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APOSTILA DE REVISÃO TÉCNICA Subestações Sistemas, equipamentos, proteção e projeto Tema 2 Equipamentos em Subestações e Classificação por Funções Da entrada de energia à interrupção, transformação e isolamento Pergunta-guia Como cada equipamento conduz, isola, protege, interrompe ou transforma a energia dentro da subestação? Ao final, você deverá ser capaz de Reconhecer os equipamentos, explicar seus princípios de funcionamento, comparar tecnologias e selecionar caracterís- ticas essenciais para projeto, operação e manutenção. Engenharia Elétrica — material construído a partir do conteúdo da disciplina e complementado para estudo. Engenharia Elétrica — Subestações Tema 2 — Equipamentos de subestações Mapa do tema Módulo Conteúdo Resultado prático 1 ramais, cabos de MT/AT, muflas, pro- teção atmosférica, para-raios e fusíveis compreender a entrada da subestação e a primeira barreira contra surtos/faltas. 2 disjuntores, seccionadoras, transfor- madores, óleo, buchas e isoladores diferenciar manobra, seccionamento, transformação e técnicas de extinção do arco. Conduzir Isolar Proteger Interromper/transformar 2 / 10 Engenharia Elétrica — Subestações Tema 2 — Equipamentos de subestações MÓDULO 1 Equipamentos e proteção na entrada da subestação Questão central Como a energia chega à instalação e como surtos e faltas são limitados antes de atingir os equipamentos principais? Resultado esperado Distinguir ramal aéreo/subterrâneo, interpretar um cabo de MT, aplicar terminação, SPDA, para-raios e chave fusível. 1. Visão geral O ramal de ligação conecta o ponto de entrega da distribuidora à entrada da subestação. Sua solução pode ser aérea ou subterrânea e deve preservar capacidade de corrente, isolamento, resistência mecânica e segurança. Na terminação dos cabos, muflas controlam o campo elétrico. Na proteção, o SPDA intercepta descargas diretas, o para-raios limita surtos que chegam pelos condutores e a chave fusível interrompe sobrecorrentes em aplicações permitidas. 2. Conceitos fundamentais Ramal aéreo e subterrâneo Definição técnica: O aéreo usa condutores nus ou cobertos suspensos; o subterrâneo usa cabos isolados em dutos, galerias ou diretamente enterrados conforme projeto. Em termos simples: O aéreo é mais acessível e econômico; o subterrâneo reduz exposição e impacto visual, mas custa mais e exige cuidado térmico e com terminações. Blindagem do cabo Definição técnica: Camadas semicondutoras uniformizam o campo; a blindagem metálica conduz correntes capacitivas e de falta à terra. Em termos simples: Sem controle de campo, a extremidade cortada concentraria tensão e poderia iniciar descarga parcial ou ruptura. Mufla/terminação Definição técnica: Conjunto que recompõe isolamento, alivia o campo elétrico e permite conexão do condutor. Em termos simples: É a transição segura entre o cabo blindado e um terminal exposto ou equipamento. Coordenação de proteção contra surtos Definição técnica: Associação de captação, descida, aterramento e dispositivos limitadores com níveis compatíveis à suportabilidade dos equipamentos. Em termos simples: Nenhum dispositivo isolado resolve todos os caminhos de uma descarga atmosférica. 3. Funcionamento Cabo de MT típico, do centro para fora: 1. condutor de cobre ou alumínio; 2. blindagem do condutor, formada por camada semicondutora que uniformiza o campo; 3. isolação principal em XLPE, EPR ou outro material especificado; 4. blindagem semicondutora da isolação; 5. blindagem metálica e elementos de separação/bloqueio; 6. cobertura externa de proteção mecânica e ambiental. Na extremidade, a terminação remove camadas em comprimentos controlados, conecta a blindagem ao aterramento e utiliza material de controle de campo. O para-raios de óxido metálico apresenta resistência fortemente