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Em Seis Dias   Porque 50 Cientistas Preferiram Acreditar na Criação   John F. Ashton

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funcionar. O exemplo Behe usa é uma ratoeira 
primavera comum, que exige dez partes para funcionar. A armadilha não vai 
mais funcionar se apenas uma parte é removida. Ninguém foi capaz de mos-
trar esse conceito a ser erradas só que sob certas condições uma determina-
da máquina pode operar com menos uma parte. 
Muitos desses exemplos "menos uma parte", porém, são enganosas. (28 
p., 1993) estratagema observa que uma ratoeira pode ser fixada ao chão, 
eliminando assim a base, ele afirma. Na verdade, ele só usa 
uma diferente base (chão); uma base ainda é necessária. Além disso, as par-
tes ratoeira são inúteis sem a inteligência para montá-los em uma unidade 
de funcionamento. Uma armadilha também é inútil sem a isca, o conheci-
mento ea capacidade necessários para usar a armadilha, ea existência de 
um rato com inteligência o suficiente para buscar a isca, mas falta de expe-
riência e inteligência para evitar a armadilha. Um sistema ratoeira simples é 
muito mais complexa do que parece à primeira vista. 
O argumento de complexidade irredutível pode ser estendida para o 
processo de criação que produziu vida. O conceito argumenta que tanto a 
um organismo e das suas partes, incluindo órgãos, células, organelos, ou 
mesmo a sua proteína, não podem funcionar abaixo de um determinado 
número mínimo de peças. Em organismos biológicos a menor unidade de 
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vida é a célula, e o número de peças que contém ao nível subatômico é ge-
ralmente muito maior do que uma biliões. Como Hickman observa: 
As células são o tecido da vida. Mesmo as células mais 
primitivas são extremamente complexas estruturas que for-
mam as unidades básicas de toda a matéria viva. Todos os te-
cidos e órgãos são compostos de células. Em um ser humano 
um número estimado de 60 trilhões de células interagem, ca-
da um desempenhando o seu papel especializado em uma 
comunidade organizada. Em organismos unicelulares todas as 
funções da vida são realizados dentro dos limites de um paco-
te microscópica. Não há vida sem células (Hickman, 43 p., 
1997). 
Mesmo a maioria das bactérias necessitam de vários milhares de genes 
para realizar as funções necessárias para a vida. E. coli tem cerca de 
4.639.221 pares de bases de nucleótidos, que codificam para genes de 4288, 
cada um dos quais produz uma proteína máquina extremamente comple-
xa. As espécies mais simples de bactéria, Chlamydia e Rickettsia, são os me-
nores seres vivos conhecidos. Apenas algumas centenas de átomos de largu-
ra, eles são menores do que o maior vírus e tem cerca de metade do DNA 
como fazem outras espécies de bactérias. Embora eles são tão pequenos 
quanto é possível ser e ainda ser vivo, essas duas formas de vida ainda exi-
gem milhões de peças atômicas (Trefil, 28 p., 1992). Muitas das bactérias 
mais pequenas, tais como Mycoplasma genitalium, que tem 452 genes, são 
vírus semelhantes a parasitas e apenas pode viver com a ajuda de organis-
mos mais complexos. Por esta razão, ao pesquisar os requisitos mínimos pa-
ra a vida, a exemplo de E. coli é mais realista. 
