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05_Estatuto da Metropole

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- @arqresumos E-book Estatuto da Metrópole por Monique ÂngeloLicensed to Andréa Sá - andrea@asarquiteturasustentavel.com.br OLIVEIRA, Monique Ângelo Ribeiro de. Estatuto da Metrópole. edição. Uberaba: Arqresumos, 2024. Lembre-se de acompanhar mais conteúdos nas redes sociais @arqresumos @arqresumosensed to Andréa Sá - andrea@asarquiteturasustentavel.com.br Autora Meu nome é Monique Ângelo, sou arquiteta e urbanista formada pela Universidade Federal de Viçosa (UFV). Comecei a fazer concursos em 2016 e já fiz mais de 20 provas por todo país. Fui aprovada diversas vezes, sendo duas em primeiro lugar. Atualmente, sou servidora federal na rede EBSERH e ajudo centenas de arquitetos em todo país a conquistarem a tão sonhada aprovação através do meu perfil @arqresumos. Este foi um e-book elaborado com muita dedicação e cuidado para proporcionar melhor conteúdo para a sua aprendizagem. Obrigada por confiar no meu trabalho! @arqresumosLicensed to Andréa Sá - andrea@asarquiteturasustentavel.com.br Pirataria é crime! Este material é de uso exclusivo de quem adquiriu, sendo assim sua reprodução, distribuição, comunicação pública e transformação são proibidas, salvo autorizadas pelo autor. Se por acaso você ficar sabendo que alguém está divulgando este material por favor me avise. Respeite produtor de conteúdo que trabalha para produzir tudo com dedicação para você aprender da melhor forma possível. Nenhuma parte desse material pode ser reproduzida ou transmitida por qualquer meio sem autorização prévia da autora. Este e-book não substitui outras fontes de estudo, portanto, estude outros materiais, revisem e resolvam questões deste tema. @arqresumosSumário que é Estatuto da Metrópole 7 Governança interfederativa 10 Plano de desenvolvimento integrado 13 A atuação da união 15 @arqresumosLicensed to Andréa Sá - andrea@asarquiteturasustentavel.com.br Introdução objetivo deste e-book é te mostrar um resumo do que é Estatuto da Metrópole. Claro que este material não se sustenta sozinho e você precisa também estudar a lei seca, mas a ideia é que você construa sua base de conhecimentos de uma maneira didática e objetiva. Este e-book foi elaborado com base nas principais referências técnicas utilizadas pelas bancas. conteúdo foi dividido de uma forma didática para facilitar a sua compreensão e também para utilizar melhor seu tempo, por isso é sugerido seguir a ordem dos capítulos. Fique a vontade e não se esqueça de revisar, tem um lembrete em cada página para você não se esquecer.Licensed to Andréa Sá andrea@asarquiteturasustentavel.com.br 1 Revisão que é Estatuto da Metrópole? Lei 13089/2015 Art 1° § 1° Além das regiões metropolitanas e das aglomerações urbanas, as disposições desta Lei Estabelece diretrizes gerais para: aplicam-se, no que couber: planejamento, I - às microrregiões instituídas pelos Estados com a gestão e fundamento em funções públicas de interesse comum a execução das funções públicas de interesse com características predominantemente urbanas; comum em regiões metropolitanas e em - (VETADO). aglomerações urbanas instituídas pelos Estados, III às unidades regionais de saneamento básico normas gerais sobre plano de desenvolvimento definidas pela Lei n° 11.445, de 5 de janeiro de 2007. urbano integrado e outros instrumentos de governança interfederativa, critérios para o apoio da União a ações que envolvam governança interfederativa no campo do Anotações desenvolvimento urbano Guarde este nome: PLANO DE DESENVOLVIMENTO URBANO INTEGRADO @arqresumos 7Licensed to Andréa Sá andrea@asarquiteturasustentavel.com.br Revisão que é Estatuto da Metrópole? Glossário: aglomeração urbana: unidade territorial urbana constituída governança interfederativa: compartilhamento de pelo agrupamento de 2 (dois) ou mais Municípios limítrofes, responsabilidades e ações entre entes da Federação em caracterizada por complementaridade funcional e integração termos de organização, planejamento e execução de funções das dinâmicas geográficas, ambientais, políticas e públicas de interesse comum; socioeconômicas; metrópole: espaço urbano com continuidade territorial que, função pública de interesse comum: política pública ou em razão de sua população e relevância política e ação nela inserida cuja realização por parte de um socioeconômica, tem influência nacional ou sobre uma região Município, isoladamente, seja inviável ou cause impacto em que configure, no mínimo, a área de influência de uma capital Municípios limítrofes; regional, conforme os critérios adotados pela Fundação gestão plena: condição de região metropolitana ou de Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE; aglomeração