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17/12/2020 1 Propagação in vitro INTRODUÇÃO Biotecnologia: • realizar ou modificar produtos ou processos para um uso específico utilizando utilizando sistemas biológicos, organismos vivos, ou seus derivados. Exemplos clássicos • emprego de leveduras na produção de: • pão, • cerveja e chopp • vinho • emprego de bactérias na produção de: • queijos • Iogurtes • estratégias de melhoramento de plantas; • obtenção de híbridos INTRODUÇÃO • Cultura tecidos vegetais: Denominação genérica que se dá aos vários procedimentos de cultivo in vitro de células, tecidos e órgãos vegetais em um meio nutritivo e em condições assépticas Consiste em selecionar explantes, desinfectá-los e cultivá- los em meio nutritivo mantido sob condições assépticas, sendo a multiplicação dos propágulos feita através de sucessivos subcultivos. 17/12/2020 2 Principais características in vitro = cultivo em frascos de vidro ou plásticos Ambiente artificial (físico e nutricional); Ocupa menor espaço físico; Diferentes tipos de células, tecidos e órgãos; Ambiente asséptico = ausência de microorganismos e insetos Importância da cultura de tecidos excelente ferramenta para clonar plantas em escala comercial (grande escala, pequeno espaço, durante o ano todo); Propagação de espécies de difícil propagação por sementes; limpeza clonal (produção de mudas livres de vírus; Conservação de germoplasma; Manipulação genética: colaborar na realização de estudos de transformação genética; hibridação somática, seleção in vitro, indução de mutações; Embriogênese Somática: produção de sementes sintéticas Estudos de desenvolvimento: Aperfeiçoamento da interação entre fatores abióticos (nutricionais, luminosos, temperatura etc) e bióticos (hormonais e genéticos), resultando em plantas sadias, vigorosas e geneticamente superiores, que podem ser multiplicadas massivamente. Desvantagens Limitação da propagação massiva em todas as especies vegetais; Alto custo de implantação do sistema; Necessidade de mão-de-obra especializada. Princípios/Fundamentos da cultivo in vitro Princípios/Fundamentos da cultivo in vitro Cultivo in vitro se fundamentam na teoria da TOTIPOTENCIALIDADE da célula vegetal GOTTLIEB HABERLANDT (1902) Totipontência celular: ‘Cada célula vegetal possui o potencial genético para reconstruir um organismo inteiro” Totipotencialidade é a capacidade que uma célula tem para se dividir e produzir TODOS os tipos celulares que compõem o organismo, podendo formar um organismo inteiro. 17/12/2020 3 Princípios da cultura de tecidos O processo que leva a regeneração de uma planta é conhecido como morfogênese. Durante a morfogênese há vários estágios que conduzem a diferenciação e especialização das células, em tecidos e orgãos; Outros fundamentos: Determinação: capacidade da célula em seguir por uma rota morfogênica especificada. competência celular: grau de “compromisso” da célula com uma rota morfogênica. Exemplo: Células de raiz ASSEPSIA associação explante x meio de cultura x ambiente desenvolvimento de microorganismos (fungos e bacterias); competição explantes ou modificam sua composição Princípios da cultura de tecidos Sistemas/Técnicas de cultura in vitro de células e tecidos Cultura de Embrião: Embrião zigótico imaturo ou maduro; Cultura de Órgãos: meristema, raiz, gemas, outros. Cultura de Calos: cultivo de uma massa não-diferenciada de células. Cultura de Células em Suspensão: cultura de células isoladas e/ou em pequenos agregados, incubada sob agitação. Embriogênese Somática: produção de embrião morfologicamente semelhante a um embrião zigótico que é diferenciado a partir de