Se a forma mais simples de vida requer milhões de peças em nível atô-
mico, as formas de vida mais altas exigem trilhões. Todas as muitas macro-
moléculas necessários para a vida são construídos de átomos, os quais são 
compostos por peças ainda mais pequenas. Que a vida requer um certo nú-
mero mínimo de peças é bem documentada, eo único debate é como mui-
tos milhões de partes funcionalmente integradas são necessárias, não o fato 
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de que um número mínimo deve existir para toda a vida para viver. Todos os 
vírus são abaixo do nível de complexidade necessário para a vida, e por esta 
razão eles devem viver como parasitas que necessitam de células complexas, 
a fim de se reproduzir. Trefil observou que a questão de onde os vírus vêm é 
um "mistério duradouro" na evolução. Eles consistem principalmente em 
apenas uma molécula de DNA e uma camada de proteína e 
... Não se reproduzem de uma forma normal, [portanto] é 
difícil ver como poderiam ter se iniciado. Uma teoria: eles são 
parasitas que, durante um longo período de tempo, perderam 
a capacidade de reproduzir de forma independente. ... Os ví-
rus estão entre a menor das coisas "vivas". Um vírus típico, 
como o que faz com que a gripe comum, pode haver mais de 
um milhar de átomos de diâmetro. Este é, em comparação 
com células que podem ser centenas ou mesmo milhares de 
vezes esse tamanho. Seu tamanho pequeno é uma razão que é 
tão fácil para um vírus se espalhar de um hospedeiro para ou-
tro, é difícil filtrar tudo o que pequena (Trefil, p. 9, 1992). 
Muito simplificada, a vida depende de um complexo arranjo de três 
classes de moléculas: DNA , que armazena planos directores da célula; RNA, 
que transporta uma cópia das informações necessárias contida no DNA para 
a estação de montagem de proteínas; e proteínas , que fazem de tudo, desde 
os ribossomos para as enzimas. Além disso, são necessários acompanhantes 
e muitas outras ferramentas de montagem para assegurar que a proteína 
está devidamente montado. Todas estas partes são necessários e deve existir 
como uma unidade devidamente montado e integrado. O DNA é inútil sem 
RNA e proteínas, apesar de alguns tipos de bactérias podem combinar as 
funções das peças básicas exigidas. 
O problema para a evolução causada pela enorme complexidade neces-
sária para a vida é muito bem reconhecido, e nenhuma das propostas para 
superá-la são mesmo remotamente satisfatória (Spetner, 1997). Estas pro-
postas incluem a teoria da panspermia avançado pelo Prêmio Nobel Francis 
Crick. Panspermia é a hipótese de que a Terra foi semeada pela vida de ou-
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tros planetas (Crick, 1981). Esta solução, no entanto, só se move o problema 
para outro. Naturalismo deve levar em conta tanto as peças necessárias para 
a vida e sua montagem correta. Para que a vida persista, os seres vivos de-
vem ter um meio de receber e processar bioquimicamente alimentos. A vida 
também requer oxigênio, que deve ser distribuído para todos os tecidos, ou 
para a vida unicelular, oxigênio deve eficazmente e com segurança ser mo-
vimentados dentro da membrana celular para onde ele é necessário, sem 
danificar o celular. Sem mecanismos complexos para realizar essas tarefas, a 
vida não pode existir. As partes não poderia evoluir separadamente e não 
poderia mesmo existir independentemente por muito tempo, porque iria 
quebrar no meio ambiente sem proteção (Overman, 1997). 
Mesmo que existisse, as muitas partes necessárias para a vida não po-
dia sentar ocioso de espera para as outras partes a evoluir, porque as exis-
tentes, normalmente se deteriorar muito rapidamente dos efeitos da desidra-
tação, oxidação e à ação de bactérias ou outros agentes patogénicos. Por esta 
razão, apenas uma criação instantânea de todas as peças necessárias como 
uma unidade de funcionamento pode produzir vida. Não há evidência con-
vincente já foi apresentado para refutar esta conclusão, e muita evidência 
existe para a exigência de criação instantânea, como a descoberta de que a 
maioria dos nucleotídeos degradar bastante rápido nas temperaturas cientis-
tas concluem existiram na Terra primitiva (Irion, 1998). 
O problema é que as meias-vidas de muitos dos blocos básicos da vida 
"são demasiado curto para permitir a acumulação adequada destes compos-
tos. ... Portanto, a menos que a origem da vida ocorreu muito rapidamente 
(<100 anos) ... uma origem temperatura elevada de vida ... podem não envol-
ver adenina, uracilo, guanina, citosina ou "(Levy e Miller, 7933 p., 
1998). Esta descoberta é um grande revés para a abiogênese, pois a alta 
temperatura (80 ° -100 ° C) origem da vida é o único modelo