não linear: quase não conduz na tensão normal e desvia corrente ao aterramento durante o surto, limitando a tensão residual. A chave fusível funde o elo e utiliza gases desionizantes do cartucho para interromper o arco. 3 / 10 Engenharia Elétrica — Subestações Tema 2 — Equipamentos de subestações Descargas atmosféricas diretas devem ser interceptadas pelo sistema de captação; descargas atmosféricas indiretas e impactos na linha podem produzir surtos conduzidos até a subestação. Cabos de guarda, mastros, aterramento e para-raios formam barreiras complementares. Rede MT Para-raios à terra Chave fusível Mufla e cabo MT Transformador 4. Equações e relações matemáticas Onda viajante e impedância de surto Para uma linha ideal distribuída: Zc = √ L′ C ′ , v = 1√ L′C ′ , V + = ZcI + L′ em H/m, C ′ em F/m, Zc em Ω e v em m/s. Mudanças de Zc produzem reflexão e transmissão da onda. Coeficiente de reflexão de tensão ΓV = Z2 − Z1 Z2 + Z1 , Vr = ΓV Vi Uma terminação aberta tende a ΓV = +1; um curto tende a −1. Em subestações, cabos, linhas, transformadores e barramentos apresentam descontinuidades relevantes para surtos. Relação de rapidez do elo fusível Rr = If, rpida If, lenta O material-base relaciona a classificação H, K e T às curvas tempo–corrente. Na prática, a seleção deve ser feita pela curva do fabricante, corrente de carga, inrush, curto mínimo/máximo e coordenação com proteções adjacentes. 5. Componentes, elementos ou equipamentos Elemento Função Limitação/cuidado Condutor de guarda interceptar descargas em in- stalações externas depende do ângulo/volume de proteção e bom aterramento. Mastro/captor captar descarga direta e conduzi-la ao solo não substitui equipotencialização nem proteção interna. Para-raios ZnO limitar sobretensão tran- sitória exige conexão curta à terra e tensão contínua compatível. Chave fusível seccionar visualmente e inter- romper falta pelo elo monofásica; pode causar operação não simultânea das fases. Mufla terminar cabo e controlar campo montagem inadequada causa descarga parcial e falha prematura. Tipos de elos H, K e T citados no material: H — maior suportabilidade a surtos/inrush; K — atuação rápida; T — atuação lenta para coordenação de alimentadores. Não selecionar apenas pela letra: usar as curvas tempo–corrente e o padrão da distribuidora. 6. Aplicação prática Problema: instalar um ramal subterrâneo de 13,8 kV até uma subestação abrigada. Solução: cabo com isolação e blindagens adequadas, terminações compatíveis, blindagem aterrada segundo o projeto e para-raios próximo ao equipamento 4 / 10 Engenharia Elétrica — Subestações Tema 2 — Equipamentos de subestações protegido. Funcionamento: o cabo contém o campo; a mufla suaviza sua transição; o para-raios limita o surto. Resultado: conexão dielétrica e termicamente segura. 7. Exemplo de engenharia Um transformador de 300 kVA, 13,8 kV, possui corrente nominal primária: I1 = 300 000√ 3(13 800) = 12,55A. Esse valor não é automaticamente a corrente do elo. O engenheiro sobrepõe a curva do fusível à corrente de energização, à capacidade térmica do transformador e às correntes de curto, buscando que o elo suporte inrush, elimine faltas e coordene com a proteção a montante/jusante. 8. Pontos críticos e cuidados • Para-raios de linha limita surto conduzido; não deve ser tratado como captor de descarga direta. • Conexões longas entre para-raios e terra acrescentam Ldi/dt e elevam a tensão no equipamento. • Blindagem metálica exige estudo de aterramento em uma ou ambas as extremidades, correntes induzidas e tensão de capa. • Cabo subterrâneo dissipa menos calor; ampacidade depende do solo, dutos, agrupamento e regime. • Operação de chave fusível envolve arco, projeção e risco de energização monofásica; seguir procedimento e ferramenta adequados. 