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11
SUPERIOR TECNOLOGIA EM RADIOLOGIA
leonardo souza schrammel
ATIVIDADE PRÁTICA 
MAMOGRAFIA E DENSITOMETRIA ÓSSEA
ARIQUEMES-RO
2023
leonardo souza schrammel
ATIVIDADE PRÁTICA 
MAMOGRAFIA E DENSITOMETRIA ÓSSEA
Relatório de Atividade Prática apresentado a Universidade UNOPAR como requisito para obtenção de média para a disciplina de Mamografia e Densitometria Óssea.
ARIQUEMES-RO
2023
SUMÁRIO
1	INTRODUÇÃO	3
2	DESENVOLVIMENTO	4
2.1	ATIVIDADE 1 – PROCESSOS TÉCNICOS E OPERACIONAIS DA AQUISIÇÃO DE IMAGENS EM MAMOGRAFIA.	4
2.2	ATIVIDADE 2 – PROCESSOS TÉCNICOS E OPERACIONAIS DA AQUISIÇÃO DE IMAGENS EM densitometria óssea	7
3	CONCLUSÃO	10
REFERÊNCIAS	11
	
	
INTRODUÇÃO
Atividade Prática, será realizada de acordo as orientações contidas no manual de Aula Prática para a disciplina de Mamografia e Densitometria Óssea do curso de Radiologia.
As etapas a serem desenvolvidas conduzirão o aluno a conhecer e ser capaz de identificar os processos técnicos e operacionais da aquisição de imagens em mamografia, bem como; realizar o posicionamento e protocolos de aquisição de imagens em densitometria óssea .
DESENVOLVIMENTO
ATIVIDADE 1 – PROCESSOS TÉCNICOS E OPERACIONAIS DA AQUISIÇÃO DE IMAGENS EM MAMOGRAFIA.
Sistema Quadrante
 Figura 1. Sistema Quadrante
Fonte: adaptado pelo autor da Atividade Prática (2023)
QSL = Quadrante Superior Lateral ou QSE (Quadrante Superior Externo)
QIL = Quadrante Inferior Lateral ou QIE (Quadrante Inferior Externo)
QSM = Quadrante Superior Medial ou QSI (Quadrante Superior Interno)
QIM = Quadrante Inferior Medial ou QII (Quadrante Inferior Interno)
Incidências Básicas nas Rotinas de Mamografia
 O posicionamento da mama é o fator chave que afeta uma mamografia. Se for tomado cuidado durante o posicionamento, ele maximiza a quantidade de tecido mamário que está sendo fotografado, elimina a maioria dos artefatos e aumenta a sensibilidade da mamografia. 
Portanto, para a incidência de rotina crânio caudal, a paciente deve ser posicionada:
- De frente para o receptor. 
- A paciente deve ser orientada a virar a cabeça para o lado oposto da mama examinada, solicitar a paciente que coloque mão na cintura e ombro para trás ou braço ao longo do corpo.
- Elevar o sulco Inframamário para permitir melhor exposição da porção superior da mama, próxima ao tórax.
- O mamilo deve estar paralelo ao filme, e a mama centralizada ao bucky.
- É essencial que as mamas estejam posicionadas de maneira simétrica.
- O lado lateral da mama deve ser tracionado para o lado externo, com o intuito de eliminar possíveis dobras que possam gerar sobreposição dos quadrantes externos.
A incidência do Raio X é perpendicular da parte superior para a parte inferior, enquanto que no médio-lateral oblíqua a incidência é lateral.
 
