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Profa. Ma. Daniela Menezes UNIDADE IV Gestão de Comunicação e Mídia Refletir, discutir e construir o conhecimento acerca dos assuntos: Briefing; Roteiro para a elaboração de briefing; Ética e regulamentação das atividades de comunicação e marketing; Órgãos reguladores das atividades de comunicação de marketing. Objetivos da aula Fonte: https://br.pinterest.com/pin/34058540914928618/ Chegou o momento de conhecer o processo de comunicação entre a empresa e os seus parceiros no desenvolvimento das ferramentas de comunicação. O processo de comunicação estudado será de muita utilidade neste momento. Briefing (que significa “resumo”, em inglês) é o nome que se dá ao documento que contém as informações que são passadas a todos os envolvidos nos serviços de marketing. Briefing Fonte: Canva. Todos os envolvidos no desenvolvimento e na implementação dos programas de comunicação, sejam as pessoas da equipe de marketing da empresa, como os seus parceiros, devem estar, plenamente, alinhados, conhecendo, em detalhes, as razões para o desenvolvimento dos programas de comunicação, bem como de seus objetivos. Briefing Fonte: Canva. Processo claro e preciso Fonte: autoria própria (Canva). Pleno alinhamento e conhecimento das razões e dos objetivos dos programas de comunicação O briefing, portanto: É o documento que resume as informações necessárias para o desenvolvimento dos projetos de comunicação; É a base do trabalho dos fornecedores de serviços de marketing; Pode ser complementado com as informações coletadas em pesquisas diversas; Deve ser preciso e correto para assegurar a qualidade na transmissão da informação; Deve conter todas as informações necessárias aos participantes do processo para que seja entendido plenamente. Briefing Um bom briefing: É resumido, preciso e completo; Contém todas as informações necessárias para o entendimento dos objetivos estratégicos da empresa; Refere-se ao produto, ao público e às necessidade da empresa; Não pode cercear o trabalho dos profissionais de comunicação envolvidos; Deve ser revisado e aprovado antes de ser apresentado por alguém que tenha o poder para tal e o pleno conhecimento sobre o objeto a ser trabalhado; Deve evitar o retrabalho e garante a precisão das informações. Briefing Curiosidade: em agências de publicidade, o briefing também é chamado de PIT: Pedido Interno de Trabalho. Solicitação sem o briefing: Precisamos de uma arte de Dia das Mães para o cliente X. Solicitação com o briefing: A partir da paleta de cores a seguir, aprovada pelo cliente, desenvolver uma arte para o Dia das Mães, contendo uma imagem de uma mãe na faixa etária de 35 a 40 anos com uma criança no colo. Curiosidades e exemplificações Fonte: https://www.coreslovers.com/post/o-que-e-como-pode-criar-uma-paleta-de-cores Cada empresa deverá definir o que deve conter em seu briefing, mas sugerimos os itens a seguir: Sumário; Objetivo do projeto a ser desenvolvido; Problema a ser resolvido com o projeto; Cronograma; Responsáveis por cada etapa e pela conclusão; Breve histórico da empresa, da marca e do produto em questão; Verba; Referências e preferências do cliente; Público-alvo e persona. Composição do briefing Analise as asserções a seguir, a relação proposta entre elas e, em seguida, escolha a alternativa correta: I. Briefing é o nome que se dá ao documento que contém as informações que são passadas a todos os envolvidos nos serviços de marketing. É considerado de extrema importância. PORQUE II. É a base do trabalho dos fornecedores de serviços de marketing. a) As asserções I e II são verdadeiras, e a II é uma justificativa da I. b) As asserções I e II são verdadeiras, e a II não é uma justificativa da I. c) A asserção I é verdadeira e a asserção II é falsa. d) A asserção I é falsa e a asserção II é verdadeira. e) As duas asserções são falsas. Interatividade Analise as asserções a seguir, a relação proposta entre elas e, em seguida, escolha a alternativa correta: I. Briefing é o nome que se dá ao documento que contém as informações que são passadas a todos os envolvidos nos serviços de marketing. É considerado de extrema importância. PORQUE II. É a base do trabalho dos fornecedores de serviços de