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UNIVERSIDADE MUNICIPAL DE SÃO CAETANO DO SUL TBL – MANEJO DO DM2 NA ATENÇÃO PRIMÁRIA E CRISES GLICÊMICAS AGUDAS NA EMERGÊNCIA Profa. Dra Aline Almeida Em 2024, a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) apresenta atualizações que não apenas focam no controle glicêmico, mas também enfatizam uma abordagem holística que integra saúde mental, alimentação saudável e atividade física. As novas diretrizes visam promover um cuidado centrado no paciente e reforçam a importância da educação em saúde para o autocuidado. A European Association for the Study of Diabetes (EASD-2024) e a American Diabetes Association (ADA-2024) também são referências em diretrizes sobre o manejo do diabetes e devem ser consultadas. Este documento apresenta as atualizações mais relevantes sobre o diabetes segundo as diretrizes da SBD de 2024, discutindo novas recomendações e a importância do acompanhamento multidisciplinar, visando melhorar a qualidade de vida da população afetada pela doença. Indicações para o rastreamento de DM2 Frequência de repetição no rastreamento de DM2 Sinais e sintomas de hiperglicemia UNIVERSIDADE MUNICIPAL DE SÃO CAETANO DO SUL Critérios laboratoriais para diagnóstico de DM e Pré-DM Questionário FINDRISC para estimar o risco de diabetes ao longo de 10 anos UNIVERSIDADE MUNICIPAL DE SÃO CAETANO DO SUL UNIVERSIDADE MUNICIPAL DE SÃO CAETANO DO SUL UNIVERSIDADE MUNICIPAL DE SÃO CAETANO DO SUL Metas Individualizadas de tratamento UNIVERSIDADE MUNICIPAL DE SÃO CAETANO DO SUL Resumo dos Hipoglicemiantes UNIVERSIDADE MUNICIPAL DE SÃO CAETANO DO SUL Insulinas Disponíveis UNIVERSIDADE MUNICIPAL DE SÃO CAETANO DO SUL As Crises Glicêmicas Agudas Quando pensar em Cetoacidose Diabética (CAD)? Como é o manejo? Geralmente ocorre no paciente DM1 por má aderência ao tratamento e/ou infecções. O paciente apresenta-se com dextro > 200mg/dL com sintomas como rebaixamento do nível de consciência, náuseas e vômitos, dor abdominal e mal estar geral. A confirmação do diagnóstico se dá pela gasometria arterial: pH 12 O Tratamento se dá com Hidratação (20 a 30ml/kg), de preferência de Ringer Lactato e insulinoterapia regular endovenosa em dose de ataque (0,1UI/Kg) e posterior em Bomba de Infusão Contínua (BIC – Insulina Regular 100UI + SF 0,9% 100ml 0,1UI/Kg/h). Antes de iniciar insulinoterapia deve-se checar a dosagem sérica de K, se este estiver 600mg/dL com sintomas como rebaixamento do nível de consciência, náuseas e vômitos, dor abdominal e mal estar geral. A confirmação do diagnóstico se dá pelo calculo da osmolaridade sérica - OSMOLARIDADE = (2 x Na) + (Glicose / 18) + (Ureia / 6). A gasometria não evidência acidose ou queda de bicarbonato (BIC) O Tratamento se dá com Hidratação (20 a 30ml/kg), de preferência de Ringer Lactato e insulinoterapia regular endovenosa em dose de ataque (0,1UI/Kg) e posterior em Bomba de Infusão Contínua (BIC – Insulina Regular 100UI + SF 0,9% 100ml 0,1UI/Kg/h). Antes de iniciar insulinoterapia deve-se checar a dosagem sérica de K, se este estiver 250mg/dL com os 4 “P’s” poliúria, polidipsia, polifagia e perda de peso. Além desses sintomas que geralmente são crônicos, agudamente pode apresentar mal estar geral, fraqueza, náuseas e vômitos, dor abdominal, cefaleia, etc. O diagnóstico se da pelo dextro > 250mg/dL e sintomas. Se o paciente já tem o diagnostico de diabetes deve ser pesquisado má aderência e/ou infecções. Se o paciente não tinha o diagnóstico de diabetes, este já está confirmado e deve ser instituído tratamento. A gasometria arterial e osmolaridade são normais. O tratamento da hiperglicemia sintomática visa aliviar OS SINTOMAS, sendo assim inicia-se hidratação 20ml/kg seguido de insulinoterapia regular subcutânea conforme o dextro 180 – 200: 2UI | 201 – 250: 4UI | 251 – 300: 6UI | 301 – 350: 8UI | >350: 10UI. Após hidratação e administração de insulina, o paciente deve ser reavaliado após 60-80 minutos com novo dextro e sintomas. Se melhora dos sintomas e dextro