4 íons transportados simultaneamente) 
Esse transportador é exclusivo do ramo 
ascendente espesso. 
 
Importante: 
A membrana basolateral possui a bomba 
Na⁺/K⁺-ATPase, que mantém baixa a concentração 
intracelular de sódio e gera o gradiente necessário 
para o funcionamento do NKCC2. 
 
O que é reabsorvidona alça ascendente 
espessa? 
● Na⁺ 
● K⁺ 
● Cl⁻ 
● Ca²⁺ 
● Mg²⁺ 
● HCO₃⁻ 
 
Também ocorre: 
Contratransporte Na⁺/H⁺ 
● Reabsorção de sódio. 
● Secreção de hidrogênio. 
 
Difusão Paracelular 
O retorno de K⁺ para o lúmen cria carga positiva no 
túbulo. 
Essa carga favorece a reabsorção paracelular de: 
● Ca²⁺ 
● Mg²⁺ 
 
Diluição do Líquido Tubular 
Como o ramo ascendente espesso reabsorve sais 
mas não água: 
➡ O líquido tubular vai ficando cada vez mais 
diluído. 
 
Macete 
Descendente = sai água 
Ascendente = sai sal 
 
DIURÉTICOS DE ALÇA 
Inibem o cotransportador NKCC2. 
 
Exemplos 
● Furosemida 
● Bumetanida 
● Ácido etacrínico 
 
Efeitos 
● Menor reabsorção de Na⁺, K⁺ e Cl⁻. 
● Mais sais permanecem no túbulo. 
● A água acompanha esses sais por osmose. 
● Aumenta a diurese.] 
 
Consequências 
● Diminuição da pressão arterial. 
● Redução de edema. 
 
Efeito adverso importante 
● Hipocalemia (↓ K⁺) 
● Cãibras 
● Fraqueza muscular 
 
Indicações 
● Insuficiência cardíaca. 
● Hipertensão arterial. 
● Edema. 
● Algumas formas de insuficiência renal. 
 
 
TÚBULO DISTAL 
Possui características diferentes entre a porção 
inicial e a final. 
 
Mácula Densa 
Grupo de células especializadas localizado no 
início do túbulo distal. 
 
Funções 
● Detectar a quantidade de NaCl no líquido 
tubular. 
● Participar do feedback túbulo-glomerular. 
● Regular o fluxo sanguíneo renal. 
● Regular a TFG. 
 
Quando chega pouco NaCl 
● Sugere filtração insuficiente. 
● A mácula densa estimula mecanismos para 
aumentar a TFG. 
 
Quando chega muito NaCl 
● Sugere filtração excessiva. 
● A mácula densa reduz a TFG. 
 
Reabsorção no Túbulo Distal Inicial 
Reabsorve aproximadamente: 
5% do NaCl filtrado 
Por meio do cotransportador: 
NCC 
(Na⁺/Cl⁻) 
Transporta: 
● Na⁺ 
● Cl⁻ 
A membrana basolateral possui: 
Bomba Na⁺/K⁺-ATPase 
 
DIURÉTICOS TIAZÍDICOS 
Exemplo 
● Hidroclorotiazida (HCTZ) 
Mecanismo 
● Inibe o cotransportador Na⁺/Cl⁻ (NCC). 
● Diminui a reabsorção de NaCl. 
● Aumenta a eliminação de água. 
Uso clínico 
● Tratamento inicial da hipertensão arterial. 
● Edemas leves. 
 
RESUMO PARA DECORAR 
Alça Descendente 
- Reabsorve água 
Alça Ascendente Espessa 
- Reabsorve Na⁺, K⁺ e Cl⁻ (NKCC2) 
- Impermeável à água 
- Dilui o líquido tubular 
 
Furosemida 
- Inibe NKCC2 
- Aumenta diurese 
- Pode causar hipocalemia 
 
Mácula Densa 
- Detecta NaCl 
- Controla a TFG 
 
Túbulo Distal 
- Reabsorve cerca de 5% do NaCl 
- Possui transportador NCC 
 
Hidroclorotiazida 
- Inibe NCC 
- Aumenta a eliminação de sódio e água 
- Muito usada na hipertensão. 
 
TÚBULO DISTAL FINAL E DUCTO 
 COLETOR CORTICAL 
Essa região é fundamental para o controle fino da 
composição da urina e para a regulação da 
pressão arterial. 
 
Características Gerais 
● Em condições normais, é pouco permeável 
à água. 
● A reabsorção de água depende da 
presença do ADH (hormônio 
antidiurético). 
● É uma região sensível à ação da 
aldosterona e do ADH. 
 