marketing. a) As asserções I e II são verdadeiras, e a II é uma justificativa da I. b) As asserções I e II são verdadeiras, e a II não é uma justificativa da I. c) A asserção I é verdadeira e a asserção II é falsa. d) A asserção I é falsa e a asserção II é verdadeira. e) As duas asserções são falsas. Resposta O que está sendo vendido. Apresentação das características físicas e subjetivas do produto ou serviço: Vantagens oferecidas; Diferenciais; Eventuais deficiências com relação à oferta da concorrência. Quais as verdadeiras razões para o consumo – fase conhecida por “reason why”: Descrição sobre como e porquê a necessidade, ou o desejo do consumidor serão satisfeitos. Roteiro para o levantamento e a elaboração do briefing Apresenta o estágio do ciclo de vida do produto ou do serviço, e o comportamento das vendas para direcionar as decisões sobre o composto de comunicação. Introdução: Composto de comunicação informativo; Alta frequência da comunicação; Objetivo: criar a consciência. Roteiro para o levantamento e a elaboração do briefing Crescimento: Composto de comunicação mais persuasivo; Frequência da comunicação ainda alta; Objetivo: gerar a preferência. Maturidade: Composto promocional de lembrança; Frequência da comunicação menos intensa; Objetivo de manter a marca presente na mente do consumidor. Roteiro para o levantamento e a elaboração do briefing Para quem está sendo vendido: Para o mercado B2C (consumidores finais): Quem é o consumidor – características do perfil; Quem decide a compra; Quem faz a compra. Informações sobre a forma de segmentação: Demográfica; Geográfica; Psicográfica; Comportamental. Roteiro para o levantamento e a elaboração do briefing Para o mercado B2B (empresas): Tipo de empresa; Localização geográfica; Qual é a utilização do produto ou serviço na empresa; Quem decide a compra; Quem faz a compra; Quem usa o produto/serviço. Roteiro para o levantamento e a elaboração do briefing Fonte: Canva. Onde está sendo vendido: Área geográfica; Tipos de canais: incluindo os tradicionais e os alternativos; Programação da distribuição; Quando estará sendo vendido/quando estará disponível no mercado. Frequência de compra: Quando se vende, em função de hora, estação, ocasiões especiais etc. É possível aumentar/alterar as ocasiões de venda? Roteiro para o levantamento e a elaboração do briefing Preço: Preço sugerido; Estratégia de preço; Preço praticado pela concorrência; Formas de pagamento. Análise SWOT: Pontos fortes e fracos; Oportunidades e ameaças; Modificações nas tendências do mercado. Roteiro para o levantamento e a elaboração do briefing Quais ferramentas poderão ser usadas e por que: Propaganda; RP; Promoção de vendas; Marketing direto; Vendas pessoais. É importante lembrar a integração das ferramentas, o que significa atentar para a unidade da mensagem e elaborar um cronograma lógico. Roteiro para o levantamento e a elaboração do briefing Sobre o desenvolvimento do briefing, é correto afirmar que: I. Deve ser resumido, preciso e completo; II. Dever reunir as informações sobre o produto, o público, as necessidades do plano de comunicação e de marketing; III. Deve orientar, rigidamente, o trabalho dos profissionais de comunicação. Está correto o que se afirma em: a) I, II e III. b) I e II. c) I e III. d) II e III. e) II. Interatividade Sobre o desenvolvimento do briefing, é correto afirmar que: I. Deve ser resumido, preciso e completo; II. Dever reunir as informaçõessobre o produto, o público, as necessidades do plano de comunicação e de marketing; III. Deve orientar, rigidamente, o trabalho dos profissionais de comunicação. Está correto o que se afirma em: a) I, II e III. b) I e II. c) I e III. d) II e III. e) II. Resposta Ética em negócios ou padrão de conduta no meio empresarial é um tema de discussão há décadas. É prova disso a criação de códigos de ética para cada uma das indústrias que formam o mercado. Também foram criados os códigos e as normas para a prática das ferramentas de comunicação, e instituídas as entidades com o objetivo de promover as boas práticas. A sociedade moderna vem forçando as empresas a conduzir os seus negócios de forma ética e pressionando-as a estabelecer as novas normas de conduta. Observar as regras