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USO IRRACIONAL DE MEDICAMENTOS ANSIOLÓTICOS ENTRE MULHERES ADULTAS E SEUS IMPACTOS À SAÚDE: UMA REVISÃO[footnoteRef:1] [1: Este artigo apresenta alguns dos elementos estudados no Curso Farmácia e foi apresentado ao final do curso Farmácia sob a orientação do Prof. Dayvid Batista.] 
Emilly Vitória Soares Morais1; Maria Alice Rodrigues de Souza2; Luiz Henrique da Silva Pereira; Dayvid Batista3
	
Resumo
A saúde mental tem sido reconhecida como um importante componente da qualidade de vida e do bem-estar da população, especialmente diante do aumento dos transtornos de ansiedade e da crescente utilização de medicamentos ansiolíticos. Entre as mulheres adultas, fatores biológicos, sociais e emocionais podem contribuir para uma maior vulnerabilidade ao sofrimento psíquico, favorecendo o uso desses medicamentos. Entretanto, a utilização irracional de ansiolíticos, associada à automedicação, ao uso prolongado e à ausência de acompanhamento profissional, pode ocasionar diversos impactos à saúde, incluindo dependência, reações adversas e comprometimento da segurança terapêutica.
 O presente estudo tem como objetivo descrever o uso irracional de medicamentos ansiolíticos entre mulheres adultas e seus impactos à saúde. Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, realizada por meio da análise de artigos científicos publicados entre 2021 e 2026, selecionados nas bases de dados PubMed e ScienceDirect. Os estudos analisados evidenciaram a importância do uso racional desses medicamentos e do acompanhamento profissional para a prevenção de riscos relacionados à farmacoterapia. Conclui-se que o uso inadequado de ansiolíticos representa um desafio para a saúde pública, reforçando a necessidade de estratégias de educação em saúde e fortalecimento da assistência farmacêutica voltadas à promoção da segurança e da qualidade do cuidado em saúde mental.
palavras-chave: Anti-Anxiety Agents, Self Medication. Mental Health, Women’s Health, Pharmaceutical Services.
	
