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AULA 4   A BRINCADEIRA DE FAZ DE CONTA

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A BRINCADEIRA DE FAZ DE CONTA
JBI - UNIP
DEFINIÇÃO
ESTE JOGO RECEBE VÁRIAS DENOMINAÇÕES:
JOGO IMAGINATIVO
JOGO DE FAZ DE CONTA
JOGO DE PAPÉIS
JOGO SOCIODRAMÁTICO
ÊNFASE DADA À SIMULAÇÃO OU FAZ DE CONTA
PROMOVE O DESENVOLVIMENTO COGNITIVO E AFETIVO SOCIAL DA CRIANÇA 
REFERÊNCIAS TEÓRICAS
ATÉ SÉCULO XIX – ERA MAIS SIMPLES, E PASSAVA DESEPRCEBIDO
ATUALMENTE, OS DESENHOS NA TV, INFLUENCIARAM O DESENVOLVIMENTO DO JOGO IMAGINATIVO, TORNANDO-O MAIS ELABORADO E SOFISTICADO
FREUD, LURIA, PIAGET E VIGOTSKY – O JOGO DE FANTASIA POSSIBILITA OBSERVAR A ORIGEM DOS DEVANEIOS NA FASE ADULTA
JOGOS IMAGINATIVOS
ENFATIZAM O ELEMENTO FAZ DE CONTA
CONSTRUÇÃO DE TORRES, QUEBRA CABEÇAS, VESTIR BONECOS DE PAPEL, VOAR, CAIR, CORRER E PULAR CORDA = MÍNIMO DE ELEMENETOS DE IMAGINAÇÃO E FAZ DE CONTA
PIAGET
QUANDO BRINCA A CRIANÇA ASSIMILA O MUNDO A SUA MANEIRA, SEM COMPROMISSO COM A REALIDADE
INTERAÇÃO COM O OBJETO NÃO DEPENDE DA NATUREZA DO OBJETO, MAS DA FUNÇÃO QUE A CRIANÇA LHE ATRIBUI
JOGO SIMBÓLICO = INICIALMENTE SOLITÁRIO, EVOLUI PARA JOGO SOCIODRAMÁTICO, QUE ENVOLVE A REPRESENTAÇÃO DE PAPÉIS
BRINCAR DE MÉDICO, DE CASINHA, DE MAMÃE 
PIAGET
JOGO SIMBÓLICO 
IMPLICA A REPRESENTAÇÃO DE UM OBJETO POR OUTRO, A ATRIBUIÇÃO DE NOVOS SIGNIFICADOS A VÁRIOS OBJETOS OU A ADOÇÃO DE PAPÉIS
PODE TRANSFORMAR-SE EM COLETIVO, COM A PRESENÇA DE VÁRIOS PARTICIPANTES
MOVIMENTOS DE ATOS COMPLEXOS
APOGEU ENTRE 2 E 4 ANOS DE IDADE
VYGOTSKY
O QUE DEFINE O BRINCAR É A SITUAÇÃO IMAGINÁRIA CRIADA PELA CRIANÇA
BRINCAR PREENCHE NECESSIDADES QUE VARIAM DE ACORDO COM A IDADE
A CRIANÇA CRIA UM MUNDO ILUSÓRIO ONDE OS DESEJOS IRREALIZÁVEIS PODEM SER REALIZADOS
ESSE MUNDO É A BRINCADEIRA
VYGOTSKY
O BRINQUEDO QUE COMPORTA UMA SITUAÇÃO IMAGINÁRIA TAMBÉM COMPORTA UMA REGRA, NÃO EXPLÍCITA, QUE A PRÓPRIA CRIANÇA CRIA
COM MENOS DE 3 ANOS A CRIANÇA NÃO SE ENVOLVE EM UMA SITUAÇÃO IMAGINÁRIA, POIS NÃO A SEPARA DA REAL
A CRIANÇA NÃO VÊ O OBJETO COMO ELE É, MAS LHE ATRIBUI UM SIGNIFICADO
ESTE OBJETO EM ALGUMA COISA DEVE SE ASSEMELHAR À REALIDADE, MAS O MAIS IMPORTANTE É A AÇÃO
O SIGNIFICADO CONFERIDO AO OBJETO TORNA-SE MAIS IMPORTANTE QUE O PRÓPRIO OBJETO
O BRINQUEDO CRIA NOVAS RELAÇÕES ENTRE SITUAÇÕES NO PENSAMENTO E SITUAÇÕES REAIS
BRINQUEDO E DESENVOLVIMENTO SIMBÓLICO
A SIMBOLIZAÇÃO ATRAVÉS DOS OBJETOS É CONDIÇÃO PARA O APARECIMENTO DO JOGO DE PAPÉIS
(1-2 ANOS SENSÓRIO MOTOR, 2-3 ANOS ATIVIDADE COM O OBJETO)
BRINQUEDO PASSA A REFLETIR MOMENTOS INDIVIDUAIS DA SUA PRÓPRIA EXPERIÊNCIA DE VIDA
JOGO DE PAPÉIS
A PARTIR DE 3 ANOS A CRIANÇA PASSA A REPRESENTAR PAPÉIS DA VIDA DO ADULTO
IDADE PRÉ ESCOLAR
FORMA DE SIMBOLIZAÇÃO
AO INVES DE REPRESENTAR ATIVIDADES DO ADULTO, PASSA A REPRESENTAR AS RELAÇÕES DO ADULTO ENTRE SI OU COM AS CRIANÇAS
MAIS QUE UM OBJETO DA PRÓPRIA ATIVIDADE, UM EXPRESSIVO GESTO ACOMPANHADO PELA FALA
VYGOTSKY: O BRINCAR TEM SUA ORIGEM NA SITUAÇÃO IMAGINÁRIA CRIADA PELA CRIANÇA, EM QUE OS DESEJOS IRREALIZÁVEIS PODEM SER REALIZADOS
PIAGET: O BRINCAR REPRESENTA UMA FASE NO DESENVOLVIMENTOS DA INTELIGÊNCIA, TENDO COMO FUNÇÃO CONSOLIDAR A EXPERIÊNCIA PASSADA 
(ASSIMILAÇÃO/ACOMODAÇÃO)
REALIDADE X FANTASIA
ATRAVÉS DAS FANTASIAS E DAS BRICADEIRAS BASEADAS NELA, A CRIANÇA PODE COMEÇAR A COMPENSAR AS PRESSÕES QUE SOFREM NA REALIDADE DO COTIDIANO
BUSCAM SATISFAÇÃO INDIRETA E LIVRAR-SE DO CONTROLE DO ADULTO
A REALIDADE DO COTIDIANO, DIANTE DO FANTÁSTICO MUNDO DA FICÇÃO, PARECE MENOS INTERESSANTE E DE MAIS FÁCIL ASSIMILAÇÃO PELA CRIANÇA
BRINCADEIRA DE SUPER HERÓI
CARACTERÍSTICAS DOS SUPER HERÓIS......
