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Embargos de declaração

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EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR DESEMBARGADOR ______________, RELATOR DA APELAÇÃO CÍVEL Nº _____________, EM TRÂMITE PELA ____ª CÂMARA CÍVEL DO EGRÉGIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE GOIÁS.
Autos nº. xxxx
COMPANHIA ESTADUAL DE DISTRIBUIÇÃO DAE ENERGIA ELÉTRICA-CEED, nos Autos da Ação de Cobrança, em que contende com TAKATOSHI SUZUKI, à vista da decisão de fls. 128-130, vem, por seu advogado que esta subscreve, com todo o respeito e acatamento, com fundamento nos arts. 1.022 a 1.026 do NCPC , opor EMBARGOS DE DECLARAÇÃO contra decisão interlocutória com conforme segue:
EMBARGOS DE DECLARAÇÃO
Conforme se depreende da decisão de fls.128-130, notadamente na parte dispositiva, ao julgar a causa, entendeu Vossa Excelência julgar totalmente procedente o pedido do autor, condenando a parte ré ao pagamento da dívida de R$ 2.151,05, a sucumbência e ao pagamento de 50% das custas processuais. 
Porém, ocorre na decisão de Vossa Excelência manifesta contradição no julgamento quanto ao reconhecer que houve prescrição da pretensão da cobrança e condenar o réu ao pagamento da dívida, ou seja, mesmo reconhecendo a prescrição da ação de cobrança decidiu a continuar com a ação.
Em razão do exposto, requer a Vossa Excelência se dignará prover os presentes embargos, objetivando: 
1) Em razão do exposto, requer a Vossa Excelência se digne de dar provimento a estes Embargos Declaratórios para o fim de que esclareça a r. decisão de fls.128-130, desfazendo a contradição apontada.
Termos em que,
Pede e espera deferimento.
Cuiabá-MT, 19 de Setembro de 2015
Anna Carolina Gonçalves- 111.11/OAB/MT
CASO SIMULADO
“Do exposto, julgo totalmente procedente o pedido de cobrança formulado por COMPANHIA ESTADUAL DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA – CEEE-D em face de TAKATOSHI SUZUKI, condenando o requerido ao pagamento de R$ 2.151,05, corrigido monetariamente pelo IGP-M, devendo ser ainda acrescido de juros moratórios de 1% ao mês desde a citação.
Reconhecida a prescrição da pretensão da cobrança, havendo, assim, sucumbência recíproca, condeno ambas as partes ao pagamento das custas processuais, 50% para cada, e honorários advocatícios ao patrono do ex adverso, que fixo em R$ 600,00 a cada qual, nos termos do art. 20, § 3º, do CPC, autorizada a compensação, eis que indefiro a gratuidade judiciária ao réu ante a ausência de comprovação da necessidade de litigar sob amparo desse benefício.”
A decisão (fls. 128-130) foi proferida em 09/09/2015, de cujo teor as partes foram intimadas em 11/09/2015 (sexta-feira). Diante deste fato, na condição de advogado do réu, interponha (ou oponha) o recurso cabível no último dia do prazo (sg. o NCPC).

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