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Tratamento Cirúrgico de Dentes Inclusos

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1.TRATAMENTO CIRURGICO DE DENTES INCLUSOS
Perguntas Disparadoras
1. Qual idade que os terceiros molares podem erupcionar?
2. Qual a posição em que um terceiro molar se forma?
3. Quais fatores associados a impactação do terceiro molar?
4. Qual a faixa etária ideal para remoção dos terceiros molares?
25 anos formação das raízes do terceiro molar
O que pode causar a impactação dentária?
Orientação anormal, dentes adjacentes, dentes supranumerários, retenção prolongada de decíduos, lesões, osso de revestimento denso, excesso de tecido mole, falta de espaço para erupção, fissura labiopalatina, comprimento inadequado do arco, anormalidade genética que impede a erupção.
DENTES IMPACTADOS X DENTES INCLUSOS
Termo dente incluso abrange dentes impactados e os que estão no processo de desenvolvimento e de erupção.
Dentes Impactados
O que pode causar a impactação dentária- fatores sistêmicos
Displasia cleidocraniana, hipotireoidismo e hipotuitarismo, doença febris, síndrome de down, irradiação.
Comparadas as etiologias locais, nas sistêmicas mais dentes podem estar inclusos.
Dentes decíduos raramente são impactados
Incidência
3MI->3MS>CS>PMI>PMS>2M
DENTES IMPACTADOS AOS 18 ANOS:
30-50% de chance de erupcionar aos 25 anos
Germe do inferior visível aos 9 anos
Coroa mineralizada aos 11 anos
Coroa completa aos 14 anos
50% das raízes aos 16 anos
Raiz completamente formada com ápice aberto aos 18 anos.
Aos 24 anos, 95% dos 3MI que erupcionam terão sua erupção concluída
Ainda tem uma certa mobilidade do dente. Bom p remover. A partir dos 25 anos quanto mais tempo passa mais a cirurgia fica difícil.
Indicação
Indicar a necessidade de remoção de um dente assintomático é uma decisão difícil
Condutas sempre baseadas em evidência , dente impactado x incluso, avaliar espaço e tendência de impactação para prevenção de outras desordens locais.
Indicação 
DOENÇA PERIODONTAL, DOENÇA CÁRIE (DIFÍCIL HIGIENIZAR), PERICONARITEm(LEVE E SEVERA)
PACIENTE COM FEBRE + ATB> EXO 3M (SEVERA)
LEVE IHO, MEDIDAS LOCAIS, SEM ATB.
REABSORÇÃO RADICULAR NO DENTE ADJACENTE
PREJEUIZOS REABILITAÇÃO ORAL
LESÕES INTRAÓSSEAS 
CISTO PARADENTÁRIO é maior
CISTO DENTÍGERO >Folículo dilatado, restrita a junção amelocementária do folículo dilatado o que difere é o tamanho
CERATOCISTO > ANTEROPOSTERIOR
AMELO> EXPANSÃO ÓSSEA, Fratura.
INDICAÇÃO
Tratamento de dor sem origem aparente
Indicação ortodôntica
Otimização da saúde periodontal
Higiene oral
Prevenção de lesões e fraturas
Reabilitação oral
REMOÇÃO PROFILÁTICA
AVALIAÇÃO CRITERIOSA
Radioterapia na região de cabeça e pescoço, transplante de órgãos, quimioterapia, terapia com bisfosnatos e antirreabsortivos. Procedimento mais complexo: fatores sistêmicos.
AVALIAÇÃO IMAGINOLOGICA
Oclusal da maxila> clark
Dentes na mandíbula >Técnica Miller Winter
Técnica de Donovan > Posterior de mandíbula
Técnica de parma> 3m
TÉCNICA DE WINTER
Pell e Gregory
Relação diâmetro mesiodistal com a margem anterior do ramo mandibular(1, 2, 3)
1-Coroa totalmente anterior ao ramo mandibular
2-Metade da coroa coberta pelo ramo mandibular
3-Coroa totalmente dentro do ramo mandibular
Superfície oclusal do 3M e o plano oclusal do 2M
CLASSIFICAÇÃO DE WINTER
Risco de fratura da tuberosidade
FATORES QUE FAZEM A IMPACTAÇÃO CIRÚRGICA MENOS DIFÍCIL
1. Posição mesioangular
2. Ramo classe 1
3. Profundidade classe A
4. Um terço ou 2/3 da raiz formada
5. Raízes cônicas fusionadas
6. Ligamento periodontal amplo
7. Folículo grande
8. Osso elástico
9. Separação do SM
10. Separação do NAI
11. Impactação em tecido mole
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
Qual o fator mais importante a considerar no diagnóstico e planejamento?
-Queixa principal
Como determinar a dificuldade cirúrgica?
-Achados Clínicas + radiograficas
Quais dentes mais complexos de remoção?
-Antes dos 14 anos e depois dos 25 anos
2.TRATAMENTO CIRURGICO DE DENTES INCLUSOS REMOÇÃO E APROVEITAMENTO
EVITAR CURETAGEM DO ALVEOLO NO 3M, EXCETO CASO DE LESÃO
ADEQUADA EXPOSIÇÃO CIRURGICA
Envelope, trapezoidal, triangular.