9. Relação com outros assuntos Relaciona-se a coordenação de isolamento, propagação de ondas, SPDA, aterramento, proteção de transformadores, am- pacidade e descargas parciais. 10. Complementos técnicos Complemento técnico Forma de impulso. Ensaios de impulso atmosférico são normalmente associados à onda normalizada de frente rápida, frequentemente indicada como 1,2/50µs. O valor de crista e o nívelde proteção do para-raios devem manter margem em relação à tensão suportável de impulso do equipamento. 11. Para memorizar Para memorizar • Cabo MT: condutor, semicondutora interna, isolação, semicondutora externa, blindagem metálica e cobertura. • Mufla termina o cabo e controla o campo elétrico. • SPDA trata descarga direta; para-raios ZnO limita surto conduzido. • Conexão do para-raios à terra deve ser curta e de baixa indutância. • Fusível é selecionado por curva, carga, inrush, curto e coordenação. 12. Resumo final do módulo Revisão de 60 segundos A entrada da subestação combina condução, isolamento e proteção. Cabos de MT utilizam blindagens para controlar o campo; terminações recompõem a transição dielétrica. SPDA, aterramento e para-raios desempenham papéis diferentes e complementares. A chave fusível é simples e econômica, mas sua seleção depende das curvas e da 5 / 10 Engenharia Elétrica — Subestações Tema 2 — Equipamentos de subestações coordenação, não apenas da corrente nominal. 6 / 10 Engenharia Elétrica — Subestações Tema 2 — Equipamentos de subestações MÓDULO 2 Disjuntores, seccionadoras, transformadores e isolação Questão central Como interromper correntes elevadas, isolar equipamentos e transformar tensão com segurança? Resultado esperado Comparar meios de extinção do arco, diferenciar disjuntor e seccionadora e interpretar os ele- mentos construtivos do transformador. 1. Visão geral O disjuntor estabelece e interrompe correntes normais e, dentro de sua capacidade, correntes de curto-circuito. A sec- cionadora proporciona isolamento e reconfiguração, mas normalmente não interrompe corrente de carga ou falta. O trans- formador transfere potência entre níveis de tensão por indução; buchas e isoladores mantêm partes energizadas separadas da carcaça e da terra. 2. Conceitos fundamentais Arco elétrico Definição técnica: Descarga sustentada em meio ionizado entre contatos que se afastam. Em termos simples: Mesmo após separar os contatos, a corrente tenta continuar pelo plasma; o disjuntor deve resfriar e desionizar o caminho. Capacidade de interrupção Definição técnica: Maior corrente de curto que o disjuntor consegue interromper nas condições especificadas. Em termos simples: Corrente nominal define condução contínua; capacidade de interrupção define enfrentamento da falta. Seccionamento Definição técnica: Criação de uma condição de isolamento conforme a função e o projeto do equipamento. Em termos simples: Serve para manutenção e segurança; não é sinônimo de proteção automática. Óleo isolante Definição técnica: Fluido dielétrico e térmico que isola e transporta calor. Em termos simples: Sua condição revela envelhecimento, água, gases e contaminação do transformador. 3. Funcionamento Em CA, a corrente cruza naturalmente o zero a cada semiciclo. O disjuntor separa contatos e força o meio entre eles a recuperar rigidez dielétrica mais rapidamente do que a tensão transitória de restabelecimento cresce. O mecanismo de mola, hidráulico ou pneumático fornece velocidade e energia; bobinas de abertura/fechamento recebem comandos da proteção ou operação. No transformador, o fluxo alternado do núcleo concatena primário e secundário. Perdas no cobre aquecem enrolamentos; perdas no núcleo aquecem o circuito magnético. Óleo/ar e radiadores removem calor. Buchas atravessam o tanque sem permitir descarga para a carcaça. Tap changer ajusta a relação de espiras; pode ser desenergizado ou sob carga. 