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MEMENTO AP2 Fundamentos da educação III 1. AP2 – 1º semestre de 2014 Fundamentos da Educação III – História da Educação 1ª Questão (2,5 pontos) Enunciado: A música, como produção cultural de ampla circulação entre diversos segmentos sociais, é muitas vezes apropriada por dirigentes governamentais como instrumento de divulgação de valores e ideias do regime vigente. Explique o texto acima tendo como base a educação no Período Militar (1964 - 1985). Resolução: Durante a Ditadura Militar brasileira (1964-1985), a educação e a cultura foram utilizadas como instrumentos de divulgação dos valores defendidos pelo governo. O regime buscava fortalecer o nacionalismo, o patriotismo, a disciplina e a ideia de ordem, utilizando a escola, os meios de comunicação e a música para transmitir sua ideologia. Nesse período, manifestações culturais consideradas contrárias ao governo eram censuradas, enquanto músicas e campanhas que valorizavam o Brasil e o regime recebiam incentivo. Na educação, houve controle dos conteúdos escolares e a inclusão de disciplinas como Educação Moral e Cívica e Organização Social e Política do Brasil (OSPB). Assim, a música e a educação funcionavam também como instrumentos de propaganda política, contribuindo para a legitimação do regime militar e para a tentativa de controlar o pensamento da população. 2ª Questão (2,5 pontos) Enunciado: Que tipo de denúncia é feito na charge de Ziraldo quando este relaciona o autoritarismo ao nacionalismo característico dos governos militares brasileiros? Qual a importância do MOBRAL - Movimento Brasileiro de Alfabetização, nessa conjuntura política? (Nosso Século. São Paulo: Abril Cultural, 1980.) Resolução: A charge de Ziraldo denuncia o autoritarismo e a repressão característicos da Ditadura Militar. Ao relacionar o nacionalismo à imposição de comportamentos e ideias, o autor critica um governo que utilizava o discurso de amor à pátria para justificar a obediência, o controle social e a falta de liberdade. Nesse contexto, o MOBRAL, criado em 1967, tinha como objetivo promover a alfabetização de jovens e adultos. Entretanto, também estava inserido no projeto político do regime, que buscava ampliar a alfabetização sem necessariamente estimular uma consciência crítica sobre a realidade social e política. Dessa forma, a educação também servia aos interesses de integração social e legitimação do governo militar. 3ª Questão (2,5 pontos) Enunciado: “No dia 9 de janeiro de 2003, foi aprovada a Lei nº 10.639, tornando obrigatório o ensino de história e cultura afro-brasileiras nos níveis fundamental e médio. Os currículos deverão incluir ‘o estudo da história da África e dos africanos, a luta dos negros no Brasil, a cultura negra brasileira e o negro na formação nacional, resgatando a contribuição do povo negro nas áreas social, econômica e política (...)’. Não há como recuperar a africanidade sem conhecer a própria história da África. Ao mesmo tempo, é necessário despirmo-nos dos preconceitos etnocêntricos (...) – a África como um lugar atrasado, inculto, selvagem – e deixar de supervalorizar o papel de vítima – do tráfico, do capitalismo, do neo-colonialismo –, atitude que alimenta sentimentos de impotência e a incapacidade. O fato objetivo de povos diversos terem sido espoliados por agentes externos, compactuados com agentes internos, não pode ser negado. Mas não dimensioná-lo em seu tempo e suas implicações dentro da própria África acaba por fortalecer a ideia de que os africanos foram somente vítimas de um destino cruel, e não sujeitos de processos históricos complexos em que desempenharam outros papéis. Superar essa construção simplificada requer muito estudo, além de ampla divulgação do conhecimento. Quanto mais gente souber, melhor!” (Mônica Lima, A África na sala de aula, Nossa história, nº 4, fevereiro de 2004, p. 84-5). Com base no texto acima, discorra sobre a obrigatoriedade do ensino de História da África e dos africanos no Brasil a partir da Lei 10.639/2003. Resolução: A Lei nº 10.639/2003 representou um importante avanço para a educação brasileira, pois tornou obrigatório o ensino da História e da Cultura Afro-Brasileira nas escolas de ensino fundamental e