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FERRAMENTAS DE MARKETING DIGITAL AULA 1 Prof.ª Larissa Ilaídes Bakalarczyk Meira 1 CONVERSA INICIAL Ao longo do nosso estudo, exploraremos cinco abordagens essenciais para impulsionar seu conhecimento a respeito das ferramentas utilizadas para a presença on-line de marcas, empresas, veículos de comunicação e figuras públicas. Nesta abordagem, começaremos explorando os fundamentos do marketing digital, compreendendo os termos-chave e os conceitos que formam a base do nosso estudo. Compreenderemos os conceitos iniciais do marketing digital e as diferenças entre estratégias orgânicas e patrocinadas em SEM e redes sociais. Avançaremos para a mídia programática em sites e encerraremos destacando a importância da cultura analítica. Ao final do nosso estudo, você será capaz de criar e otimizar estratégias digitais eficazes. Vamos embarcar juntos nessa jornada de aprendizado prático. Para a construção de uma presença on-line até a definição de metas claras, esta seção é primordial, pois estabelecerá as bases para os conhecimentos subsequentes. CONTEXTUALIZANDO O marketing digital é um conjunto dinâmico de práticas estratégicas que visa potencializar a visibilidade e o impacto de uma marca, uma empresa, um veículo de comunicação ou até mesmo uma celebridade, no ambiente on-line e que, portanto, exige que o profissional envolvido se adapte constantemente às mudanças tecnológicas e comportamentais da população em relação ao uso da internet. Para que se possa explorar as ferramentas de marketing digital, é preciso entender antes quais práticas estratégicas fazem parte desse conjunto. TEMA 1 - O QUE É MARKETING DIGITAL: CONCEITOS INICIAIS E TERMOS COMUNS PARA A PRÁTICA O marketing digital como prática consolidou-se ao longo do tempo com a expansão da internet nas décadas de 1990 e 2000. À medida que as empresas perceberam o potencial da web para alcançar audiências globalmente, as 2 estratégias de marketing começaram a incorporar abordagens específicas para o ambiente on-line. Por isso, não há um autor que tenha cunhado esse termo e não é possível atribuí-lo a uma única pessoa ou momento, pois ele emergiu organicamente com a crescente importância da presença digital nas estratégias de marketing das organizações, diferenciando-se assim do marketing tradicional que, antes da década de 1990, baseava-se em divulgar produtos, promoções e marcas por meio de mídias off-line, ou seja: televisão, rádio, revistas e outdoors. A prática de marketing baseia-se no conceito primordial do mix de marketing criado pelo professor Jerome McCarthy em seu livro Basic marketing, lançado em 1960 e difundido como método nos anos seguintes por Philip Kotler que, por sua vez, em 1967, publicou a obra Administração de marketing: análise, planejamento e controle, um livro amplamente adotado no mundo em escolas de negócios. Dessa forma, se formos analisar brevemente a linha do tempo para fins de contextualização, perceberemos que até o advento da internet iniciar seu movimento expansivo como recurso crucial no cotidiano, o marketing tradicional estabeleceu práticas durante cerca de 30 anos. O impacto do crescimento da internet foi de tal relevância que Castells (2001) compara essa chegada com o advento da eletricidade na era industrial do século XVIII, enfatizando que o motor elétrico foi tão importante para aquela época quanto a internet foi no início dos anos 2000, revolucionando a sociedade e modificando culturas. Para o estudioso, a internet seria como um motor elétrico que, em vez de distribuir energia, distribuísse informação. O autor afirma que a internet “passou a ser a base tecnológica para a forma organizacional da era da informação: a rede” (p. 7) e ainda coloca que a explosão do uso da rede impõe uma mudança tão relevante quanto a que ocorreu com a chegada das impressoras de Gutenberg. Isto é, o fenômeno nomeado por Marshall McLuhan de galáxia de Gutenberg passa a ceder espaço para a galáxia da internet, conceito ancorado nas observações e comprovações de Castells (2001). Se distribuirmos as práticas de marketing em uma linha do tempo levando em consideração o advento da internet no mundo, temos: 3 Figura 1 - Linha do tempo do marketing Fonte: Ilaídes, 2024. É nesse contexto que surge o marketing digital na internet, isto é, uma prática de marketing que se torna cada vez mais