da ética e da responsabilidade social, na elaboração e veiculação das mensagens leva a empresa a conquistar o respeito e a credibilidade junto ao seu público. Ética e regulamentação das atividades de comunicação e marketing Fonte: Canva. O marketing talvez seja uma das atividades empresariais que mais suscitam as críticas e os questionamentos de natureza ética e moral, uma vez que lida com as relações entre a empresa e o cliente. A comunicação de marketing segue nesse caminho, e não é casual a existência de diversos códigos de ética, que orientam as empresas e os seus fornecedores de serviços de comunicação de marketing. Assim, é necessário que as empresas desenvolvam as políticas de marketing e de comunicação que sejam fundamentadas em um compromisso ético, o que se traduz na produção de campanhas de comunicação de produtos e serviços de conteúdo claro, preciso, cujas informações sejam verdadeiras e venham com o detalhamento necessário. Ética e regulamentação das atividades de comunicação e marketing Toda comunicação deve ser pautada em princípios éticos. Portanto, os processos de comunicação devem acontecer da forma mais transparente e verdadeira possível, e com todos os envolvidos: Fornecedores; Intermediários; Canais de distribuição; Clientes; Etc. Comunicação socialmente responsável Pinheiro e Gullo (2009) explicam que a ética na comunicação está atrelada às normas apresentadas no Código de Defesa do Consumidor (Lei n. 8.078/1990), que trata do assunto, chamando de ilícita a comunicação emitida pelas empresas que possa ser considerada enganosa ou abusiva. Apesar de tantas recomendações, algumas empresas dedicam pouca atenção a esse tema. Para proteger o consumidor, bem como as empresas que praticam a comunicação responsável, existem as normas e regras que regulamentam as práticas de comunicação. Comunicação socialmente responsável Devem ser constantes os esforços das empresas para não veicular a propaganda com as mensagens enganosas. Afirmações falsas sobre os produtos afetam, diretamente, a imagem e o grau de confiabilidade do anunciante. A ética na propaganda se estende às ações realizadas em conjunto com os intermediários e com toda a rede de distribuição. Ética e propaganda Trata-se de um assunto de alta importância: ABAP, em 2011, publicou os indicadores de sustentabilidade e para a Indústria da Comunicação; APP: instituiu o Código de Ética dos profissionais de propaganda, em 2014; Esse tema vem sendo discutido e gerado novos documentos constantemente; é importante estar sempre atento à novas normas, regras, portarias e leis. Ética na propaganda Restrições publicitárias: regidas pela Lei n. 9.294, de 15 de julho de 1996, que se refere às restrições ao uso da propaganda em produtos, como: fumo, bebidas alcoólicas, medicamentos, terapias e defensivos agrícolas. Restrições publicitárias Fonte: Canva. As ações de promoção de vendas e relações públicas são regidas por normas éticas. O processo promocional deve ser desenvolvido de acordo com o que é determinado no Código de Defesa do Consumidor. Notícias sobre a empresa devem ser verdadeiras, atuais e relevantes. Os veículos de comunicação interessados verificam a veracidade dos fatos. Dados falsos prejudicam os esforços desenvolvidos junto à imprensa. Legitimidade em promoção de vendas e em relações públicas Os produtos oferecidos em promoção de vendas devem estar dentro do prazo de validade. Sorteios e concursos: Devem obedecer fielmente ao regulamento divulgado, previamente, ao público; Em muitos casos, devem ser legalmente registrados nos órgãos competentes (Secretarias da Fazenda e outros órgãos públicos). Legitimidade em promoção de vendas e em relações públicas As empresas de venda direta (sem a atuação de intermediários) devem estar bastante atentas para o desempenho de seus vendedores. As vendas pessoais também ocorrem entre as empresas. Nessas comercializações, a lisura deve ser uma prática básica, não sendo permitida nenhuma ação que venha a beneficiar alguns em detrimento de outros. Os subornos como meio para agilizar as vendas também são um tipo de comportamento inaceitável. A venda pessoal ou de porta em porta: Deve obedecer às regras de competição justa; O discurso dos vendedores e o conteúdo