Por onde iniciar o descolamento?
-sentido anteroposterior
Fórceps para dente superior 150, 151 apreender os fragmentos
ODONTOSECÇÃO MESIOANGULAR
-Coronectomia distal
ODONTOSECÇÃO HORIZONTAL- Ocorre na JCE
ODONTOSECÇÃO VERTICAL- Visualisar a furca durante a osteotomia, atenção para evitar separar apenas a distal da coroa em dentes multirradiculares
ODONTOSECÇÃO DISTOANGULAR- Secção da coroa
3.BASES DA IMPLANTODONTIA
Osseointegração, propriedades dos implantes, avaliação clínico imaginológica, planejamento reverso, princípios de etapas cirúrgicas.
Material do implante: óxido de titânio esse material vai permitir aposição de tecido ósseo, no proc. Da neoformação.
Implante hidrofílico
Inércia biocompatibilidade, permite aposição de tecido ósseo, geometria, estabilidade primária, tratamento de superfície.
Avaliação clinico imaginológica
Diametro pequeno (SD)= 3,4mm. 6,5mm
Diametro regular(RD)= 3,7mm. 4mm= 7mm
Diametro largo(WD)= 5mm, 8mm
14mm
Tipo de osso
1 e 2 anterior de mandíbula
2, 3 e 4 maxila
FASE 1- Instalação do implante
Torque de inserção, sistema de conexão(torque), carga imediata(mínimo risco de giro)
Protocolos de instalação do implante
Imediato: no dia da exo
Precoce: 4-8 semanas( tecido mole)
12-16 semanas(tecido ósseo)- até 3 meses
Tardio 
Após cicatrização óssea(6 meses)
PROTOCOLOS DE CARGA
Imediata: até 7 dias
Precoce 1 semana – 2 meses
Convencional: Após 2 meses(TI), 4 meses mandíbula, 6 meses maxila enxerto
FASE II- REABERTURA
Acesso cirúrgico, considerar futuro tecido mole periimplantar, osseointegração, mobilidade, supuração, dor, exsudato, imagem RL, Início das etapas protéticas.
4.TÉCNICAS CIRÚRGICAS DE RECONSTRUÇÕES TECIDUAIS
Tópicos abordados
INDICAÇÕES, ENXERTOS ÓSSEOS E SUBSTITUTOS, TÉCNICAS CIRÚRGICAS RECONSTRUTIVAS.
Quando indicar?
Esse tipo de técnica reconstrutiva, atrofia óssea perda óssea reabilitação posterior
Causas de indisponibilidade tecidual para reabilitação
Exodontia prévia, atrofia óssea, pneumatização sinusal, trauma, defeitos congênitos, tratamento de lesões.
BASES BIÓLOGICAS DA REGENERAÇÃO ÓSSEA
Resposta inflamatória imediata, diferenciação celular, formação óssea, remodelação óssea.
PRINCÍPIOS DE ENXERTO ÓSSEO
Osteocondução, osteoindução, osteogênese
OSTEOCONDUÇÃO: Permite que a célula chegue, se prolifere e forme osso
OSTEOINDUÇÃO: Proteína que atua em nível celulares, fator de crescimento. PRF
OSTEOGÊNESE: Tem osteoblasto
AUTOGENO: único que tem osteogênese, osteocondução, osteoindução
Enxertos ósseos e substitutos
ORIGEM
AUTÓLOGO/AUTÓGENO- HOMÓLOGO/ALÓGENO- HETERÓLOGO/XENÓGENO- SINTÉTICO/ ALOPLASTICO
ENXERTO AUTÓGENO
INTRAORAIS: Mento- cortical e esponjoso, Ramo- cortical, tuberosidade, pilar canino, crista zigomático maxilar, palato
EXTRAORAIS: Crista ilíaca, calota craniana, tíbia, fíbula, costocondral
Enxerto alógeno: não tem osteogênese
Enxerto xenogeno: pode ter osteoindução
Enxerto aloplastico: tem osteocondução e pode ter a osteoindução
MEMBRANAS
Reabsorvíveis: Colágeno, outros polímeros
Não reabsorvíveis: PTFE(Plástico), TITANIO
REGENERAÇÃO ÓSSEA GUIADA
Barreira sobre defeito- guiar regeneração ósssea
SINUS LIFT –Pneumatização do seio e reabsorção óssea alveolar
Técnica de summers/ transcrestal (indireta)
Aguardar 4 a 6 meses
KADU LUCK > Acessa e rompe a membrana
DISTRAÇÃO OSTEOGÊNICA
Defeitos de tecido mole, defeito ósseo vertical extenso
Período de latência de 5 a 7 dias, ativação do aparelho de 1mm ao dia
Ridge Splitting
Defeito horizontal, separação do segmento mais preenchimento com enxerto, implante no mesmo momento cirúrgico, alternativa a ROG

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