Principais Células 
Células Principais 
Responsáveis pela: 
 
Reabsorção 
● Sódio (Na⁺) 
● Água (na presença de ADH) 
 
Secreção 
● Potássio (K⁺) 
A aldosterona atua principalmente nessas células. 
 
 
Células Intercaladas 
Responsáveis pelo equilíbrio ácido-base. 
 
Funções 
● Secreção de hidrogênio (H⁺) 
● Reabsorção de bicarbonato (HCO₃⁻) 
● Reabsorção ou secreção de potássio 
(dependendo da necessidade do 
organismo) 
 
AÇÃO DO ADH 
O ADH promove a inserção de aquaporinas na 
membrana tubular. 
 
Consequências 
● Aumenta a reabsorção de água. 
● Produz urina mais concentrada. 
● Reduz o volume urinário. 
 
Sem ADH 
● Pouca água é reabsorvida. 
● Produz urina diluída. 
 
AÇÃO DA ALDOSTERONA 
A aldosterona: 
● Aumenta a reabsorção de sódio. 
● Aumenta a secreção de potássio. 
Como a água acompanha o sódio: 
● Há aumento da retenção hídrica. 
● O volume extracelular aumenta. 
● A pressão arterial tende a aumentar. 
 
Resumo 
Aldosterona → ↑ Na⁺ → ↑ água → ↑ pressão 
arterial 
 
CANAIS DE SÓDIO (ENAC) 
Existem canais específicos para entrada de sódio 
nas células principais. 
 
Bloqueadores desses canais 
● Amilorida 
● Triamtereno 
 
Efeito 
● Reduzem a reabsorção de sódio. 
● Diminuem a perda de potássio. 
● São chamados de diuréticos poupadores de 
potássio. 
 
 
CANAIS DE SÓDIO (ENAC) 
ANTAGONISTAS DA ALDOSTERONA 
Exemplos 
● Espironolactona 
● Eplerenona 
 
Mecanismo 
Bloqueiam a ação da aldosterona. 
 
Consequências 
● Menor reabsorção de sódio. 
● Menor retenção de água. 
● Menor perda de potássio. 
Muitas vezes são associados à furosemida para 
reduzir o risco de hipocalemia. 
 
REGULAÇÃO DO 
EQUILÍBRIO ÁCIDO-BASE 
As células intercaladas participam da manutenção 
do pH sanguíneo. 
Transportadores importantes 
● H⁺-ATPase 
● H⁺/K⁺-ATPase 
Esses transportadores secretam hidrogênio para a 
urina. 
 
PAPEL DA ANIDRASE CARBÔNICA 
Dentro das células ocorre: 
CO₂ + H₂O ⇌ H₂CO₃ ⇌ H⁺ + HCO₃⁻ 
A enzima anidrase carbônica acelera essa 
reação. 
 
Resultado 
● H⁺ é secretado para o túbulo. 
● HCO₃⁻ é reabsorvido para o sangue. 
Isso ajuda a recompor os estoques de tampão do 
organismo e corrigir estados de acidose. 
 
Esquema para decorar: 
Células Principais 
- Reabsorvem Na⁺ 
- Reabsorvem água (ADH) 
- Secretam K⁺ 
 
Células Intercaladas 
- Secretam H⁺ 
- Reabsorvem HCO₃⁻ 
- Participam do equilíbrio ácido-base 
 
 
 
 
ADH 
- Reabsorve água 
- Concentra a urina 
 
Aldosterona 
- Reabsorve Na⁺ 
- Aumenta a PA 
- Secreta K⁺ 
 
Fármacos Importantes 
● Amilorida e Triamtereno 
→ Bloqueiam canais de Na⁺ (ENaC) 
● Espironolactona e Eplerenona 
→ Antagonistas da aldosterona 
→ Poupadores de potássio. 
 
REGULAÇÃO DA 
REABSORÇÃO TUBULAR 
A reabsorção tubular é regulada para manter o 
equilíbrio de água, eletrólitos, pressão arterial e 
pH. 
 
Mecanismos Regulatórios 
1. Mecanismos Locais 
● Ocorrem dentro do próprio rim. 
● Ajustam a reabsorção de acordo com as 
necessidades do néfron. 
 
2. Mecanismos Hormonais 
● São os principais reguladores da 
reabsorção tubular. 
 
3. Sistema Nervoso 
● Principalmente pelo sistema nervoso 
simpático. 
 
HORMÔNIOS QUE REGULAM 
A FUNÇÃO RENAL 
 
Aldosterona: Produzida pelo córtex da glândula 
suprarrenal. 
 
Local de ação 
● Túbulo distal final. 
● Ducto coletor cortical. 
 
Efeitos 
● ↑ Reabsorção de Na⁺. 
● ↑ Reabsorção indireta de água. 
● ↑ Secreção de K⁺. 
 
