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LESÃO CONDRAL Lesões condrais são lesões provocadas por degradação da cartilagem articular, em resposta a estímulos metabólicos, genéticos, vasculares e traumáticos, podendo ocorrer devido a um único episódio de excesso de carga na articulação do joelho ou através de vários episódios cíclicos e de pequena magnitude. Lesão condral Essas lesões são subdivididas de acordo com a espessura acometida, que vão desde microlesão, lesão condral, até lesão osteocondral envolvendo todas as camadas da cartilagem articular, atingindo o osso subcondral. Lesão condral Joelho -Formado por duas superfícies articulares: tibiofemoral e patelofemoral. -O compartimento medial e o lateral tibiofemoral, junto com a articulação patelofemoral, formam os três compartimentos do joelho Lesão condral -Dor e edema no joelho. -Estalidos e crepitações. -Dependendo do local da lesão, os sintomas podem ser diferentes, como por exemplo quando há lesão na patela. Sintomas Existem algumas classificações descritas sobre as lesões condrais. As mais utilizadas são a Classificação de Outerbridge e a da ICRS (International Cartilage Repair Society) Dividem basicamente em 4 graus: Grau I: amolecimento da cartilagem; Grau II: fissuras superficiais; Grau III: fissuras profundas; Grau IV: erosão óssea. Classificação das lesões condrais Clínico - Pode ser difícil, pois a sintomatologia é pobre Radiológico (Rx) - Pode ser importante na exclusão de outras patologias Tomografia e artrotomografia - injeção de contraste intra-articular (artrotomografia) demonstra diretamente a presença de lesões condrais. Ressonância nuclear magnética (RNM) - A ressonância magnética, com seu excelente contraste de partes moles, é a melhor técnica de imagem disponível para estudo das lesões de cartilagem Artroscopia – É o exame padrão ouro das patologias intra-articulares do joelho. Possibilita classificar, localizar e palpar as lesões através da utilização de instrumental Diagnóstico Ressonância Magnética Artroscopia Analgesia Manutenção da ADM Favorecer a nutrição da cartilagem Fortalecimento muscular Propriocepção Tratamento fisioterapêutico Tratamento cirúrgico Lesão condral Condroplastia Microfraturas Mosaicoplastia Outras Tratamento cirúrgico Lesão condral Microfraturas Coágulo Tratamento cirúrgico Lesão condral Mosaicoplastia Tratamento cirúrgico Lesão condral Outras Transplante autólogo condrócitos Aloenxerto (doadores) Tratamento cirúrgico Realinhamento mecanismo extensor Corrigir ângulo Q Corrigir altura patelar Release lateral (Avanço medial) Osteotomia valgo excessivo OSTEOCONDRITE A Osteocondrite é uma patologia de origem pouco conhecida que ataca a cartilagem de crescimento (que auxilia na formação dos ossos do corpo humano) e é mais frequente durante a infância e a adolescência, pois são as fases de construção e consolidação do sistema esquelético. Esse distúrbio pode afetar qualquer articulação e têm seu nome definido de acordo com a região atingida. Osteocondrite OSTEOCONDRITES (Joelho): - Sinding-Larsen-Johansson = Polo inferior da patela - Osgood-Schlatter = Tuberosidade anterior da tíbia Sinding-Larsen- Johansson A doença de Sinding-Larsen- Johansson (SLJ) , afeta a extremidade proximal do tendão patelar à medida que se insere no polo inferior da patela . Representa uma lesão de tração crônica da junção osteotendinosa imatura. Sinding-Larsen-Johansson Incidência Adolescentes Entre 10 e 14 anos Atividade física intensa Principalmente atividade com salto Sinding-Larsen-Johansson Sintomas Paciente apresenta dor no polo inferior da patela A flexo - extensão do joelho contra resistência aumenta a dor Sinding-Larsen-Johansson Diagnóstico Radiografia Ultrassom