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INTERCORRÊNCIAS NO PEIM PROCEDIMENTO ESTÉTICO INJETÁVEL EM MICROVASOS MAYARAMOURA ESTÉTICA AVANÇADA & EMAGRECIMENTOprocedimento estético injetável em microvasos (PEIM) tem sido bastante utilizado para eliminar e diminuir vasos de menor calibre (telangiectasias e veias reticulares), em pacientes que não apresentam principalmente comprometimento circulatório funcional (varizes). PEIM é uma técnica que faz uso de uma substância hipertônica no interior do vaso sanguíneo, induzindo uma resposta inflamatória, gerando uma fibrose. Dessa forma, vaso perde seu formato cilíndrico, eliminando microvaso do caminho da circulação, resultado em uma melhora estética e dos sintomas clínicos (TONI; PEREIRA, 2017). Nessa perspectiva, intuito desse e-book é informar e orientar profissional sobre as intercorrências que podem ocorrer no PEIM. MAYARAMOURA ESTÉTICA AVANÇADA & EMAGRECIMENTOSobre mim MAYARAMOURA Biomédica IC RBM 07712 -Habilitada em Patologia Clínica -Especialista em Biomedicina Estética Nepuga -Graduanda em Saúde estética UFPE -Mestra em Patologia UFPE -Residência em Harmonização Facial ABRAOF -Docente da UNIFIP PB nas disciplinas de estética -Docente em pós-graduação (Instituto Paiva, RH cursos, Saúde IES, Faculdade Inspirar, Grupo Cefapp e PosUnifip) -Responsável Técnica da Clínica de Estética UNIFIP Coach em Emagrecimento Eficiente -Expert em Escleroterapia -Coorganizadora do COBE - Congresso Online de Biomedicina Estética -Ministrante de Cursos de Capacitação Estética na Veia Group Biomédica pela UFPE, mestra em patologia também pela UFPE e especialista em biomedicina estética pelo NEPUGA. Sempre atuou na área da estética avançada e, ao mesmo tempo, descobriu um dom pela docência. Em sua trajetória, surgiu uma vontade de ajudar a quem estava iniciando na profissão, pois notava insegurança de alguns profissionais para realização de determinados procedimentos. Atualmente é a Responsável Técnica pela Emagrecentro Boa Viagem e professora da UNIFIP no curso de biomedicina, além disso, faz parte do corpo docente de algumas instituições de pós graduação, entre elas, grupo CEFAPP, Instituto Paiva, Faculdade Inspirar e PosUnifip. Soube conquistar seu espaço ainda muito jovem, e por esse motivo estabeleceu em sua vida uma missão: Ajudar profissional da saúde estética conquistar seu próprio espaço no mercado, elevando-o a um padrão de excelência acima da média.INTERCORRÊNCIAS NO PEIM Procedimento Estético Injetável em Microvasos 6 Varizes 11 Microvasos 14 Tratamentos - escleroterapia e cirurgia 27 Reações esperadas 28 Intercorrências ÍNDIC DE CONTEÚD M MAYARAMOURA ESTÉTICA AVANÇADA & EMAGRECIMENTOrizes e MicrovasosVarizes As varizes dos membros inferiores, são uma condição bem frequente mundialmente, tendo prevalência de 20-60% (PEREIRA et al., 2014). As varicosas, que apresentam classificação CEAP 2 ou maior, são consequência de algumas alterações irreversíveis, e por isso, podendo apresentar uma piora progressiva com passar dos anos. QUE SÃO AS VARIZES? Varizes são veias tortuosas e dilatadas que surgem em virtude dos fatores primários ou secundários. Ao contrário do que se possa pensar, as varizes das pernas não são apenas um problema estético. A presença da condição, deve ser um alerta para paciente, sendo muitas vezes primeiro sinal de uma insuficiência venosa crônica. VARIZES VEIAS SAUDÁVEIS Sangue Sangue Válvula Válvula danificada se fecha Veia varicosa Sangue acumulado na veia MAYARAMOURAVeia S Para que possamos entender que causa as varizes e quais suas potenciais complicações, é preciso entender como funcionam as veias. Nosso sangue é transportado por dois tipos de vasos: artérias e veias. A artéria é vaso que leva sangue rico em oxigênio para longe do coração, em direção ao resto do corpo, nutrindo órgãos e tecidos. A veia é vaso que trás de volta sangue para coração e pulmões para que ele possa receber oxigênio novamente. sangue chega às pernas pelas artérias e sobe de volta ao coração pelas veias. Como vocês já devem ter pensado, as veias das pernas trabalham contra gravidade. Podemos dizer que as varizes são um efeito colateral do nosso processo evolutivo que nos permitiu andar em pé sob as duas pernas. Quando nos tornamos bípedes, nosso coração passou ficar longe dos nossos membros inferiores, que dificultou em muito retorno do sangue para mesmo. Mas como é então que este sangue sobe? Apenas trabalho de bombeamento do sangue pelo coração não é suficiente para se vencer a gravidade. Na verdade, as veias possuem um mecanismo que facilita seu trabalho: as válvulas. Válvulas impedem Fluxo sanguíneo do o refluxo músculo contraído Válvula aberta Os músculos da panturrilha funcionam como uma "bomba" para as veias Válvula fechada MÚSCULOS RELAXADOS MÚSCULOS CONTRAÍDOS MAYARAMOURA 7Válvulas As válvulas são mecanismos de segurança que funcionam como comportas, impedindo que sangue reflua. Deste modo, sangue segue sempre em uma única direção. Agora, imagine se estas válvulas ficarem incompetentes. sangue que deveria apenas subir, começa retornar para baixo e acumular-se com sangue novo que está subindo. Não é difícil perceber porquê das veias dilatarem. Este é mecanismo básico das varizes, veias doentes que tornam-se dilatadas e tortuosas por incapacidade de escoar sangue em Válvula Válvula abertas fechadas direção ao coração. Como as veias periféricas das pernas encontra-se muito próximas da pele, qualquer tortuosidade ou dilatação torna-se facilmente perceptível. Além das válvulas, nossos membros inferiores têm mais dois truques na manga: 1) Bomba plantar: cada vez que pisamos, impacto da planta do pé com chão provoca um bombeamento mecânico do sangue acumulado nos pés. 2) Bomba da panturrilha: além da bomba plantar, quando pisamos, usamos a musculatura da panturrilha, conhecida popularmente como batata da perna. Do mesmo modo, contração destes músculos impulsiona sangue venoso para cima. Resumindo, são três os mecanismos que facilitam retorno do sangue para coração: presença de válvulas nas veias, bomba plantar e bomba da panturrilha, estas duas últimas acionadas quando andamos. Para coração Válvula aberta Veia Válvula fechada Músculos contraídos Músculos relaxados sangue flui para as válvulas impedem coração. retrocesso do sangue. MAYARAMOURA 8Como surg em as varizes Mecanismo de Válvulas impulso + venosas VARICOSAS músculo-venoso não deficiente funcionais CAUSA DE VARIZES Veia Fáscia profunda lata superficial Hipertensão venosa Incompetência valvular comunicante Debilidade da parede venosa Trombose venosa Veia varicosa Deterioração da bomba muscularEtiologia das varizes aparecimento das varizes, na maioria dos casos, não se relaciona ao aparecimento de doenças antecedentes, mas sim na tendência genética e influência hormonal. Algumas das principais teorias em relação etiologia das varizes principalmente dos membros inferiores, estão relacionadas com algumas deformações na parede da veia, com uma modificação estrutural, cumindado com degradação da elastina e/ou colágeno, e assim ocorrendo um aumento do espessamento do vaso, além disso instala-se um quadro de incompetência valvar localizada ou segmentar, assim como presença de fístulas arteriovenosas nível da microcirculação (OLIVEIRA, et al., 2007). As varizes podem ser divididas em primária/idiopáticas ou secundária. PRIMÁRIAS/IDIOPÁTICAS