Logo Passei Direto
Buscar

Esse resumo é do material:

mapas_mentais_AFO pdf
7 pág.

Orçamento Público Faculdade Novo MilênioFaculdade Novo Milênio

Material

Esta é uma pré-visualização de arquivo. Entre para ver o arquivo original

## Resumo sobre Administração Financeira e Orçamentária: Mapas Mentais e Princípios OrçamentáriosO material apresentado pelo professor Djalma aborda inicialmente a importância dos **Mapas Mentais** como ferramentas poderosas para a organização, visualização e integração do conhecimento, especialmente úteis para concurseiros que se preparam para provas como a da Polícia Federal. Mapas mentais são descritos como resumos gráficos que sintetizam grandes volumes de informação de forma estruturada e simbólica, facilitando a memorização e a compreensão dos conteúdos. Eles funcionam como pistas visuais que ajudam a ativar conhecimentos previamente adquiridos, evitando o esquecimento comum ao lidar com textos extensos ou complexos. Além disso, a utilização de imagens e a estrutura hierárquica dos mapas mentais reforçam a memorização e permitem uma navegação cognitiva eficiente, auxiliando tanto na assimilação de novos conteúdos quanto na reorganização de conhecimentos fragmentados.O professor destaca que os mapas mentais não apenas facilitam a revisão, mas também aumentam o desempenho em atividades acadêmicas e profissionais, sendo uma ferramenta valiosa para a reta final de estudos. A ideia central é que, ao reunir todas as informações relevantes de um tema em um único campo visual, o estudante pode manter o foco e a continuidade do aprendizado, ativando rapidamente as conexões necessárias para a compreensão profunda do assunto. Essa metodologia é especialmente recomendada para matérias complexas como Administração Financeira e Orçamentária, onde a interligação dos conceitos é fundamental para o domínio do conteúdo.Na sequência, o conteúdo avança para a **Evolução Histórica e Conceitual do Orçamento Público**, destacando as transformações desde o orçamento tradicional, caracterizado como "Lei de Meios" e influenciado pelo princípio do "laissez-faire" até o orçamento moderno, que incorpora técnicas como o Orçamento Base Zero, Orçamento de Desempenho, PPBS (Planejamento, Programação e Orçamento Baseado em Programas) e Orçamento-Programa. O orçamento é definido como um ato administrativo com forma de lei que aprova receitas e despesas para um período determinado, conforme conceitos de autores como Gaston Jezé e Kiyoshi Harada. A natureza jurídica do orçamento é multifacetada, podendo ser considerado ato-condição, ato-administrativo, lei material ou mera autorização administrativa, dependendo do enfoque e do tipo de receita ou despesa envolvida.O texto também apresenta a **Evolução Histórica do Orçamento Brasileiro**, destacando as principais constituições que influenciaram sua estrutura e funcionamento, desde a Constituição de 1824 até a de 1988. São ressaltadas as mudanças no processo de elaboração, aprovação e fiscalização do orçamento, incluindo a participação do Executivo, Legislativo e do Tribunal de Contas da União (TCU). A evolução mostra um movimento de centralização e descentralização das funções orçamentárias, com a redemocratização trazendo o orçamento misto, onde o Executivo elabora a proposta e o Legislativo aprova e fiscaliza, reforçando o planejamento como elemento fundamental.Por fim, o material detalha os **Princípios Orçamentários**, tanto os previstos na Lei nº 4.320/64 quanto na Constituição Federal de 1988, que regem a elaboração, execução e controle do orçamento público. Entre os princípios destacados estão:- **Anualidade**: o orçamento corresponde a um exercício financeiro de um ano, com exceções para créditos especiais e extraordinários.- **Unidade**: deve existir um único orçamento para cada ente federativo, agregando todas as receitas e despesas da administração direta e indireta.- **Universalidade**: o orçamento deve conter todas as receitas e despesas, apresentadas em valores brutos, sem deduções.- **Orçamento Bruto**: receitas e despesas devem ser apresentadas em valores totais, sem compensações.- **Unidade de Caixa**: todas as receitas devem ser recolhidas em um único caixa, vedada a criação de caixas especiais.- **Especificação/Discriminação/Especialização**: as despesas devem ser detalhadas, proibindo autorizações globais, salvo exceções previstas em lei.- **Legalidade**: o orçamento deve obedecer à legislação vigente, sendo encaminhado pelo Executivo e aprovado pelo Legislativo.- **Exclusividade**: a lei orçamentária anual não pode conter dispositivos estranhos à previsão de receitas e fixação de despesas.- **Equilíbrio**: as despesas autorizadas devem, sempre que possível, ser iguais às receitas previstas.- **Não afetação ou não vinculação**: é vedada a vinculação de receitas a órgãos, fundos ou despesas específicas, com algumas exceções constitucionais.- **Publicidade**: o orçamento deve ser divulgado oficialmente para garantir transparência e eficácia.Além disso, o material aborda princípios doutrinários como a **Programação** e a **Totalidade**, que reforçam a necessidade de o orçamento ter conteúdo e forma programática, consolidando múltiplos orçamentos em um único documento para facilitar o controle e a visão global das finanças públicas.### Destaques- Mapas mentais são ferramentas visuais que sintetizam e organizam informações, facilitando a memorização e a compreensão de conteúdos complexos.- O orçamento público evoluiu do modelo tradicional para o moderno, incorporando técnicas como Orçamento Base Zero e Orçamento-Programa.- A evolução histórica do orçamento brasileiro reflete mudanças constitucionais e institucionais que definem o papel do Executivo, Legislativo e Tribunal de Contas.- Princípios orçamentários fundamentais garantem a legalidade, transparência, equilíbrio e universalidade do orçamento público.- A programação e a totalidade são princípios essenciais para a consolidação e controle eficaz das finanças públicas.

Teste o Premium para desbloquear

Aproveite todos os benefícios por 3 dias sem pagar! 😉
Já tem cadastro?

Mais conteúdos dessa disciplina