Posicionamentos em Mamografia
 As visualizações geralmente são usadas para todos os clientes de triagem de rotina. Ou seja, a menos que haja contraindicação, as mamografias de rastreamento consistem nessas visualizações.
No posicionamento crânio caudal é possível avaliar a camada de gordura, o tecido glandular e em alguns casos o músculo peitoral dependendo da anatomia da paciente. Enquanto, no posicionamento médio lateral obliqua, é possível observar a parte do tecido junto a parede do tórax, a área superior do tecido da mama, além da cauda axilar.
A vista crânio caudal deve contemplar praticamente toda a estrutura da mama, exceto a parte mais lateral e axilar.
De acordo com a European Comission (2006), as áreas descritas para a obtenção da imagem são o tecido mamário; músculo peitoral ao nível do mamilo; papila mamária perfilada.
Posicionamento Angular Perfil Latero-medial (PLM)
O posicionamento do aparelho no perfil absoluto Lateromedial (PLM), é colocado na posição vertical nas laterais das mamas e o grau de angulação do tubo padrão é de 90º, partindo o feixe da região medial para a lateral. Porém, este ângulo pode variar dependendo do hábito corporal do paciente. Pacientes magros requerem angulação mais acentuada do que pacientes mais pesados. O tamanho correto do detector ou da pá de compressão é necessário para evitar o alongamento do músculo peitoral maior.
Análise de Tecidos da Mamografia
Figura 2 – incidência MLO (médio lateral oblíqua)
Fonte: Manual de Atividade Prática, (2023)
Observa-se na figura 2, a incidência média obliqua lateral (MLO), e os seguintes tecidos observados:
1- Tecido Fibroso
2- Tecido Adiposo (Gordura)
	
ATIVIDADE 2 – PROCESSOS TÉCNICOS E OPERACIONAIS DA AQUISIÇÃO DE IMAGENS EM densitometria óssea
Protocolo de Posicionamento de Densitometria Óssea da Coluna Lombar (DXA)
O Posicionamento correto do paciente para exame de Densitometria Óssea da Coluna Vertebral é, o paciente ficar em decúbito dorsal, com os braços em extensão paralelos ao tronco. 
As pernas do paciente devem ser posicionadas sobre um suporte esponjoso de maneira que a coluna vertebral fique retilínea.
Figura 3 – Posicionamento Paciente - Densitometria Óssea da coluna vertebral
Fonte: Centro Brasileiro de Ortopedia e Traumatologia, (2021)
Interpretação do T-Score
Figura 4 – Resultados Obtidos em Densitometria Óssea
Fonte: Manual de Atividade Prática, (2023)
Tabela 1 – Classificação T-Score OMS
Fonte: Grupo VOLL, (2017)
A tabela 2, demonstra a classificação de densidade mineral óssea. Comparando a tabela com os resultados obtidos no exame a interpretação é de Osteoporose Severa.
Posicionamento de Paciente em Protocolo de Densitometria Óssea de Fêmur (DXA)
Figura 5 – Posição do paciente no densitômetro.
https://www.med-rad.com/site/wp-content/uploads/2015/01/densitometria-ossea.jpg
A aquisição de imagens deste procedimento deverá incluir as seguintes regiões:
· Colo de fêmur
· Trocânter maior 
· Triângulo de Ward
CONCLUSÃO
Através do desenvolvimento desta atividade prática fica demostrado a importância de apresentar a imaginologia como método complementar para a realização do diagnóstico e rastreamento do câncer de mama, na classificação e amostragem de anomalias não palpáveis ​​da mama, bem como na definição da extensão dos tumores da mama, tanto localmente, loco-regional e em locais distantes.
Na segunda etapa evidencia-se que o teste de densidade óssea é um procedimento não invasivo para medir a força de seus ossos. É uma maneira eficaz de diagnosticar problemas de saúde relacionados aos ossos, como a osteoporose, e avaliar o risco de desenvolvê-los. O teste é frequentemente recomendado para pessoas com mais de 50 anos ou para aquelas com risco aumentado de desenvolver uma doença óssea.
Deste modo, foi de suma importância o aprendizado aqui adquirido na formação dos futuros profissionais de Radiologia.
REFERÊNCIAS
Centro Brasileiro de Ortopedia e Traumatologia. Densitometria Óssea: para que serve? Disponível em: https://medicinaortopedica.com/2021/01/25/densitometria-ossea/ 
EUROPEAN COMISSION. European guidelines for quality assurance in breast cancer screening and diagnosis. 4. ed. Luxembourg: European Communities, 2006.
432 p.
LOPES, Aimar Aparecida. Guia Prático de Posicionamento em Mamografia. Editora Senac. São Paulo. 2000.
POPLI, MB. TEOTIA, R. NARANG, M. Breast Positioning during Mammography: Mistakes to be Avoided. Breast Cancer (Auckl). 2014 
 
QSM
QSL
QIM
QIL
QSL
QSM
QIL
QIM
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