Resultado 
● Aumento do volume sanguíneo. 
● Aumento da pressão arterial. 
 
Clínica 
● Síndrome de Conn (hiperaldosteronismo 
primário) 
○ Produção excessiva de aldosterona. 
○ Retenção de sódio e água. 
○ Hipertensão arterial. 
○ Hipocalemia. 
 
Angiotensina II 
Principal hormônio do Sistema 
Renina-Angiotensina-Aldosterona (SRAA). 
 
Efeitos 
● Vasoconstrição. 
● Aumento da pressão arterial. 
● Aumento da reabsorção de sódio. 
● Estimula a liberação de aldosterona. 
● Estimula a reabsorção de bicarbonato e 
participa do equilíbrio ácido-base. 
 
Fármaco importante 
Losartana 
● Bloqueia os receptores AT₁ da angiotensina 
II. 
● Reduz a pressão arterial. 
● Muito utilizada na hipertensão e proteção 
renal. 
 
ADH (Hormônio Antidiurético) 
Produzido no hipotálamo e liberado pela 
neuro-hipófise. 
Local de ação 
● Túbulo distal final. 
● Ducto coletor. 
Mecanismo 
● Estimula a inserção de aquaporinas na 
membrana celular. 
● Aumenta a permeabilidade à água. 
Efeitos 
● Aumenta a reabsorção de água. 
● Diminui o volume urinário. 
● Concentra a urina. 
Resumo 
ADH ↑ → Retém água → Urina concentrada 
 
 
Peptídeo Natriurético Atrial (ANP/PNA) 
Liberado pelos átrios cardíacos quando estão 
distendidos pelo excesso de volume. 
 
Efeitos 
● Aumenta a excreção de sódio (natriurese). 
● Aumenta a diurese. 
● Reduz o volume sanguíneo. 
● Reduz a pressão arterial. 
 
Resumo 
Átrio distendido → Liberação de ANP → Mais Na⁺ 
e água na urina → ↓ PA 
 
CONTROLE NERVOSO 
Sistema Nervoso Simpático 
Ativado em situações como: 
● Hemorragia. 
● Choque. 
● Estresse intenso. 
 
Efeitos 
● Vasoconstriçãorenal. 
● Diminuição do fluxo sanguíneo renal. 
● Diminuição da TFG. 
● Aumento da liberação de renina. 
● Ativação do SRAA. 
● Aumento da pressão arterial. 
 
EXCREÇÃO RENAL 
Quantidade final eliminada na urina. 
 
Fórmula 
Excreção = Filtração − Reabsorção + Secreção 
O que chega ao final do ducto coletor será 
eliminado na urina. 
DEPURAÇÃO RENAL (CLEARANCE) 
É o volume de plasma totalmente "limpo" de uma 
substância por unidade de tempo. 
Permite avaliar: 
● Capacidade de filtração dos rins. 
● Função renal. 
 
Clearance de Creatinina 
Exame utilizado para estimar a Taxa de Filtração 
Glomerular (TFG). 
 
Importância 
● Avalia a função renal. 
● Detecta insuficiência renal. 
● Acompanha a progressão de doenças 
renais. 
 
Resumo para decorar 
- Aldosterona 
→ ↑ Na⁺ → ↑ Água → ↑ PA 
 
- Angiotensina II 
→ Vasoconstrição → ↑ PA 
 
- ADH 
→ Reabsorve água → Concentra urina 
 
- ANP 
→ Elimina Na⁺ e água → ↓ PA 
 
- Simpático 
→ ↓ Fluxo renal → ↑ Renina → ↑ PA 
 
Excreção = Filtração − Reabsorção + Secreção 
Clearance de creatinina = estimativa da TFG. 
 
