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1 1. (USP-2021) Menino de 2 meses de idade foi levado pela mãe ao Pronto-Socorro por tosse e coriza há 3 dias, com piora do cansaço hoje, sem febre. Ele nasceu em parto cesárea, prematuro (IG =35 semanas), com peso ao nascer de 2600 g e boletim de Apgar de 8/9/10. Teve alta do berçário com 3 dias de vida e, desde então, está em aleitamento materno exclusivo. O pré-natal foi feito adequadamente e não houve outras intercorrências. Não tem outros antecedentes mórbidos relevantes. Ao exame físico inicial: REG, descorado, hidratado, taquidispneico, afebril. MV+ bilateralmente com roncos de transmissão, estertores expiratórios (grossos) e sibilos expiratórios difusos. FR: 70ipm. Tiragem subcostal e intercostal intensas e Sat: 89% em à ambiente. BRNF a 2T sem sopros. FC: 160bpm TEC: 2 segundos. Abdome flácido, globoso, fígado palpável a 3 cm do rebordo costal direito e baço palpável no rebordo costal esquerdo. Fontanela plana e normotensa. Restante do exame clínico normal. Qual é a hipótese diagnóstica para o caso? (A) Pneumonia afebril do lactente. (B) Síndrome gripal. (C) Insuficiência cardíaca congestiva. (D) Bronquiolite viral aguda. 2. (USP RP 2020) Lactente, oito meses de idade, chega ao pronto atendimento com história de tosse, espirros, obstrução nasal e coriza há três dias. Há um dia houve piora do quadro, com Dra. Ariane Guissi Pré - Teste Pediatria – Bronquiolite venda proibida, Bronquiolite Pediatria 2 presença de cansaço e baixa aceitação de alimentos. Apresenta regular estado geral, com frequência respiratória de 54 rpm, tiragem moderada, sibilos esparsos e tempo expiratório prolongado. Oximetria: 89%. A mãe relata que a criança não apresentou quadro semelhante antes, acompanha no posto, aleitamento misto e papinhas, com a vacinação em dia. Rx de tórax mostrado a seguir. Qual a sua principal hipótese diagnóstica? A) Pneumonia bacteriana pós infecção viral. B) Asma induzida por vírus. C) Bronquiolite viral. D) Pneumonia aspirativa. 3. (UNICAMP 2019) No processo fisiopatológico da Bronquiolite Viral Aguda em lactentes, podemos encontrar os seguintes fatores para o agravo na disfunção respiratória: A) Complacências torácica e pulmonar diminuídas na infância B) Dilatação das vias bronquiolares e menor número de glândulas mucosas na infância C) Maior resistência das vias respiratórias e menor suporte cartilaginoso traqueal D) Amadurecimento precoce das imunidades celular e humoral 4. (UNICAMP 2022) No atendimento de uma lactente de 8 meses previamente hígida com história de coriza e tosse há 48 horas, evoluindo afebril, inapetente, com vômitos e piora respiratória (retração subcostal) em unidade de emergência pediátrica. Apresenta, ao exame físico, palidez cutânea, frequência respiratória de 55 inspirações por minuto, expiração prolongada, obstrução nasal e muita tosse secretiva. A oximetria de pulso oscila entre 91% e 94%. Podemos considerar o diagnóstico clínico e as condutas iniciais: venda proibida, Bronquiolite Pediatria 3 A) Pneumonia atípica e antibioticoterapia correspondente (por exemplo, azitromicina). B) Pneumonia típica e atípica; antibioticoterapia de amplo espectro para ambas as coberturas (por exemplo, ampicilina e azitromicina). C) Bronquiolite Viral Aguda; tratamento com corticoterapia e broncodilatador inalatórios e cobertura de Influenza com antiviral (por exemplo, oseltamivir). D) Bronquiolite Viral Aguda e oxigenioterapia ou avaliar métodos de ventilação (por exemplo, ventilação não invasiva) 5. (UNICAMP 2019) Um lactente de 2 meses de vida apresenta 24 horas de tosse, coriza e sibilância, com desconforto respiratório progressivo e evidente (retrações subcostais, frequência cardíaca de 200 batimentos por minuto e frequência respiratória de 80 incursões torácicas por minuto). No diagnóstico e na terapêutica deste paciente, é correto afirmar que: A) O diagnóstico é Bronquiolite Viral Aguda e aguardaremos a febre e a deterioração do estado geral para indicar internação e suporte ventilatório. B) O diagnóstico é de pneumonia atípica e está indicado o tratamento com macrolídeos. C) O diagnóstico funcional é de insuficiência respiratória restritiva baixa, com etiologia bacteriana e necessidade de antibioticoterapia. D) Considerar Insuficiência respiratória aguda, com elevadas chances de agravamento nas próximas 96 horas. 