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o
. . . . . . . . .
. Drywall
Conceito
O termo drywall deriva do inglês e significa parede seca. Denomina-se sistema drywall, ou
simplesmente drywall, o sistema constituído por placas (painéis) de gesso e por componentes de
enrijecimento, fixação e cobre-juntas.
Esse sistema faz parte do que é chamado de construção seca, pois não existe a necessidade
de produção de argamassas ou outros aglomerantes que precisam de água, e, portanto, necessi-
tam do endurecimento para ficarem prontos.
Este é mais um sistema que proporciona facilidade de execução, velocidade e redução de
resíduos na construção, além de diminuir significativamente o custo da construção.
Caso o sistema receba sobrecargas maiores que as especificadas pelos fabricantes, são
necessários reforços na estrutura com perfis metálicos de dimensões adequadas e fixas em
pontos pré-definidos para evitar danos à parede. Para tanto, faz-se necessária a consulta ao
fabricante.
O sistema drywall é um sistema não estrutural, não podendo sofrer ações de cargas, pois é
aplicado somente para vedação de ambientes internos e paredes divisórias.
Mat • • r1a1s
Placas-de Gesso {Painéis)
As placas de gesso acartonado são constituídas de um núcleo em gesso natural (sulfato de
cálcio - CaS04.2H20) envoltas em duas chapas de papelão que são coladas em cada face, e que
servem como material de proteção.
Figura 6.1 - Placa de drywall
.
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Figura 6.2 - Placa de gesso acartonado ou
drywall verde
~
~ Os painéis de drywall são bem finos, extremamente
~
~ leves, muito frágeis e necessitam de uma estrutura de
~ 1 reforço composta por perfis metálicos ou madeira.
} As chapas normalmente utilizadas possuem dimen-
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;.:i sões nominais de 12,5 mm e 15 mm de espessura, 1,20 m
de largura e entre 1,80 ma 3,00 m de comprimento. Elas
poderão ser sobrepostas se houver necessidade de maior
resistência e espessura. Há diferentes tipos de placas de
acordo com suas características técnicas:
• Placas resistentes à umidade (verde).
• Placas padrões de uso interno (cinza).
• Placas resistentes ao fogo (vermelho).
Estrutura Portante
As placas de gesso que constituem as faces de vedação do sistema são
suportadas pelo conjunto de perfis metálicos ou de madeira devidamente dis-
postos, nivelados, alinhados e aprumados.
Os perfis metálicos zincados possuem espessura de chapa de no
mínimo 0,50 mm. Utilizam-se para guias os perfis com largura nominal de
48 mm, 70 mm e 90 mm, respectivamente.
Figura 6.3 - Perfil metálico - estrutura da parede
Os elementos portantes principais são as guias e montantes em perfis
metálicos devidamente fixos por parafusos, formando uma trama vertical para
suporte e fixação das placas e que também servem de passagem e suporte para
as tubulações embutidas no interior da parede.
Painel de gesso
Figura 6.4 - Estrutura de suporte da parede
São comumente utilizados para montantes vários perfis, com largura nominal de
4 7 mm, 69 mm e 89 mm, respectivamente, e altura nominal de abas de 35 mm. Pequenas varia-
ções de dimensões ocorrem de acordo com o fabricante.
O sistema também pode ser executado com estrutura de suporte em madeira, conforme
indica a figura 6.5, porém o mais comum são os perfis metálicos.
Figura 6.5 - Drywall com estrutura em madeira
As peças metálicas possuem poucas variações de dimensões entre fabricantes e devem ser
empregadas chapas zincadas classe B, no mínimo.
Aces órios Usados no Sistema
O drywall necessita de acessórios para a rigidez e acabamento superficial e de juntas. Os
principais são:
• parafusos autoatarrachantes, fosfatizados para fixação das chapas de gesso e fixação
perfil/perfil;
• fita de papel microperfurada empregada nas juntas entre chapas;
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• fita de papel com reforço metálico para acabamento e proteção das
chapas nos cantos de paredes e bordas cortadas;
• cantoneiras zincadas, perfuradas, para acabamento e proteção de can-
tos externos de paredes.