introdução
A saúde mental tem sido reconhecida como um dos principais componentes da qualidade de vida e do bem-estar da população, apresentando crescente relevância no contexto da saúde pública. Fatores relacionados às condições sociais, econômicas e emocionais podem influenciar diretamente o desenvolvimento de transtornos mentais, como ansiedade, depressão, transtornos do humor e insônia. Nesse cenário, a saúde mental ultrapassa a dimensão individual, tornando-se uma questão coletiva que demanda atenção dos serviços de saúde e formulação de políticas públicas voltadas à prevenção e ao tratamento adequado dessas condições (Ventura et al., 2026; Barros; Silva, 2023).
Os transtornos mentais apresentam elevada prevalência na população mundial, contribuindo significativamente para impactos sociais, econômicos e clínicos. Em decorrência disso, observa-se um aumento no uso de medicamentos utilizados no manejo dessas condições, especialmente aqueles destinados ao tratamento dos transtornos de ansiedade. Dados epidemiológicos demonstram importante utilização desses medicamentos no contexto brasileiro, evidenciando sua relevância no cuidado em saúde mental e reforçando a necessidade de acompanhamento adequado durante o tratamento farmacológico (Barros; Silva, 2023; Laurin et al., 2023).
Os medicamentos ansiolíticos desempenham papel fundamental no controle dos sintomas relacionados aos transtornos de ansiedade, promovendo melhora da qualidade de vida e maior estabilidade clínica aos pacientes. Esses medicamentos são amplamente utilizados para redução da ansiedade e do sofrimento psíquico, contribuindo para o manejo terapêutico de indivíduos acometidos por esses transtornos. Quando utilizados de forma adequada e sob supervisão profissional, podem contribuir significativamente para a adesão ao tratamento e melhora do quadro clínico (Bucciarelli et al., 2025).
Diversos estudos apontam que as mulheres apresentam maior prevalência de transtornos de ansiedade quando comparadas aos homens, tornando-se um grupo frequentemente exposto ao uso de medicamentos ansiolíticos. Além dos fatores biológicos, aspectos sociais, emocionais e culturais podem influenciar tanto o desenvolvimento desses transtornos quanto os padrões de utilização dos medicamentos, justificando a importância de estudos voltados para essa população.
Entretanto, apesar dos benefícios terapêuticos, a utilização de medicamentos ansiolíticos requer acompanhamento profissional adequado, considerando fatores como dose, tempo de tratamento, interações medicamentosas e individualidade do paciente. O acompanhamento terapêutico torna-se essencial para garantir maior segurança e efetividade no tratamento, reduzindo possíveis complicações relacionadas ao uso desses medicamentos (Wand, 2025).
No entanto, observa-se um aumento no uso irracional de medicamentos ansiolíticos, frequentemente associado à automedicação, interrupção inadequada do tratamento e utilização sem orientação profissional. A busca pelo alívio rápido de sintomas emocionais e psicológicos, aliada à falta de informação sobre os riscos, favorece práticas inadequadas relacionadas ao consumo desses medicamentos. Tal cenário representa uma preocupação crescente para a saúde pública, devido aos possíveis prejuízos à saúde e ao comprometimento da efetividade terapêutica (Quincho-Lopez et al., 2021; Melo et al., 2021).
Diante desse contexto, torna-se fundamental fortalecer estratégias voltadas à promoção do uso racional de medicamentos ansiolíticos, considerando os riscos associados ao seu uso inadequado e os impactos à saúde das mulheres adultas. Nesse processo, o farmacêutico desempenha papel essencial por meio da orientação aos pacientes, do acompanhamento farmacoterapêutico e da educação em saúde. Dessa forma, o presente estudo tem como objetivo descrever o uso irracional de medicamentos ansiolíticos entre mulheres adultas e seus impactos à saúde.
 METODOLOGIA
O presente estudo caracteriza-se como uma revisão integrativa da literatura, de abordagem qualitativa, com caráter descritivo e exploratório, voltada à análise do uso irracional de medicamentos psicotrópicos e seus impactos à saúde. A busca dos artigos foi realizada nas bases de dados ScienceDirect e BVS utilizando os Descritores em Ciências da Saúde (DeCS) “Psicotrópicos”, “Uso de Medicamentos”, “Saúde Mental”, “Automedicação” e seus correspondentes em inglês, combinados por meio dos operadores booleanos AND e OR.
Foram incluídos artigos publicados entre 2021 e 2026, disponíveis na íntegra, nos idiomas português, inglês e espanhol, sendo relacionados ao tema proposto. Foram excluídos artigos duplicados, estudos fora do período estabelecido e publicações que não apresentavam relação direta com o objetivo da pesquisa.
Inicialmente, foram identificados 24 estudos nas bases de dados consultadas. Após a exclusão de 4 artigos duplicados, permaneceram 20 estudos para triagem. Destes, 4 foram excluídos por não atenderem aos critérios estabelecidos, resultando em uma amostra final de 16 artigos.
A análise dos dados foi realizada por meio da leitura exploratória e interpretativa dos estudos selecionados, permitindo a identificação dos principais achados relacionados ao uso irracional de medicamentos psicotrópicos e seus impactos à saúde.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
 Foram selecionados 16 artigos científicos para compor esta revisão integrativa, obtidos nas bases de dados PubMed, SciELO e ScienceDirect, após a aplicação dos critérios de inclusão e exclusão estabelecidos. O processo de seleção dos estudos está apresentado na Figura 1.
Figura 1: Fluxograma do processo de seleção dos artigos nas bases de dados.
Fonte: autoria própria
A análise dos 16 artigos selecionados permitiu identificar que o uso de medicamentos psicotrópicos tem aumentado em diferentes contextos populacionais, estando relacionado principalmente a transtornos mentais, sofrimento psíquico, vulnerabilidade social e situações de crise, como a pandemia da COVID-19. Os estudos também evidenciaram que a automedicação e o uso sem acompanhamentoprofissional podem contribuir para reações adversas, dependência e outros prejuízos à saúde.
Além disso, os resultados destacaram a importância do cuidado farmacêutico na promoção do uso racional de medicamentos, por meio da orientação aos pacientes, acompanhamento farmacoterapêutico e prevenção de problemas relacionados aos medicamentos. Dessa forma, os achados reforçam a necessidade de ações voltadas à educação em saúde e ao fortalecimento da assistência farmacêutica.
	