médio, públicas e privadas. Seu objetivo foi combater o racismo, valorizar a contribuição da população negra e reconhecer sua importância na formação da sociedade brasileira. A lei também possibilita superar uma visão preconceituosa e limitada sobre a África, que frequentemente era apresentada como um continente atrasado e marcado apenas pela escravidão. O ensino deve destacar a diversidade dos povos africanos, suas culturas, organizações políticas, conhecimentos e contribuições históricas. Dessa maneira, a legislação contribui para uma educação mais democrática, inclusiva e comprometida com a valorização da diversidade cultural e com o combate à discriminação racial. 4ª Questão (2,5 pontos) Enunciado: “Proletários do mundo, uni-vos.” Estabeleça relações entre as correntes políticas que representavam esse lema com a situação dos trabalhadores durante o advento da Revolução Industrial. Resolução: O lema “Proletários do mundo, uni-vos”, associado ao pensamento de Karl Marx e Friedrich Engels, representa a defesa da união dos trabalhadores na luta contra a exploração capitalista. Durante a Revolução Industrial, os operários enfrentavam condições extremamente precárias, com jornadas de trabalho excessivas, baixos salários, ambientes insalubres e exploração do trabalho infantil e feminino. Nesse contexto, surgiram correntes políticas como o socialismo e o anarquismo, que criticavam as desigualdades sociais e defendiam mudanças na organização da sociedade. O movimento operário passou a organizar sindicatos, greves e manifestações em busca de melhores condições de trabalho e direitos sociais. Assim, o lema expressava a necessidade de união e organização dos trabalhadores para enfrentar a exploração e conquistar melhores condições de vida. 2. AP2 – 1º semestre de 2015 Fundamentos da Educação III – História da Educação 1ª Questão (3,5 pontos) Enunciado: A música, como produção cultural de ampla circulação entre diversos segmentos sociais, é muitas vezes apropriada por dirigentes governamentais como instrumento de divulgação de valores e ideais do regime vigente. Explique o texto acima tendo como base a Educação no Período Militar (1964 - 1985). Resolução: Durante a Ditadura Militar (1964-1985), a educação e a cultura foram utilizadas pelo governo como instrumentos de divulgação de sua ideologia. O regime procurava transmitir valores como patriotismo, nacionalismo, disciplina e obediência, buscando fortalecer sua imagem perante a sociedade. A música tinha grande importância nesse processo, pois alcançava diferentes grupos sociais. Enquanto algumas produções culturais eram utilizadas para exaltar o país e o governo, outras, especialmente aquelas que criticavam a ditadura, sofriam censura e perseguição. Na educação, o governo também interferiu nos conteúdos escolares, valorizando disciplinas como Educação Moral e Cívica e OSPB. Portanto, a escola e a música foram utilizadas tanto para transmitir valores oficiais quanto para tentar controlar as manifestações de oposição ao regime. 2ª Questão (3,5 pontos) Enunciado: Discuta as interseções possíveis entre a Constituição de 1988 e a Educação Pública no Brasil. Resolução: A Constituição Federal de 1988 representou um marco para a educação brasileira, pois reconheceu a educação como um direito de todos e um dever do Estado e da família, conforme estabelece o artigo 205. A Constituição também determinou princípios fundamentais para o ensino, como a igualdade de condições para o acesso e a permanência na escola, a liberdade de aprender e ensinar, o pluralismo de ideias, a gratuidade do ensino público e avalorização dos profissionais da educação. Além disso, estabeleceu responsabilidades para União, estados e municípios na organização dos sistemas de ensino e determinou a aplicação de recursos públicos na educação. Dessa forma, a Constituição de 1988 contribuiu para a democratização da educação pública, ampliando o reconhecimento desse direito e estabelecendo bases legais para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária. 3ª Questão (3,0 pontos) Enunciado: Comente a Lei 10.639/03 e seus reflexos na Educação Pública Brasileira. Resolução: A Lei nº 10.639/2003 tornou obrigatório o ensino de História e Cultura Afro-Brasileira nas