PONTOS DE REFLUXO VALVAR 1. FATORES PREDISPONENTES Hereditariedade Sexo Raça 2. FATORES AGRAVANTES Ortostatismo/sedentarismo Gestações Obesidade Idade avançada SECUNDÁRIAS PONTOS DE REFLUXO VALVAR 1. PATOLOGIAS DOENÇAS ADQUIRIDAS Trombose venosa profunda Síndrome pós-flebítica Fístula arteriovenosas traumáticas Angiodisplasias Compressões extrínsecas MAYARAMOURA 10Microvasos Também chamadas de telangiectasias, segundo Fávero (2009), "microvasos", não são nada mais que finos capilares sanguíneos que são muito ramificados, que costumam aparecer em diferentes locais do corpo, pernas, rosto, pés, abdômen, seios e costas. A região mais comum é as pernas e pés, que quando são submetidos a alguma pressão, suas paredes se dilatam, formando ramos avermelhados arroxeados. aparecimento em maior das partes, não se relaciona ao aparecimento de doenças, mas sim na tendência genética e influência hormonal. Como surgem Microvasos 1. Consequência de uma desordem hemodinâmica sem nenhuma interferência arterial; 2. Entrada impropria do fluxo arterial devido a uma ligação artéria-venosa; 3. Vulnerabilidade da parede vascular de alterações do tecido do colágeno; 4. Distúrbios hormonais que age sobre tônus venoso e capilar, desencadeando a vasodilatação exagerada com decorrente ruptura de fibras colágenas. Sendo motivos 3 e 4 mais citados nos estudos. (GOLDMAN, 1998) "spider veins" Simples; A. Arborizadas; Aracneiform; D. Pápulas. B. D. MAYARAMOURA 11Diferença M MICROVASOS X VARIZES A diferença entre eles está no calibre. Microvasos medem entre 0,1mm a 1mm de diâmetro. Varizes medemmais de 3mmde diâmetro. MAYARAMOURA 12TAMENTOSTratamentos A terapia das varizes dos membros inferiores tem sido basicamente dividida entre dois tratamentos que são eles a cirurgia e a escleroterapia, porém a escolha do tratamento depende basicamente do calibre do vaso (ARAÚJO; VELASCO, 2006). Nessa perspectiva, as vezes, se faz importante as associações de técnicas. Assim, a escolha do tratamento ideal é aquele que melhor trata refluxo, eliminando as varizes existentes, e promova resultado melhor possível, com menor índice de recorrência e tempo que paciente se recupere. São utilizados diversos tipos de tratamento hoje no mercado para esse tipo de disfunção, sendo cada qual com princípios distintos, mas com uma competência de estadear a disfunção citada, com suas particularidades. MAYARAMOURA 14Escleroterapia A escleroterapia é quase um sinônimo de escleroterapia química, por ser a mais comum e utilizada, porém existem outras como a térmica, a elétrica e a combinada. Há mais de 150 anos a escleroterapia é um método bastante seguro para tratamento de varizes dos membros inferiores (BASTOS; LIMA; ASSUMPÇÃO, 2009). De acordo com Miyake et al., (2003) MAYARAMOURA 15Escleroterapia térmica A escleroterapia térmica baseia-se na teoria da fototermólise seletiva - lesão do vaso por luz com preservação da pele. sangue tem menor coeficiente de absorção do que a pele em determinados comprimentos de onda. Desta forma, uma quantidade certa de luz pode apenas aquecer a pele até uma temperatura tolerável enquanto que vaso aquece demasiadamente, sofrendo lesão térmica. Laser de pulso curto + Luz intensa Pulsada + Laser de pulso longo + MAYARAMOURA 16Escleroterapia Química A escleroterapia química é composta por esclerosantes que são injetados na túnica íntima dos vasos, lesando endotélio vascular. Essa lesão endotelial expõe fibras colágenas subendoteliais causando uma agregação de plaquetas e liberando esses fatores plaquetários, e com isso gerando a fibrose dos vasos. Escolha do esclerosante: 1. Eficácia 2. Intensidade da dor 3. Risco de necrose 4. Alergia 5. Facilidade de obtenção