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Brasília e Curitiba GESTÃO DE CIDADES, PLANEJAMENTO URBANO E TERRITORIAL Grupo: Airton / João / Juliana RA: Costrução deste trabalho Nesta relatório iremos apresentar uma pequisa sobre Brasília e Curitiba com os pontos a seguir: Data e autores do planejamento urbano Planejamento urbamo Plano diretor Mobiliade urbana Zoniamento Data e autore do planejamento urbano - Brasília O urbanista Lucio Costa participou do concurso plano do piloto da nova capital do Brasil em 1957 o qual teve o seu projeto vencedor do concurso o que posteriormente foi executado entre os anos de 1957 - 1960 gerando a nova capital do Brasíl, Brasília, inaugurada em 21 de abril de 1960. Lucio Costa Urbanista Autor do projeto do Plano piloto de Brasília l b íl Planejamento urbamo - Brasília O formato de cidade de Brasília nasceu de um gesto primário que é a identificação de um local ou de onde deve se tomar posse, o sinal da cruz, dois eixos que se cruzam em angulo reto. O seu formato arquado veio devido a adaptação da topografia local, ao melhor escoamento das águas. *imagem extraidas do Relatório do plano piloto de Brasília, pág 21. Brasília foi planejado para um crescimento não orgánico mas sim algo extremamente planejado e rígido separando desde o seu projeto todas as partes da cidade já com suas caracteristicas próprias perante as suas utilizações e finalidades. Um dos pontos principais era criar uma cidade ordenada, limpa, higiênica e funcional, para evitar o caos urbano, os congestionamentos e a mistura desorganizada de indústrias, comércios e residências típicas das metrópoles tradicionais. A separação clara entre habitação, trabalho e circulação deveria garantia eficiência e qualidade de vida dos futuros residentes da nova capital do país. Brasília tinha um provisão para 500.000 habitantes máximo mas o mesmo foi atingido em apenas uma déquada enquanto este montante total era esperado ser alcançado apneas nos anos 2000, segundo o proprio projetista Lucio Costa. Plano diretor - Brasília O planejamento de Brasília baseou-se nos quatro funções fundamentais da cidade moderna preconizadas pelo urbanismo da época a Carta de Atenas de 1933 que defendia a cidade funcional: habitar, trabalhar, recrear e circular. Mobiliade urbana - Brasília O planejamento de Brasília foi pioneiro por priorizar o transporte rodoviário individual e o fluxo contínuo de veículos, eliminando cruzamentos em nível no Eixo Rodoviário e no Eixo Monumental por meio de um sistema engenhoso de viadutos, trevos, alças de acesso e passagens subterrâneas. O Eixão (Eixo Rodoviário): A espinha dorsal de tráfego rápido que cruza a cidade de norte a sul. Como podemos ver na imagem de número 4, abaixo. As Asas Norte e Sul: Contam com vias locais, vias de ligação (Eixinhos) e vias de contorno (Eixões) para distribuir o tráfego sem estrangulamentos. Como podemos ver na imagem de número 3, abaixo. Integração com Pedestres: O projeto original previa que o pedestre caminhasse livremente pelas áreas verdes e superquadras sem cruzar com grandes avenidas de alta velocidade. *imagem extraidas do Relatório do plano piloto de Brasília, pág 21. Zoniamento urbano - Brasília Conforme podemos observar no proprio documento formulado por Lucio Costa em seu Relatório do plano piloto item 4, é possível itentificar os zoniamentos urbanos por ele projetato. “concentração residencial, os centros cívico e administrativo, o setor cultural, o centro de diversões, o centro esportivo, o setor administrativo municipal, os quartéis, as zonas destinadas à armazenagem, ao abastecimento e às pequenas indústrias locais , e, por fim, a estação ferroviária, foram-se naturalmente ordenando e dispondo ao longo do eixo