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APANHADÃO DE AVALIAÇÃO EDUCACIONAL

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Avaliação Educacional
1 - A avaliação não dispensa momentos de síntese, de balanço. Esta síntese deve representar não só o domínio do grau dos conhecimentos, mas também deve incorporar: 
I. A avaliação que o professor faz de sua proposta de trabalho – se envolveu os alunos e se alcançou os objetivos propostos. 
II. O trabalho desenvolvido pelos alunos como ativos e participantes. 
III. A contribuição p ara a f unção básica da escola, q ue é a prom oção dos al unos.
Está correto o que se afirma e :
Resposta Selecionada: d. I e II. 
Feedback da resposta: 
Resposta correta: alternativa D. 
Comentário: A avaliação d eve trazer um feedback, um retorno ao professor sobre a sua intervenção pedagógica e a atuaç ão do aluno. 
Portanto, estão corretas as afirmações I e II. 
2 - Antoni Zabala (199 8, p. 20 2-210) disserta a respeito da avaliação dos co nteúdos conforme s ua tipologia. Nes se ponto, o autor destaca que os conteúdos de aprendizagem são o referenc ial funcional para avaliar e acompanhar os avanços no processo ensino-apre ndizagem . Des se modo, é prec iso trabalhar com todos os conteúdos para nã o:
Resposta Selecionada: 
b. preparar o aluno par a entra r na faculdade, exclusivam ente.
Feedback da resposta: 
Resposta corret a: alternativa B. 
 
Comentário: A avaliação tr adicional tem como prioridade preparar o 
aluno para entrar na faculdade, e não a formação inte gral do aluno. 
3 - Antoni Zabala (199 8, p.198- 201), quando trata da posi ção em relação às fina lidades do ensino e destac a o m odelo centrado na form ação integral da pessoa, a presenta a avaliação com o um processo dividido em três f ases: inicial, reguladora e final. N esse caso, o autor cont empla um a avaliação: 
Resposta Selecionada: d. formativa.
Feedback da 
resposta: Resposta corret a: alternativa D. 
Comentário: Zaba la propõe que a a valiação aconteça em três etapas: 
4 - De acordo com Antoni Zabala, para m elhorar a qualidade do e nsino, é prec iso conhecer e poder a valiar a intervenção peda gógica do s profes sores, de m odo que a ação avaliadora obser ve sim ultaneamente os process os individuais e grupais. O autor se refere tanto aos pr ocessos de aprendi zagem quanto aos de ensino, já que, de um a perspectiva prof issional, o conhecimento re lativo a com o os alunos aprendem é, em primeiro lugar, um m eio para ajudá-los em seu c rescimento e, em segundo lugar, o instrumento que perm ite: 
 
Resposta Selecionada: b. melhorar as condições do processo de ensino-aprend izagem 
Feedback da resposta: 
Resposta corret a: alternativa B. 
Comentário: O a utor considera que a m elhoria da qualidade de ensino passa pela aval iação de to do o process o de ensino-aprendizagem . 
5 - Para Jussara Hof fm an (2013, p.75), o teste é um instrumento de inves tigação e aç ão de ambos os sujeitos envol vidos no proc esso educat ivo: 
Resposta Selecionada: c. professor e aluno.
Feedback da resposta: 
Resposta corret a: alternativa C. 
 
Comentário: No processo de avaliação, tanto os prof essores quanto 
os alunos dev em s er avaliados. 
6 - Realiza-se uma severa cr ítica à f orma com o habitualmente é c ompreendida a avaliação. A pergu nta inicial, “por que precisam os avaliar?”, necessária para que se entendam quais devem ser o objeto e o sujeito da avaliação, dem ora um pouco a ser respondida. A prop osta de Antoni Zaba la elim ina a ideia da avaliação apenas do alu no como sujeito que aprende e prop õe tam bém uma aval iação de com o o profess or ensina. O autor e labora a n oção de que devem os realizar um a avaliação qu e seja:
Resposta Selecionada: 
b. inicial, reguladora , final e i ntegradora. 
Feedback da resposta: 
Resposta corret a: alternativa B. 
Comentário: A avaliação, s egundo Zabala, deve conte r as quatro 
etapas m encionadas para que a escola poss a aprim orar o process o de ensino-aprendiza gem. 
7 – Jussara Hoffm an, quando afirma que “o term o conc eito, na escola, assum e o significado de medida”, que r dizer que, por influência do escolanovism o, os conceitos passam a fazer parte dos regim entos escolares, intencionando duas m udanças principais: a prim eira, m inimizar o privilégio a escores finais do aluno obtidos em provas periódicas (pr oduto final) valorizando, assim , o seu processo de aprend izagem ; e a segunda, ana lisar, ao lado dos aspec tos cogn itivos, os as pectos afetivos e psicomotores, que antes er am:
Resposta Selecionada: a. totalmente desconsi derados.
 