células somáticas. Cultura de Células Haplóides: cultura de anteras, grãos de pólen e óvulos, com o objetivo de se obter plantas haplóides. Cultura de Protoplastos: isolamento e cultivo de células sem parede celular 17/12/2020 4 EXPLANTES Qualquer segmento de tecido oriundo de uma planta para iniciar uma cultura in vitro, geralmente com vistas a estabelecer um protocolo de plantas de genótipo superior Dois tipos: Meristemáticos: ápice caulinar, meristema apical, segmento nodal e embrioes (sementes) Não meristemáticos: discos de folha, segmentos de raízes e segmentos de folhas Explantes PREFERÍVEIS tecidos não diferenciados ou com menor nível de diferenciação, pois: apresentam alta capacidade morfogenética apresentam células geneticamente estáveis (permite regenerar plantas idênticas a planta mãe). permitem obtenção de plantas livres de vírus; Explantes com menor nível de diferenciação Meristema apical Ápice caulinar Embriões imaturos Gemas axilares – segmento nodal Cultura de órgãos (meristemas,raiz, gemas, segmentos nodais, gemas, etc) a) Cultura de meristema: Consiste no estabelecimento do domo meristemático apical sem os primórdios foliares. A brotação apical tipicamente cresce, originando um único broto. b) Cultura de ápices caulinares: É o estabelecimento in vitro a partir de brotações apicais maiores do que aquelas utilizadas para iniciar a cultura de meristema, tendo alguns primórdios foliares. Essas brotações apicais podem produzir múltiplas brotações. c) Cultura de segmentos nodais: Os segmentos nodais são constituídos de gemas laterais isoladas, segmentos de caule com uma ou múltiplas gemas. Cada gema desenvolve para formar uma única brotação. Meristema apical x ápice caulinar Meristema apical: • tecido distal ao mais novo primórdio foliar; • forma de cúpula achatada; • células não diferenciadas • tamanho: 0,10 – 0,20 mm Ápice caulinar; • engloba meristema apical com primórdios foliares e folhas emergentes. • Tamanho: 0,3 a 20 mm Por que o meristema é livre de vírus? Algumas hipóteses: • Falta de conexão vascular; • Multiplicação do vírus é menor que o crescimento apical da planta; • Processos de mitose e duplicação de cromossomas competem com a replicação do vírus • Conteúdos elevados de auxinas inibem a difusão do vírus • Existe um mecanismo de inativação viral nas células meristemáticas em cultura 17/12/2020 5 Eliminação de vírus termoterapia e crioterapia Limpeza de vírus ex: vírus do mosaico da cana-de açúcar termoterapia + cultura do ápice meristemático cultura de meristema: explante 0,3 mm cultura ápice meristemático (1 – 2,5 cm) termoterapia (45ºC / 8 horas) quimioterapia + cultura do ápice meristemático incorporação de antivirais no meio de cultura Indexação: avaliação da presença do vírus ensaios biológicos microscopia eletrônica sorologia (ELISA) hibridação com ácidos nucléicos 17/12/2020 6 Cultura de embriões importante na propagação sexuada (via sementes) de plantas com sementes com dificuldade de germinação na natureza. Ex: orquídeas, plantas nativas, plantas em risco de extinção Etapas de desenvolvimento no processo de propagação in vitro T1 T2 T3 Estádios in vitro 17/12/2020 7 Vias de regeneração in vitro Após a desinfecção e inoculação do explante as plantas podem ser regeneradas por • Micropropagação: plantas regeneram-se diretamente de um tecido organizado se a necessidade do estádio de calo • Organogênese: orgãos vegetais são induzidos a partir de uma ou várias células • Direta ou adventícia: órgão é induzido e desenvolve diretamente do explante (sem passar pela fase de calo) • Indireta: Há uma fase de proliferação e crescimento de calo seguido por