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Ensino Médio
Geografia
Relevo: degradação e riscos
4º bimestre
Degradação do relevo: causas naturais e antrópicas da degradação;
Principais riscos e desastres da
degradação do relevo;
Prevenção e mitigação: técnicas de manejo e medidas estruturais para minimizar riscos.
Conhecer os processos de degradação do relevo;
Analisar os principais riscos geológicos associados à degradação do relevo;
Explicar o impacto das atividades humanas na aceleração da degradação do relevo e as consequências para a sociedade e para o meio ambiente;
Discutir estratégias de prevenção e 	mitigação dos riscos relacionados à 	degradação do relevo.
Relevo: degradação e riscos
Observe a fotografia e discuta com os colegas e professor:
Quais são os tipos de degradação do solo que podemos observar na imagem?
Quais ações podem explicar as degradações observadas?
Imagem – Degradação ambiental às margens do rio São Marcos,
na divisa entre os estados de Minas Gerais e Goiás, Brasil, 2023.
© Getty Images
Para começar
3 minutos
A alteração do relevo pode ocorrer através de processos naturais, como intemperismo, erosão etc., mas as ações antrópicas têm papel intensificador nesses processos, resultando na perda de estabilidade, provocando processos de deslizamentos além de diminuir a produtividade do solo.
Imagem – A degradação do relevo para a construção.
© Getty Images
Degradação do relevo
Foco no conteúdo
Erosão acelerada
Imagem – Voçoroca em Ribeirão Maracujá (MG), 2021.
Reprodução – CBH RIO DAS VELHAS/FLICKR, 2021. Disponível em: https://www.flickr.com/photos/cbhriodasvelhas/51653008383/. Acesso em: 24 out. 2024.
Foco no conteúdo
Conjunto de processos que desagregam, removem e transportam as partículas e os fragmentos de rochas.
Quando o desgaste se torna acelerado, em ritmo superior ao seu processo natural de regeneração, ele provoca a perda de nutrientes e até o esgotamento do solo.
Esse esgotamento causa a diminuição da capacidade produtiva e o aumento da erosão, ocasionando a formação de voçorocas.
Desmatamento
Visa à remoção da vegetação nativa para a inserção de outras culturas, como produção de pasto ou para a ocupação humana.
Essa ação gera a perda de nutrientes do solo, além de aumentar o escoamento superficial da água e os processos erosivos.
Imagem – Desmatamento ilegal de árvores do bioma Cerrado para
produção agrícola, Brasil, 2023.
© Getty Images
Foco no conteúdo
Mineração
Essa atividade altera profundamente o relevo, começando pelo processo de desmatamento e retirada de rochas, que expõe o solo a processos erosivos, além da abertura de minas, algumas a céu aberto.
Imagem – Impactos da mineração em Terra Indígena Menkragnoti, no
Pará, Brasil, 2020.
© Getty Images
Foco no conteúdo
A degradação do relevo é decorrente da ação humana sobre as áreas impactadas pela urbanização, em que são edificadas inúmeras construções, sendo algumas em morros e encostas.
A impermeabilização dos solos também é resultado desse processo, que eleva a probabilidade de desastres, como deslizamentos de terra e inundações.
Imagem – O desgaste do relevo gera riscos geológicos.
© Getty Images
Riscos geológicos
Foco no conteúdo
É a probabilidade de perda ou dano ao homem, ao patrimônio e/ou ao meio ambiente em razão de processos geológicos induzidos ou não.
(TINOCO, 2021)
Imagem – Deslizamento de terra em São Sebastião (SP), 2023.
Reprodução – DANIELA ANDRADE/WIKIMEDIA COMMONS, 2023. Disponível em: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Emerg%C3%AAncia_-
_Chuvas_no_litoral_norte_S%C3%A3o_Sebasti%C3%A3o_(52699315429).jpg. Acesso em: 24 out. 2024.
Foco no conteúdo
Algumas áreas tendem a ter um relevo mais suscetível a deslizamentos, principalmente em épocas com maiores volumes de chuva.