transversal [...] Lateralmente à intersecção dos dois eixos [...] localizaram-se o setor bancário e comercial, o setor dos escritórios de empresas e profissões liberais, e ainda os amplos setores do varejo comercial.” *citação retirada Relatório do plano piloto de Brasília redigida por Lucio Costa Podemos dessa forma compreender que: Escala Monumental: relacionada aos grandes edifícios e espaços institucionais e cívicos, principalmente no Eixo Monumental. Escala Residencial: corresponde principalmente às superquadras, com habitação, áreas verdes e equipamentos locais. Escala Gregária: destinada à concentração de atividades comerciais, de serviços e circulação, especialmente na região central. Escala Bucólica: representa a presença dos espaços livres, áreas verdes e paisagens naturais que envolvem e permeiam a cidade. Fontes BRASIL. Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN. Plano Piloto 50 anos. Brasília: IPHAN. Disponível em: IPHAN – Plano Piloto 50 anos. Acesso em: 29 set. 2026. BRASIL. Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN. A concepção da unidade de vizinhança de Lucio Costa para Brasília. Brasília: IPHAN. Disponível em: IPHAN – Unidade de vizinhança de Lúcio Costa. Acesso em: 29 set. 2026. d l b b Data e autore do planejamento urbano - Curitiba Em 1940, por iniciativa do então prefeito Rozaldo de Mello Leitão, a Prefeitura de Curitiba abriu uma concorrência para a criação do seu primeiro Plano Diretor. A vencedora do processo foi a empresa carioca Coimbra Bueno & Cia. Ltda., que tinha Alfred Agache como seu principal consultor técnico e urbanista responsável. O projeto foi desenvolvido entre 1941 e 1943 e ficou mundialmente conhecido como o Plano Agache (ou "Plano das Avenidas"). As primeiras obras de implementação começaram a sair do papel a partir daquele mesmo ano de 1943, estendendo-se ao longo da década de 1940 e 1950. Em 1965 por meio de um concurso o escritório de Jorge Wilheim vence e se torna responsável por projetar o que seria o primeiro plano diretor de Curitiba em 1966. Alfred Agache Arquiteto e urbanista Autor do Plano Agache de Curitiba Jorge Wilheim Arquiteto e urbanista Autor de Plano Diretor de Curitiba Planejamento urbamo - Curitiba O projeto trouxe uma visão moderna para a época, propondo o ordenamento da cidade por meio do zoneamento e da criação de novas vias para melhorar a circulação. O plano Agache previa a organização de Curitiba em áreas especializadas, como setores industrial, administrativo e educacional, além da implantação de avenidas perimetrais e radiais para enfrentar os problemas de congestionamento que já começavam a surgir na região central. O planejamento sugerido por Agache exigia um controle rígido do crescimento da cidade, conduta que se mostrou impraticável. A população saltou de 120 mil habitantes em 1940 para mais de 600 mil, no início dos anos 70. Com o cresimento acelerado de Curitiva em 1965, a Prefeitura de Curitiba realizou um concurso público para a elaboração de um novo plano urbanístico. A proposta vencedora foi desenvolvida pelo consórcio formado pela empresa SERETE e pelo escritório do arquiteto e urbanista Jorge Wilheim. Essa proposta deu origem ao Plano Preliminar de Urbanismo, concluído em 1965 e posteriormente transformado no Plano Diretor de Curitiba, aprovado em 1966. No mesmo período, em 1º de dezembro de 1965, foi criado o Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba – IPPUC, órgão responsável pelo planejamento urbano e posteriormente pela coordenação da aplicação e revisão do Plano Diretor. 