Massa para Juntas e Massa para
Colagem
São massas específicas para o acabamento das juntas entre as chapas de
gesso.
Essas massas devem ser utilizadas juntamente com fitas apropriadas .
A utilização das massas e fitas de rejunte assegura o acabamento sem
trincas e também ajuda a esconder a emenda entre um painel e outro, propor-
cionando um acabamento uniforme como o das paredes de alvenaria.
• Massas:
- rejunte em pó;
rejunte pronta;
massas de colagem.
• Fitas:
de papel microperfurado;
de papel com reforço metálico;
de isolamento.
Figura 6.6 - Fitas e massa para acabamento em juntas
Há, ainda, um a série de acessórios para perfis com o tampas, fixa-
dores, etc.
A gama de acessórios permite ao sistema a fixação de uma rede de dor-
mir, por exemplo, fato que seria impossível com uso de parafusos comuns,
como no caso de alvenarias.
-
• • • •
Figura 6. 7- Perfis e acessórios diversos em aço galvanizado
Algumas Normas Refe entes
ao Sistema rywall
• NBR 10636 - Divisórias sem função estrutural - Determinação da
resistência ao fogo.
• NBR 1313 - Divisórias leves internas moduladas.
• NBR 14715 - C hapas de gesso acartonado - Requisitos.
• NBR 14716 - Chapas de gesso acartonado - Verificação das caracterís-
ticas técnicas.
• NBR 14 717 - C hapas de gesso acartonado - Determinação das caracte-
rísticas físicas .
• Projeto de norma 18:107.01-003 - Chapas de gesso acartonado .
Determinação das características físicas - método de ensaio.
Além das normas, também é importante o
conhecimento das especificações dos fabricantes
dos produtos quanto à aplicação, às garantias e ao
suporte técnico.
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Detalhes das Paredes Drywall
Os componentes básicos do sistema são as chapas de gesso acartonado e os perfis de aço
zincados, parafusos, fitas para juntas, massas e acessórios.
As paredes são constituídas por chapas de gesso acartonado, pré-fabricadas a partir da
gipsita natural (material componente do gesso), aparafusadas em uma estrutura metálica leve.
A estrutura, em perfis de chapas zincadas, é constituída por guias e montantes, sobre os quais
são fixadas as chapas de gesso acartonado, em uma ou mais camadas, gerando uma superfície
apta a receber o acabamento final.
As placas são fixas vertical ou horizontalmente, de acordo com a necessidade e
aproveitamento.
A figura 6.8 mostra a posição dos elementos principais da trama que são as guias e os
montantes. Os espaçamentos entre os montantes normalmente são condicionados pela dimen-
são da largura das placas, sendo uma em cada extremidade e as intermediárias em torno de 50
a 60 cm entre elas.
Figura 6.8 - Perfis guia e montante
Principais Componentes do
Sistema e Cuidados na Montagem
As paredes que necessitam desempenho termoacústico são preenchidas normalmente
com lã mineral (lã de vidro ou rocha), o que garante isolamento ao conjunto.
É recomendado o uso de tratamento térmico e acústico em paredes drywall, pois embora
o gesso seja um material de bom desempenho nestes quesitos, o fato das placas serem bas-
tante finas reduz o desempenho final das paredes,sendo, em alguns casos, até inferior às
paredes de alvenaria.
O tratamento térmico/acústico é bastante simples e aplicado sobre as
instalações, sendo uma das últimas camadas do sistema antes do fechamento
com as placas.
A figura 6. 9 mostra o esquema de uma parede com isolamento por meio
do enchimento com lã mineral, de maneira fácil e eficiente.
Figura 6.9 - Isolamento termoacústico com enchimento de lã mineral
As placas de gesso, conforme já abordado, são fabricadas em três tipos
de uso:
• ambientes sem umidade;
• ambientes úmidos, como banheiros, área de serviço, etc.;
• paredes resistentes ao fogo.