Feedback da resposta: 
Resposta corret a: alternativa A. 
Comentário: Os aspect os af etivos e psicom otores eram totalm ente 
desconsiderados, pois a ed ucação tradici onal valori zava apenas os 
aspectos cognit ivos. 
8 - Para Antoni Zabal a, quand o se fala de avaliação logo se pensa, de form a prioritária ou mesm o exclusiva, nos r esultados o btidos pelos alunos. Hoje, esse continua sendo o principal alvo de qualquer aproximaç ão ao fato aval iador. Os profess ores, as administrações, os pais e os próprios a lunos se refere m à avaliação como o instrumento ou processo p ara avaliar o gra u de alcan ce em relação a determ inados objetivos previstos nos di versos níveis esc olares, em que o suje ito da av aliação é o aluno e som ente o aluno, e o objet o da avaliação são as aprendi zagens real izadas segundo certos o bjetivos m ínimos para todos. A a valiação, nesse se ntido, é basicamente consi derada c om o: 
 
Resposta Selecionada: a. um instrum ento sancionad or e qualificador. 
Feedback da resposta: Resposta corret a: alternativa A. 
 
Comentário: Zaba la faz críticas ao sistem a de avaliação afirm ando aos 
alunos, pais e prof essores que não é só o aluno qu e está sendo 
avaliado. Se assim fosse, a avaliação ser ia vista com o um instrumento 
que prevê sançõ es.
9 - Para Jussara Hof fm an, a avaliação, na perspectiva de construção do conhecim ento, parte de duas premissas básicas: confiança na poss ibilidade dos al unos construír em suas verdades e valorização de suas m anifestações e interesses. Exige do educador uma concepç ão de crianças , jovens e ad ultos com o sujeitos de desenvolvim ento inseridos no c ontexto de s ua realidade social e política. Portanto, a valiar é oferec er oportunidades de ação/reflex ão, num acompanham ento permanente do prof essor, que incitará o aluno a novas qu estões a partir de resposta s f ormuladas – não num mom ento terminal do processo educativo, m as num a busca de com preensão das dificuldades do e ducando e: 
Resposta Selecionada: d. na dinami zação de oportunidades para ad quirir novos conhecimentos. 
Feedback da resposta: 
Resposta corret a: alternativa D. 
Comentário: A construção do conhecim ento, num a perspectiva 
construtivista, rec onhece na avaliação um m omento de possibilidade de 
aprendizagem , sendo assim um a forma de aquisição de novos 
conhecimentos. 
10 - Para Luckes i (2011), o exer cício pedagógico escolar é atravessado mais por uma pedagogia do exam e do que por uma pedagog ia do ensino-aprendizagem . Em sua análise, iss o im plica atenção na promoção, s em se importar com as notas obtidas; atenç ão nas provas ; atenção dos pais na prom oção; estabelecim entos de ensino ce ntrados nos resultados de provas e exam es; e um sistema social qu e: 
Resposta Selecionada: c. não se importa com o aprendizado d os alunos. 
Feedback da resposta: Resposta corret a: alternativa C. 
 
Comentário: A pedagogia de exam es não se importa com o aprendizado dos alu nos, e sim com a sua promoção. 
11 - Jussara Hoffm ann afirm a que a teoria construti vista traz a perspect iva da imagem 
positiva do erro e nos aux ilia a: 
Resposta Selecionada: e. procurar entender razões para as respostas apresentadas pelos alunos. 
13 - Uma prof essora propõe aos