	Partes do Néfron 
	Formação e Concentração da Urina 
	Relação entre Sódio e Água 
	Fluxo Sanguíneo Renal 
	Capilares Glomerulares 
	Capilares Peritubulares 
	Vasa Recta 
	Processos Renais Fundamentais 
	Esquema para decorar: Arteríola aferente → Glomérulo → Arteríola eferente → Capilares peritubulares/Vasa recta 
	Filtração → Reabsorção → Secreção → Excreção 
	O que passa para o filtrado glomerular? 
	O que normalmente não passa? 
	Situações Patológicas 
	Circulação Renal Única 
	Capilares glomerulares 
	Capilares peritubulares 
	Pressões e Função Renal 
	Resumo para decorar 
	Reabsorção de Glicose 
	Glicosúria 
	Substâncias que Normalmente Não Devem Estar Presentes na Urina 
	Destino das Substâncias nos Néfrons 
	Glicose e Função Renal 
	Albumina e Lesão Renal 
	Creatinina e TFG 
	Relação com a Pressão Arterial 
	Por que filtrar tanto soluto para depois reabsorver? 
	Barreira Tripla de Filtração 
	 Função das Cargas Negativas 
	Hipertensão Arterial e Lesão Glomerular 
	Consequências 
	Tamanho molecular 
	Carga elétrica 
	1. Pressão Hidrostática Glomerular 
	2. Pressão Coloidosmótica Glomerular 
	3. Pressão Hidrostática da Cápsula de Bowman 
	Pressão Líquida de Filtração (PLF) 
	Vasoconstrição da arteríola aferente 
	Vasodilatação da arteríola aferente 
	Fatores que Determinam a TFG 
	1. Pressão Líquida de Filtração 
	2. Coeficiente de Filtração Capilar (Kf) 
	Pressão Hidrostática Glomerular (PHG) 
	Pressão Hidrostática da Cápsula de Bowman (PHB) 
	Pressão Coloidosmótica dos Capilares Glomerulares (PCG) 
	Diminuição do Kf 
	1.​Pressão Arterial Sistêmica 
	Vias de Transporte 
	Via Transcelular 
	Via Paracelular 
	Difusão 
	Osmose 
	Reabsorção Passiva de Água 
	Transporte Ativo Primário 
	Bomba Na⁺/K⁺-ATPase 
	Simporte 
	Transportador SGLT 
	GLUT 
	 
	Exemplo clássico 
	Pinocitose 
	Transcitose 
	Importância Clínica 
	Glicose 
	Reabsorção da Glicose 
	Consequência da Saturação 
	Diabetes Mellitus 
	Esquema: 
	Pressão Hidrostática Peritubular 
	Pressão Hidrostática Glomerular 
	Resumo: 
	Secreção Ativa Secundária 
	Macete de prova 
	 
	1. Glomérulo 
	2. Túbulo Proximal 
	Reabsorção: 
	Secreção 
	 
	3. Alça de Henle 
	Ramo Descendente 
	Ramo Ascendente (fino e espesso) 
	Reabsorção 
	Secreção 
	Reabsorção 
	Secreção 
	 
	ADH (Hormônio Antidiurético) 
	Aldosterona 
	Urina Concentrada 
	Urina Diluída 
	 
	Esquema para decorar 
	Características das Células Tubulares 
	Funcionamento 
	Principais substâncias reabsorvidas 
	Principais substâncias secretadas 
	Na⁺/Glicose (SGLT) 
	Na⁺/Aminoácidos 
	Importante para prova 
	Na⁺/H⁺ 
	 
	Glicose e Aminoácidos 
	Creatinina 
	Segmentos da Alça de Henle 
	 Ramos Finos (Descendente e Ascendente) 
	 Ramo Ascendente Espesso 
	 
	Ramo Descendente Fino 
	Reabsorção 
	Principal local de reabsorção de NaCl 
	NKCC2 
	Importante: 
	Contratransporte Na⁺/H⁺ 
	Macete 
	Exemplos 
	Efeitos 
	Consequências 
	Efeito adverso importante 
	Indicações 
	Funções 
	Quando chega pouco NaCl 
	Quando chega muito NaCl 
	5% do NaCl filtrado 
	NCC 
	Bomba Na⁺/K⁺-ATPase 
	Exemplo 
	Mecanismo 
	Uso clínico 
	Alça Descendente 
	Alça Ascendente Espessa 
	Furosemida 
	Mácula Densa 
	Túbulo Distal 
	Hidroclorotiazida 
	Características Gerais 
	Células Principais 
	Reabsorção 
	Secreção 
	 
	Células Intercaladas 
	Funções 
	Consequências 
	Sem ADH 
	Resumo 
	Bloqueadores desses canais 
	Efeito 
	Exemplos 
	 
	Mecanismo 
	Consequências 
	Transportadores importantes 
	Resultado 
	Células Principais 
	Células Intercaladas 
	 
	ADH 
	Aldosterona 
	Fármacos Importantes 
	Mecanismos Regulatórios 
	1. Mecanismos Locais 
	2. Mecanismos Hormonais 
	3. Sistema Nervoso 
	 
	Aldosterona: Produzida pelo córtex da glândula suprarrenal. 
	Local de ação 
	Efeitos 
	Resultado 
	Clínica 
	Efeitos 
	Fármaco importante 
	Losartana 
	Local de ação 
	Mecanismo 
	Efeitos 
	Resumo 
	Peptídeo Natriurético Atrial (ANP/PNA) 
	Efeitos 
	Resumo 
	Sistema Nervoso Simpático 
	Efeitos 
	Fórmula 
	Clearance de Creatinina 
	Importância 
	Resumo para decorar

Mais conteúdos dessa disciplina