da propaganda devem estar alinhados. Vendas pessoais e transparência A abordagem do marketing direto implica um contato direto entre a empresa e o consumidor, realizado com base em dados cadastrais do cliente, que foram colhidos em situações anteriores. Por se tratar de informações importantes, como: endereço, números de telefone, atuação profissional e, muitas vezes, até as referências comerciais, é imprescindível que o banco de dados seja seguro e que as pessoas que o manipulam entendam a necessidade de sigilo das informações. A empresa deve garantir que os dados dos clientes sejam preservados, e que as premissas legais e éticas de sua manipulação sejam estendidas a todos os seus empregados. Respeito à privacidade do consumidor no marketing direto Sobre a comunicação responsável, é correto afirmar que: I. Toda a comunicação deve ser pautada em princípios éticos; II. A comunicação deve acontecer de forma transparente entre todos os envolvidos; III. Normas e regras existem para proteger o consumidor e as empresas. Está correto o que se afirma em: a) I. b) II. c) I e III. d) II e III. e) I, II e III. Interatividade Sobre a comunicação responsável, é correto afirmar que: I. Toda a comunicação deve ser pautada em princípios éticos; II. A comunicação deve acontecer de forma transparente entre todos os envolvidos; III. Normas e regras existem para proteger o consumidor e as empresas. Está correto o que se afirma em: a) I. b) II. c) I e III. d) II e III. e) I, II e III. Resposta Órgãos diversos regulam e verificam as ações de comunicação das empresas anunciantes, para garantir a ética e a transparência junto aos consumidores, à concorrência, aos fornecedores e aos demais membros da sociedade. Veremos, a seguir, algumas dessas instituições: Órgãos reguladores das atividades de comunicação de marketing ABA – Associação Brasileira de Anunciantes: Reúne as maiores empresas anunciantes do Brasil, responsáveis por, aproximadamente, 70% dos investimentos em propaganda no país; Faz parte do Conar; Atua para a valorização do marketing e para a comunicação como ativo competitivo nos negócios. Órgãos reguladores Fonte: https://aba.com.br/ Abap – Associação Brasileira de Agências de Publicidade: É a maior organização do setor na América Latina; Objetivo: defesa e divulgação dos interesses de agências brasileiras associadas à indústria de comunicação; Estabelece e promove os padrões éticos que orientam a atuação de suas associadas. Órgãos reguladores Fonte: https://www.abap.com.br/ Abemd – Associação Brasileira de Marketing de Dados: Objetivos: O desenvolvimento e aprimoramento das técnicas e atividades de marketing direto em nosso país; Disseminaros princípios teóricos e as aplicações práticas; Promove a formação e o aperfeiçoamento técnico-profissional em marketing direto, pelo intercâmbio de ideias e experiências entre os seus associados; Divulga as informações por meio de publicações de obras de caráter técnico-informativo. Órgãos reguladores Fonte: https://abemd.org.br/ Zela pelo cumprimento do Código de Autorregulamentação do Marketing Direto para: Garantir a boa imagem da atividade; Favorecer a aceitação de suas técnicas de venda e de comunicação; Defender os interesses de seus associados junto à opinião pública, ao Congresso e aos órgãos governamentais relacionados. Órgãos reguladores ABP – Associação Brasileira de Propaganda: É constituída e integrada por profissionais de propaganda, pessoas físicas e jurídicas, direta ou indiretamente, ligadas a essa atividade. Objetivos: Desenvolvimento e enobrecimento da propaganda; Incentivar o desenvolvimento das técnicas de propaganda; Defender os interesses daqueles que trabalham nesta profissão. Órgãos reguladores Fonte: http://abp.com.br/ Ampro – Associação de Marketing Promocional: Entidade voltada ao desenvolvimento e aprimoramento da teoria e da prática do marketing promocional. Objetivos: Reunir e representar os segmentos de marketing promocional; Empresas de marketing promocional; Fornecedores de produtos e de serviços promocionais; Veículos de comunicação; Empresas/clientes e profissionais. Órgãos reguladores Fonte: https://ampro.com.br/ Cenp – Fórum da Autorregulação do Mercado Publicitário: Foi criado pelo próprio