escolas de ensino fundamental e médio, públicas e privadas. Essa legislação foi importante para reconhecer a contribuição dos africanos e seus descendentes na formação histórica, cultural, econômica e social do Brasil. Entre seus principais reflexos na educação pública está a valorização da identidade negra, o combate ao racismo e a desconstrução de preconceitos historicamente presentes na sociedade brasileira. A lei também contribuiu para ampliar os conteúdos trabalhados nas escolas, incluindo a história da África, a luta dos negros no Brasil e suas manifestações culturais. Portanto, representa um instrumento importante para promover uma educação democrática, inclusiva e comprometida com a diversidade cultural. 3. AP2 – 2º semestre de 2015 Fundamentos da Educação III – História da Educação 1ª Questão (3,0 pontos) Enunciado: Que tipo de denúncia é feito na charge de Ziraldo quando este relaciona o autoritarismo ao nacionalismo característico dos governos militares brasileiros? Qual a importância do MOBRAL – Movimento Brasileiro de Alfabetização, nessa conjuntura política? (Nosso Século. São Paulo: Abril Cultural, 1980.) Resolução: A charge de Ziraldo denuncia o autoritarismo presente na Ditadura Militar brasileira, mostrando como o governo utilizava o nacionalismo para impor suas ideias e exigir obediência da população. A expressão “Ame-o ou deixe-o” representa a ideia de que aqueles que discordavam do governo eram considerados inimigos da pátria, sofrendo perseguições, censura e repressão. O MOBRAL, criado em 1967, tinha como objetivo alfabetizar jovens e adultos que não tiveram acesso à educação. Entretanto, também estava relacionado aos interesses políticos do regime militar, que buscava oferecer uma alfabetização voltada principalmente às necessidades de integração social e econômica, sem necessariamente incentivar a reflexão crítica e a participação política dos cidadãos. Assim, a charge critica a utilização do patriotismo como justificativa para o autoritarismo, enquanto o MOBRAL demonstra como a educação também podia ser utilizada como instrumento de legitimação política. 2ª Questão (3,0 pontos) Enunciado: Para Paulo Freire, educar é um ato político. O pensamento pedagógico do autor sobre o aprendizado da leitura e da escrita se fundamenta na ideia de que esse deve ser um ato criador, envolvendo a compreensão crítica da realidade. Quais as possíveis relações entre o pensamento de Freire e a Educação Popular? Resolução: O pensamento de Paulo Freire está diretamente relacionado à Educação Popular, pois ambos defendem uma educação que valorize os conhecimentos e as experiências dos alunos, principalmente das classes populares. Para Freire, aprender a ler e escrever não significa apenas decodificar palavras, mas também compreender e transformar a realidade. A Educação Popular busca desenvolver a consciência crítica dos indivíduos, incentivando o diálogo, a participação e a reflexão sobre os problemas sociais. Nesse processo, o professor não é o único detentor do conhecimento, pois educador e educando aprendem juntos por meio da troca de experiências. Dessa maneira, a proposta de Paulo Freire entende a educação como uma prática de liberdade, capaz de promover autonomia, cidadania e transformação social. 3ª Questão (1,0 ponto) Enunciado: Se educar é um ato político, qual das alternativas abaixo expressa o pensamento de Paulo Freire: a) Questionador e facilitador no processo de elitização do indivíduo; b) Harmonioso e formador de crianças cultas e dóceis; c) Criador e envolvendo a compreensão crítica da realidade; d) Pautado em princípios cristãos; e) Voltado para o mercado de trabalho e a capacitação profissional. Gabarito: alternativa C Resolução: A alternativa correta é a letra C – Criador e envolvendo a compreensão crítica da realidade. Para Paulo Freire, a educação deve estimular o pensamento crítico e a capacidade de transformação da sociedade. O aluno não deve ser um simples receptor de informações, mas um sujeito ativo na construção do conhecimento. O autor defendia uma educação baseada no diálogo, na reflexão e na participação, permitindo que os indivíduos compreendam sua realidade e atuem sobre ela. 4ª Questão (3,0 pontos) Enunciado: “No dia 9 de janeiro de 2003, foi aprovada a Lei nº 10.639, tornando obrigatório o ensino de história e cultura afro-brasileiras nos níveis fundamental e médio. Os currículos deverão incluir ‘o estudo da história da África e dos africanos, a luta dos negros no Brasil, a cultura negra brasileira e o negro na formação nacional, resgatando a contribuição do povo negro nas áreas social, econômica e política (...)’