4. Equações e relações matemáticas Corrente nominal e corrente de curto IN = SN√ 3VN , Icc ≈ IN Zpu SN em VA, VN em V e Zpu impedância por unidade do transformador, quando a rede a montante é considerada forte. A capacidade do disjuntor deve superar a corrente de curto calculada e atender à tensão e ao ciclo de operação. 7 / 10 Engenharia Elétrica — Subestações Tema 2 — Equipamentos de subestações Energia térmica passante WR = ∫ t 0 i2(t)Rdt O termo I2t é usado para comparar solicitação térmica e suportabilidade de condutores/equipamentos durante faltas, observadas as hipóteses do fabricante e da norma. Exemplo resolvido — curto nos terminais de um transformador Transformador de 1MVA, 13,8/0,38 kV, Z = 6%. No secundário: IN = 106√ 3(380) = 1519A, Icc ≈ 1519 0,06 = 25,3 kA. É uma aproximação. Cabos, rede, motores e assimetria alteram o valor; o disjuntor de BT deve possuir capacidade de interrupção compatível. 5. Componentes, elementos ou equipamentos Disjuntor Princípio Características principais PVO/GVO óleo resfria e desioniza o arco tecnologia tradicional; exige controle/substituição do óleo e risco de in- cêndio. Ar comprimido jato alonga e resfria o arco rápido, ruidoso, necessita sistema pneumático seco. Sopro magnético campo desloca o arco para câ- mara divisora tecnologia antiga; encontrada em instalações existentes. Vácuo interrupção em ampola de baixa pressão alta vida mecânica, pouca manutenção, muito aplicado em MT. SF6 gás eletronegativo recupera rigidez dielétrica compacto e eficaz em AT/EAT; requer estanqueidade e gestão ambiental. Elemento Função Ponto de especificação Seccionadora isolamento e seleção de caminhos corrente/tensão, suportabilidade, comando e intertravamento. Bucha passagem isolada pelo tan- que/parede classe de tensão, corrente, distância de escoamento. Isolador suporte mecânico com iso- lamento poluição, impulso, esforço mecânico e lavagem. OLTC alteração de tap sob carga faixa, passos, corrente, manutenção do comutador. Relé Buchholz detecta gás/fluxo anormal em transformador com con- servador alarme e trip; não se aplica da mesma forma a todo projeto. 6. Aplicação prática Problema: substituir disjuntor antigo de óleo em cubículo de 13,8 kV. Solução: especificar disjuntor a vácuo com tensão, corrente, interrupção, impulso, sequência de operação, comando e interface mecânica compatíveis. Funcionamento: relé comanda a bobina; a mola abre rapidamente; a ampola extingue o arco. Resultado: maior disponibilidade e menor manutenção, após estudo de coordenação e adequação do painel. 7. Exemplo de engenharia Um disjuntor de 13,8 kV, 630 A e 16 kA não é validado apenas porque a carga é 200 A. Se o estudo indicar curto simétrico de 18 kA, sua capacidade de interrupção é insuficiente. Deve-se aumentar a classe de interrupção ou limitar a falta. Também se conferem corrente de crista, suportabilidade de curta duração, TRV, nível de impulso e ciclo O–CO. 8 / 10 Engenharia Elétrica — Subestações Tema 2 — Equipamentos de subestações 8. Pontos críticos e cuidados • Nunca operar seccionadora comum para interromper carga; intertravamentos evitam sequência indevida. • Disjuntor não garante isolamento visual; aplicar procedimento de desenergização, impedimento de reenergização, con- statação e aterramento temporário. • SF6 é tecnicamente excelente, mas possui elevado potencial de aquecimento global; monitorar vazamentos e recuperar o gás. • Óleo com água e produtos de oxidação perde desempenho dielétrico e térmico. • Corrente nominal, interrupção, fechamento, curta duração e nível de isolamento são grandezas diferentes. 9. Relação com outros assuntos Relaciona-se a curto-circuito, coordenação de proteção, arco elétrico, manutenção preditiva, análise de gases dissolvidos, regulação de tensão e arranjos de barramentos. 