	
	
	
	
	
 
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2
Quadro 1: Artigos utilizados como resultados e discussão no presente estudo.
	Título do artigo
	Autor(es)
	Ano de publicação
	Principais objetivos
	Principais resultados
	DOI/URL do artigo
	Título do Artigo
	Autor(es)
	Ano
	Objetivo
	Principais Resultados
	DOI
	Psychotropic effects of GLP-1R agonists
	Bucciarelli et al.
	 2025
	Avaliar os efeitos psicotrópicos dos agonistas GLP-1.
	Redução de sintomas depressivos e comportamentos aditivos; necessidade de mais estudos.
	https://doi.org/10.1016/j.phrs.2025.108036
	Psychotropic drugs consumption during 2020 COVID-19 pandemic and lockdowns
	Laurin et al.
	2023
	Investigar o consumo de psicotrópicos durante a pandemia na França.
	Aumento de 40,3% no consumo de psicotrópicos.
	https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/39715357/
	Use of Psychotropic Drugs during the COVID-19 pandemic in Minas Gerais, Brazil
	Barros; Silva.
	2023
	Analisar o perfil de dispensação de psicofármacos durante a pandemia.
	Aumento significativo do consumo de psicofármacos.
	https://doi.org/10.1590/1980-549720230059 
	Uso de psicofármacos entre comunidades indígenas y quilombolas en Brasi
	Loures et al.
	2024
	
Avaliar o consumo de psicofármacos em comunidades tradicionais.
	Crescimento do uso relacionado à vulnerabilidade social.
	https://doi.org/10.18294/sc.2024.4892 
	Depression, anxiety, psychotropic drugs, and acute myocardial infarction
	Parkin et al.
	2023
	Investigar associação entre depressão, ansiedade e infarto.
	Após ajuste para fatores de confusão, depressão, ansiedade e uso de psicotrópicos não se mostraram fatores independentes de risco para infarto agudo do miocárdio.
	https://doi.org/10.1017/S0033291721003159
	Examining the Long-Term Impacts of Psychotropic Drugs and Considerations for People Discontinuing Treatment
	Wand
	2025
	Avaliar os impactos do uso prolongado de psicotrópicos.
	Avaliar os impactos do uso prolongado de psicotrópicos.
	https://doi.org/10.1080/01612840.2025.2476156 
	Self-medication practices to prevent or manage COVID-19: A systematic review
	Quincho-Lopez et al.
	2021
	Avaliar a prevalência da automedicação durante a pandemia.
	Alta frequência de automedicação e riscos associados.
	https://doi.org/10.1371/journal.pone.0259317 
	Automedicação e uso indiscriminado de medicamentos durante a pandemia da COVID-19
	Melo et al.
	2021
	Discutir os impactos da automedicação durante a pandemia.
	Aumento do consumo e de reações adversas medicamentosas.
	https://doi.org/10.1590/0102-311X00053221 
 