do agente Soluções Detergentes Soluções Osmóticas Soluções Compostas MAYARAMOURA 17Soluções Detergentes Atuam nos lipídeos da parede celular destruindo cimento intercelular; Causa maceração e descamação; Riscos aumentados emcomplicações; Necrose e hiperpigmentação, crise de dor precordial e tosse; Alergias e reações sistêmicas. Oleato de etanolamina Polidocanol MAYARAMOURA 18Soluções M Compostas Agem por lesão química no endotélio; Ocasionando fissuras; Pode lesar cimento intercelular dependendo dos agentes; É comum aparecimento de nódulos em 5% dos pacientes submetidos ao tratamento. 1. lodo-idodetados sódicos 2. lodo-idodetados potássicos 3. Álcool benzílico 4. Glicerina Cromada MAYARAMOURA 19Soluções Osmóticas Causam desidratação na parede celular endotelial por osmose; Levando a destruição do endotélio; Eficiente, baixo custo e isento de complicações graves. 1. Cloreto de sódio 2. Salicilato de sódio 3. Glicose 50% e 75% MAYARAMOURA 20Lesão do endotélio por osmose 1. Os agentes esclerosantes são injetados na luz do vaso e têm como objetivo lesar endotélio por osmose; lesão endotelial expõe fibras colágenas subendoteliais causando agregação plaquetária e liberação de fatores plaquetários; 3. Ocorre trombose do vaso, com a proliferação de fibrócitos e subsequente reorganização fibrótica. Meio isotónico Meio hipotónico Meio hipertónico CÉLULA ANIMAL CÉLULA VEGETAL Turgescência Plasmólise MAYARAMOURA 21Escleroterapia Química "APLICAÇÃO EM VASINHOS" GLICOSE 50% E GLICOSE 75% Mais seguro com relação a alergia, menor risco de hipercromia quando injetado fora do microvaso. OPCIONAL lidocaína 1ml (alívio da do). Saúde estética MAYARAMOURA 22Glicose MECANISMO DE AÇÃO Agente esclerosante mais viscoso. Hipertônica. Promove desintegração das células da parede dos vasos sanguíneos. Fazendo com que vaso desapareça. Quando líquido continua na circulação e atinge vasos maiores, logo é diluído pelo sangue e perde a concentração e, portanto, efeito. Por isso são necessárias mais de uma sessão, com intervalo, entre as sessões, de uma a três semanas, dependendo da cicatrização de cada paciente. (UNGETHUEM, 2003). MAYARAMOURA 23Tratamentos Cirúrgicos Segundo Araújo e Velasco, (2006) tratamentos cirúrgicos utilizados para varizes envolvem diversos métodos. tratamento cirúrgico deve atuar em dois objetivos diferentes: eliminar as origens do refluxo das veias e eliminar as varizes (FARRET NETO, 2016). A cirurgia convencional é muito aceita como uma terapia padrão para tratamento das varizes, ainda que esteja associada uma alta recorrência (SORACCO et al., 2005). Alguns procedimentos cirúrgicos, incluindo a remoção da veia safena, flebectomia e ligação da junção safeno-femoral são eficazes no tratamento das varizes, porém podem apresentar complicações e um tempo maior para a recuperação do paciente (NAEL; RATHBUN, 2009). tratamento cirúrgico que tem uma técnica chamada de laqueação da junção safeno-femoral (JSF) consiste na remoção da veia safena e também dos trajetos varicosos que estão associados a ela. É feita uma incisão na virilha, ao nível da junção safeno femoral, onde faz a laqueação alta da veia safena, e no lúmen desta veia é introduzido um stripper, sendo conduzido até uma dimensão variável, dependendo do nível que está a insuficiência venosa (PEREIRA et al., 2014). MAYARAMOURA 24Tratamentos Cirúrgicos A flebectomia com microincisões, é utilizada para remover as tributárias incompetentes do sistema venoso superficial pelo método de incisões milimétricas, e com a ajuda de instrumentos em forma de gancho. Esse método tem um resultado excelente estético funcional, e é usado principalmente quando ocorre comprometimento da veia safena