Figura 6.1 O - Ambiente todo construído em gesso - parede e teto
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O drywall pode receber acabamento cerâmico com aplicação sem maiores diferenças com
as executadas em alvenaria de blocos, visto que o material das placas (gesso) adere perfeitamente
à argamassa de assentamento de cerâmicas.
A placa de gesso (verde) é específica para aplicação em áreas úmidas. O uso de placas
apropriadas para esses ambientes e o revestimento com cerâmica permitem o uso desse sistema
em áreas molhadas, como cozinhas e banheiros, figura 6.11.
Figura 6.11 - Revestimento cerâmico
Instalações Embutidas
As instalações elétricas, hidráulicas e de esgoto são facilmente executadas evitando-se a
abertura nas paredes.
Esse sistema é composto por placas duplas e entre essas placas o espaço pode comportar
facilmente dutos de rede elétrica, gás e, até, água.
A montagem das instalações é bem mais fácil e rápida que nos sistemas como alvenaria.
Os perfis metálicos usados são vazados, o que possibilita a passagem de dutos por eles,
permitindo muitas configurações possíveis para as instalações.
Figura 6.12 - Instalações elétricas
Forros Drywall
A execução dos forros drywall possuem acessórios de fixação diferentes
das paredes, pois ficam suspensos.
A figura 6.13 ilustra a fixação das placas de gesso na trama para forr_o
constituído por: tirantes, suporte nivelador e os perfis canaletas, nos quais
serão parafusadas as placas.
Figura 6.13 - Estrutura de forro
Esses forros são recomendados para ambientes com instalações elétricas,
por exemplo, sob a laje e tem o propósito de escondê-las e também modificar
esteticamente os ambientes.
Ambientes com luminárias também são indicados, pois pode-se adaptar
luminárias de embutir facilmente entre os perfis.
O Sistema Drywall na
Indústria da Construção
O sistema drywall para vedações é convencional na indústria da constru-
ção, porém, no Brasil, o sistema convencional de vedação interna e exte~na
ainda é a alvenaria de tijolos cerâmicos e os blocos de concreto, pelo baixo
custo do primeiro e rendimento do segundo.
A indústria de construção brasileira vem se modernizando, e a produti-
vidade e o lucro das empresas têm se tornado um fator importante na escolha
do sistema construtivo.
Percebe-se que o sistema drywall tem sido bastante requisitado em obras
de reforma e adaptação de ambientes pela facilidade e rapidez de instalação,
principalmente em imóveis alugados, pois no final do contrato _as_ paredes
podem ser removidas e os ambientes retornam ao seu estado ongmal com
poucos reparos, limitados basicamente à pintura.
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Muitos projetistas têm optado por construções de ambientes amplos
divididos com drywall pela vantagem de poderem modificar o layout (formato)
com maior facilidade e rapidez e, também, com custo reduzido, tornando as
construções versáteis e servindo para várias finalidades ou clientes específicos.
Na escolha do sistema de vedação interna o drywall ganhou enorme
espaço na indústria por vários fatores que a tornam vantajosa sobre os sistemas
convenc1ona1s.
As empresas fabricantes das placas e acessórios mantêm, em suas pági-
nas de Internet, manuais de instalação e especificações detalhadas de seus
produtos, o que facilita ainda mais a obtenção de informações e melhoria na
qualidade das instalações do drywall.
Recomenda-se aos profissionais da área buscar mais informações sobre
esse sistema que tem sido cada vez mais utilizado na construção civil.
Vantagens do Sistema
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Todos os materiais são totalmente industrializados, não possuindo gran-
des variações de medidas e qualidade nos produtos.
Bom isolante termoacústico .
Paredes de menor espessura, ganho de área útil.
Custo vantajoso devido à alta produtividade .
Evita o acúmulo de restos nas obras .
Baixíssima perda de material.
Fartos acessórios no mercado .
Flexibilidade e leveza nas formas .
Redução de custos nas fundações.
Padronização na execução .
Fácil manutenção em caso de quebras .
Fácil demolição ou desmonte em caso de reorganização de ambientes .
Não influi na sobrecarga da construção e na reorganização do ambiente .