indução e crescimento de brotos ou raízes • Embriogênese somática: formação de embriões é induzida a partir de células somáticas • Direta ou indireta (mais comum) Morfogênese indireta 17/12/2020 8 Sementes sintéticas: Após obtidos os embriões os mesmos podem ser encapsulados formando a semente sintética. A semente sintética é análoga à semente verdadeira ou botânica, e consistem de um embrião somático envolto por uma ou mais camadas de compostos artificiais, formando uma cápsula. Todo material a ser micropropagado passa, obrigatoriamente, pelos seguintesestágios. ESTÁGIO 0 (FASE PRELIMINAR) Preparo do material a ser micropropagado: Obtenção da matriz rigoroso tratamento fitossanitário. cultivo em ambiente protegido para maior controle dessas condições. Plantas saudáveis. Evitar rega excessiva. Induzir crescimento vigoroso às plantas Gema apical Vaso – Casa de Vegetação ESTÁGIO 1 (Seleção, Coleta e Desinfestação do Explante) Escolha do melhor tipo de explante a ser coletado. Lavagem com detergente Lavagem com Álcool Imersão em Hipoclorito de Cálcio Lavagem em água destilada estéril (duas ou três vezes) Inoculação explante no meio (cultivo in vitro) 17/12/2020 9 ESTÁGIO 2 (Multiplicação) É a fase da micropropagação propriamente dita. Pode ser repetida, até um certo limite (número de repicagens) para aumento do material a ser micropropagado. MS + Vitaminas + Suplemento de mg/L BAP (Citocinina) Objetivo: Multiplicação propriamente dita dos orgãos e estruturas que são capazes de dar origem a plantas completas. Fase de multiplicação - repicagem das plântulas Desenvolvimento em câmaras de crescimento Câmara de Crescimento Bananeira 17/12/2020 10 ESTÁGIO 3 (Alongamento e Enraizamento) Nesta fase, o explante, no caso, broto adventício, é transferido, inicialmente, para meio de cultura contendo auxinas para alongamento e enraizamento. MS ½ + Vitamina + mg/L de AIB (ou mg/L de ANA) + mg/L de Floroglucinol Repicagem para meio de enraizamento Desenvolvimento em câmara de crescimento Final da fase de enraizamenrto (bananeira) Câmara de Crescimento Formação de Calo Figueira 17/12/2020 11 Formação de Raízes em Figueira ESTÁGIO 4 (aclimatização) Para solo ou substrato e aclimatação em condições ex-vitro. Espécies lenhosas apresentam maior dificuldade no transplante e aclimatização do que as herbáceas. Normalmente realizada em Casa de Vegetação ou sob nebulização intermitente. Ambientais Umidade relativa Luz Micro-organismos Concentração de CO2 Internos Morfologia estomatica Funcionamento estomatico Formação de cera epi-cuticular Capacidade fotossintética Fatores que afetam a aclimatização Figueira Figueira 17/12/2020 12 Transferência para tabuleiros com um substrato de turfa e perlite (2:1) Bananeiras transferidas Fase de aclimatização antes da passagem para estufa (violetas) Aclimatização em estufa Alguns exemplares das bananeiras produzidas Um exemplar de violeta produzida por este método Meios de cultura Objetivo: fixar o explante; fornecer substâncias essenciais para o crescimento dos tecidos; controlar, em grande parte, o padrão de desenvolvimento in vitro. Composição: nutrientes minerais, com algumas modificações para atender às necessidades específicas in vitro. compostos orgânicos são adicionados ao meio para suprirem as necessidades metabólicos, energéticos e estruturais das células. COMPONENTES DE MEIOS NUTRITIVOS Água componente de maior quantidade no meio. fonte potencial de impurezas que podem afetar o crescimento de tecidos in vitro destilada e deionizada, ou bi-destilada Macronutrientes Micronutrientes Fonte de carbono e energia Fotossintese não efetiva: condições adequadas de iluminação