interna externa (GASPAR; MEDEIROS, 2006). As cirurgias utilizadas para tratamento das varizes hoje em dia só são feitas pela classe médica, e por isso cabe a eles em conjunto com paciente escolher a terapêutica melhor. Existem outros tipos de cirurgia e: "Dentre elas destacam-se cryostripping da safena, a powered varicectomia e a termoblação da safena. A primeira técnica consiste na safenectomia por meio de um probe sob baixíssima temperatura, que reduz a incidência de hematomas. A segunda tem como principal vantagem tratamento dos enovelamentos varicosos. Essa técnica se utiliza da hidrodissecção e transluminescência seguida do USO de um ressector para a varicectomia. A terceira técnica envolve Laser Endovenoso (EVLA) Radiofrequência (RFA). Ambas baseiam-se na introdução de na safena magna que, por transferência de energia térmica, promove colabamento do vaso" (LEITE, 2014). MAYARAMOURA 25REAÇÕES ESPERADAS XReações esperadas Edemas temporários; Dor; Ardor; Vermelhidão. MAY RA ESTETICA AV EMA GRECIMENTO MAYARAMOURA 27Intercorrências É termo que define a ocorrência de um evento inesperado em um procedimento médico, que não poderia ser em geral previsto alertado ao paciente. COMO EVITAR OU PREVENIR Devemos pensar antes de tudo em não causar danos. Uma medida conveniente é comunicar as possíveis complicações existentes, mesmo as raras. Alguns profissionais fazem isso por escrito, com folhetos explicativos, que costuma aumentar a confiança do paciente mesmo diante de uma complicação. Devemos tentar evitar a esclerose de vasos de grande calibre. Evitar pacientes com a predisposição a trombose. Flebite (vasculite, trombofilias, estado de hipercoagulabilidade em geral). SUPER IMPORTANTE Anamnese bem feita e assinada pelo paciente. Assinatura do termo de consentimento. MAYARAMOURA 28Intercorrências COMO EVITAR COM CUIDADOS DURANTE E APÓS ATENDIMENTO Cuidado com excesso de esclerosante. Evitar injetar fora do lúmen do vaso. Hirudoid 3x ao dia na região. Hidratação (cremes a base de Uréia e óleos hidratantes) Fotoproteção MAIS DICAS volume de glicose a ser utilizada em uma sessão deve ser de 3 a 6ml por sessão, variável de acordo com a quantidade e calibre dos microvasos. Não ultrapasse 10ml por sessão, independente da quantidade de telangiectasias e microvasos. Pacientes com tendências a hiperpigmentação - Glicose a 50% inicialmente e depois usar a 75%. Em caso de hematomas e inchaço indicar pomadas, tais como: TROMBOFOB; VENALOT OU HIRUDOID, sendo preferível a hirudoide pela presença do ativo MPS. Aplicar no local de 3 a 5vezes ao dia. Venalot® creme Creme para pernas e pés com cumarina Peso 40, Use PEDIATRICO Hematomas Distensões Dores nas pernas Sensação de conforto imediato Alivia a sensação de peso Hirudoid® e cansaço nas pernas e pés 500 Gel polissulfato de Produto apropriado para uso em gestantes mucopolissacarídeo Hematomas 5 mg/g Inflamação Adequado à pele seca Uso Tópico ou PESO LÍQUIDO: 40g Varizes Daikhi Sankyo Dermatologicamente testado USO EXTERNO Conteúdo 240 mL MAYARAMOURA 29Intercorrências M QUAIS SÃO? Reações alérgicas; Distúrbios de pigmentação pós PEIM; Flebite - Tromboflebite; Microtombo; Angiogênese secundária; Necrose; Trombose venosa profunda; Embolia. AYARAMOURA ESTÉTICA AVANÇADA EMAGRECIMENTO MAYARAMOURA ESTÉTICA AVANÇADA & EMAGRECIMENTO MAYARAMOURA 30Reações M alérgicas Escleroterapia pode causar desde reações alérgicas simples como uma urticária até um choque anafilático. Por esse motivo, não aconselho USO de substânias detergentes, mas sim as substâncias osmóticas. Segue sintomas do choque anafilático: Mal estar Hipotensão Desmaio Taquicardia Vômito Dispnéia Conclusões Arritmia cardíaca Edema de glote