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Avaliacao III - Desafio Profissional - producao do conhecimento

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GABARITO | Avaliação III - Desafio Profissional - Individual
(Cod.:1627512)
Verde: resposta correta. Vermelho: alternativa marcada por você que está incorreta.
Peso da Avaliação 3,00
Prova 123074761
Qtd. de Questões 1
Nota 10,00
DESAFIO PROFISSIONAL DE PRODUÇÃO DO CONHECIMENTO CIENTÍFICO E 
TECNOLOGIAS EMERGENTES 
Esta é a descrição do seu Desafio Profissional. Para que você possa desenvolver sua atividade e 
chegar à conclusão desta avaliação, é preciso baixar e salvar o Template Padrão Único em word que 
está disponível no link ao final desta descrição. Para baixá-lo, clique em Arquivo > Criar uma cópia > 
Baixar uma cópia. Você só conseguirá editar o template depois de salvá-lo. 
Vamos adiante! Leia com atenção. 
Seja bem-vindo ao Desafio Profissional da Disciplina de Produção do Conhecimento Científico e 
Tecnologias Emergentes. Aqui, você assume o papel de profissional responsável por analisar a 
situação, tomar decisões e propor soluções. É o momento de aplicar seus conhecimentos de forma 
prática e mostrar como lidaria com um desafio real.
ETAPA 1 - Apresentação do Desafio Profissional
Você é responsável por coordenar a implantação de tecnologias emergentes em uma obra de médio 
porte (um condomínio com quatro blocos). A empresa investiu em três inovações para melhorar 
produtividade e reduzir retrabalho:
·        BIM (para centralizar projeto e evitar incompatibilidades);
·        Aplicativo de diário de obra/checklist (para padronizar registros);
·        Drone (para registrar avanço físico e facilitar comunicação com cliente).
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1
19/09/2026, 20:34 Avaliação III - Desafio Profissional - Individual
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Depois de 45 dias, a diretoria chama você para uma conversa direta:
“Compramos tecnologia, mas a obra não melhorou. Pelo contrário, aumentou a confusão.”
Os principais problemas do dia a dia começaram a aparecer:
·        Cada equipe usa o BIM “do seu jeito” (ou não usa).
·        O diário de obra digital virou “obrigação” e ninguém confia nos registros.
·        O drone gera fotos, mas elas não viram decisão; só viraram arquivo.
·        Surgiram conflitos internos (“isso atrapalha”, “isso é só para inglês ver”).
·        O cliente acha que a obra está atrasada, e a empresa não consegue provar o contrário com 
clareza.
Seu desafio profissional é: entender por que a inovação não pegou e propor um plano simples e 
realista para fazer a tecnologia melhorar o dia a dia, com base na lógica de produção do conhecimento 
(problema, método, evidências, análise e solução).
ETAPA 2 - Materiais de referência (ambientação) para o Desafio Profissional
A diretoria lhe passa o seguinte “raio X”:
BIM:
·        O projeto foi modelado, mas o canteiro trabalha com prints e WhatsApp.
·        Quando muda algo, ninguém sabe qual é a “versão certa”.
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·        Existe “BIM no computador”, mas não existe “BIM no dia a dia”.
Diário de obra digital/checklists:
·        Alguns registram no fim do dia “no automático”.
·        Outros deixam para “quando der”, e fica incompleto.
·        A equipe diz que “dá mais trabalho” e que “ninguém lê”.
Drone (monitoramento e comunicação):
·        O voo acontece uma vez por semana.
·        As imagens ficam bonitas, mas ninguém usa para planejar a semana.
·        O cliente pede relatório, mas a equipe “não sabe o que escrever”.
O que a empresa quer (resultado final):
Reduzir ruído de comunicação e retrabalho.
Ter um jeito claro de medir avanço.
Fazer as tecnologias virarem rotina útil, não “projeto paralelo”.
O LIVRO BASE DA DISCIPLINA DEVERÁ SER UMA DAS REFERÊNCIAS.
ETAPA 3 - Levantamento de conceitos teóricos (preencher no Template Padrão Único).
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ETAPA 4 - Aplicação dos conceitos teóricos ao Desafio Profissional (preencher no Template 
Padrão Único).
ETAPA 5 – ETAPA AVALIATIVA - Redação do produto - Memorial Analítico - (preencher no 
Template Padrão Único e, após a finalização, copiar e colar no campo de resposta a seguir).
Chegou a hora de transformar todo o seu percurso investigativo em um texto claro, bem estruturado e 
objetivo. Você deverá desenvolver um Memorial Analítico. Esse será o produto final do Desafio 
Profissional, que será avaliado com nota de zero a dez e terá peso três na média final da disciplina de 
Produção do Conhecimento Científico e Tecnologias Emergentes. 
Lembre-se: para baixar o Template Padrão Único do Desafio Profissional, clique no link a seguir e 
siga o passo a passo: clique em Arquivo > Criar uma cópia > Baixar uma cópia. Você só conseguirá 
editar o template depois de salvá-lo.
Bons estudos!
TEMPLATE PADRÃO ÚNICO
Resposta esperada
RESPOSTA ESPERADA - DESAFIO PROFISSIONAL 
Resumo do que você descobriu (1 parágrafo) – vale 1 ponto 
O estudante precisa resumir em até um parágrafo o que ele descobriu.
Ao analisar a implantação de BIM, diário digital/checklist e drone na obra, foi possível
identificar que o problema não está na tecnologia em si, mas na forma como ela foi introduzida
na rotina. A empresa passou a “ter ferramentas”, porém sem um padrão único de uso, sem clareza
de versões, sem responsáveis e sem um momento fixo para transformar registros em decisões.
Como resultado, o BIM virou algo “do computador”, o diário digital perdeu credibilidade por ser
preenchido sem consistência e o drone gerou imagens que não orientam a semana de trabalho,
aumentando ruído de comunicação e dando ao cliente a sensação de atraso.
Contextualização do desafio (1 parágrafo): Quem? Onde? Qual a situação? – vale 0,5
ponto 
O estudante precisa contextualizar o desafio.
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https://www.uniasselvi.com.br/extranet/o-2.0/download/arqu_download.php?link=549786
O desafio ocorre em uma obra de médio porte (condomínio com quatro blocos), na qual o(a)
engenheiro(a) civil responsável pela implantação de tecnologias emergentes precisa responder à
diretoria após 45 dias de tentativa de modernização sem ganho percebido. A situação é crítica
porque, além de conflitos internos e falta de adesão, o cliente acredita que a obra está atrasada e a
empresa não consegue demonstrar, com clareza, o avanço e as justificativas, já que as tecnologias
não foram integradas ao dia a dia de forma organizada.
Análise (1 parágrafo): use de 2 a 3 conceitos da disciplina, mostrando como eles explicam a
situação. Dê exemplos diretos e contextualizados – vale 2 pontos 
O estudante precisa usar conceitos da disciplina para explicar a situação. A situação pode ser
explicada por três ideias centrais trabalhadas na disciplina: (1) a diferença entre informação e
conhecimento aplicado, (2) a lógica de método (observar–levantar causas–testar–ajustar) e (3)
inovação como adoção prática, não apenas aquisição. Na obra, existem muitas informações
(prints, mensagens, checklists e fotos do drone), mas elas não se transformam em conhecimento
útil porque não existe um processo simples que conecte registro e tomada de decisão. Além
disso, sem um “teste” prático de rotina (por exemplo, padronizar por uma semana um fluxo
mínimo e medir melhora), a equipe fica presa a opiniões (“atrapalha”, “não serve”), o que
enfraquece a implantação. Assim, a inovação falhou porque não houve gestão do uso: faltou
padrão de versão no BIM, consistência no diário e um ritual para usar as imagens do drone como
evidência de avanço e planejamento.
Propostas de solução (até 2 parágrafos): o que você recomenda? Por quê? Qual teoria apoia
sua ideia? – vale 3 pontos 
O estudante deverá propor uma solução. ecomenda-se iniciar com um modelo de implantação
“mínimo viável”, com regras claras e fáceis: definir uma fonte única de verdade (onde está a
versão válida do projeto/BIM e como identificar a última versão), criar um padrão curto de
registrono diário digital (poucos campos obrigatórios que realmente ajudem a obra) e estabelecer
um responsável facilitador por garantir que o combinado aconteça, sem transformar o processo
em burocracia. Essa recomendação se apoia na ideia de que conhecimento aplicado precisa de
organização e rastreabilidade: se cada equipe usa de um jeito, a tecnologia perde sentido e vira
ruído.
Como segunda medida, recomenda-se criar um ritual fixo de decisão (por exemplo, reunião
semanal de 20 minutos) usando sempre os mesmos insumos: (a) status do BIM (mudanças e
pendências), (b) imagens do drone comparando semana a semana e (c) checklists/pendências. O
resultado dessa reunião deve ser sempre o mesmo: “3 decisões da semana + responsáveis +
prazos”. Para garantir que houve melhoria, adotar 1 ou 2 indicadores simples (ex.: retrabalhos
abertos/fechados, percentual de checklists concluídos, principais dúvidas repetidas) e um modelo
curto de comunicação para o cliente (1 página com evidências e explicação objetiva). Isso
transforma tecnologia em rotina útil e reduz a sensação de atraso, porque passa a existir prova
organizada de avanço e de prioridades.
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Conclusão reflexiva (até 2 parágrafos): O que você aprendeu com essa experiência? – vale 2
pontos 
O estudante precisa chegar a uma conclusão. A análise do desafio mostra que tecnologia, por si
só, não muda a obra: o que muda a obra é a capacidade de transformar ferramentas em processo,
rotina e decisão. Quando falta padrão, papel definido e um momento para usar os dados, o
canteiro interpreta a inovação como “trabalho extra” e o resultado é resistência, perda de
confiança nos registros e conflitos.
Aprende-se também que o papel do(a) engenheiro(a) civil na inovação é principalmente de
gestão: simplificar o uso, treinar com foco no dia a dia, alinhar a equipe e medir resultados com
indicadores pequenos, mas consistentes. Assim, a implementação deixa de ser “projeto paralelo”
e vira parte do funcionamento normal da obra, melhorando produtividade e comunicação com o
cliente.
Referências (somente o que você realmente usou, incluindo o livro) – vale 0,5 ponto 
O estudante deve indicar as referências que utilizou. Neste caso, utilizou-se:
RIBEIRO, Eduardo Werneck, SUHR, Inge Renate Frose, SILVA, Josane Mittmann da,
DAROS, Thuinie Medeiros Vilela. Produção Do Conhecimento Cientifíco E Tecnologias
Emergentes. Indaial, SC: Arqué, 2023.
Autoavaliação (1 parágrafo): o que você percebeu sobre seu próprio processo de estudo? –
vale 1 ponto
O estudante deverá escrever a sua percepção sobre o processo de aprendizagem.
Aqui, tudo o que o estudante escrever deverá ser considerado correto. Ele poderá descrever que
sua experiência foi positiva e que aprendeu muito, poderá descrever que sua experiência foi ruim
e que não conseguiu aprender muito, poderá descrever que sua experiência foi neutra pois já
conhecia o conteúdo. 
Neste caso, pode dizer ainda que aprendeu a enxergar tecnologia como rotina de trabalho e
gestão de equipe. O essencial é que o estudante se posicione sobre como estudou, o que aprendeu
e o que melhoraria.
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Assim, a resposta esperada é: 
Ao analisar a implantação de BIM, diário digital/checklist e drone na obra, foi possível
identificar que o problema não está na tecnologia em si, mas na forma como ela foi introduzida
na rotina. A empresa passou a “ter ferramentas”, porém sem um padrão único de uso, sem clareza
de versões, sem responsáveis e sem um momento fixo para transformar registros em decisões.
Como resultado, o BIM virou algo “do computador”, o diário digital perdeu credibilidade por ser
preenchido sem consistência e o drone gerou imagens que não orientam a semana de trabalho,
aumentando ruído de comunicação e dando ao cliente a sensação de atraso.
O desafio ocorre em uma obra de médio porte (condomínio com quatro blocos), na qual o(a)
engenheiro(a) civil responsável pela implantação de tecnologias emergentes precisa responder à
diretoria após 45 dias de tentativa de modernização sem ganho percebido. A situação é crítica
porque, além de conflitos internos e falta de adesão, o cliente acredita que a obra está atrasada e a
empresa não consegue demonstrar, com clareza, o avanço e as justificativas, já que as tecnologias
não foram integradas ao dia a dia de forma organizada.
A situação pode ser explicada por três ideias centrais: a diferença entre informação e
conhecimento aplicado, a lógica de método (observar–levantar causas–testar–ajustar) e inovação
como adoção prática, não apenas aquisição. Na obra, existem muitas informações (prints,
mensagens, checklists e fotos do drone), mas elas não se transformam em conhecimento útil
porque não existe um processo simples que conecte registro e tomada de decisão. Além disso,
sem um “teste” prático de rotina, a equipe fica presa a opiniões (“atrapalha”, “não serve”), o que
enfraquece a implantação. Assim, a inovação falhou porque não houve gestão do uso: faltou
padrão de versão no BIM, consistência no diário e um ritual para usar as imagens do drone como
evidência de avanço e planejamento.
Recomenda-se iniciar com um modelo de implantação “mínimo viável”, com regras claras e
fáceis: definir uma fonte única de verdade (onde está a versão válida do projeto/BIM e como
identificar a última versão), criar um padrão curto de registro no diário digital (poucos campos
obrigatórios que realmente ajudem a obra) e estabelecer um responsável facilitador por garantir
que o combinado aconteça. Como segunda medida, recomenda-se criar um ritual fixo de decisão
(reunião semanal curta) usando sempre os mesmos insumos: status do BIM, imagens do drone
comparando semana a semana e checklists/pendências, gerando “decisões + responsáveis +
prazos”. Para comprovar melhora, adotar 1 ou 2 indicadores simples e um modelo curto de
comunicação ao cliente com evidências.
A análise do desafio mostra que tecnologia, por si só, não muda a obra: o que muda a obra é
transformar ferramentas em processo, rotina e decisão. Quando falta padrão, papel definido e um
momento para usar os dados, o canteiro interpreta a inovação como “trabalho extra” e o resultado
é resistência, perda de confiança nos registros e conflitos. Aprende-se também que a inovação
depende de gestão: simplificar, treinar com foco no dia a dia, alinhar a equipe e medir resultados
com consistência.
Referências 
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RIBEIRO, Eduardo Werneck, SUHR, Inge Renate Frose, SILVA, Josane Mittmann da,
DAROS, Thuinie Medeiros Vilela. Produção Do Conhecimento Cientifíco E Tecnologias
Emergentes. Indaial, SC: Arqué, 2023.
 
Minha resposta
Memorial Analítico Ao analisar o desafio profissional, percebi que o principal problema da obra
não está na falta de tecnologia, mas na dificuldade de transformar essas ferramentas em parte da
rotina de trabalho. A empresa possui BIM, aplicativo de diário de obra e drone, porém as equipes
continuam utilizando formas antigas de comunicação e registro. Com isso, existem informações
disponíveis, mas elas não são utilizadas de maneira integrada para melhorar o planejamento,
reduzir retrabalho ou demonstrar o avanço da obra. A situação analisada ocorre em uma obra de
médio porte, composta por quatro blocos. Depois de 45 dias da implantação das tecnologias, a
diretoria percebeu que os resultados esperados não apareceram. O BIM é utilizado de maneiras
diferentes pelas equipes, o diário digital é preenchido de forma incompleta ou apenas para
cumprir uma obrigação e as imagens produzidas pelo drone não são utilizadas nas decisões da
obra. Além disso, os colaboradores passaram a demonstrar resistência às ferramentas e o cliente
não consegue visualizar claramente o avanço do empreendimento. A partir dos conteúdos
estudados, entendo que o caso pode ser relacionado principalmente à produção do conhecimento,à análise de dados e à inovação incremental. O material da disciplina mostra que os métodos
científicos podem ser aplicados no cotidiano profissional, permitindo analisar problemas, buscar
informações e testar possíveis soluções. Também apresenta a análise de dados como uma etapa
em que as informações coletadas são relacionadas ao problema para encontrar respostas ou
possíveis respostas. No caso da obra, isso significa deixar de olhar para o BIM, o diário e o drone
como ferramentas isoladas e analisar quais informações eles podem fornecer para solucionar os
problemas existentes. A inovação incremental também ajuda a compreender o caminho mais
adequado. Em vez de tentar mudar completamente a forma de trabalho da equipe, minha
proposta seria aproveitar um hábito que já existe: o uso do WhatsApp. A empresa poderia criar
uma rotina de comunicação mais organizada nesse canal e utilizá-lo como uma ponte para a
implantação das outras ferramentas. O BIM continuaria sendo a fonte oficial dos projetos, o
aplicativo seria utilizado para os registros e checklists e o drone para acompanhar visualmente o
avanço da obra. O WhatsApp serviria para comunicar as informações mais importantes e
direcionar a equipe para os registros oficiais. A implantação poderia acontecer aos poucos.
Primeiro, seria necessário definir regras simples para o grupo da obra, evitando que ele se
transforme em mais um espaço de mensagens sem organização. Depois, poderiam ser
compartilhados avisos sobre alterações de projeto, lembretes de preenchimento dos checklists e
informações importantes identificadas nas imagens do drone. Semanalmente, essas informações
poderiam ser utilizadas em uma reunião curta para comparar o planejado com o realizado e
definir os próximos passos. Para o cliente, parte desse acompanhamento poderia resultar em um
relatório objetivo, mostrando o avanço da obra por meio de informações e imagens selecionadas.
Considero que essa solução é mais realista porque não parte da ideia de que os colaboradores
precisam abandonar imediatamente os hábitos que já possuem. A tecnologia deve facilitar o
trabalho e resolver problemas concretos. Se a equipe percebe apenas aumento de tarefas, a
tendência é que a ferramenta seja rejeitada. Por outro lado, quando o uso começa a gerar
benefícios visíveis, como encontrar a versão correta de um projeto, evitar uma dúvida ou mostrar
ao cliente o avanço real da obra, existe maior possibilidade de aceitação. A principal
aprendizagem que tive com esse desafio foi perceber que inovação não significa simplesmente
comprar ou implantar uma tecnologia. É necessário pensar em como ela será utilizada pelas
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pessoas e de que maneira os dados produzidos poderão gerar alguma melhoria. Também percebi
a importância de observar o problema antes de escolher a solução. Nesse caso, a empresa já tinha
investido em ferramentas, mas ainda precisava organizar o processo de utilização delas. Concluo,
portanto, que o melhor caminho seria uma implantação gradual, aproveitando recursos e hábitos
que já fazem parte da rotina dos colaboradores. O WhatsApp não substituiria as ferramentas
tecnológicas, mas poderia funcionar como uma ponte para que elas fossem incorporadas de
maneira mais natural. Dessa forma, a empresa poderia transformar informações dispersas em
evidências úteis, melhorar a comunicação interna, acompanhar o avanço físico e apresentar ao
cliente uma visão mais clara do andamento da obra. RIBEIRO, Eduardo Werneck; SUHR, Inge
Renate Fröse; MITTMANN, Josane; SILVA, Patrícia Grasel da; DAROS, Thuinie Medeiros
Vilela. Produção do conhecimento científico e tecnologias emergentes. Indaial, SC: Arqué, 2023.
SUHR, Inge Renate Fröse. Pé na estrada: produção científica e inovação. In: RIBEIRO, Eduardo
Werneck et al. Produção do conhecimento científico e tecnologias emergentes. Indaial, SC:
Arqué, 2023. Autoavaliação Durante a elaboração desta atividade, percebi que minha primeira
tendência seria pensar diretamente em uma solução tecnológica para o problema. Ao estudar o
caso com mais atenção, percebi que a questão principal estava muito mais relacionada à forma
como as pessoas utilizavam a tecnologia. Isso me ajudou a compreender melhor a relação entre
conhecimento, análise e aplicação prática. Também percebi que soluções simples podem ser mais
eficientes quando consideram a realidade de quem irá utilizá-las.
template_padrao_unico_desafio_.pdfClique para baixar sua resposta
Retorno da correção
Olá, estudante! Sua resposta demonstra excelente compreensão do desafio, com diagnóstico claro
e objetivo sobre a dificuldade de transformar tecnologia em rotina. A contextualização foi
precisa, detalhando quem está envolvido, onde ocorre e os principais problemas enfrentados. O
uso de conceitos como produção do conhecimento, análise de dados e inovação incremental foi
aplicado de forma pertinente e contextualizada, mostrando domínio teórico e capacidade de
relacionar os conteúdos à situação real da obra. As propostas de solução apresentadas são
realistas, bem fundamentadas e justificadas, contemplando a integração dos hábitos existentes
com as novas ferramentas, além de sugerir medidas práticas para melhorar comunicação e rotina.
A conclusão reflexiva evidencia aprendizado relevante, conectando teoria e prática, e o papel do
engenheiro como facilitador da inovação. As referências estão corretas, incluindo o livro base, e
a autoavaliação é sincera e reflexiva. Parabéns! Seu texto mostra domínio do diagnóstico e boa
tradução dos conceitos para uma decisão técnica. Lembre-se de toda vez que desenvolver um
desafio profissional, seguir o template da atividade. Bons estudos!
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