permissiva, convidativa e atraente para se fazer marketing, propaganda e publicidade, gerar informação, adquirir novos clientes, relacionar-se com eles e fidelizá-los. Nas últimas três décadas, ou seja, desde que as práticas de marketing digital começaram a ser adotadas, surgiram inúmeras ferramentas que auxiliam a gestão, as estratégias e o monitoramento de mídia, agora chamada mídia digital. Na obra Marketing 4.0: do tradicional ao digital, Philip Kotler, Hermawan Kartajaya e Iwan Setiawan ressaltam que tradicionalmente o marketing sempre começa pela segmentação – a prática de dividir o mercado em grupos homogêneos com base em seus perfis geográficos, demográficos, psicográficos e comportamentais (...). Hoje as comunidades são os novos segmentos e estão imunes a spams e a propagandas irrelevantes e até rejeitarão a tentativa de uma empresa de invadir essas redes. Para se envolverem de forma eficaz com uma comunidade de consumidores as marcas precisam pedir permissão. Na economia digital os clientes estão empoderados e tornou-se mais fácil para eles avaliar e até esmiuçar a promessa de posicionamento da marca de qualquer empresa. Com essa transparência (graças à ascensão da mídia social) as marcas já não podem fazer promessas falsas ou não verificadas. As empresas podem se posicionar como qualquer coisa, mas a menos que exista um consenso baseado na comunidade o posicionamento não significará nada mais que dissimulação. Em um mundo conectado, o conceito do mix de marketing evoluiu para acomodar mais participação do cliente. O mix de marketing (os quatro Ps) deve ser redefinido como os quatro Cs: cocriação (co-criation), moeda (currency), ativação comunitária (communal activation) e conversa (conversation). (Kotler; Kartajaya; Setiawan, 2017, p. 63-69). Surge então o conceito de marketing 4.0, que combina interações on-line e off-line entre empresas e clientes e mescla estilo com substância no 4 desenvolvimento das marcas. O marketing digital e o marketing tradicional passam então a coexistir com o objetivo máximo de não apenas conquistar clientes, mas também que estes possam agir em defesa da marca. Com base nesse contexto, temos então três conjuntos de redes de mídia digital conectadas para aplicar marketing digital e classificar as ferramentas que serão abordadas ao longo dos conteúdos e que garantem resultados positivos para os profissionais envolvidos. 1.1 Termos comuns em marketing digital O marketing digital abrange uma ampla variedade de termos inerentes à prática e ao uso das ferramentas. É preciso conhecer a fundo cada um desses termos para que se possa usar cada ferramenta de marketing digital da melhor maneira possível. Entre os termos mais comuns estão: ● SEM (search engine marketing): marketing em motores de busca como o Google, envolvendo estratégias pagas (como anúncios pagos) e orgânicas (como SEO). ● ROI (return on investment): retorno sobre o investimento, uma métrica que avalia a eficácia de uma campanha ou estratégia em termos financeiros. ● Usuário: refere-se a uma pessoa que interage com um site, aplicativo, plataforma ou qualquer recurso on-line. Esse termo é amplamente utilizado para descrever indivíduos que acessam e navegam por conteúdos na internet. Cada usuário representa um visitante distinto que pode realizar diferentes ações, como visualizar páginas, realizar compras, preencher formulários ou interagircom elementos específicos. ● Impressões: representa o número de vezes que um anúncio, conteúdo ou mensagem foi exibido para os usuários, independentemente de terem interagido com ele. Em termos simples, uma impressão ocorre sempre que o conteúdo é visualizado por um usuário, seja em uma página da web, em uma rede social ou em outros meios digitais. ● CTR (click-through rate): taxa de cliques, indicando a proporção de usuários que clicaram em um link em relação ao número total de usuários que o viram. 