O solo encharcado perde sua coesão que, agravada pelo desmatamento e, em alguns casos, pela a ocupação em áreas de encostas e morros, impõe uma carga extra ao relevo.
Em 2023, diversos deslizamentos de terra
ocorreram no litoral norte de São Paulo. Esse episódio foi provocado por um evento climático extremo.
Deslizamento de terra
Imagem – Fotografia aérea do pós enchente no município de Estrela
(RS), 2024.
© Getty Images
Foco no conteúdo
As inundações são causadas pela incapacidade do solo de absorver grandes volumes de água, ocorrendo principalmente em áreas urbanizadas, onde os solos são impermeabilizados.
Em 2024, o estado do Rio Grande do Sul sofreu com enchentes causadas por fortes chuvas que se iniciaram no final do mês de abril, prolongando-se até maio.
Inundações e enxurradas
Pause e responda
Com base no que foi estudado, qual das alternativas a seguir melhor descreve uma ação humana que intensifica a degradação do relevo e aumenta os riscos geológicos?
Atividade
Construção de barragens para
controle de enchentes.
Expansão de áreas agrícolas
sem manejo adequado do solo.
Recuperação de áreas degradadas.
Implementação de áreas verdes nos municípios.
2 minutos
Pause e responda
Com base no que foi estudado, qual das alternativas a seguir melhor descreve uma ação humana que intensifica a degradação do relevo e aumenta os riscos geológicos?
Atividade
Construção de barragens para
controle de enchentes.
Expansão de áreas agrícolas
sem manejo adequado do solo.
Recuperação de áreas degradadas.
Implementação de áreas verdes nos municípios.
Existem diferentes técnicas que visam prevenir e mitigar os riscos da degradação.
Serão apresentadas três delas:
técnicas de manejo de solo,
Reflorestamento,
medidas estruturais para minimizar os riscos.
Imagem – A prática de terraceamento utilizada na agricultura é uma forma de se prevenir significativamente o processo de erosão do solo.
© Getty Images
Prevenção e mitigação
Foco no conteúdo
Técnicas de manejo de solo
Imagem – O uso da palhada no solo visa sua proteção contra a ação
direta do sol e da chuva. Município de Coronel Vivida, Paraná, 2022.
© Getty Images
Foco no conteúdo
No estado do Paraná, o uso do Sistema de Plantio Direto (SPD) vem auxiliando na redução da erosão e na retenção de água no solo em áreas agrícolas.
As técnicas de manejo são fundamentais para sua proteção, auxiliando na redução dos danos gerados pelas atividades humanas. Entre elas estão: terraceamento, plantio direto, rotação de culturas, entre outras.
Relembre com seus colegas quais outras
técnicas vocês já estudaram e conhecem.
Imagem – Reflorestamento em áreas íngremes auxiliam na redução da
perda de solo em decorrência do intemperismo.
© Getty Images
Foco no conteúdo
Reflorestamento
Essa prática visa à recuperação de áreas degradadas, além de prevenir desastres geológicos.
No município em que você vive, há
alguma área de reflorestamento?
No estado de Santa Catarina, há um projeto chamado Corredores Ecológicos, que visa restaurar áreas de Mata Atlântica por meio do plantio de árvores nativas em encostas, reduzindo o risco de deslizamentos e promovendo a recuperação da biodiversidade.
Medidas estruturais para minimizar os riscos
Imagem – Paredão anti-inundação.
© Getty Images
Foco no conteúdo
Dependem de políticas públicas que foquem no planejamento urbano e na gestão de riscos.
Algumas medidas são construídas, como muros de arrimo, sistemas de drenagem adequados, e até o reflorestamento.
No estado de São Paulo, o Programa Município Resiliente, desenvolvido em 2019, estimula a adoção de políticas e ações de redução de riscos, ampliando o acesso a recursos para execução de obras, aquisição de equipamentos e de estudos sobre prevenção de desastres.