	Psychoactive substance consumption after the Fundão dam mine tailing disaster in Minas Gerais State, Brazil
	Miranda et al.
	2024
	Investigar o consumo de psicoativos após o desastre de Fundão.
	Aumento do consumo de clonazepam e fluoxetina.
	https://doi.org/10.1590/0102-311XEN237022 
	Percepção de farmacêuticos na implantação do Cuidado Farmacêutico na Atenção Básica
	D'Andréa; Wagner; Schveitzer
	2022
	Avaliar a implantação do cuidado farmacêutico.
	Melhor acompanhamento terapêutico e educação em saúde.
	https://doi.org/10.1590/S0103-73312022320212 
	Atuação do farmacêutico clínico na unidade de terapia intensiva: uma revisão integrativa
	Costa et al.
	2023
	Evidenciar a contribuição do farmacêutico clínico na UTI.
	Redução de erros de medicação e eventos adversos.
	https://doi.org/10.38087/2595.8801.531 
	Atenção Primária à Saúde na percepção de pessoas com necessidades de cuidado em saúde mental
	Ventura et al.
	2026
	Analisar a percepção dos usuários sobre o cuidado em saúde mental.
	Necessidade de maior capacitação profissional.
	https://doi.org/10.1590/1981-7746-ojs3349 
	Assistência farmacêutica e a incorporação de psicotrópicos: lacunas terapêuticas e oportunidades de fortalecimento no SUS
	Valdivieso et al.
	2026
	Avaliar a incorporação de psicotrópicos na RENAME.
	Identificou lacunas terapêuticas para ansiedade e depressão.
	https://doi.org/10.1590/1413-81232026311.14222025 
	Uso de psicofármacos entre trabalhadores em afastamento laboral por transtornos mentais
	Leão et al.
	2021
	Analisar o uso de psicofármacos em trabalhadores afastados.
	Polifarmácia associada a afastamentos prolongados.
	10.31744/einstein_journal/2021AO5506
	Uso de psicotrópicos por acadêmicos da área da saúde: uma análise comparativa e qualitativa
	Tovani; Santi; Trindade
	2021
	Avaliar o consumo de psicotrópicos entre estudantes da área da saúde.
	Elevado consumo associado ao sofrimento psíquico.
	https://doi.org/10.1590/1981-5271v45.3-20200485.ING 
Fonte: Elaborado pelos autores (2026).
	
	
	