5 ● CPM (cost per mille): custo por mil impressões, uma métrica de custo em publicidade digital baseada em mil visualizações. ● CPC (cost per click): custo por clique, representando o valor pago por clique em um anúncio. ● CTA (call-to-action): chamada para ação, um elemento em um conteúdo que incentiva os usuários a realizar uma ação específica, como clicar em um botão. ● Analytics: análise de dados para avaliar o desempenho de campanhas, websites e outros elementos digitais. ● Conversão: ocorre quando um visitante ou usuário realiza uma ação desejada ou previamente definida pelo anunciante em redes sociais (plataformas de mídia social) ou dentro de um site. Essa ação pode variar e incluir atividades como preencher um formulário, fazer uma compra, assinar uma newsletter, baixar um recurso, assistir a um vídeo ou qualquer outro objetivo específico estabelecido pela estratégia de marketing. ● Views: refere-se ao número de vezes que um conteúdo, como um vídeo, imagem ou post foi exibido ou visualizado. Essa métrica é comumente utilizada em plataformas de mídia social, sites de compartilhamento de vídeos, blogs e outras plataformas on-line para medir a popularidade e o alcance de um determinado conteúdo. ● Lead: no contexto do marketing digital refere-se a um indivíduo ou empresa que demonstrou interesse em um produto, serviço ou conteúdo específico, fornecendo informações de contato ou realizando alguma ação que o identifique como um potencial cliente. Leads são considerados oportunidades para a equipe de marketing e vendas cultivar e converter em clientes. ● CPA (custo por aquisição): é uma métrica do marketing digital que avalia o custo médio associado à aquisição de um novo cliente ou lead. Em outras palavras, o CPA representa o valor gasto para obter uma ação desejada, como uma venda, assinatura ou preenchimento de formulário. A fórmula do CPA é: 6 CPA = Custo total da campanha / Número de conversões Por exemplo, se uma campanha publicitária custou $500 e gerou 50 conversões (ações desejadas), o CPA seria $10 por ação. ● CPL (custo por lead): é uma métrica do marketing digital que avalia o custo médio associado à geração de um novo lead. Essa métrica é calculada dividindo o custo total de uma campanha pelo número de leads gerados. Em outras palavras, o CPL representa o valor gasto para adquirir um novo potencial cliente. A fórmula do CPL é: CPL = Custo total da campanha / Número de leads Por exemplo, se uma campanha digital custou $1,000 e gerou 200 leads, o CPL seria $5. Existem termos derivados dos primeiros, que se referem a métricas mais detalhadas conforme a ferramenta de marketing digital que o profissional esteja usando. Ao longo do nosso estudo, veremos cada uma delas. TEMA 2 - SEM: DIFERENÇAS ENTRE ESTRATÉGIAS ORGÂNICAS E ESTRATÉGIAS PATROCINADAS Entre os conjuntos de práticas de marketing digital, o primeiro deles a se consolidar desde a década de 2000 foi o SEM, cunhado a partir do surgimento do Google, o primeiro “motor de busca” na internet. A expressão motor de busca"(ou mecanismo de busca) é usada para denominar uma plataforma on-line que busca conteúdos em websites e que permite aos usuários pesquisar e encontrar informações na internet. Os motores de busca exibem uma ampla variedade de conteúdos on-line, incluindo páginas da web, imagens, vídeos e outros tipos de arquivos com base em uma busca feita por um usuário. Entre as razões pelas quais os usuários utilizam a internet, predomina a busca por informações gerais, sejam elas notícias, produtos, serviços ou pessoas. É o que mostra a pesquisa Data Reportal, que elege os principais motivos pelos quais as pessoas utilizam a rede. 7 Figura 2 - Pesquisa Data Reportal Fonte: Data Reportal, 2024. Dessa forma, o conjunto de ferramentas usadas para fazer marketing digital dentro dos motores de busca denomina-se search engine marketing, conhecido como SEM, e envolve a promoção de websites na internet. 2.1 Motores de busca Para entender como funciona a prática de SEM, é importante compreender que os motores de busca utilizam algoritmos complexos para analisar e classificar as informações disponíveis na web. Quando os usuários inserem termos de pesquisa (palavras-chave) na barra de busca, o motor de busca retorna uma lista de resultados relevantes com base em seus critérios de classificação. Como exemplos de motores de busca populares no mundo, podem ser citados: ● Google: líder mundial em motores de busca, o Google é amplamente utilizado para pesquisas em todo o mundo. ● Bing: desenvolvido pela Microsoft, o Bing é outro motor de busca popular que oferece resultados de pesquisa e serviços relacionados. ● Yahoo: o Yahoo Search ainda é mais uma opção para pesquisas on-line. 8 ● DuckDuckGo: conhecido por seu foco na privacidade, o DuckDuckGo oferece resultados de pesquisa sem rastreamento personalizado. Quando buscamos por “como escolher uma smart TV”, logo veremos que os resultados que o mecanismo de busca Google nos retorna estão ligados à educação e elucidação de nossa busca. Figura 3 - Exemplo de pesquisa no Google Fonte: Google, 2024. 