AYARAMOURA ESTÉTICA AVANÇADA Urticária após escleroterapia com glicose e lidocaína. MAYARAMOURA 31Reações M alérgicas COMO EVITAR Não associar anestésicos CASO ACONTEÇA Polaramine® maleato de dexclorfeniramin: 2mg POLARAMINE 1 comprimido - 3X ao dia ANTIALÉRGICO COMPRIMIDOS REVESTIDOS Contém 20 comprimidos revestidos desonida Medicamento genérico Lei n° 9.787, de 1999 G DESONIDA POMADA Medley. VENDA SOB 0,5 mg/g PRESCRIÇÃO creme dermatológico MÉDICA 2X ao dia Medicamento USO ADULTO PEDIÁTRICO TÓPICO Genérico Peso líquido: 30 g na região afetada DOSE DE ATAQUE EMS prednisolona PREDNISOLONA 20MG 20 mg USO ORAL USO ADULTO PEDIÁTRICO 12/12 hs por 4 dias Medicamento Genérico VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA Contém 10 comprimidos MAYARAMOURA 32Discromias após PEIM 1. Procedimentos estéticos que utilizam-se de mecanismos inflamatórios podem ocasionar complicações; 2. Alterações na pigmentação cutânea. DISCROMIAS São alterações na coloração da pele resultantes da diminuição (hipomelanoses) do aumento (hipermelanoses) da melanina e da deposição de substâncias endógenas exógenas na derme (hipercromias). HIPERCROMIAS A formação excessiva de pigmento dos melanócitos leva à formação das hipercromias e manchas. Existem, atualmente, emtorno de 29 mecanismos conhecidos que auxiliam na produção da melanina pelo melanócito (melanogênese). HIPOCROMIAS menor pigmentação de determinado local emrelação à cor natural da pele do indivíduo. MAYARAMOURA 33Hiperpigmentação Pós Escleroterapia HIPERCROMIA PÓS-INFLAMATÓRIA - HPI Decorrente da resposta tecidual ao resíduo necrótico do vaso destruído. Obviamente ele é tanto maior quanto mais calibrosa for a veia tratada. extravasamento da solução esclerosante para além do lúmen do microvaso. DEPOSIÇÃO DE HEMOSSIDERINA Algumas telangiectasias ficam contraídas, semsangue. Outros ficam comgrande volume de sangue coagulado. Este coágulo protegido pela parede do vaso será absorvido mais lentamente do que se estivesse disperso nos tecidos. Permitindo a transformação da hemoglobina emhemossiderina e ferro livre. Quando vaso se rompe há uma dispersão destes componentes que não serão identificados como corpo estranho, permanecendo no local. MAYARAMOURA 34Inibição da síntese de melanina SERICINA AMINOÁCIDO BIOMIMÉTICO RESTAURADOR ANTES A SÍNTESE DURANTE A SÍNTESE APÓS A SÍNTESE DE MELANINA DE MELANINA DE MELANINA Fatores Ambientais Fotoprotetores Queratinócitos Peeling Renovador celular Antioxidantes Ácido Ferúlico AHA's, PHA's. Ácido Ascórbico Retinol, Revinage, Coenzima Q-10 Endotelina 1 MELANINA Biomimetic, ETI Beta lipoácido -Inibidor ETI Prostaglandinas Belides -Inibidor fator melanogênico Ácido Tranexamico Whitonyl Inibidor da transferência de melanina, Whitonyl, Nicotinamida Inibidor alfa-MSH Belides Melanócitos alfa-MSH TIROSINASE MELANINA Inibidor da Tirosina Ácido Fítico, Alfa-Arbutin, Hexyl Resorcinol, Whitonyl Dendrito Queratinócito 3 2 Transferência dos Tirosinase Melanossomos para Queratinócitos 3 Adrenomedulina L-tirosina L-DOPA 2 Melanogênese Tirosinase feomelanina dopaquinona Cisteína Produção dos Melanossomos Melanossomos Oxidação e Transcrição de polimerização Tirosinase e TRP-I eumelanina TRP-2 Tirosinase Endotelina a-MSH Melanócito MAYARAMOURA 35Ativos que atuam no pigmento formado ANTIPOLLON HT Elevada afinidade e eficiência na captura da melanina. É facilmente incorporado aos cosméticos, sozinho emassociação a outros agentes despigmentantes, agindo como potencializador. Concentrações: 1,0 - 4,0% (cremes, loções e suspensões aquosas). Em associação com outros despigmentantes pode se utilizar a 0,5%. ESFOLIANTES TURN OVER ÁCDO MANDÉLICO ÁCIDOGLICÓLICO MAYARAMOURA 36Ativos