10. Complementos técnicos Complemento técnico Ensaios do óleo. O material cita rigidez dielétrica, cor, índice de neutralização, tensão interfacial, teor de água, densidade e PCB. A interpretação correta usa tendência histórica, método normativo e limites do fabricante; um único ensaio não diagnostica sozinho o transformador. Cromatografia de gases dissolvidos busca assinaturas de falhas térmicas e elétricas. O material diferencia óleo mineral parafínico ou naftênico, fluidos vegetais e sintéticos. O ascarel/PCB é persistente, tóxico e sujeito a controle ambiental rigoroso; equipamentos antigos contaminados exigem identificação, manuseio e destinação especializados. 11. Para memorizar Para memorizar• Disjuntor interrompe carga e curto dentro de sua classe; seccionadora isola/manobra sem carga. • Em CA, a extinção aproveita o zero de corrente e exige recuperação dielétrica rápida. • Tecnologias: óleo, ar comprimido, sopro magnético, vácuo e SF6. • Icc ≈ IN/Zpu é estimativa com fonte forte. • Óleo isola e refrigera; buchas separam parte viva e carcaça; tap ajusta tensão. 12. Resumo final do módulo Revisão de 60 segundos O disjuntor é definido tanto por condução normal quanto por desempenho durante a falta. O meio extintor controla o arco e determina manutenção, tamanho e aplicação. Seccionadoras cumprem função distinta e dependem de intertravamentos. No transformador, enrolamentos, núcleo, óleo, refrigeração, buchas e comutadores trabalham como um sistema; ensaios devem ser analisados em conjunto e por tendência. 9 / 10 Engenharia Elétrica — Subestações Tema 2 — Equipamentos de subestações Fechamento do Tema 2 Equipamento Pergunta essencial Cabo e mufla a isolação e o controle de campo são compatíveis com a classe de tensão? Para-raios tensão contínua, corrente de descarga, residual e aterramento são adequados? Fusível suporta carga/inrush e coordena com faltas e proteções adjacentes? Disjuntor conduz, fecha e interrompe os valores calculados? Seccionadora será operada somente nas condições para as quais foi projetada? Transformador potência, impedância, grupo, taps, refrigeração e proteção atendem ao sistema? Matriz de cobertura do material-base Mód. Conteúdo original Onde foi incorporado 1 ramais aéreos/subterrâneos, cabos AT e suas camadas conceitos, funcionamento e comparação. 1 muflas, descargas diretas/indiretas, mastros e cabos de guarda funcionamento, componentes e cuidados. 1 para-raios de linha, chave fusível, elos H/K/T e rapidez equações, tabela, exemplo e memorização. 2 arco elétrico; PVO/GVO, ar, sopro magnético, vácuo e SF6 funcionamento e tabela comparativa. 2 mecanismo de mola e operação remota; seccionadoras funcionamento, aplicação e cuidados. 2 transformador, taps, seco/óleo, buchas e isoladores componentes, equações e exemplo. 2 tipos, degradação e ensaios de óleo isolante complemento técnico e pontos críticos. Referências do material-base MAMEDE FILHO, J. Manual de equipamentos elétricos. LTC. MAMEDE FILHO, J. Instalações elétricas industriais. LTC. ABNT. Normas aplicáveis a para-raios, transformadores, óleo isolante, cabos e instalações de média tensão; consultar edições vigentes e requisitos da distribuidora. 10 / 10 Mapa do tema 1. Visão geral 2. Conceitos fundamentais 3. Funcionamento 4. Equações e relações matemáticas 5. Componentes, elementos ou equipamentos 6. Aplicação prática 7. Exemplo de engenharia 8. Pontos críticos e cuidados 9. Relação com outros assuntos 10. Complementos técnicos 11. Para memorizar 12. Resumo final do módulo 1. Visão geral 2. Conceitos fundamentais 3. Funcionamento 4. Equações e relações matemáticas 5. Componentes, elementos ou equipamentos 6. Aplicação prática 7. Exemplo de engenharia 8. Pontos críticos e cuidados 9. Relação com outros assuntos 10. Complementos técnicos 11. Para memorizar 12. Resumo final do módulo Fechamento do Tema 2