6. (UNICAMP 2021) Bronquiolite Viral Aguda (BVA) é uma enfermidade frequente no primeiro ano de vida. Embora a maioria dos lactentes tenha evolução favorável, alguns podem evoluir com complicações. Das alternativas abaixo qual contém as complicações mais frequentes da BVA em lactentes. A) Insuficiência respiratória aguda grave; Sibilância Recorrente no período de Lactente e Bronquiolite Obliterante. venda proibida, Bronquiolite Pediatria 4 B) Asma, Sibilância Recorrente no Lactente e DPOC no adulto C) Tosse crônica no período de lactente, Asma e Bronquiolite Obliterante D) Sibilância Recorrente no período de Lactente, Asma e Apneia do sono 7. (UNICAMP 2021) Sobre a bronquiolite viral aguda (BVA), assinale a alternativa correta: A) Não leva a sequelas crônicas, exceto quando atinge crianças com comorbidades como doença pulmonar crônica e cardiopatia congênita. B) A ausência de febre exclui o diagnóstico. C) A radiografia de tórax é importante para o diagnóstico, pois confirma a presença de hiperinsuflação. D) O adenovírus é o agente etiológico que mais se associa à bronquiolite obliterante, uma complicação que pode ocorrer após BVA. 8. (UNICAMP 2021) O Pai de um menino pré-escolar, vem a consulta relatando que seu filho apresenta episódios de insuficiência respiratória crônica desde o sexto mês de vida quando ficou internado na Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica por Bronquiolite Viral Aguda por Adenovírus. Segundo o pai, há 4 meses, foi solicitada uma tomografia computadorizada de alta resolução de tórax cujo laudo era: “compatível com doença de pequenas vias aéreas: Bronquiolite Obliterante Pós Infecciosa (BOPI).” A Tomografia Computadorizada de Alta Resolução de Tórax, em pacientes com história clínica sugestiva, apresenta uma alteração que é compatível com BOPI. Essa alteração é denominada: A) Árvore em brotamento B) Vidro fosco C) Atenuação em mosaico venda proibida, Bronquiolite Pediatria 5 D) Anel de Sinete 9. (USP 2022) O uso do palivizumabe é indicado para grupos de pacientes específicos, com doses mensais, de fevereiro a junho, seguindo a sazonalidade do VSR. Considere que você está em janeiro, e que precisará selecionar os pacientes que devem se programar para receber a dose no próximo mês. Abaixo estão os 4 pacientes marcados hoje na agenda ambulatorial. Seguindo as recomendações da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, assinale qual dos pacientes abaixo tem indicação do uso de palivizumabe? (A) Lactente, sexo feminino, 6 meses de idade, nascida de 28 semanas de idade gestacional, e que está em seguimento regular de puericultura, sem intercorrências neste momento. (B) Lactente, sexo masculino, 7 meses de idade, nascido de 38 semanas de idade gestacional, que apresentou internação prévia por bronquiolite, com necessidade de UTI e intubação orotraqueal. (C) Lactente, sexo feminino, 10 meses de idade, nascida de 37 semanas de idade gestacional, com diagnóstico de síndrome de Down e de comunicação interatrial (CIA) sem repercussão hemodinâmica. (D) Lactente, sexo masculino, 15 meses de idade, nascido de 40 semanas de idade gestacional, com histórico de infecções respiratórias de repetição devido a deficiência de IgA. venda proibida, Bronquiolite Pediatria 6 Gabarito 1. D 2.C 3.C 4. D 5. D 6. A 7. D 8. C 9. A venda proibida,