Ressonância magnética Sinding-Larsen-Johansson Tratamento Inicialmente o tratamento é conservador Repouso relativo e fisioterapia analgésica e para melhora da flexibilidade (quadríceps) Sinding-Larsen-Johansson Osgood Schlatter A Síndrome Osgood-Schlatter é uma irritação da cartilagem de crescimento pelo tracionamento excessivo do tendão patelar sobre a tuberosidade anterior da tíbia, gerando aumento do volume da (TAT) acompanhado de dor e edema. Osgood Schlatter Incidência Sexo masculino Entre 8 aos 12 anos, podendo surgir até os 15. Praticantes de atividades esportivas Musculatura bem desenvolvida Osgood Schlatter Evolução da doença Período de reação inflamatória, com tumoração na tuberosidade, edema e dor que duram de algumas semanas até 4 a 6 meses. Período prolongado, onde o paciente apresenta dores intermitentes com menos edema, porém, persistindo com a tumoração, esse período pode durar até um ano e meio Período de cura espontânea e desaparecimento da dor e de restrições das atividades físicas. Osgood Schlatter A tumoração tende a diminuir em relação aos períodos iniciais, mas, quase sempre, fica um leve aumento de volume definitivo e assintomático. Osgood Schlatter Diagnóstico Clínico Radiografia Osgood Schlatter Tratamento Utilização de analgésicos e antiinflamatórios Diminuição da atividade esportiva ( depende do quadro álgico) Fisioterapia Analgesia Mobilidade e flexibilidade Preservar a força e posteriormente ganha força muscular Osgood Schlatter Doença de Sever A doença de Sever, também chamada de apofisite do calcâneo, é uma inflamação da placa cartilaginosa de crescimento que existe no calcanhar de crianças. A causa mais comum de dor no calcanhar das crianças atleticamente ativas, com 61% dos casos ocorrendo bilateralmente. Encontra-se presente em crianças de 8 a 13 anos. Doença de Sever Fatores envolvidos na etiologia da doença Novo esporte ou temporada, pronação do pé e musculo tríceps sural encurtado. O encurtamento do tendão calcâneo em geral está relacionado ao estirão de crescimento recente. Doença de Sever Diagnóstico Clínico Radiografia Doença de Sever Tratamento O médico pode recomendar alguns cuidados como: Repousar e diminuir a frequência das atividades esportivas de alto impacto; Usar palmilhas especiais que suportam o calcanhar; Evitar andar descalço, mesmo em casa. Além disso, quando a dor não melhora apenas com estes cuidados, o médico pode receitar o uso de anti-inflamatórios, Doença de Sever Fisioterapia O tratamento com fisioterapia deve ser adaptado a cada criança e ao seu nível de dor, sendo utilizados exercícios que melhorem a flexibilidade e força das pernas e pés, de forma a manter a musculatura desenvolvida para as atividades diárias e para o regresso às atividades esportivas. Doença de Sever OBRIGADO Slide 1 Slide 2: Lesão condral Slide 3: Lesão condral Slide 4: Lesão condral Slide 5: Sintomas Slide 6: Classificação das lesões condrais Slide 7: Diagnóstico Slide 8 Slide 9: Tratamento fisioterapêutico Slide 10: Tratamento cirúrgico Slide 11: Tratamento cirúrgico Slide 12: Tratamento cirúrgico Slide 13: Tratamento cirúrgico Slide 14: Tratamento cirúrgico Slide 15 Slide 16 Slide 17 Slide 18 Slide 19 Slide 20: Sinding-Larsen-Johansson Slide 21: Sinding-Larsen-Johansson Slide 22: Sinding-Larsen-Johansson Slide 23: Sinding-Larsen-Johansson Slide 24: Sinding-Larsen-Johansson Slide 25: Osgood Schlatter Slide 26: Osgood Schlatter Slide 27: Osgood Schlatter Slide 28: Osgood Schlatter Slide 29: Osgood Schlatter Slide 30: Osgood Schlatter Slide 31: Osgood Schlatter Slide 32: Doença de Sever Slide 33: Doença de Sever Slide 34: Doença de Sever Slide 35: Doença de Sever Slide 36: Doença de Sever Slide 37: Doença de Sever Slide 38: OBRIGADO