PAPEL DE PODER (DOMINA OS VILÕES E AS SITUAÇÕES QUE TRARIAM MEDO)
CONSTRÓI SUA AUTO CONFIANÇA 
SUPERAR OBSTÁCULOS
FORMA ESPECIALIZADA DE JOGO DE PAPÉIS
AUMENTO DAS HABILIDADES LINGUÍSTICAS
SOLUÇÃO DE PROBLEMAS
COOPERAÇÃO
BRINCADEIRA
PONTE ENRE A FANTASIA E A REALIDADE
QUANDO BRINCAM TEM O CONTROLE QUE FALTA NA REALIDADE
LIDAM COM COMPLEXAS DIFICULDADE PSICOLÓGICAS
INTEGRAM EXPERIÊNCIAS DE DOR, MEDO E PERDA
LUTAM COM CONCEITOS DO BOM E DO MAL
REDUZ O EFEITO TRAUMÁTICO DE UMA EXPERIÊNCIA RECENTE (EX. APÓS TOMAR UMA INJEÇÃO, BRINCAM DE MÉDICO)
OS TEMAS REPRESENTAM O AMBIENTE DAS CRIANÇAS
O BRINQUEDO APARECE COMO UM PEDAÇO DE CULTURA AO ALCANCE DA CRIANÇA
UM MEIO DE SAIR DO MUNDO REAL PARA DESCOBRIR NOVOS MUNDOS, SE PROJETAR EM UM UNIVERSO INEXISTENTE
BRINCADEIRA
O BRINCAR DA CRIANÇA NÃO ESTÁ ANCORADO NO PRESENTE, MAS TAMBÉM TENTA RESOLVER PROBLEMAS DO PASSADO E SE PROJETA PARA O FUTURO
6-8 ANOS – ENRIQUECIMENTO NA REPRESENTAÇÃO DOS PAPÉIS, QUE SE TORNAM MAIS DEFINIDOS
DESENVOLVE COMUNICAÇÃO, ABERTURA PARA DIÁLOGO COM O MUNDO ADULTO
RESTABELECE SEU AUTOCONTROLE, AUTOESTIMA E DESENVOLVE RELAÇÕES DE FAZ DE CONTA
CONCLUSÃO
NO SONHO, NA FANTASIA, NA BRINCADEIRA DE FAZ DE CONTA, DESEJOS QUE PARECIAM IRREALIZÁVEI PODEM SER REALIZADOS
APS
Ao observar um episódio de desempenho de um papel, no faz-de-conta, vê as crianças fazerem o seguinte:
Fingir ser outra pessoa;
Partilhar com outras o papel simulado;
Utilizar um objeto (ou material auxiliar) em representação de outro;
Utilizar ações e sons como substitutos das ações e sons verdadeiros;
Utilizar palavras para representar uma situação ou ambientes imaginários;
Falar com outras crianças dentro de um contexto da situação de desempenho de um papel;
Ficar num episódio de desempenho de papeis durante um período de tempo significativo;
Utiliza-se de figurinos ou adereços para compor o papel representado.
RELATÓRIO E CAPA
Relatório: de posse das informações e registros (anotações, documentos, fotos da instituição e não das crianças, depoimentos etc.) o aluno deverá elaborar um texto de cinco a oito páginas que deverá contemplar os seguintes itens:
Capa: constando o nome da instituição, o título do trabalho/pesquisa, os nomes dos integrantes do grupo; o local e a cidade. 
 
INTRODUÇÃO E DESENVOLVIMENTO
Introdução: apresentação sintética do assunto (pode haver citação bibliográfica), justificativa e objetivos do projeto.
Desenvolvimento: a apresentação dos resultados com discussão reflexiva da temática abordada. É fundamentação a citação de autores que discutem o assunto e algumas fotos do local visitado que deverão ser apresentadas e comentadas para evitar a fragmentação do texto. Esta parte do texto deve estar amparado em referencial teórico.
CONCLUSÃO E REFERÊNCIAS
Conclusão: ao final, o aluno ou alunos deverão resgatar os objetivos apresentados na introdução do texto e dizer em que medida eles foram alcançados ou não. Ele pode também sugerir novas formas de abordar o assunto tomando com base suas conclusões a respeito do tema investigado.
Referências: colocar em ordem alfabética e conforme as normas da ABNT vigente, as referências utilizadas para a escrita do texto.