Pause e responda
Considerando as medidas de prevenção e mitigação, qual das alternativas a seguir representa uma estratégia que pode ajudar a reduzir os impactos de desastres naturais nessas áreas?
Atividade
Construção de edifícios em
áreas de risco.
Desmatamento controlado para
expansão urbana.
Remoção de sistemas de drenagem urbana.
Plantio de árvores em encostas.
2 minutosPause e responda
Considerando as medidas de prevenção e mitigação, qual das alternativas a seguir representa uma estratégia que pode ajudar a reduzir os impactos de desastres naturais nessas áreas?
Atividade
Construção de edifícios em
áreas de risco.
Desmatamento controlado para
expansão urbana.
Remoção de sistemas de drenagem urbana.
Plantio de árvores em encostas.
1.	A degradação do relevo e os riscos geológicos são problemas complexos que exigem ações coordenadas entre políticas públicas, iniciativas ambientais e planejamento urbano. A adoção de práticas de manejo sustentável do solo, reflorestamento e obras estruturais pode reduzir significativamente esses riscos. Para isso, é fundamental que as comunidades e os governos estejam engajados na implementação dessas soluções para garantir a segurança e a sustentabilidade ambiental.
Façam uma pesquisa sobre quais ações de prevenção poderiam ser aplicadas em municípios como o de São Paulo (SP) ou Petrópolis (RJ) para evitar deslizamentos e inundações.
Depois, expliquem como essas ações podem ser aplicadas.
Pesquisa
Na prática
10 minutos
Veja no livro!
Atividade 1
Na sua opinião, quais ações poderiam ser tomadas no município em que você vive para reduzir os impactos da degradação do solo e melhorar a segurança contra riscos geológicos?
Do seu ponto de vista, como a construção de estradas ou a agricultura podem afetar o relevo onde você vive?
© Getty Images
Encerramento
2 minutos
BRASIL. Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional. Gestão integrada de riscos e desastres, 27 ago. 2024. Disponível em: https://www.gov.br/mdr/pt- br/assuntos/protecao-e-defesa-civil/gestao-integrada-de-riscos-e-desastres. Acesso em: 24 out. 2024.
LEMOV, D. Aula nota 10: 49 técnicas para ser um professor campeão de audiência. São
Paulo: Da Boa Prosa: Fundação Lemann, 2011.
PIMENTEL, T. B. Fragilidade potencial e emergente do relevo de Vitória-ES: subsídios para gestão de riscos e desastres em ambiente urbano. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Geografia) – Universidade Federal do Espírito Santo, 2019. Disponível em: https://geo.ufes.br/sites/geografia.ufes.br/files/field/anexo/borini.pdf. Acesso em: 24 out. 2024.
SANTANA, A. D. de; NUNES, J. O. R. Ação humana e degradação das vertentes: controle da erosão acelerada no espaço rural por meio da técnica de paliçadas. In: SIMPÓSIO NACIONAL DE GEOMORFOLOGIA, 11., Maringá, 2016. Anais [...]. Disponível em: https://www.sinageo.org.br/2016/trabalhos/2/2-355-1608.html. Acesso em: 24 out. 2024.
SANTO ANDRÉ. Defesa Civil. Gerenciamento de risco, [s.d.]. Disponível em: https://portais.santoandre.sp.gov.br/defesacivil/gerenciamento-de-risco/. Acesso em: 24 out. 2024.
Referências
SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Currículo Paulista: etapa Ensino Médio, 2020. Disponível em: https://efape.educacao.sp.gov.br/curriculopaulista/wp- content/uploads/2023/02/CURR%C3%8DCULO-PAULISTA-etapa-Ensino- M%C3%A9dio_ISBN.pdf. Acesso em: 24 out. 2024.
SÃO PAULO (Estado). Prêmio Municípios Resilientes, do Governo de SP, ganha projeção nacional, 23 out. 2023. Disponível em: https://www.saopaulo.sp.gov.br/spnoticias/ultimas- noticias/premio-municipios-resilientes-do-governo-de-sp-ganha-projecao-nacional/. Acesso em: 24 out. 2024.
SERVIÇO GEOLÓGICO DO BRASIL (SGB/CPRM). Riscos geológicos: conceitos básicos sobre desastres naturais, risco e áreas de risco, [s.d.]. Disponível em: https://defesacivil.es.gov.br/Media/DefesaCivil/Material%20Did%C3%A1tico/CBPRG%20-
%202019/Aula%201%20-%20Conceito%20Fundamentais%20de%20Risco_CPRM_Vitoria.pdf.
Acesso em: 24 out. 2024.
SIMONETTI, V. C.; SILVA, D. C. da C. e; ROSA, A. H. Proposta metodológica para identificação de riscos associados ao relevo e antropização em áreas marginais aos recursos hídricos. Scientia Plena, v. 15, n. 2, 2019. Disponível em: https://www.scientiaplena.org.br/sp/article/view/4437. Acesso em: 24 out. 2024.
Referências
TINOCO, C. Curso de avaliação de riscos geológicos. Cepdec-ES, 2021. Disponível em:
https://defesacivil.es.gov.br/Media/DefesaCivil/Cursos%20CEPDEC/Avalia%C3%A7%C3%A3o
%20de%20Risco%20geologico%20-%20CAR%20Geol.pdf. Acesso em: 24 out. 2024.
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS (UNICAMP). Vestibular, 2023. 2a fase, Caderno
de Provas – Matemática, Interdisciplinar de Ciências Humanas, Geografia e História, questão
13. Disponível em: https://www.comvest.unicamp.br/vest2023/F2/provas/2023F2CH.pdf. Acesso em: 24 out. 2024.
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA "JÚLIO DE MESQUITA FILHO" (UNESP). Módulos 9 e
10: riscos geológicos, [s.d.]. Disponível em:
http://www1.rc.unesp.br/igce/aplicada/ead/riscos/pag02e.html. Acesso em: 24 out. 2024.
Identidade visual: imagens © Getty Images.
Referências
(UNICAMP, 2023)
Desastre em Petrópolis: população vulnerável acentua impacto da crise climática
Na tarde de 15 de fevereiro de 2022, registrou-se 259,8 mm de chuva em apenas seis horas no primeiro distrito de Petrópolis-RJ. A quantidade de água que caiu superou em 28% a média histórica esperada para todo o mês de fevereiro – 202,2mm – e é a maior chuva em Petrópolis desde, pelo menos, 1932, quando o Instituto Nacional de Meteorologia começou a fazer as medições. A ocorrência de chuvas e a população em vulnerabilidade é a receita para um “desastre natural”. “Esses desastres são uma combinação da parte climática, que se pode prever, com outros fatores que não têm nada a ver com o clima – a vulnerabilidade da população e as pessoas que vivem em áreas expostas.
(Adaptado de: https://www.nationalgeographicbrasil.com/meio-ambiente/2022/02/desastre-em-petropolis-populacao-vulneravel-acentua-impacto-da-crise-climatic. Acesso em 22/11/2022.)
A partir da leitura do texto e de seus conhecimentos relacionados à ocupação de áreas de risco e a
desastres deflagrados em ambiente tropical:
aponte duas características das encostas que podem deflagrar movimentos de massa e duas características dos fundos de vale responsáveis por desencadear as inundações.
diferencie desastre e fenômeno natural; aponte duas intervenções humanas – em encostas ou fundos de vale – que intensificam os processos responsáveis pela deflagração de desastres.
Aprofundando
5 minutos
Veja no livro!
Resolução
Para responder a essa questão, os estudantes podem citar como características que tendem a deflagrar movimentos de massa: a declividade do terreno – quanto mais inclinado o terreno, mais suscetível a área está a deslizamentos –, e a presença de solos pouco compactados, que absorvem maior quantidade de água. Já para características de fundo de vale responsáveis por desencadear as inundações, podem citar a impermeabilização das áreas de vale, as intervenções no sistema hídrico e o assoreamento de rios – consequência de práticas de manejo de solo inadequadas, levando à sedimentação do leito de rios.
