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ESTUDO DA CIDADE Anna Carolina Manfroi Galinatti sa SOLUÇÕES EDUCACIONAIS INTEGRADASAnálise da cidade contemporânea Objetivos de aprendizagem Ao final deste texto, você deve apresentar os seguintes aprendizados: Reconhecer as novas cidades chinesas. Identificar desafios ambientais nas grandes cidades. Exemplificar boas soluções de urbanismo contemporâneo. Introdução As cidades de hoje abrigam mais de 50% da população mundial, refle- tindo uma mudança de paradigma inédita na história humana. Por causa disso, torna-se essencial estudo e entendimento do funcionamento desses organismos complexos, para que planejamento urbano seja feito de maneira efetiva e sustentável, garantindo a saúde e bem-estar da população. Neste capítulo, você conhecerá algumas experiências de planeja- mento urbano em larga escala na China que acabaram não atingindo seu potencial. Também será capaz de comparar esses exemplos aos bem-sucedidos planos de longo prazo de algumas cidades europeias para satisfazer os desafios ambientais da cidade contemporânea. 1 Cidades-fantasma na China contemporânea Uma das principais motivações que trazem as pessoas às cidades é a expectativa de uma vida melhor. Seja por melhores condições de emprego, maior oferta de moradia ou facilidade em obter educação, as cidades concentram mais oportunidades em várias áreas das necessidades humanas quando comparadas com o ambiente rural. Essa grande promessa fez com que mais da metade da população mundial ocupasse áreas urbanas, de acordo com o relatório da Organização das Nações Unidas de 2018 (THE SPEED of urbanization2 Análise da cidade contemporânea 2018) na década de 1950, esse percentual era de 30%. Esse é o resultado da inclinação humana em buscar o melhor para si e para sua família. A diáspora rural, como é conhecido o movimento de abandono do campo em direção às cidades em busca de condições melhores de vida, geralmente, tem como destino os grandes centros urbanos já desenvolvidos. É nessas cidades que está a maior parte das oportunidades de trabalho com poder de transformar a vida dos antigos camponeses. No Brasil, o termo retirante (Figura 1) foi utilizado na primeira metade do século XX para designar os habitantes da região Nordeste do país que abandonaram a sua terra fugindo da seca. Seu destino principal foram as grandes cidades do Sudeste brasileiro, em especial, Rio de Janeiro e São Paulo. Esse fenômeno foi um dos grandes responsáveis pelo aumento exponencial que esses centros tiveram no período pós-guerra. Figura 1. Retirantes, obra de Candido Portinari (1944). Fonte: Musa (1962).Análise da cidade contemporânea 3 A China passou por um processo semelhante ao final do século XX, quando uma grande quantidade de moradores das regiões rurais do país migrou para as cidades em busca de oportunidades de trabalho na indústria, que havia se desenvolvido fortemente com a abertura do mercado econômico do gigante asiático. A maioria dos aparatos eletrônicos e industrializados do mundo é fabricada na China, o que exige uma quantidade considerável de mão de obra. O crescimento da população urbana na China aconteceu em um ritmo vertiginoso. Se a população urbana era de 26% em 1990, em 2014, os chineses que moravam em cidades correspondiam a quase 55% do total da população (CHINA urban population, c2020). Esse aumento de 100% seria impressionante em qualquer país, contudo, com uma população de mais de um bilhão de pessoas, um aumento de 29% corresponde a, aproximadamente, 300 milhões de pessoas, ou seja, mais do que a população de todos os países do mundo, com exceção de China, Índia e Estados Unidos. O crescimento da população urbana levou ao aumento do poder de compra das famílias de classe média chinesas que, na falta de opções de investi- mento e de um sistema bancário transparente, tendem a