. Não há como recuperar a africanidade sem conhecer a própria história da África. Ao mesmo tempo, é necessário despirmo-nos dos preconceitos etnocêntricos (...) – a África como um lugar atrasado, inculto, selvagem – e deixar de supervalorizar o papel de vítima – do tráfico, do capitalismo, do neo-colonialismo –, atitude que alimenta sentimentos de impotência e a incapacidade. O fato objetivo de povos diversos terem sido espoliados por agentes externos, compactuados com agentes internos, não pode ser negado. Mas não dimensioná-lo em seu tempo e suas implicações dentro da própria África acaba por fortalecer a ideia de que os africanos foram somente vítimas de um destino cruel, e não sujeitos de processos históricos complexos em que desempenharam outros papéis. Superar essa construção simplificada requer muito estudo, além de ampla divulgação do conhecimento. Quanto mais gente souber, melhor!” (Mônica Lima, A África na sala de aula, Nossa história, nº 4, fevereiro de 2004, p. 84-5). Com base no texto acima, discorra sobre a obrigatoriedade do ensino de História da África e dos africanos no Brasil a partir da Lei 10.639/2003. Resolução: A Lei nº 10.639/2003 foi um importante avanço para a educação brasileira, pois tornou obrigatório o ensino de História e Cultura Afro-Brasileira nas escolas de ensino fundamental e médio. Seu objetivo é reconhecer a contribuição dos povos africanos e seus descendentes para a formação da sociedade brasileira, valorizando sua história, cultura e participação social, econômica e política. A obrigatoriedade desse ensino também busca combater o racismo e superar preconceitos que apresentam a África como um continente atrasado ou cuja história se resume à escravidão. É fundamental compreender que os povos africanos possuem histórias diversas, com organizações políticas, conhecimentos, culturas e civilizações próprias, sendo protagonistas de seus processos históricos. Portanto, a lei contribui para uma educação mais democrática, valorizando a diversidade cultural, fortalecendo a identidade afro-brasileira e promovendo o respeito às diferenças. 4. AP2 – 1º semestre de 2016 Fundamentos da Educação III – História da Educação 1ª Questão (3,0 pontos) Enunciado: Discuta as interseções possíveis entre os anos de 1930 a 1937, a Constituição de 1934 e a Educação Pública no Brasil. Resolução: O período de 1930 a 1937 foi marcado por importantes transformações políticas e educacionais no Brasil, durante o governo de Getúlio Vargas. Nesse contexto,a educação passou a ser considerada um instrumento fundamental para a modernização do país e para a formação de cidadãos. A Constituição de 1934 representou um avanço ao estabelecer a educação como direito de todos e responsabilidade da família e dos poderes públicos. Também determinou a gratuidade e a obrigatoriedade do ensino primário, além de estabelecer a aplicação de recursos públicos na educação. Outro acontecimento importante foi a criação do Ministério da Educação e Saúde Pública, em 1930, e a atuação dos educadores escolanovistas, que defendiam uma escola pública, gratuita, laica e acessível a todos. Assim, entre 1930 e 1937, a educação ganhou maior importância nas políticas públicas brasileiras, embora ainda existissem desigualdades no acesso à escola e disputas entre diferentes projetos educacionais. 