Prévia do material em texto
22:25 seg., 21 de set. 88 Tema 2 Terapia de Nutrição Enteral e Parenteral + A Nota Metabólica: Soluções comerciais padrão não contêm glutamina livre (instabilidade química), embora seja vital em estresse catabólico. Lipídeos (10% = 1,1 kcal/ml 20% = 2,0 kcal/ml) Prevenção AGE: 10% VET Máximo: 2,5 g/kg/dia Alerta: Infusões > 30% do VET podem ser imunossupressoras. TNP: Monitoramento e Prevenção de Complicações Complicações Complicações Metabólicas Inserção do Cateter: Pneumotórax, Disfunção Hepática: Causada por excesso hemotórax, arritmia cardíaca, embolia de calorias ou emulsão lipídica exclusiva de gasosa. TCL. Recomenda-se emulsão mista (50% TCL / 50% TCM). Monitorar triglicerídeos Manutenção: Sepse por contaminação de (descontinuar se > 400mg/dl). cateter, trombose venosa. Hipersensibilidade à Emulsão: Febre, dispneia, cianose. Prevenção: Uso de PICC reduz riscos de Controle: Monitoramento diário de peso, punção; controle rigoroso de curativos. balanço hídrico, e laboratorial frequente de eletrólitos (especialmente em neonatologia). Síntese Clínica: Enteral vs. Parenteral Enteral (TNE) Parenteral (TNP) Trato Digestivo Preserva 0 trofismo Intravenosa Bypassa a intestinal. Via Fisiológica digestão/absorção. TGI funcionante, mas baixa ingestão Condição Primária Falência do TGI, isquemia, obstrução oral. de Uso mecânica. Sondas nasoenterais, Ostomias. Acessos Veia periférica [NPP], Veia central profunda [NPT]. Osmolalidade define tolerância Limite Químico Osmolaridade define a veia permitida e digestiva/diarreia. Primário risco de flebite. Pneumonia Aspirativa por refluxo. Complicação Crítica Mais Grave Sepse por infecção de cateter central. TNE é sempre a via de primeira escolha devido ao menor risco de infecção grave, menor custo e preservação da barreira imunológica do intestino. TNP é reservada para impossibilidade anatômica ou falência funcional absoluta. SEG. 21