investir em imóveis (CALTHORPE, 2013). Esse fato, somado à política expansionista do governo daquele país, levou à construção de grandes loteamentos nos arredores das cidades existentes. Segundo Calthorpe (2013), o governo chinês planeja abrigar 250 milhões de novos moradores de cidades entre 2010 e 2030 e, para isso, será necessário construir uma infraestrutura urbana capaz de receber esse considerável contin- gente humano. Uma das alternativas encontradas para financiar essa expansão foi a eliminação dos impostos sobre propriedades, tornando o investimento em imóveis ainda mais atrativo para a classe média chinesa, que pode comprar apartamentos sem se preocupar em pagar imposto sobre eles. A Paris chinesa foi um caso que ficou conhecido mundialmente. Esse loteamento, chamado Tianducheng, foi construído na província de Zhejiang, no entorno da cidade de Hangzhou. Na região, grandes edifícios foram constru- ídos com até 700 unidades com fachadas que simulam as da capital francesa. Embora tenha capacidade para receber centenas de milhares de moradores, o loteamento conta com pouco mais de dois mil habitantes. A Figura 2 mostra o distrito de Tianducheng em 2013.4 Análise da cidade contemporânea Figura 2. Tianducheng - a Paris Chinesa. Fonte: Baratto (2013, documento on-line). A necessidade de abrigar grande quantidade de pessoas leva à construção de loteamentos com características, muitas vezes, antagônicas aos preceitos das cidades agradáveis para os pedestres. Calthorpe (2013) destaca que um dos maiores problemas das novas cidades chinesas é que, por seu projeto, dificilmente elas se tornarão centros urbanos efetivos: [...] a maior parte dos empreendimentos chineses é feita no modelo de superqua- dras, com torres em condomínios-parque fechados. As quadras possuem mais de quatrocentos metros de largura e geralmente são separadas por vias com oito pistas veiculares (CALTHORPE, 2013, documento on-line, tradução nossa). Desse modo, mesmo que ocorra a ocupação efetiva das unidades residenciais, é provável que as ruas sigam desertas, ocupadas apenas por carros. Exemplos ao redor do mundo mostram que cidades onde os deslocamentos a pé não são facilitados tornam-se menos seguras e menos atrativas. Os exemplos chineses demonstram a dificuldade em criar espaços urbanos do zero para grandes populações. Criar habitação para centenas de milhares de pessoas é um enorme desafio urbanístico porque parte das características que tornam os centros urbanos atrativos e seguros é justamente o seu crescimento orgânico, variedade de usos e idade dos edifícios, atributos que são muito difíceis de criar em cidades novas.Análise da cidade contemporânea 5 2 Desafios ambientais nas grandes cidades As cidades de hoje são habitadas por mais da metade da população mundial. Embora o cidadão de uma cidade ocupe relativamente menos área que os moradores das zonas rurais, os gastos energéticos presentes na vida urbana são muito maiores que aqueles das regiões mais afastadas. Isso se deve ao maior consumo possibilitado pela vida em centros com densidades altas. Segundo a OMS (ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE/WORLD HEALTH ORGANIZATION WHO, 2009, documento on-line, tradução nossa), uma das razões para os problemas ambientais dos centros urbanos é o crescimento não planejado, o que leva a riscos tanto para o meio ambiente quanto para a saúde dos habitantes: "[...] com o crescimento das populações, a qualidade do ambiente urbano ganhará um papel crescentemente importante na saúde pública [...] em questões como eliminação de resíduos sólidos, abastecimento de água limpa e saneamento". A qualidade do ambiente urbano pode causar problemas de saúde e, em alguns casos, levar à morte. A Figura 3 demonstra como as mortes causadas pela poluição das cidades são distribuídas pelo mundo. Mortes por milhão de habitantes 