Material reciclável.
Desvantagens do Sistema
•
•
As paredes são mais frágeis que nos sistemas como alvenaria, por
exemplo.
Há limitação para fixação de objetos como armários, ganchos, etc. Nesse
caso, deve-se buscar acessórios específicos para essa finalidade e mesmo
assim existirá limitação de peso máximo.
• Não são recomendados para ambientes externos, pois mesmo usando
placas específicas para ambientes úmidos, ainda assim, o intemperismo
danificaria o material.
• O sistema não é indicado para ambientes em que existam atividades físi-
cas, como quadras de esporte e academias de artes marciais, que possam
provocar choques nas paredes.
• A mão de obra de montagem é especializada e geralmente realizada pelo
fornecedor do material, nesse caso, existe um custo de montagem.
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Drywall: entenda como funciona esse sistema
de construção
São inúmeros os atributos desta tecnologia de construção, que não usa água na obra. Dentro de
casa, prat icamente tudo pode ser criado com drywall
1 f CõlHPNHllllJ\1- 1 1 '# IWHIAP 11 (_)• 1 1 in 1 ~ <!> 10/05/201~ ÀS 10,30 EM ARQUITETURA E CONS TRUÇÂO
Quer dividir um ambiente sem perder espaço? Precisa de uma solução para
isolar o barulho dos vizinhos, em butir a iluminação no teto sem grandes
reformas ou montar uma estante para a TV? Esses configuram apenas alguns
exemplos da versatilidade do drywall. Maleável, ele embasa trabalhos
arrojados. com recortes, curvas e desníveis. O melhor: seus componentes são
recicláveis, e a matéria-prima do gesso (gipsita) não gera descartes tóxicos.
Trata-se de uma tecnologia limpa, que apresenta somente 5% de resíduos na
obra, con tra até 30% dos métodos tradicionais. Além disso, custa menos para
transporta r. pois é mais leve. Em relação à segurança. possui embasamento
na norma técnica NBR 15.758, da Associação Brasileira de Normas Técnicas
(ABNT). e suas composições se encaixa m em todos os níveis da norma
chamada Desempenho de Edificações, a NBR 15575 .Ambas asseguram a
maneira correta de uso e instalação.
Afinal, o que édrywall?
O termo define tanto as chapas com miolo de gesso e face de papel-car tão
quanto o sistema, composto dessas placas fixadas em estruturas de aço. Seu
trunfo está na poss1bd idade de criar centenas de formas , com emprego de
painéis simples ou duplos, de variadas espessuras. Enchimentos de lã mineral
incrementam os isolamen tos acústico e térmico. Um profissional indicará a
melhor saída para cada caso.
PORCJo.l'>OLINA
DIN12 ( VISUAL),
SAMUEL
RODRIGUES
(ILUSTRAÇÕES) E
V ERAKOVACS
( TEXTO)
1. O que significa cada cor de drywall?
Há três tipos de chapa, que se diferenciam pelo tom da cobertura de papel-
cartão. A face branca deve voltar-se sempre para o lado do acabamento:
Samuel Rcdngues
------
Verde (RU): com si li cone e aditivos fungicidas misturados ao gesso, permite
a aplicação em áreas úmidas (banheiro, cozinha e lavanderia).
Rosa (RF): resiste mais ao fogo por causa da presença de fibra de vidro na
fórmula. Por isso, vai bem ao redor de lareiras e na bancada do cooktop.
Branco (ST): é a variedade mais básica (Standard), amplamente empregada
em forros e paredes de ambientes secos.
2. O que existe no interior de uma parede de drywall?
Saiba o que existe no interior de uma parede retilínea composta de chapas
duplas.
FITM.,,.R.lR~CO
NAJUN O
llASPE AS
3. Quais os tipos de instalação?
Samuel Rodrigues
Fixação do forro: os painéis específicos para o teto são parafusados na
estrutura de aço, e o forro fica suspenso por tirantes sob a laje (ou presos no
telhado). Isso ajuda a absorver os movimentos naturais da construção, o que
evita trincas.