mercado publicitário. Objetivos: Zelar pela observância das Normas Padrão da Atividade Publicitária; Define as condutas e regras das melhores práticas éticas e comerciais entre os principais agentes da publicidade brasileira. Órgãos reguladores Fonte: https://sistemas.cenp.com.br/WebCENPConsulta/Default.aspx Conar – Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária: Organização não governamental; Formada por publicitários e profissionais de diversas outras áreas; Missão: impedir que a publicidade enganosa ou abusiva cause um constrangimento ao consumidor ou às empresas, e defender a liberdade de expressão comercial; Atende as denúncias feitas tanto por consumidores, autoridades, associados ou, mesmo, pelos integrantes da própria diretoria. Órgãos reguladores Fonte: http://www.conar.org.br/ IVC – Instituto Verificador de Comunicação: Órgão responsável por auditar: A circulação dos principais jornais e das revistas editados no Brasil; O tráfego de websites brasileiros. Objetivos: Divulgar as informações sobre os dados de circulação fornecidos pelas publicações; Verificar a circulação líquida dos veículos por meio de auditoria. Órgãos reguladores Fonte: https://ivcbrasil.org.br/#/home De acordo com TJDFT, Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios, a Lei n. 12.965, de 23 de abril de 2014 – Marco Civil da Internet. Art. 1º. Esta Lei estabelece os princípios, as garantias, os direitos e deveres para o uso da internet no Brasil, e determina as diretrizes para a atuação da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, em relação à matéria. A referida lei prevê como os princípios que regulam o uso da internet no Brasil, enumerados no Artigo 3º, dentre outros, o princípio da proteção da privacidade e dos dados pessoais, e asseguram, como direitos e garantias dos usuários de internet, no Artigo 7º, a inviolabilidade e sigilo do fluxo de suas comunicações, e inviolabilidade e sigilo de suas comunicações privadas armazenadas, salvo por ordem judicial. Lei n. 12.965, de 23 de abril de 2014 – Marco Civil da Internet De acordo com o portal gov.br: “A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais – LGPD (Lei n. 13.709/2018) dispõe sobre o tratamento de dados pessoais, inclusive, nos meios digitais, por pessoa natural, ou por pessoa jurídica de direito público ou privado, com o objetivo de proteger os direitos fundamentais de liberdade e de privacidade, e o livre desenvolvimento da personalidade da pessoa natural. De acordo com a Lei, os dados pessoais são as informações relacionadas à pessoa natural identificada ou identificável (Art. 5º, I da LGPD)”. Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais – LGPD O Conar tem como responsabilidade: a) Reunir e representar os segmentos de MKT promocional. b) Auditar a circulação dos(as) principais jornais e revistas no país, bem como o tráfego de websites brasileiros. c) Zelar pela observância das Normas-Padrão da Atividade Publicitária. d) Atender as denúncias feitas tanto por consumidores, autoridades, associados ou, mesmo, pelos integrantes da própria diretoria. e) Zelar pelo cumprimento do Código de Autorregulamentação do MKT Direto. Interatividade O Conar tem como responsabilidade: a) Reunir e representar os segmentos de MKT promocional. b) Auditar a circulação dos(as) principais jornais e revistas no país, bem como o tráfego de websites brasileiros. c) Zelar pela observância das Normas-Padrão da Atividade Publicitária. d) Atender as denúncias feitas tanto por consumidores, autoridades, associados ou, mesmo, pelos integrantes da própria diretoria. e) Zelar pelo cumprimento do Código de Autorregulamentação do MKT Direto. Resposta Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD). Disponível em: https://www.gov.br/aeb/pt- br/acesso-a-informacao/lei-geral-de-protecao-de-dados-pessoais-lgpd. Acesso em: 13 jul. 2022. Marco Civil da Internet. Disponível em: https://www.tjdft.jus.br/institucional/imprensa/campanhas-e-produtos/direito-facil/edicao- semanal/marco-civil-da- internet#:~:text=O%20Marco%20Civil%20da%20Internet,da%20internet%20no%20Brasil. Acesso em: 13 jul. 2022. PINHEIRO, D.; GULLO, J. Comunicação Integrada de Marketing. São Paulo: Atlas, 2009. Referências ATÉ A PRÓXIMA!