50 150 150 250 250 400 > 400 Dado não avaliado Não aplicado Figura 3. Mortes por 1 milhão de habitantes causadas pela poluição. Fonte: Adaptada de WHO (2009). Uma das maneiras de mitigar o impacto ambiental dos grandes centros urbanos com projetos urbanísticos é o desenvolvimento de infraestrutura para uso de modais de transporte menos poluentes, como transporte público eficiente e uso de meios de transporte de propulsão humana, como bicicletas.6 Análise da cidade contemporânea Segundo a OMS (WHO, 2009, documento on-line, tradução nossa), "[...] o transporte é responsável por alguns dos mais sérios danos ambientais e de saúde presentes nas cidades". Portanto, a aplicação de políticas públicas que mitiguem esses impactos é de grande importância. O urbanista dinamarquês Jan Gehl defende em seu clássico livro Cidade para Pessoas publicado em 2010 que as cidades devem ser planejadas a partir da escala humana, ou seja, suas dimensões e atributos devem ser pensados, inicialmente, para satisfazerem uma pessoa caminhando na calçada. Partindo desse princípio, os espaços urbanos tendem a se tornar mais animados, seguros e, em consequência, menos poluídos. Na macroescala, Gehl (2010) defende que as cidades devem ser planejadas com o objetivo de agregar pessoas, ao invés de dispersar. Para garantir essa característica, o urbanista lista cinco princípios de projeto que facilitam a agregação de pessoas nos espaços públicos. A seguir, estão descritos esses princípios (GEHL, 2010). Localização: as funções da cidade devem estar a pequenas distâncias entre si para garantir uma massa considerável de pessoas e eventos. Integração: as funções devem ser integradas para garantir versatili- dade, riqueza de experiências, sustentabilidade social e sentimento de segurança nos bairros. Projeto: os espaços urbanos devem ser convidativos e seguros para pedestres e ciclistas. Abertura: os edifícios devem ser para a cidade, permitindo que as vidas externa e interna coexistam. Permanência: as permanências prolongadas devem ser encorajadas para manter movimento constante nas ruas. Uma vez atendidos os princípios anteriores, é preciso entender como fun- ciona a relação entre tráfego veicular e qualidade urbana. A OMS (WHO, 2009) coloca o transporte como um dos principais contribuidores para a poluição das cidades, portanto, a resolução desse problema é essencial para termos uma cidade realmente sustentável. A utilização de modelos centrados no transporte veicular causou grandes problemas urbanos, como a abertura de enormes viadutos cruzando as cidades, levando à degradação das áreas sob esses equipamentos. Esse foi o caso do Elevado Presidente João Goulart, conhecido popularmente como Minhocão, localizado no centro de São Paulo. Essa obra foi construída na década de 1970 para ligar a Praça Roosevelt, no centro da cidade, ao Largo Padre Péricles,Análise da cidade contemporânea 7 na Barra Funda. viaduto foi construído muito próximo aos edifícios do entorno, causando dois problemas: por um lado, os carros passam a poucos metros das janelas dos moradores dos edifícios lindeiros; por outro, o espaço sob o viaduto fica totalmente escuro e obstruído, aumentando a sensação de insegurança. A Figura 4 aponta o quão próximo aos prédios o viaduto passa. Figura 4. Elevado Presidente João Goulart (Minhocão). Fonte: Lukaaz (2008). Os problemas do Minhocão foram tão maiores que seus benefícios que no Plano Diretor Estratégico de 2016 a cidade optou por transformar a infraes- trutura em um parque urbano. Atualmente, a circulação de carros no viaduto é permitida apenas de segunda à sexta-feira, das 7h às 20h, com exceção de feriados. Fora dessa janela, o espaço é ocupado por pedestres, ciclistas e atividades culturais. Parte dos problemas das cidades contemporâneas é ocasionada por dois fenômenos contrastantes: a falta de planejamento, apontada