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DISCOPATIA
DEGENERATIVA
O que são 
discopatias?
• Alterações no disco 
intervertebral!
Quais são as discopatias?
• Desidratação
• Fissuras
• Herniação
• Protusão
• Colapso discal
• DEGENERAÇÃO
Gel localizado na parte média 
posterior do disco
70-90% água
15-20% colágeno
Funciona como sistema de 
absorção hidráulico de choque
DISCO INTERVERTEBRAL
PRESSÃO NO NÚCLEO
Função do disco intervertebral
• Amortecedor à compressão axial 
• Estabilização da coluna 
• Permite movimento de uma vértebra sobre à 
outra
FATORES DE RISCO
• Idade 
• Predisposição genética 
• Alterações posturais – mau alinhamento 
• Aumento do peso corpóreo 
• Microtraumas repetitivos – ocupação, 
levantamento de pesos, exposição a 
vibração 
• Tabagismo
Olson KA, Joder D. J Orthop Sports Phys Ther 
2001 Kalichman L, Hunter D. Semin Arthritis 
Rheum 2007
Mudanças Provocadas pela Idade
 DEGENERAÇÃO
 absorção de água
 dos elementos fibrosos do anel (fissuras)
 elementos elásticos 
 estabilidade vertebral
DISCO INTERVERTEBRAL
DISCOPATIA DEGENERATIVA
• Diminuição do estado de hidrofilia do núcleo
• Desidratação discal (início +- 20 anos de idade)
• Diminuição da espessura do disco 
(protusão discal)
DISCOPATIA DEGENERATIVA
• Ação de forças compressivas + movimentos
• Enfraquecimento e rompimento do ânulo fibroso
• Extrusão e herniação do núcleo pulposo
(hérnia de disco)
Flexão excessiva ou prolongada
↓
Compressão anterior do disco
↓
Deslocamento posterior do núcleo
↓
Ânulo fibroso posterior fraco
↓
Migração posterior do núcleo 
pulposo
↓
Pode-se comprimir medula e raízes
DISCOPATIA DEGENERATIVA
Tipos
DISCOPATIA DEGENERATIVA
Direção + frequente de herniação 
= 
póstero-lateral
DISCOPATIA DEGENERATIVA
Fatores da herniação póstero-lateral:
1- LLP + fraco
2- fibras post. do ânulo + fracas
3- flexão > extensão coluna (amplitude e utilização)
DISCOPATIA DEGENERATIVA
Sintomatologia:
1- Dor radicular (radiculopatia)
2- Alt. sensitivas e/ou motoras
3- Espasmo muscular
SINTOMATOLOGIA
SINTOMATOLOGIA
• Alterações locais sem
compressão/irritação de raiz
nervosa = DOR LOCALIZADA
• Alterações locais com 
compressão/irritação de raiz
nervosa = RADICULOPATIA
RADICULOPATIA
• Dor localizada e irradiada
• Alterações sensitivas:
- parestesias
- hipoestesias
- hiperestesias
• Alterações motoras:
- paresias
- paralisias
Fenomeno da periferelização
• Dor proximal, originária na 
coluna, é produzida na direção 
proximal-distal.
• Ocorre durante o movimento 
repetido ou posição mantida e 
essa mudança é mantida com o 
tempo
Fenômeno da centralização
• Dor irradiada é reduzida e 
transferida para posição mais 
central 
• Aumento da dor lombar central 
COLUNA CERVICAL
• DOR LOCALIZADA = CERVICALGIA
- processos infecciosos, inflamatórios, 
metabólicos, tumorais, dçs. psicossomáticas,…
- processos mecânicos ou físicos = 
instabilidade, fraturas, luxações, hérnia de disco, 
artrose, …
• RADICULOPATIA = CERVICOBRAQUIALGIA
- C1aC4=plexo cervical
- C5aT1=plexo braquial
COLUNA LOMBAR
• DOR LOCALIZADA = LOMBALGIA
- processos infecciosos, inflamatórios, 
metabólicos, tumorais, dçs. psicossomáticas,…
- processos mecânicos ou físicos = 
instabilidade, fraturas, luxações, hérnia de disco, 
artrose, …
• RADICULOPATIA = LOMBOCIATALGIA
- L1aL4=plexo lombar
nervo femoral-L2/L4
- L4aS4=plexo sacral
nervo ciático-L4/S3
CARACTERÍSTICAS DE
SINTOMATOLOGIA
• DOR DISCOGÊNICA (CERVICAL):
I. A dor é central, profunda e difusa
II. Referida somente à região proximal do membro
III. A porção proximal está pior do que a área distal
IV. Dor mais profunda que superficial
V. Dor tipo queimação ou dolorimento
• (LOMBAR):
* Considere os 5 itens acima e também:
VI. A dor piora quando sentado
CARACTERÍSTICAS DE
SINTOMATOLOGIA
OBSERVAÇÕES:
- dor referida  dor irradiada
- se a lesão está exatamente no ânulo, a dor é 
sentida exatamente na coluna
- dor referida CERVICAL: bordo medial da escápula, 
região lateral e superior do ombro, região proximal 
de MS
- dor referida LOMBAR: região paravertebral lombar, 
articulações sacro-ilíacas, cristas ilíacas
posteriores, região glútea
CARACTERÍSTICAS DE
SINTOMATOLOGIA
• DOR DE IRRITAÇÃO NA RAIZ NERVOSA:
I. A dor é assimétrica, superficial, com limites claros
II. Referida em um dermátomo distal
III. Pode ser sentida somente distalmente ou irradiada
IV. Pode causar dor referida no miótomo.
V. Alterações autonômicas
VI. Alterações de sensibilidade
VII. Alterações motoras
VIII. Difícil identificar qual movimento desencadeia dor
IX. A dor não é facilmente aliviada por posicionamento
Exames complementares
Exames Complementares:
Radiografia, TC, RM
Exames Complementares
RNM T2 RNM T1
Exames Complementares
Disco normal Disco degenerado
DISCOPATIA DEGENERATIVA
➢ Tratamento Conservador: 
- 1ª opção, por pelo menos 6/8 semanas
• Objetivo a curto prazo: acelerar o desaparecimento
dos sintomas promovendo
- analgesia eletrotermoterapia
- relaxamento musc. massoterapia
- alívio da compressão cinesioterapia*
*Cinesioterapia: tração, pompage, alongamento
DISCOPATIA DEGENERATIVA
➢ Tratamento Conservador: 
• Objetivos a médio e longo prazo:
- estabilização segmentar (fortalecimento muscular)
- flexibilidade muscular
- manter atividade física regular
- evitar sobrecargas (peso corporal)
- evitar consumo de álcool e cigarros (degeneração
articular)
DISCOPATIA DEGENERATIVA
➢ Tratamento Cirúrgico: 
- sintomas neurológicos graves
- déficit neurológico progressivo
- falha do tto. conservador
- dor recorrente com limitações
DISCOPATIA DEGENERATIVA
➢ Tratamento Cirúrgico: 
- Laminectomia
- Discectomia percutânea
- Nucleotomia percutânea
- Artrodese
Dor Lombar
• Dor Lombar é um sintoma não um 
diagnóstico
– Necessário uma avaliação diagnóstica detalhada
• Triagem bem feita é a base para o sucesso para o tratamento
Conclusão: Ressonância precoce não está 
associada à melhores resultados, gerando mais 
incapacidade.
Dor Lombar
• Como nós explicamos os achados radiológicos?
– Efeito placebo está relacionado às percepções e expectativas 
do paciente. Se a “substância” é vista como útil, ela pode ajudar 
na cura.
– Se é vista como prejudicial, ela pode causar efeitos negativos, o 
que é conhecido como efeito nocebo.
• Relação de dor e sono:
• Distúrbio do sono preditor de dor lombar:
– Noite mal dormida , piora a dor durante o dia
– Dia com muita dor lombar, aumento da chance de dor lombar 
durante noite
Orientação ao 
Paciente
Rosenfeld, 2003
Que dica podemos dar aos 
nossos pacientes
• A maioria das lombalgias não são serias, mesmo 
que no exame haja achados de hérnia de disco
– Medo, apreensão ou depressão somente pioram 
o quadro
• Repouso excessivo não auxilia na melhora
• A percepção varia de acordo com individuo e 
outros fatores
• A postura sentada ereta nem sempre será a 
mais confortável para todas as pessoas
• Carregar mochilas pesadas, levantar 
objetos, e rodar o tronco são 
movimentos normais para as pessoas
• Poucas horas de sono, mau humor, estresse e 
preocupação podem piorar sua dor
• Exercício sempre, claro com boa orientação
• Uma avaliação feita por um bom 
profissional vai identificar os fatores 
causadores da sua dor vai combate-los
• Obrigado
	Slide 1: DISCOPATIA DEGENERATIVA 
	Slide 2: O que são discopatias?
	Slide 3: Quais são as discopatias?
	Slide 4
	Slide 5
	Slide 6: Função do disco intervertebral
	Slide 7: FATORES DE RISCO
	Slide 8: Mudanças Provocadas pela Idade DEGENERAÇÃO 
	Slide 9
	Slide 10: DISCOPATIA DEGENERATIVA
	Slide 11: DISCOPATIA DEGENERATIVA
	Slide 12
	Slide 13
	Slide 14: DISCOPATIA DEGENERATIVA
	Slide 15: DISCOPATIA DEGENERATIVA
	Slide 16: DISCOPATIA DEGENERATIVA
	Slide 17: SINTOMATOLOGIA
	Slide 18: SINTOMATOLOGIA
	Slide 19: RADICULOPATIA
	Slide 20: Fenomeno da periferelizaçãoSlide 21: Fenômeno da centralização
	Slide 22: COLUNA CERVICAL
	Slide 23: COLUNA LOMBAR
	Slide 24: CARACTERÍSTICAS DE SINTOMATOLOGIA
	Slide 25: CARACTERÍSTICAS DE SINTOMATOLOGIA
	Slide 26: CARACTERÍSTICAS DE SINTOMATOLOGIA
	Slide 27: Exames complementares
	Slide 28: Exames Complementares
	Slide 29: Exames Complementares
	Slide 30
	Slide 31: DISCOPATIA DEGENERATIVA
	Slide 32: DISCOPATIA DEGENERATIVA
	Slide 33: DISCOPATIA DEGENERATIVA
	Slide 34: DISCOPATIA DEGENERATIVA
	Slide 35
	Slide 36: Dor Lombar
	Slide 37
	Slide 38: Dor Lombar
	Slide 39
	Slide 40: Orientação ao Paciente
	Slide 41: Que dica podemos dar aos nossos pacientes
	Slide 42
	Slide 43
	Slide 44
	Slide 45

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