e concentração de CO2 e, às vezes, não apresentam teores de clorofila; Sacarose mais utilizado: mais altas taxas de crescimento na maioria das espécies. Concentração de sacarose: função do objetivo e estádio do explante; Vitaminas Mistura básica de vitaminas utilizadas até hoje: Tiamina (vitamina B1), Ácido nicotínico (niacina) Piridoxina (vitamina B6), a qual normalmente se adiciona o aminoácido glicina. Mio-Inositol: O mio-inositol é um componente do meio MS e da maioria dos outros meios em uso atualmente. A concentração mais usada de mio-inositol nos meios é de 100 mg l-1. Acido ascórbico COMPONENTES DE MEIOS NUTRITIVOS Reguladores de Crescimento ou Hormônios As auxinas e as citocininas são as classes de reguladores de crescimento mais utilizadas na cultura de tecidos. A formação de raiz, parte aérea e calo em cultura de tecidos é regulada pela disponibilidade e interação dessas duas classes de reguladores de crescimento. As várias auxinas (AIA - ácido 3-indolacético, AIB - ácido indolbutírico e 2,4-D ácido 2,4-diclorofenoxiacético, entre outras) dão respostas diferentes in vitro. Também existem diferenças entre as citocininas, sendo que o BAP – 6- benzilaminopurina induz a formação de grandes números de brotos e alta taxa de multiplicação em muitos sistemas de micropropagação. Poucas culturas in vitro mostram respostas às giberelinas. COMPONENTES DE MEIOS NUTRITIVOS 17/12/2020 13 Ágar e Semelhantes Os meios nutritivos podem ser líquidos ou sólidos, sendo que a cultura em meio líquido normalmente exige algum tipo de suporte ou agitação para fornecer o oxigênio necessário para a respiração do explante. Os meios líquidos possuem a vantagem de preparo mais rápido (e mais barato) do que os sólidos. Os meios sólidos ou semi-sólidos, tradicionalmente, são solidificados com ágar (polissacarídeo extraído de algas marinhas) o qual é dissolvido em água fervente sendo responsável pela consistência do meio que depende de sua concentração. Outros produtos geleificantes são o Gelrite (Calbiochem) e o Phytagel (Sigma). Apresentam grau de pureza maior que o ágar e são provenientes de fermentações bacterianas (George, 1996). Em geral são usados na concentração de 0,2% a 0,5% (2 a 5 g/l). COMPONENTES DE MEIOS NUTRITIVOS Carvão aditivado: pó fino e de cor escura, adsorve substâncias potencialmente fitotóxicas produzidas pelo próprio explante e assim minimizar os problemas com a oxidação das culturas. Concentrações em torno de 0,1% a 0,3% são normalmente usadas, principalmente para adsorção de compostos fenólicos produzidos pelo explante. Sugere-se, em alguns casos, aumento da concentração de fitorreguladores utilizada quando na presença de carvão ativado, pois alguns tipos de fitorregulares podem ser adsorvidos pelo carvão ativado e assim diminuir a sua biodisponibilidade. Fungicidas e antibióticos COMPONENTES DE MEIOS NUTRITIVOS COMPONENTES DE MEIOS NUTRITIVOS pH O pH dos meios nutritivos ajustado com HCl ou NaOH, valor ligeiramente ácido (entre 5 e 6) 5,6 Exemplo protocolo 1. Pulverização planta no vaso ou campo Benlate 500 – 60 g/100 L de água Agrimicina – 240 g/100 L de água 2. Assepsia - lavagem com detergente neutro por 5 min. - etanol 70% por 1 minuto - imersão em benomyl (2 g/L) e cloranfenicol (100 mg/L ) 5 minutos. - 150 mg/l acido cítrico + 150 mg/l acido ascórbico: 5 min. - hipoclorito de sódio 3,0% , por 30 min (mesa vibratória). - lavagem em água destilada por 3 vezes, dentro Câmara Asséptica. Tempo total de 10 min. 3. Papel para enxugar esterilizado a 180 graus ou autoclavado 4. Vitaminas - Tiamina: 1000 mg Tiamina / 100 ml água destilada solução 1 ml (10 mg Tiamina ) / L