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INTRODUÇÃO À CINESIOTERAPIA Tipo de exercício quanto a execução: – Ativo: com contração muscular voluntária • Assistido - Contração ativa com auxílio • Livre – Contração ativa dos músculos • Resistido – Contração contra resistência Estágios do Aprendizado Motor: – Cognitivo – Associativo – Autônomo Tipos de intervenção: – Condicionamento aeróbico e recondicionamento – Exercício de desempenho muscular: Força, potência e treino de resistência à fadiga – Técnicas de alongamento que incluem procedimentos para aumentar o comprimento muscular e técnicas de mobilização/manipulação articular – Controle neuromuscular, técnicas de inibição e facilitação e treino de percepção postural Tipos de exercício quanto a aplicação: – Amplitude de movimento – Exercício de resistência – Coordenação – Relaxamento ADM Insuficiência ativa: é quando os músculos são incapazes de encurtar o suficiente para produzir uma amplitude de movimento completa simultaneamente em todas as articulações que cruzam. Insuficiência passiva – é quando na maioria das pessoas os músculos não conseguem se alongar o suficiente para atingir a amplitude completa de movimento na direção oposta de todas as articulações cruzadas. Tipos de Exercicíos ADM ativa: É o movimento de um segmento dentro da ADM livre produzido pela contração dos músculos que cruzam aquela articulação. ADM ativoassistida: É um tipo de exercício ativo no qual uma força externa manual ou mecânica oferece a assistência quando os músculos mobilizadores primários precisam de ajuda para completar o movimento ALONGAMENTO EXERCÍCIO RESISTIDO Componentes do Treinamento · Força muscular: Habilidade de gerar tensão máxima em um esforço. · Potência muscular: Trabalho realizado em menos tempo. · Resistência à fadiga: Capacidade de sustentar esforços repetidos de baixa intensidade. Elementos fundamentais: 1. Contrações musculares de baixa intensidade 2. Grandes números de repetições 3. Período prolongado Fadiga muscular (local) 1. Tipo II (fásicas, de contração rápida) – geram uma quantidade de tensão durante um curto período, sendo as do IIB equipadas para a atividade metabólica anaeróbica e com tendência de se fatigarem mais rapidamente que as do tipo IIA. 2. Tipo I (tônicas, de contração lenta) – geram um baixo nível de tensão muscular, mas podem manter a contração por um longo tempo; são equipadas para o metabolismo aeróbico, assim como as do tipo IIA. Tipos de Exercícios Resistidos · Manuais: Resistência aplicada por fisioterapeuta, útil em estágios iniciais. · Mecânicos: Uso de equipamentos, ideal para cargas maiores. · Isométricos: Contrações sem movimento articular, ajudam na estabilização. · Dinâmicos (concêntricos e excêntricos): Movimentos com encurtamento ou alongamento muscular. Princípio da sobrecarga: o músculo precisa ser desafiado a trabalhar em um nível mais alto do que está acostumado. Princípio da adaptação específicas às demandas impostas (aedi): com o tempo, os sistemas corporais se adaptam às cargas colocadas sobre eles). · Especificidadade do treinamento Princípio da reversibilidade: O destreinamento ou descondicionamento muscular começa após 1 ou 2 semanas da interrupção dos exercícios · ADAPTAÇÕES FISIOLÓGICAS AO EXERCÍCIO RESISTIDO Adaptações neurais Adaptações do músculo esquelético ex: hipertrofia Adaptação dos tipos de fibras musculares Adaptações vasculares e metabólicas Adaptações dos tecidos conjuntivos Método Williams, desenvolvido pelo Dr. Paul Williams, trata dores lombares crônicas associadas a alterações degenerativas nos discos intervertebrais, causadas pela postura ereta forçada, que deforma a coluna e redistribui o peso corporal, principalmente nas regiões cervical e lombar. Essa postura aumenta a lordose lombar e acelera o desgaste dos discos. Princípios do Método · Uso de exercícios de flexão da coluna e quadril. · Fortalecimento dos músculos flexores e alongamento dos extensores lombosacros. · Ênfase na inclinação posterior da pelve para melhores resultados. · Movimentos voluntários visam estabilizar e alongar a região toracolombar. Indicações: Lombalgia, lombociatalgia, ciatalgia, artrose e hérnias. Contraindicações: Fraturas recentes e presença de placas, parafusos ou fios. Objetivos · Aliviar a dor, reduzir a lordose lombar e melhorar a postura por meio do fortalecimento dos músculos abdominais e glúteos. · Associar o movimento respiratório para aumentar resistência. Método Codman · Desenvolvido para mobilização do ombro, especialmente após o reparo do manguito rotador. · Os exercícios pendulares, ou exercícios de Codman, consistem em movimentos circulares e pendulares do braço, mobilizados com leves movimentos do tronco, sem contração muscular no ombro. Objetivos · Ganhar flexibilidade e aumentar o movimento articular. · Aliviar a dor por meio de movimentos oscilatórios suaves com tração leve. · Estimular mobilidade precoce das estruturas articulares e do líquido sinovial Modelo Klapp · O modelo Klapp envolve alongamento e fortalecimento da musculatura do tronco através de posições em quatro apoios e joelhos, semelhantes à postura de quadrúpede. · Os exercícios se concentram no fortalecimento da musculatura do tronco na posição de "gato" e joelhos. · As extremidades (coxofemorais e escápulo-umerais) não são imobilizadas pelo fisioterapeuta, que foca na mobilização da coluna. Benefícios · Relaxamento · Alongamento · Fortalecimento · Correção postural Tipos de Marchas · Marcha cruzada: Movimento do joelho de um lado com o braço oposto, indicada para escolioses em C. · Marcha a passo travado: Movimento do joelho e braço do mesmo lado, indicada para escolioses em S. Método Frenkel · Objetivo: Melhorar a coordenação motora por meio de exercícios ritmados e de dificuldade progressiva. · Origem: Desenvolvido inicialmente para tratar ataxia sensorial e perda de propriocepção, visando a incoordenação e distúrbios cerebelares ou proprioceptivos. · Foco: Coordenação motora, não sendo voltado para fortalecimento muscular. Parte inferior do formulário