para mancha por depósito de Hemo MAIS USUAIS HALOXYL - é um ativo composto por matrikinas, que agem como quelantes de bilirrubina e ferro, diminuindo a pigmentação local. Concentração: 2% ÁCIDO TIOGLICÓLICO - Possui afinidade com ferro semelhante à apoferritina, tendo a capacidade de quelar ferro da hemossiderina, por apresentar grupo tiólico. Concentração: até 10% FORMULAÇÕES FORMULAÇÃO 1 FORMULAÇÃO 2 Ácido mandélico 4% Ácido glicólico 3% Antipollon ht 0,5% Antipollon ht 0,5% Arbutin 3% Ácido fítico 5% Ácido Tioglicólico 3% haloxyl 2% Gel-creme qsp 30g Gel-creme qsp 30g MAYARAMOURA 37HP Tratamento M laser de baixa potência se difere do laser de alta potência por não produzir MINILASER nenhum efeito térmico considerável e suas reações são praticamente somente de celular. Muitos trabalhos estão evidenciando USO da laserterapia na cicatrização de feridas, na diminuição e até extinção de tumores, nos processos de cicatrização, na ELIMINAÇÃO DE MANCHAS, no tratamento de queloides e cicatrizes hipertróficas, nas cirurgias de modo geral, na diminuição de edemas e no controle da dor. Aumento da Mitose Diferenciação e Metabolismo celular Nutrição Hidratação Protocolo 3J por 1 minuto - 2x por semana MAYARAMOURA 38Acromias Causadas por procedimentos estéticos Agressão/Lesão do tecido Inflamação Mediadores químicos TNF alfa e Beta M MAYARAMOURA Células epidérmicas Vesículas de melanina ICAM-1 Grânulos de melanina Prolongamentos do melanócito Melanócito MAYARAMOURA 39Acromias OPÇÕES DE ATIVOS Estimula a proliferação de SOUMYANATH et al., 2006; melanócitos, além de proteger FAAS et al., 2008; DNA celular, e, por isso, não Pigmerise desencadeia risco de de melanoma, sem a necessidade de luz UV no tratamento. É capaz de aumentar a McNEELY & GOA et al., Mamacadela velocidade de repigmentação 1998; COLOMBOA et al., 2003 da pele. Tem a capacidade de KANG et al., 2006; promover a repigmentação, em CHITVANICH et al. 2016 grande parte, devido à capacidade do fármaco para Tacrolimus aumentar a atividade da tirosinase na via da melanogênese além de aumentar crescimento e a migração dos melanócitos. FORMULAÇÕES Mamacadela 20% Pigmerise 20% Pomada qsp 20gr Fitalite qsp 20gr MODO DE USAR Aplicar nas áreas Aplicação tópica nas durante a noite e lesões, 1x à noite. lavar ao acordar. Pigmerise™ pode OBS: Não se expor ao causar ardência e sol após passar a eritema transitórios pomada. quando aplicado em regiões sensíveis. MAYARAMOURA 40Flebite & Tromboflebite FLEBITE é toda inflamação da parede de uma veia, que por sua vez, ficam endurecidas devido a coagulação do sangue. É causada normalmente pelo fluxo de sangue masi lento, um dano local e mudanças na composição do sangue. Devemos tentar evitar a esclerose de vasos de grande calibre em pacientes com a predisposição a trombose, flebite (vasculite; trombofilias; estado de hipercoagulabilidade em geral). Sendo muito importante estes dados ANAMNESE. Devemos tentar evitar a esclerose de vasos de grande calibre. Evitar pacientes com a predisposição a trombose. Flebite (vasculite; trombofilias; estado de HIPERCOAGULABILIDADE emgeral). Sendo muito importante estes dados ANAMNESE. Em casos de tromboflebite, devemos remover microtombo para que haja um estabelecimento do fluxo sanguíneo local e recomendar massagear a região com hirudoid, 3x ao dia. MAYARAMOURA 41Microtrombo HÁ VÁRIAS FORMAS PARA SE EVITAR 1. Enfaixamento compressivo; 2. Uso de vasoconstrictores tópicos pré escleroterapia; 3. (digitoxina, benzopirona, colesterolescina); 4. Repouso com membros elevados imediatamente; 5. Na vigência de coágulos a melhor conduta é esvaziá-los por punção com agulha. Digitoxina 0,03% Benzopirona 4% Heparina 10.000 U Glicirrízico 1% MAYARAMOURA 42Microtrombo 1. Na vigência de coágulos a melhor conduta é esvaziá-los por punção com agulha. 