Painéis prontos: lançamento recente, já vem com revestimento (cartão
melamfnico ou de PVC em vários padrões ou cores), que dispe nsa a etapa de
acabamento
Parede sobre parede: essa técnica nivela superfícies originalme nte tortas e
aumenta o conforto termoacústico do ambiente. Perfis são instalados sobre
apoios fixos na alvenaria com massa de colagem, espaçados a cada 12 cm.A
espessura mínima é de 3,5 cm.
4. Quanto custam os tipos mais comuns de drywall?
O preço varia de acordo com o projeto. Os valores abaixo inclue m instalação.
- Parede: a placa Standard (de 12,5 mm), com montantes de 70 mm e
espessura d e 95 mm, vale R$ 70 o m2• Com recheio de lã minera l, passa para
R$ 80 o m 2 . Já o modelo verde (R U) custa R$ 100 o m2, e o rosa (RF), R$
130 o m 2•
- Forro: a Standard, com 12,5 mm, incluindo acess6rios, sai por R$ 55 o m2.
Com lã mineral, cresce para R$ 65 o m 2. As versões rosa e verde quase não
são utilizadas para esse fim.
- Prateleiras e nichos: as em presas cobram por virada - termo para o
encontro das placas, formando quadrados ou retSngulos. Na lnfnity
Revestimentos, um trabalho recente com 13 viradas sobre um paine l com
quatro nichos custou R$ 1 mil. Usaram-se placas Standard, de 12,5 mm com
montantes de 70 mm.
5. Como é instalado o drywall?
Em apenas um dia de trabalho, dois especialistas dão conta de erguer cerca
de 30 m2.
Samuel Rodrigues
- Estrutura de base: primeiro, colocam-se guias metálicas no piso e no teto.
Elas sustentarão os montantes verticais de aço galvanizado (distantes até 60
cm uns dos outros). As chapas são parafusadas nesses perfis.
- Cobertura das divisões: a seguir, faz-se o tratamento das juntas - região
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Resaltado
mais suscetível a fissuras. Por isso, aplicam-se nesses pontos massa e fitas
espedfcas, duas vezes. O objetivo é deixar a superfície totalmente plana.
- Finalização caprichada: como a massa talvez retraia com a secagem,
espera-se um dia antes de partir para o acabamento, que pode se r pintura,
cerâmica, madeira ... Se a junta estiver funda, melhor repetir a dose . Caso
contrário, basta lixar.
6. O que são acessórios de fixação?
São peças desenhadas especialmente para esse método. A rede distribuidora
informa qual modelo usarem cada caso.
7. Qual & o limite de peso que o drywall aguenta?
CHAPA DE AÇO
GALVANIZADO
COM0,95MM
PARAFUSO
AUTOATARRAXANTE
MONTANTE
GUIA
-~
Samu~I Rodrigu~s
ri.~tajiw1tul l'istu /atcm!
Qualquer objeto de até 10 kg pode se prender diretamente na chapa de
drywall. Até 18 kg, a instalação ocorre nos perfis. Acima disso, deve-se
adicionar um reforço ou distribuir a carga. Atenção para peças com mais de
30 kg: o drywall consegue suportar bancadas de pedra ou grandes TVs com a
distribuição da carga em reforços, como mostra o desenho acima. Eles podem
ser de madeira seca e tratada em autoclave (com 22 mm de espessura) ou de
chapa de aço galvanizado (com 0,95 mm de espessura). Sua colocação se dá
entre os montantes metálicos, cujo espaçamento é elaborado de acordo com
o projeto.
8. Que tipos de buchas, ganchos e parafusos usar?
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Resaltado
Existem tipos especffcos de buchas, ganchos e parafusos, segundo o peso da
peça.
Samu4!I Rodngu~s
- 10 kg: bucha de expansão, fixada na placa.
- 18 kg: modelo basculante, instalado nos perfis.
- 30 kg: exige reforço na parede.
9. Como são feitos os reparos?
Ainda que a tarefa pareça simples, os fabricantes recomendam contratar um
profissional especializado.
