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RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS ENSINO DIGITAL RELATÓRIO 02 DATA: ___02___/___06___/__26____ RELATÓRIO DE PRÁTICA DANIELLA MIRANDA QUEIROZ 04064234 RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS: Biologia Molecular DADOS DO(A) ALUNO(A): NOME: DANIELLA MIRANDA QUEIROZ MATRÍCULA:04064234 CURSO:FARMÁCIA POLO: PA - MARABÁ (PARTAGE SHOPPING - UNAMA) PROFESSOR(A) ORIENTADOR(A): JULIANA PRADO GONÇALES ORIENTAÇÕES GERAIS: · O relatório deve ser elaborado individualmente e deve ser escrito de forma clara e · concisa; · O relatório deve conter apenas 01 (uma) lauda por tema; · Fonte: Arial ou Times New Roman (Normal e Justificado); · Tamanho: 12; Margens: Superior 3 cm; Inferior: 2 cm; Esquerda: 3 cm; Direita: 2 cm; · Espaçamento entre linhas: simples; · Título: Arial ou Times New Roman (Negrito e Centralizado). TEMA DE AULA: EXTRAÇÃO DE DNA 1. Após completar a atividade de laboratório proposta, você deve elaborar um relatório detalhado sobre cada etapa do processo de extração de DNA de um morango. Para cada fase, descreva não apenas as observações visuais, mas também explique os processos biológicos que estão ocorrendo com as células do morango. É essencial que você inclua no relatório pelo menos uma fotografia correspondente a cada etapa da extração para ilustrar suas observações e análises. R- O objetivo do experimento foi extrair e visualizar o DNA presente nas células do morango utilizando materiais simples. Na primeira etapa, o morango foi colocado em um saco plástico e amassado até formar uma mistura homogênea. Durante esse processo, observou-se que o fruto ficou completamente triturado, formando uma massa avermelhada e líquida. Em seguida, foi adicionada uma solução contendo água, detergente e sal. Após a mistura dos ingredientes, observou-se que a solução ficou mais líquida e apresentou pequenas bolhas devido à ação do detergente. Nessa etapa, o detergente teve a função de dissolver as membranas celulares e nucleares, permitindo a liberação do DNA. O sal auxiliou na separação das proteínas associadas ao material genético, favorecendo sua posterior visualização. Na terceira etapa, a mistura foi filtrada para remover os resíduos sólidos do morango. Esse procedimento permitiu separar os componentes sólidos da solução que continha o DNA dissolvido e outras substâncias celulares. Posteriormente, adicionou-se álcool gelado ao líquido filtrado. Após alguns instantes, observou-se o surgimento de uma substância esbranquiçada e filamentosa na região de contato entre o álcool e a solução. Na etapa final, foi realizada a observação do DNA extraído. Notou-se a presença de fios esbranquiçados com aspecto viscoso, semelhantes a pequenos filamentos. Esses filamentos correspondiam ao DNA das células do morango. Como milhões de moléculas de DNA ficaram agrupadas, foi possível visualizá-las sem o uso de equipamentos de ampliação. Conclui-se que o experimento foi bem-sucedido, pois permitiu a extração e visualização do DNA do morango. A atividade demonstrou, de forma prática, como diferentes substâncias podem atuar na quebra das células e na separação do material genético. Além disso, possibilitou uma melhor compreensão da estrutura celular e da importância do DNA para os seres vivos. TEMA DE AULA: ELETROFORESE 1. Enumere todos os equipamentos e reagentes essenciais para a realização da eletroforese, especificando a função de cada um no processo. 1. Cuba de eletroforese É o equipamento onde o gel é colocado durante o experimento. Sua função é permitir a passagem da corrente elétrica através do gel, promovendo a migração das moléculas. 2. Fonte de alimentação elétrica Fornece a corrente elétrica necessária para que as moléculas se movimentem pelo gel. O DNA, por possuir carga negativa, migra em direção ao polo positivo. 3. Bandeja e pente para confecção do gel A bandeja serve para moldar o gel, enquanto o pente cria os poços onde as amostras serão depositadas. 4. Gel de agarose Atua como uma matriz porosa que permite a separação das moléculas de DNA de acordo com seu tamanho. Fragmentos menores se deslocam mais rapidamente que os maiores. 5. Tampão de corrida (TAE ou TBE) Mantém o pH estável e conduz a corrente elétrica durante a eletroforese, possibilitando a migração adequada das moléculas. 6. Micropipetas São utilizadas para medir e transferir pequenos volumes de amostras e reagentes com precisão. 7. Ponteiras descartáveis para micropipetas Evitam contaminações entre as amostras e garantem maior precisão na manipulação dos líquidos. 8. Amostras de DNA Material biológico que será analisado e separado durante a eletroforese. 9. Corante de carregamento (Loading Dye) Misturado às amostras antes da aplicação no gel. Sua função é aumentar a densidade da amostra, facilitando sua deposição nos poços, além de permitir acompanhar a migração durante a corrida. 