urbana que possui: plano de desenvolvimento urbano integrado: instrumento a) formalização e delimitação mediante lei complementar que estabelece, com base em processo permanente de estadual; planejamento, viabilização econômico-financeira e gestão, as b) estrutura de governança interfederativa própria, nos diretrizes para desenvolvimento territorial estratégico e os termos do art. 8° desta Lei; e projetos estruturantes da região metropolitana e aglomeração c) plano de desenvolvimento urbano integrado aprovado urbana; mediante lei estadual; região metropolitana: unidade regional instituída pelos Estados, mediante lei complementar, constituída por agrupamento de Municípios limítrofes para integrar a organização, planejamento e a execução de funções públicas de interesse comum; (Redação dada pela Lei n° 13.683, de 2018) 8 @arqresumosLicensed to Andréa Sá andrea@asarquiteturasustentavel.com.br Revisão que é Estatuto da Metrópole? Glossário: Os Estados área metropolitana: representação da expansão contínua da malha urbana da metrópole, conurbada pela integração Essas regiões ou aglomerações urbanas devem ser dos sistemas viários, abrangendo, especialmente, áreas constituídas por agrupamento de municípios limítrofes para habitacionais, de serviços e industriais com a presença de integrar a organização que irá contribuir para interesse deslocamentos pendulares no território; comum de todos os municípios constituintes. (Incluído pela Lei n° 13.683, de 2018) governança interfederativa das funções públicas de Art. 3° A criação de uma região metropolitana, de interesse comum: compartilhamento de responsabilidades aglomeração urbana ou de microrregião deve ser precedida e ações entre entes da Federação em termos de organização, planejamento e execução de funções públicas de estudos técnicos e audiências públicas que envolvam de interesse comum, mediante a execução de um sistema todos os Municípios pertencentes à unidade territorial. integrado e articulado de planejamento, de projetos, de Vamos revisar estruturação financeira, de implantação, de operação e de gestão. Qual a diferença entre METRÓPOLE e ÁREA METROPOLITANA? Quem pode instituir regiões metropolitanas? 9 @arqresumosLicensed to Andréa Sá andrea@asarquiteturasustentavel.com.br 2 Revisão Governança interfederativa Governança interfederativa Art. 6° A governança interfederativa das regiões Art. 7°-A. No exercício da governança das funções públicas metropolitanas e das aglomerações urbanas respeitará de interesse comum, Estado e os Municípios da unidade os seguintes princípios: territorial deverão observar as seguintes diretrizes gerais: I prevalência do interesse comum sobre local; I - compartilhamento da tomada de decisões com vistas à II compartilhamento de responsabilidades para a implantação de processo relativo ao planejamento, à promoção do desenvolvimento urbano integrado; elaboração de projetos, à sua estruturação econômico- II compartilhamento de responsabilidades e de gestão financeira, à operação e à gestão do serviço ou da atividade; para a promoção do urbano e integrado; (Redação dada pela Lei n° 13.683, de II - compartilhamento de responsabilidades na gestão de 2018) ações e projetos relacionados às funções públicas de III autonomia dos entes da Federação; interesse comum, os quais deverão ser executados mediante IV observância das peculiaridades regionais e locais; a articulação de órgãos e entidades dos entes federados. V - gestão democrática da cidade, consoante os arts. 43 a 45 da Lei n° 10.257, de 10 de julho de 2001 ; VI efetividade no uso dos recursos públicos; VII - busca do desenvolvimento sustentável. 10 @arqresumosLicensed to Andréa Sá andrea@asarquiteturasustentavel.com.br Revisão Governança interfederativa Art. 8° A governança interfederativa das regiões Art. 9° Sem prejuízo da lista apresentada no art. 4° metropolitanas e das aglomerações urbanas da Lei n° 10.257, de 10 de julho 2001 no compreenderá em sua estrutura básica: desenvolvimento urbano integrado de regiões I instância executiva composta pelos metropolitanas e de aglomerações urbanas serão representantes do Poder Executivo dos entes utilizados, entre outros, os seguintes instrumentos: federativos integrantes das unidades territoriais I plano de desenvolvimento urbano integrado; urbanas; II planos setoriais interfederativos; II instância colegiada deliberativa com III fundos públicos; representação da sociedade civil; IV - operações urbanas consorciadas III organização pública com funções técnico- interfederativas; consultivas; e IV sistema integrado de alocação de recursos e V - zonas para aplicação compartilhada dos de prestação de contas. instrumentos urbanísticos previstos na Lei n° 10.257, de 10 de julho de 