O desastre natural é o impacto de um fenômeno natural de grande intensidade que pode ser agravado ou não por atividades humanas. Já o fenômeno natural é a ocorrência de fenômenos que fazem parte da geodinâmica dos sistemas terrestres. Duas intervenções humanas são: a remoção da cobertura vegetal que aumenta a erosão pluvial, e a impermeabilização dos fundos de vale que elevam o escoamento superficial, contribuindo com enchentes e inundações.
Aprofundando
(UNICAMP, 2023)
Slide 2
Habilidade: (EM13CHS304) Analisar os impactos socioambientais decorrentes de práticas de instituições governamentais, de empresas e de indivíduos, discutindo as origens dessas práticas, selecionando, incorporando e promovendo aquelas que favoreçam a consciência e a ética socioambiental e o consumo responsável.
(SÃO PAULO, 2020)
Slide 3
Tempo: 3 minutos.
Dinâmica de condução: nesse início de aula, é importante trabalhar com os estudantes a leitura da fotografia, de forma que eles possam trazer os conhecimentos prévios sobre os estudos, trabalhando o olhar crítico sobre uma determinada paisagem.
Expectativas de respostas:
Para a atividade 1, espera-se que os estudantes consigam apontar o desmatamento,o processo de erosão avançado e a água como atuantes no intemperismo.
Para a atividade 2, espera-se que os estudantes respondam que o desmatamento pode acelerar os processos de erosão.
Slide 11 e 12
Tempo: 2 minutos.
Dinâmica de condução: a atividade da seção Pause e responda é importante para verificar se os estudantes compreenderam quais são os fatores que implicam na constituição do solo. Nesse momento, permita que os estudantes realizem a atividade de forma individual e sem consultas, para depois compreender quais as necessidades de retomada, caso haja algum erro de resposta.
Slide 17 e 18
Tempo: 2 minutos.
Dinâmica de condução: a atividade da seção Pause e responda é importante para verificar se os estudantes compreenderam quais são os fatores que implicam na constituição do solo. Nesse momento, permita que os estudantes realizem a atividade de forma individual e sem consultas, para depois compreender quais as necessidades de retomada, caso haja algum erro de resposta.
Slide 19
Tempo: 10 minutos.
Dinâmica de condução: a ideia desta seção Na prática é retomar as questões iniciais a fim de verificar se os estudantes compreenderam os estudos da aula. Além disso, a atividade permite que os estudantes relacionem a teoria à prática, desenvolvendo uma análise crítica sobre o relevo e suas implicações para a ocupação humana no território.
Expectativas de respostas:
Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes tragam exemplos concretos de políticas públicas para esses municípios, além de medidas estruturais e soluções ambientais que já foram adotadas. Além disso, eles devem trabalhar com propostas; por exemplo, obras de infraestrutura, sistemas de drenagem, muros, etc., além de medidas ambientais como técnicas de manejo do solo, controle de ocupação irregular; bem como ações de conscientização e educação para a prevenção de riscos, incentivo ao uso responsável do solo e planejamento urbano responsável.
Os estudantes ainda podem refletir sobre a aplicabilidade dessas ações, considerando a realidade dessas localidades no quesito da urbanização descontrolada, dos desafios econômicos, do papel das políticas públicas e do governo.
Slide 20
Tempo: 2 minutos.
Dinâmica de condução: a seção Encerrando fecha o conteúdo previsto. Aproveite o momento para que os estudantes possam concretizar os aprendizados nas atividades.
Slide 25 e 26
Tempo: 5 minutos.
Dinâmica de condução: a atividade da seção Aprofundando tem o objetivo de aprofundar o tema da aula a partir de atividades de vestibular. A ideia é que o estudante possa realizar essa atividade de forma individual, analisando a formação do conhecimento.
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