2.2 SEM: estratégias patrocinadas O processo de criar anúncios pagos nos resultados de pesquisa denomina-se links patrocinados (paid search) e envolve a prática de exibir anúncios de websites geralmente no topo dos motores de busca ou na lateral dessas páginas. 9 Para isso, os anunciantes pagam por clique (CPC) quando os usuários clicam em seus anúncios. Caso o motor de busca para praticar marketing digital seja o Google, os anunciantes precisam primeiramente criar uma conta na ferramenta Google Ads (a qual veremos em conteúdos posteriores). Em seguida, eles precisam escolher as palavras-chave que desejam segmentar e definir orçamento e período para os anúncios. Figura 4 - Exemplo de anúncios patrocinados no Google (SEM) Fonte: Google, 2024. 2.3 SEM: estratégias orgânicas Por sua vez, o processo de destacar websites nas páginas de motores de busca, conforme as palavras-chave inseridas pelos usuários sem que haja o pagamento por clique ao motor de busca, isto é, de forma orgânica, denomina- se então SEO (search engine optimization) e envolve diversos fatores técnicos capazes de classificar um site como mais relevante para aquele usuário. Para 10 praticar SEO, existe uma série de ferramentas que estudaremos detalhadamente em conteúdos posteriores. Figura 5 - Exemplo de site classificado de forma orgânica para uma busca (SEO) Fonte: Google, 2024. TEMA 3 – REDES SOCIAIS: DIFERENÇAS ENTRE ESTRATÉGIAS ORGÂNICAS E ESTRATÉGIAS PATROCINADAS Uma rede social é uma estrutura social composta de um conjunto de indivíduos ou organizações que estão conectados por diferentes tipos de relações, tais como amizade, parentesco, interesses comuns ou interações profissionais. No contexto on-line, uma rede social refere-se a plataformas na internet que facilitam a conexão e a interação entre usuários, marcas, empresas, celebridades e demais figuras públicas. 11 No âmbito dos conjuntos de práticas de marketing digital, os formatos de divulgação, publicidade, propaganda e relacionamento envolvem também as redes sociais, que, juntas, configuram-se como o segundo tipo de site ou aplicativo mais utilizadono mundo. Figura 6 - Pesquisa Data Reportal Fonte: Data Reportal, 2024. Portanto, as ferramentas para criar, monitorar e melhorar, isto é, otimizar campanhas de marketing digital em redes sociais são diversas e dinâmicas. Em conteúdos posteriores, elucidaremos as ferramentas vigentes para as redes sociais mais utilizadas no mundo e em ascensão. 3.1 Estratégias patrocinadas em redes sociais Assim como nos motores de busca, nas redes sociais, os profissionais de marketing digital podem patrocinar anúncios para serem exibidos enquanto os usuários estão on-line, interagindo, comentando e curtindo posts de suas relações. Cada rede social possui sua ferramenta própria para que os profissionais de marketing digital possam criar, controlar, monitorar e fazer a gestão de orçamentos de anúncios para públicos segmentados. 12 Figura 7 - Exemplo de anúncio patrocinado de loja na rede social Instagram Fonte: Instagram, 2024. 3.2 Estratégias orgânicas em redes sociais O conceito de rede social é a interação e o relacionamento entre seus membros, que, juntos, formam comunidades, unindo pessoas com semelhanças comportamentais. Estas, por sua vez, buscam informações, conteúdos, promoções e ofertas de marcas e empresas. É, portanto, uma prática de marketing digital criar e manter perfis empresariais e profissionais para que os conteúdos possam ser exibidos enquanto os usuários utilizam determinada rede social. Para tal prática, cada rede social dispõe de uma série de ferramentas aos profissionais, as quais serão abordadas em conteúdos futuros. 13 Figura 8 - Exemplo de perfil de marca na rede social Instagram com estratégia orgânica Fonte: Instagram, 2024. TEMA 4 – SITES: MÍDIA PROGRAMÁTICA EM PORTAIS E BLOGS No campo do marketing digital, uma das ferramentas utilizadas pelos profissionais de mídia digital é a mídia programática. A chamada mídia programática é uma forma de compra e venda de espaço publicitário on-line, ou seja, banners nos sites e blogs hospedados em rede. No entanto, diferentemente da forma manual de negociar e colocar banners nos sites, a mídia programática usa algoritmos e tecnologia para automatizar a exibição de banners em tempo real, ou seja, enquanto o usuário navega e trafega entre as páginas de um site, considerando sempre o perfil do usuário para direcionar anúncios de forma mais relevante. 