2001 VI consórcios públicos, observada a Lei n° 11.107, de 6 de abril de 2005 ; VII convênios de cooperação; VIII contratos de gestão; @arqresumos 11Licensed to Andréa Sá - andrea@asarquiteturasustentavel.com.br Revisão Governança interfederativa IX - compensação por serviços ambientais ou outros serviços prestados pelo Município à unidade Anotações territorial urbana, conforme inciso VII do caput do art. 7° desta Lei; X parcerias público-privadas interfederativas. Vamos revisar Quais são os princípios da governança interfederativa? - METROPOLIS 12 @arqresumosLicensed to Andréa Sá andrea@asarquiteturasustentavel.com.br 3 Revisão plano de desenvolvimento urbano integrado plano de desenvolvimento urbano integrado deve ser diretrizes quanto à articulação dos Municípios no aprovado mediante lei estadual e esta lei deve ser revista a parcelamento, uso e ocupação no solo urbano; cada 10 anos. as diretrizes quanto à articulação intersetorial das políticas Nas regiões metropolitanas instituídas mediante lei estadual, públicas afetas à unidade territorial urbana; município deverá compatibilizar o plano diretor com o plano de a delimitação das áreas com restrições à urbanização visando à desenvolvimento urbano integrado da unidade territorial proteção do patrimônio ambiental ou cultural, bem como das urbana. áreas sujeitas a controle especial pelo risco de desastres naturais, se existirem; e plano de desenvolvimento urbano integrado da unidade territorial urbana deve englobar as zonas urbanas e rurais. a delimitação das áreas com restrições à urbanização visando à proteção do patrimônio ambiental ou cultural, bem como das áreas sujeitas a controle especial pelo risco de desastres naturais, se existirem; (Redação dada pela Lei n° 13.683, zona urbana e rural de 2018) sistema de acompanhamento e controle de suas disposições. sistema de acompanhamento e controle de suas disposições; e (Redação dada pela Lei n° 13.683, de 2018) as diretrizes mínimas para implementação de efetiva política plano deverá contemplar no mínimo: pública de regularização fundiária urbana, nos termos da Lei n° as diretrizes para as funções públicas de interesse comum, 13.465, de 11 de julho de 2017 incluindo projetos estratégicos e ações prioritárias para investimentos; macrozoneamento da unidade territorial urbana; @arqresumos 13Licensed to Andréa Sá - andrea@asarquiteturasustentavel.com.br Revisão plano de desenvolvimento urbano integrado Na elaboração e na fiscalização do plano deverão ser assegurados: a promoção de audiências públicas e debates com a participação de representantes da sociedade civil e da população, em todos Municípios integrantes da unidade territorial urbana; a publicidade quanto aos documentos e informações produzidos; e acompanhamento pelo Ministério Público. A realização de audiências públicas, será precedida de vasta Anotações divulgação e ocorrerá segundo os critérios estabelecidos pela instância colegiada deliberativa, respeitadas as disposições desta Lei e das leis complementares que instituírem as unidades territoriais. @arqresumos 14Licensed to Andréa Sá andrea@asarquiteturasustentavel.com.br 4 Revisão A atuação da União A união apoiará as iniciativas dos Estados Art. 23. Independentemente das disposições desta Lei, os e Municípios. Municípios podem formalizar convênios de cooperação e É possível ter o apoio da União para constituir consórcios públicos para atuação em funções públicas elaboração e revisão do plano de de interesse comum no campo do desenvolvimento urbano, desenvolvimento integrado. observada a Lei n° 11.107, de 6 de abril de 2005 Art. 15. A região metropolitana instituída mediante lei complementar estadual que não atenda o disposto no inciso " Art. 34-A. Nas regiões metropolitanas ou nas aglomerações VII do caput do art. 2° desta Lei será enquadrada como urbanas instituídas por lei complementar estadual, poderão ser aglomeração urbana para efeito das políticas públicas a realizadas operações urbanas consorciadas interfederativas, cargo do Governo Federal, independentemente de as ações aprovadas por leis estaduais específicas. nesse sentido envolverem ou não transferência de recursos financeiros. Art. 16. A União manterá ações voltadas à integração entre cidades gêmeas localizadas na faixa de fronteira com outros países, em relação à mobilidade urbana, como previsto na Lei n° 12.587, de 3 de janeiro de 2012 e a outras políticas públicas afetas ao desenvolvimento urbano. @arqresumos 15Licensed to Andréa Sá - Chegamos ao fim deste e-book. Espero que você tenha aproveitado da melhor forma, realizado suas revisões e aprendido muito. Este é apenas início, agora é com você, mão na massa e bons estudos!!! @arqresumos

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