1943 – Alfred Agache: Plano Agache; 1965 – Jorge Wilheim / SERETE: Plano Preliminar de Urbanismo; 1965 – criação do IPPUC; 1966 – aprovação do primeiro Plano Diretor de Curitiba. Plano diretor - Curitiba O plano diretor de Curitiba consolidou uma diretriz inovadora de crescimento linear, orientada por eixos estruturais. A proposta integrou três elementos fundamentais - uso do solo, transporte coletivo e sistema viário - formando a base do modelo urbano que se tornaria referência internacional. Mobiliade urbana - Curitiba O Plano Agache propôs organizar a circulação de Curitiba por meio de um sistema de grandes avenidas radiais e perimetrais. As viasradiais ligavam o centro às áreas mais afastadas, enquanto as perimetrais ajudavam a distribuir o trânsito ao redor da região central. A proposta tinha como foco principal organizar o crescimento da cidade e melhorar a circulação de veículos enquanto o plano diretor de 1966 mudou essa lógica e passou a integrar transporte coletivo, sistema viário e uso do solo. Foram criados os Setores Estruturais, organizados de forma linear, nos quais se concentravam os principais eixos de transporte e atividades urbanas. Esse modelo buscava orientar o crescimento da cidade junto aos corredores de transporte coletivo. Zoniamento urbano - Curitiba No plano Agache o sistema conhecido como “Zoning” propunha a criação de vários “centros”: Centro Cívico (administrativo); Centro Comercial e Social; Centros de Abastecimento (Mercado Municipal); Zona Industrial (Rebouças); Centro Esportivo (Tarumã); Estação Rodoviária; Centro de Instrução (Politécnico) e o Centro Militar (Bacacheri), além de áreas de recreação e lazer. Já no Plano diretor de Curitiba o zoniamento trouxe, inclusive, um mapa específico de zoneamento de uso do solo como parte integrante do Plano Diretor de 1966, ficando ele dividido em 15 categorias de zonas. Essa divisão não era simplesmente uma separação entre "moradia, comércio e indústria". Cada zona possuía regras próprias de ocupação, estabelecendo parâmetros como uso permitido, uso proibido, área mínima do lote, testada, taxa de ocupação, área edificável e afastamentos. Eram elas: ZR1 a ZR5 – Zonas Residenciais; ZC1 a ZC3 – Zonas Comerciais; ZI1 e ZI2 – Zonas Industriais; ZE – Zona Especial; ZR0 – Zona Rural; Estrutural; Áreas Verdes; Expansão Urbana *A esquerda o zoning do plano Agache - Imagem disponibilizada pela Câmara de Curitiba e a direita o zoniamento do Plano Diretor de Curitiba de 1966 Site Camara de Curitiba https://www.cmc.pr.gov.br/noticias/2015/11/conheca-a-historia-dos-planos-diretores-de- curitiba-parte-i Site Prefeitura de Curitiba https://www.curitiba.pr.gov.br/noticias/ippuc-digitaliza-projetos-do-plano-agache/24363 Site do IPPUC https://ippuc.org.br/storage/uploads/f1b28219-74b5-4532-a675- c39a38951c8a/lei_de_zoneamento.pdf?utm_source=chatgpt.com https://www.cmc.pr.gov.br/noticias/2015/11/conheca-a-historia-dos-planos-diretores-de-curitiba-parte-i https://www.cmc.pr.gov.br/noticias/2015/11/conheca-a-historia-dos-planos-diretores-de-curitiba-parte-i https://www.cmc.pr.gov.br/noticias/2015/11/conheca-a-historia-dos-planos-diretores-de-curitiba-parte-i https://www.cmc.pr.gov.br/noticias/2015/11/conheca-a-historia-dos-planos-diretores-de-curitiba-parte-i https://www.curitiba.pr.gov.br/noticias/ippuc-digitaliza-projetos-do-plano-agache/24363 https://www.curitiba.pr.gov.br/noticias/ippuc-digitaliza-projetos-do-plano-agache/24363 https://ippuc.org.br/storage/uploads/f1b28219-74b5-4532-a675-c39a38951c8a/lei_de_zoneamento.pdf?utm_source=chatgpt.com https://ippuc.org.br/storage/uploads/f1b28219-74b5-4532-a675-c39a38951c8a/lei_de_zoneamento.pdf?utm_source=chatgpt.com https://ippuc.org.br/storage/uploads/f1b28219-74b5-4532-a675-c39a38951c8a/lei_de_zoneamento.pdf?utm_source=chatgpt.com https://ippuc.org.br/storage/uploads/f1b28219-74b5-4532-a675-c39a38951c8a/lei_de_zoneamento.pdf?utm_source=chatgpt.com