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LESÕES FÍSICAS E QUÍMICAS
ULCERAÇÕES TRAUMÁTICAS 
• Causada por um trauma agudo ou crônico.
• Analisar a fonte de origem do trauma.
• Cicatrização é rápida.
• Pode confundir com carcinoma espinocelular.
• Pode permanecer de 1 semana a 8 meses.
• Não recidiva.
• Tratamento é de suporte.
ULCERAÇÕES TRAUMÁTICAS 
Queimaduras elétricas e térmicas
• 5% das queimaduras admitidas em hospitais são de cavidade oral.
• Existe dois tipos de queimadura elétrica: contato e arco.
Contato: a corrente elétrica passa através do corpo desde o ponto de contato até 
o solo.
Pode causar parada cardiopulmonar e ser fatal.
A tipo arco, e que mais acomete a cavidade oral, onde a saliva funciona como 
condutor, e um arco elétrico flui entre a fonte elétrica e a boca.
•Já as queimaduras térmicas surgem de ingestão de alimentos ou bebidas quentes. 
Exemplo: microondas.
Queimaduras elétricas e térmicas
• A maioria das queimaduras elétricas ocorrem em
criança com menos de 4 anos.
• Lábio e comissura labial.
• Inicial a área é indolor, carbonizada e amarelada, pode
exibir pouco ou nenhum sangramento.
• Nota-se presença de edema significante, por volta do
4º dia a área fica necrótica e a membrana começa
soltar.
• Altas voltagens pode ocorrer paralisia do nervo facial.
• Já queimaduras térmicas é mais comum no palato e
mucosa jugal, apresenta como úlcera com conteúdo
necrótico.
Queimaduras elétricas e térmicas
Queimaduras elétricas e térmicas
tratamento
Elétricas
•Imunização contra 
tétano
•Casos graves 
antibioticoterapia
•Pode ser necessário 
cirurgia corretiva após 
1 ano 
Térmicas
• Tratamento de 
suporte
• Cuidado com edema 
de vias áreas
Lesões químicas da mucosa oral
• Causada por agentes cáusticos.
• Normalmente o paciente é o próprio agressor.
• Aspirina, dipirona, álcool, gasolina, peróxido de
hidrogênio etc.
• Formocresol, paramonoformaldeido etc.
• Queimadura por rolo de algodão.
• A mucosa apresenta pregueada e branca,
dependendo da exposição perda do epitélio e
apresentando conjuntivo recoberto por uma
membrana fibrinopurulenta.
Lesões químicas da mucosa oral
(tratamento)
• Prevenção.
• A cura se dá entre 10 e 14 dias.
• Se a área for muito extensa necessário 
antibioticoterapia e debridamento.
Complicações orais não-infecciosas da 
terapia antineoplásica
“Nenhum tratamento sistêmico anticâncer 
atualmente é capaz de destruir as células 
tumorais sem causar a morte de pelo menos 
algumas células normais, e os tecidos com 
renovação rápida são especialmente 
suscetíveis.”
Neville,2009.
Complicações orais não-infecciosas da 
terapia antineoplásica
Radioterapia: xerostomia, perda de paladar(hipogeusia), osteorradionecrose,
Trismo, dermatite crônica, anormalidades do desenvolvimento.
Quimioterapia: mucosite e hemorragia
Complicações orais não-infecciosas da 
terapia antineoplásica
Complicações orais não-infecciosas da 
terapia antineoplásica
• Tratamento odontológico prévio ao terapia
antineoplásica.
• Mucosite (água bicarbonatada, laserterapia).
• Xerostomia (evitar agentes que diminui o fluxo
salivar, aplicação diárias de flúor tópico,
estímulação das glândulas salivares, saliva
artificial).
• Osteorradionecrose(antibioticoterapia,
proservação, remoção do seqüestro ósseo,
antigamente oxigênio hiperbárico).
Osteonecrose associada a 
bifosfonatos.
• A relação da necrose dos ossos gnáticos foi 
relatada primeira vez em 2003.
• Atuam na regularização da modelação óssea.
• Possuem uma meia vida de 12 anos.
• Via oral x endovenosa.
Osteonecrose associada a 
bifosfonatos.
• A prevalência de osteonecrose em pacientes 
que usam bifosfonato é de 6% a 10%.
• Fatores de risco são: idade avançada, uso de 
corticosteroides, uso de drogas 
quimioterápicas, diabetes, tabagismo e álcool.
• CTX.
• Acomete mais mandíbula.
• Pacientes apresentam área de osso necrótico 
expostos, assintomático na maioria.
Osteonecrose associada a 
bifosfonatos.
Osteonecrose associada a 
bifosfonatos.
• Prevenção.
• Tratamento ortodôntico tem que ser bem
avaliado.
• Alertar o paciente do risco.
• Tem sugerido para cirurgias, suspender a
medicação 3 meses antes e 3 meses depois.
• Profilaxia antibimicrobiana e bochechos com
clorexidina prévio.
• Remoção do sequestro ósseo somente quando
tiver flutuação.
Melanose tabagista
• Muito comum em fumantes inveterados.
• A pigmentação surge como resposta protetora 
ao dano causada pelo aquecimento do fumo.
• Começam a surgir logo no primeiro ano que 
começa com vício.
• Fumantes de cachimbo apresentam manchas 
em lábios e comissuras.
• Tratamento: abandono do tabagismo começa 
desaparecer após 3 anos, considerar biopsia.
Enfisema cervicofacial
• Surge pela introdução de ar nos espaços 
subcutâneos e fasciais da cabeça e pescoço.
Após uso de jato de ar.
Jato de bicarbonato
Após exodontias difíceis ou demoradas
Como resultado da pressão intraoral após 
exodontias
Enfisema cervicofacial
• Ocorrem durante o procedimento ou 1h após,
os casos de evolução tardia ocorrem por
pressão intra oral.
• Apresenta aumento do tecido mole, a dor é
mínima inicialmente.
• Pode apresentar eritema facial, disfagia,
disfonia, dificuldades visuais e febre baixa.
• Tratamento: antibioticoterapia, o ar retido
some de 2 a 5 dias.