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3. conteúdo do item 3: Eu mi bibendum neque egestas congue quisque egestas diam in. Na prática, os fatores mais importantes nos processos de formação dos solos são: rocha de origem; clima; topografia; vegetação e tempo de atuação dos fatores anteriores. Concluímos que o solo, quanto à origem, pode ser classificado em: solos residuais, solos transportados (sedimentares) e solos orgânicos. Resumindo, os solos são formados, em geral, pela erosão de rochas, dessa forma, os minerais que as formam são os primeiros responsáveis pelas propriedades físicas da massa de solo (DAS, 2007). Essa erosão é o conjunto de transformações físicas e químicas sobre rochas, às quais se denomina intemperismo (ANTUNES; SALOMÃO, 1998). Um ponto importante a ser observado é que, em função do alto grau de intemperismo, os solos tropicais (como é o caso dos presentes no Brasil) apresentam comportamento geotécnico complexo e variável com a profundidade e a topografia. Para efeitos práticos, dentro da engenharia civil, precisamos conhecer e entender os processos e o comportamento do solo quando este recebe os esforços da edificação ou da contenção. Normalmente, os materiais que recobrem o planeta Terra são divididos nos seguintes grupos (esta divisão vem normalmente dos estudos de mecânica dos solos): rochas (terreno rochoso); solos arenosos; solos siltosos; solos argilosos. Podemos destacar que, devido à mistura de vários materiais, a divisão geralmente possui certa flexibilidade, já que nem sempre se encontram solos efetivamente classificados em apenas um dos tipos. Por exemplo, os solos arenosos possuem composição majoritária de areia, mas nem tudo é areia. Da mesma forma, os solos chamados argilosos possuem em sua composição uma maior proporção de argila. Essa classificação geralmente é feita considerando a composição química do solo, e também o tamanho dos grãos que o compõem. O quadro a seguir pode ser usado como referência e mostra os diâmetros dos grãos (em mm) para cada tipo básico de solo: