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Resumo Slide por Slide - Antibióticos e Resistência Bacteriana Este documento contém a explicação completa e detalhada de todos os slides da aula da Profa. Angélica Schreiber (UNICAMP) sobre classes de antibióticos, mecanismos de ação, testes de sensibilidade (TSA) e mecanismos de resistência bacteriana. BLOCOS DE CONTEÚDO BLOCO 1: INTRODUÇÃO E CLASSES DE ANTIBIÓTICOS (SLIDES 1 AO 12) Slide 1: Capa O que é: Apresentação da aula da Profa. Angélica Schreiber (UNICAMP) sobre como classificar antibióticos e como testar se a bactéria é sensível ou resistente a eles no laboratório. Slide 2: Por que estudar antimicrobianos? ● A ideia simples: Antibiótico é o único remédio que, quando uma pessoa toma, altera o ambiente inteiro ao redor (como o hospital), porque seleciona bactérias resistentes que podem passar para outros pacientes. ● O problema: Metade (50%) das prescrições no mundo são feitas de forma errada! Isso gera superbactérias, aumenta custos e mata pacientes. A OMS colocou o uso racional de antibióticos como meta do século XXI. Slide 3: Farmacocinética (PK) vs. Farmacodinâmica (PD) ● Farmacocinética (PK): O que o corpo faz com o remédio (Absorção, Distribuição, Metabolismo, Excreção). Exemplo: O remédio consegue chegar no pulmão em quantidade suficiente? ● Farmacodinâmica (PD): O que o remédio faz com a bactéria. ● CIM / MIC (Concentração Inibitória Mínima): É a menor dose/concentração do antibiótico que consegue parar o crescimento da bactéria. ● Tipos de eliminação: ○ Tempo-dependente: O remédio precisa ficar acima da CIM pelo maior tempo possível no sangue. ○ Concentração-dependente: Precisa dar um "pico" muito alto de concentração para matar a bactéria. Slides 4 a 10: As Famílias dos Antibióticos e Como as Bactérias Resistem 1. Beta-lactâmicos (Slide 4) ● Quem são: Penicilinas, Cefalosporinas, Carbapenêmicos e Monobactâmicos. ● Como agem: Destroem a parede celular da bactéria (inibem a síntese do peptidoglicano - o "cimento" da parede). ● Como a bactéria resiste? 1. Produz tesouras chamadas Beta-lactamases (enzimas que quebram o remédio). 2. Muda a fechadura da parede (muda a proteína PLP/PBP via gene mecA). 3. Fecha as portas de entrada (mutações nas porinas). 2. Quinolonas / Fluoroquinolonas (Slide 5) ● Exemplos: Ciprofloxacino, Levofloxacino, Moxifloxacino. ● Como agem: Atacam o DNA da bactéria (inibem a enzima DNA girase / Topoisomerase II, impedindo a bactéria de multiplicar seu DNA). ● Como a bactéria resiste? Muta a DNA girase ou fecha as porinas. 3. Glicopeptídeos (Slide 6) ● Exemplos: Vancomicina e Teicoplanina. ● Como agem: Também destroem a parede celular, mas num ponto diferente dos beta-lactâmicos. ● Como a bactéria resiste? ○ Enterococo: Adquire o gene vanA. ○ Estafilococo: Engrossa a parede celular para o remédio não conseguir atravessar (resistência intermediária) ou pega o gene vanA. 4. Macrolídeos (Slide 7) ● Exemplos: Azitromicina, Claritromicina, Eritromicina. ● Como agem: Inibem a fábrica de proteínas da bactéria (ligam-se à subunidade 50S do ribossomo). ● Como a bactéria resiste? Modifica a subunidade 50S (muda o alvo), produz bombas de efluxo ou enzimas que inativam a droga. 5. Aminoglicosídeos (Slides 8 e 9) ● Exemplos: Gentamicina, Amicacina, Tobramicina, Estreptomicina. ● Como agem: Ligam-se à subunidade 30S do ribossomo, fazendo a bactéria fabricar proteínas defeituosas. Atenção: Precisam de energia e oxigênio para entrar na bactéria! ● Como a bactéria resiste? Modificação enzimática da droga (a bactéria cola um grupo químico no remédio e inativa ele - mecanismo principal!), alteração do sítio 30S ou fecha as portas. 6. Sulfonamides (Slide 10) ● Exemplos: Sulfametoxazol + Trimetoprim. ● Como agem: Inibem a produção de ácido fólico e purinas (a bactéria precisa de ácido fólico para fabricar DNA). Slides 11 e 12: Resumão Visual do Alvo de Cada Droga ● Slide 11: Uma tabela organizando todas as classes. ● Slide 12 (imagem clássica de prova!): ○ Parede Celular: Beta-lactâmicos, Glicopeptídeos. ○ Membrana: Polimixina B. ○ DNA: Quinolonas. ○ Ácido Fólico: Sulfonamidas / Trimetoprim. ○ Ribossomo 30S: Aminoglicosídeos, Tetraciclinas. ○ Ribossomo 50S: Macrolídeos, Lincosamidas (Clindamicina), Cloranfenicol, Oxazolidinonas (Linezolida). BLOCOS 2: O PAPEL DO LABORATÓRIO E RESISTÊNCIA INTRÍNSECA (SLIDES 13 AO 18) Slide 13 e 14: Identificando a Bactéria no Laboratório ● O laboratório precisa isolar o micróbio do sangue/urina e descobrir quem ele é (Gram-positivo ou Gram-negativo, Cocos ou Bacilos, Aeróbio ou Anaeróbio). ● Métodos de identificação: Gram, testes bioquímicos, automação (Vitek, Phoenix) ou MALDI-TOF (espectrometria de massa super rápida). Slides 15 e 16: Resistência Intrínseca (Conceito de Prova!) ● O que é Resistência Intrínseca? É a resistência NATURAL da bactéria. Ela já nasceu com isso. Não adianta testar nem dar esse remédio, pois NUNCA vai funcionar. ● Exemplos da Tabela BrCAST (Slide 15/16): ○ Klebsiella pneumoniae: É intrinsecamente resistente à Ampicilina. ○ Enterobacterales (Gram-negativos): São intrinsecamente resistentes à Vancomicina, Macrolídeos e Clindamicina (o remédio nem consegue entrar na parede deles). ○ Bactérias Gram-positivas: São resistentes ao Aztreonam e às Polimixinas. Slides 17 e 18: BrCAST / EUCAST ● O BrCAST é o Comitê Brasileiro que define as regras do Teste de Susceptibilidade aos Antimicrobianos (TSA). É obrigado por lei no Brasil (Portaria 64/2018). ● Ele fornece tabelas com pontos de corte (qual o tamanho do halo ou qual o valor da CIM para dizer se é Sensível ou Resistente). BLOCOS 3: METODOLOGIAS DO TESTE DE SENSIBILIDADE / TSA (SLIDES 19 AO 27) Slide 19: Os 4 Métodos de Avaliação de Sensibilidade 1. Disco-Difusão (Kirby-Bauer): Qualitativo. 2. Fita de Gradiente (Etest®): Quantitativo. 3. Microdiluição em Caldo: Quantitativo (Padrão-Ouro). 4. Sistemas Automatizados (Vitek II, BD Phoenix): Semi-automatizado. Slide 20: Passos Críticos do TSA (Pegadinhas de Prova!) Para o teste dar certo, o laboratório precisa padronizar TUDO: 1. Preparo do Inóculo: Usar colônias recentes (18-24h) ajustadas na escala 0,5 de McFarland (turbidez exata). 2. Meio de Cultura: Ágar Mueller-Hinton (pH correto, espessura de 4mm exatos). 3. Controle de Qualidade: Testar cepas de referência (ATCC) para ver se os discos estão bons. 4. Incubação: 35–37°C por 18 a 24 horas. Slide 21: Método Qualitativo — Disco-Difusão (Kirby-Bauer) ● Como funciona: 1. Semeia a bactéria no ágar Mueller-Hinton. 2. Coloca discos de papel impregnados com antibióticos. 3. O antibiótico vaza (difunde) do disco para o ágar. 4. Onde o antibiótico mata a bactéria, forma um círculo transparente chamado Halo de Inibição. 5. Mede-se o diâmetro do halo em milímetros (mm) com uma régua/paquímetro. ● Leitura: Halo GRANDE = Bactéria sensível. Halo PEQUENO ou ZERO = Bactéria resistente. Slide 22: Método Quantitativo — Microdiluição em Caldo ● O que mede? A CIM (Concentração Inibitória Mínima) em microgramas por mL (μg/mL) ou mg/L. ● Como funciona: ○ Vários poços com caldinhas contendo doses cada vez menores do antibiótico (ex: 64, 32, 16, 8, 4, 2, 1, 0,5...). ○ Coloca a bactéria em todos os poços. ○ O primeiro poço que ficar transparente (sem turvação/sem crescimento bacteriano) é a CIM. Slide 23: Método Quantitativo — Fita de Gradiente (Etest®) ● Como funciona: ○ É uma fita plástica colocada na placa de ágar. ○ A fita contém um gradiente contínuo de antibiótico (da dose mais fraca lá embaixo até a mais alta lá em cima). ○ Forma-se uma elipse (uma "gota" ou "ovo") de inibição ao redor da fita. ○ Onde a borda da elipse encosta na fita, você lê o valor numérico da CIM na régua impressa. Slide 24: Métodos Automatizados (Vitek II / BD Phoenix) ● Cartões plásticos com micro-poços colocados em máquinas que lêem o crescimento em 8 a 16 horas. ● Dão a identificação da bactéria+ a CIM de vários antibióticos ao mesmo tempo. Slide 25: Categorias de Interpretação (MUDANÇA IMPORTANTE DO BRCAST!) ● S = Sensível Dose Padrão: Alta chance de cura usando a dose normal do remédio. ● I = Sensível Aumentando Exposição: (Antigamente chamava "Intermediário", hoje NÃO MAIS!) Significa que o remédio VAI FUNCIONAR, desde que você aumente a dose, diminua o intervalo entre as doses ou que o remédio se concentre muito no local (ex: urina). ● R = Resistente: Alta chance de falha terapêutica. Slide 26 e 27: Limitação da Automação e Confirmação ● Às vezes, o aparelho automatizado alerta: "Alerta 1: Produtor potencial de Carbapenemase" ou "ESBL". ● Limitação: A máquina supõe o mecanismo, mas é preciso fazer testes moleculares (PCR) ou imunocromatográficos (testes rápidos de fita) para CONFIRMAR qual gene de resistência a bactéria tem (KPC, NDM, OXA-48, VIM). BLOCOS 4: TABELA DE CEFALOSPORINAS E MECANISMOS DE RESISTÊNCIA (SLIDES 28 AO 34) Slide 28: As Gerações das Cefalosporinas (Super Cobrado!) Geração Exemplos Foco de Ação Observação 1ª Geração Cefalexina, Cefazolina Excelente para Gram-positivos (Estafilo e Estrepto) Profilaxia de cirurgias e infecção de pele. 2ª Geração Cefuroxima, Cefoxitina Melhora contra Gram-negativos Cefoxitina cobre anaeróbios e é o marcador de AmpC! 3ª Geração Ceftriaxona, Ceftazidima Amplo espectro para Gram-negativos Ceftriaxona passa pro líquor (meningite). Ceftazidima cobre Pseudomonas. 4ª Geração Cefepime Espectro super amplo (Gram+ e Gram-) Muito resistente à destruição por AmpC. Cobre Pseudomonas. 5ª Geração Ceftarolina Cobre Gram-negativos e A única cefalosporina que Geração Exemplos Foco de Ação Observação MRSA mata MRSA! Slide 29: O Esquema dos 4 Mecanismos de Resistência 1. Alteração de Permeabilidade: Fecha a porina. 2. Bomba de Efluxo: A bactéria liga uma "bomba de água" que joga o antibiótico para fora assim que ele entra. 3. Mecanismo Enzimático: Destrói ou modifica o antibiótico. 4. Alteração do Sítio Alvo: Muda a estrutura da molécula onde o antibiótico encaixava. Slides 30 e 31: Laços do Hospital (Casos Reais) ● Slide 30: Klebsiella pneumoniae em hemocultura. Marcador: ESBL Positivo. Resultado: Resistente a todas as penicilinas e cefalosporinas, mas Sensível aos Carbapenêmicos (Ertapenem, Imipenem, Meropenem) e Amicacina. ● Slide 31: Staphylococcus aureus em sangue. Sensível à Oxacilina (MSSA) e à Vancomicina, mas resistente a Levofloxacino e Eritromicina. Slide 32: D-Test (TESTE OBRIGATÓRIO DE SABER!) ● Para que serve? Detectar resistência induzível à Clindamicina em Staphylococcus aureus. ● O Problema: A bactéria tem o gene ermA ou ermC. No laudo normal, a Clindamicina aparece como "Sensível". Porém, se a bactéria entrar em contato com a Eritromicina, esse gene é "ativado" e a bactéria fica resistente à Clindamicina na hora! ● Como é feito o teste? Coloca-se o disco de Eritromicina do lado do disco de Clindamicina no ágar. ● Resultado: ○ D-Test POSITIVO: O halo da Clindamicina fica achatado do lado da Eritromicina, formando a letra "D". Significa: NÃO USE CLINDAMICINA (vai falhar o tratamento)! ○ D-Test NEGATIVO: O halo continua perfeitamente redondo. Pode usar Clindamicina com segurança. Slide 33 e 34: Por que diagnosticar mecanismos? Divididos didaticamente em 5 formas: Enzimas, Permeabilidade, Efluxo, Alteração do Alvo e Proteção do Alvo. BLOCOS 5: DETECÇÃO DOS MECANISMOS ESPECÍFICOS DE RESISTÊNCIA (SLIDES 35 AO 45) Slide 35: A Tabela Mestra das Beta-Lactamases (Resumo de Ouro) 1. ESBL (Beta-lactamase de Espectro Estendido) - Classe A: ○ Resiste a: Penicilinas, Cefalosporinas (1ª a 4ª geração) e Aztreonam. ○ NÃO resiste a: Cefoxitina e Carbapenêmicos. ○ Tratamento: Carbapenêmicos (Meropenem, Imipenem), Ceftazidima-Avibactam. 2. KPC (Carbapenemase de Klebsiella pneumoniae) - Serino Carbapenemase Classe A: ○ Resiste a: TODOS os beta-lactâmicos (incluindo carbapenêmicos). ○ Tratamento: Ceftazidima-Avibactam, Polimixina B, Tigeciclina. 3. MBL (Metalo-Beta-Lactamase - NDM, VIM, IMP) - Classe B: ○ Resiste a: TODOS os beta-lactâmicos, EXCETO o Aztreonam! ○ Tratamento: Aztreonam + Avibactam, Polimixinas. 4. AmpC (Cefalosporinase) - Classe C: ○ Resiste a: Penicilinas e Cefalosporinas até 3ª geração. ○ Grupo Mnemônico MYSPPACE: Morganella, Yersinia, Serratia, Providencia, Aeromonas, Citrobacter freundii, Enterobacter cloacae. ○ Tratamento: Cefepime (4ª geração) ou Carbapenêmicos. 5. OXA (Oxacilinases - OXA-23, OXA-48) - Classe D: ○ Muito comum em Acinetobacter baumannii e Enterobacterales. Slides 36 e 37: Como confirmar ESBL no laboratório? ● Teste de Aproximação do Disco / Sinergismo de Disco: ○ Coloca-se um disco no meio com Amoxicilina + Ácido Clavulânico (o clavulanato inibe a ESBL). ○ Ao redor, coloca-se discos de Ceftazidima, Cefotaxima, Cefepime. ○ O clavulanato "ajuda" a cefalosporina a agir, criando uma distorção no halo chamada "Zona Fantasma" ou formato de "bico de rolha". Isso confirma ESBL! Slides 38, 39 e 40: Detecção de Carbapenemases (KPC, NDM, OXA) ● Triagem (Slide 38): Se a CIM do Meropenem for > 0,12 mg/L ou o halo for 8 mg/L. Ganhou o gene vanA vindo do Enterococo. Slide 44: ERV / VRE (Enterococo Resistente à Vancomicina) ● Ocorre principalmente em Enterococcus faecium e Enterococcus faecalis. ● Gene vanA: Dá alta resistência à Vancomicina E à Teicoplanina. ● Gene vanB: Dá resistência Apenas à Vancomicina (a Teicoplanina continua funcionando). ● Tratamento: ○ E. faecalis: Geralmente responde bem à Ampicilina. ○ E. faecium: Costuma ser resistente à ampicilina → Exige Linezolida ou Daptomicina. Slide 45: Fim da apresentação! RESUMO-RELÂMPAGO PARA A PROVA DE SEGUNDA 1. CIM (MIC): Menor concentração que inibe a bactéria visualmente. 2. Nova Sigla "I": Sensível Aumentando Exposição (NÃO é mais intermediário/indeterminado). 3. Padrão-Ouro quantitativo: Microdiluição em caldo. 4. D-Test: Identifica resistência induzível à Clindamicina (Eritromicina do lado da Clindamicina forma um "D"). 5. ESBL: Resistente a penicilinas e cefalosporinas; tratada com Carbapenêmicos; inibida por Clavulanato (Zona Fantasma). 6. MBL (Metalo-beta-lactamase): Resistente a tudo, EXCETO Aztreonam. 7. AmpC: Suspeitar quando CefoxitinaPBP2a → Tratar com Vancomicina. 9. VRE: Gene vanA (resistente a Vancomicina + Teicoplanina); tratar com Linezolida. Resumo Slide por Slide - Antibióticos e Resistência Bacteriana BLOCOS DE CONTEÚDO BLOCO 1: INTRODUÇÃO E CLASSES DE ANTIBIÓTICOS (SLIDES 1 AO 12) Slide 1: Capa Slide 2: Por que estudar antimicrobianos? Slide 3: Farmacocinética (PK) vs. Farmacodinâmica (PD) Slides 4 a 10: As Famílias dos Antibióticos e Como as Bactérias Resistem 1. Beta-lactâmicos (Slide 4) 2. Quinolonas / Fluoroquinolonas (Slide 5) 3. Glicopeptídeos (Slide 6) 4. Macrolídeos (Slide 7) 5. Aminoglicosídeos (Slides 8 e 9) 6. Sulfonamides (Slide 10) Slides 11 e 12: Resumão Visual do Alvo de Cada Droga BLOCOS 2: O PAPEL DO LABORATÓRIO E RESISTÊNCIA INTRÍNSECA (SLIDES 13 AO 18) Slide 13 e 14: Identificando a Bactéria no Laboratório Slides 15 e 16: Resistência Intrínseca (Conceito de Prova!) Slides 17 e 18: BrCAST / EUCAST BLOCOS 3: METODOLOGIAS DO TESTE DE SENSIBILIDADE / TSA (SLIDES 19 AO 27) Slide 19: Os 4 Métodos de Avaliação de Sensibilidade Slide 20: Passos Críticos do TSA (Pegadinhas de Prova!) Slide 21: Método Qualitativo — Disco-Difusão (Kirby-Bauer) Slide 22: Método Quantitativo — Microdiluição em Caldo Slide 23: Método Quantitativo — Fita de Gradiente (Etest®) Slide 24: Métodos Automatizados (Vitek II / BD Phoenix) Slide 25: Categorias de Interpretação (MUDANÇA IMPORTANTE DO BRCAST!) Slide 26 e 27: Limitação da Automação e Confirmação BLOCOS 4: TABELA DE CEFALOSPORINAS E MECANISMOS DE RESISTÊNCIA (SLIDES 28 AO 34) Slide 28: As Gerações das Cefalosporinas (Super Cobrado!) Slide 29: O Esquema dos 4 Mecanismos de Resistência Slides 30 e 31: Laços do Hospital (Casos Reais) Slide 32: D-Test (TESTE OBRIGATÓRIO DE SABER!) Slide 33 e 34: Por que diagnosticar mecanismos? BLOCOS 5: DETECÇÃO DOS MECANISMOS ESPECÍFICOS DE RESISTÊNCIA (SLIDES 35 AO 45) Slide 35: A Tabela Mestra das Beta-Lactamases (Resumo de Ouro) Slides 36 e 37: Como confirmar ESBL no laboratório? Slides 38, 39 e 40: Detecção de Carbapenemases (KPC, NDM, OXA) Slide 41: Detecção de AmpC Slide 42: MRSA (Staphylococcus aureus resistente à Meticilina/Oxacilina) Slide 43: Staphylococcus com resistência à Vancomicina (VISA / VRSA) Slide 44: ERV / VRE (Enterococo Resistente à Vancomicina) Slide 45: Fim da apresentação! RESUMO-RELÂMPAGO PARA A PROVA DE SEGUNDA