Meio. - Ácido Nicotínico: 200 mg Ác. Nicotínico (volume conhecido de KOH 0,2N) / 100 ml água destilada solução 1 ml (2 mg Ác. Nicotínico ) / L Meio. - Pirodoxina: 1000 mg Pirodoxina / 100 ml água destilada solução 1 ml (10 mg Pirodoxina ) / L Meio. - Inositol: 10.000 mg Inositol / 100 ml água destilada solução 1 ml (100 mg Inositol ) / L Meio. - Sacarose: 30 g / L de meio MS. 17/12/2020 14 5. Tratamentos: MS, acrescido de: 0,5 mg .L-1 de BAP + 1,0 mg.L-1 de AIB 6. Instalação Inoculação plástico na tampa 7. Tempo de luz: 4 dias no escuro e depois usar 16 horas de luz/dia. 4.6. FATORES QUE AFETAM A RESPOSTA DO EXPLANTE IN VITRO. a) Material Vegetal Genótipo: Talvez o fator mais importante na determinação da resposta do explante. Devido ao ciclo celular, não é raro, a ocorrência de respostas diferenciadas de materiais entre clones diferentes. Estado fisiológico da planta matriz, com ênfase à fenologia: Respostas diferentes podem ser obtidas se o explante écoletado em plantas em: estágio dormente, em florescimento, em frutificação, ou com diferentes condições de nutrição. Tratamento à Planta Matriz: A resposta do explante depende: em muito do tratamento fitossanitário (Benomyl, Agrimicina). da aplicação de reguladores vegetais a que foi submetida a planta matriz. Tamanho do Explante: Geralmente, quanto maior for o explante, melhor será a resposta em termos de pegamento. Oxidação do Explante: Em algumas espécies pode haver a liberação de compostos fenólicos interferindo na resposta do explante. Neste caso, deve-se aumentar a freqüência de repicagens e adicionar antioxidantes ao meio de cultura. Ácido cítrico e ascórbico. Carvão b) Fatores relacionados ao ambiente: Todos os elementos do ambiente podem interferir diretamente na resposta do explante. Entre esses fatores, destacam-se: luminosidade (intensidade e fotoperíodo), temperatura, umidade, pressão osmótica, gases (O2 e CO2) e tamanho do recipiente. 17/12/2020 15 C) Meio de Cultura A composição do meio de cultura (macro e micronutrientes), adição e fonte de carbono, e combinação e concentração de reguladores vegetais, “fatores mais importantes na determinação do meio de cultura na resposta do explante”. 4.7. Problemas que podem ocorrer na micropropagação Entre os principais problemas que podem ocorrer no processo de micropropagação, destacam-se: Contaminações Envelhecimento precoce Vitrificação Desordem fisiológica Variabilidade genética (variação somaclonal) Normal Figueira Normal Fungo 17/12/2020 16 Bactéria: Ceratia spp. 4.8. Equipamentos Utilizados na Micropropagação autoclave equipamentos para tratamento de água destilador; deionizador; osmose reversa; peagametro balanças câmara de fluxo laminar Micropipetas Estufas de esterilização e secagem; Agitador Fonte de calor: forno microondas; “rabo quente” Sala de crescimento: prateleiras, lâmpadas e ar condicionado; Equipamentos Utilizados na Micropropagação Câmara de fluxo laminar Requisitos para trabalhar no fluxo laminar: Higiene (pessoal e do equipamento); Habilidade; Concentração; Inoculação e Repicagem das das mudas; Custo: superior a R$7.000,00 17/12/2020 17 Autoclave T =120 C P = 1 atm Time = 20 min Esterilizar Esterilizar meio de cultura Custo - R$ 8.000,00 a R$ 15.000,00 Estufa para secagem de materiais Câmara de Crescimento 16 horas de Luz / dia Sala de crescimento dos explantes 17/12/2020 18 Crescimento do explante – parte aérea Crescimento parte aérea Raiz Calo Coqueiro Temperatura na sala de crescimento dos explantes deve estar entre 22 e 27ºC 17/12/2020 19 Bananeira Bananeira Roseira Tomateiro ENDURECIMENTO DAS MUDAS 17/12/2020 20 MUDAS PRONTAS MUDAS PRONTAS MUDAS PRONTAS