pela OMS (WHO, 2009) como uma das causas da poluição urbana, e o planejamento centrado no carro realizado na metade do século XX, que favoreceu os veículos particulares em detrimento ao uso de modais mais sustentáveis.8 Análise da cidade contemporânea 3 Soluções de urbanismo contemporâneo urbanismo contemporâneo tem como foco o conforto dos usuários. Grande parte dos esforços de projeto visa à qualidade do espaço urbano para os pe- destres, pois, como afirma Jacobs (2009), a presença de pessoas nas ruas é a maior geradora de vitalidade e segurança. Segundo Caccia e Pacheco (2019), a caminhabilidade, ou facilidade do pedestre em se locomover utilizando apenas o próprio corpo, é um dos fatores que mais influencia a presença ou não de pessoas nas calçadas. As autoras destacam dois pontos principais para garantir um índice de caminhabilidade satisfatório: "[...] o primeiro ponto a ser observado é a possibilidade de acessar, caminhando, áreas de lazer, comércio e entretenimento, como parques, lojas, restaurantes, museus, entre outras atividades sociais e culturais que as cidades oferecem" (CACCIA; PACHECO, 2019, documento on-line). O acesso às funções urbanas vai ao encontro dos princípios de agregação citados por Jan Gehl (2010), que coloca a integração de usos e permeabi- lidade de fachadas como atributos importantes da vitalidade. segundo ponto das autoras leva em conta o caminho percorrido: "[...] nesse sentido, a percepção que temos do ato de caminhar nossa predisposição para optar por essa forma de deslocamento em detrimento de outras - também está intimamente ligada à qualidade das calçadas" (CACCIA; PACHECO, 2019, documento on-line). Assim, em uma cidade onde as calçadas são projetadas pensando no pedestre, estas devem ser confortáveis e trazer atrativos ao longo do des- locamento. grande pulo de qualidade urbana ocorre quando o caminho do ponto A para o ponto B torna-se tão interessante quanto o destino que o pedestre deseja alcançar. Desse modo, quem caminha tende a se deslocar mais lentamente, aumentando o tempo de permanência na rua e, conse- quentemente, a sensação de segurança do espaço urbano. Os exemplos mais bem-sucedidos de cidades onde o pedestre é o protagonista estão na Europa, com destaque para os países nórdicos, como Dinamarca e Finlândia. Essas regiões realizaram planos urbanísticos focados em sustentabilidade desde 1960, quando a maioria dos países ainda estava apostando na construção de infraestrutura urbana para o transporte veicular.Análise da cidade contemporânea 9 Copenhague (Dinamarca) Copenhague é um dos exemplos mais conhecidos quando o assunto é ur- banismo sustentável. A capital dinamarquesa teve seu primeiro projeto de humanização do espaço urbano ainda na década de 1960, período a partir do qual a cidade focou o uso da bicicleta como meio de transporte metropolitano por excelência. A infraestrutura urbana de qualidade para ciclistas permite que até mesmo pais com filhos pequenos possam utilizar as bicicletas para o transporte urbano. O urbanista Jan Gehl (2010) trabalhou nos planos urbanos de Copenhague. Caccia e Pacheco (2019, documento on-line) sintetizam as preocupações do planejamento de Copenhague da seguinte forma: "[...] a priorização do pedestre, dos trajetos a pé e da mobilidade ativa é um dos primeiros passos para melhorar a mobilidade, equilibrar a distribuição do espaço e construir uma cidade mais justa para as pessoas". Helsinque (Finlândia) Outra cidade escandinava que merece menção é Helsinque, na Finlândia, onde o planejamento urbano segue a lógica de "[...] quanto mais pessoas na cidade, menos carros serão permitidos nas ruas" (CACCIA; PACHECO, 2019, documento on-line). Essa afirmação está contida em um plano urbanístico que pretende densificar os bairros enquanto aumenta a caminhabilidade e a conexão entre eles até 2050. Zurique (Suíça) Em Zurique, os deslocamentos diários são divididos em três grupos principais, cada um correspondente a um terço dos habitantes: ciclistas e pedestres, motoristas de carros individuais e usuários de transporte público. Esse fato é reflexo do planejamento urbano multimodal e integrado, que permite que os habitantes utilizem mais de um modo de transporte de maneira confortável e eficiente. Na Figura 5, é possível observar como é a divisão entre os tipos de transporte em Zurique.10 Análise da cidade contemporânea 30% 39% 4% 27% Figura 5. Modais de transporte em Zurique. Fonte: Physical Activity Through Sustainable Trans- port Approaches - PASTA (2017, documento on-line). A realidade atual da cidade suíça é reflexo de um planejamento em prática desde 1996, quando foi abolida a criação de novos estacionamentos, onde é permitida apenas a substituição de garagens já existentes, "[...] desde então, grande parte dos estacionamentos construídos foi colocada abaixo do nível do solo, e o espaço desocupado na superfície foi destinado à criação de praças, espaços públicos e zonas exclusivas para os pedestres" (CACCIA; PACHECO, 2019, documento on-line). O planejamento urbano é parte importante da qualidade de vida da po- pulação mundial. Atualmente, as cidades são o habitat de mais da metade das pessoas e, portanto, mudanças urbanas têm o poder de afetar um número considerável de pessoas. Se o planejamento chinês leva à construção de grandes cidades que acabam abandonadas, os exemplos de planejamento a longo prazo de algumas cidades europeias podem servir de modelo para possíveis soluções para os problemas ambientais contemporâneos.Análise da cidade contemporânea 11 Referências BARATTO, R. Uma Paris fantasma na China. 2013. Disponível em: https://www.archdaily. Acesso em: 23 jan. 2020. CACCIA, L.; PACHECO, P.5 exemplos de caminhabilidade. 2019. Disponível em: https://wri- brasil.org.br/pt/blog/2019/10/5-exemplos-de-caminhabilidade. Acesso em: 23 jan. 2020. CALTHORPE, P. The real problem with China's ghost towns. Metropolis, 1 Sept. 2013. Disponível em: https://www.metropolismag.com/cities/planning-cities/the-real- Acesso em: 23 jan. 2020. CHINA urban population: 1960-2020. Disponível em: net/countries/CHN/china/urban-population. Acesso em: 23 jan. 2020. GEHL, J. Cidade para pessoas. São Paulo: Perspectiva, 2010. JACOBS, J. Morte e vida de grandes cidades. São Paulo: Martins Fontes, 2009. LUKAAZ. minhocão em São Paulo. 2008. 1 fotografia. Disponível em: https://commons. Acesso em: 23 jan. 2020. MUSA, J. Retirantes: Candido Portinari, 1944. 1962. 1 fotografia. Disponível em: https:// masp.org.br/acervo/obra/retirantes. Acesso em: 23 jan. 2020. PHYSICAL ACTIVITY THROUGH SUSTAINABLE TRANSPORT APPROACHES PASTA. Facts on active mobility: Zurich/Switzerland. 2017. Disponível em: https://pastaproject.eu/ fileadmin/editor-upload/sitecontent/Publications/documents/AM_Factsheet_Zu rich_WP2.pdf. Acesso em: 23 jan. 2020. THE SPEED of urbanization around the world. Population Facts, n. 1, Dec. 2018. Disponível em: https://population.un.org/wup/Publications/Files/WUP2018-PopFacts_2018-1. pdf. Acesso em: 22 jan. 2020. WORLD HEALTH ORGANIZATION (WHO). The urban environment. 2009. Disponível em: em: 23 jan. 2020. Fique atento Os links para sites da Web fornecidos neste capítulo foram todos testados, e seu fun- cionamento foi comprovado no momento da publicação do material. No entanto, a rede é extremamente dinâmica; suas páginas estão constantemente mudando de local e conteúdo. Assim, os editores declaram não ter qualquer responsabilidade sobre qualidade, precisão ou integralidade das informações referidas em tais links.Encerra aqui 0 trecho do livro disponibilizado para esta Unidade de Aprendizagem. Na Biblioteca Virtual da Instituição, você encontra a obra na íntegra.Conteúdo: S a SOLUÇÕES EDUCACIONAIS INTEGRADAS