Samu4!I Rodngu@'s
Trincas e fissuras: comece limpando a área a ser recuperada e aplique massa
específica para juntas. Em seguida, coloque a fita de papel microperfurado,
pressionando com uma espátula. Passe outra camada de massa e espere
secar. Com a superfície lisa e uniforme, já é possível lixar e pintar.
Buracos pequenos: limpe o local e preencha o furo com massa adesiva MAP
utilizando uma espátula pequena. Deixe secar. Se necessário, repita o
processo até o defeito ficar imperceptível. Depois de seca a superfície, sinal
verde para lixar e pintar.
Buracos grandes: normalmente, surgem quando se retira uma parte da placa
para acessar as tubulações. Por dentro da área exposta, parafuse pedaços de
perfis metálicos. O trecho novo deve ser fixado neles. Aplique massa para
tratamento de juntas na superfície, além de fita de papel com a espátula e
mais massa. Lixe e pinte.
10. Como instalar drywall em áreas úmidas?
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°''-""' FLEXIYEL (( ODRYWALLÉUMA
SOLUÇÃO RÁPIDA
ELIMPA PARA CRIAR
NICHOS ILUMINADOS
E EMBUTIR
O ENCANAMENTO''
CRISTINA LEMBl,Al<OU/TETA
Banheiro, cozinha e lavanderia podem, sim, receber o material, desde que
adotados os painéis verdes, principalmente nas paredes da tubulação e do
chuveiro. O boxe, o piso e a faixa de 15 cm junto ao chão demandam
impermeabilização com manta asfáltica ou polimérica. Isso serve para
qualquer método construtivo. Caso ocorram vazamentos, a troca dos canos
atingidos é uma tarefa rápida e com pouca sujeira, ao contrário do que ocorre
em paredes de alvenaria. Na área afetada, abre-se um recorte na chapa com
um serrote. Depois do conserto, coloca- se uma nova placa e se tratam as
juntas. Porfim, secagem e acabamento.
Zê Gabriel
O e feito d e c::orativo da pare d e atrás do vaso sanitá rio foi obtido com drywall de chapas v erdes_ "Os
registros ficaram ocu ltos n os ni cho s, que ganha ram iluminação com f ita de led '', conta a arq u iteta C ristina
Lembi, autora da refo rma em São Pa ulo.
Proteção extra
Apesar de mais resistentes à água, as placas verdes devem ser cobertas de
revestimentos (cerâmica, pastilha, porcelanato), instalados com argamassa
colante flexível e rejunte (a ser refeito sempre que apresentar irregularidades).
Não é preciso instalar chapa verde no forro, já que a Standard (branca) se
mostra sufciente. Em locais sujeitos ao vapor (boxe de banhei ros),ela pede
tinta antimofo.
11. Como ganhar conforto térmico e acústico com drywall?
Por si só, o sistemaoferece proteção contra barulho e calor, já que forma um
colchão de ar. Se necessário, é possível incrementar seu de sem penha com
enchi menta de lã mineral.
Samuel Rodrigues
O poder dos forros especiais: eles dispensam acabamento e vêm com
recortes capazes de alcançar altos índices de absorção acústica. Podem
embutir lâmpadas de led, e há modelos tratados para diminuir odores no
ambiente.
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RECJIEJODE
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ROSE FERRAAESl
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Samuel Rodrigues
Barreira reforçada: a lã mine ral, de rocha ou de vid ro, é indicada para a
melhoria da acústica. O material, recortado na ext e nsão entre os dois
montantes, preenche todo o vão e ntre a parte de trás e o fechamento.
- 44 dB é a capacidade d e iso lamento acústico de uma parede de drywall de
95 mm (com chapas de l2,5 mm e vão de 70 mm recheado de lã mine ra l).
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- Um conjunto de forros especiais bloqueia até 72 dB (equivale nte ao ruído
de um aspirador de pó)
12. Drywall X Alvenaria: qual abafa melhor o som?
Compare as diferentes configurações e a eficiência de cada método:
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64-65
66-67
68-69
70-71
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