2. Pode-se remover com a seringa de 3ml associada a uma agulha. Neste caso, é necessário colocar 1-2ml de glicose na seringa que impede que haja passagem de ar entre êmbolo e as paredes internas da seringa. A B Victoria, 2008. Benzopirona 4% Heparina 10.000 U Glicirrízico 1% MAYARAMOURA 43Angiogênese secundária PRESSÓRICA Sobrecarga pressórica a toda rede de microveias. A injeção de volumes excessivos de esclerosante, com pressão exagerada. HIPERMETABÓLICA Destruição de tecido vascular e perivascular leva a uma inflamação perivascular extensa estimulando todo processo de angiogênese com seu estado hipermetabólico; Liberação de heparina, estimulação de mastócitos, ruptura da continuidade da ligação intermolecular endotelial, migração e germinação de células endoteliais, liberação de fatores angiogênicos com FGF, TNF, PDGF... MAYARAMOURA 44Angiogênese secundária PRESSÓRICA Sobrecarga pressórica a toda rede de microveias. A injeção de volumes excessivos de esclerosante, com pressão exagerada. HIPERMETABÓLICA Destruição de tecido vascular e perivascular leva a uma inflamação perivascular extensa estimulando todo processo de angiogênse com seu estado hipermetabólico; Liberação de heparina, estimulação de mastócitos, ruptura da continuidade da ligação intermolecular endotelial, migração e germinação de células endoteliais, liberação de fatores angiogênicos com FGF, TNF, PDGF... HIPERMETABÓLICA Injeção de volume excessivos de esclerosante; Injeção fora do microvaso. Pressão Inflamação Estimulando processo exagerada A partir dos Angiogênese perivascular extensa de já existentes pos na punção escleroterapia angiogênse MAYARAMOURA 45Necrose A etiologia mais comum é a injeção com pressão excessiva que acaba levando a oclusão de pequenas arteríolas nutrícias. extravasamento da solução esclerosante também pode causar pequenas úlceras, sendo mais comum. 1. Etanolamina 2. Polidocanol 3. Glicerina crômica 4. Glicoses MAYARAMOURA ESTÉTICA AVANÇADA & EMAGRECIMENTO (Fonte: Brandão et al, 2018; Imagem: acervo próprio) MAYARAMOURA 46Necrose M 1. Relaciona-se diretamente com a pressão de injeção e inversamente com diâmetro do vaso; 2. Quanto maior a pressão e menor vaso, maior a possibilidade de sua ocorrência; 3. De acordo com a lei de Poiseuille, a pressão diminui proporcionalemnte ao aumento da viscosidade; 4. logo, risco de necrose cutênaea é menor quando se usa esclerosantes com alta viscosidade; 5. Nesse sentido esclerosantes são vantajosos emrelação aos detergentes (menos viscosos). Fonte: Brandão et al, 2018 INDICAÇÕES ÓLEOS COM ÁCIDOS GRAXOS ESSENCIAIS - AGE & ÓLEO OZONIZADO DERSANI ORIGINAL DERSANI ORIGINAL Oleozon combate Oleozon 200ml conteúdo Tratamento de feridas, tais como: 1. Úlceras de pressão; 2. Úlceras neuropáticas (pé diabético); 3. Deiscências cirúrgicas; 4. Úlcera venosa de estase; 5. Úlcera arterial. MAYARAMOURA 47Tromboebolismo As informações sobre a ocorrência do tromboebolismo venoso associado à escleroterapia de telangiectasias e veias reticulares da classe CEAP I são escassas na literatura. Relatos de meados do século passado indicavam baixíssima incidência de tromboebolismo, embora fossem referentes à escleroterapia. Todavia, a maioria dessas informações era obtida a partir da impressão clínica e, portanto, imprecisas, se considerarmos a natureza silenciosa de boa parte dos fenômenos tromboebólicos. Dor Calor Vermelhidão Rigidez da musculatura na região emque se formou trombo MAYARAMOURA 48CONTATOS Toque para interagir 81 99401-1723 @mayaramourabiomedico Éstética na veia Currículo Mayara Moura