10. Marcador de peso molecular (DNA Ladder) Contém fragmentos de DNA de tamanhos conhecidos e serve como referência para estimar o tamanho dos fragmentos presentes nas amostras analisadas. 11. Corante para visualização do DNA (ex.: GelRed, SYBR Safe ou brometo de etídio) Liga-se ao DNA e permite sua visualização após a eletroforese. Alguns desses corantes fluorescem quando expostos à luz ultravioleta ou azul. 12. Transiluminador UV ou equipamento de luz azul Utilizado para visualizar e registrar as bandas de DNA presentes no gel após a corrida eletroforética. 13. Equipamentos de proteção individual (EPI) Incluem luvas, jaleco e óculos de proteção. São essenciais para garantir a segurança do operador durante o manuseio de reagentes e equipamentos elétricos. 2. Explique detalhadamente as etapas envolvidas no procedimento de eletroforese, começando pela preparação da amostra até a visualização dos resultados. R- A eletroforese é uma técnica laboratorial utilizada para separar moléculas, como fragmentos de DNA, de acordo com seu tamanho. O procedimento inicia-se com a preparação da amostra, na qual o DNA é misturado a um corante de carregamento (loading dye). Esse corante aumenta a densidade da amostra, facilitando sua deposição nos poços do gel, além de permitir o acompanhamento da migração durante o experimento. Em seguida, é realizada a preparação do gel de agarose. A agarose é dissolvida em uma solução tampão, geralmente TAE ou TBE, por meio de aquecimento. Após a completa dissolução, a solução é colocada em uma bandeja apropriada com um pente que formará os poços para a aplicação das amostras. Depois de resfriado, o gel se solidifica, formando uma matriz porosa capaz de separar os fragmentos de DNA. Após a solidificação, o gel é colocado na cuba de eletroforese e coberto com a solução tampão. Na etapa seguinte, as amostras de DNA e o marcador de peso molecular (DNA Ladder) são cuidadosamente depositados nos poços do gel utilizando micropipetas. O marcador contém fragmentos de DNA de tamanhos conhecidos e servirá como referência para a análise dos resultados. Com as amostras posicionadas, a fonte de alimentação é ligada, iniciando a corrida eletroforética. A corrente elétrica atravessa o gel e faz com que os fragmentos de DNA, que possuem carga negativa, migrem em direção ao polo positivo. Quando a separação dos fragmentos atinge a distância desejada, a corrente elétrica é desligada. Nesse momento, os fragmentos de DNA já se encontram distribuídos ao longo do gel de acordo com seus tamanhos. Logo em seguida, realiza-se a visualização dos resultados. Para isso, o DNA é revelado com o auxílio de corantes específicos, como GelRed, SYBR Safe ou brometo de etídio, que se ligam às moléculas de DNA. O gel é então colocado em um transiluminador de luz ultravioleta ou luz azul, permitindo a observação das bandas fluorescentes formadas pelos fragmentos separados. Nesse sentido, os resultados são analisados comparando-se as bandas obtidas nas amostras com as bandas do marcador de peso molecular. Dessa forma, é possível determinar aproximadamente o tamanho dos fragmentos de DNA presentesem cada amostra. 3. Discuta a importância de utilizar diferentes concentrações de géis na eletroforese e como cada concentração impacta a resolução e separação das amostras de DNA ou RNA. R- A utilização de diferentes concentrações de gel na eletroforese é fundamental para garantir uma separação eficiente e uma boa resolução dos fragmentos de DNA ou RNA. A concentração do gel determina o tamanho dos poros formados na matriz de agarose, influenciando diretamente a velocidade de migração e a capacidade de separar moléculas de diferentes tamanhos. Géis com baixa concentração de agarose, geralmente entre 0,7% e 1%, possuem poros maiores. Esses poros facilitam a passagem de fragmentos grandes de DNA ou RNA, permitindo que sejam separados de forma mais eficiente. No entanto, fragmentos menores tendem a migrar muito rapidamente, o que pode dificultar sua distinção e reduzir a resolução da análise. Já os géis com concentrações mais elevadas, entre 1,5% e 3%, apresentam poros menores. Dessa forma, a escolha da concentração do gel deve ser feita de acordo com o tamanho dos fragmentos que serão analisados. Para fragmentos grandes, recomenda-se utilizar géis menos concentrados; para fragmentos pequenos, géis mais concentrados oferecem melhores resultados. Quando a concentração é escolhida corretamente, obtém-se maior resolução das bandas, melhor separação das amostras e resultados mais precisos na análise de DNA ou RNA. Portanto, a variação da concentração do gel é um aspecto essencial da eletroforese, pois permite adaptar a técnica às características das moléculas estudadas, garantindo uma análise mais eficiente e confiável dos ácidos nucleicos. image1.png image2.emf