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Conclusão
O presente estudo permitiu compreender o uso irracional de medicamentos psicotrópicos e seus impactos à saúde, evidenciando que essa prática constitui um importante problema de saúde pública. Os estudos analisados demonstraram que fatores como automedicação, uso sem acompanhamento profissional, vulnerabilidade social e sofrimento psíquico contribuem para o aumento do consumo desses medicamentos.
Os objetivos propostos foram alcançados, uma vez que a análise dos estudos permitiu compreender o uso irracional de medicamentos psicotrópicos e seus impactos à saúde. Os artigos selecionados evidenciaram que fatores como automedicação, ausência de acompanhamento profissional, vulnerabilidade social e sofrimento psíquico estão relacionados ao uso inadequado desses medicamentos e às suas consequências para a saúde dos indivíduos. Além disso, destacou-se a importância do farmacêutico na orientação dos pacientes e na promoção do uso racional de medicamentos.
Dessa forma, conclui-se que o acompanhamento profissional é fundamental para garantir a efetividade e a segurança do tratamento com psicotrópicos. Por fim, sugere-se a realização de novos estudos sobre estratégias de educação em saúde e intervenções farmacêuticas voltadas à prevenção do uso inadequado desses medicamentos, contribuindo para o fortalecimento das ações em saúde mental.
REFERÊNCIAS
BARROS, Juliana Cerqueira; SILVA, Sarah Nascimento. Use of Psychotropic Drugs during the COVID-19 pandemic in Minas Gerais, Brazil. Revista Brasileira de Epidemiologia, São Paulo, v. 26, e230059, 2023. DOI: 10.1590/1980-549720230059.
BUCCIARELLI, Loredana; CIMINO, Vincenzo; DELL'OSSO, Bernardo; FIORINA, Paolo. Psychotropic effects of GLP-1R agonists. Pharmacological Research, v. 205, 108036, 2025. DOI: 10.1016/j.phrs.2025.108036.
COSTA, Renata de Sousa; LIMA, Alanderson de Oliveira de; PINHEIRO, Bruna de Sousa; SANTOS, Francisco Charles dos; PINHEIRO, Lucas de Sousa. Atuação do farmacêutico clínico na unidade de terapia intensiva: uma revisão integrativa. Research, Society and Development, Vargem Grande Paulista, v. 12, n. 2, 2023. DOI: 10.33448/rsd-v12i2.39951.
D'ANDRÉA, Renato Dias; WAGNER, Gabriela Arantes; SCHVEITZER, Mariana Cabral. Percepção de farmacêuticos na implantação do Cuidado Farmacêutico na Atenção Básica. Physis: Revista de Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 32, n. 2, 2022. DOI: 10.1590/S0103-73312022320212.
LAURIN, Andrew et al. Psychotropic drugs consumption during 2020 COVID-19 pandemic and lockdowns: Evidence of a surprising resilience of the drugs delivery system in France. European Neuropsychopharmacology, Amsterdam, v. 73, p. 48-61, 2023. DOI: 10.1016/j.euroneuro.2023.04.004.
LEÃO, Fabiana Vieira Garcia; MESQUITA, Alessandra Rezende; GOTELIPE, Luciana Gonçalves de Oliveira; PÁDUA, Cristiane Menezes de. Uso de psicofármacos entre trabalhadores em afastamento laboral por transtornos mentais. Einstein (São Paulo), São Paulo, v. 19, 2021. DOI: 10.31744/einstein_journal/2021AO5506.
LOURES, Gabrielada Silva Gonçalves et al. Uso de psicofármacos entre comunidades indígenas y quilombolas en Brasil. Salud Colectiva, Buenos Aires, v. 20, 2024. DOI: 10.18046/saludcolectiva.2024.e4895.
MELO, José Romério Rabelo et al. Automedicação e uso indiscriminado de medicamentos durante a pandemia da COVID-19. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 37, n. 4, 2021. DOI: 10.1590/0102-311X00053221.
MIRANDA, Elaine Silva et al. Psychoactive substance consumption after the Fundão dam mine tailing disaster in Minas Gerais State, Brazil. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 40, 2024. DOI: 10.1590/0102-311XEN237022.
PARKIN, Lianne et al. Depression, anxiety, psychotropic drugs, and acute myocardial infarction: large prospective study of United Kingdom women. Psychological Medicine, Cambridge, v. 53, 2023. DOI: 10.1017/S0033291721003159.
QUINCHO-LOPEZ, Alvaro et al. Self-medication practices to prevent or manage COVID-19: A systematic review. PLOS ONE, San Francisco, v. 16, n. 11, 2021. DOI: 10.1371/journal.pone.0259317.
TAMACHIRO, Susanna Tawata; GONÇALVES, Fabio Augusto Rodrigues; SIMONE, Adriane Lopes Medeiros; AGUIAR, Patricia Melo. A indústria farmacêutica interfere na sustentabilidade do sistema de saúde pública no Brasil? Uma reflexão sobre a pressão por incorporação de medicamentos. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 38, n. 4, 2022. DOI: 10.1590/0102-311XPT233321.
TOVANI, João Borges Esteves; SANTI, Luísa Jobim; TRINDADE, Eliana Villar. Uso de psicotrópicos por acadêmicos da área da saúde: uma análise comparativa e qualitativa. Revista Brasileira de Educação Médica, Brasília, v. 45, n. 3, 2021. DOI: 10.1590/1981-5271v45.3-20200485.
VALDIVIESO, Daniela; BIGLIA, Luiza Vasconcelos; SANTANA, Rafael Santos; MENDES, Samara Jamile; AGUIAR, Patricia Melo. Assistência farmacêutica e a incorporação de psicotrópicos: lacunas terapêuticas e oportunidades de fortalecimento no SUS. Ciência & Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, 2026. DOI: 10.1590/1413-81232026311.14222025.
VENTURA, Carla Aparecida Arena et al. Atenção Primária à Saúde na percepção de pessoas com necessidades de cuidado em saúde mental: desafios, expectativas e recomendações. SMAD, Revista Eletrônica Saúde Mental Álcool e Drogas, Ribeirão Preto, 2026. DOI: 10.1590/1981-7746-ojs3349.
WAND, Timothy. Examining the Long-Term Impacts of Psychotropic Drugs and Considerations for People Discontinuing Treatment. Issues in Mental Health Nursing, 2025. DOI: 10.1080/01612840.2025.2476156.
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