4.1 Ferramentas para campanhas de mídia programática Existem diversas ferramentas disponíveis para fazer campanhas de mídia programática, as quais permitem que os anunciantes comprem espaço 14 publicitário em tempo real em uma variedade de canais, entre sites de notícias e portais de conteúdo segmentado. Algumas das plataformas de compra de mídia programática são: ● Google Ad Manager ● Amazon Advertising Em conteúdos posteriores, estudaremos como efetuar uma campanha de mídia programática por meio da ferramenta do Google. TEMA 5 – CULTURA ANALÍTICA: IMPORTÂNCIA DA TOMADA DE DECISÃO BASEADA EM DADOS E MÉTRICAS DE DESEMPENHO Cada campanha de marketing digital, seja qual for a ambiência ou o conjunto de ferramentas de que dispuser, detém uma série de termos e métricas fundamentais para garantir o sucesso das publicações. Entender profundamente o universo de cada uma delas é o diferencial que vai determinar a excelência de um profissional no ramo. Portanto, é crucial aprender e compreender o universo da análise de dados dentro das possibilidades que cada ferramenta de marketing digital possui. Esse movimento de cultura analítica é fundamental e capacita os profissionais de marketing a tomar decisões embasadas em dados concretos. Por exemplo: se você estiver com um CPC muito alto em suas campanhas, é possível que seu orçamento esgote antes do período previsto. Ou ainda: se seu website ou posts orgânicos em redes sociais possuem baixas impressões, é possível que seu conteúdo não esteja adequado ao seu nicho de público ou que não esteja atraente o suficiente. As métricas de desempenho de marketing digital são semelhantes conforme a ferramenta escolhida, mas é importante, antes de mais nada, que o profissional estude o comportamento do usuário e possa considerar as melhorias necessárias para que suas estratégias obtenham melhores resultados. A análise de dados deve ser constante e periódica, afinal, é capaz de fornecer informação constante sobre o desempenho das estratégias. Esse ciclo de aprendizado contínuo permite que os profissionais de marketing ajustem suas abordagens com base nas lições aprendidas ao longo do tempo. 15 TROCANDO IDEIAS Para mais informações, aprendizado contínuo e acompanhamento de novidades, sugerimos a assinatura dos seguintes canais que geralmente trazem insights sobre mídia e marketing digital em geral bem como novidades sobre as ferramentas existentes. • Meta Blueprint. Disponível em: . Acesso em: 20 jan. 2024. • Think with Google. Disponível em: Acesso em: 18 jan. 2024. • Blog Rock Content. Disponível em: . Acesso em: 10 dez. 2023. NA PRÁTICA Agora está na hora de você testar e aprofundar a teoria aqui abordada. Que tal fazer um exercício de qualidade? Explore as ferramentas de marketing digital citadas nesta abordagem e aprofunde seus conhecimentos, escolhendo uma marca de que você goste, buscando por um produto que você deseje em motores de busca e redes sociais, observando e anotando as práticas de marketing digital adotadas pela empresa. FINALIZANDO Nesta abordagem, entendemos como as ferramentas de marketing digital se contrapõem às de marketing tradicional e as complementam. Foi possível entender o contexto no qual as práticas de mídia digital estão inseridas e quais os conjuntos de ferramentas disponíveis para que um profissional possa efetuar campanhas de conteúdo, promoção, relacionamento e aquisição de clientes. https://pt-br.facebook.com/business/learn https://pt-br.facebook.com/business/learn https://www.thinkwithgoogle.com/intl/pt-br/ https://rockcontent.com/br/blog/ 16 REFERÊNCIAS DATAREPORTAL. We are social. Relatórios de big data. Disponível em: . Acesso em: 20 jan. 2024. ECO, U. Da internet a Gutenberg. Tradução de João Bosco da Mota Alves. Florianópolis: UFSC, 2003. Disponível em: . Acesso em: 30 mar. 2011. KOTLER, P. Administração de marketing: análise, planejamento e controle. 14. ed. São Paulo: Pearson,1998. KOTLER, P; KARTAJAYA, H.; SETIAWAN, I. Marketing digital 4.0: do tradicional ao digital. Rio de Janeiro: Sextante, 2017. MCCARTHY, J. Basic marketing: a managerial approach. [S.l.]: R.D. Irwin, 1960.