2ª Questão (2,0 pontos) Enunciado: Durante o Estado Novo, o governo de Getúlio Vargas foi marcado por fértil produção de materiais, como cartilhas, livros didáticos, cartazes, filmes e pela prática de grandes espetáculos comemorativos. Qual o significado da educação pública e da propaganda política na ditadura estadonovista? Resolução: Durante o Estado Novo (1937-1945), Getúlio Vargas utilizou a educação pública e a propaganda política como instrumentos de controle social e de fortalecimento de seu governo. A escola era utilizada para transmitir valores como nacionalismo, patriotismo, disciplina e obediência, contribuindo para a construção de uma identidade nacional alinhada aos interesses do regime. A produção de cartilhas, livros didáticos, cartazes, filmes e grandes comemorações cívicas ajudava a divulgar a imagem positiva do presidente e de seu governo. O Departamento de Imprensa e Propaganda (DIP), criado em 1939, desempenhou papel fundamental nesse processo, controlando informações e promovendo a propaganda oficial. Dessa forma, a educação e a propaganda política foram utilizadas para legitimar o Estado Novo, fortalecer o poder de Vargas e influenciar o pensamento da população. 3ª Questão (2,0 pontos) Enunciado: A música, como produção cultural de ampla circulação entre diversos segmentos sociais, é muitas vezes apropriada por dirigentes governamentais como instrumento de divulgação de valores e ideias do regime vigente. Explique o texto acima tendo como base a educação no Período Militar (1964 - 1985). Resolução: Durante a Ditadura Militar (1964-1985), o governo utilizou a educação e a cultura como instrumentos de divulgação de sua ideologia, buscando fortalecer valores como nacionalismo, patriotismo, disciplina e obediência. A música alcançava diferentes segmentos da sociedade e, por isso, tornou-se um importante instrumento de propaganda política. Enquanto algumas canções eram utilizadas para valorizar o país e o regime, outras, que apresentavam críticas ao governo, eram censuradas e seus compositores poderiam sofrer perseguições. Na educação, o regime controlava os conteúdos escolares e valorizava disciplinas como Educação Moral e Cívica e Organização Social e Política do Brasil (OSPB), procurando transmitir os valores defendidos pelos militares. Portanto, a música e a educação foram utilizadas como instrumentos de influência ideológica, enquanto a censura e a repressão limitavam a liberdade de expressão. 4ª Questão (3,0 pontos) Enunciado: Qual a sua opinião acerca do projeto de lei sancionado pela presidente Dilma, que reserva 50% das vagas nas universidades federais para estudantes de escola pública? Resolução: Considero a reserva de 50% das vagas nas universidades federais para estudantes de escolas públicas uma medida importante para promover a democratização do ensino superior no Brasil. Essa política busca reduzir as desigualdades sociais e educacionais, oferecendo maiores oportunidades para estudantes que, historicamente, enfrentam dificuldades de acesso às universidades públicas. A Lei nº 12.711/2012, conhecida como Lei de Cotas, estabelece a reserva de vagas para estudantes que cursaram integralmente o ensino médio em escolas públicas, considerando também critérios de renda e a proporção de pessoas pretas, pardas, indígenas e, posteriormente, quilombolas, conforme a legislação. Entendo que essa política representa um instrumento de inclusão social e de combate às desigualdades históricas. Entretanto, é importante que seja acompanhada de investimentos na educação básica pública, garantindo que todos os estudantes tenham condições de competir e permanecer no ensino superior. Assim, as cotas são necessárias para ampliar o acesso à universidade e contribuir para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária. Observações importantes para estudar Alguns assuntos aparecem repetidamente nas quatro avaliações. Isso indica que merecem atenção especial na preparação: Tema Avaliações em que aparece Ditadura Militar e educação 2014.1, 2015.1 e 2016.1 MOBRAL e alfabetização 2014.1 e 2015.2 Lei 10.639/2003 e História da África 2014.1, 2015.1 e 2015.2 Constituição de 1988 e educação pública 2015.1 Paulo Freire e Educação Popular 2015.2 Era Vargas e Estado Novo 2016.1 Revolução Industrial e movimento operário 2014.1 Democratização do ensino superior e cotas 2016.1 Minha recomendação: dê prioridade aos três temas mais recorrentes: Ditadura Militar, Lei 10.639/2003 e História da África. Também estude Paulo Freire, Era Vargas e Constituição de 1934. As respostas apresentadas são resoluções comentadas para estudo, não um gabarito oficial da universidade. Na questão sobre cotas, por exemplo, a resposta considera a legislação e os critérios que foram posteriormente atualizados.